


O IBOV abriu a semana em queda, fazendo sua máxima, na abertura do pregão nos 71.884 pontos e a partir daí deu ínicio a um movimento de realização após 7 semanas seguidas de alta, até encontrar suporte, na mínima da semana, na última sexta nos 68.847 pontos.
Finalizou a semana 69.530 pontos, com queda na semana de -3,20% em relação ao fechamento da semana anterior.
O "candle" formado no gráfico semanal se assemelha a um "martelo cheio", graças à reação ocorrida principalmente no fechamento da última sexta, após o suporte na região dos 68.850 pontos.
No gráfico diário tivemos a formação de um "doji".
As Médias Móveis de 9, 21 e 50 períodos ainda continuam alinhadas no gráfico diário, mantendo o "canal de alta", porém a de 09 períodos "aponta para baixo" confirmando a tendência de queda, sinalizada pelo "sub-canal de queda" nesses últimos pregões.
É provável que o Ibovespa venha a testar suportes na região dos 68 mil pontos, onde se encontra a retração de 50% de Fibonacci da última "perna de alta" que levou o Ibov aos 72 mil pontos, antes de eventual reação compradora.
Uma perda desse patamar poderá trazer o IBOV para testar suportes nos 67.600 (LTA do canal de alta) ou na retração de 62% do fibo nos 67 mil pontos.
Nova tendência de alta se confirmará caso o IBOV consiga fechamento acima da MM de 21 períodos em 70.200 pontos.