sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Bolsa de NY fecha em alta com petróleo e Amazon

por Agência ESTADO
26 de Dezembro de 2008 19:55

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em alta moderada. Em dia de poucos negócios, influíram nos preços das ações alguns informes sobre o desempenho do comércio varejista na temporada de vendas do Natal, a alta dos preços do petróleo e o anúncio do socorro do Federal Reserve à GMAC, unidade financeira da General Motors.
As ações da General Motors subiram 12,62%, depois de o Fed anunciar, na quarta-feira, que a GMAC tem permissão para se tornar uma holding bancária, o que a qualificará para receber recursos do programa Tarp, do Tesouro norte-americano; as ações da Ford subiram 8,53%. No setor de petróleo, as ações da ExxonMobil subiram 1,86% e as da Chevron avançaram 1,05%, depois de os Emirados Árabes Unidos anunciarem que vão reduzir sua produção em até 15%, para cumprir a decisão de corte anunciada em meados do mês pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). No setor de comércio varejista, as ações da Amazon.com subiram 0,66%, depois de a empresa dizer que esta temporada de festas foi "a melhor de todos os tempos" em termos de vendas. Outras ações do setor reagiram ao informe da SpendingPulse, ligada à MasterCard, de que as vendas no varejo caíram 8% em dezembro (até a véspera de Natal) em comparação com o mesmo período de 2007 (Nordstrom -1,24%, Macy's -2,49%).
O índice Dow Jones fechou em alta de 47,07 pontos (0,56%), em 8.515,55 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 5,34 pontos (0,35%), em 1.530,24 pontos. O S&P-500 subiu 7,38 pontos (0,85%), para 872,80 pontos. O NYSE Composite subiu 50,86 pontos (0,93%), para 5.538,19 pontos. O volume negociado na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) alcançou em 516,8 milhões de ações, de 403,7 milhões no pregão abreviado da quarta-feira. No Nasdaq, o volume alcançou 585,5 milhões de ações negociadas, de 517,2 milhões na quarta-feira, com 1.675 ações fechando em alta e 1.127 em queda. Na semana, o Dow acumulou uma queda de 0,74%, o Nasdaq, uma perda de 2,18% e o S&P-500, um recuo de 1,70%.

Ibovespa sobe 1,08% em sessão com menor giro do ano

por Agência ESTADO
26 de Dezembro de 2008 18:45

A última sexta-feira de 2008 foi apática no mercado acionário doméstico. Incrustada entre o feriado de Natal e o final de semana, a sessão registrou o menor volume financeiro do ano, com alguns raros investidores trabalhando. Mas isso não impediu que um ciclo de cinco quedas fosse interrompido.
A Bovespa terminou o pregão em alta de 1,08%, aos 36.864,13 pontos. Na mínima, atingiu 36.334 pontos (-0,38%) e, na máxima, 37.136 pontos (1,82%). Na semana, acumulou queda de 5,79%. No mês, a Bolsa sobe 0,74%, mas, em 2008, cai 42,30%. As informações são preliminares.
O giro financeiro somou apenas R$ 1,192 bilhão. Depois de um ano desgastados pela crise e à espera de notícias melhores - a expectativa mais empolgante no curto prazo e com fôlego para mudar os ânimos é a posse de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos -, os investidores concluíram que as festas de final de ano foram providenciais. Assim, praticamente emendaram esta semana e também devem fazê-lo na próxima, só voltando aos negócios com mais vigor a partir de 5 de janeiro.
A Bovespa abriu em alta e operou nesse sentido até o início da tarde, acompanhando as bolsas norte-americanas. Neste momento, entretanto, o índice virou para baixo e renovou as mínimas, para depois engatar num movimento indeciso entre positivo e negativo e ficar assim boa parte da sessão restante. O sinal se firmou no azul de novo perto da última hora.
Hoje, a alta do petróleo deu fôlego às ações da Petrobras, que fecharam em alta. As ações também podem ter sido influenciadas pelo pagamento de dividendos no valor de R$ 0,80 por ação, que será feito com base na posição acionária de hoje. Petrobras ON, +3,71%, PN, +3,64%.
A outra blue chip também subiu forte: Vale ON, +4,80% a PNA, +2,97%. O cobre fechou em alta no mercado externo, assim como o ouro e a prata.

INDG09...após 23/12...suportes e resistências


Os suportes imediatos estão em 36.750, 35.850 e 35.650 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.150, 38.700, 39.000, 39.220 e 40.450 pontos.

DJI...após 24/12...suportes e resistências


DJI esboçou reação em um "meio-pregão" com baixo volume, antecedendo o feriado natalino, ao tentar retomar os 8.500 pontos, indo até a máxima nos 8.498 pontos, mas sucumbiu nessa tentativa ao fechar em 8.458 pontos. O objetivo de queda criado no recente "triângulo de baixa" está em 8.080 pontos. A possibilidade de retomada do sub-canal de alta anterior ficará caracterizada se ocorrer fechamento acima dos 8.600 pontos, o que parece improvável no momento.

As resistências imediatas se encontram em 8.520, 8.600, 8.650 e 8.790 pontos.

Os suportes imediatos estão em 8.440, 8.380, 8.300, 8.270 e 8.120 pontos.

IBOV..após 23/12...suportes e resistências


Dando continuidade à consecução do "triângulo de baixa" formado na perda dos 38.320 pontos, com objetivos de queda em 37 mil e 36.140 pontos, o Ibovespa, apesar de ter esboçado alguma reação na primeira metade do pregão atingindo máxima em 38.004 pontos, refluiu até a mínima em 36.452 pontos e finalizou em 36.461 pontos. Perspectivas de reversão desse quadro somente ocorrerão com fechamento novamente acima dos 38.320 pontos, o que parece pouco provável, no momento. O candle formado no gráfico diário, com fechamento praticamente na mínima demonstrou a predominância da força vendedora. A tendência de queda continua, pelo menos até a conclusão do triângulo de baixa nos 36.140 pontos. Os principais indicadores já se encontram relativamente sobrevendidos, o que possibilita alguma reação positiva, que só deve ser considerada como reversão de tendência, se houver a retomada dos 38 mil pontos. O pregão nesta sexta-feira entre o feriado de Natal e o final de semana deverá ser muito fraco em volume, podendo produzir distorções, no comportamento intraday do Ibovespa

Os suportes imediatos estão em 36.140, 35.800, 35.300 e 35.200 pontos.

As resistências imediatas estão em 36.700, 37.050, 37.550, 37.750 e 38 mil pontos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Na véspera do Natal, bolsas dos EUA têm discreta alta

por Agência ESTADO
24 de Dezembro de 2008 16:42

As bolsas norte-americanas tiveram uma ligeira alta hoje, véspera de Natal, interrompendo uma seqüência de cinco quedas consecutivas. Em dia de pouco movimento, os negócios foram encerrados mais cedo, às 16 horas (horário de Brasília). O índice Dow Jones fechou em alta de 49 pontos (0,6%), em 8.468 pontos. O Nasdaq avançou 3 pontos (0,2%), em 1.525 pontos. Já o S&P 500 subiu 5 pontos (0,6%), para fechar em 868 pontos.
Vários indicadores foram divulgados hoje, como a renda e os gastos com consumo pessoal, encomendas de bens duráveis e os pedidos de auxílio-desemprego feitos na semana passada. Os números continuaram apontando para aumento no desemprego, enquanto as encomendas de bens duráveis e os gastos com consumo caíram menos do que se esperado. Os índices de inflação apontaram para queda dos preços.
O número de trabalhadores norte-americanos que entraram com pedido de auxílio-desemprego pela primeira vez superou em cinco vezes o esperado na semana passada e atingiu o maior patamar em 26 anos. Segundo o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos na semana encerrada em 20 de dezembro subiu 30 mil em relação à anterior, para o nível sazonalmente ajustado de 586 mil.
A Toyota informou no Japão que sua produção doméstica teve a maior queda em 30 anos, de 27,2%, em novembro. Outra notícia do dia foi que as encomendas de bens duráveis nos EUA caíram 1% em novembro, para nível sazonalmente ajustado de US$ 186,88 bilhões, segundo o Departamento de Comércio. Economistas esperavam declínio de 3%. O dado de outubro foi revisado para queda de 8,4%, ante estimativa anterior de declínio de 6,9%. As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Ibovespa recua 3,05% com baixo volume financeiro

23 de Dezembro de 2008 18:43

por Agência ESTADO
O penúltimo pregão da Bovespa na semana foi apático, com os investidores já com o pé no freio para o feriado de Natal. O volume financeiro foi o menor de dezembro, e a tendência é que encolha ainda mais até que o mês termine. De olho em Nova York, a Bolsa terminou a terça-feira em baixa e perdeu os ganhos acumulados em dezembro.
A Bolsa doméstica terminou em queda de 3,05%, aos 36.470,78 pontos. Na mínima, atingiu 36.452 pontos (-3,10%) e, na máxima, 38.005 pontos (+1,03%). No mês, a Bovespa passou a acumular perda de 0,34% e, no ano, a queda atinge 42,91%. O giro financeiro foi o mais baixo do mês, ao totalizar meros R$ 2,132 bilhões. E a tendência é de que ele continue fraco até pelo menos 5 de janeiro, quando começa o ano novo na prática. Os dados são preliminares.
No início do dia, a Bolsa até operou em terreno positivo, assim como os mercados norte-americanos. Depois, no entanto, os índices acionários mudaram de rumo e assim trabalharam até o fechamento, levados por uma segunda rodada de indicadores. Às 18h20, o Dow Jones recuava 0,95%, o S&P, 0,73%, e o Nasdaq, 0,69%. O giro financeiro também foi reduzido em Nova York, o que contribuiu para a volatilidade dos ativos. Entre as ações que mais caíam neste horário estavam as dos setores automotivo, financeiro, telecomunicações e algumas ações de tecnologia.
No Brasil, as ações da Petrobras passaram a maior parte da sessão em alta, a despeito da queda do petróleo. Na última hora, no entanto, os papéis titubearam, contribuindo para a Bovespa renovar as mínimas e perder o suporte de 37 mil pontos. Petrobras ON caiu 0,88% e a PN, 0,63%. Segundo operadores, uma das razões para o descolamento desses papéis hoje pode ter sido o tombo da véspera. "Acho que houve correção. Ontem a perda foi exagerada", comentou um profissional.
Vale ON recuou 3,79% e PNA, 3,65%. A queda foi forte também nas siderúrgicas - Gerdau PN, 3,33%, Metalúrgica Gerdau PN, 2,78%, Usiminas PNA, 6,78%, CSN ON, 3,79% - e bancos - Bradesco PN, 3,93%, Itaú PN, 5,28%, Unibanco unit, 4,59%, BB ON, 5,98%.

INDG09...após 22/12...suportes e resistências



Os suportes imediatos e objetivos de queda estão em 38.250, 37.850, 37.550, 36.950 e 36.050 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.700, 39.000, 39.150, 39.750 e 40.450 pontos.

IBOV...após 22/12...suportes e resistências


A queda ocorrida no último pregão, deu sequência à construção do "triângulo de baixa" formado com a perda do suporte nos 38.320 pontos, projetando para o Ibovespa, objetivos de queda em 37 mil e posteriormente nos 36.140 pontos. Perspectivas de reversão desse quadro somente ocorrerão com fechamento novamente acima dos 38.320 pontos. A possibilidade de retomada do sub-canal anterior de alta novamente, somente com fechamento acima dos 39.150 pontos.

Os suportes imediatos e os objetivos de queda estão em 37.480, 37.300, 36.900, 36.600, 36.140 e 35.500 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.320, 38.900, 39.150, 39.450 e 40 mil pontos.

DJI...após 22/12...suportes e resistências


DJI perdeu um importante suporte conquistado na última semana, nos 8.520 pontos, quando foi buscar novo fundo em 8.372 pontos. Na última meia-hora de pregão recuperou, novamente o patamar dos 8.500 pontos, formando um "martelo cheio" no gráfico diário. Esse martelo, em sequência ao "martelo invertido" do pregão anterior, demonstrou forte equilíbrio de forças em torno dos 8.500 pontos, cuja perda confirmará o "triângulo de baixa" com objetivos de queda em 8.080 pontos. A possibilidade de retomada do sub-canal de alta anterior, somente ficará caracterizada com fechamento acima dos 8.600 pontos.

As resistências imediatas se encontram em 8.600, 8.640 e 8.790 pontos.

Os suportes imediatos estão em 8.410, 8.320, 8.200, 8.150 e 8.080 pontos.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Toyota faz Bolsa de NY fechar em queda de 0,69%

por Agência ESTADO
22 de Dezembro de 2008 20:13

O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de o alerta da Toyota, de que terá neste ano fiscal seu primeiro prejuízo operacional em 70 anos, colocar em destaque a amplitude da crise global. A nova queda dos preços do petróleo e temores de que a General Motors não consiga evitar o colapso, mesmo com a ajuda governamental anunciada na semana passada, também contribuíram para o sentimento negativo do mercado.
As ações da General Motors caíram 20,88%, as da Ford recuaram 12,20% e os ADRs da Toyota perderam 6,42%. No setor de petróleo, as ações da Chevron caíram 2,02% e as da ExxonMobil recuaram 2,02%. No setor industrial, as ações da Caterpillar caíram 2,18%, depois de a empresa anunciar 800 demissões e outras medidas para cortar custos. As da Alcoa recuaram 4,95%, em reação ao rebaixamento de perspectiva de seu rating pela Moody's.
No setor de tecnologia, as ações da Amazon.com caíram 1% e as da eBay recuaram 1,10%, depois de a ComScore dizer que as vendas via internet nos primeiros 49 dias da temporada de vendas para as festas de fim de ano ficaram 1% abaixo das do ano passado. As ações da Walgreens, segunda maior rede de drogarias dos EUA, caíram 5,81%, em reação a seu informe de resultados. No setor de insumos agrícolas, as ações da Monsanto caíram 8,14%, depois de o Goldman Sachs rebaixar a projeção de lucros da empresa.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,69%, aos 8.519,69 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 2,04%, em 1.532,35 pontos. O S&P-500 caiu 1,83%, para fechar em 871,63 pontos. O volume negociado na Bolsa de Nova York (NYSE) ficou em 1,220 bilhão de ações, de 2,419 bilhões na sexta-feira. Na Nasdaq, o volume ficou em 1,638 bilhão de ações negociadas, de 2,560 bilhões na sexta-feira, com 960 ações fechando em alta e 1.919 em queda. As informações são da Dow Jones.

Bovespa recua 3,87% seguindo mercados externos

por Agência ESTADO
22 de Dezembro de 2008 18:41

A Bovespa fechou a penúltima segunda-feira do ano no terreno negativo, influenciada pelas bolsas externas. Um alerta da Toyota acabou pesando sobre as matérias-primas (commodities) metálicas e o petróleo também operou em baixa. Assim, a esperada recuperação de fim de mês e ano acabou esquecida, e a Bovespa voltou aos 37 mil pontos.
O principal índice acionário doméstico recuou 3,87%, aos 37.618,50 pontos. Na mínima, atingiu 37.478 pontos (-4,23%) e, na máxima, 39.452 pontos (+0,82%). Com a queda de hoje, os ganhos de dezembro foram reduzidos a 2,80%. Em 2008, a Bolsa acumula queda de 41,12%. Já em ritmo de recesso, o giro financeiro somou apenas R$ 2,521 bilhões. Os dados são preliminares.

Em Wall Street, às 18h15, o Dow Jones caía 1,83% e o S&P 500 operava em baixa de 2,94%. O Nasdaq recuava 3,47%. A principal causa para o pessimismo partiu da Toyota. A montadora japonesa alertou para o primeiro prejuízo de sua história, de US$ 1,68 bilhão no ano fiscal que termina em março.
O aviso fez aflorar as preocupações dos investidores com as montadoras mundiais, em especial as três grandes norte-americanas, que tiveram, na semana passada, uma mão do governo do país para tentarem sair da crise em que se meteram.
E é isso o que também assusta os investidores - e puxa as commodities e as ações para baixo: depois de tanta ajuda, o quadro ainda é muito delicado. No caso específico das montadoras, que movimentaram o mercado hoje, a lógica é a de que, com menores vendas de veículos, não será preciso comprar tantas chapas de aço. Logo, com vendas mais fracas, as siderúrgicas também terão que comprar menos minério de ferro. Resultado: Vale ON, -6,31%, PNA, -4,40%, Gerdau PN, -6,66%, Metalúrgica Gerdau de 7,71%, Usiminas PNA, -5,50%, CSN ON, -9,65%. Petrobras também fechou com quedas respeitáveis, de 6,35% a ação ON e 5,18% a PN, por causa do preço do petróleo em baixa.

domingo, 21 de dezembro de 2008

INDG09...após 19/12...suportes e resistências...


Os suportes imediatos estão em 39.700, 39.350, 38.750 e 37.850 pontos.

As resistências imediatas estão em 40.150, 40.350, 40.650, 41.100, 41.550 e 41.750 pontos.

IBOV...após 19/12...suportes e resistências...


O IBOVESPA estava tentando construir um sub-canal de alta, com o rompimento dos 40 mil pontos. A perda desse objetivo, com a queda ocorrida no último pregão, fez com que um possível triângulo de baixa esteja sendo formado na eventual perda do suporte nos 38.300 pontos, que poderá levar o Ibovespa aos 37 mil e posteriormente aos 36.140 pontos. Acima dos 39.500 pontos o IBOV poderá tentar novamente retomar seu objetivo de alta nos 41.000/42 mil pontos.

Os suportes imediatos estão em 38.500, 38.350, 38 mil, 37.700 e 37.000 pontos.

As resistências e os objetivos de alta estão em 39.250, 39.500, 40.100, 40.700, 41.000 e 42.760 pontos.

DJI...após 19/12...suportes e resistências....


DJI está próximo ao fundo do canal construido recentemente, entre os 8.500 e os 9 mil pontos. A ruptura da resistência do topo desse canal poderá levar DJI aos 9.200/9.400pontos, porém a perda do suporte inferior, nos 8.500 pontos, poderá levar DJI a testar novamente os 8.300/8.100 pontos.

As resistências imediatas se encontram em 8.620, 8.700, 8.790, 8.850 e 8.910 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.550, 8.500, 8.370, 8.250 e 8.220pontos.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Commodities...perspectivas para a 4a semana de dezembro

fonte: BLOOMBERG

Situação em 19/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 847.53 -2.67 843.35 853.99 843.35
S&P GSCI 333.71 -.12 335.05 339.34 329.48
RJ/CRB Commodity 218.87 -1.21 220.10 220.10 218.59
Rogers Intl 2456.93 -4.51 2462.40 2482.44 2428.21


Situação em 12/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 866.11 -13.40 853.16 879.24 840.52
S&P GSCI 356.56 -6.76 353.61 361.59 342.15
RJ/CRB Commodity 226.96 -3.87 230.27 230.30 222.96

Variação semanal 12/12 a 19/12

INDICE Fechamento (12/12) Fechamento(19/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 866.11 847.53 -2,14%
S&P GSCI 356.56 333.71 -6,41%
RJ/CRB Commodity 226.96 218.87 -3,56%

Análise:

O mercado de commodities ainda com muita volatilidade, devolveu parte dos ganhos da semana anterior, ao recuar em média -4,04% nessa terceira semana, considerando-se a evolução de preços dos 3 principais índices mostrados acima. A reversão ocorrida nessa semana, decorre principalmente da forte queda do petróleo, fechando a semana na casa dos 36 dólares o barril, após a divulgação do corte de 2,2 milhões de barris/dia pela OPEP, deixando o mercado mais temeroso acerca do futuro piso do petróleo (provavelmente abaixo dos US 30 dólares/barril). Nem mesmo o anúncio do governo americano em socorrer emergencialmente com U$17 bi as montadoras GM, Crysler e Ford, praticamente concordatárias, contribuiu para mudar o quadro da continuidade da queda nas commodities. A tendência para o restante do mês de dezembro ainda é de muita volatilidade, à medida em que novos números da economia são divulgados e de como o mercado absorve as medidas e planos econômicos para salvar empregos, com a recessão em curso, mas a tendência ainda predominante é a de continuidade de queda generalizada nos preços.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Dow Jones recua, apesar do pacote às montadoras

por Agência ESTADO
19 de Dezembro de 2008 20:10

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em direções divergentes, o Dow Jones em baixa modesta e o Nasdaq e o S&P-500 em alta. O mercado reagiu positivamente ao anúncio do pacote de socorro às montadoras General Motors e Chrysler, mas o temor de uma recessão prolongada pesou no sentimento do mercado. Parte da atividade no dia esteve relacionada ao "quadriple witching", o vencimento simultâneo de opções e futuros de ações e de índices.
O índice Dow Jones fechou em queda de 25,88 pontos, ou 0,30%, em 8.579 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 11,95 pontos, ou 0,77%, em 1.564,32 pontos. O S&P-500 subiu 2,60 pontos, ou 0,29%, para 887,88 pontos. O NYSE Composite recuou 1,64 ponto, ou 0,03%, para 5.616,12 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma baixa de 0,57%, o Nasdaq, uma alta de 1,53% e o S&P-500, um ganho de 0,93%.
Em reação ao pacote de ajuda, as ações da GM subiram hoje 22,68% e as da Ford avançaram 3,87%. As ações das indústrias de autopeças também tiveram altas fortes, entre elas Tenneco (+7,87%) e Modine Manufacturing (+7,80%). Para o estrategista Phil Dow, da RBC Wealth Management, "no momento, trata-se de um band-aid financeiro para ajudar as montadoras a continuar funcionando até que alguma coisa mais definitiva seja decidida. Parece que o governo Bush quer passar o problema para o governo Obama".
As ações do setor de petróleo caíram, em dia marcado pela queda do preço do produto para menos de US$ 34 por barril (ExxonMobil recuou 2,57% e Chevron cedeu 2,99%). No setor financeiro, as ações do Citigroup caíram 5,52%, depois de a agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor's rebaixar as notas de 12 instituições financeiras. No setor de tecnologia, as ações da Research in Motion, fabricante do BlackBerry, subiram 11,42% e as da Oracle avançaram 7,04%, depois de as duas empresas divulgarem resultados. As informações são da Dow Jones.

Bovespa recua 1,02% hoje, mas ainda sobe 7% no mês

por Agência ESTADO
19 de Dezembro de 2008 18:31

Finalmente saiu hoje a ajuda do governo norte-americano às três problemáticas montadoras do país. A notícia influenciou as ações nas bolsas em Wall Street, mas a Bovespa não se deixou levar: os índices divulgados hoje, a queda do preço do petróleo e uma realização de lucros fizeram o Ibovespa, principal índice doméstico, terminar a semana em baixa.
O Ibovespa recuou 1,02%, aos 39.131,23 pontos, acumulando perda de 0,61% na semana. Em dezembro, a Bolsa ainda contabiliza ganhos, de 6,93%, mas, em 2008, tem queda de 38,75%. Na mínima do dia, atingiu 38.728 pontos (-2,04%) e, na máxima, 39.785 pontos (+0,63%). O giro financeiro totalizou R$ 3,061 bilhões.
O pacote divulgado hoje pela Casa Branca prevê US$ 17,4 bilhões para GM e Chrysler, em recursos liberados em empréstimos de emergência do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), do Tesouro, a serem disponibilizados em duas etapas, a primeira delas praticamente imediata (entre dezembro e janeiro). O presidente dos EUA, George W. Bush, justificou que seria irresponsabilidade deixar as empresas pedirem concordata com a economia norte-americana em recessão.
Com a ajuda, as ações das montadoras dispararam, influenciando as bolsas. No final da tarde, no entanto, o índice Dow Jones virou e recuava 0,54%, às 18h17 (de Brasília), enquanto o S&P caía 0,16%. O Nasdaq ainda subia, 0,56%. O tombo do petróleo, em mais uma sessão, repercutiu sobre as ações do setor, segurando o desempenho dos índices.
Em São Paulo, Petrobras continuou repercutindo os preços do óleo no mercado externo e teve mais uma sessão de baixa, embora, à tarde, tenha devolvido grande parte das perdas registradas mais cedo. Fechou em baixa de 0,75% a ação ON e com perda de 0,64% o papel PN. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo recuou 6,49%, a US$ 33,87 por barril, com os temores de enfraquecimento acentuado na demanda.
Hoje, líderes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) alertaram que a forte queda dos preços está prejudicando projetos de refino e de perfuração de longo prazo, já que os produtores temem pelo desempenho da demanda no futuro.
Vale, a outra empresa de grande peso no Ibovespa, também passou por correção de baixa hoje. Caiu 0,42% a ON e 0,43% a PNA. Siderúrgica e bancos acompanharam, além do setor de consumo, desempenho que pode ser explicado pelos indicadores divulgados hoje pelo IBGE: a taxa de desemprego teve ligeira elevação de outubro para novembro, de 7,5% para 7,6%, e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de dezembro ficou em 0,29%, ante 0,49% no mês anterior (o índice fechou o ano com alta de 6,10%). O dado de inflação seria bom se não reforçasse as análises de desaquecimento econômico.
Para as próximas duas semanas, a Bovespa deve seguir em ritmo lento, com muitos investidores já desfrutando das folgas de final de ano. Assim, o volume deve seguir decrescente.

IBOV...após 18/12...suportes e resistências


O IBOVESPA está tentando construir um sub-canal de alta, consolidando o rompimento dos 40 mil pontos. Acima desse topo o IBOV deverá continuar buscar seus objetivos de alta em 40.770, 41.600 e 42.760 pontos. Abaixo dos 39 mil pontos o IBOV poderá buscar sustentação inicialmente nos 38.000/37 mil pontos.

Os suportes imediatos estão em 38.750, 38.100 e 37.000 pontos.

As resistências e os próximos objetivos de alta estão em 39.540, 40.500, 40.700, 41.000, 42.760, 43.750 e 45.960 pontos.

DJI...após 18/12...suportes e resistências


DJI continua em um canal de congestão entre os 8.500 e os 9 mil pontos. A ruptura da resistência do topo desse canal poderá levar DJI aos 9.200/9.400 pontos.
A perda do suporte inferior, nos 8.500 pontos poderá levar DJI a testar novamente os 8.300/8.100 pontos.

As resistências imediatas se encontram em 8.700, 8.800, 8.850 e 8.910 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.570, 8.540, 8.500 e 8.420 pontos.