por Agência Estado
02.05.2008 20h36
A Petrobras atingiu o recorde de exportação de 532 mil barris por dia (bpd) de petróleo, totalizando 15 milhões e 965 mil barris no mês de abril de 2008. Esse recorde superou a marca anterior, que era de 484 mil bpd, ocorrida em novembro de 2006, segundo comunicado enviado hoje pela estatal. Os embarques resultaram em uma receita de US$ 1,72 bilhões - a companhia ressalta que os faturamentos das cargas ocorrerão ao longo de maio e junho.
Do volume total embarcado no mês passado, 223 mil bpd correspondem a Marlim, 170 mil bpd são de Albacora Leste, 73 mil bpd de Roncador Pesado, 34 mil bpd de Roncador e 33 mil bpd de Marlim (P-37). Os destinos foram as regiões do Golfo Americano, Costa Oeste dos Estados Unidos, Caribe, América do Sul, Europa e China.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Ibovespa fecha em alta de 2,21%, aos 69.366,4 pontos
por Claudia Violante da Agência Estado
02.05.2008 17h31
A concessão pela agência de classificação de risco S&P de grau de investimento seguro ao Brasil fez com que o Ibovespa, o principal índice de referência da Bolsa paulista, batesse um recorde de pontuação nesta sexta-feira. O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 2,21%, aos 69.366,4 pontos, superando o patamar de 67.868,5 pontos da última quarta-feira, quando foi anunciada a decisão da S&P. Na máxima do dia, o índice alcançou 70.973 pontos (+4,57%) -- um novo recorde intraday. Na mínima, a Bovespa situou-se em 67.865 pontos (-0,01%). Com o desempenho de hoje, a Bolsa acumulou na semana elevação de 6,41%. No ano, o Ibovespa já subiu 8,58%.
O volume financeiro surpreendeu nesta sexta-feira espremida entre o feriado do Dia do Trabalho e o final de semana. Por conta da elevação da nota brasileira, muitos investidores reforçaram as compras e o giro atingiu o recorde (considerados os dias sem qualquer tipo de vencimentos) R$ 11,088 bilhões (preliminar), quase o dobro da média diária negociada em 2008 (R$ 5,991 bilhões, segundo dados do site da Bovespa).
As ações mais negociadas na Bovespa, Vale do Rio Doce, e Petrobras impediram uma alta maior da Bovespa, visto que as ações da mineradora caíram e as da estatal do petróleo tiveram uma alta tímida, embora tenham sido beneficiadas pelo reajuste dos combustíveis na última quarta-feira.
O desempenho da Bovespa foi ancorado principalmente pelas ações de empresas voltadas ao mercado doméstico e também naquelas financeiramente alavancadas, uma vez que o grau de investimento permitirá que elas se financiem a taxas mais baratas. Os indicadores positivos divulgados nos Estados Unidos também serviram de incentivo, pelos dados em si e pelo reflexo nas bolsas.
02.05.2008 17h31
A concessão pela agência de classificação de risco S&P de grau de investimento seguro ao Brasil fez com que o Ibovespa, o principal índice de referência da Bolsa paulista, batesse um recorde de pontuação nesta sexta-feira. O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 2,21%, aos 69.366,4 pontos, superando o patamar de 67.868,5 pontos da última quarta-feira, quando foi anunciada a decisão da S&P. Na máxima do dia, o índice alcançou 70.973 pontos (+4,57%) -- um novo recorde intraday. Na mínima, a Bovespa situou-se em 67.865 pontos (-0,01%). Com o desempenho de hoje, a Bolsa acumulou na semana elevação de 6,41%. No ano, o Ibovespa já subiu 8,58%.
O volume financeiro surpreendeu nesta sexta-feira espremida entre o feriado do Dia do Trabalho e o final de semana. Por conta da elevação da nota brasileira, muitos investidores reforçaram as compras e o giro atingiu o recorde (considerados os dias sem qualquer tipo de vencimentos) R$ 11,088 bilhões (preliminar), quase o dobro da média diária negociada em 2008 (R$ 5,991 bilhões, segundo dados do site da Bovespa).
As ações mais negociadas na Bovespa, Vale do Rio Doce, e Petrobras impediram uma alta maior da Bovespa, visto que as ações da mineradora caíram e as da estatal do petróleo tiveram uma alta tímida, embora tenham sido beneficiadas pelo reajuste dos combustíveis na última quarta-feira.
O desempenho da Bovespa foi ancorado principalmente pelas ações de empresas voltadas ao mercado doméstico e também naquelas financeiramente alavancadas, uma vez que o grau de investimento permitirá que elas se financiem a taxas mais baratas. Os indicadores positivos divulgados nos Estados Unidos também serviram de incentivo, pelos dados em si e pelo reflexo nas bolsas.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
DJI...após 30/04...realização de lucros, na espera de novos indicadores...

DJI abriu nos 12.830 pontos e "sintonizado" com o otimismo dos mercados futuros, no aguardo de uma decisão favorável em corte de juros pelo FED, em menos de 2 horas de pregão veio buscar o intervalo dos 12925/12.950 pontos, onde por aí ficou até o anúncio as 15:30 horas.Anunciado o corte esperado de 0,25% nas taxas de juros, DJI iniciou um movimento rápido e ascendente rompendo o degrau dos 13 mil pontos e atingindo novo topo em 13.010 pontos. A partir dessa resistência, iniciou um processo de realização, com igual velocidade na última hora e meia de pregão, vindo a buscar a mínima intraday nos 12.809 pontos. Finalizou nos 12.820 pontos (ligeira queda de 0,09%. DJI está buscando um novo patamar de negociações, acima do intervalo anterior entre os 12.750 e 12.950 pontos. Mantendo-se acima dos 12.800 pontos tenderá a buscar um patamar acima dos 13 mil pontos, caso rompa também a resistência nos 13047 pontos. No gráfico de maior frequência (30 minutos), o IFR está indefinido, porém o estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinalizam continuidade na tendência de queda. Importantes indicadores econômicos como pedidos de seguro desemprego, consumo e atividade industrial deverão balizar os mercados para confirmar ou não essa tendência. Resistências imediatas continuam em 12.870,12.910 e 13.010 pontos. Suportes imediatos em 12.800, 12.770, 12.750 e 12.690.
Grau de investimento fortalece mercado de capitais
Por Agência Estado 01.05.2008 08h11
A conquista do grau de investimento dará novo fôlego para o mercado de capital brasileiro. Com um ambiente mais estável, ratificado pela nota de grau de investimento concedida ontem pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, o País entra na rota dos investimentos de fundos e aplicadores estrangeiros que antes tinham restrição para pôr dinheiro em ativos do Brasil.
O movimento significará uma ótima alternativa para as empresas se financiarem por meio do lançamento de ações ou outros papéis. "O investiment grade (como a classificação grau de Investimento é conhecida internacionalmente) vai trazer uma quantia de dinheiro que não é nada desprezível para o mercado interno. E isso tende a levar muitas companhias a fazer IPO (Oferta Inicial Pública de Ações), afirma o economista da Modal Asset Management, Alexandre Póvoa.
Segundo ele, não havia muita gente que esperava a melhora do rating (nota de crédito de risco) já neste primeiro semestre. Por isso, nem tudo foi antecipado. "Se fosse para quantificar, diria que dois terços dos investimentos já entraram no mercado interno nos últimos meses. Falta um terço", afirma o economista.
O economista do Santander, Maurício Molan, afirmou, porém, que o grau de investimento não garante que esse volume vai dobrar este ano. "Mas traz uma convicção maior de que sempre haverá recursos para financiar o mercado." Para o economista, parte do fluxo de investimentos por causa da melhora na classificação de risco foi antecipada nos últimos meses.
A conquista do grau de investimento dará novo fôlego para o mercado de capital brasileiro. Com um ambiente mais estável, ratificado pela nota de grau de investimento concedida ontem pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, o País entra na rota dos investimentos de fundos e aplicadores estrangeiros que antes tinham restrição para pôr dinheiro em ativos do Brasil.
O movimento significará uma ótima alternativa para as empresas se financiarem por meio do lançamento de ações ou outros papéis. "O investiment grade (como a classificação grau de Investimento é conhecida internacionalmente) vai trazer uma quantia de dinheiro que não é nada desprezível para o mercado interno. E isso tende a levar muitas companhias a fazer IPO (Oferta Inicial Pública de Ações), afirma o economista da Modal Asset Management, Alexandre Póvoa.
Segundo ele, não havia muita gente que esperava a melhora do rating (nota de crédito de risco) já neste primeiro semestre. Por isso, nem tudo foi antecipado. "Se fosse para quantificar, diria que dois terços dos investimentos já entraram no mercado interno nos últimos meses. Falta um terço", afirma o economista.
O economista do Santander, Maurício Molan, afirmou, porém, que o grau de investimento não garante que esse volume vai dobrar este ano. "Mas traz uma convicção maior de que sempre haverá recursos para financiar o mercado." Para o economista, parte do fluxo de investimentos por causa da melhora na classificação de risco foi antecipada nos últimos meses.
Fitch está revisando notas de crédito do Brasil
por Nalu Fernandes da Agência Estado
30.04.2008 19h31
A Fitch Ratings confirmou, em Nova York, que a equipe de rating soberano da agência de classificação de risco está "conduzindo uma revisão dos ratings (notas de risco de crédito) do País". De acordo com comunicado divulgado pela Fitch, "o rating soberano do Brasil está em revisão ativa".
Pelos critérios da Fitch, a classificação soberana do País é "BB+" com perspectiva estável, um nível abaixo do grau de investimento. No dia 14 deste mês, em evento em Manhattan, a diretora-sênior da Fitch Ratings, Shelly Shetty, havia afirmado que não esperaria que o Brasil viesse a crescer a taxas de 5% a 6% para conceder elevação da nota soberana. "Queremos ver o Brasil conduzir um crescimento não inflacionário", disse na ocasião.
Ainda no evento, Shetty afirmou que a Fitch não está tão preocupada com o déficit de conta corrente do Brasil. "O BC tem o luxo de vender reserva ou deixar a moeda se apreciar", ponderou no dia.
Outra importante agência de classificação de risco, a Standard & Poor's, elevou hoje a nota do Brasil para grau de investimento.
30.04.2008 19h31
A Fitch Ratings confirmou, em Nova York, que a equipe de rating soberano da agência de classificação de risco está "conduzindo uma revisão dos ratings (notas de risco de crédito) do País". De acordo com comunicado divulgado pela Fitch, "o rating soberano do Brasil está em revisão ativa".
Pelos critérios da Fitch, a classificação soberana do País é "BB+" com perspectiva estável, um nível abaixo do grau de investimento. No dia 14 deste mês, em evento em Manhattan, a diretora-sênior da Fitch Ratings, Shelly Shetty, havia afirmado que não esperaria que o Brasil viesse a crescer a taxas de 5% a 6% para conceder elevação da nota soberana. "Queremos ver o Brasil conduzir um crescimento não inflacionário", disse na ocasião.
Ainda no evento, Shetty afirmou que a Fitch não está tão preocupada com o déficit de conta corrente do Brasil. "O BC tem o luxo de vender reserva ou deixar a moeda se apreciar", ponderou no dia.
Outra importante agência de classificação de risco, a Standard & Poor's, elevou hoje a nota do Brasil para grau de investimento.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Bolsa sobe 6,33%, maior alta desde 2002, e bate recorde
por Claudia Violante da Agência Estado
30.04.2008 17h55
A elevação do Brasil ao grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s deu todos os argumentos de que o mercado acionário doméstico precisava para, finalmente, romper o recorde de 6 de dezembro passado e posicionar-se em outro patamar. E esse nível foi bem acima de qualquer projeção.
A Bovespa teve a maior alta porcentual desde 17 de outubro de 2002, de 6,33%. Fechou no recorde de pontos de 67.868,5 pontos, substituindo o recorde anterior, de dezembro, aos 66.790,8 pontos. Durante o pregão, também bateu recorde, ao renovar a pontuação máxima histórica, aos 68.038 pontos, quando subia 6,6% (a máxima anterior era de 7 de dezembro, 66.529 pontos). O volume disparou e totalizou R$ 9,708 bilhões.
O ganho acumulado no mês chegou a 11,32%, o mais elevado em 2007 e 2008, segundo os dados do site da Bovespa. Em 2008, a Bovespa acumula elevação de 6,23%.
A decisão da S&P acabou ofuscando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para tomar sua decisão de política monetária. O Fed cumpriu o que esperava o mercado - cortou a taxa básica de juros americana em 0,25 ponto porcentual, para 2% ao ano, promoveu a mesma redução na taxa de redesconto (crédito emergencial, para 2,25% ao ano) e deu sinais de que o processo de afrouxamento monetário será interrompido. As bolsas reagiram imediatamente ao anúncio com relativa indiferença. Mas as bolsas americanas acabaram invertendo o rumo depois que os investidores fizeram a releitura do comunicado.
Assim, o Dow Jones encerrou a sessão em baixa de 0,09%, aos 12.820,1 pontos. O S&P recuou 0,38% e o Nasdaq encerrou com queda de 0,55%. Antes da releitura, os balanços e indicadores divulgados hoje deram fôlego para uma alta firme. O mercado gostou dos números da consultoria ADP (criação de 10 mil vagas de trabalho no setor privado americano em abril, ante estimativa de -70 mil postos de trabalho) e do PIB (alta de 0,6% no primeiro trimestre, em linha com as estimativas) e balanços como da GM e Procter & Gamble. Mas tudo acabou ficando relegado a segundo plano após o encontro do Fed.
No Brasil, com o grau de investimento, a queda do petróleo (-1,88%, aos US$ 113,46 o barril) e dos metais não se refletiram nas ações da Vale e da Petrobras, que foram alvos preferenciais após elevação do rating. Após o fechamento do mercado, a Petrobras anunciou reajuste dos combustíveis, de 10% para a gasolina e 15% para o diesel, aumento que só repercutirá nas ações na sexta-feira, quando o mercado doméstico volta a trabalhar após o feriado do Dia do Trabalho. Petrobras PN subiu hoje 3,18%, Petrobras ON ganhou 1,73%, Vale PNA avançou 5,06% e Vale ON subiu 5,36%.
30.04.2008 17h55
A elevação do Brasil ao grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s deu todos os argumentos de que o mercado acionário doméstico precisava para, finalmente, romper o recorde de 6 de dezembro passado e posicionar-se em outro patamar. E esse nível foi bem acima de qualquer projeção.
A Bovespa teve a maior alta porcentual desde 17 de outubro de 2002, de 6,33%. Fechou no recorde de pontos de 67.868,5 pontos, substituindo o recorde anterior, de dezembro, aos 66.790,8 pontos. Durante o pregão, também bateu recorde, ao renovar a pontuação máxima histórica, aos 68.038 pontos, quando subia 6,6% (a máxima anterior era de 7 de dezembro, 66.529 pontos). O volume disparou e totalizou R$ 9,708 bilhões.
O ganho acumulado no mês chegou a 11,32%, o mais elevado em 2007 e 2008, segundo os dados do site da Bovespa. Em 2008, a Bovespa acumula elevação de 6,23%.
A decisão da S&P acabou ofuscando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para tomar sua decisão de política monetária. O Fed cumpriu o que esperava o mercado - cortou a taxa básica de juros americana em 0,25 ponto porcentual, para 2% ao ano, promoveu a mesma redução na taxa de redesconto (crédito emergencial, para 2,25% ao ano) e deu sinais de que o processo de afrouxamento monetário será interrompido. As bolsas reagiram imediatamente ao anúncio com relativa indiferença. Mas as bolsas americanas acabaram invertendo o rumo depois que os investidores fizeram a releitura do comunicado.
Assim, o Dow Jones encerrou a sessão em baixa de 0,09%, aos 12.820,1 pontos. O S&P recuou 0,38% e o Nasdaq encerrou com queda de 0,55%. Antes da releitura, os balanços e indicadores divulgados hoje deram fôlego para uma alta firme. O mercado gostou dos números da consultoria ADP (criação de 10 mil vagas de trabalho no setor privado americano em abril, ante estimativa de -70 mil postos de trabalho) e do PIB (alta de 0,6% no primeiro trimestre, em linha com as estimativas) e balanços como da GM e Procter & Gamble. Mas tudo acabou ficando relegado a segundo plano após o encontro do Fed.
No Brasil, com o grau de investimento, a queda do petróleo (-1,88%, aos US$ 113,46 o barril) e dos metais não se refletiram nas ações da Vale e da Petrobras, que foram alvos preferenciais após elevação do rating. Após o fechamento do mercado, a Petrobras anunciou reajuste dos combustíveis, de 10% para a gasolina e 15% para o diesel, aumento que só repercutirá nas ações na sexta-feira, quando o mercado doméstico volta a trabalhar após o feriado do Dia do Trabalho. Petrobras PN subiu hoje 3,18%, Petrobras ON ganhou 1,73%, Vale PNA avançou 5,06% e Vale ON subiu 5,36%.
Brasil recebe grau de investimento da S&P
por André Lahóz de EXAME
30.04.2008 17h57
Selo de investimento seguro gera euforia na Bovespa, que fecha em alta de 6,33%
O Brasil entrou – afinal – para o clube dos países tidos como seguros para investir. A agência de classificação de risco Standard & Poor's, a S&P, elevou hoje a nota de risco de crédito do Brasil de “BB+” para “BBB-”, o que significa que o país já é “grau de investimento”. O mercado foi pego de surpresa, pois a expectativa é que o país conseguisse a nova classificação apenas no último trimestre deste ano. A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 6,33% e atingiu um novo recorde de pontos (67.868).
A nova avaliação é importante por seu impacto potencial nos investimentos estrangeiros no Brasil. A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores na hora de decidir onde irão aplicar o dinheiro. As notas concedidas pelas agências indicam qual é o risco de calote para o aplicador. Até a nota “BB+”, que o país detinha a tarde desta quarta-feira, os países são considerados “grau especulativo”. São, portanto, mais arriscados. A partir de agora, segundo a S&P, o risco de aplicar no Brasil é baixo.
Por isso mesmo, a tendência é de aumento no fluxo de dinheiro no Brasil, seguindo o padrão de quase todos os países que também subiram de patamar. A principal razão para isso é que muitos fundos de pensão estrangeiros têm uma limitação estatutária para investir em países sem o “grau de investimento”. O Brasil entra agora no radar desse importante grupo – estima-se que os fundos de pensão detenham cerca de 25 trilhões de dólares para aplicar. Ninguém sabe quanto desse bolo o Brasil poderá atrair.
A nova nota coroa quase 15 anos de avanço macroeconômico. No comunicado divulgado pela S&P, a agência reconheceu em particular os esforços do Banco Central no combate à inflação. “Em contraste com pressões inflacionárias incontroladas em outros países com ratings mais baixos, o Banco Central do Brasil iniciou um ciclo de aperto em 16 de abril de 2008, para garantir que os benefícios duramente conquistados associados com a baixa inflação serão mantidos”, afirmou Lisa Schineller, diretora da S&P. Até mesmo o Federal Reserve, o banco central americano, tem sido criticado por não ser suficientemente firme no controle de preços. O Fed reduziu nesta quarta-feira sua taxa básica de juros de 2,25% ao ano para 2%, confirmando a expectativa de grande parte dos analistas de mercado.
Ela destacou, porém, que a política fiscal segue como uma fragilidade brasileira. O principal entrave para a obtenção do “grau de investimento” vinha sendo o patamar da dívida pública, em 41,2% do PIB, muito acima do patamar de 20% do PIB para a média dos ratings BBB da agência. Apesar disso, o fato é que a dívida pública já foi de 57%em 2002.
Novas melhorias da nota estão condicionadas a um avanço mais sólido no front fiscal. “Passos de política para reduzir o nível do, e a rigidez no, atual gasto do governo, ou ambos, devem fortalecer a posição fiscal do Brasil e facilitar um declínio maior na taxa de juro, com implicações positivas para o investimento e crescimento e um declínio mais rápido nos encargos da dívida do país”, disse Schineller. “A passagem das reformas tributária ou da previdência – que a S&P não espera dentro do horizonte de rating – seria um choque positivo para a confiança e contribuiria para fortalecer a qualidade de crédito."
30.04.2008 17h57
Selo de investimento seguro gera euforia na Bovespa, que fecha em alta de 6,33%
O Brasil entrou – afinal – para o clube dos países tidos como seguros para investir. A agência de classificação de risco Standard & Poor's, a S&P, elevou hoje a nota de risco de crédito do Brasil de “BB+” para “BBB-”, o que significa que o país já é “grau de investimento”. O mercado foi pego de surpresa, pois a expectativa é que o país conseguisse a nova classificação apenas no último trimestre deste ano. A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 6,33% e atingiu um novo recorde de pontos (67.868).
A nova avaliação é importante por seu impacto potencial nos investimentos estrangeiros no Brasil. A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores na hora de decidir onde irão aplicar o dinheiro. As notas concedidas pelas agências indicam qual é o risco de calote para o aplicador. Até a nota “BB+”, que o país detinha a tarde desta quarta-feira, os países são considerados “grau especulativo”. São, portanto, mais arriscados. A partir de agora, segundo a S&P, o risco de aplicar no Brasil é baixo.
Por isso mesmo, a tendência é de aumento no fluxo de dinheiro no Brasil, seguindo o padrão de quase todos os países que também subiram de patamar. A principal razão para isso é que muitos fundos de pensão estrangeiros têm uma limitação estatutária para investir em países sem o “grau de investimento”. O Brasil entra agora no radar desse importante grupo – estima-se que os fundos de pensão detenham cerca de 25 trilhões de dólares para aplicar. Ninguém sabe quanto desse bolo o Brasil poderá atrair.
A nova nota coroa quase 15 anos de avanço macroeconômico. No comunicado divulgado pela S&P, a agência reconheceu em particular os esforços do Banco Central no combate à inflação. “Em contraste com pressões inflacionárias incontroladas em outros países com ratings mais baixos, o Banco Central do Brasil iniciou um ciclo de aperto em 16 de abril de 2008, para garantir que os benefícios duramente conquistados associados com a baixa inflação serão mantidos”, afirmou Lisa Schineller, diretora da S&P. Até mesmo o Federal Reserve, o banco central americano, tem sido criticado por não ser suficientemente firme no controle de preços. O Fed reduziu nesta quarta-feira sua taxa básica de juros de 2,25% ao ano para 2%, confirmando a expectativa de grande parte dos analistas de mercado.
Ela destacou, porém, que a política fiscal segue como uma fragilidade brasileira. O principal entrave para a obtenção do “grau de investimento” vinha sendo o patamar da dívida pública, em 41,2% do PIB, muito acima do patamar de 20% do PIB para a média dos ratings BBB da agência. Apesar disso, o fato é que a dívida pública já foi de 57%em 2002.
Novas melhorias da nota estão condicionadas a um avanço mais sólido no front fiscal. “Passos de política para reduzir o nível do, e a rigidez no, atual gasto do governo, ou ambos, devem fortalecer a posição fiscal do Brasil e facilitar um declínio maior na taxa de juro, com implicações positivas para o investimento e crescimento e um declínio mais rápido nos encargos da dívida do país”, disse Schineller. “A passagem das reformas tributária ou da previdência – que a S&P não espera dentro do horizonte de rating – seria um choque positivo para a confiança e contribuiria para fortalecer a qualidade de crédito."
IBOV...após 29/04...forte realização antecipando FED...

Contrastando com o pregão anterior, e "descolado" de DJI, o IBOVESPA abriu na máxima do dia nos 65.677 pontos e como já sinalizavam, com muita força os índices futuros, iniciou um movimento continuado de queda, típico de uma realização de lucros, perdendo os suportes em 65.630, 65.320, 64.880 e 64.600 pontos, conquistados nos dois pregões anteriores, vindo buscar suporte provisório nos 64.150 pontos. Na segunda metade do pregão, tentou esboçar reação, tentando retomar os 65.600 pontos, porém sucumbiu à forte queda dos índices futuros e foi arrastado até a mínima de 63.705 pontos (- 3,0%). Conseguiu finalizar próximo disso nos 63.825 pontos (queda de 2,88%). Os principais indicadores nos gráficos diários sinalizam a continuidade da queda, porém o gráfico de "30 minutos" já sinaliza região de "sobre-venda" no estocástico com alguma possibilidade de reverter essa tendência. O oscilador de momentos, porém continua sinalizando queda. Suportes imediatos em 63.600 (na LTA) e 62.900 (fibo 38%)pontos. Resistências agora em 64.170, 64.600, 64.840 e 65.200 pontos.
terça-feira, 29 de abril de 2008
DOW JONES...após 29/04...tendência de queda ainda continua...

DJI abriu nos 12.870 pontos e nas duas primeiras horas de pregão, "sintonizado" com os mercados futuros, veio buscar a mínima nos 12804 pontos. A partir desse suporte, iniciou com dificuldade uma recuperação atingindo a máxima do dia em 12.889 pontos (+0,13%),insuficiente para conter a pequena realização que ocorreu a partir daí, finalizando nos 12.831 pontos (- 0,31%). No gráfico de maior frequência (30 minutos), o IFR está sinalizando continuidade na tendência de queda.O estocástico e o CCI/Ma cruzamento estão indefinidos. No gráfico diário, o estocástico se apresenta ainda "sobre-comprado" e os demais indicadores indefinidos. Resistências imediatas continuam em 12.890,12.940 e 13.047 pontos. Suportes imediatos em 12.800 (fibo de 78,6%), 12.750, 12.690 (fibo de 62%) e 12.530 (fibo de 38%)pontos.
Ibovespa cai 2,82%, maior perda desde 19 de março
por Claudia Violante da Agência Estado
29.04.2008 17h26
Depois de acumular mais de 7% de alta em abril até ontem, os investidores domésticos em ações aproveitaram a cautela nos Estados Unidos por causa da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) amanhã e engataram uma forte realização de juros. A Bovespa perdeu o nível de 65 mil pontos e também o de 64 mil e, no pior momento do dia, chegou a cair 3% (aos 63.706 pontos). Recuperou-se ligeiramente e fechou em baixa de 2,82%, a maior perda porcentual desde 19 de março passado (-5,01%), aos 63.829,7 pontos. Na máxima do dia, ficou estável, em 65.678 pontos.
Com o desempenho de hoje, a Bovespa diminuiu os ganhos acumulados em abril a 4,69%, mas inverteu novamente o desempenho de 2008 e agora tem perda de 0,09%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,12 bilhões.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou em baixa de 0,31%, aos 12.831,9 pontos, e o S&P recuou 0,39%, mas o Nasdaq subiu 0,07%. Os investidores pisaram no freio por lá diante da expectativa com o resultado da reunião do Fed, amanhã. O mercado dá praticamente como certo mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica do juro americana, mas teme que esse seja o último. Isso acenderá o sinal amarelo sobre os índices inflacionários.
Essa expectativa com o encontro do Fed serviu também de justificativa para a desvalorização dos metais básicos e para o petróleo, impactando as blue chips (ações de primeira linha) Vale e Petrobras na Bovespa. Petrobras PN despencou 3,97% e Vale PNA recuou 2,47%. Os indicadores divulgados nos EUA hoje também não vieram bons - mostraram queda na confiança do consumidor e declínio recorde nos preços de residências em cidades americanas -, o que favoreceu o sinal negativo predominante da sessão, lá e cá.
Amanhã, dessa forma, o mercado só deve ganhar vida depois das 15h15 (de Brasília), que é o horário previsto para o Fed anunciar sua decisão. Se o BC americano permitir, é possível que os patamares perdidos hoje pela Bovespa sejam recobrados, mas a cautela é o que deve mesmo predominar, visto que na quinta-feira o mercado aqui estará fechado por conta do feriado e a agenda lá fora será importante.
29.04.2008 17h26
Depois de acumular mais de 7% de alta em abril até ontem, os investidores domésticos em ações aproveitaram a cautela nos Estados Unidos por causa da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) amanhã e engataram uma forte realização de juros. A Bovespa perdeu o nível de 65 mil pontos e também o de 64 mil e, no pior momento do dia, chegou a cair 3% (aos 63.706 pontos). Recuperou-se ligeiramente e fechou em baixa de 2,82%, a maior perda porcentual desde 19 de março passado (-5,01%), aos 63.829,7 pontos. Na máxima do dia, ficou estável, em 65.678 pontos.
Com o desempenho de hoje, a Bovespa diminuiu os ganhos acumulados em abril a 4,69%, mas inverteu novamente o desempenho de 2008 e agora tem perda de 0,09%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,12 bilhões.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou em baixa de 0,31%, aos 12.831,9 pontos, e o S&P recuou 0,39%, mas o Nasdaq subiu 0,07%. Os investidores pisaram no freio por lá diante da expectativa com o resultado da reunião do Fed, amanhã. O mercado dá praticamente como certo mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica do juro americana, mas teme que esse seja o último. Isso acenderá o sinal amarelo sobre os índices inflacionários.
Essa expectativa com o encontro do Fed serviu também de justificativa para a desvalorização dos metais básicos e para o petróleo, impactando as blue chips (ações de primeira linha) Vale e Petrobras na Bovespa. Petrobras PN despencou 3,97% e Vale PNA recuou 2,47%. Os indicadores divulgados nos EUA hoje também não vieram bons - mostraram queda na confiança do consumidor e declínio recorde nos preços de residências em cidades americanas -, o que favoreceu o sinal negativo predominante da sessão, lá e cá.
Amanhã, dessa forma, o mercado só deve ganhar vida depois das 15h15 (de Brasília), que é o horário previsto para o Fed anunciar sua decisão. Se o BC americano permitir, é possível que os patamares perdidos hoje pela Bovespa sejam recobrados, mas a cautela é o que deve mesmo predominar, visto que na quinta-feira o mercado aqui estará fechado por conta do feriado e a agenda lá fora será importante.
IGP-M sobe 0,69% em abril e alcança 9,81% em um ano
por Alessandra Saraiva da Agência Estado
29.04.2008 08h15
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) em abril foi de 0,69%, após a alta de 0,74% apurada pelo índice em março, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com isso, a inflação de 2008 pelo IGP-M, até abril, é de 3,09% e no acumulado de 12 meses, 9,81%. O IGP-M é um dos principais índices de referência para corrigir os aluguéis.
O IGP-M é dividido em três índices. O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,65% em abril, ante elevação de 0,96% em março. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou avanço de 0,76% em abril, em comparação com a alta de 0,19% em março. Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) registrou aumento de 0,82% em abril, ante elevação de 0,59% em março. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de abril foi do dia 21 de março a 20 de abril.
29.04.2008 08h15
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) em abril foi de 0,69%, após a alta de 0,74% apurada pelo índice em março, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com isso, a inflação de 2008 pelo IGP-M, até abril, é de 3,09% e no acumulado de 12 meses, 9,81%. O IGP-M é um dos principais índices de referência para corrigir os aluguéis.
O IGP-M é dividido em três índices. O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,65% em abril, ante elevação de 0,96% em março. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou avanço de 0,76% em abril, em comparação com a alta de 0,19% em março. Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) registrou aumento de 0,82% em abril, ante elevação de 0,59% em março. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de abril foi do dia 21 de março a 20 de abril.
IBOV...após 28/04..."divergência" em oscilador de momentos sinaliza tendência de queda...

O IBOVESPA abriu nos 65.191 pontos (mínima do dia) e como já sinalizavam os índices futuros, iniciou um movimento paulatino de alta, primeiramente em movimento lateral, oscilando entre os 65.500 e os 65.800 pontos.Na segunda metade do pregão, tentou um processo de consolidação da alta, primeiramente retomando a casa dos 65.900 pontos, e em seguida, rompendo a casa dos 66 mil, veio atingir a máxima do dia, nos 66.025 pontos. Com o enfraquecimento dos mercados futuros americanos, refluiu igualmente, finalizando em 65.677 pontos (alta de 0,75%). Os principais indicadores nos gráficos diários, como o IFR, o estocástico e o CCI/Ma cruzamento voltam a se apresentar indefinidos, porém o oscilador de momentos apresenta uma nova "divergência baixista", indicando a possibilidade de reversão da atual tendência. Analisando-se o desempenho do Ibovespa através de um gráfico de "30 minutos", todos esses indicadores sinalizam tendência de queda. Suportes imediatos em 65.630 (fibo de 78%), 65.320 (fibo de 62%), 64.880 (fibo de 38%)e 64.600 pontos. Resistências imediatas em 65.900, 65.940 e 66.025 pontos.
DJI...após 28/04...tendência de queda continua...

DJI abriu nos 12.890 pontos e nas duas primeiras horas de pregão oscilou entre os 12860 e 12910 pontos. No início da segunda metade do pregão, animado com a melhora dos mercados futuros, veio atingir a máxima do dia em 12.938 pontos.A partir daí porém, refluiu novamente e de forma continuada até atingir a mínima do dia em 12.857 pontos. Fechou próximo disso, nos 12.871 pontos (-0,16%).O fechamento praticamente no preço da abertura, produziu um "doji star" indicativo do equilíbrio entre as forças de mercado, No gráfico de maior frequência (30 minutos), o IFR, o estocástico, o oscilador de momento e o CCI/Ma cruzamento estão sinalizando tendência de queda. No gráfico diário, o estocástico se apresenta bastante "sobre-comprado" e o oscilador de momentos apresenta divergência negativa indicando possibilidades da continuação da queda. Resistências imediatas continuam em 12.910,12.940 e 13.047 pontos. Suportes imediatos em 12.800 (fibo de 78,6%), 12.750, 12.690 (fibo de 62%) e 12.530 (fibo de 38%)pontos.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Bolsas de NY fecham quase estáveis à espera do Fed
Por Suzi Katzumata da Agência Estado
28.04.2008 18h52
Os índices de ações Dow Jones e S&P-500, das Bolsas de Nova York, fecharam com pequena perda, enquanto o Nasdaq subiu levemente, depois de terem oscilado dentro de margens estreitas, com os investidores cautelosos enquanto aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e a divulgação do PIB do primeiro trimestre dos EUA, ambos na quarta-feira. O volume de ações negociado hoje foi baixo e as notícias de fusão corporativa e o balanço da blue chip (ação de primeira linha) Verizon não foram suficientes para gerar muita atividade.
Analistas disseram que os participantes do mercado estão esperando para ver se os preços do petróleo e outras preocupações inflacionárias vão provocar uma mudança no viés do Fed na quarta-feira. "Todos os olhos estarão apontados para o comunicado de política do Fed na quarta-feira para ver quão fortemente ele sinaliza uma pausa no ciclo de afrouxamento, depois de um aguardado corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, para 2% ao ano", disse Sal Guatieri, economista da BMO Capital Markets.
Entre as notícias de fusão e aquisição, as ações da Wm Wrigley Co dispararam 23,15%, depois de a fabricante de suco de frutas ter concordado com um acordo de quase US$ 23 bilhões oferecido pela Mars - fabricante dos chocolates Snickers -, que conta com o apoio financeiro do Berkshire Hathaway, veículo de investimentos do bilionário Warren Buffett. Esse acordo alimentou esperanças de outras fusões no setor de alimentos e deram impulso de 4,63% às ações da Hershey Co.
No setor aéreo, as ações da US Airways Group subiram 20,39% depois de a Associated Press ter informado que a companhia estava em negociações "avançadas" com a UAL - controladora da United Airlines. As ações da UAL caíram 2,63%.
No setor de tecnologia, a CNBC informou que a gigante Microsoft provavelmente vai lançar uma tentativa hostil para assumir o controle do Yahoo!, que rejeitou sua abordagem inicial. As ações do Yahoo! Caíram 1,38% e as da Microsoft fecharam em baixa de 2,82%.
As ações da Verizon subiram 2,46% depois de a companhia ter informado um aumento de 9,8% no seu lucro líquido no primeiro trimestre, citando continuidade no crescimento do negócio de rede sem fio, que compensou a hesitação da economia dos EUA e as dificuldades em seu negócio de linha fixa.
O índice Dow Jones caiu 0,16% e fechou com 12.871,75 pontos. O Nasdaq subiu 0,06% e fechou com 2.424,40 pontos. O S&P-500 recuou 0,11% e terminou o dia com 1.396,37 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 0,06%, para 9.349,61 pontos. As informações são da Dow Jones.
28.04.2008 18h52
Os índices de ações Dow Jones e S&P-500, das Bolsas de Nova York, fecharam com pequena perda, enquanto o Nasdaq subiu levemente, depois de terem oscilado dentro de margens estreitas, com os investidores cautelosos enquanto aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e a divulgação do PIB do primeiro trimestre dos EUA, ambos na quarta-feira. O volume de ações negociado hoje foi baixo e as notícias de fusão corporativa e o balanço da blue chip (ação de primeira linha) Verizon não foram suficientes para gerar muita atividade.
Analistas disseram que os participantes do mercado estão esperando para ver se os preços do petróleo e outras preocupações inflacionárias vão provocar uma mudança no viés do Fed na quarta-feira. "Todos os olhos estarão apontados para o comunicado de política do Fed na quarta-feira para ver quão fortemente ele sinaliza uma pausa no ciclo de afrouxamento, depois de um aguardado corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, para 2% ao ano", disse Sal Guatieri, economista da BMO Capital Markets.
Entre as notícias de fusão e aquisição, as ações da Wm Wrigley Co dispararam 23,15%, depois de a fabricante de suco de frutas ter concordado com um acordo de quase US$ 23 bilhões oferecido pela Mars - fabricante dos chocolates Snickers -, que conta com o apoio financeiro do Berkshire Hathaway, veículo de investimentos do bilionário Warren Buffett. Esse acordo alimentou esperanças de outras fusões no setor de alimentos e deram impulso de 4,63% às ações da Hershey Co.
No setor aéreo, as ações da US Airways Group subiram 20,39% depois de a Associated Press ter informado que a companhia estava em negociações "avançadas" com a UAL - controladora da United Airlines. As ações da UAL caíram 2,63%.
No setor de tecnologia, a CNBC informou que a gigante Microsoft provavelmente vai lançar uma tentativa hostil para assumir o controle do Yahoo!, que rejeitou sua abordagem inicial. As ações do Yahoo! Caíram 1,38% e as da Microsoft fecharam em baixa de 2,82%.
As ações da Verizon subiram 2,46% depois de a companhia ter informado um aumento de 9,8% no seu lucro líquido no primeiro trimestre, citando continuidade no crescimento do negócio de rede sem fio, que compensou a hesitação da economia dos EUA e as dificuldades em seu negócio de linha fixa.
O índice Dow Jones caiu 0,16% e fechou com 12.871,75 pontos. O Nasdaq subiu 0,06% e fechou com 2.424,40 pontos. O S&P-500 recuou 0,11% e terminou o dia com 1.396,37 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 0,06%, para 9.349,61 pontos. As informações são da Dow Jones.
Bradesco tem lucro de R$ 2,1 bi no 1º trimestre do ano
28.04.2008 07h20
por Cesar Bianconi e Ana Paula Ribeiro da Agência Estado
O Bradesco registrou lucro líquido consolidado de R$ R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo período de 2007. De acordo com o banco, 65% do lucro foi gerado com as atividades financeiras e os 35% restantes pelas atividades de seguros, previdência e capitalização. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio no primeiro trimestre de 2008 ficou em 32%, segundo comunicado ao mercado.A carteira de crédito total do Bradesco chegou a R$ 169,408 bilhões ao final de março, mostrando um avanço de 38,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor inclui avais, fianças e recebíveis de cartões de crédito. As operações de crédito com pessoas jurídicas foram as que mais cresceram, 41%, totalizando R$ 107,182 bilhões. Com pessoas físicas, o desempenho foi 34,3% superior ao do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 62,226 bilhões.Já os ativos totais do banco chegaram a R$ 355,517 bilhões, o que representa crescimento de 26,1% em relação ao mesmo período de 2007.
por Cesar Bianconi e Ana Paula Ribeiro da Agência Estado
O Bradesco registrou lucro líquido consolidado de R$ R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo período de 2007. De acordo com o banco, 65% do lucro foi gerado com as atividades financeiras e os 35% restantes pelas atividades de seguros, previdência e capitalização. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio no primeiro trimestre de 2008 ficou em 32%, segundo comunicado ao mercado.A carteira de crédito total do Bradesco chegou a R$ 169,408 bilhões ao final de março, mostrando um avanço de 38,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor inclui avais, fianças e recebíveis de cartões de crédito. As operações de crédito com pessoas jurídicas foram as que mais cresceram, 41%, totalizando R$ 107,182 bilhões. Com pessoas físicas, o desempenho foi 34,3% superior ao do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 62,226 bilhões.Já os ativos totais do banco chegaram a R$ 355,517 bilhões, o que representa crescimento de 26,1% em relação ao mesmo período de 2007.
domingo, 27 de abril de 2008
IBOV...após 25/04..."descolando" de DJI poderá se manter em alta...

O IBOVESPA abriu nos 64.576 pontos e influenciado pela queda de DJI, operou a primeira metade do pregão em queda, vindo buscar a mínima nos 64.172 pontos. Exatamente na segunda metade do pregão iniciou reação, "sintonizado" com DJI, retomando os suportes perdidos em 64.200 e 64.550 pontos, passando a operar positivamente e ao final do pregão veio buscar nova máxima nos 65.253 pontos. Finalizou em 65.187 pontos, ainda acima do fibo de 62% nos 65.130 pontos. A forte volatilidade ocorrida no pregão, queda na primeira metade, seguida de significativa alta na metade seguinte, fez com que os principais indicadores nos gráficos diários, iniciassem divergências. Assim, no pregão anterior, enquanto o IFR, o estocástico e o CCI/Ma cruzamento apresentavam tendência de queda, agora para o próximo pregão se apresentam indefinidos, e no oscilador de momentos começa a surgir uma "divergência", indicando a possibilidade da reversão da tendência. O "martelão" que se desenhou no "candle" diário pode também confirmar isso. Assim, caso o Ibovespa se mantenha "descolado" de DJI, mantendo fechamentos acima do fibo de 62% (65.130 pontos), a tendência de alta poderá estar confirmada . Suportes imediatos em 65.130, 64.550, 64.170 e 63.600 pontos. Resistências imediatas em 65.500, 65.690 e 66.000 pontos.
Dow Jones...forte recuperação na segunda metade do pregão, ainda não desanuviou tendência de baixa...

DJI abriu nos 12.848 pontos e na primeira meia hora de pregão veio atingir a máxima do dia em 12.908 pontos.A partir daí porém, refluiu até a mínima do dia em 12.743 pontos, ainda na primeira metade do pregão. Sustentando-se acima do forte suporte em 12.750 pontos, com a melhora dos indicadores futuros, na segunda metade do pregão, iniciou uma recuperação vigorosa, vindo a buscar novamente a casa dos 12.900 pontos. Na última meia-hora de pregão, com o aumento da pressão vendedora, veio fechar nos 12.891 pontos (alta de 0,33%).A vigorosa reação da segunda metade do pregão, fez com que, no gráfico de maior frequência (30 minutos), o estocástico e o oscilador de momento passassem a sinalizar tendência de alta. No gráfico diário, porém, o estocástico se mostra bastante "sobre-comprado" e o oscilador de momentos apresenta divergência negativa com probabilidades de reversão da tendência altista. O "candle" tipo "martelo" que se formou no gráfico diário poderá também ser um indicador dessa possibilidade. Resistências imediatas em 12.910,12.940 e 13.047 pontos. Suportes imediatos em 12.800 (fibo de 78,6%), 12.750, 12.710 e 12.630 pontos.
sábado, 26 de abril de 2008
Pairam incertezas em Wall Street sobre corte na taxa de juros
Vinte e cinco por cento dos analistas, já admitem que não haverá mais cortes. A maioria ainda aposta em mais um corte de 0,25% nas taxas de juros
do texto original em inglês
Rate uncertainty hangs over U.S. stocks
Fri Apr 25, 2008 9:04pm
By Jennifer Coogan - Reuters
NEW YORK (Reuters) - The stock market will likely start the week on a hesitant note with Wall Street facing the first Federal Reserve interest-rate decision in many months not knowing that a cut is virtually guaranteed.
Sparks could fly, however, if Yahoo Inc responds to Microsoft Corp's takeover offer this weekend. The world's largest software company set a Saturday deadline for the two sides to reach a deal and said it would consider its options of going hostile or withdrawing its offer.
A disappointing earnings report from Microsoft capped gains by all three major U.S. stock indexes this week.
For the week, the Dow Jones industrial average ended up 0.3 percent, the Standard & Poor's 500 Index gained 0.5 percent and the Nasdaq Composite Index rose 0.8 percent.
Despite Microsoft's miss, the past two weeks have seen a steady stream of encouraging earnings reports. This was especially true in the financial sector, which gave hope to Wall Street that the worst of the credit crisis is near and suggested that further rate cuts may not be needed.
Expectations for a half-point cut were erased on April 18, when stocks staged a sharp rally after strong earnings from Google and Caterpillar pointed to resilience in the face of a slowdown.
While the majority of bets are for a 25 basis-point cut, there's still a one-in-four chance of no rate cut, based on fed funds futures. Not since August has there been any question whether or not the Fed would cut rates.
The Fed will announce its rate decision on Wednesday at 1815 GMT.
Texto original na página
http://www.reuters.com/article/businessNews/idUSN2540791020080426?feedType=RSS&feedName=businessNews
do texto original em inglês
Rate uncertainty hangs over U.S. stocks
Fri Apr 25, 2008 9:04pm
By Jennifer Coogan - Reuters
NEW YORK (Reuters) - The stock market will likely start the week on a hesitant note with Wall Street facing the first Federal Reserve interest-rate decision in many months not knowing that a cut is virtually guaranteed.
Sparks could fly, however, if Yahoo Inc responds to Microsoft Corp's takeover offer this weekend. The world's largest software company set a Saturday deadline for the two sides to reach a deal and said it would consider its options of going hostile or withdrawing its offer.
A disappointing earnings report from Microsoft capped gains by all three major U.S. stock indexes this week.
For the week, the Dow Jones industrial average ended up 0.3 percent, the Standard & Poor's 500 Index gained 0.5 percent and the Nasdaq Composite Index rose 0.8 percent.
Despite Microsoft's miss, the past two weeks have seen a steady stream of encouraging earnings reports. This was especially true in the financial sector, which gave hope to Wall Street that the worst of the credit crisis is near and suggested that further rate cuts may not be needed.
Expectations for a half-point cut were erased on April 18, when stocks staged a sharp rally after strong earnings from Google and Caterpillar pointed to resilience in the face of a slowdown.
While the majority of bets are for a 25 basis-point cut, there's still a one-in-four chance of no rate cut, based on fed funds futures. Not since August has there been any question whether or not the Fed would cut rates.
The Fed will announce its rate decision on Wednesday at 1815 GMT.
Texto original na página
http://www.reuters.com/article/businessNews/idUSN2540791020080426?feedType=RSS&feedName=businessNews
GM mais perto de um corte em sua classificação de risco
Texto original em inglês no WSJ.com
GM Moves Closer to a Rating Cut
By Mike Barris - Wall Street Journal
26/04/08
Moody's Investors Service took the first step toward cutting its credit rating further on General Motors Corp., saying it is concerned about GMAC LLC's ability to support its former parent's auto operations because of GMAC's struggling mortgage unit.
"GMAC has always filled a critical role in supporting GM's retail sales, and anything that lessens its ability to provide that support is a negative for GM," said Moody's Senior Vice President Bruce Clark.
GM holds a 49% stake in GMAC, which has been roiled by problems at its Residential Capital LLC unit. The subprime lender recorded $4.3 billion in losses.
Texto completo na página:
http://online.wsj.com/article/SB120912995943944901.html?mod=rss_whats_news_us_business
GM Moves Closer to a Rating Cut
By Mike Barris - Wall Street Journal
26/04/08
Moody's Investors Service took the first step toward cutting its credit rating further on General Motors Corp., saying it is concerned about GMAC LLC's ability to support its former parent's auto operations because of GMAC's struggling mortgage unit.
"GMAC has always filled a critical role in supporting GM's retail sales, and anything that lessens its ability to provide that support is a negative for GM," said Moody's Senior Vice President Bruce Clark.
GM holds a 49% stake in GMAC, which has been roiled by problems at its Residential Capital LLC unit. The subprime lender recorded $4.3 billion in losses.
Texto completo na página:
http://online.wsj.com/article/SB120912995943944901.html?mod=rss_whats_news_us_business
Vale: diretor comemora resultado e explica queda de 55,8% no lucro
em 25/04/2008 às 19h56m
por Juliana Rangel de O Globo
RIO - O diretor financeiro e de relações com investidores da Vale, Roberto Castello Branco, disse nesta sexta-fiera que o resultado da companhia no primeiro trimestre do ano deve ser comemorado. A empresa lucrou US$ 2,253 bilhões no período, com queda de 55,8% na comparação com o ano anterior. Em dólares, no entanto, a diferença foi de 8,8% (para US$ 2,021 bilhões). O executivo explicou que a disparidade se deve a diferenças entre o padrão contábil de divulgação de balanço financeiro dos Estados Unidos (US GAP), onde a Vale tem papéis listados, e do Brasil (Brazilian GAP).
- Houve vários ajustes que distorceram a percepção do nossos resultados - comentou, ao explicar o balanço da empresa em entrevista coletiva à imprensa.
Segundo ele, as regras do Brasil exigem que se lance, no balanço, o valor dos ativos da empresa no exterior. Com o enfraquecimento do dólar frente ao real, houve um impacto negativo de US$ 481 milhões nesta conta. Além disso, quando uma empresa brasileira compra outra no exterior, como no caso da Inco, ela pode registrar, como despesa, a diferença entre o valor contábil da companhia adquirida e o total pago no negócio pelos cinco anos seguintes à operação.
Segundo Castello Branco, o balanço do primeiro trimestre de 2008, em dólar, teve um impacto contábil de US$ 737 milhões. Deste montante, US$ 318 milhões se devem a operações de hedge (proteção) feitas no mercado de derivativos. O restante se deve à desvalorização do dólar frente ao real e ao dólar canadense.
- Quando compramos a Inco, as agências classificadoras de risco sugeriram que fizéssemos hedge (proteção contra futuras oscilações de preço) de parte da produção de alumínio para o pagamento da dívida. Como os preços do alumínio subiram, tivemos uma perda para efeitos de contabilidade porque fazemos uma marcação a mercado - explicou.
De acordo com o executivo, a perda realizada, de fato, foi de apenas US$ 79 milhões.
- O restante poderá ser diluído ao longo dos próximos balanços - completou.
Castello Branco ressaltou que a Vale teve um recorde de produção de minério de ferro de 303 milhões de toneladas nos doze meses encerrados no primeiro trimestre, apesar de o período ser geralmente mais fraco em termos de atividade, em função de fortes chuvas no Brasil, na Austrália e na Indonésia, e de invernos rigorosos no Hemisfério Norte.
Ele ainda observou que os investimentos da companhia somaram US$ 1,695 bilhão no primeiro trimestre, com expansão de 24,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. E ressaltou que, neste ano, a empresa deverá concluir ao menos quatro grandes projetos (Paragominas II, Alunorte 6 e 7, Itabiritos e Goro), que acrescentarão 73,5 milhões de toneladas por ano à produção da empresa.
por Juliana Rangel de O Globo
RIO - O diretor financeiro e de relações com investidores da Vale, Roberto Castello Branco, disse nesta sexta-fiera que o resultado da companhia no primeiro trimestre do ano deve ser comemorado. A empresa lucrou US$ 2,253 bilhões no período, com queda de 55,8% na comparação com o ano anterior. Em dólares, no entanto, a diferença foi de 8,8% (para US$ 2,021 bilhões). O executivo explicou que a disparidade se deve a diferenças entre o padrão contábil de divulgação de balanço financeiro dos Estados Unidos (US GAP), onde a Vale tem papéis listados, e do Brasil (Brazilian GAP).
- Houve vários ajustes que distorceram a percepção do nossos resultados - comentou, ao explicar o balanço da empresa em entrevista coletiva à imprensa.
Segundo ele, as regras do Brasil exigem que se lance, no balanço, o valor dos ativos da empresa no exterior. Com o enfraquecimento do dólar frente ao real, houve um impacto negativo de US$ 481 milhões nesta conta. Além disso, quando uma empresa brasileira compra outra no exterior, como no caso da Inco, ela pode registrar, como despesa, a diferença entre o valor contábil da companhia adquirida e o total pago no negócio pelos cinco anos seguintes à operação.
Segundo Castello Branco, o balanço do primeiro trimestre de 2008, em dólar, teve um impacto contábil de US$ 737 milhões. Deste montante, US$ 318 milhões se devem a operações de hedge (proteção) feitas no mercado de derivativos. O restante se deve à desvalorização do dólar frente ao real e ao dólar canadense.
- Quando compramos a Inco, as agências classificadoras de risco sugeriram que fizéssemos hedge (proteção contra futuras oscilações de preço) de parte da produção de alumínio para o pagamento da dívida. Como os preços do alumínio subiram, tivemos uma perda para efeitos de contabilidade porque fazemos uma marcação a mercado - explicou.
De acordo com o executivo, a perda realizada, de fato, foi de apenas US$ 79 milhões.
- O restante poderá ser diluído ao longo dos próximos balanços - completou.
Castello Branco ressaltou que a Vale teve um recorde de produção de minério de ferro de 303 milhões de toneladas nos doze meses encerrados no primeiro trimestre, apesar de o período ser geralmente mais fraco em termos de atividade, em função de fortes chuvas no Brasil, na Austrália e na Indonésia, e de invernos rigorosos no Hemisfério Norte.
Ele ainda observou que os investimentos da companhia somaram US$ 1,695 bilhão no primeiro trimestre, com expansão de 24,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. E ressaltou que, neste ano, a empresa deverá concluir ao menos quatro grandes projetos (Paragominas II, Alunorte 6 e 7, Itabiritos e Goro), que acrescentarão 73,5 milhões de toneladas por ano à produção da empresa.
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