por agência ESTADO
28 de Outubro de 2008 19:08
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, recuperando parte das perdas do mês. O índice Dow Jones teve sua segunda maior alta em pontos de todos os tempos (a maior foi de 936 pontos, em 13 de outubro) e fechou no nível mais alto desde 20 de outubro; em termos porcentuais, a alta do Dow Jones foi a sexta maior da história.
O índice Dow Jones fechou em alta de 889,35 pontos, ou 10,88%, em 9.065,12 pontos. A mínima foi em 8.174,73 pontos e a máxima em 9.082,08 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 143,57 pontos, ou 9,53%, em 1.649,47 pontos (máxima do dia), com mínima em 1.504,13 pontos. O S&P-500 subiu 91,58 pontos, ou 10,79%, para fechar em 940,50 pontos, com mínima em 845,27 pontos e máxima em 940,51 pontos.
Operadores disseram que os participantes do mercado compraram ações que haviam ficado baratas com as quedas recentes, especialmente dos setores financeiros e de energia. Eles ressalvaram que a alta de hoje tem as características de um repique momentâneo num mercado em tendência de queda, com cobertura de posições. Entre os fatores para a alta também estava a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) reduza as taxas de juro amanhã. "Nesta altura, qualquer coisa vai movimentar o mercado", comentou um operador.
O mercado abriu em alta, mas passou a recuar em reação ao índice de confiança do consumidor da Conference Board, que caiu ao nível mais baixo de todos os tempos. À tarde, as ações passaram a subir em reação a novos sinais de descongelamento no mercado de commercial papers, no qual as empresas obtêm capital de giro. O enfraquecimento do iene frente ao dólar, em meio a informes de que o Banco do Japão (BoJ) poderá reduzir suas taxas de juro nesta sexta, também alimentou a alta das ações.
Todas as 30 componentes do Dow Jones fecharam em alta, com 21 delas registrando ganhos de mais de 10%. Entre as ações que mais subiram estavam algumas das que mais haviam caído recentemente, como Alcoa (+19,25%), Boeing (+15,46%) e General Motors (+14,68%). No setor financeiro, as ações do Citigroup subiram 14,32% e as do JPMorgan Chase avançaram 10,59%. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Petróleo fecha abaixo de US$ 65 o barril em NY
por agência ESTADO
28 de Outubro de 2008 18:55
Os contratos futuros de petróleo, negociados no mercado internacional, fecharam hoje abaixo dos US$ 65 o barril, com mais evidências de que a demanda pela matéria-prima (commodity) continua preocupando os investidores.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro recuaram 0,78%, a US$ 62,73 o barril, no valor mais baixo desde 16 de maio de 2007.
O mercado de petróleo foi confrontado hoje pelas mesmas preocupações sobre a demanda global que têm direcionado os preços da commodity para baixo. Os preços do produto foram de um recorde de alta, ao redor de US$ 150 o barril, para o menor nível em mais de uma ano em apenas três meses.
Os investidores concentram agora suas expectativas nas informações sobre os estoques de petróleo e derivados nos Estados Unidos, que serão divulgadas amanhã pelo Departamento de Energia americano. A expectativa é de crescimento de 1,6 milhão de barris nos estoques de petróleo bruto, de crescimento de 1,3 milhão de barris nos de gasolina e de crescimento de 700 mil barris nos de destilados.
"O fator crucial é que os números saem amanhã e eu acho que esses números serão negativos para os preços", disse Mark Waggoner, presidente da Excel Futures, em Newport Beach, Califórnia. O acréscimo nos estoques de petróleo e gasolina deve mostrar uma nova evidência da queda da demanda nos EUA, o maior consumidor mundial de petróleo. O consumo de gasolina, em particular, vem caindo durante o ano, mas o declínio foi maior em setembro.
Após cair 15,5% nas últimas seis sessões, os preços do petróleo devem fazer uma pausa para tomar fôlego em breve, dizem participantes do mercado, mesmo sem evidências imediatas da existência de uma virada na demanda. "O mercado procura por uma área para se estabilizar e eu não acho que estejamos muito longe desse ponto", disse Andy Lebow, vice-presidente de energia da corretora MF Global Ltd.
Segundo analistas, os preços do petróleo devem encontrar suporte em cerca de US$ 58 o barril e os preços dos contratos futuros podem cair para este nível já nas negociações de amanhã. As informações são da Dow Jones.
28 de Outubro de 2008 18:55
Os contratos futuros de petróleo, negociados no mercado internacional, fecharam hoje abaixo dos US$ 65 o barril, com mais evidências de que a demanda pela matéria-prima (commodity) continua preocupando os investidores.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro recuaram 0,78%, a US$ 62,73 o barril, no valor mais baixo desde 16 de maio de 2007.
O mercado de petróleo foi confrontado hoje pelas mesmas preocupações sobre a demanda global que têm direcionado os preços da commodity para baixo. Os preços do produto foram de um recorde de alta, ao redor de US$ 150 o barril, para o menor nível em mais de uma ano em apenas três meses.
Os investidores concentram agora suas expectativas nas informações sobre os estoques de petróleo e derivados nos Estados Unidos, que serão divulgadas amanhã pelo Departamento de Energia americano. A expectativa é de crescimento de 1,6 milhão de barris nos estoques de petróleo bruto, de crescimento de 1,3 milhão de barris nos de gasolina e de crescimento de 700 mil barris nos de destilados.
"O fator crucial é que os números saem amanhã e eu acho que esses números serão negativos para os preços", disse Mark Waggoner, presidente da Excel Futures, em Newport Beach, Califórnia. O acréscimo nos estoques de petróleo e gasolina deve mostrar uma nova evidência da queda da demanda nos EUA, o maior consumidor mundial de petróleo. O consumo de gasolina, em particular, vem caindo durante o ano, mas o declínio foi maior em setembro.
Após cair 15,5% nas últimas seis sessões, os preços do petróleo devem fazer uma pausa para tomar fôlego em breve, dizem participantes do mercado, mesmo sem evidências imediatas da existência de uma virada na demanda. "O mercado procura por uma área para se estabilizar e eu não acho que estejamos muito longe desse ponto", disse Andy Lebow, vice-presidente de energia da corretora MF Global Ltd.
Segundo analistas, os preços do petróleo devem encontrar suporte em cerca de US$ 58 o barril e os preços dos contratos futuros podem cair para este nível já nas negociações de amanhã. As informações são da Dow Jones.
IBOV...após 27/10...indicadores sobrevendidos, podem reverter...

O Ibovespa abriu na máxima em 31.480 pontos e impulsionado pelos índices futuros em queda, foi buscar suporte no patamar dos 30.200 pontos, aguardando por uma definição de DJI, ainda em queda. Com a recuperação de DJI, na segunda metade do pregão, reagiu positivamente até encontrar resistência nos 31.200 pontos ( -0,89%). A partir daí, ainda em sintonia com DJI, refluiu até buscar a mínima no fechamento em 29.435 pontos (-6,50%).
Análise: O Ibovespa caso não retome os 30.200 pontos terá por objetivos de queda os 29 mil e os 28.200 pontos. A retomada dos 30.200 pontos e a ruptura da LTB recente nos 30.700 pontos, poderá levar o Ibovespa aos objetivos iniciais em 31 mil e 31.500 pontos, novamente. O "candle" produzido no gráfico diário se assemelha a um "marubozu cheio" com predominância da pressão vendedora. Os principais indicadores dos gráficos diário e os de "30 minutos" sinalizam tendência de queda, apesar de se encontrarem relativamente sobrevendidos, sinalizando alguma possibilidade de reversão. A principal tendência deverá ser confirmada pelos índices futuros do Ibovespa e dos mercados futuros americanos, antes da abertura dos pregões.
Suportes imediatos em 29.200, 28.700, 28.200, 27.400 e 26.500 pontos.
Resistências imediatas em 30.200, 30.700, 31.200 e 31.500 pontos.
DJI...após 27/10...volatilidade e possibilidade de reversão de tendência...

DJI abriu em 8.376 pontos e com os índices futuros em queda, refluiu rapidamente até encontrar suporte próximo aos 8.190 pontos ( mínima do pregão anterior). A partir daí, iniciou um processo gradual de recuperação até encontrar resistência na máxima do dia nos 8.599 pontos (+ 2,63%). Refluiu novamente, inicialmente até os 8.400 pontos, tentou esboçar reação algumas vezes encontrando resistência nos 8.440 pontos e na última meia hora de pregão refluiu com força, vindo buscar suporte na mínima em 8.144 pontos (- 2,80%), fechando em 8.176 pontos ( -2,42%).
Análise: O comportamento de DJI tem demostrado que está se movimentando orientado exclusivamente por suportes e resistências. Repetindo o que tem ocorrido nas sessões anteriores, conseguiu na máxima do dia atingir alta de 2,63% ao "tocar" a resistência dos 8.600 pontos. Isso foi suficiente para que o mercado "empurrasse" o índice novamente para baixo, zerando posição e fechando "opostamente" em -2,42%. Hoje poderá ser mais um dia de gangorra, se DJI não conseguir novamente romper os 8.600 pontos. A ruptura dos 8.440 pontos e da resistência nos 8.600 pontos poderá levar DJI a buscar objetivos em 8.740 pontos. A perda definitiva dos 8.190 pontos pode traduzir objetivos de queda em 8.090, 7.850 pontos e 7.600 pontos. O "candle" formado no gráfico diário se apresenta como um "martelo invertido" sucedendo a um "martelo normal" (ainda que "cheios" por serem oriundos de quedas) sinalizando uma possibilidade de reversão de tendências. Os índices futuros antes da abertura dos pregões, deverão apresentar com maior clareza, a tendência principal da abertura.
Resistências em 8.190, 8.440, 8.600 e 8.750 pontos.
Suportes em 8.090, 7.850, 7.700 e 7.600 pontos.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Bolsa cai pelo 5º pregão e fecha em baixa de 6,5%
por Agência ESTADO
27 de Outubro de 2008 19:00
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operou no terreno negativo hoje durante todo o pregão e renovou as mínimas do dia já no fim da sessão, alinhando-se à deterioração das Bolsas nos Estados Unidos, que também fecharam em queda.
O índice Bovespa encerrou as operações na mínima do dia, com queda de 6,50%, a 29.435,11 pontos, no menor nível desde 28 de outubro de 2005. Foi a quinta baixa consecutiva, com o índice acumulando uma perda de 25,37% nesse período. Na máxima de hoje, o Ibovespa alcançou 31.480 pontos (-0,01%).
"De repente, acelerou a queda no índice americano Dow Jones e o Ibovespa acompanhou. Não houve defesa na chamada (call) de fechamento", relatou o diretor de uma corretora em São Paulo.
Diante da ausência de investidores estrangeiros e da retração dos investidores locais, bem como do afastamento de especuladores ao longo da sessão - em razão da falta de expectativa para o curto prazo - a Bovespa encerrou os negócios do dia com um volume pequeno, de apenas R$ 3,245 bilhões - o menor desde 1º de setembro, quando o feriado do Dia do Trabalho nos EUA reduziu o giro no pregão brasileiro para apenas R$ 1,998 bilhão.
O noticiário e o comportamento desde cedo nas principais praças financeiras internacionais não ajudaram a justificar uma melhora. No fim de semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou acordos de ajuda financeira com a Ucrânia e a Hungria, na esteira da Islândia na sexta-feira passada. Na madrugada, a Coréia do Sul anunciou o maior corte de juro de sua história, de 0,75 ponto porcentual, para 2,5% ao ano; e o Kuwait deu início a um programa para ajudar os bancos, depois de ser obrigado a garantir os depósitos da segunda maior instituição do país.
O dia amanheceu bastante ruim, com a Ásia novamente ladeira abaixo, movimento posteriormente acompanhado pela Europa. Logo cedo, o G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo) alertou para os riscos da apreciação do iene, que ajudou a derrubar as ações na Bolsa de Tóquio. O Nikkei terminou na mínima em 26 anos depois, de cair mais de 6%. A Bolsa de Hong Kong fechou em queda superior a 12%. Na Europa, a jornada também foi negativa: a bolsa londrina caiu 0,79% e a parisiense cedeu 3,96%. Em Frankfurt, contudo, a bolsa encerrou a sessão com valorização de 0,91%.
Nos EUA, a semana começou com volatilidade nas bolsas americanas, que oscilaram entre os territórios positivo e negativo ao longo do dia. No noticiário, a inesperada elevação nas vendas de imóveis novos nos país em setembro. Após cair ao menor nível em 17 anos em agosto, as vendas subiram 2,7% no mês passado, para 464 mil unidades, surpreendendo os economistas que esperavam 455 mil unidades vendidas em setembro.
No encerramento, contudo, as bolsas no EUA "mergulharam". O Dow Jones registrou baixa de 2,42%; o S&P-500 caiu 3,18% e o Nasdaq 100 cedeu 2,97%.
Ações
A recuperação do petróleo, inclusive, foi o que ajudou a aliviar as perdas na Bovespa na parte da tarde, uma vez que amenizou o declínio das ações da Petrobras - um dos fatores que pressionaram o índice local em baixa, tendo em vista a participação significativa dos papéis na carteira do Ibovespa.
Mas o respiro da matéria-prima (commodity) não durou no mercado internacional, bem como o seu efeito benigno sobre o mercado brasileiro. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro encerrou a US$ 63,22, em queda de 1,45%, no menor nível desde maio de 2007. Na Bovespa, a ação preferencial (PN) da Petrobras perdeu 11,23% e a ordinárias (ON) caiu 9,28%.
Outra pressão de baixa veio das ações da Vale e de algumas siderúrgicas. Apesar da alta nos preços dos metais, notícias e relatórios desfavoráveis no que diz respeito à demanda afetaram os papéis. A ação PN classe A (PNA) da Vale caiu 8,21% e a ON da mineradora recuou 9,39%. Entre as siderúrgicas listadas no Ibovespa, Gerdau PN declinou 8,78%, Usiminas desvalorizou-se 4,81% e CSN ON perdeu 3,96%.
O setor bancário também se destacou no noticiário hoje. Após o Unibanco antecipar seu resultado para a última sexta-feira, hoje foi a vez de o Itaú fazer o mesmo. O Bradesco também publicou seu balanço - mas conforme o cronograma já previsto. Além disso, o Banco Central anunciou mais uma medida a fim de prover liquidez ao sistema: anunciou a Circular 3.416 que prevê a redução do recolhimento compulsório sobre os depósitos à vista para instituições financeiras que adiantarem contribuições mensais ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
As ações do setor sustentaram-se em território positivo na maior parte do dia, mas sucumbiram à piora nos minutos finais do pregão: Bradesco PN caiu 4,35%, Itaú PN encerrou estável, Banco do Brasil ON cedeu 8,24% (este papel já operara em baixa durante o dia) e Unibanco Unit caiu 2,10%. Porém, Nossa Caixa ON subiu 0,37%.
27 de Outubro de 2008 19:00
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operou no terreno negativo hoje durante todo o pregão e renovou as mínimas do dia já no fim da sessão, alinhando-se à deterioração das Bolsas nos Estados Unidos, que também fecharam em queda.
O índice Bovespa encerrou as operações na mínima do dia, com queda de 6,50%, a 29.435,11 pontos, no menor nível desde 28 de outubro de 2005. Foi a quinta baixa consecutiva, com o índice acumulando uma perda de 25,37% nesse período. Na máxima de hoje, o Ibovespa alcançou 31.480 pontos (-0,01%).
"De repente, acelerou a queda no índice americano Dow Jones e o Ibovespa acompanhou. Não houve defesa na chamada (call) de fechamento", relatou o diretor de uma corretora em São Paulo.
Diante da ausência de investidores estrangeiros e da retração dos investidores locais, bem como do afastamento de especuladores ao longo da sessão - em razão da falta de expectativa para o curto prazo - a Bovespa encerrou os negócios do dia com um volume pequeno, de apenas R$ 3,245 bilhões - o menor desde 1º de setembro, quando o feriado do Dia do Trabalho nos EUA reduziu o giro no pregão brasileiro para apenas R$ 1,998 bilhão.
O noticiário e o comportamento desde cedo nas principais praças financeiras internacionais não ajudaram a justificar uma melhora. No fim de semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou acordos de ajuda financeira com a Ucrânia e a Hungria, na esteira da Islândia na sexta-feira passada. Na madrugada, a Coréia do Sul anunciou o maior corte de juro de sua história, de 0,75 ponto porcentual, para 2,5% ao ano; e o Kuwait deu início a um programa para ajudar os bancos, depois de ser obrigado a garantir os depósitos da segunda maior instituição do país.
O dia amanheceu bastante ruim, com a Ásia novamente ladeira abaixo, movimento posteriormente acompanhado pela Europa. Logo cedo, o G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo) alertou para os riscos da apreciação do iene, que ajudou a derrubar as ações na Bolsa de Tóquio. O Nikkei terminou na mínima em 26 anos depois, de cair mais de 6%. A Bolsa de Hong Kong fechou em queda superior a 12%. Na Europa, a jornada também foi negativa: a bolsa londrina caiu 0,79% e a parisiense cedeu 3,96%. Em Frankfurt, contudo, a bolsa encerrou a sessão com valorização de 0,91%.
Nos EUA, a semana começou com volatilidade nas bolsas americanas, que oscilaram entre os territórios positivo e negativo ao longo do dia. No noticiário, a inesperada elevação nas vendas de imóveis novos nos país em setembro. Após cair ao menor nível em 17 anos em agosto, as vendas subiram 2,7% no mês passado, para 464 mil unidades, surpreendendo os economistas que esperavam 455 mil unidades vendidas em setembro.
No encerramento, contudo, as bolsas no EUA "mergulharam". O Dow Jones registrou baixa de 2,42%; o S&P-500 caiu 3,18% e o Nasdaq 100 cedeu 2,97%.
Ações
A recuperação do petróleo, inclusive, foi o que ajudou a aliviar as perdas na Bovespa na parte da tarde, uma vez que amenizou o declínio das ações da Petrobras - um dos fatores que pressionaram o índice local em baixa, tendo em vista a participação significativa dos papéis na carteira do Ibovespa.
Mas o respiro da matéria-prima (commodity) não durou no mercado internacional, bem como o seu efeito benigno sobre o mercado brasileiro. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro encerrou a US$ 63,22, em queda de 1,45%, no menor nível desde maio de 2007. Na Bovespa, a ação preferencial (PN) da Petrobras perdeu 11,23% e a ordinárias (ON) caiu 9,28%.
Outra pressão de baixa veio das ações da Vale e de algumas siderúrgicas. Apesar da alta nos preços dos metais, notícias e relatórios desfavoráveis no que diz respeito à demanda afetaram os papéis. A ação PN classe A (PNA) da Vale caiu 8,21% e a ON da mineradora recuou 9,39%. Entre as siderúrgicas listadas no Ibovespa, Gerdau PN declinou 8,78%, Usiminas desvalorizou-se 4,81% e CSN ON perdeu 3,96%.
O setor bancário também se destacou no noticiário hoje. Após o Unibanco antecipar seu resultado para a última sexta-feira, hoje foi a vez de o Itaú fazer o mesmo. O Bradesco também publicou seu balanço - mas conforme o cronograma já previsto. Além disso, o Banco Central anunciou mais uma medida a fim de prover liquidez ao sistema: anunciou a Circular 3.416 que prevê a redução do recolhimento compulsório sobre os depósitos à vista para instituições financeiras que adiantarem contribuições mensais ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
As ações do setor sustentaram-se em território positivo na maior parte do dia, mas sucumbiram à piora nos minutos finais do pregão: Bradesco PN caiu 4,35%, Itaú PN encerrou estável, Banco do Brasil ON cedeu 8,24% (este papel já operara em baixa durante o dia) e Unibanco Unit caiu 2,10%. Porém, Nossa Caixa ON subiu 0,37%.
Dow Jones fecha no nível mais baixo desde abril de 2003
por agência ESTADO
27 de Outubro de 2008 19:29
O mercado norte-americano de ações voltou a fechar em queda. O índice Dow Jones fechou no nível mais baixo desde 1º de abril de 2003, o Nasdaq no nível mais baixo desde 21 de maio de 2003 e o S&P-500, no nível mais baixo desde 31 de março de 2003.
O índice Dow Jones fechou em queda de 203,18 pontos, ou 2,42%, em 8.175,77 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 46,13 pontos, ou 2,97%, em 1.505,90 pontos. O S&P-500 caiu 27,85 pontos, ou 3,18%, para fechar em 848,92 pontos. O NYSE Composite recuou 140,20 pontos, ou 2,58%, para 5.287,34 pontos.
Operadores disseram que o noticiário sobre o impacto da crise financeira na Ucrânia e na Hungria e o segundo rebaixamento de nota de crédito (rating) da General Motors em um mês pela Moody's pesaram no sentimento do mercado. Isso contrabalançou o impacto do indicador positivo de vendas de imóveis residenciais nos EUA em setembro e do início do programa do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para melhorar as condições de liquidez do mercado de commercial papers (um tipo de nota promissória).
Para Gordon Fowler, da Glenmede, a situação atual "se parece mais com os problemas econômicos que tivemos no período de quebras e pânico que antecedeu a 2ª Guerra Mundial do que com a série de saltos e quebras que tivemos nos últimos 50 anos".
Das 30 componentes do Dow Jones, 27 ações fecharam em queda. O destaque positivo foi Verizon Communications, com alta de 10,09%, em reação a seu informe de resultados. As ações da GM caíram 8,40%, depois de novo rebaixamento de rating pela Moody's. As ações do setor financeiro subiram na abertura, em reação ao início do programa de financiamento à compra de commercial papers do Fed, mas cederam no final (Citigroup caiu 3,38% e JPMorgan Chase perdeu 4,04%). As ações do setor de petróleo também caíram, em reação à nova baixa dos preços do produto (ExxonMobil cedeu 4,27% e Chevron recuou 3,44%). O fraco índice de atividade industrial do Meio-Oeste, divulgado pela distrital do Fed de Chicago, fez caírem ações de indústrias como Boeing (-6,37%) e DuPont (-5,22%). As informações são da Dow Jones.
27 de Outubro de 2008 19:29
O mercado norte-americano de ações voltou a fechar em queda. O índice Dow Jones fechou no nível mais baixo desde 1º de abril de 2003, o Nasdaq no nível mais baixo desde 21 de maio de 2003 e o S&P-500, no nível mais baixo desde 31 de março de 2003.
O índice Dow Jones fechou em queda de 203,18 pontos, ou 2,42%, em 8.175,77 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 46,13 pontos, ou 2,97%, em 1.505,90 pontos. O S&P-500 caiu 27,85 pontos, ou 3,18%, para fechar em 848,92 pontos. O NYSE Composite recuou 140,20 pontos, ou 2,58%, para 5.287,34 pontos.
Operadores disseram que o noticiário sobre o impacto da crise financeira na Ucrânia e na Hungria e o segundo rebaixamento de nota de crédito (rating) da General Motors em um mês pela Moody's pesaram no sentimento do mercado. Isso contrabalançou o impacto do indicador positivo de vendas de imóveis residenciais nos EUA em setembro e do início do programa do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para melhorar as condições de liquidez do mercado de commercial papers (um tipo de nota promissória).
Para Gordon Fowler, da Glenmede, a situação atual "se parece mais com os problemas econômicos que tivemos no período de quebras e pânico que antecedeu a 2ª Guerra Mundial do que com a série de saltos e quebras que tivemos nos últimos 50 anos".
Das 30 componentes do Dow Jones, 27 ações fecharam em queda. O destaque positivo foi Verizon Communications, com alta de 10,09%, em reação a seu informe de resultados. As ações da GM caíram 8,40%, depois de novo rebaixamento de rating pela Moody's. As ações do setor financeiro subiram na abertura, em reação ao início do programa de financiamento à compra de commercial papers do Fed, mas cederam no final (Citigroup caiu 3,38% e JPMorgan Chase perdeu 4,04%). As ações do setor de petróleo também caíram, em reação à nova baixa dos preços do produto (ExxonMobil cedeu 4,27% e Chevron recuou 3,44%). O fraco índice de atividade industrial do Meio-Oeste, divulgado pela distrital do Fed de Chicago, fez caírem ações de indústrias como Boeing (-6,37%) e DuPont (-5,22%). As informações são da Dow Jones.
Real vs. Dollar, após 24/10..suportes e resistências...
domingo, 26 de outubro de 2008
IBOV...após 24/10...tendência de queda persiste...

O Ibovespa abriu na máxima em 33.809 pontos e impulsionado pelos índices futuros em forte queda, foi buscar suporte em 30.880 pontos na primeira meia hora de pregão. Com a recuperação do desempenho de DJI, reagiu até os 32 mil pontos. A partir daí e sintonizada com DJI, foi buscar a mínima em 30.787 pontos (-8,94%), nas última horas de pregão, retomou o processo de alta indo encontrar resistência em 32.170 pontos, para refluir em seguida, finalizando em 31.481 pontos (-4,79%).
Análise: O "candle" produzido no gráfico diário se assemelha a um "marubozu cheio" com predominância da pressão vendedora. Os principais indicadores dos gráficos diário sinalizam tendência de queda e no de "30 minutos", alguns indicadores passaram a sinalizar a tendência de reversão, provocada pela recuperação nas últimas horas de pregão. A possibilidade de uma abertura novamente em baixa poderá realçar a conclusão da formação de um triângulo de queda, que em caso de rompimento do suporte nos 30.787 pontos, podera levar o Ibovespa a buscar os 30 mil pontos novamente, com objetivos de queda posteriormente, nos 29 mil e nos 28 mil pontos. Essa tendência deverá ser confirmada pelos índices futuros do Ibovespa e dos mercados futuros, antes da abertura dos pregões.
Suportes imediatos em 31.200, 30.200, 29.800, 28.500 e 27.010 pontos.
Resistências imediatas em 32.000, 32.500, 33.300, 34.500 e 36.500 pontos.
Futuros de Commodities em 24/10 e projeções para a ultima semana de outubro

Commodity Futures
Situação em 24/10
Fonte: Bloomberg
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 961.82 -27.96 959.59 971.09 939.64
S&P GSCI 427.96 -19.31 441.52 441.52 420.02
RJ/CRB Commodity 256.00 -8.51 262.21 264.51 255.82
Rogers Intl 2999.98 -105.98 3082.76 3083.01 2942.37
Brookshire Intl 326.43 -10.63 323.26 330.17 322.31
Situação em 17/10
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 1054.62 22.00 1033.60 1066.21 1029.58
S&P GSCI 474.74 10.63 475.66 485.44 464.27
RJ/CRB Commodity 282.14 6.48 275.85 284.08 275.36
Rogers Intl 3296.71 71.05 3321.30 3352.90 3224.10
Brookshire Intl 359.30 7.28 353.76 364.70 352.66
Variação semanal 17/10 a 24/10
INDICE Fechamento (17/10) Fechamento(24/10) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1054.62 961.82 - 8,80%
S&P GSCI 474.74 427.96 -9,85%
RJ/CRB Commodity 282.14 256.00 -9,26%
Rogers Intl 3296.71 2999.98 -9,00%
Brookshire Intl 359.30 326.43 -9,15%
Análise:
Comparando em base semanal (fechamento 17/10 x fechamento 24/10), podemos observar forte queda nos preços de commodities, acima de 9 % em média, acumulando nestas últimas quatro semanas cerca de 36% de queda nos principais índices, depois de uma primeira semana do mês em que ocorrera recuperação de +2%.
Observando os principais gráficos podemos constatar queda superior a 1/3 nos mercados de commodities quando comparados aos preços médios praticados há um ano atrás. Nem o anúncio de cortes na produção de petróleo decidida pela OPEP nesta última semana, conseguiu reverter a continuidade da queda dessa commoditie negociada próxima dos US$ 60 o barril. O "candle" formado no gráfico semanal, se assemelha a um "marubozu" cheio, traduzindo o total predomínio da pressão vendedora, nesta semana. Portanto, uma alta probabilidade de continuidade da queda, é o cenário previsto na próxima semana.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
DJI...após 24/10...pode acionar "circuit breaker" novamente...

DJI abriu em 8.683 pontos e com os índices futuros em queda, refluiu rapidamente até a mínima do dia em 8.190 pontos ( -5.76%), praticamente em "circuit braker". A partir daí, iniciou um processo lento de recuperação até encontrar resistência nos 8.500 pontos (- 2,02%), parecendo esboçar reação para zerar as perdas do dia. A reação contrária da pressão vendedora, foi de tal monta, que DJI refluiu até encontrar suporte em 8.235 pontos ( -5,25%), praticamente devolvendo todo ganho da fase ascendente, da primeira estapa do pregão. A partir daí novamente retomou reação positiva conseguindo recuperar a resistência em 8.564 pontos, quando com a piora dos indicadores futuros, retomou sua tendência de queda, fechando em 8.379 pontos ( -3,59%).
Análise: Em dia de muita volatilidade DJI mostrou objetivamente que perdeu a referência fundamentalista e se movimentou orientado pela análise gráfica. Repetindo o ocorrido na sessão anterior, operou de forma a manter como pivô o suporte nos 8.400pontos, e objetivos de alta na resistência nos 8.570 pontos para depois refluir zerando novamente no pivô. O "candle" formado no gráfico diário se apresenta com figura intermediária entre um "martelo cheio" e um "marubozu cheio", sinalizando uma probabilidade maior da tendência de queda. Todos indicadores do gráfico diário estão sinalizando a continuidade da queda. Os índices futuros antes da abertura dos pregões, deverão sinalizar com maior clareza, a tendência principal da abertura.
Resistências em 8.480, 8.670 e 8.870 pontos.
Suportes em 8.290, 8.100, 7940, 7830 e 7.700 pontos.
Ibovespa cai 6,91% e acumula perda de 50% no ano
por agência ESTADO
24 de Outubro de 2008 18:51
A Bovespa voltou a ser fortemente afetada hoje pela significativa deterioração dos mercados financeiros globais, em meio a uma nova onda de apreensão com o rumo da economia mundial. Diante do forte processo de desmonte de posições ao redor do mundo, as ações brasileiras não escaparam das vendas. O Ibovespa encerrou o dia em queda de 6,91%, aos 31.481,55 pontos - o menor patamar desde o fechamento do dia 25 de novembro de 2005 (31.357,55). Durante o dia, oscilou da mínima de 30.788 pontos (-8,96%) à máxima de 33.809 pontos (-0,03%). O volume financeiro totalizou R$ 4,472 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumulou uma perda de 13,50%. No mês, a queda alcança 36,45% e, no ano, 50,72%.
No aniversário de 79 anos da Quinta-feira Negra que marcou o início da fissura que engoliria Wall Street em 1929, os mercados internacionais tiveram um dia de perdas. Na Ásia, todas as bolsas regionais fecharam no território negativo. A de Tóquio caiu 9,6%, para o seu menor nível desde abril de 2003. Na Europa, a Bolsa de Londres caiu 5%, refletindo a notícia de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido caiu 0,5% no terceiro trimestre - a primeira contração desde a registrada no segundo trimestre de 1992.
Em Wall Street, pela primeira vez em pelo menos cinco anos, os índices futuros de ações tiveram suas operações interrompidas após atingirem o limite diário de queda. A paralisação ocorreu logo cedo, por volta das 8 horas (de Brasília), com o Nasdaq em baixa de 6,76% e o S&P-500 em queda de 6,56%. O Dow Jones futuro foi congelado em queda de 6,3%. No fechamento do dia, no mercado à vista, o Dow Jones registrou queda de 3,59%, o S&P-500 caiu 3,45% e o Nasdaq cedeu 3,23%. Informação do Wall Street Journal de que o Departamento do Tesouro está considerando comprar participações acionárias nas companhias de seguro ajudou a reduzir as perdas.
Petrobras
Ainda do exterior, pesou sobre as ações da Petrobras a queda superior a 5% nos preços do petróleo, apesar do anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de que cortará a produção do óleo em 1,5 milhão de barris por dia. Petrobras PN recuou 10,13% e Petrobras ON perdeu 10,19%.
Unibanco
Mas a ação que concentrou as atenções do mercado hoje foi a Unit do Unibanco. O papel liderou as quedas do Ibovespa em parte do dia. O banco antecipou hoje a apresentação do seu resultado no terceiro trimestre do ano, em que registrou lucro líquido recorrente de R$ 704 milhões no período (não auditado), um aumento de 5,6% sobre igual intervalo de 2007. De acordo com a assessoria de imprensa do Unibanco, a antecipação foi necessária porque nos últimos dias a instituição financeira estava com dificuldades em esclarecer as dúvidas do mercado por estar em período de silêncio (obrigatório antes do balanço). O Unibanco ainda divulgou dados sobre suas operações com derivativos indexados à variação cambial.
Em resposta à queda da ação, o Conselho de Administração do Unibanco dobrou o limite de Units que podem ser adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado em 13 de fevereiro deste ano. O programa passa a ser de até 40 milhões de Units. No fechamento, a ação registrou queda de 8,70%, após cair 22,43% na mínima do dia.
Ainda entre as ações do setor listadas no Ibovespa, Itaú PN caiu 10,67%, Bradesco PN recuou 7,36% e Banco do Brasil caiu 2,60%.
Vale
O clima adverso no ambiente acionário global ofuscou os resultados recorde apresentados ontem, após o fechamento do mercado, pela Vale. O lucro líquido da mineradora foi de R$ 12,433 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 166,9% sobre o mesmo período do ano passado. Isso amortizou, mas não impediu a queda das ações: Vale PNA perdeu 5,36% e Vale ON caiu 4,91%. "Foi como dar um anel da Tiffany's para a esposa e ela dizer que não gostou", comparou um profissional da área de renda variável.
No encerramento do dia, lideraram as perdas do índice, composto por 66 papéis: Aracruz PNB (-13,73%), Lojas Americanas PN (-13,71%) e ALL Unit (-13,67%). E apenas quatro ações registraram valorização: Telesp PN (+5,63%), Sabesp ON (+3,27%), Brasil Telecom PN (+1,65%) e Telemar Norte Leste PNA (+0,54%).
24 de Outubro de 2008 18:51
A Bovespa voltou a ser fortemente afetada hoje pela significativa deterioração dos mercados financeiros globais, em meio a uma nova onda de apreensão com o rumo da economia mundial. Diante do forte processo de desmonte de posições ao redor do mundo, as ações brasileiras não escaparam das vendas. O Ibovespa encerrou o dia em queda de 6,91%, aos 31.481,55 pontos - o menor patamar desde o fechamento do dia 25 de novembro de 2005 (31.357,55). Durante o dia, oscilou da mínima de 30.788 pontos (-8,96%) à máxima de 33.809 pontos (-0,03%). O volume financeiro totalizou R$ 4,472 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumulou uma perda de 13,50%. No mês, a queda alcança 36,45% e, no ano, 50,72%.
No aniversário de 79 anos da Quinta-feira Negra que marcou o início da fissura que engoliria Wall Street em 1929, os mercados internacionais tiveram um dia de perdas. Na Ásia, todas as bolsas regionais fecharam no território negativo. A de Tóquio caiu 9,6%, para o seu menor nível desde abril de 2003. Na Europa, a Bolsa de Londres caiu 5%, refletindo a notícia de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido caiu 0,5% no terceiro trimestre - a primeira contração desde a registrada no segundo trimestre de 1992.
Em Wall Street, pela primeira vez em pelo menos cinco anos, os índices futuros de ações tiveram suas operações interrompidas após atingirem o limite diário de queda. A paralisação ocorreu logo cedo, por volta das 8 horas (de Brasília), com o Nasdaq em baixa de 6,76% e o S&P-500 em queda de 6,56%. O Dow Jones futuro foi congelado em queda de 6,3%. No fechamento do dia, no mercado à vista, o Dow Jones registrou queda de 3,59%, o S&P-500 caiu 3,45% e o Nasdaq cedeu 3,23%. Informação do Wall Street Journal de que o Departamento do Tesouro está considerando comprar participações acionárias nas companhias de seguro ajudou a reduzir as perdas.
Petrobras
Ainda do exterior, pesou sobre as ações da Petrobras a queda superior a 5% nos preços do petróleo, apesar do anúncio da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de que cortará a produção do óleo em 1,5 milhão de barris por dia. Petrobras PN recuou 10,13% e Petrobras ON perdeu 10,19%.
Unibanco
Mas a ação que concentrou as atenções do mercado hoje foi a Unit do Unibanco. O papel liderou as quedas do Ibovespa em parte do dia. O banco antecipou hoje a apresentação do seu resultado no terceiro trimestre do ano, em que registrou lucro líquido recorrente de R$ 704 milhões no período (não auditado), um aumento de 5,6% sobre igual intervalo de 2007. De acordo com a assessoria de imprensa do Unibanco, a antecipação foi necessária porque nos últimos dias a instituição financeira estava com dificuldades em esclarecer as dúvidas do mercado por estar em período de silêncio (obrigatório antes do balanço). O Unibanco ainda divulgou dados sobre suas operações com derivativos indexados à variação cambial.
Em resposta à queda da ação, o Conselho de Administração do Unibanco dobrou o limite de Units que podem ser adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado em 13 de fevereiro deste ano. O programa passa a ser de até 40 milhões de Units. No fechamento, a ação registrou queda de 8,70%, após cair 22,43% na mínima do dia.
Ainda entre as ações do setor listadas no Ibovespa, Itaú PN caiu 10,67%, Bradesco PN recuou 7,36% e Banco do Brasil caiu 2,60%.
Vale
O clima adverso no ambiente acionário global ofuscou os resultados recorde apresentados ontem, após o fechamento do mercado, pela Vale. O lucro líquido da mineradora foi de R$ 12,433 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 166,9% sobre o mesmo período do ano passado. Isso amortizou, mas não impediu a queda das ações: Vale PNA perdeu 5,36% e Vale ON caiu 4,91%. "Foi como dar um anel da Tiffany's para a esposa e ela dizer que não gostou", comparou um profissional da área de renda variável.
No encerramento do dia, lideraram as perdas do índice, composto por 66 papéis: Aracruz PNB (-13,73%), Lojas Americanas PN (-13,71%) e ALL Unit (-13,67%). E apenas quatro ações registraram valorização: Telesp PN (+5,63%), Sabesp ON (+3,27%), Brasil Telecom PN (+1,65%) e Telemar Norte Leste PNA (+0,54%).
Dow Jones cai 3,6%, ao menor nível desde abril de 2003
por Agência ESTADO
24 de Outubro de 2008 19:29
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, com o índice Dow Jones chegando ao fim do dia no nível mais baixo desde 25 de abril de 2003. O S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 11 de abril de 2003 e o Nasdaq no nível mais baixo desde 23 de maio de 2003. O Dow Jones caiu em 15 das últimas 19 semanas e acumula uma queda de 23% em outubro; se ele encerrar outubro com essa queda, vai igualar a sangria do crash de outubro de 1987 e superar as perdas do crash de outubro de 1929. Mais de US$ 10 trilhões em valor de capitalização do mercado desapareceram até agora neste mês, o que representa um terço da perda total já ocorrida neste ano.
O índice Dow Jones fechou hoje em queda de 312,30 pontos, ou 3,59%, em 8.378,95 pontos. A mínima foi em 8.187,48 pontos e a máxima em 8.683,21 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 51,88 pontos, ou 3,23%, em 1.552,03 pontos, com mínima em 1.493,79 pontos e máxima em 1.584,27 pontos. O S&P-500 caiu 31,34 pontos, ou 3,45%, para fechar em 876,77 pontos, com mínima em 852,85 pontos e máxima em 896,30 pontos. O NYSE Composite caiu 244,39 pontos, ou 4,31%, para 5.427,54 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 5,35%, o Nasdaq, uma perda de 9,31% e o S&P-500, uma baixa de 6,78%.
Nesta sexta, as Bolsas dos EUA acompanharam os mercados de ações de todo o mundo ao refletir o temor crescente de uma recessão global; pela manhã, foi anunciado que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido encolheu 0,5% no terceiro trimestre, na primeira contração desde 1992 (ano do colapso da libra no mercado de câmbio). A Bolsa de Moscou suspendeu os negócios até pelo menos terça-feira, depois de as ações russas chegarem a cair 14%. "Os indicadores macro estão sugerindo que a economia está muito pior do que o mercado vinha esperando", disse um corretor.
Para Jeffrey Pavlik, gerente do fundo de hedge Pavlik Capital Management, "o que está provocando isso é o dinheiro emprestado em posições em ações e derivativos. Quando essas posições vão contra você, você tem que colocar mais colateral, ou terá que vender esses instrumentos. Estamos vendo oscilações que ninguém pode prever. Sentar aqui e dizer que o S&P-500 oscilaria 5% por dia, não há ninguém no planeta que diria isso, mesmo seis meses atrás". O índice de volatilidade VIX, da Chicago Board Options Exchange (CBoE), fechou no nível recorde de 79,13, em alta de 16,71%, depois de ter estabelecido a máxima recorde de 89,53.
Todas as 30 componentes do Dow Jones fecharam em queda, com destaque para Bank of America (-8,39%) e Citigroup (-7,40%). As ações da Microsoft caíram 1,61%, em reação a seu informe de resultados. No setor financeiro, as ações do banco regional PNC Financial Services subiram 3,52%, depois de a instituição anunciar que vai comprar a National City Corp. por US$ 5,6 bilhões, sendo US$ 5,2 bilhões em recursos obtidos junto ao Tesouro dos EUA; as ações da National City caíram 24,73%. As informações são da Dow Jones.
24 de Outubro de 2008 19:29
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, com o índice Dow Jones chegando ao fim do dia no nível mais baixo desde 25 de abril de 2003. O S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 11 de abril de 2003 e o Nasdaq no nível mais baixo desde 23 de maio de 2003. O Dow Jones caiu em 15 das últimas 19 semanas e acumula uma queda de 23% em outubro; se ele encerrar outubro com essa queda, vai igualar a sangria do crash de outubro de 1987 e superar as perdas do crash de outubro de 1929. Mais de US$ 10 trilhões em valor de capitalização do mercado desapareceram até agora neste mês, o que representa um terço da perda total já ocorrida neste ano.
O índice Dow Jones fechou hoje em queda de 312,30 pontos, ou 3,59%, em 8.378,95 pontos. A mínima foi em 8.187,48 pontos e a máxima em 8.683,21 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 51,88 pontos, ou 3,23%, em 1.552,03 pontos, com mínima em 1.493,79 pontos e máxima em 1.584,27 pontos. O S&P-500 caiu 31,34 pontos, ou 3,45%, para fechar em 876,77 pontos, com mínima em 852,85 pontos e máxima em 896,30 pontos. O NYSE Composite caiu 244,39 pontos, ou 4,31%, para 5.427,54 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 5,35%, o Nasdaq, uma perda de 9,31% e o S&P-500, uma baixa de 6,78%.
Nesta sexta, as Bolsas dos EUA acompanharam os mercados de ações de todo o mundo ao refletir o temor crescente de uma recessão global; pela manhã, foi anunciado que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido encolheu 0,5% no terceiro trimestre, na primeira contração desde 1992 (ano do colapso da libra no mercado de câmbio). A Bolsa de Moscou suspendeu os negócios até pelo menos terça-feira, depois de as ações russas chegarem a cair 14%. "Os indicadores macro estão sugerindo que a economia está muito pior do que o mercado vinha esperando", disse um corretor.
Para Jeffrey Pavlik, gerente do fundo de hedge Pavlik Capital Management, "o que está provocando isso é o dinheiro emprestado em posições em ações e derivativos. Quando essas posições vão contra você, você tem que colocar mais colateral, ou terá que vender esses instrumentos. Estamos vendo oscilações que ninguém pode prever. Sentar aqui e dizer que o S&P-500 oscilaria 5% por dia, não há ninguém no planeta que diria isso, mesmo seis meses atrás". O índice de volatilidade VIX, da Chicago Board Options Exchange (CBoE), fechou no nível recorde de 79,13, em alta de 16,71%, depois de ter estabelecido a máxima recorde de 89,53.
Todas as 30 componentes do Dow Jones fecharam em queda, com destaque para Bank of America (-8,39%) e Citigroup (-7,40%). As ações da Microsoft caíram 1,61%, em reação a seu informe de resultados. No setor financeiro, as ações do banco regional PNC Financial Services subiram 3,52%, depois de a instituição anunciar que vai comprar a National City Corp. por US$ 5,6 bilhões, sendo US$ 5,2 bilhões em recursos obtidos junto ao Tesouro dos EUA; as ações da National City caíram 24,73%. As informações são da Dow Jones.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
IBOV...após 21/10...triângulo de baixa pode levar aos 36 mil pontos...

O Ibovespa abriu em 39.439 pontos e impulsionado pelos índices futuros em queda, foi buscar suporte na mínima em 38.083 pontos (-3,44%), ainda na primeira metade do pregão. Com a recuperação do desempenho de DJI, reagiu "zerando" as perdas até encontrar resistência em 39.980 pontos (+1,36%), cumprindo seu objetivo de alta. Com a forte queda de DJI, nas última horas de pregão, retomou o processo anterior de queda, finalizando em 39.043 pontos (-1,01%).
Análise: Em dia de muita volatilidade, com DJI, oscilando praticamente entre a mínima e a máxima, na segunda metade do pregão, o Ibovespa conseguiu a "façanha" de finalizar com perdas de apenas 1%. O "candle" produzido no gráfico diário se assemelha a um "doji cheio" com predominância da pressão vendedora. Os principais indicadores dos gráficos diário e de "30 minutos" passaram a sinalizar a tendência de queda. A finalização do ciclo de alta, pode levar o Ibovespa a reverter o ganho alcançado nos últimos pregões, se confirmar a formação do "triângulo de baixa" com vértice na máxima próximo aos 40 mil pontos e pivô nos 38 mil pontos, projetando o Ibovespa novamente na casa dos 36 mil pontos. Essa tendência deverá ser confirmada pelos índices futuros do Ibovespa e dos mercados futuros, antes da abertura dos pregões.
Suportes imediatos em 38.100, 37.300, 36.700, 36.200 e 32.800 pontos.
Resistências imediatas em 39.070, 39.600 e 41.900 pontos.
DJI...após 21/10...triângulo de queda com objetivo em 8.700 pontos...

DJI abriu em 9.263 pontos e com os índices futuros em queda, refluiu até o patamar dos 9.000 pontos, ao buscar a mínima em 9.004 pontos. A partir daí conseguiu esboçar reação de forma lenta e gradual até "zerar" novamente, vindo atingir sua máxima em 9.283 pontos (+0,19%). Na última hora de pregão porém, devolveu toda alta conseguida, retornando novamente à casa dos 9.000 pontos, obtendo suporte em 9.011pontos, para fechar logo após em 9.033 pontos (-2,50%).
Análise: DJI não conseguiu alcançar o objetivo dos 9.320 pontos que o levaria ao patamar dos 9.500 pontos, novamente. Por outro lado, a perda do suporte nos 9.005 pontos poderá levar DJI ao objetivo do "triângulo de baixa" formado, em 8.770 pontos. O "candle" formado no gráfico diário se assemelha a um "marubozu cheio", mostrando a forte predominância da pressão vendedora, principalmente no final do pregão. Os principais indicadores no gráfico diário e no de "30 minutos" passaram a sinalizar a tendência de queda.
O desempenho dos índices futuros, antes da abertura, deverá confimar a intensidade da tendência preponderante.
Resistências em 9.160, 9.210 e 9.320 pontos.
Suportes em 9.000, 8.850, 8.770 e 8.500 pontos.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Bovespa segue perdas em NY e fecha em baixa
por Agência ESTADO
21 de Outubro de 2008 18:50
A terça-feira foi uma típica sessão de realização de lucros na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), com os investidores encontrando suporte nas baixas em Nova York para embolsar parte dos lucros da véspera, quando o Ibovespa subiu mais de 8%.
Após as 16 horas (de Brasília), a diminuição das perdas em Wall Street permitiu a recuperação dos negócios domésticos, levando o Ibovespa, inclusive a operar em alta, amparado ainda na reversão da queda nas ações da Petrobras e na aceleração da alta dos papéis da Vale. Porém, os ganhos não se sustentaram até o fechamento dos negócios. A volta de Petrobras para o vermelho e a nova ampliação das baixas nos Estados Unidos levaram o Ibovespa à queda.
No encerramento, o índice e registrou declínio de 1,01%, a 39.043,39 pontos. Na mínima, o Ibovespa bateu 38.083 pontos, em baixa de 3,44%, e, na máxima, o indicador subiu 1,37% a 39.980 pontos. O volume financeiro somou R$ 4,382 bilhões. No mês, o índice acumula perda de 21,19% e no ano, de 38,39%.
"As notícias têm reforçado a determinação dos governos e dos bancos centrais em injetar recursos nos bancos e no mercado", afirmou um experiente profissional do mercado financeiro, destacando hoje o pacote de ajuda aos fundos mútuos de mercado monetário nos Estados Unidos. "E isso é positivo", afirmou. "Mas o mercado segue com tom negativo por conta da expectativa de recessão. E os indicadores macroeconômicos não têm vindo nada bons", completou p profissional. O plano a que ele se refere é a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de financiar até US$ 540 bilhões em compras de dívida de curto prazo dos fundos mútuos de mercado monetário.
Em Wall Street, o noticiário corporativo ofuscou a melhora nos mercados de crédito no exterior e manteve os índices acionários pressionados em território negativo na maior parte do dia. A gigante industrial DuPont e as empresas de tecnologia Texas Instruments e Sun Microsystems divulgaram alerta de resultado, enquanto as taxas de empréstimo entre os bancos seguiram registrando declínio, uma indicação de que o dinheiro começa a fluir no mercado de crédito. À tarde, as Bolsas americanas reduziram a queda, coincidindo com a divulgação do montante de US$ 540 bilhões de ajuda aos investidores do mercado monetário.
Em Nova York, o índice Dow Jones encerrou em queda de 2,50%, o S&P-500 recuou 3,08% e o Nasdaq 100 cedeu 4,14%. "E a Bovespa está sem tendência, colada nas Bolsas dos Estados Unidos. Se lá melhora, aqui melhora e vice-versa", resumiu o diretor de uma corretora em São Paulo.
Ainda do exterior, a queda nos preços do petróleo corroborou o declínio do Ibovespa, em razão do efeito sobre as ações da Petrobras - apesar de os papéis mostrarem um ensaio de melhora à tarde. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo tipo WTI para novembro, que venceu hoje, terminou em queda de 4,53%, a US$ 70,89 o barril.
Ações
Na Bovespa, as ações preferenciais (PN) da Petrobras recuaram 1,54% e as ordinárias (ON) caíram 0,98%.
As ações da Vale, por sua vez, sustentaram os ganhos até o fim. Os papéis da mineradora encontraram suporte na expectativa positiva em torno dos resultados da Vale, que serão divulgados na quinta-feira (dia 23), após o fechamento do mercado doméstico, e em rumores, negados pela empresa, de que a companhia teria feito nova oferta de compra da anglo-suíça Xstrata. As ações PN classe A (PNA) da Vale encerraram o dia em alta de 1,15% e as ações ON subiram 1,02%.
As ações do setor da construção civil seguiram entre as maiores altas do Ibovespa, ainda sob efeito da sinalização de que governo brasileiro poderá ajudar as empresas da área em meio aos efeitos da crise financeira internacional, que tende a reduzir a oferta de crédito. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo está elaborando um sistema para viabilizar de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões para financiamento ao setor. As ações ON da Rossi Residencial subiram 11,94% e liderou os gahos no índice, seguida pelos papéis ON da JBS, com avanço de 10,39%, e Gafisa ON, com alta de 7,41%.
As maiores quedas do índice foram registradas pelos units da ALL, em baixa de 11,79%, BM&FBovespa ON (-5,91%) e Tim Participações PN (-5,87%).
21 de Outubro de 2008 18:50
A terça-feira foi uma típica sessão de realização de lucros na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), com os investidores encontrando suporte nas baixas em Nova York para embolsar parte dos lucros da véspera, quando o Ibovespa subiu mais de 8%.
Após as 16 horas (de Brasília), a diminuição das perdas em Wall Street permitiu a recuperação dos negócios domésticos, levando o Ibovespa, inclusive a operar em alta, amparado ainda na reversão da queda nas ações da Petrobras e na aceleração da alta dos papéis da Vale. Porém, os ganhos não se sustentaram até o fechamento dos negócios. A volta de Petrobras para o vermelho e a nova ampliação das baixas nos Estados Unidos levaram o Ibovespa à queda.
No encerramento, o índice e registrou declínio de 1,01%, a 39.043,39 pontos. Na mínima, o Ibovespa bateu 38.083 pontos, em baixa de 3,44%, e, na máxima, o indicador subiu 1,37% a 39.980 pontos. O volume financeiro somou R$ 4,382 bilhões. No mês, o índice acumula perda de 21,19% e no ano, de 38,39%.
"As notícias têm reforçado a determinação dos governos e dos bancos centrais em injetar recursos nos bancos e no mercado", afirmou um experiente profissional do mercado financeiro, destacando hoje o pacote de ajuda aos fundos mútuos de mercado monetário nos Estados Unidos. "E isso é positivo", afirmou. "Mas o mercado segue com tom negativo por conta da expectativa de recessão. E os indicadores macroeconômicos não têm vindo nada bons", completou p profissional. O plano a que ele se refere é a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de financiar até US$ 540 bilhões em compras de dívida de curto prazo dos fundos mútuos de mercado monetário.
Em Wall Street, o noticiário corporativo ofuscou a melhora nos mercados de crédito no exterior e manteve os índices acionários pressionados em território negativo na maior parte do dia. A gigante industrial DuPont e as empresas de tecnologia Texas Instruments e Sun Microsystems divulgaram alerta de resultado, enquanto as taxas de empréstimo entre os bancos seguiram registrando declínio, uma indicação de que o dinheiro começa a fluir no mercado de crédito. À tarde, as Bolsas americanas reduziram a queda, coincidindo com a divulgação do montante de US$ 540 bilhões de ajuda aos investidores do mercado monetário.
Em Nova York, o índice Dow Jones encerrou em queda de 2,50%, o S&P-500 recuou 3,08% e o Nasdaq 100 cedeu 4,14%. "E a Bovespa está sem tendência, colada nas Bolsas dos Estados Unidos. Se lá melhora, aqui melhora e vice-versa", resumiu o diretor de uma corretora em São Paulo.
Ainda do exterior, a queda nos preços do petróleo corroborou o declínio do Ibovespa, em razão do efeito sobre as ações da Petrobras - apesar de os papéis mostrarem um ensaio de melhora à tarde. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo tipo WTI para novembro, que venceu hoje, terminou em queda de 4,53%, a US$ 70,89 o barril.
Ações
Na Bovespa, as ações preferenciais (PN) da Petrobras recuaram 1,54% e as ordinárias (ON) caíram 0,98%.
As ações da Vale, por sua vez, sustentaram os ganhos até o fim. Os papéis da mineradora encontraram suporte na expectativa positiva em torno dos resultados da Vale, que serão divulgados na quinta-feira (dia 23), após o fechamento do mercado doméstico, e em rumores, negados pela empresa, de que a companhia teria feito nova oferta de compra da anglo-suíça Xstrata. As ações PN classe A (PNA) da Vale encerraram o dia em alta de 1,15% e as ações ON subiram 1,02%.
As ações do setor da construção civil seguiram entre as maiores altas do Ibovespa, ainda sob efeito da sinalização de que governo brasileiro poderá ajudar as empresas da área em meio aos efeitos da crise financeira internacional, que tende a reduzir a oferta de crédito. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o governo está elaborando um sistema para viabilizar de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões para financiamento ao setor. As ações ON da Rossi Residencial subiram 11,94% e liderou os gahos no índice, seguida pelos papéis ON da JBS, com avanço de 10,39%, e Gafisa ON, com alta de 7,41%.
As maiores quedas do índice foram registradas pelos units da ALL, em baixa de 11,79%, BM&FBovespa ON (-5,91%) e Tim Participações PN (-5,87%).
Bolsa de NY cai com balanços e temor de recessão
por Agência ESTADO
21 de Outubro de 2008 19:19
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, com os principais índices devolvendo mais da metade dos ganhos de ontem. O mercado reagiu a informes de resultados de empresas e voltou a mostrar preocupação com a perspectiva de uma recessão global.
O índice Dow Jones fechou em queda de 231,77 pontos, ou 2,50%, em 9.033,66 pontos. A mínima foi em 9.004,27 pontos e a máxima em 9.284,55 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 73,35 pontos, ou 4,14%, em 1.696,68 pontos. O S&P-500 caiu 30,35 pontos, ou 3,08%, para fechar em 955,05 pontos. O NYSE Composite caiu 236,26 pontos, ou 3,76%, para 6.051,34 pontos.
Entre as ações de empresas que divulgaram resultados do terceiro trimestre, os destaques foram American Express (+8,38%), Texas Instruments (-10,84%), DuPont (-7,99%), 3M (+4,40%), Caterpillar (-5,06%), US Bancorp (-2,96%) e National City Corp. (+2,40%). As ações do setor de tecnologia, agora vistas como um termômetro das expectativas quanto ao desempenho da economia global, caíram (Hewlett-Packard perdeu 7,22%, Intel recuou 4,93% e Microsoft, 5,50%). Entre as ações de empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Apple (-7,06%) e Yahoo! (-6,14%). As informações são da Dow Jones.
21 de Outubro de 2008 19:19
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, com os principais índices devolvendo mais da metade dos ganhos de ontem. O mercado reagiu a informes de resultados de empresas e voltou a mostrar preocupação com a perspectiva de uma recessão global.
O índice Dow Jones fechou em queda de 231,77 pontos, ou 2,50%, em 9.033,66 pontos. A mínima foi em 9.004,27 pontos e a máxima em 9.284,55 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 73,35 pontos, ou 4,14%, em 1.696,68 pontos. O S&P-500 caiu 30,35 pontos, ou 3,08%, para fechar em 955,05 pontos. O NYSE Composite caiu 236,26 pontos, ou 3,76%, para 6.051,34 pontos.
Entre as ações de empresas que divulgaram resultados do terceiro trimestre, os destaques foram American Express (+8,38%), Texas Instruments (-10,84%), DuPont (-7,99%), 3M (+4,40%), Caterpillar (-5,06%), US Bancorp (-2,96%) e National City Corp. (+2,40%). As ações do setor de tecnologia, agora vistas como um termômetro das expectativas quanto ao desempenho da economia global, caíram (Hewlett-Packard perdeu 7,22%, Intel recuou 4,93% e Microsoft, 5,50%). Entre as ações de empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Apple (-7,06%) e Yahoo! (-6,14%). As informações são da Dow Jones.
VALE5...após 20/10...tendência de alta continua...

VALE 5 está também construindo um canal de alta a partir da reação, ocorrida nos últimos dois pregões anteriores, quando assegurou o suporte dos 22 e dos 24 reais. A forte alta de 12,70 % em dia de exercício de opções, pode ser interpretada como uma tentativa de demonstrar que esses suportes deverão ser mantidos também para o próximo exercício da série K, em novembro deste ano. O "candle" formado é um "marubozu vazio" demonstrando o forte predomínio da força compradora durante todo pregão, alavancada por ordens de compras de ações pela Tesouraria da própria VALE, de conformidade com a deliberação aprovada pela diretoria, na semana passada. Indicadores dos gráficos diário e de "30 minutos" sinalizam a continuidade da tendência de alta.
Suportes imediatos em 25,50 e 23,20
Resistências imediatas em 27,80; 28,00; 28,50 e 29,10
PETR4 ...após 20/10...tendência de alta persiste...

Petr4 está tentando construir um canal de alta a partir da reação, nos pregões anteriores, no suporte dos 22 reais. A alta de 11% em dia de exercício de opções, procurou demonstrar ao mercado que aquele suporte será provavelmente mantido no exercício da série K, em novembro deste ano. O "candle" formado é um "marubozu vazio" demonstrando predomínio da força compradora durante todo pregão. Indicadores dos gráficos diário e de "30 minutos" sinalizam a continuidade da tendência de alta.
Suportes imediatos em 24,70; 23,50 e 22,40
Resistências imediatas em 25,50; 26,20; 26,70; 27,30 e 29,00
IBOV...após 20/10...tendência de alta com muita volatilidade...

O Ibovespa abriu na mínima em 36.401 pontos e impulsionado pelos índices futuros em forte alta, retomou os 37 e os 38 mil pontos, ainda na primeira metade do pregão, em dia de vencimento de opções. Em sintonia com o desempenho de DJI, ainda nessa primeira parte do pregão, refluiu até encontrar suporte nos 37.200 pontos, dando a impressão de que poderia realizar. Com a recuperação de DJI, retomou o impulso anterior de alta, retomando também o patamar dos 39 mil pontos, até atingir a máxima, próximo ao fechamento em 39.453 pontos (+ 8,39%). Fechou logo após em 39.441 pontos (+ 8,38%).
Análise: Em dia de vencimento de opções, com forte pressão compradora, o Ibovespa conseguiu retomar os 39 mil pontos, aproveitando a forte recuperação de DJI. O "candle" produzido no gráfico diário é um "marubozu vazio" mostrando a predominância da força compradora do início até o final do pregão, conduzidos principalmente por Petro e VALE, além do setor siderúrgico, com altas de até dois dígitos. Os principais indicadores dos gráficos diário e de "30 minutos" passaram a sinalizar a continuidade da alta. Essa tendência poderá ser ou não confirmada pelo comportamento dos índices futuros do Ibovespa, antes da abertura dos pregões.
Suportes imediatos em 38.650, 37.850, 37.100 e 36.300 pontos.
Resistências imediatas em 39.700, 40.600, 42.900 e 43.300 pontos.
DJI...após 20/10...tendência de alta com muita volatilidade...

DJI abriu na mínima em 8.852 pontos e com os índices futuros em alta, retomou o patamar dos 9.000 pontos, até encontrar resistência em 9.103 pontos. A partir daí refluiu até encontrar suporte nos 8.900 pontos. Na segunda metade do pregão retomou com força a alta, rompendo novamente os 9.103 pontos até encontrar nova resistência na máxima em 9.266 pontos (+4,67%) fechando logo após em 9.265 pontos (+4,66%).
Análise: Em dia em que prevaleceram notícias corporativas favoráveis e o anúncio pelo presidente Bernanke do FED de que um novo pacote de ajuda financeira, estaria sendo gestado, animou os mercados, fazendo com que DJI recuperasse os 9 mil pontos.
O "candle" formado no gráfico diário se assemelha a um "marubozu vazio", mostrando a forte predominância da pressão compradora, durante quase todo o pregão. Os principais indicadores no gráfico diário e no de "30 minutos" passaram a sinalizar a tendência de alta.
O desempenho dos índices futuros, antes da abertura, poderá confimar qual a tendência preponderante, na abertura dos pregões.
Resistências em 9.310, 9.380, 9.440 e 9.780 pontos.
Suportes em 9.120, 8.950 e 8.420 pontos.
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