sexta-feira, 16 de maio de 2008

IBOV...após 15/05...tendência de alta continua...


O IBOVESPA abriu nos 70.031 pontos (mínima do dia) e nas primeiras 2 horas de pregão, negociou entre os 70.200 e 70.500 pontos, ainda em compasso de espera, enquanto aguardava por uma definição de Dow Jones. Quando DJI consolidou posição acima dos 12.900 pontos, o IBOV retomou o patamar dos 71 mil pontos, atingindo novo topo em 71.137, por volta das 13:30 horas. A partir daí, realizou novamente até vir buscar suporte em 70.745 pontos. Nas duas últimas horas de pregão com a recuperação de DJI, retomou os 71 mil pontos, rompeu o topo anterior e no fechamento alcançou novo TH em 71.492 pontos (alta de 2,1%).

Análise: A forte aceleração da alta nas duas últimas horas de pregão, com fechamento do Ibovespa em novo topo histórico, fez com que os principais indicadores no gráfico diário e no de "30 minutos", como o IFR, o Estocástico, o CCI/Ma cruzamento e o oscilador de momentos, sinalizassem pela continuidade da tendência de alta.

Suportes imediatos em 71.200 (fibo de 68%), 71.137, 70.745 e 70.535 pontos. Resistências em 71.790, 72.490, 72.670 e 72.930 pontos.

DJI...após 15/05...tendência de alta continua...


DJI abriu nos 12.891 pontos e influenciado pelo mau humor dos mercados futuros, com a divulgação do baixo nível de atividade industrial (- 0,7% abaixo do que o mercado esperava) já na primeira meia-hora de pregão veio buscar o fundo em 12.855 pontos (mínima do dia). A partir daí, aliviado com a divulgação de bons resultados corporativos e notícias sobre fusões e aquisições, além de sinais de que o preço do petróleo poderia vir a cair nos EUA, retomou o patamar dos 12.900 pontos e por volta das 14:30 horas, já negociava em patamar acima dos 12.950 pontos. Na última meia-hora de pregão deslanchou em alta contínua até atingir a máxima do dia em 12.999 pontos para em seguida finalizar próximo disso, em 12.992 pontos (+0,73%).

DJI demonstrou força ao romper o patamar dos 12.900 pontos e encostou no patamar dos 13 mil pontos, ao final do pregão. Parece estar próximo de uma retomada consistente, das resistências imediatas em 13.046 e 13.137 pontos. A possibilidade de retorno aos 12.500 pontos parece bastante remota, por enquanto.
Suportes imediatos em 12.970, 12.945, 12.925, 12.880 e 12.855 pontos. Resistências em 13.000,13.046,13.137 e 13.280 pontos.

Análise gráfica: a forte alta ocorrida no final do pregão, com fechamento praticamente na máxima do dia, fez com que tanto no gráfico diário como no gráfico de "30 minutos", os principais indicadores de tendência passassem a sinalizar alta.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

IBOV...após 14/05...realização pode estar próxima do fim!...


O IBOVESPA abriu nos 70.495 pontos e na primeira hora de pregão, veio buscar a máxima em 70.966 pontos. A partir daí, em compasso de espera, enquanto aguardava o desempenho de Dow Jones, o IBOV oscilou no intervalo entre 70.700 e 70.900 pontos, atingindo outro topo em 70.935, por volta das 15 horas. A partir daí em "sintonia" com DJI, forte pressão vendedora produziu uma realização continuada até o final do pregão, fazendo com que o IBOV finalizasse na mínima do dia em 70.026 pontos (queda de 0,68%).

Análise: apesar da acentuada queda nas duas últimas horas de pregão, essa realização pode ser considerada "salutar" já que os principais indicadores se encontravam "bastante esticados". Por outro lado, em se tratando de mera realização de lucros, o ímpeto para se alcançar novamente o patamar dos 71 mil pontos fica revigorado. Os principais indicadores de um gráfico de maior frequência como o de "15 minutos" estão francamente em região de "sobre-venda" indicando que essa realização possa estar no final. Além disso, o gráfico diário formou um "candle" tipo "martelo invertido" sinalizando uma possibilidade de reversão de tendência.

Suportes imediatos em 69.880, 69.500, 69.070 e 68.770 pontos. Resistências em 70.380, 70.600, 70.720, 70.935, 71.084 e 71.790 pontos.

DJI...após 14/05...realização sinaliza possibilidade de reversão...


DJI abriu em alta nos 12.840 pontos (mínima do dia) e na primeira meia-hora de pregão rompeu o patamar dos 12.900 pontos. A partir daí, aliviado pela divulgação dos índices inflacionários (CPI e PPI) que vieram abaixo da expectativa e à queda do petróleo nos mercados futuros, consolidou a alta nesse patamar até encontrar resistência, por volta das 14:30 horas, em 12.993 pontos (+1,25% na máxima do dia). Não conseguindo vencer essa resistência, nas duas últimas horas de pregão desenvolveu um continuado processo de realização, devolvendo mais da metade conquistada e finalizando em 12.898 pontos (+0,51%).

Até a realização, DJI demonstrou força ao se manter no patamar dos 12.900 pontos. Se retomar novamente o patamar dos 13 mil pontos deixará a atual "congestão", para retomar o canal de alta. Por outro lado, perdendo o fibo de 38% em 12.862 pontos irá buscar suporte na recente LTA, nos 12.750 pontos, e em caso de perda desse suporte irá retornar aos 12.500 pontos.
Suportes imediatos estão em 12.860, 12.815, 12.750, 12.630 e 12.500 pontos. Resistências em 12.910, 12.950, 12.975, 12.993 e 13.046 pontos.

Análise gráfica: a realização ocorrida na 2a. metade do pregão, fez com que no gráfico de maior frequência, de "15 minutos", os indicadores como o IFR e o CCI/Ma cruzamento se mantenham indefinidos , enquanto o estocástico e o oscilador de momentos sinalizam região de "sobre-venda" com possibilidade de reversão para alta. Por outro lado, o gráfico diário formou um "candle" tipo "martelo invertido", que poderá estar sinalizando reversão de tendência.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

PETR4...após 13/05...após forte alta, indefinição de tendência...


PETR4 influenciada pelos bons resultados do último trimestre abriu com "gap de alta", nos 47,18 (máxima do dia e novo topo), porém a forte pressão vendedora que se seguiu ao enfraquecimento de DJI, logo após a abertura, fez com que Petr4 refluisse até a mínima em 46,60. Com a melhora de DJI e dos mercados futuros, PETR4 retomou novamente o suporte dos 46,90 esboçando algumas vezes romper os 47,00 (máxima em 47,05). Na segunda metade do pregão ficou oscilando entre 46,75 e 47,00, finalizando em 46,95.

Análise: A alta do petróleo nos mercados futuros que poderia beneficiar o desempenho de PETR4, por outro lado contribuiu para a queda de DJI e indefinição no Ibovespa, fazendo com que PETR4 praticamente "andasse de lado" na 2a.metade do pregão. Essa indefinição se manifesta nos principais indicadores do gráfico diário sendo que o estocástico já se apresenta relativamente "sobrecomprado". Ao considerarmos um gráfico de maior frequência, como o de "30 minutos", observamos que mesmo assim, o oscilador de momentos sinaliza leve tendência de alta.

Suportes imediatos em 46,60, 45,75, 45,00 e 44,35 pontos. Resistências em 47,18, 47,70, 48,10 e 49,00.

IBOV...após 13/05...principais indicadores mantém indefinição...


O IBOVESPA abriu em alta, nos 70.422 pontos e influenciado pela forte alta de Petr4, já na primeira meia-hora de pregão, rapidamente rompeu a casa dos 71 mil pontos, atingindo novo topo em 71.084 pontos. Porém, a queda de DJI, verificada logo após sua abertura e retorno ao suporte nos 12.780 pontos (com ameaça de perda da LTA recente), fez com que o IBOV também refluisse, passando também a operar em queda, vindo buscar suporte em 70.107 pontos (mínima do dia). Sintonizado com DJI, quando este consolidou a retomada dos 12.800 pontos, O IBOV retomou o patamar em torno dos 70.500 pontos, oscilando entre os 70.400 e 70.600 pontos, vindo a finalizar em 70.503 pontos (alta de apenas 0,22%)

Análise: apesar da retomada da alta a partir da 2a.metade do pregão, a "congestão" verificada nesse período, entre os 70.400 e 70.600, fez com que os principais indicadores do gráfico de "30 minutos" apresentassem indefinição de tendência. O gráfico diário apresenta igual indefinição realçada pelo "doji" que se formou nesse gráfico, resultado da abertura e fechamento praticamente coincidentes.Por outro lado, o IFR também se apresenta em região relativamente "sobre-comprada".

Suportes imediatos em 70.400, 70.105, 69.800, 69.500 e 69.070 pontos. Resistências em 70.600, 70.730, 71.084 e 71.790 pontos.

DJI...após 13/05...indefinição continua, com leve tendência de alta


DJI abriu nos 12.872 pontos e, na primeira meia-hora de pregão veio buscar a máxima nos 12.889 pontos. A partir daí, pressionado pela forte alta do petróleo nos mercados futuros, refluiu (por cerca de 2 horas) até encontrar suporte, na mínima do dia, em 12.781. Consolidado esse suporte, na segunda metade do pregão, evoluiu até encontrar resistência em 12.860 pontos. Na última hora de pregão, realizou até os 12.820 pontos, para depois finalizar nos 12.832 pontos (-0,34%).

Pelo comportamento dos últimos pregões, DJI demonstrou que não pretende se desfazer tão facilmente do suporte nos 12.800 pontos. Por outro lado também não está encontrando forças para se manter acima dos 12.900 pontos e retomar o patamar dos 13 mil pontos. Está portanto em um processo de "congestão", até encontrar fundamentação para romper para um dos dois lados. Se perder a recente LTA, nos 12.745 pontos pode voltar ao patamar anterior de negociações nos 12.500 pontos. Nesta hipótese, os suportes estão em 12.820, 12.745, 12.630 e 12.500 pontos.Se voltar a se manter acima dos 12.900 pontos, poderá tentar recuperar o topo recente nos 13.046 pontos e consolidar esse patamar de negociações. Nessa segunda hipótese, precisará superar as resistências em 12.860, 12.910, 12.950, 13.003 e 13.046 pontos.

Análise gráfica: a recuperação ocorrida na 2a. metade de pregão, seguida da pequena realização na última hora, fez com que no gráfico de maior frequência, de "30 minutos", os indicadores como o IFR e o CCI/Ma cruzamento se mantenham indefinidos , enquanto o estocástico e o oscilador de momentos sinalizam possibilidade de alta.

terça-feira, 13 de maio de 2008

PETR4...após divulgação de resultados...clara tendência de alta!...


PETR4 abriu em alta, nos 45,78, porém com a queda do petróleo em NY e o enfraquecimento de DJI refluiu até a mínima em 45,02. Sintonizado com DJI e com os mercados futuros, PETR4 retomou novamente o patamar dos 45,70 e ainda na primeira metade do pregão, veio formar novo topo nos 46,06. Na segunda metade do pregão ficou oscilando entre 45,65 e 45,90, no aguardo pós-pregão, da divulgação do resultado trimestral e finalizou, no horário normal de negociações, em 45,80. No final do "After", com a divulgação do ótimo resultado verificado com aumento de 68% no lucro trimestral em relação ao trimestre correspondente de 2007 (o mercado esperava incremento entre 33% a 41%), atingiu nova máxima, às 18 horas, em 46,66.

Análise: o aguardo da divulgação dos resultados trimestrais, fez com que PETR4 "andasse de lado" na 2a.metade do pregão, e essa indefinição se manifestou nos principais indicadores do gráfico de "30 minutos" sendo que o CCI/Ma cruzamento já sinalizava até uma possibilidade de queda. Contudo, ao considerarmos nessa análise o fechamento do "After" em novo topo nos 46,66, todos indicadores passam a sinalizar clara tendência de alta!

Suportes imediatos em 45,65, 45,00, 44,70 e 44,30 pontos. Resistências em 46,00, 46,70, 47,00 e 47,70.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

IBOV...após 12/05...tendência de alta se concretiza...


O IBOVESPA abriu com alta, nos 69.645 pontos e influenciado pelos índices futuros, rapidamente retomou a casa dos 70 mil pontos. Porém, com a fraca abertura de DJI (não conseguindo romper os 12.800 pontos) e seu retorno ao suporte nos 12.743 pontos (ameaçando perder sua LTA recente), o IBOV também refluiu, passando a operar em queda, vindo buscar suporte em 69.068 pontos (mínima do dia). Sintonizado com DJI, quando este consolidou a retomada dos 12800 pontos, O IBOV também consolidou o patamar dos 70 mil pontos. Na última meia-hora de pregão atingiu a máxima do dia, nos 70.420 pontos. Finalizou logo após, nos 70.415 pontos (alta de 1,11%)

Análise: a retomada da alta a partir da 2a.metade do pregão, fez com que os principais indicadores do gráfico de "30 minutos" apontassem para a manutenção da tendência de alta. Porém, o estocástico, nesse gráfico, já se encontra em região relativamente "sobre-comprada". Se DJI continuar a operar acima dos 12.800 pontos, a alta para o Ibovespa se concretiza!

Suportes imediatos em 70.120, 69.800, 69.500, 69.150, 69.068 e 68.764 pontos. Resistências em 70.420, 70.435, 70.545, 70.973 e 71.790 pontos.

DJI...após 12/05...indefinição após a alta de 1%...


DJI abriu nos 12.745 pontos e, na primeira meia-hora de pregão tentou, sem sucesso, romper a casa dos 12.800 pontos. A partir daí, a forte pressão vendedora trouxe novamente DJI para o patamar dos 12.750 pontos, vindo a obter suporte nos 12.743 pontos (mínima do dia). Consolidado esse suporte, na segunda hora de pregão, retomou os 12.800 pontos. Na segunda metade do pregão, retomou os 12.900 pontos, atingindo a máxima do dia em 12.903 pontos. Na última hora de pregão, não conseguindo se manter nesse patamar realizou até os 12.860 pontos, para depois finalizar nos 12.876 pontos (+1,02%).

DJI continua ainda no dilema: a)Se perder a recente LTA, nos 12.745 pontos pode voltar ao patamar anterior de negociações nos 12.500 pontos. Nesta hipótese, os suportes imediatos estão em 12.860, 12.825, 12.745, 12.630 e 12.500 pontos.; b)Se conseguir se manter acima dos 12.900 pontos, poderá tentar recuperar o topo recente nos 13.046 pontos e consolidar novo patamar de negociações. Nessa segunda hipótese, precisará superar as resistências em 12.910, 12.950, 13.003 e 13.046 pontos.

Análise gráfica: a recuperação ocorrida na 2a. metade de pregão, seguida da pequena realização na última hora, fez com que no gráfico de maior frequência, de "30 minutos", os indicadores apresentem divergências: enquanto o IFR e o CCI/Ma cruzamento sinalizam tendência de alta, o estocástico e o oscilador de momentos sinalizam possibilidade de queda.

Petrobras prevê melhora no caixa com alta da gasolina

por Kelly Lima da Agência Estado
12.05.2008 19h00

O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, disse hoje que há a expectativa de uma melhor geração de caixa com o aumento do preço da gasolina e do diesel, anunciados no dia 30 de abril. Ele lembrou que os dois combustíveis representam entre 55% e 60% da geração de caixa da empresa.
Segundo Barbassa, o preço médio de realização da companhia para o barril de petróleo saltou de US$ 71,50 no primeiro trimestre de 2007 para US$ 93,90 no primeiro trimestre deste ano. No mesmo período, o preço médio de realização do barril no mercado americano foi de US$ 68,86 para US$ 104,25. "Isso nos permitiu uma visualização de um novo patamar que obrigou o reajuste de nossos preços", disse o diretor.

Lucro trimestral da Petrobras salta 68%, para R$ 6,9 bi

por Tatiana Freitas da Agência Estado
12.05.2008 18h00

A Petrobras apresentou lucro líquido de R$ 6,925 bilhões no primeiro trimestre de 2008, o que representa uma alta de 68% em relação ao apurado no mesmo período do ano anterior. A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) somou R$ 13,876 bilhões, alta de 26% na mesma base de comparação.

A receita líquida da estatal somou R$ 46,892 bilhões nos primeiros três meses deste ano, mostrando um avanço de 20,56% ante igual intervalo de 2007. Os dados são consolidados.

Ibovespa avança 1,11% e fecha em nível recorde

por Claudia Violante da Agência Estado
12.05.2008 17h27

Depois da queda de sexta-feira, a Bovespa voltou a subir, hoje amparada pelas bolsas americanas, e garantiu mais um recorde de pontuação, o quinto do ano. As ações da Petrobras, que trabalharam em boa parte do dia com sinal negativo, viraram no finalzinho da sessão e aproximaram o índice da máxima do dia. Sai ainda hoje o balanço do primeiro trimestre da estatal.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, fechou em alta de 1,11%, aos 70.415,8 pontos, superando o recorde de 70.195,3 pontos registrado no último dia 6. Na mínima do dia, o índice registrou 69.068 pontos (-0,83%) e, na máxima, bateu em 70.420 pontos (+1,11%). No mês, a bolsa sobe 3,75%, e, no ano, 10,22%. O volume financeiro contabilizou R$ 5,889 bilhões.
Em Nova York, o índice Dow Jones avançou 1,02%, para 12.876,3 pontos. O S&P fechou em elevação de 1,10% e o Nasdaq, de 1,76%. As bolsas americanas foram beneficiadas pela queda nos preços do petróleo e por notícias do setor varejista.
O petróleo chegou a atingir mais um recorde durante as negociações, de US$ 126,40 por barril, mas acabou retrocedendo e fechou em US$ 124,23, com queda de 1,37%. Este recuo nos preços pesou em boa parte do dia sobre as ações da Petrobras, que ainda oscilaram por causa da expectativa com o balanço do primeiro trimestre. Os analistas projetam lucro de R$ 5,524 bilhões, 33,7% a mais do que no mesmo intervalo do ano passado. No fim do dia, as ações garantiram alta: Petrobras ON subiu 0,33% e Petrobras PN, 0,18%.
Vale ON avançou 1,36% e Vale PNA, 1,43%, beneficiadas pela alta dos metais no exterior, em reação ao terremoto na região central da China. Os investidores avaliam que o tremor possa prejudicar a produção de metais no país, que já era afetada negativamente por problemas como escassez de energia e mau tempo.
Ainda no setor siderúrgico/minerador, a Gerdau anunciou hoje lucro líquido de R$ 874,382 milhões, superando a média projetada pelos analistas, de R$ 786 milhões. As ações preferenciais da siderúrgica Gerdau fecharam em alta de 1,97%. Metalúrgica Gerdau, que lucrou R$ 357 milhões de janeiro a março, teve elevação de 1,66% a ação PN.
O pacote de medidas para o setor industrial do governo não fez preço no mercado acionário. A proposta prevê R$ 21,04 bilhões em desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar 25 setores entre 2008 e 2010. Entre as metas, o governo pretende ampliar o investimento fixo dos atuais 17,6% do PIB para 21% do PIB; estimular a inovação do setor industrial, aumentar a participação brasileira nas exportações mundiais para 1,25% e expandir em 10% o número de micro e pequenas empresas exportadoras.

sábado, 10 de maio de 2008

IBOV...após 09/05, se DJI não atrapalhar...pode retomar a tendência de alta!...


O IBOVESPA abriu nos 69.722 pontos (máxima do dia) e com a forte queda de DJI e dos mercados futuros, na primeira hora de pregão perdeu os 69 mil pontos, vindo atingir a mínima do dia, nos 68.764 pontos. Aos poucos, com a força do setor de siderurgia e de PETR4, retomou os 69 mil pontos e nas últimas duas horas de pregão, em "sintonia" com DJI, quase "zerou" as perdas finalizando em 69.645 pontos (-0,11%).

Análise: a retomada da alta nas 2 últimas horas de pregão, fez com que os principais indicadores do gráfico de "30 minutos" sinalizassem a tendência de alta. Porém, no gráfico diário o estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinalizam a tendência de queda (ainda que não muito acentuada). Se DJI não perder o suporte na LTA recente (12.715 pontos) a tendência de alta para o Ibovespa, ganha força!

Suportes imediatos em 69.500, 69.270, 69.010, 68.764 e 68.600 pontos. Resistências em 69.720, 69.890, 70.200, 70.435 e 70.545 pontos.

DJI...após 09/05...AIG derrubou até a LTA, agora a expectativa é de recuperação!..


DJI abriu em queda nos 12.860 pontos (máxima do dia) e, como já previam os mercados futuros, já na primeira hora de pregão veio buscar os 12.723 pontos ( - 1,12%). A partir daí, tentou um movimento de recuperação para retomar os 12.800 pontos, mas os fracos resultados trimestrais revelados por AIG (American International Group) impuseram uma queda impiedosa de quase 9% nesses ativos, refletindo com força na baixa do índice. Na segunda metade do pregão, atingiu a mínima do dia em 12.715 pontos, suporte na recente LTA (iniciada no "fundo" em 17/03/08). Nas duas últimas horas de pregão, esboçou com muita dificuldade uma pequena reação, conseguindo atingir 12.783 pontos, para depois encerrar nos 12.746 pontos ( -0,94%).

DJI está no seguinte dilema: a) perder definitivamente a recente LTA, nos 12.715 pontos e voltar ao patamar anterior de negociações nos 12.500 pontos; b) superar novamente os 12.800 pontos para tentar recuperar o topo recente, nos 13.046 pontos. Nesta segunda hipótese, precisará superar as resistências em 12.910, 12.950, 13.003 e 13.046 pontos. Na primeira hipótese, os suportes imediatos estão em 12.715, 12.700, 12.630 e 12.500 pontos.

Análise gráfica: no gráfico diário a tendência predominante em todos os principais indicadores é o de continuidade da queda; porém, a recuperação ocorrida nas 2 últimas horas de pregão fez com que num gráfico de maior frequência, como o de "30 minutos", indicadores como o estocástico, o CCI/Ma cruzamento e o oscilador de momentos sinalizassem uma possível retomada de alta.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

IBOV...após 08/05...indicadores apontam na continuidade da alta...


O IBOVESPA abriu em leve alta nos 69.020 pontos e já na primeira metade do pregão veio atingir a máxima do dia, nos 69.877 pontos. Com a piora do humor nos mercados externos, retornou aos 69.500 pontos tentando manter suporte nesse nível, enquanto aguardava uma melhor definição nos mercados americanos. Na penúltima hora de pregão e na esteira de DJI, o IBOVESPA realizou até a mínima do dia em 69.013 pontos. Na última hora, recuperou a tendência de alta, retomando novamente os 69.500, para em seguida finalizar em 69.722 pontos (alta de 1,20%). A retomada da alta na última hora de pregão, fez com que os principais indicadores do gráfico diário sinalizassem também a continuidade dessa recuperação, mais evidenciada ainda, quando considerado o gráfico de "30 minutos". Suportes imediatos em 69.500, 69.010, 68.600 e 68.200 pontos (fibo 62%). Resistências em 69.880, 70.100, 70.215, 70.435 e 70.545 pontos.

DOW JONES...após 08/05...muita volatilidade e indefinição...


DJI abriu nos 12.815 pontos e na primeira hora de pregão refluiu até a mínima nos 12.795 pontos. A partir daí, iniciou um movimento de recuperação retomando primeiramente os 12.850 pontos e no início da segunda metade do pregão, atingiu a máxima do dia em 12.909 pontos. Com a piora nos índices futuros, não conseguiu se manter nesse patamar, refluindo até os 12.817 pontos, onde encontrou novo suporte para esboçar pequena recuperação e finalizar em 12.867 pontos (+ 0,41%). DJI está tentando se manter acima dos 12.800 pontos. Para retomar a tendência de alta, deverá superar o topo recente, nos 13.046 pontos. Assim, precisará superar as resistências em 12.910, 12.950, 13.003 e 13.046 pontos. Suportes imediatos em 12.800, 12.750(sobre a LTA), 12.700 e 12.630 pontos. A recuperação ocorrida na última hora de pregão fez com que no gráfico diário, indicadores como o IFR e o oscilador de momentos iniciassem a sinalização de retomada da alta. Porém, o estocástico e o CCI/Ma cruzamento mantêm sinalização oposta, apontando na continuidade da queda.

CSN se reafirma como jóia da coroa

Valor Econômico
8/5/2008

Mesmo depois de subir 47,36% neste ano, as ações ONs da CSN se mantêm entre as recomendações "top pick" pelas casas de análise. No pregão de ontem, deglutindo os resultados divulgados na terça-feira à noite, os papéis da companhia resistiram bravamente ao movimento de realização de lucros que tomou conta de "blue chips" como Petrobras e Vale. O Ibovespa, depois de quatro pregões consecutivos de alta - e com uma valorização de 10% -, fechou em queda ontem. Nada disso tirou, porém, o brilho de CSN ON, que chegou a subir 3,9%, para fechar cotada a R$ 75,58, com alta de 1,84%. Os resultados apresentados pela siderúrgica no primeiro trimestre soaram como música para investidores e analistas. A companhia trouxe uma combinação de redução de custos com aumento de receitas num período sazonalmente mais fraco para a atividade, destaca Leonardo Alves, da Link Investimentos.

IBOV...após 07/05...forte realização...com boa possibilidade de reversão...


O IBOVESPA abriu em leve alta nos 70.201 pontos e já na primeira hora de pregão veio buscar a máxima do dia, nos 70.545 pontos. Com a piora do humor nos mercados externos, retornou aos 70 mil pontos tentando manter suporte nesse nível, enquanto aguardava por uma melhor definição dos mercados americanos. Às 15 horas, na esteira de DJI, o IBOVESPA iniciou forte realização, primeiramente perdendo o suporte em 69.565 pontos (fundo recente nos 2 últimos pregões), depois o suporte nos 69 mil, vindo atingir a mínima do dia em 68.600 pontos, onde finalmente encontrou suporte. Na última meia-hora de pregão, recuperou a tendência de alta, retomando a casa dos 69 mil, para finalizar em 69.017 pontos(queda de 1,50%). A forte realização de lucros, nesse pregão em sincronia com DJI, pareceu ser salutar, considerando-se as fortes altas recentes. Enquanto os principais indicadores do gráfico diário sinalizam ainda a possibilidade de continuidade de queda, uma análise com mais acuidade do gráfico de "30 minutos" mostra possibilidade de reversão dessa tendência, principalmente a "divergência favorável" visualizada no oscilador de momentos. Suportes imediatos em 68.600, 68.200 (fibo 62%)e 67.870 pontos. Resistências agora em 69.340, 69.565, 70.100, 70.215, 70.435 e 70.545 pontos.

DJI...após 07/05...forte realização...pode tentar uma reversão...


DJI abriu nos 13.010 pontos e na primeira meia-hora tentou se manter na casa dos 13 mil pontos, vindo atingir a máxima em 13.036 pontos. Com a piora do humor nos mercados futuros, com a alta do barril de petróleo negociado na casa de U$ 123, cedeu primeiramente o suporte nos 13.003 pontos, vindo negociar nos 12.950 pontos. Já na segunda metade do pregão, sem perspectivas de reverter a queda prenunciada, realizou com força, perdendo o suporte nos 12.900 pontos, para buscar o forte suporte nos 12.800 pontos (mínima em 12.796).Finalizou em 12.814 pontos (- 1,6%). DJI não conseguiu se manter no patamar dos 13 mil pontos. Ainda assim, se não perder o suporte em 12.800 pontos, terá pela frente as resistências imediatas em 12.910, 12.950, 13.003, 13.046, 13.060(fibo de 78%)e 13.132 pontos. Suportes em 12.800, 12.750, 12.700 (sobre a LTA) e 12.630 pontos. A forte realização ocorrida nas últimas duas horas de pregão fez com que no gráfico diário os principais indicadores sinalizassem para a continuidade da queda. Porém no gráfico de "30 minutos", o IFR está sem tendência definida e o estocástico já negocia fora da região de "sobre-compra"; o CCI/Ma cruzamento e o Oscilador de momentos sinalizam tendência de alta.