segunda-feira, 17 de novembro de 2008

DJI...após 14/11...suportes e resistências


Após recuar até os 8.472 pontos na primeira metade do pregão, DJI iniciou uma recuperação até a última hora de pregão quando atingiu sua máxima em 8.922 pontos (+0,98%) dando a impressão de que fecharia em alta. Na última meia-hora, porém devolveu todo ganho dessa recuperação, refluiu novamente até a mínina nos 8.470 pontos (-4,13%), mas finalizou logo após em 8.497 pontos ( -3,82%). Apesar dessa realização, o fibo de 50% da alta anterior foi respeitado e o "candle" formado no gráfico diário associado ao candle anterior pode estar sinalizando a formação de um pivô de alta, desde que a mínima de 8.470 pontos seja respeitada. Os mercados futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.470, 8.450 e 8.250 pontos.
Resistências imediatas: 8.600, 8.670, 8.800, 8.950 e 9.150 pontos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

NY fecha em queda com pessimismo sobre economia

por Agência ESTADO
14 de Novembro de 2008 20:42


O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, com os principais índices próximos das mínimas do dia. As bolsas ensaiaram uma recuperação no meio da tarde, mas o movimento de vendas foi retomado na última hora do pregão. Pesaram no sentimento do consumidor os informes de que a Europa e Hong Kong já estão em recessão, o indicador de vendas no varejo nos EUA em outubro e alertas de quedas nos lucros ou nas vendas de empresas de vários setores.
O índice Dow Jones fechou em queda de 337,94 pontos (3,82%), em 8.497,31 pontos. A mínima foi em 8.469,99 pontos e a máxima, em 8.923,18 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 79,85 pontos (5,00%), em 1.516,85 pontos, com mínima em 1.513,09 pontos e máxima em 1.587,76 pontos. O S&P-500 caiu 38,00 pontos (4,17%), para fechar em 873,29 pontos, com mínima em 869,88 pontos e máxima em 916,88 pontos. O NYSE Composite caiu 263,16 pontos (4,60%), para 5.452,63 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou queda de 4,99%, o Nasdaq, perda de 7,92% e o S&P-500, recuo de 6,20%.
"Os investidores e as empresas não sabem o que acontecerá no próximo ano, mas não vimos tanta decomposição no mercado de ações em muitos anos. Clientes que pensavam que tinham tolerância a risco em toda a carteira de ações repensaram tudo", afirmou Elizabeth Miller, da Summit Place Financial Advisors.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 28 ações fecharam em queda. As exceções foram General Motors, com alta de 2,03%, e Citigroup, com ganho de 0,74% (depois de o Wal Street Journal publicar que o banco deverá demitir mais 10 mil funcionários, além das 23 mil demissões já anunciadas). Ações de indústrias que sofreriam um impacto forte com uma recessão profunda ou prolongada estavam entre as que mais caíram, como Boeing (queda de 4,91%), DuPont (baixa de 6,35%) e Caterpillar (recuo de 6,22%)
As ações do setor de comércio varejista também sofreram quedas fortes, em reação ao indicador de vendas no varejo (Wal-Mart registrou baixa de 4,04%, Home Depot teve queda de 7,60%). No mesmo setor, as ações da JC Penney caíram 10,43% e as da Abercrombie & Fitch recuaram 20,72%, depois de as duas empresas divulgarem resultados. No setor de tecnologia, as ações da Sun Microsystems subiram 0,98%, depois de a empresa anunciar a demissão de 6 mil funcionários (18% do total); as da Microsoft caíram 5,60% e as da Intel perderam 7,69%. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa cai 0,57% hoje e recua 2,38% na semana

por Agência ESTADO
14 de Novembro de 2008 18:45

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não conseguiu manter a alta exibida na abertura dos negócios hoje e sucumbiu às perdas exibidas em Nova York, puxadas por uma nova leva de indicadores e números ruins da economia internacional e das empresas estrangeiras. Hoje, não houve um segmento específico a puxar a Bolsa para baixo: caíram as ações da Vale e da Petrobras, de siderúrgicas, bancos, elétricas, construtoras, com a ressalva de que o volume movimentado foi muito fraco. A melhora das Bolsas norte-americanas no fim da sessão da Bovespa permitiu que as perdas fossem diminuídas.
Ao fim dos negócios, o índice Bovespa terminou o dia em baixa de 0,57%, a 35.789,10 pontos, acumulando perdas de 2,38% na semana. No mês, o desempenho é negativo em 3,94% e, no ano, em 43,98%. O índice oscilou entre a mínima de 35.016 pontos (-2,72%) e a máxima de 36.697 pontos (+1,95%). O giro financeiro, fraco, totalizou R$ 3,09 bilhões.
No noticiário do dia, os Estados Unidos registraram queda recorde nas vendas do varejo em outubro, de 2,8%, a quarta desaceleração seguida e a maior em registro, desde que os números começaram a ser recolhidos, em 1992. Antes, já havia sido anunciado que a zona do euro (15 países europeus que compartilham a moeda) entrou em recessão pela primeira vez - embora a França tenha conseguido manter o nariz fora da água. O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro no terceiro trimestre encolheu 0,2% ante o segundo, depois de ter contraído também 0,2% no segundo trimestre ante o primeiro. A França escapou da recessão, mas viu o PIB do terceiro trimestre minguar para 0,1%. Na Espanha, houve contração da economia de 0,2% no mesmo período.
Ainda no âmbito internacional, no lado corporativo, as varejistas mostraram números ruins, a agência hipotecária Freddie Mac teve prejuízo e ocorreram anúncios de cortes de emprego de empresas, como Sun Microsystems e Citigroup. No Reino Unido, o RBS pretende eliminar 3 mil postos de trabalho.
Mesmo a boa preliminar de novembro do índice de sentimento do consumidor nos EUA, medido pela Universidade de Michigan, não impediu o clima negativo. O indicador subiu para 57,9 em meados deste mês, de 57,6 em outubro, ante previsão dos economistas de que o índice cairia para 55.

Ações
No Brasil, as maiores baixas ficaram com as ações preferenciais classe B (PNB) da Eletropaulo, que caiu 9,22%. Ontem, após o fechamento do mercado doméstico a empresa de energia anunciou que teve lucro líquido de R$ 148,3 milhões no terceiro trimestre de 2008, uma queda de 24,9% na comparação com os R$ 197,5 milhões apurados em igual intervalo do ano passado.
Ainda entre as maiores baixas, TAM PN cedeu 8,45% e as ações ordinárias (ON) das Lojas Renner recuaram 6,01%. Já as maiores altas ficaram com Vivo PN (+8,8%), TIM Participações PN (+8,08%) e Cosan ON (+5,58%).
Entre as ações de primeira linha (blue chips), CSN ON avançou 0,83%. A empresa divulga ainda hoje resultado financeiro do período entre julho e setembro de 2008. Vale ON caiu 0,88% e PN classe A (PNA) teve alta de 1,07%. Petrobras PN recuou 1,61% e ON cedeu 2,07%.

INDZ08...suportes e resistências..


Suportes imediatos: 36.500, 35.300 e 33.000
Resistências imediatas: 38.300, 39.200, 39.500 e 41.000.

IBOV...após 13/11...tendência de alta retomada...


O Ibovespa após iniciar o pregão e rapidamente buscar os 35.700 pontos, com alta de cerca de 4%, refluiu em sintonia com DJI para dar sequência ao triângulo de queda formado, perdendo inicialmente os suportes nos 35 mil pontos, vindo a buscar o forte suporte nos 34 mil pontos. Conseguiu retomá-lo após a mínima em 33.645 e em seguida, retomou com firmeza uma forte alta, ainda em sintonia com DJI, retomando os 35 mil pontos e rompendo os 36 mil pontos até a máxima em 35.244 pontos. Daí refluiu para finalizar em 35.993 ( +4,71%). O "candle" no gráfico diário, é um "martelo vazio", de mostrando a força de reversão iniciada a partir dos 34 mil pontos e sinalizando a retomada da tendência de alta. Todos indicadores gráficos sinalizam a continuidade dessa alta, podendo haver alguma pequena realização intraday face a forte alta verificada. Os índices futuros antes da abertura poderão confirmar melhor a tendência.

Suportes imediatos: 35.100, 33.400 e 33.100 pontos.
Resistências imediatas: 36.400, 37.700, 38.700, 39.600 e 40.500 pontos.

DJI...após 13/11...tendência de alta continua...


Após atingir 8.410 pontos logo após sua abertura, DJI deu sequência à configuração do triângulo de baixa formado, atingindo primeiramente seu objetivo em 8.190 pontos, depois o objetivo em 8050 pontos, intraday e finalmente foi testar o suporte nos 8.000 pontos, onde encontrou forte resistência na mínima em 7.966 pontos. A partir daí, na segunda metade do pregão, iniciou uma exuberante recuperação, atingindo novamente o patamar dos 8.400 pontos, posteriormente os 8.600 pontos e na última hora de pregão retomou o patamar dos 8.800 pontos, vindo buscar a máxima em 8.870 pontos, vindo a finalizar em 8.835 pontos ( +6.67%). O gráfico diário sinaliza a continuidade da alta, mas pode haver alguma realização por haver forte sobrecompra nos indicadores gráficos, por conta dessa forte alta. Os mercados futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.770, 8.700 e 8.550 pontos.
Resistências imediatas: 9.040, 9.180 e 9.200 pontos.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Bolsas dos EUA fecham em alta após três dias de queda

por Agência Estado
13 de Novembro de 2008 20:27

O mercado norte-americano de ações fechou em forte alta depois de três dias consecutivos de quedas. O dia de hoje foi marcado por forte volatilidade, com o índice S&P-500 oscilando 38 vezes entre os territórios negativo e positivo. O Dow Jones oscilou em 911 pontos, chegando a cair abaixo da mínima recente de fechamento, de 8.175,77 pontos, de 27 de outubro. Antes de se recuperarem, o S&P-500 e o Nasdaq chegaram a operar brevemente em níveis abaixo dos de 21 de abril de 2003, dia seguinte à invasão do Iraque pelos Estados Unidos.
O índice Dow Jones fechou em alta de 552,59 pontos (6,67%), em 8.835,25 pontos - a mínima foi em 7.965,42 pontos e a máxima, em 8.876,59 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 97,49 pontos (6,50%), em 1.596,70 pontos (máxima do dia), com mínima em 1.428,54 pontos. O S&P-500 subiu 58,99 pontos (6,92%), para fechar em 911,29 pontos, com mínima em 818,69 pontos e máxima em 913,01 pontos. O NYSE Composite subiu 395,09 pontos (7,43%), para 5.715,79 pontos.
A alta foi liderada pelas ações dos setores de energia e industrial, entre as que mais haviam caído recentemente, apesar dos indicadores econômicos fracos divulgados dos dois lados do Atlântico. "A enorme desalavancagem forçada das últimas oito semanas parece estar chegando ao fim", comentou Mike Blaustein, da Matrix USA.
Das 30 componentes do Dow Jones, 28 ações fecharam em alta - as exceções foram General Motors, em queda de 4,22%, e Citigroup, baixa de 1,97%. No setor de energia, as ações da ExxonMobil subiram 9,40% e as da Chevron avançaram 12,53%. No setor de comércio varejista, as ações da Wal-Mart subiram 4,39%, em reação a seu informe de resultados; as da Home Depot subiram 12,27%.
No setor de tecnologia, as ações da Intel cresceram 6,73%, apesar de a empresa ter feito um alerta de queda nos lucros. Alertas semelhantes foram feitos também por Applied Materials (alta de 14,27%) e National Semiconductor (alta de 9,18%). No setor industrial, os destaques positivos foram Caterpillar (alta de 12,34%), DuPont (alta de 7,64%), Alcoa (alta de 10,13%) e 3M (alta de 8,40%). As informações são da Dow Jones.

Bolsa fecha em alta de 4,71% com ajuda de bancos

por Agência ESTADO

13 de Novembro de 2008 18:30

Depois de muita volatilidade e de operar em boa parte do pregão no território negativo, acompanhando as bolsas norte-americanas, a Bovespa conseguiu, da metade para o final da tarde, sustentar-se com sinal positivo e ampliar os ganhos, devolvendo parte das fortes perdas da véspera. A melhora em Nova York e o desempenho dos papéis do setor financeiro conduziram a elevação. No final, Vale e Petrobras e os papéis das siderúrgicas reforçaram o avanço.
O Ibovespa terminou o dia em alta de 4,71%, aos 35.993,33 pontos. Oscilou entre a mínima de 33.645 pontos (-2,12%) e a máxima de 36.244 (+5,44%). No mês, acumula perdas de 3,39% e, no ano, de 43,66%. O giro financeiro somou R$ 3,958 bilhões.
A última fotografia do Ibovespa nem de longe exibe o que foi o pregão de hoje, quando principalmente as ações de tecnologia pressionaram as bolsas norte-americanas para baixo, segurando também o desempenho no Brasil. E isso ocorreu por causa dos cortes em projeções anunciados por Intel, Applied Material e National Semiconductor, além da migração da Dell para a lista de convicção de venda do Goldman Sachs.
A notícia de que também a Alemanha entrou em recessão - ontem o Reino Unido fez tal anúncio - e a previsão da Wal-Mart, a maior varejista do mundo, de resultado abaixo da estimativa dos analistas para o quarto trimestre também vinham segurando os papéis em baixa.
À tarde, no entanto, os papéis de tecnologia e do setor financeiro viraram para cima e levaram os índices acionários dos EUA a renovarem as máximas, ao redor de 2% de ganhos. Às 18h18 (de Brasília), o Dow Jones subia 1,95%, o S&P, 2,23% e o Nasdaq, 1,88%.
A alta do petróleo no exterior também ajudou a Bovespa, já que Petrobras, com a melhora nos EUA, conseguiu virar para cima e subir mais de 2%. As ações ON avançaram 2,77% e as PN, 2,33%. Vale e as siderúrgicas também deram sua cota de contribuição. Vale ON ganhou 3,33%, PNA, 1,59%, Gerdau PN, 2,88%, Metalúrgica Gerdau PN, 4,6%, CSN ON, 4,59%, Usiminas PNA, 3,95%.
Mas foram os bancos as estrelas do pregão, graças aos balanços de Banco do Brasil e Caixa Econômica e o detalhamento da fusão entre Itaú e Unibanco. Banco do Brasil divulgou lucro líquido recorrente de R$ 2,04 bilhões, acima da previsão de analistas. Já a Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 69,8 milhões no terceiro trimestre de 2008, contra prejuízo líquido de R$ 67,9 milhões em igual período do ano passado. No caso de Itaú e Unibanco, os bancos enviaram ao mercado novo fato relevante com detalhes sobre o processo de união no qual informam, entre outras coisas, que, com base nas relações de troca estabelecidas entre Itaú e Unibanco, a avaliação atribuída para o Unibanco na transação é de R$ 29,4 bilhões, equivalente a 2,3 vezes seu valor patrimonial contábil. Segundo analistas, a união proporcionará impacto positivo em resultados, também beneficiando as ações envolvidas.
Banco do Brasil ON avançou 6,9%, Itaú PN, 9,18%, Unibanco Unit, 10,94%, Bradesco PN, 9,20%, Itaúsa PN, 11,6% e Nossa Caixa ON, 5,16%.
Um consultor de um banco doméstico destacou que a recuperação de hoje segue o comportamento das últimas semanas, com características frágeis. "Quando a Bolsa dá um gap de elevação, surge um número ruim e a fragilidade volta", disse. Ele se referia aos dados fracos da economia real que pipocam no exterior, mas também lembrou que os holofotes estão sobre os emergentes, especificamente o grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), com os problemas na Rússia e o enfraquecimento da economia chinesa.

IBOV...após 12/11...tendência de queda continua...


Ao perder o suporte nos 36.300 pontos, o Ibovespa deu sequência ao triângulo de queda formado, perdendo inclusive o suporte nos 35.400 pontos (mínima da semana anterior),e agora tem objetivo inicial de queda, em 32.280 pontos. O "candle" no gráfico diário, é um "marubozu cheio", mostrando a total predominância da pressão vendedora. Todos indicadores gráficos sinalizam a continuidade da queda, apesar dessa forte queda ter deixado alguns dos indicadores "sobrevendidos". Os índices futuros antes da abertura poderão sinalizar melhor a tendência.

Suportes imediatos: 33.800, 33.500, 33.000, 32.600 e 32.280 pontos.
Resistências imediatas: 34.700, 35.500, 36.500 e 37.000 pontos.

DJI...após 12/11...continuidade da queda...


A perda do suporte em 8.696 pontos fez DJI dar sequência ao triângulo de baixa formado, com objetivo inicial em 8.190 pontos. O gráfico diário sinaliza a continuidade da queda, mas pode haver alguma recuperação por haver relativa sobrevenda em alguns indicadores. Mercados futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.200, 8.150 e 8.000 pontos.
Resistências imediatas: 8.300, 8.450, 8.520 e 8.700 pontos.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bolsa de NY fecha em queda com temor sobre consumo

por Agência ESTADO
12 de Novembro de 2008 20:50

O mercado norte-americano de ações fechou em queda pelo terceiro dia consecutivo, com o índice Nasdaq chegando no nível mais baixo desde 21 de maio de 2003. O Dow Jones fechou apenas 110 pontos acima do nível mais baixo de fechamento em cinco anos e meio (alcançado em 27 de outubro) e o S&P-500, apenas quatro pontos acima de sua mínima de fechamento recente, também de 27 de outubro. "Com o ambiente de incerteza sobre o emprego, a primeira coisa que os consumidores fazem é cortar gastos. Pessoas preocupadas gastam menos", disse o executivo-chefe da Miller Tabak Capital Management, Bud Haslett.
O índice Dow Jones fechou em queda de 411,30 pontos (4,73%), em 8.282,66 pontos. A mínima foi em 8.265,29 pontos e a máxima, em 8.684,60 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 81,69 pontos (5,17%), em 1.499,21 pontos. O S&P-500 caiu 46,65 pontos (5,19%), para fechar em 852,30 ponto. O NYSE Composite caiu 313,56 pontos (5,57%), para 5.320,70 pontos.
O mercado reagiu ao alerta de queda nos lucros da Best Buy, a maior rede de comércio varejista de produtos eletrônicos dos Estados Unidos, que descreveu o atual ambiente para negócios como "o pior clima que nós já vimos" e prevê uma "desaceleração sísmica" dos gastos do consumidor.
As ações da Best Buy (cuja principal concorrente, a Circuit City, havia pedido concordata no dia 10) caíram 8,0% e afetaram todo o setor de tecnologia, por causa das revisões para baixo das expectativas de vendas na temporada de festas do fim do ano (Hewlett-Packard fechou em baixa de 6,35%, Intel em queda de 2,94% e Microsoft em baixa de 4,25%.

Pacote de US$ 700 bilhões

As incertezas que cercam o mercado foram amplificadas pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, que falou em mudar o foco do programa de US$ 700 bilhões para compras de ativos problemáticos das instituições financeiras (Tarp, ou Troubled Assets Relief Program). Isso contribuiu para que as ações financeiras estivessem entre as que mais caíram.
As ações da American Express registraram baixa de 10,49%, as do Citigroup tiveram queda de 10,74%, as do Bank of America caíram 9,04% e as do JPMorgan Chase tiveram baixa de 4,90%. As ações do Morgan Stanley caíram 15,20%, depois de o banco anunciar que vai demitir 10% de sua equipe de investimentos institucionais e 9% dos funcionários da área de asset management.
Das 30 componentes do Dow Jones, a única ação a subir foi General Motors (alta de 5,48%), em reação aos informes de que cresce a pressão para que o governo dos EUA amplie a ajuda às montadoras. No setor de telecomunicações, as ações da Sprint Nextel caíram 22,93%, depois de os analistas do Merrill Lynch rebaixarem sua previsão de lucros.
No setor siderúrgico, as ações da AK Steel caíram 24,66%, em reação ao anúncio de que as unidades da empresa em Ohio e Kentucky vão suspender temporariamente a produção por causa de queda na demanda. As ações do setor de petróleo também caíram, em reação à nova baixa dos preços do produto: ExxonMobil registrou baixa de 5,12% e Chevron, queda de 8,51%. As informações são da Dow Jones

Petrobras cai 13% e faz Bolsa fechar em baixa de 7,75%

por Agêmcia ESTADO
12 de Novembro de 2008 18:40

O quadro internacional hoje era pouco inspirador e já justificava boa parte da queda da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) hoje. Mas foi Petrobras que fez o principal índice acionário doméstico fechar com perda superior a 7% nesta sessão. Os investidores não gostaram dos números sobre gastos operacionais do balanço financeiro da estatal petrolífera, anunciado ontem à noite após o fechamento do mercados, e castigaram os papéis, que perderam mais de 13%. Considerando que a Petrobras tem a maior participação individual no índice e também movimenta a maior fatia do giro financeiro, é fácil entender tal comportamento negativo hoje na Bolsa brasileira.
O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 7,75%, a 34.373,99 pontos, após oscilar entre a mínima de 34.221 pontos (-8,16%) e a máxima de 37.261 pontos (estabilidade). No mês, o indicador voltou a acumular perdas, de 7,74%. No ano, a queda atinge 46,19%. O giro financeiro negociado no pregão paulista foi mais forte, com investidores estrangeiros na ponta vendedora, com o reforço da aversão ao risco, e somou R$ 5,093 bilhões.
Nos Estados Unidos, faltando cerca de 30 minutos para o fim dos negócios, os mercados caíam mais de 4%. Os investidores amanheceram com a notícia de que a Best Buy, a maior varejista de eletrônicos dos EUA, cortou sua projeção de resultado para o ano fiscal de 2009. Isso aconteceu apenas dois dias depois da Circuit City, sua principal concorrente, ter entrado com pedido de concordata.
As declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, sobre o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), reforçaram o mau humor do mercado. Ele afirmou que a compra de ativos podres não é o melhor uso do Tarp, que é o programa de socorro financeiro de US$ 700 bilhões criado por ele mesmo justamente com essa função. Paulson disse ainda que poderá levar semanas para que os técnicos do governo norte-americano elaborem um programa de liquidez para títulos lastreados em ativos.
Na Europa, onde as bolsas registraram perdas de 1% a 3%, as notícias também não foram favoráveis. O Banco da Inglaterra (BoE, o banco central inglês) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido caiu 0,5% no terceiro trimestre deste ano, o que indica que a economia da região entrou em recessão. Além disso, o número de pedidos de auxílio-desemprego na região aumentou 36,5 mil em outubro, na maior alta desde dezembro de 1992 e no nono mês consecutivo de avanço.

Ações

Do lado doméstico, os investidores resolveram castigar as ações da Petrobras, apesar do lucro líquido recorde registrado pela estatal no terceiro trimestre deste ano. A empresa teve lucro líquido de R$ 10,85 bilhões no período entre julho e setembro de 2008. O aumento dos custos operacionais desagradou e levou o Credit Suisse a rebaixar a recomendação para a estatal petrolífera de acima da média do mercado para neutra. Em relatório, o desempenho também foi criticado pelo Citi e UBS.
Ao fim dos negócios, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da estatal petrolífera despencaram 13,25% e 13,76%, respectivamente. Em Nova York, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro fechou em baixa de 5,34%, a US$ 56,16 o barril.
Ainda em relação às matérias-primas (commodities), Vale também caiu. As ações ON cederam 6,51% e PN classe A (PNA), -6,65%.
Outro destaque de baixa ficou com as ações da BM&FBovespa. A bolsa anunciou ontem à noite um bom resultado trimestral, com lucro de R$ 235,611 milhões de julho a setembro, o que representa uma alta 15,3% ante igual período de 2007, mas os investidores se concentraram na notícia sobre a redução, de 40%, em média, na quantidade de contratos negociados nos primeiros sete pregões deste mês em relação à média observada nos três meses anteriores. Os papéis, que têm a terceira maior participação individual no Ibovespa, caíram 8,45%.

PTER4...após 11/11...suportes e resistências


Suportes: 23,50; 23,10 e 22,90
Resistências: 24,20; 24,50; 25,00; 25,80; 26,20 e 26,40.

INDZ08...suportes e resistências gráfico "30 min"


Suportes: 37.500, 36.900, 36.000 e 35.500
Resistências: 38.590, 39.150, 39.500, 39.850 e 40.600.

INDZ08...após 11/11...suportes e resistências...


Suportes: 37.500, 36.900, 36.000 e 35.500
Resistências: 38.500, 39.500 e 40.600.

IBOV...após 11/11...suportes e resistências...


O Ibovespa desfez o pivô de alta em formação, ao perder o suporte nos 36.300 pontos. No entanto, a forte recuperação do final do pregão, pode refazer novo pivô desde que a máxima ultrapasse os 37.700 pontos e sua mínima se mantenha acima dos 35.500 pontos. O "candle" no gráfico diário, se assemelha a um "martelo vazio", que associado ao "martelo invertido" do pregão anterior, pode estar sinalizando a retomada da alta. Para consolidar essa possibilidade de canal de alta é fundamental a manutenção do suporte em 35.400 pontos (mínima da semana anterior).Os índices futuros antes da abertura poderão sinalizar qual a principal tendência.

Suportes imediatos: 37.200, 36.500, 35.500 e 34.700 pontos.
Resistências imediatas: 37.700, 38.700, 39.900 e 40.200 pontos.

DJI...após 11/11...suportes e resistências


DJI ao perder o suporte em 8.696 pontos formou um novo "pivô" de queda, que precisa ser confirmado desde que sua máxima não ultrapasse 8.870 pontos e a mínima se mantenha abaixo de 8.560 pontos. O gráfico diário sinaliza a continuidade da queda, mas pode haver alguma recuperação por haver relativa sobrevenda em alguns indicadores. Mercados futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.600, 8.530, 8.420 e 8.350 pontos.
Resistências imediatas: 8.780, 8.850, 8.900 e 9.160 pontos.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Bolsa de NY fecha em baixa por notícias negativas

por Agência ESTADO
11 de Novembro de 2008 20:48

O mercado de ações norte-americano fechou em baixa hoje pressionado pelas notícias relacionadas a American Express e a Starbucks, que reforçaram a extensão da desaceleração dos gastos de consumo nos Estados Unidos. Em outro setor, o de commodities, as ações da Devon Energy caíram diante das preocupações de que nem mesmo o banco central da China pode reativar a demanda mundial. Além disso, os temores sobre a viabilidade do setor automotivo dos EUA arrastaram as ações da General Motors para seu nível mais baixo desde a Segunda Guerra Mundial.

As ações da Starbucks caíram 2,06% depois de a rede de cafés ter alertado que estava abrindo menos lojas do que o planejado por causa de uma forte queda no lucro registrado em seu quarto trimestre fiscal. A rede, que construiu sua reputação com base em bebidas de preços premium, também está planejando vender bebidas a preços promocionais. As ações da American Express caíram 6,59% depois que a companhia de cartão de crédito pediu a mudança de seu status para banco holding, um movimento que foi interpretado como um grito de pedido para ter acesso ao plano de socorro financeiro do governo federal. Ainda no setor financeiro: Goldman Sachs subiu 4,87%, mas Morgan Stanley caiu 3,43%.

As ações da GM caíram mais 13,10%, enquanto as da Ford fecharam em baixa de 6,74%. Pouco antes do fechamento do mercado, a presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, disse que vai levar um projeto de lei ao plenário na próxima semana que tem como objetivo tornar a indústria automobilística elegível à assistência do plano de socorro de US$ 700 bilhões concebido para o setor financeiro.

Os preços do petróleo fecharam abaixo de US$ 60 por barril pela primeira vez desde março de 2007 e derrubaram as ações da companhia de perfuração Devon Energy em 4,88%. A queda dos preços do petróleo e de outras commodities sugere que um processo de "desinflação" está em andamento, na medida que a diminuição na demanda de consumidores e interesses comerciais ao redor do mundo ofuscam questões de oferta e induzem os preços para baixo.

O índice Dow Jones caiu 176,58 (1,99%) e fechou com 8.693,96 pontos. O Nasdaq recuou 35,84 pontos (2,22%) e fechou com 1.580,90 pontos. O S&P-500 caiu 20,26 pontos (2,20%) e fechou com 898,95 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 167,68 pontos (2,89%) e fechou com 5.634,37 pontos. O volume negociado na NYSE ficou em 1,226 bilhão de ações, de 1,143 bilhão de ações ontem. No Nasdaq, o volume ficou em 1,937 bilhão de ações, de 1,699 bilhão de ações negociadas ontem, com 715 ações fechando em alta e 2.129 em queda. As informações são da Dow Jones.

Bolsa fecha em alta de 1,32% e apaga perdas do mês

por Agência ESTADO
11 de Novembro de 2008 18:35

A uma hora do fechamento do pregão, a Bovespa apagou as perdas registradas até então e passou a subir, graças à redução das quedas nas bolsas norte-americanas. Os investidores aproveitaram a trégua dada por Wall Street para ir às compras, principalmente de ações ligadas às commodities (matérias-primas), ainda na esteira do pacotão econômico chinês, anunciado domingo. Vale virou para cima e as siderúrgicas, que já vinham exibindo altas, ampliaram os ganhos.

O Ibovespa terminou a terça-feira em alta de 1,32%, aos 37.261,90 pontos. Oscilou entre a mínima de 35.499 pontos (-3,47%) e a máxima de 37.629 pontos (+2,32%). No mês, voltou a subir, apenas 0,02%, mas continua tendo queda no ano, de 41,67%. Por causa do feriado do Dia do Veterano nos EUA, o giro financeiro foi um pouco menor e totalizou R$ 3,354 bilhões.

Às 18h18, em Nova York o índice Dow Jones perdia 1,48%, o S&P, 1,75%, e o Nasdaq, 1,54%. As perdas mais cedo eram muito maiores, diante das notícias ruins que continuam pipocando nos Estados Unidos.

Hoje, a construtora Toll Brothers e a rede de cafeterias Starbucks divulgaram queda nos resultados trimestrais, enquanto a American Express ganhou rápida aprovação do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para se tornar uma holding bancária e, assim, poder ter acesso ao fundo de resgate do governo americano de US$ 700 bilhões. Já a Alcoa anunciou um corte maior da produção de aço. Tais informações reforçam a percepção de que a inclinação dos consumidores aos gastos está piorando. "Não parece que vai melhorar, não importa quanto dinheiro vão jogar nas financeiras", disse um operador, segundo a Dow Jones.

O setor automotivo ilustra bem os efeitos da crise na economia real. As montadoras norte-americanas estão enfrentando problemas severos que terão que contar com a mão estatal para serem solucionados. O ícone desta safra ruim é a General Motors e sua saúde financeira debilitada. Seus papéis foram cotados hoje no menor valor desde 1943, a US$ 2,76, na mínima do dia. Além dela, os investidores também estão preocupados com as fabricantes de autopeças, que podem sofrer com a falta de caixa das montadoras e deixarem de receber em caso de concordatas.

O fato de as concordatas estarem se replicando também é um viés que contribui para manter esse clima de incerteza no ar. Ontem, a Circuit City pediu concordata e há uma grande chance de a GM fazer isso em breve. "Esse movimento tem que cessar para o dinheiro voltar ao mercado acionário", prognosticou o gestor da corretora Umuarama Rafael Moysés.

Por trás desse quadro nebuloso, no entanto, estão as injeções de recursos por parte dos governos para tentar impedir uma recessão e trazer de volta a normalidade às economias. E na brecha que houve hoje, a notícia do pacote bilionário do governo chinês encontrou espaço para ecoar na Bovespa, especialmente nas ações ligadas às commodities. A Vale, que vinha caindo desde a abertura, virou para cima e fechou com ganhos de mais de 1%. As ON avançaram 1,25% e as PNA, 1,23%. Gerdau PN subiu 6,3%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,78%, CSN ON, 3,54%, Usiminas PNA, 0,08%.

Petrobras chegou a subir, mas não sustentou os ganhos. Caiu 1,84% a ON e 0,17% a PN. Depois do fechamento do mercado, a estatal divulga seu balanço trimestral, para o qual o mercado espera um lucro de R$ 9,5 bilhões, na média. Em Nova York, o petróleo recuou 4,94% e fechou a US$ 59,33 por barril, o menor preço em 19 meses.

O setor elétrico também esteve na ponta de ganhos. Eletrobrás ON subiu 10,51% e PNB, 9,91%, respectivamente segunda e terceira maiores altas do Ibovespa. A empresa vai divulgar hoje seu balanço trimestral.

INDZ08...após 10/11...suportes e resistências



Suportes: 37.200, 36.750, 35.400 e 34.000
Resistências: 38.900, 40.200 e 40.800.