Vaivém do juro
por Danilo Fariello de Valor Online
31/03/2008
O investidor que, com medo da volatilidade, tirou o pé das alternativas mais arriscadas neste começo do ano e migrou dos fundos de ações e multimercado para a renda fixa não conseguiu fugir da turbulência. Mais de 20 fundos concentrados em papéis de renda fixa prefixados ou ligados a índices de inflação deverão encerrar abril com prejuízos, como mostra o o Índice de Mercado Andima (IMA), referencial desses papéis . Essa perda ocorre porque o mercado passou a considerar como certa uma elevação dos juros em abril. Com isso, as taxas prefixadas subiram e os papéis antigos, com taxas mais baixas, perderam valor. Até a quarta-feira, alguns fundos de renda fixa chegavam a perder 2,68% em março, segundo dados do site Fortuna.
Durante o mês, aumentou no mercado a parcela de operadores que acredita na alta da taxa de juros já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em meados de abril. A apreensão com o aumento disparou com a publicação do Relatório Trimestral de Inflação do BC. O texto diz que, para que a inflação continue abaixo da meta, de 4,5% neste ano, diante dos riscos que se apresentam, "cabe à autoridade monetária estar pronta para atuar de forma preventiva". Ou seja, subir os juros. A dúvida principal, portanto, é quanto a taxa Selic, hoje em 11,25% ao ano, deverá subir nos próximos meses.
O cenário de renda fixa ficou mais arriscado, ou seja, menos propício para a parcela mais conservadora dos investimentos, diz o diretor-executivo da BB DTVM, Arnaldo Vollet. "O mercado deverá oscilar mais com qualquer notícia, boa ou ruim." Segundo ele, várias incertezas foram adicionadas ao mercado, principalmente no que diz respeito à inflação. "Ninguém sabe se a alta vai acontecer ou não."
Como a rentabilidade dos fundos renda fixa e DI andavam bastante próximas, o investidor ficou com a impressão errada de que eles possuem o mesmo risco de mercado. Mas essa oscilação atual evidenciou que não, diz Marcelo Xandó, sócio da BCSul Verax Serviços Financeiros. O prêmio (taxa que os prefixados oferecem acima do juro futuro) estava cada vez menor até este mês. "Portanto, apostar nesses papéis já era arriscado."
No começo de março, a Letra do Tesouro Nacional (LTN), prefixada, com vencimento em janeiro de 2009, oferecia ao seu investidor um lucro anualizado de 11,82%. Na sexta-feira, esse mesmo título pagava 12,37%. Isso significa que o juro da Selic teria de subir para mais de 13% ao ano até janeiro para oferecer uma taxa média de 12,37% no período.
Claro que, se o cenário não engrossar de vez e o juro não subir nessa magnitude, esse papel e outros com vencimento mais curto estariam oferecendo hoje uma rentabilidade melhor em relação ao começo de março, observa David Cohen, operador de renda fixa do CR2. "Mas é claro também que essa alternativa também ficou mais arriscada." O investidor que apostar agora pode receber um juro maior, mas corre mais risco de o juro corrente subir além do que o projetado nessas taxas, alerta ele.
Assim, apostar hoje em uma taxa prefixada no curto prazo ou em um título atrelado à inflação (NTN-B, ligada ao IPCA, ou NTN-C, ligada ao IGP-M), beira a especulação. "O aplicador que se embrenhou nesse mercado já sofreu e poderá sofrer ainda mais", diz Ricardo Martins, da área de fundos de investimento da Concórdia. "A pressão inflacionária pode ser mais forte do que se acredita, o que pode levar o BC a subir ainda mais a taxa de juros."
Quem não suporta essa volatilidade no curto prazo deve agora tomar o rumo de um fundo DI ou curto prazo, comenta Vollet, da BB DTVM. Ele destaca que a captação nos fundos dessas categorias até cresceu mais do que a dos fundos de renda fixa e inflação no começo deste ano. Mas reconhece que, quem ficou no meio do caminho, entre o DI e o renda fixa, perdeu. Apesar da oscilação, Vollet diz que não houve muitos resgates nos prefixados ao longo de março.
Vollet acredita que, apesar de terem subido neste mês, os juros prefixados oferecidos pelos títulos que recheiam os fundos de renda fixa não subiram o suficiente a ponto de compensar o risco de alta maior do CDI, indicador do juro corrente e, portanto, superar o retorno dos fundos DI. Sem falar no risco, que aumento, lembra. "Para buscar um retorno acima do CDI, o gestor vai ter de correr mais riscos", diz.
Já Cohen, do CR2, acha que o mercado brasileiro reagiu com medo excessivo em março, tendo levado o juro futuro a um nível em que já valeria a pena especular. "O mercado foi muito além do que deveria", diz. "Mesmo que o BC suba os juros, de forma gradual, as taxas ainda são atraentes." Cohen acredita em uma alta na Selic de, no máximo, 1,5 ponto percentual até dezembro - que significaria o juro ficar abaixo dos 13% ao ano necessários para compensar a taxa atual pré.
Já nos títulos mais longos prefixados, há consenso de que o risco é alto demais. "Acima de 12 meses, o cenário externo começa a pesar mais na estimativa, o que torna o juro menos ponderável", comenta Cohen, do CR2.
O aplicador que optar pelo Tesouro Direto - sistema de negociação via internet de papéis federais - têm um cardápio variado de prazos e papéis prefixados e ligados a inflação. O governo oferece a possibilidade de pessoas físicas comprarem diretamente da Fazenda os títulos que recheiam os fundos. Por lá, era possível encontrar, na sexta-feira, uma LTN com rendimento de 13,45% com vencimento em 2010, uma NTN-C que renderia IGP-M mais 7,69% até 2011 e uma NTN-B, que entregaria IPCA mais 8,11% em maio de 2013.
Aplicando pelo Tesouro Direto, o investidor poderá sofrer com a mesma volatilidade que atinge os fundos se tentar vendê-lo antes do vencimento. Mas se mantiver o papel em carteira até a data do encerramento do título, não há risco de lucrar menos. O risco, nesse caso, seria de receber um retorno abaixo do juro médio do mercado até lá, ou corroído pela inflação se não for um papel atrelado a nenhum dos índices.
Para Martins, da Concórdia, para quem quiser arriscar, mais interessante seria investir em um fundo de renda fixa com gestão ativa, em que um profissional escolheria os melhores momentos para adquirir ou se livrar de cada papel e que iria renovando a carteira conforme os vencimentos. Nesse caso, porém, há o risco de o gestor errar os momentos de adquirir ou vender cada título. O investidor deve estar atento à estratégia adotada pelo gestor, no prospecto do fundo, além de verificar a taxa de administração cobrada, que pode comprometer o ganho extra.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Aperto é visto como fato consumado
Aperto é visto como fato consumado
31/3/2008
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
O BC fechou questão quanto à premente necessidade de, após manter a Selic congelada em 11,25% desde setembro, desfechar logo um aperto monetário capaz de reduzir a demanda e esfriar o consumo. Trata-se de um fato consumado a alta do juro básico na próxima reunião do Copom, dia 16 de abril. Se é assim - e é assim que o pregão de juros futuros da BM&F vislumbra os passos vindouros da política monetária, em linha com a descrição realista feita pelo último Relatório de Inflação -, faltando 13 dias úteis até lá, nada parece ser capaz de demover a autoridade de suas intenções altistas, nem índices de inflação abaixo do esperado, nem expectativas de IPCA aquém da meta, nem a retomada pelo câmbio de sua tendência à apreciação. Confrontado com a inevitável fatalidade, resta ao mercado tão-somente discutir a magnitude do ajuste a ser implementado.
31/3/2008
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
O BC fechou questão quanto à premente necessidade de, após manter a Selic congelada em 11,25% desde setembro, desfechar logo um aperto monetário capaz de reduzir a demanda e esfriar o consumo. Trata-se de um fato consumado a alta do juro básico na próxima reunião do Copom, dia 16 de abril. Se é assim - e é assim que o pregão de juros futuros da BM&F vislumbra os passos vindouros da política monetária, em linha com a descrição realista feita pelo último Relatório de Inflação -, faltando 13 dias úteis até lá, nada parece ser capaz de demover a autoridade de suas intenções altistas, nem índices de inflação abaixo do esperado, nem expectativas de IPCA aquém da meta, nem a retomada pelo câmbio de sua tendência à apreciação. Confrontado com a inevitável fatalidade, resta ao mercado tão-somente discutir a magnitude do ajuste a ser implementado.
sábado, 29 de março de 2008
PETR4...após 28/03...se não "descolar" de DJI poderá buscar os 70,60 novamente...

PETR4 sentiu o "mau humor" dos mercados americanos e "sintonizou" sua queda com DOW JONES, delineando um canal de baixa. Essa tendência só será revertida, se PETR4 romper no início desta próxima semana, a resistência dos 73,00 formada nessa recente LTB e também retomar a casa dos 74,00. Por enquanto, suportes imediatos em 72,25, 71,25 e 70,60. Resistências em 73,00; 74,00 e 74,90.
VALE 5..após 28/03...tenazmente na defesa do suporte em 50,00...

Contrariando os mercados externos e o próprio IBOVESPA, Vale 5 suportou a pressão vendedora que a levou a testar a mínima nos 49,45; mas recuperou esse suporte e em seguida o forte suporte, nos 50,00, fechando nos 50,10. Para o início da próxima semana, se continuar "descolada" de Dow Jones, poderá tentar romper a resistência nos 51,00 e buscar os 52,00. Por enquanto, resistências imediatas em 50,50, 51,00 e 51,30 e suportes imediatos nos 50,00, 49,45 e 49,15.
IBOV...após 28/03...está delineando um canal de baixa...

O IBOVESPA, se não "descolar" de DJI poderá buscar o suporte nos 59.800 novamente. Para reverter o canal de baixa que está sendo delineado, precisará romper a resistência em 61.070 na recente LTB e posteriormente os 61.500 da LTB anterior. Por enquanto suportes imediatos em 60.200, 59.800 e 58.900. Resistências imediatas em 60.830, 61.070 e 61.500.
DOW JONES...após 28/03...deve testar o suporte nos 12 mil novamente...
Petrobras descobre outro poço na Bacia de Santos
Petrobras descobre outro poço na Bacia de Santos
29.03.2008 08h30
por AE Agência Estado
A Petrobras encontrou mais um reservatório de petróleo e gás abaixo da camada de sal, em área ultraprofunda, na Bacia de Santos. Foi no bloco BM-S-8, ao sul das reservas gigantes de Tupi, considerada um megacampo de petróleo, com um volume estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) recebeu a notificação no dia 6 deste mês. A empresa informou que não fez comunicado ao mercado porque ainda não foram feitos testes de produção para avaliar o potencial da jazida.Esse é o nono poço bem-sucedido na região, que vem sendo encarada como a principal província petrolífera mundial encontrada nos últimos anos. Em apenas quatro poços foram feitos testes de produção.O BM-S-8 fica no entorno de uma área com potencial de reservas, batizada pela Petrobras e seus sócios de Carioca, que se estende por quatro blocos exploratórios na porção paulista da Bacia de Santos. Analistas acreditam que essa área pode ser maior que a de Tupi. Em relatório de dezembro do ano passado, o Banco Credit Suisse estimava a existência de algo entre 7 bilhões e 24,5 bilhões de barris em Carioca.
29.03.2008 08h30
por AE Agência Estado
A Petrobras encontrou mais um reservatório de petróleo e gás abaixo da camada de sal, em área ultraprofunda, na Bacia de Santos. Foi no bloco BM-S-8, ao sul das reservas gigantes de Tupi, considerada um megacampo de petróleo, com um volume estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) recebeu a notificação no dia 6 deste mês. A empresa informou que não fez comunicado ao mercado porque ainda não foram feitos testes de produção para avaliar o potencial da jazida.Esse é o nono poço bem-sucedido na região, que vem sendo encarada como a principal província petrolífera mundial encontrada nos últimos anos. Em apenas quatro poços foram feitos testes de produção.O BM-S-8 fica no entorno de uma área com potencial de reservas, batizada pela Petrobras e seus sócios de Carioca, que se estende por quatro blocos exploratórios na porção paulista da Bacia de Santos. Analistas acreditam que essa área pode ser maior que a de Tupi. Em relatório de dezembro do ano passado, o Banco Credit Suisse estimava a existência de algo entre 7 bilhões e 24,5 bilhões de barris em Carioca.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Bovespa reflete mau humor nos EUA e fecha em baixa de 0,51%
Bovespa reflete mau humor nos EUA e fecha em baixa de 0,51%
17:45 28/03/2008 Folha Online
Novos temores sobre o desempenho da economia americana fizeram os investidores de todo o mundo se retrairem nesta sexta-feira, e o mesmo ocorreu no mercado brasileiro. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em baixa em um dia de forte volatilidade. O Ibovespa -principal indicador da Bolsa paulista- caiu 0,51%, aos 60.452 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,94 bilhões -bem abaixo da média do ano, de R$ 6 bilhões-, com cerca de 146 mil negócios realizados. O dólar comercial subiu 0,4%, vendido a R$ 1,743. Para se ter uma idéia da turbulência em que o mercado brasileiro se encontra, o Ibovespa trocou de sinal onze vezes hoje -esteve seis vezes em alta e seis em baixa. O sinal vermelho só se consolidou no meio da tarde, quando o mercado americano deu indicações de que também fecharia no negativo
17:45 28/03/2008 Folha Online
Novos temores sobre o desempenho da economia americana fizeram os investidores de todo o mundo se retrairem nesta sexta-feira, e o mesmo ocorreu no mercado brasileiro. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em baixa em um dia de forte volatilidade. O Ibovespa -principal indicador da Bolsa paulista- caiu 0,51%, aos 60.452 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,94 bilhões -bem abaixo da média do ano, de R$ 6 bilhões-, com cerca de 146 mil negócios realizados. O dólar comercial subiu 0,4%, vendido a R$ 1,743. Para se ter uma idéia da turbulência em que o mercado brasileiro se encontra, o Ibovespa trocou de sinal onze vezes hoje -esteve seis vezes em alta e seis em baixa. O sinal vermelho só se consolidou no meio da tarde, quando o mercado americano deu indicações de que também fecharia no negativo
Queda na confiança dos consumidores faz Wall Street fechar em baixa
Queda na confiança dos consumidores faz Wall Street fechar em baixa
28/03 - 17:39 - EFE
Nova York- As bolsas de Nova York fecharam em baixa hoje, influenciadas pela queda da confiança dos consumidores americanos na economia durante o mês de março, o que reavivou os temores de uma recessão.
Segundo dados preliminares, o Dow Jones Industrial, principal índice de Wall Street, caiu 86,38 pontos (0,7%), para 12.216.08.
Já o indicador da Nasdaq recuou 19,65 pontos (0,86%), para 2.261,18.
Por sua vez, o seletivo S&P 500, que mede o rendimento de 500 grandes empresas, recuou 10,59 pontos (0,8%), para 1.315,17.
28/03 - 17:39 - EFE
Nova York- As bolsas de Nova York fecharam em baixa hoje, influenciadas pela queda da confiança dos consumidores americanos na economia durante o mês de março, o que reavivou os temores de uma recessão.
Segundo dados preliminares, o Dow Jones Industrial, principal índice de Wall Street, caiu 86,38 pontos (0,7%), para 12.216.08.
Já o indicador da Nasdaq recuou 19,65 pontos (0,86%), para 2.261,18.
Por sua vez, o seletivo S&P 500, que mede o rendimento de 500 grandes empresas, recuou 10,59 pontos (0,8%), para 1.315,17.
PETR4...devolveu todo ganho voltando dos 75,80 aos 73,00...
BC avisa que irá subir Selic dia 16
BC avisa que irá subir Selic dia 16
28/3/2008
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
Se não bastasse a clareza do seu Relatório Trimestral de Inflação, a entrevista dada pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, para divulgá-lo não deixou a menor dúvida de que o Copom irá cumprir já na próxima reunião (16 de abril) as ameaças de elevar a taxa Selic. Os contratos curtos negociados no mercado futuro de juros da BM&F dispararam e passaram a precificar virtualidade de 100% de alta de 0,25 ponto na taxa. O destino da Selic está selado: ela avançará de 11,25% para 11,50% em abril. E , segundo o DI, há enorme chance (chance para os comprados em taxa, risco para os vendidos) de o ritmo de alta acelerar-se para 0,50 ponto no Copom seguinte, dia 4 de junho. A taxa para julho subiu 0,06 ponto, para 11,45%. O CDI para outubro avançou 0,07 ponto, a 11,91%, mesma aceleração do CDI previsto para a virada do ano, agora em 12,30%. Mas os DIs mais longos caíram. Enquanto a taxa para janeiro de 2010 permaneceu estável em 13,25%. o CDI estimado para janeiro de 2011 recuou 0,01 ponto, para 13,41%, e o previsto para janeiro de 2012 tombou 0,11 ponto, para 13,37%. Essa modulação - alta para os contratos curtos e baixa para os longos - reflete a percepção de que o aperto monetário a ser iniciado em abril será, embora leve, vitorioso e, por isso, de curta duração. Logo a ameaça inflacionária será debelada e a taxa poderá se flexibilizar. Esse foi o entendimento do recado contido na seguinte frase de Mesquita: "O BC que espera a inflação divergir muito em relação à meta para agir, tem que atuar de forma mais intensa e por mais tempo, o que tende a ser danoso para a atividade econômica".
28/3/2008
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
Se não bastasse a clareza do seu Relatório Trimestral de Inflação, a entrevista dada pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, para divulgá-lo não deixou a menor dúvida de que o Copom irá cumprir já na próxima reunião (16 de abril) as ameaças de elevar a taxa Selic. Os contratos curtos negociados no mercado futuro de juros da BM&F dispararam e passaram a precificar virtualidade de 100% de alta de 0,25 ponto na taxa. O destino da Selic está selado: ela avançará de 11,25% para 11,50% em abril. E , segundo o DI, há enorme chance (chance para os comprados em taxa, risco para os vendidos) de o ritmo de alta acelerar-se para 0,50 ponto no Copom seguinte, dia 4 de junho. A taxa para julho subiu 0,06 ponto, para 11,45%. O CDI para outubro avançou 0,07 ponto, a 11,91%, mesma aceleração do CDI previsto para a virada do ano, agora em 12,30%. Mas os DIs mais longos caíram. Enquanto a taxa para janeiro de 2010 permaneceu estável em 13,25%. o CDI estimado para janeiro de 2011 recuou 0,01 ponto, para 13,41%, e o previsto para janeiro de 2012 tombou 0,11 ponto, para 13,37%. Essa modulação - alta para os contratos curtos e baixa para os longos - reflete a percepção de que o aperto monetário a ser iniciado em abril será, embora leve, vitorioso e, por isso, de curta duração. Logo a ameaça inflacionária será debelada e a taxa poderá se flexibilizar. Esse foi o entendimento do recado contido na seguinte frase de Mesquita: "O BC que espera a inflação divergir muito em relação à meta para agir, tem que atuar de forma mais intensa e por mais tempo, o que tende a ser danoso para a atividade econômica".
VALE 5...após 27/03...na contramão do Ibovespa...manteve-se nos 50,00...

Mostrando força compradora desde o início do pregão, VALE5 mostrou que possui fortes fundamentos para se manter acima dos 50,00. Após atingir a máxima nos 51,00 logo na abertura, retrocedeu influenciada pelas quedas dos mercados americanos até a mínima nos 49,83. A partir daí retomou a alta e manteve-se acima dos 50,00 atingindo no intraday máxima de 50,80, porém ainda por força de DJI retrocedeu, mas fechou ainda em cima dos 50,00. Suportes em 49,85 e 49,70. Resistências em 50,80, 51,30 e 52,00
Economia americana depende da reação dos bancos
Economia americana depende da reação dos bancos
28.03.2008 04h58
por Clarissa Mangueira da Agência Estado
A trajetória da economia americana dependerá em parte do tamanho e da natureza dos problemas enfrentados pelas instituições financeiras e como será a resposta dessas instituições, disse ontem o presidente do Federal Reserve de Boston, Eric Rosengren, em seminário promovido pelo Banco para Compensações Internacionais (BIS) em Seul, na Coréia do Sul.
Rosengren, membro não-votante do Comitê Federal de Mercado Aberto este ano, disse que a maneira com que os bancos estão lidando com a administração de seus empréstimos pode impactar significantemente a economia. O crédito apertado tem o potencial de impedir a recuperação das companhias do setor imobiliário residencial, investimentos em negócios e o consumo.
O presidente do Fed de Boston ressaltou, no entanto, que, no atual estágio, é muito cedo para dizer em que grau os problemas com a disponibilidade de crédito irão acabar restringindo o consumo.
"A trajetória econômica se alterará dependendo do tamanho e da natureza dos problemas nas instituições financeiras, da distribuição desses problemas, e da reação da administração desses bancos a esses problemas", afirmou o banqueiro. As informações são da Dow Jones
28.03.2008 04h58
por Clarissa Mangueira da Agência Estado
A trajetória da economia americana dependerá em parte do tamanho e da natureza dos problemas enfrentados pelas instituições financeiras e como será a resposta dessas instituições, disse ontem o presidente do Federal Reserve de Boston, Eric Rosengren, em seminário promovido pelo Banco para Compensações Internacionais (BIS) em Seul, na Coréia do Sul.
Rosengren, membro não-votante do Comitê Federal de Mercado Aberto este ano, disse que a maneira com que os bancos estão lidando com a administração de seus empréstimos pode impactar significantemente a economia. O crédito apertado tem o potencial de impedir a recuperação das companhias do setor imobiliário residencial, investimentos em negócios e o consumo.
O presidente do Fed de Boston ressaltou, no entanto, que, no atual estágio, é muito cedo para dizer em que grau os problemas com a disponibilidade de crédito irão acabar restringindo o consumo.
"A trajetória econômica se alterará dependendo do tamanho e da natureza dos problemas nas instituições financeiras, da distribuição desses problemas, e da reação da administração desses bancos a esses problemas", afirmou o banqueiro. As informações são da Dow Jones
DOW JONES...após 27/03...prossegue no canal de baixa

Dow Jones abriu em ligeira alta nos 12.421 e rapidamente atingiu a máxima do dia nos 12.476 pontos, porém ainda muito longe de romper a resistência na LTA, nos 12620 pontos, para reverter a tendência baixista que vem sendo sinalizada por indicadores como IFR, MACD e Estocástico, dentre outros. A partir dai, iniciou a queda já anunciada atingindo a mínima nos 12.293 pontos. Fechou nos 12.302 (- 1%). A tendência de queda ainda é latente e os próximos suportes estão em 12.290, 12.100 e 11.740 pontos. Resistências em 12.300, 12.620 e 12.750 pontos.
quinta-feira, 27 de março de 2008
IBOV...após 27/03...seguiu Dow Jones na queda...

O Ibovespa abriu nos 61.418 e rapidamente atingiu a máxima do dia nos 62.200 pontos. A partir daí, seguindo o mau humor dos mercados americanos retrocedeu até buscar a mínima nos 60.678, fechando em cima do suporte nos 60.760 pontos. Suportes imediatos em 60.760; 60.640 e 59.820 pontos. Resistências em 61.150; 62.200 e 63 mil pontos.
As raízes da crise financeira da América
As raízes da crise financeira da América
Valor Econômico - 27/3/2008
As tentativas desesperadas do Fed de evitar que a economia da América vá a pique são notáveis por pelo menos dois motivos. Primeiro, até poucos meses atrás, a crença generalizada era de que os EUA conseguiriam evitar a recessão. Agora a recessão parece certa. Segundo, as ações do Fed não parecem ser eficazes. Apesar de as taxas de juros terem sido reduzidas drasticamente e de o Fed ter despejado liquidez sobre bancos com dificuldades de caixa, a crise está se aprofundando. Em grande medida, na verdade a crise dos EUA foi produzida pelo Fed, ajudada pelos pensamentos ilusórios do governo Bush. Um dos principais culpados é ninguém menos do que Alan Greenspan, que deixou o atual presidente do Fed, Ben Bernanke, numa situação terrível. Bernanke, porém, foi um diretor do Fed na gestão de Greenspan e ele, da mesma forma, fracassou em diagnosticar corretamente os problemas crescentes embutidos nas suas políticas.
Valor Econômico - 27/3/2008
As tentativas desesperadas do Fed de evitar que a economia da América vá a pique são notáveis por pelo menos dois motivos. Primeiro, até poucos meses atrás, a crença generalizada era de que os EUA conseguiriam evitar a recessão. Agora a recessão parece certa. Segundo, as ações do Fed não parecem ser eficazes. Apesar de as taxas de juros terem sido reduzidas drasticamente e de o Fed ter despejado liquidez sobre bancos com dificuldades de caixa, a crise está se aprofundando. Em grande medida, na verdade a crise dos EUA foi produzida pelo Fed, ajudada pelos pensamentos ilusórios do governo Bush. Um dos principais culpados é ninguém menos do que Alan Greenspan, que deixou o atual presidente do Fed, Ben Bernanke, numa situação terrível. Bernanke, porém, foi um diretor do Fed na gestão de Greenspan e ele, da mesma forma, fracassou em diagnosticar corretamente os problemas crescentes embutidos nas suas políticas.
Saída de estrangeiro da Bovespa está em R$ 4 bi no mês
Saída de estrangeiro da Bovespa está em R$ 4 bi no mês
27.03.2008 07h43
Por Teresa Navarro da Agência Estado
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou entrada de capital externo de R$ 165,161 milhões no pregão de segunda-feira passada, dia 24. Com isso, o saldo negativo acumulado no mês caiu para R$ 4,01 bilhões. No ano, o saldo de capital externo na Bovespa está negativo em R$ 7,876 bilhões.
No pregão da última segunda-feira, o índice Bovespa fechou em alta de 1,40% a 59.812 pontos. O volume total de negócios no dia foi de R$ 4,836 bilhões.
27.03.2008 07h43
Por Teresa Navarro da Agência Estado
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou entrada de capital externo de R$ 165,161 milhões no pregão de segunda-feira passada, dia 24. Com isso, o saldo negativo acumulado no mês caiu para R$ 4,01 bilhões. No ano, o saldo de capital externo na Bovespa está negativo em R$ 7,876 bilhões.
No pregão da última segunda-feira, o índice Bovespa fechou em alta de 1,40% a 59.812 pontos. O volume total de negócios no dia foi de R$ 4,836 bilhões.
Vale e Xstrata vão em busca de novos ativos
Vale e Xstrata vão em busca de novos ativos
por Vera Saavedra Durão de Valor Online
27/03/2008
As razões que levaram a interrupção das negociações entre Vale do Rio Doce e Xstrata não foram motivadas pelo preço. Segundo o Valor apurou, apesar da crise do mercado financeiro global, a Vale dispunha de US$ 71 bilhões em dinheiro para comprar a mineradora anglo-suíça. Deste total, US$ 50 bilhões garantidos desde janeiro por um grupo de oito bancos de primeira linha e mais um volume adicional de US$ 21 bilhões ofertado por outras nove instituições financeiras. "A Vale tinha uma montanha de dinheiro à sua disposição. O que travou o acordo foi a gula da Glencore" , disse uma fonte próxima das negociações.
A Vale agora vai focar no crescimento orgânico e buscar novas aquisições de empresas produtoras de cobre, carvão e alumínio, como admitiu na terça-feira Roger Agnelli, presidente da companhia. Para a Merrill Lynch, que divulgou ontem relatório sobre o futuro da Vale pós-Xstrata, a mineradora brasileira quer aumentar sua exposição ao ciclo positivo de commodities e continua olhando outras possibilidades de compra no setor. Alguns alvos, segundo o banco, são a FreeportMcMoran Cooper & Gold, empresa americana de cobre, com valor de mercado na faixa de US$ 38,6 bilhões e a Norsk Hydro, norueguesa de alumínio, avaliada em US$ 16,3 bilhões.
A Alcoa, segunda maior empresa de alumínio do mundo, depois da Rio Tinto Alcan, também estaria lista da brasileira. Com preço de mercado de US$ 29,2 bilhões, a Alcoa é apontada como a "pole position" da nova e provável onda de aquisições da Vale. Entretanto, como observam especialistas do setor, caso compre a Alcoa, certamente terá que se desfazer de sua área de embalagens, visto como um segmento pouco atraente e de pouco interesse para a Vale.
A Freeport, que em 2006 comprou a Phelps Dodge, criando a maior mineradora de cobre negociada em bolsa de valores, pode ser muito atraente para a Vale, que quer expandir sua participação no mercado de cobre. Era justamente o cobre que a atraía na Xstrata, quarta maior produtora mundial do metal. A Freeport opera a mina de Grasberg na Indonésia, considerada a maior de cobre e ouro do mundo em reservas. Além disso, após comprar a Phelps Dodge tornou-se dona de minas nas Américas do Norte e do Sul e na África.
A norueguesa Norsk Hydro é sócia da Vale em projetos de alumina e bauxita no Brasil. E está construindo uma megarefinaria de alumínio no Oriente Médio, além de fundições na Noruega, onde o preço da energia é muito competitivo. Isso levou a Vale a adquirir há alguns anos atrás uma usina de ferro-ligas naquele país.
A Merrill Lynch espera que a Vale gere US$ 140 bilhões em fluxo de caixa operacional nos próximos cinco anos, incluindo a implementação de seu portfólio de investimentos orgânicos de US$ 59 bilhões e novas aquisições. Grande parte disso viria com o aumento de sua exposição ao minério de ferro, cuja produção poderá chegar em 2012 a 450 milhões de toneladas. Para o banco, o minério de ferro deverá subir 20% em 2009 e 10% em 2010.
Ontem, em reação ao fim das negociações com a Vale, as ações da Xstrata tiveram queda de 5,22% na Bolsa de Londres. Os papéis ON da Vale subiram 4,36% na Bovespa, a R$ 59,51 e os PNAs, 4,56%, em R$ 49,75. Seu valor de mercado fechou o dia em US$ 170,6 bilhões e o da Xstrata em US$ 69,11 bilhões.
Embora as duas companhias sintam que uma grande oportunidade foi perdida, a Vale e a Xstrata quiseram insistentemente projetar a mensagem de que a vida continua, e que a fusão não era crucial para nenhuma das duas companhias. Um analista no setor disse que a Xstrata logo retomará a busca de outros negócios.
O grupo anglo-suíço cresceu rapidamente mediante aquisições durante os últimos cinco anos, e todos os olhos estarão focados na Xstrata após o fim das conversações com a Vale. Executivos do setor bancário disseram que Mick Davis, executivo-chefe da Xstrata, continua interessado em "negócios transformacionais". Mas ele minimizou as expectativas de que a Xstrata anunciaria novo negócio logo em seguida ao fim das negociações com a Vale. É provável um período de calmaria, enquanto examina novas oportunidades.
Anteriormente, eles disse ter interesse em entrar no ramo dos minérios de platina e de ferro, para diversificar o atual portfólio de seu grupo - cobre, carvão, níquel, zinco e ferro-cromo. Analistas especulavam ontem sobre as possíveis compras da Impala ou da Lonmin, a segunda e a terceira maiores produtoras de mundiais platina.
por Vera Saavedra Durão de Valor Online
27/03/2008
As razões que levaram a interrupção das negociações entre Vale do Rio Doce e Xstrata não foram motivadas pelo preço. Segundo o Valor apurou, apesar da crise do mercado financeiro global, a Vale dispunha de US$ 71 bilhões em dinheiro para comprar a mineradora anglo-suíça. Deste total, US$ 50 bilhões garantidos desde janeiro por um grupo de oito bancos de primeira linha e mais um volume adicional de US$ 21 bilhões ofertado por outras nove instituições financeiras. "A Vale tinha uma montanha de dinheiro à sua disposição. O que travou o acordo foi a gula da Glencore" , disse uma fonte próxima das negociações.
A Vale agora vai focar no crescimento orgânico e buscar novas aquisições de empresas produtoras de cobre, carvão e alumínio, como admitiu na terça-feira Roger Agnelli, presidente da companhia. Para a Merrill Lynch, que divulgou ontem relatório sobre o futuro da Vale pós-Xstrata, a mineradora brasileira quer aumentar sua exposição ao ciclo positivo de commodities e continua olhando outras possibilidades de compra no setor. Alguns alvos, segundo o banco, são a FreeportMcMoran Cooper & Gold, empresa americana de cobre, com valor de mercado na faixa de US$ 38,6 bilhões e a Norsk Hydro, norueguesa de alumínio, avaliada em US$ 16,3 bilhões.
A Alcoa, segunda maior empresa de alumínio do mundo, depois da Rio Tinto Alcan, também estaria lista da brasileira. Com preço de mercado de US$ 29,2 bilhões, a Alcoa é apontada como a "pole position" da nova e provável onda de aquisições da Vale. Entretanto, como observam especialistas do setor, caso compre a Alcoa, certamente terá que se desfazer de sua área de embalagens, visto como um segmento pouco atraente e de pouco interesse para a Vale.
A Freeport, que em 2006 comprou a Phelps Dodge, criando a maior mineradora de cobre negociada em bolsa de valores, pode ser muito atraente para a Vale, que quer expandir sua participação no mercado de cobre. Era justamente o cobre que a atraía na Xstrata, quarta maior produtora mundial do metal. A Freeport opera a mina de Grasberg na Indonésia, considerada a maior de cobre e ouro do mundo em reservas. Além disso, após comprar a Phelps Dodge tornou-se dona de minas nas Américas do Norte e do Sul e na África.
A norueguesa Norsk Hydro é sócia da Vale em projetos de alumina e bauxita no Brasil. E está construindo uma megarefinaria de alumínio no Oriente Médio, além de fundições na Noruega, onde o preço da energia é muito competitivo. Isso levou a Vale a adquirir há alguns anos atrás uma usina de ferro-ligas naquele país.
A Merrill Lynch espera que a Vale gere US$ 140 bilhões em fluxo de caixa operacional nos próximos cinco anos, incluindo a implementação de seu portfólio de investimentos orgânicos de US$ 59 bilhões e novas aquisições. Grande parte disso viria com o aumento de sua exposição ao minério de ferro, cuja produção poderá chegar em 2012 a 450 milhões de toneladas. Para o banco, o minério de ferro deverá subir 20% em 2009 e 10% em 2010.
Ontem, em reação ao fim das negociações com a Vale, as ações da Xstrata tiveram queda de 5,22% na Bolsa de Londres. Os papéis ON da Vale subiram 4,36% na Bovespa, a R$ 59,51 e os PNAs, 4,56%, em R$ 49,75. Seu valor de mercado fechou o dia em US$ 170,6 bilhões e o da Xstrata em US$ 69,11 bilhões.
Embora as duas companhias sintam que uma grande oportunidade foi perdida, a Vale e a Xstrata quiseram insistentemente projetar a mensagem de que a vida continua, e que a fusão não era crucial para nenhuma das duas companhias. Um analista no setor disse que a Xstrata logo retomará a busca de outros negócios.
O grupo anglo-suíço cresceu rapidamente mediante aquisições durante os últimos cinco anos, e todos os olhos estarão focados na Xstrata após o fim das conversações com a Vale. Executivos do setor bancário disseram que Mick Davis, executivo-chefe da Xstrata, continua interessado em "negócios transformacionais". Mas ele minimizou as expectativas de que a Xstrata anunciaria novo negócio logo em seguida ao fim das negociações com a Vale. É provável um período de calmaria, enquanto examina novas oportunidades.
Anteriormente, eles disse ter interesse em entrar no ramo dos minérios de platina e de ferro, para diversificar o atual portfólio de seu grupo - cobre, carvão, níquel, zinco e ferro-cromo. Analistas especulavam ontem sobre as possíveis compras da Impala ou da Lonmin, a segunda e a terceira maiores produtoras de mundiais platina.
PETR4...após 26/03...rompendo a casa dos 75,00 ...

PETR4, influenciada pela forte abertura em alta da VALE5, também abriu em alta nos 74,20. Pressionada por grande volume de vendas veio à minima do dia em 72,66, ainda na primeira hora de pregão. Retomou aos poucos a casa dos 73,00 e dos 74,00, recuperou o suporte intraday nos 74,20 e rompeu a casa dos 75,00 atingindo a máxima intraday nos 75,53. A partir daí sintonizada com Dow Jones, iniciou uma rápida realização de lucros, fechando pouco abaixo dos 75,00 em 74,75. Indicadores no intraday sinalizavam para uma possilidade da continuidade da alta. Resistências próximas em 75,60, 76,00 e 77,30.
Suportes imediatos em 74,20; 72,90 e 72,70.
VALE5...após 26/03...forte alta nos 50,00...

VALE 5 abriu com grande "gap de alta", nos 51,30. Porém um grande volume de vendas a levou primeiramente até a casa dos 50,00, onde resistiu até o momento da abertura dos mercados americanos. Com a abertura em queda de Dow Jones, foi pressionada até o suporte nos 49,20, onde atingiu a mínima em 49,15. A partir daí, retomou inicialmente o suporte intraday dos 49,70 e quase ao final do pregão retomou o suporte dos 50,00, atingindo a máxima nos 50,25. Cedendo à realização de lucros que se observou no leilão de fechamento, encerrou nos 49,75.Indicadores no fechamento intraday ainda apontavam para uma tendência de alta. Resistências em 50,00; 50,25; 51,30 e 52,00. Suportes imediatos em 49,70 (suporte da recente LTA), 49,15; 48,00 e 47,40.
Assinar:
Postagens (Atom)

