domingo, 29 de junho de 2008

DJI...após 27/06...pode abrir com recuperação!...


DJI abriu nos 11.453 pontos foi até a máxima do dia em 11.484 pontos e a partir daí retrocedeu rapidamente perdendo o patamar dos 11.400 pontos, onde tentou manter suporte nesse nível, na primeira metade do pregão. Na segunda metade do pregão, uma maior pressão vendedora levou DJI a tentar buscar novo suporte, agora nos 11.300 pontos, quando recuou até a mínima em 11.298 pontos. Conseguiu retomar os 11.300 pontos, mas não conseguiu romper novamente os 11.400 pontos, vindo a finalizar em 11.346 pontos (queda de 0,93%).

Análise: DJI está tentando se manter acima do suporte perdido na LTA de 3 anos, nos 11.360 pontos. Após testar suporte nos 11.300 pontos, retornou com maior vigor para tentar retomar os 11.400 pontos. Existe ainda o risco de refluir até os 11.200 pontos (pela perda do suporte nos 11.300 pontos). O gráfico diário sinaliza tendência de queda, mas o de "30 minutos" já sinaliza recuperação para a abertura do próximo pregão, principalmente pela reação ocorrida nas últimas horas. No médio prazo, persiste a tendência de queda. Os mercados futuros antes da abertura, poderão apontar melhor a direção do pregão.

Suportes em 11.320, 11.300, 11.275 e 11.200 pontos.
Resistências imediatas em 11.366, 11.430 e 11.485 pontos.

sábado, 28 de junho de 2008

IBOV...1a semana de julho...pode fechar em alta!...



Analisando o gráfico semanal do Ibovespa podemos observar que os "candles" das últimas quatro semanas são "escuros", mostrando fechamento semanal abaixo da abertura, sequência de quedas não muito comum nesse gráfico.
Quando isso tem ocorrido, existe uma probabilidade maior de que o "candle" seguinte tenha comportamento inverso, inclusive a sequência de quatro semanas em queda que ocorreram em agosto de 2007 e março de 2008.
Os próximos objetivos de suporte para fechar esse ciclo de queda (não necessariamente o último) parecem estar ao redor dos 62 mil pontos: 62.700(-2,52%) e 61.800 (-3,9%) pontos.
As agendas econômicas brasileira e americana dessa primeira semana de julho são mais "amenas" que as 2 últimas anteriores.
O oscilador de momentos já aponta "divergência de alta".

Suportes imediatos para esta semana: 63.700; 62.700 e 61.800 pontos.
Resistências para esta semana: 66.000; 66.500, 67.200 e 67.700 pontos.

DOW JONES...1a semana de julho...pode fechar em alta!...



Analisando o gráfico semanal de DJI podemos observar que os "candles" das últimas duas semanas são "escuros", mostrando fechamento semanal abaixo da abertura, o que não é muito comum nesse gráfico.
Quando isso tem ocorrido, existe uma probabilidade maior de que o "candle" seguinte tenha comportamento inverso, exceto a sequência de quatro semanas em queda que ocorreram em janeiro desse ano.
Os próximos objetivos de suporte para fechar esse ciclo de queda (não necessariamente o último)parecem estar ao redor dos 11 mil pontos: 11.195 (-1,3%) e 10.950 (-3,5%) pontos.
A agenda econômica dos mercados americanos dessa primeira semana de julho é mais "amena" que as 2 últimas anteriores.
Alguns dos indicadores do gráfico semanal como o IFR e o CCI/Ma já apontam "sobrevenda".

Suportes imediatos para esta semana: 11.280 e 11.195 pontos.
Resistências para esta semana: 11.450; 11.930 e 12.010 pontos.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Ibovespa fecha em alta de 0,59%, mas recua na semana

por Claudia Violante da Agência Estado
27.06.2008 | 17h30

O enfraquecimento do dólar proporcionou um movimento de procura por ativos reais que levou o petróleo e os metais básicos para mais um fechamento em alta. Esse foi o argumento que os investidores domésticos usaram para aproveitar o tombo de quase 12% acumulado pela Bovespa em junho até ontem para fazer algumas compras. Seletivas, mas suficientes para garantir um encerramento em elevação ao principal índice doméstico, o Ibovespa.
Pelo sétimo pregão em junho, o Ibovespa encerrou em alta, de 0,59%, aos 64.321,1 pontos. Oscilou entre a mínima de 63.881 pontos (-0,10%) e a máxima de 64.624 pontos (+1,06%). Na semana, perdeu 0,45%, no mês, recuou 11,39%. No ano, a Bolsa ainda registra alguns parcos ganhos, de 0,68%. O volume financeiro totalizou R$ 5,559 bilhões.
A Bovespa conseguiu "ignorar" as bolsas norte-americanas, que fecharam em queda, pressionadas, mais uma vez, pelo novo recorde do petróleo. A commodity renovou o teto registrado ontem e, durante a sessão, atingiu os inéditos US$ 142,99 por barril, para fechar no histórico US$ 140,21, alta de 0,41%. Com os indicadores fracos que saíram nos últimos dias nos Estados Unidos, além dos informes ruins sobre o setor corporativo, os investidores saíram à procura de ativos reais. Daí a razão para o petróleo disparar e também os metais fecharem com ganhos.
Essa procura, no entanto, agrava ainda mais a situação das bolsas norte-americanas, visto que o petróleo caro pressiona os custos das empresas, a inflação e as margens. Com isso, o índice Dow Jones terminou a sessão em -0,93%, o S&P em -0,37% e o Nasdaq em -0,25%.
O enfraquecimento do dólar, hoje, teve o dedo do Lehman Brothers, que seguiu o Goldman Sachs e divulgou um relatório no qual calculou que o banco de investimentos Merrill Lynch terá US$ 5,4 bilhões em baixas contábeis no segundo trimestre. Além da fraqueza dos setores financeiro e automotivo, hoje o tecnológico também ganhou os holofotes com a Micron Technology. As ações da fabricante de chips tombaram depois do anúncio de prejuízo, mesmo sinal do balanço da Palm. A Sony Ericsson, por sua vez, alertou que suas vendas e lucro no segundo trimestre serão prejudicados pela desaceleração da demanda.
Mas se o setor corporativo não ajudou, os números dos gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) nos EUA, um dos principais indicadores divulgados hoje, suavizaram as preocupações. Os gastos com consumo nos EUA aumentaram 0,8% em maio, a maior alta desde novembro de 2007, enquanto a renda pessoal cresceu 1,9%, o maior aumento desde setembro de 2005. Economistas esperavam aumento de 0,4% na renda pessoal e de 0,7% nos gastos com consumo. Já o índice de preços PCE subiu 0,4% em maio em relação a abril (como o previsto), enquanto o núcleo, que exclui alimentos e energia, subiu 0,1% (ante projeção de 0,2%).
Como em tempos de crise nem tudo são flores, o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan veio nublar o otimismo ao mostrar resultado de 56,4 em junho, o menor nível desde maio de 1980, ante 59,8 em maio. Este resultado é preocupante ao mostrar que o sentimento se encontra em níveis que, historicamente, foram associados a recessões.
Para a segunda-feira, o fôlego de hoje na Bovespa pode se manter, porque a agenda está relativamente tranqüila e, principalmente, porque é o último dia do mês, e muitos gestores podem tentar melhorar a performance de suas carteiras e empurrar a Bolsa para cima. Mas o ponto alto da semana será na quinta-feira, quando sai o relatório do mercado de trabalho norte-americano e o Banco Central Europeu vai decidir sua nova taxa de juros. A previsão é que a taxa suba de 4% para 4,25% ao ano.
Petrobras ON subiu 0,36% e Petrobras PN, 0,89%. Na semana, as ações subiram 4,96% e 5,03%. Vale ON cedeu hoje 0,65% e Vale PNA ganhou 0,09%; na semana, registraram, respectivamente, +1,42% e +0,66%.

Dow Jones perde 4% na semana e volta ao nível de 2006

por Renato Martins da Agência Estado
27.06.2008 18h51

O mercado norte-americano de ações voltou a fechar em queda, em dia de nova alta dos preços do petróleo e de renovadas preocupações quanto à saúde financeira dos bancos. O índice Dow Jones fechou no nível mais baixo desde 8 de setembro de 2006; durante o pregão, ele chegou a cair abaixo dos 11.331,62 pontos que assinalariam a passagem para uma situação de "bear market", ou mercado em tendência de baixa, definido como uma queda de 20% em relação à máxima recente (no caso, 14.164,53 pontos, nível de fechamento de 9 de outubro do ano passado); ele fechou hoje 19,8% abaixo daquele nível. O S&P-500 fechou apenas 5 pontos acima de seu nível mínimo de fechamento das últimas 52 semanas, mas chegou a operar abaixo disso durante o pregão.
"Se você ouve os prognósticos, eles parecem horríveis. Mas a sensação não é de algo violento, é uma erosão lenta. Não há o sentimento de fim do mundo. Mas não há compradores neste momento, e os vendedores não estão muito exigentes quanto a preço. Eles estão simplesmente dizendo 'me tirem daqui!'", comentou o diretor de operações do Deutsche Bank, Edward Schreier.
Entre as componentes do Dow Jones, as ações do setor financeiro voltaram a ser o destaque negativo, depois de a agência de classificação de risco Fitch Ratings alertar que as emissoras de cartões de crédito deverão sofrer mais perdas: JP Morgan Chase cedeu 3,50%, Citigroup recuou 2,38% e American Express caiu 1,21%. As ações dos bancos de investimento também caíram, em reação a alertas de analistas para a prbabilidade de novas baixas contábeis: Morgan Stanley perdeu 0,33% e Merrill Lynch fechou em baixa de 1,06%. Ações de empresas ligadas a matérias-primas (commodities) subiram, entre elas Alcoa (+0,23%), ExxonMobil (+0,16%) e Chevron (+0,40%). As da seguradora de bônus MBIA caíram 5,01%, depois de um analista da Fitch dizer que a situação da empresa é "tênue".
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,93%, em 11.346,51 pontos. O Nasdaq encerrou com perda de 0,25%, em 2.315,63 pontos. O S&P-500 caiu 0,37%, para 1.278,38 pontos. O NYSE Composite recuou 0,20%, para 8.623,51 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 4,19%, o Nasdaq, uma perda de 3,76%, e o S&P-500, um recuo de 3,00%. As informações são da Dow Jones.

IGP-M registra inflação de 1,98% em junho e acumula alta de 6,82% no ano

por Valor Online
27/06/2008 08:22

SÃO PAULO - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 1,98% em junho, ultrapassando a marca apurada um mês antes, de 1,61%, conforme dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgados há pouco. No acumulado deste ano, o indicador aumentou 6,82% e, em 12 meses, cresceu 13,44%.
A última pesquisa Focus, elaborada pelo Banco Central (BC) junto a cem instituições financeiras, mostrou que os analistas apostavam que, em junho, o índice usado na correção de tarifas de energia, contratos de prestação de serviços e de boa parte dos aluguéis apresentasse alta de 1,77%.
Neste mês, o Índice de Preços por Atacado (IPA), que representa 60% do indicador geral, subiu 2,27% após os 2,01% de maio. Os preços dos produtos agropecuários aumentaram 3,35% e os produtos industriais avançaram 1,86%. Um mês antes, essas taxas corresponderam a 2,29% e 1,91%, na ordem.
Dos três estágios de produção compreendidos pelo IPA, as Matérias-Primas Brutas tiveram a elevação mais expressiva, de 3,11%. O acréscimo, porém, foi menor do que o verificado em maio, de 3,38%. Os Bens Intermediários marcaram 2,50% este mês, acima do 1,79% da pesquisa antecedente. Os Bens Finais foram de 1,11% para 1,23%.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do IGP-M, cresceu 0,89% em junho, sucedendo expansão de 0,68% um mês antes. Contribuiu especialmente para esta aceleração o comportamento dos grupos Alimentação, que foi de 1,77% em maio para 2,20% em junho, e Habitação, que saiu de uma alta de 0,02% para 0,41%.
"Na primeira classe de despesa, os destaques foram arroz e feijão (0,56% para 11,16%) e carnes bovinas (2,79% para 6,72%). Na segunda, a maior influência partiu do item tarifa de eletricidade residencial (-2,02% para -0,39%)", destacou a FGV em nota.
O Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), representativo de 10% do indicador total, anotou elevação de 2,67% este mês contra aumento de 1,10% em maio. O indicador referente à Mão-de-Obra cresceu 3,75% frente ao 0,96% do mês passado. O avanço, observou a FGV, foi decorrente de reajustes salariais ocorridos nas cidades de Brasília, Fortaleza, Goiânia, Florianópolis e São Paulo. A taxa de Materiais e Serviços passou de 1,23% para 1,73%.
O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

IBOV...após 26/06...forte queda, com possibilidade de alguma recuperação...


O Ibovespa abriu em queda nos 65.804 pontos (máxima do dia) e fortemente sintonizado com os mercados americanos que "derretiam" veio buscar a mínima em 63.689 pontos (queda de 3,3%), depois esboçou uma pequena recuperação até encontrar resistência novamente em 64.340 pontos. Com a piora de DJI, na última meia-hora de pregão retrocedeu para finalizar em 63.947 pontos (- 2,89%).

Análise: O Ibovespa operou com forte volatilidade, alinhado com DJI e devolveu todo ganho do pregão anterior. Ainda não definiu um "piso" definitivo para uma possível reversão. A perda do piso "intraday" em 64 mil pontos, depois de dois topos: o primeiro em 66.200 e o segundo em 64.930 pontos, produziu dois triângulos de baixa, que poderá levar o Ibovespa a testar (no curto prazo) os suportes em 63.070 pontos e 61.800 pontos. O indicadores do gráfico de "30 minutos" e os principais indicadores do gráfico diário sinalizam queda. É possível que alguns ativos que sofreram forte correção possam se recuperar nesse pregão, influenciando o IBOV. Os índices futuros do Ibovespa e dos mercados futuros americanos, deverão confirmar (ou não) a tendência principal. No curto prazo porém, a tendência ainda é de queda.

Suportes em 63.700, 63.350, 63.070 e 61.800 pontos.
Resistências em 64.000, 64.340, 64.500 e 64.930 pontos.

DJI...após 26/06...continuidade da queda pode levar aos 11.200 pontos...


DJI abriu nos 11.808 pontos (máxima do dia) e a partir daí retrocedeu rapidamente até o patamar dos 11.600 pontos, onde tentou por cerca de 2 horas manter suporte nesse nível. Na segunda metade do pregão, uma vigorosa pressão vendedora levou DJI a tentar buscar novo suporte nos 11.500 pontos, mas na última meia-hora de pregão, novo bombardeio levou DJI à mínima no fechamento em 11.453 pontos (queda de 3,03%).

Análise: Mais uma vez, péssimas notícias de queda nos lucros e o rebaixamento de classificação de risco de diversos bancos e financeiras e da poderosa GM, por agências classificadoras de risco, além de novo recorde no preço do petróleo, levaram o mercado a se desfazer de suas posições. Uma das maiores quedas, num só dia (-3%) deixaram DJI cada vez mais próximo do suporte da LTA de 3 anos, nos 11.360 pontos. A perda do suporte nos 11.500 pontos, após a máxima da abertura em 11.800 pontos, produziu um triângulo de baixa de amplitude equivalente, que poderá levar DJI no curto prazo a testar suporte primeiramente nos 11.300 pontos, e em seguida, nos 11.200 pontos. Os gráficos diário e de " 30 minutos" sinalizam a tendência de queda, embora exista a possibilidade de correção pontual de diversos ativos que sofreram muita desvalorização. No curto prazo porém , DJI continua em tendência de queda.

Suportes em 11.430, 11.360, 11.300 e 11.200 pontos.
Resistências imediatas em 11.500, 11.590 e 11.680 pontos.

Ibovespa perde 2,89% e volta ao nível de abril

por Claudia Violante da Agência Estado
26.06.2008 17h33

O banco central dos EUA produziu nas bolsas de valores uma recuperação tênue ontem, totalmente anulada hoje pelas péssimas notícias vindas do segmento financeiro americano. As ordens de vendas de ações iniciaram com os alertas do banco Goldman Sachs sobre o Citigroup e dispararam com o preço do petróleo, que bateu novos recordes. Em Wall Street, o índice Dow Jones voltou ao nível de setembro de 2006; em São Paulo, a Bovespa só não teve um desempenho pior porque Petrobras ajudou.
O Ibovespa, principal índice, encerrou a sessão em baixa de 2,89%, aos 63.946,9 pontos, menor patamar desde 29 de abril (quando fechou com 63.825,7 pontos). No pior momento, caiu 3,29%, aos 63.689 pontos, e, na máxima, bateu em 65.804 pontos (-0,07%). No mês, as perdas da Bovespa chegam a -11,91% e, no ano, os ganhos estão limitados a 0,10%. O volume financeiro totalizou R$ 6,702 bilhões.
As bolsas americanas também derreteram: o Dow Jones teve o pior fechamento desde 11 de setembro de 2006, em queda de 3,03%, aos 11.453,4 pontos. O S&P recuou 2,94% e o Nasdaq, 3,33%. As ordens de vendas começaram após o Goldman Sachs ter rebaixado para "neutra" sua recomendação para as corretoras americanas, colocado o Citigroup em sua lista de "convicção de venda" e reduzido sua recomendação para as ações da General Motors, que já vinham sofrendo após as agências de classificação de risco Standard & Poors e Fitch terem rebaixado sua nota de crédito (rating) nos últimos dias.
Além disso, o petróleo chegou aos US$ 140 por barril pela primeira vez na história e fechou ligeiramente abaixo disso, em US$ 139,64, também um valor recorde (para fechamento). A alta foi de 3,78%. O petróleo se valorizou depois que o presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib Khelil, projetou preço entre US$ 150 a US$ 170 por barril nos próximos meses e um representante da Líbia disse que o país poderá cortar sua produção.
Também pressionaram as bolsas para baixo indicadores divulgados nos EUA: o índice de atividade industrial regional do Meio-Oeste caiu 0,8% em maio devido ao declínio na produção automotiva; e a atividade manufatureira na região coberta pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Kansas piorou em junho para -13, ante leitura de zero em maio. Mas estes dados tiveram dois contrapontos: as vendas de imóveis residenciais usados subiram 2% em maio, ante alta de 1,8% prevista pelos analistas, e o PIB do primeiro trimestre foi revisado em alta, para 1% (ante 0,9% na prévia anterior), como previsto. Contudo, o peso negativo foi maior, já que ainda havia as previsões pouco favoráveis de desempenho da Research In Motion (fabricante do Blackberry), Nike e Oracle.
No final do pregão doméstico, apenas quatro ações subiam. Petrobras ON acabou conseguindo sustentar um pouco de ganhos no final, seguindo a disparada do petróleo, e ajudou a conter as perdas do Ibovespa. Estas ações subiram 0,20%, mas as PN caíram 0,11%, após muita oscilação. Uma perda pequena perto da Vale: apesar de os metais terem subido no exterior, Vale ON caiu 3,54% e Vale PNA, 4,97%.

Dow Jones pode ter o pior mês de junho desde 1930

por Renato Martins da Agência Estado
26.06.2008 18h30

O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, com o índice Dow Jones chegando ao fim do dia no nível mais baixo desde 11 de setembro de 2006. Desde o começo do mês, o Dow Jones perdeu 9,38%, no que ameaça ser o pior mês de junho desde 1930, no começo da Grande Depressão; mesmo assim, o Dow Jones não chega a acumular uma queda de 20% em relação à sua máxima de 14.164,53 pontos registrada em 9 de outubro de 2007, o que definiria um "bear market", ou mercado em tendência de queda (a baixa acumulada no período é de 19,1%).
O índice Nasdaq teve hoje sua maior queda desde 4 de janeiro e fechou no nível mais baixo desde 15 de abril. O S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 17 de março, dia do colapso do banco de investimentos Bear Stearns. Os três índices fecharam nas mínimas do dia. "Estamos entre o ferro e a bigorna. Temos debilidade econômica e temos inflação. O que vemos é a temida estagflação", comentou o corretor de futuros e analista Frank Lesh, da FuturePath Trading.
O mercado reagiu a rebaixamentos de recomendação para as ações do setor financeiro e da General Motors e à nova alta dos preços do petróleo, que ultrapassaram pela primeira vez a marca dos US$ 140 por barril. As ações da GM caíram 10,77% e fecharam no nível mais baixo desde dezembro de 1974. As ações dos bancos de investimento sofreram quedas fortes, após rebaixamento de recomendação pelos analistas do Goldman Sachs: Merrill Lynch cedeu 6,80%, Lehman Brothers desabou 8,42%, Morgan Stanley perdeu 3,54% e Goldman Sachs caiu 7,39%. Fora a GM, as ações do setor financeiro também estavam entre as componentes do Dow Jones que mais caíram: American Express caiu 5,01%, AIG recuou 5,55%, Bank of America teve baixa de 6,76% e JPMorgan Chase cedeu 4,19%. As do Citigroup, colocada na lista de "convicção de venda" dos analistas do Goldman Sachs, caíram 6,26%.
No setor de tecnologia, as ações da Research in Motion caíram 13,26%, depois de a empresa divulgar resultados; analistas disseram temer que o novo iPhone, da Apple, faça concorrência forte ao Blackberry, da Research in Motion (as ações da Apple caíram 5,15%). Também divulgaram resultados a produtora de software Oracle (-5,01%), a Nike (-9,81%) e a construtora de casas Lennar (-8,44%).
O índice Dow Jones fechou em queda de 3,03%, em 11.453,42 pontos. O Nasdaq encerrou em baixa de 3,33%, em 2.321,37 pontos. O S&P-500 caiu 2,94%, para 1.283,15 pontos. O NYSE Composite perdeu 2,54% e fechou em 8.640,74 pontos. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

IBOV...após 25/06...forte alta reduziu "sobrevenda" dos indicadores...


O Ibovespa abriu em alta nos 64.173 pontos (mínima do dia) e aproveitou o "bom humor" dos mercados futuros para retomar os 65 mil pontos, enquanto aguardava pelos desdobramentos da reunião do FED. Na meia-hora que se seguiu ao anúncio da reunião, acelerou para retomar os 66 mil pontos, indo encontrar resistência nos 66.308 pontos (+ 3,33%) na máxima do dia. Depois, com a reversão de DJI, refluiu até finalizar em 65.853 pontos (+ 2,63%).

Análise: Depois de 5 pregões em queda, o Ibovespa reagiu com uma boa alta. Essa correção fez com que vários indicadores que estavam relativamente "esticados" (sobrevendidos) pudessem normalizar. Os principais indicadores do gráfico diário apontam para tendência de alta. Porém, como o IBOV está muito sintonizado com DJI é importante verificar os índices futuros do Ibovespa e dos mercados futuros americanos, para confirmar (ou não) essa tendência. No curto prazo porém, continua a tendência de queda.

Suportes em 65.750, 65.250, 64.650, 63.750, 62.700 e 62.000 pontos.
Resistências em 65.750, 66.800 e 67.580 pontos.

DJI...após 25/06...mesmo com juros em 2%, tendência de queda continua...


DJI abriu nos 11.805 pontos e enquanto aguardava o resultado da reunião do FED, retomou o patamar intermediário entre os 11.850 e os 11.880 pontos, e aí ficou oscilando até o anúncio da manutenção da taxa em 2%. Na primeira meia-hora após o anúncio mostrou muita volatilidade (11.835 até 11.900), depois rompeu 11.900 indo buscar sua máxima próximo da LTA de 2 anos, em 11.924 pontos. A partir daí na última hora de pregão refluiu até a mínima em 11.789 para depois finalizar praticamente estável em 11.811 pontos (alta de 0,04%).

Análise: DJI quase conseguiu recuperar o suporte na LTA de 2 anos, agora nos 11.925 pontos. Formou praticamente outro "doji" de indefinição, enquanto deve analisar melhor os detalhes do comunicado do FED. O retorno ao patamar dos 11.800 pontos no final do pregão, depois de ter atingido a máxima acima dos 12.900, piorou os indicadores do gráfico de 30 minutos. No gráfico diário os principais indicadores ainda mantêm tendência de queda. A força dos índices futuros poderá nortear melhor como será a abertura de DJI, nesta quinta.

Suportes em 11.770, 11.645 e 11.580 pontos.
Resistências imediatas em 11.850, 11.915 e 11.960 pontos.

Ibovespa fecha em alta de 2,63% após decisão do Fed

por Claudia Violante da Agência Estado
25.06.2008 17h30

A manutenção da taxa de juros nos EUA, a queda do petróleo, a capitalização do Barclays e indicadores americanos favoráveis fizeram com que a Bovespa trabalhasse o dia todo com alta firme e registrasse a segunda maior variação porcentual do mês de junho (é preciso fazer a ressalva, no entanto, que neste mês a Bolsa subiu em apenas seis sessões, considerando a de hoje).
O Ibovespa, principal índice, encerrou em alta de 2,63%, aos 65.853,3 pontos, na segunda maior elevação do mês, atrás da registrada no dia 5 (+3,69%). Oscilou entre a mínima de 64.173 pontos (+0,01%) e a máxima de 66.308 pontos (+3,34%). No mês, as perdas foram reduzidas a -9,35% e, no ano, os ganhos somam 3,01%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 6,575 bilhões.
O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) decidiu hoje, pela primeira vez desde a metade do ano passado, não alterar sua taxa de juro de curto prazo, que está em 2% ao ano. Foram 9 votos contra 1, do dirigente da regional do Fed de Dallas, Richard Fisher, que preferia uma elevação do juro para combater a inflação. A taxa de redesconto, crédito emergencial do Fed para bancos, também foi mantida no nível atual, de 2,25% ao ano.
Como a decisão era a que o mercado esperava, a reação foi positiva. E os ganhos acabaram se amplificando após o anúncio porque também o comunicado do Fed foi considerado suave. “Os riscos de alta para a inflação e as expectativas de inflação aumentaram", mas, apesar disso, o Fed “espera que a inflação se modere mais tarde neste ano e no próximo ano”, diz o texto no trecho destacado como leve pelos analistas.
Com o alívio proporcionado pelo Fed, muitos investidores voltaram ao mercado doméstico e foram às compras, principalmente das pechinchas que se formaram com o tombo da Bovespa no mês. Um dos destaques foi Petrobras, que caía na sessão até antes do anúncio do Fed por causa do petróleo em baixa e então passou a subir. As ações encerraram em alta de 2,70% as PN e 2,80% as ON. Vale manteve a trajetória de elevação que registrou durante o dia e encerrou em +2,07% as ON e +2,66% as PNA. Os setores siderúrgico e bancário, destaques de baixa nos últimos dias, também avançaram.
Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, não sustentou os ganhos mais firmes exibidos mais cedo e terminou a sessão em +0,04%. O S&P subiu 0,58% e o Nasdaq avançou 1,39%. A queda do petróleo após a alta dos estoques da commodity nos EUA foi uma das justificativas para o sinal positivo dos índices acionários por lá. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo encerrou em baixa de 1,79%, a US$ 134,55 por barril.
Além dos estoques, foram divulgados nos EUA o dado de encomendas de bens duráveis em maio, que ficou estável, ante previsão de queda de 0,5%, e a venda de imóveis novos, que recuou 2,5%, para 512 mil unidades (ante previsão de queda para 510 mil). Outra notícia favorável foi a do Barclays, que vai se capitalizar em US$ 8,9 bilhões por meio de emissão de ações.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Bolsas de Nova York fecham no azul apesar de alerta do Fed sobre inflação

Bolsas de Nova York fecham no azul apesar de alerta do Fed sobre inflação
por Valor Online
25/06/2008 17:57

SÃO PAULO - Os índices acionários em Wall Street, que passaram o começo do pregão em alta, sustentaram o movimento positivo após o Federal Reserve confirmar as expectativas e manter inalterada em 2% a taxa de juro nos Estados Unidos.
Ainda que a autoridade monetária tenha reforçado as preocupações com o movimento inflacionário no país, prevaleceu a atuação dos agentes na ponta da compra até o final da sessão. A valorização de ações do setor de tecnologia tiveram destaque na jornada.
O Dow Jones Industrial arrefeceu o ritmo de alta na fase final do pregão mas encerrou com alta de 0,04% aos 11.811 pontos. O Standard & Poor´s 500 terminou com valorização de 0,58%, aos 1.321 pontos. O eletrônico Nasdaq fechou aos 2.401 pontos, com alta de 1,39%.
Mais do que os riscos inflacionários, os investidores mantiveram o otimismo com o fato de o Fed avaliar que os riscos para o crescimento da economia americana estão menores. Além disso, mesmo com a inflação alta, os analistas não viram sinalização de que haja planos para elevar o juro básico do país.
Na ponta positiva destacaram-se as ações da Apple, que subiram 2,39%, para US$ 177,39 e as da GE, que fecharam com ganho de 1,45%, para US$ 27,99. As ações da varejista Wal-Mart subiram 1,40%, para US$ 58,12.

Fed: riscos de alta para a inflação dos EUA aumentaram

por Suzi Katzumata e Renato Martins da Agência Estado
25.06.2008 | 15h33

A decisão de manter a taxa básica de juros americana em 2% ao ano, tomada nesta tarde pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), obteve um placar de 9 votos a 1. Foi decidida também a manutenção da taxa de redesconto, uma linha de crédito emergencial do Fed para bancos, em 2,25% ao ano. Apenas o dirigente da regional do Fed de Dallas, Richard Fisher, votou contra a manutenção do juro. Ele preferia uma elevação da taxa para combater a inflação no país.
As autoridades monetárias não ofereceram indicações de um iminente aumento nas taxas, sugerindo que o cenário mais provável é um status quo desconfortável para muitos meses, enquanto o Fed enfrenta uma economia em dificuldade, combinada com uma pressão de preços em alta. "Os riscos de alta para a inflação e as expectativas de inflação aumentaram", afirmou o Fed em comunicado. O próximo encontro do BC americano está marcado para 5 de agosto.

Comunicado

"O Comitê Federal de Mercado Aberto decidiu hoje manter sua meta para a taxa dos Federal Funds em 2%.

"Informações recentes indicam que a atividade econômica em geral continua a se expandir, refletindo, em parte, o fato de os gastos do consumidor estarem se firmando. Contudo, os mercados de mão-de-obra se enfraqueceram mais e os mercados financeiros permanecem sob um estresse considerável. As condições apertadas do crédito, a contração em andamento no setor de moradia e a elevação dos preços da energia provavelmente pesarão no crescimento econômico nos próximos trimestres.
"O Comitê espera que a inflação se modere mais tarde neste ano e no próximo ano. Contudo, à luz das elevações contínuas nos preços da energia e de algumas outras commodities (matérias-primas) e o estado elevado de alguns indicadores de expectativas sobre a inflação, a incerteza quanto à perspectiva da inflação continua alta.
"O afrouxamento substancial da política monetária até agora, combinado com as medidas em andamento para fomentar a liquidez do mercado, deve ajudar a promover um crescimento moderado ao longo do tempo. Embora os riscos de redução do crescimento persistam, eles parecem ter diminuído bastante, e os riscos de alta da inflação e das expectativas quanto à inflação cresceram. O Comitê continuará a monitorar os acontecimentos econômicos e financeiros e vai agir à medida que seja necessário para promover o crescimento econômico sustentável e a estabilidade dos preços.
"Votaram a favor da decisão de política monetária do Fomc: Ben S. Bernanke, presidente; Timothy F. Geithner, vice-presidente; Donald L. Kohn; Randall S. Kroszner; Frederic S. Mishkin; Sandra Pianalto; Charles I. Plosser; Gary H. Stern; e Kevin M. Warsh. Votando contra esteve Richard W. Fisher, que preferia uma elevação da meta da taxa dos Federal Funds nesta reunião." As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 24 de junho de 2008

IBOV...após 24/06...tendência de queda ainda continua...


O Ibovespa abriu em queda nos 64.635 pontos veio até a mínima em 63.713 pontos, depois com a recuperação de DJI, avançou até encontrar resistência em 65.083 pontos ( + 0,68%)(máxima do dia). Com a reversão de DJI, nas duas últimas horas de pregão retrocedeu também para finalizar negativo, em 64.167 pontos (- 0,88%).

Análise: O Ibovespa operou com muita volatilidade, alinhado com DJI. No final, devolveu a alta conseguida na primeira metade do pregão e fechou outro tanto negativo. O indicadores do gráfico de "30 minutos" e os principais indicadores do gráfico diário ainda sinalizam queda. Os índices futuros do Ibovespa e dos mercados futuros americanos, deverão confirmar (ou não) essa tendência. No curto prazo, continua a tendência de queda.

Suportes em 63.200, 62.900, 62.600 e 62.000 pontos.
Resistências em 64.300, 64.750 e 65.450 pontos.

DJI...após 24/06...outro "doji", mas tendência de queda continua!...


DJI abriu nos 11.842 pontos retrocedeu forte até os 11.725 pontos (mínima), estabeleceu suporte nesse patamar e a partir daí, esboçou continuada reação até encontrar resistência na máxima em 11.904 pontos (próximo da LTA de 2 anos em 11.920 pontos). Nas duas últimas horas de pregão refluiu com essa mesma intensidade para finalizar em 11.807 pontos (queda de 0,29%).

Análise: DJI quase conseguiu recuperar o suporte na LTA de 2 anos, agora nos 11.920 pontos. Novamente outro "doji" de indefinição enquanto aguarda o resultado da reunião do FED. A queda no final do pregão após a máxima atingida, piorou também os indicadores do gráfico de 30 minutos. O gráfico diário ainda apresenta tendência de queda em seus principais indicadores. No curto prazo, enquanto não retomar o patamar dos 12 mil pontos, continua em tendência de queda.

Suportes em 11.750, 11.720, 11.670 e 11.630 pontos.
Resistências imediatas em 11.830, 11.857, 11.887 e 11.910 pontos.

PETR 4...após 24/06...suportes e resistências


PETR4 abriu em 43,66 e veio até a mínima em 43,55; retomou sua tendência de alta indo buscar a máxima em 44,70; refluiu novamente para fechar estável em 43,75.

Análise: PETR4 com muita volatilidade, frente ao preço do mercado futuro do barril de petróleo. As linhas de tendência LTA's LTB's estão determinando os seguintes suportes e resistências:

Suportes: 43,50; 42,50 e 42,00
Resistências: 44,50; 44,90, 46,50 e 47,00

VALE 5...após 24/06...suportes e resistências


Vale5 abriu em leve queda em 47,35, veio até 47,05 (mínima), retomou sua tendência de alta, rompendo as resistências em 48,00 e 49,00 até atingir a máxima em 49,20, depois refluiu para finalizar em 48,40 (+1,83%).

Análise: Vale continua se movimentando, com muita volatilidade, em função das comodities metálicas (especialmente ferro e níquel). As linhas de tendência LTA's e LTB's estão determinando os seguintes suportes e resistências:

Suportes: 48,30; 47,70; 47,30 e 45,70.
Resistências: 48,90; 49,10; 49,35 e 49,90.

Bolsa de NY fecha em queda com indicadores fracos

por Renato Martins da Agência Estado
24.06.2008 18h24

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em queda, ao fim de um dia marcado pelas pressões conflitantes de debilidade econômica e preços em alta. O mercado reagiu a indicadores fracos, como o índice de confiança do consumidor de junho, à nova alta dos preços do petróleo e a notícias sobre empresas. Pela manhã, depois da divulgação do índice de confiança do consumidor e do alerta de queda nos lucros da empresa de transportes UPS, o índice Dow Jones chegou a operar abaixo do menor nível de fechamento do ano (11.740,15 pontos, em 10 de março).
Entre os destaques do pregão estavam as ações da provedora de serviços via internet Yahoo!; elas abriram em queda, tiveram alta forte no fim da manhã, em meio a rumores de que as negociações para a aquisição da empresa pela Microsoft teriam sido retomadas, devolveram os ganhos quando os rumores foram negados e acabaram fechando em alta de 2,75%.
Algumas ações que haviam caído muito recentemente recuperaram terreno, graças à "caça às pechinchas", entre elas General Motors (+2,17%) e várias do setor financeiro (American Express subiu 2,98%, Bank of America ganhou 2,86%, Citigroup avançou 1,62% e JPMorgan Chase teve elevação de 2,31%). As ações da UPS caíram 6,04%, depois de a empresa fazer um alerta de queda nos lucros; as da concorrente FedEx recuaram 0,19%.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,29%, em 11.807,43 pontos. A mínima foi em 11.725,52 pontos e a máxima em 11.904,32 pontos. O Nasdaq encerrou em baixa de 0,73%, em 2.368,28 pontos. O S&P-500 caiu 0,28%, para 1.314,29 pontos. O NYSE Composite recuou 0,44%, para 8.803,34 pontos. As informações são da Dow Jones.