domingo, 15 de novembro de 2009

IBOV...suportes e resistências na 3a. semana de novembro


Nesta segunda semana de novembro, o Ibovespa abriu nos 64.475 pontos, foi encontrar resistência na máxima, nos 67.170 pontos, na quarta-feira, mas a partir daí, reverteu todo ganho acumulado na semana até atingir nova mínima, no início do pregão da sexta, nos 64.229 pontos.

A partir daí reverteu com alta até encontrar resistência nos 65.788 pontos e finalizou nos 65.325 pontos em alta de apenas +1,33% sobre o fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "martelo invertido vazio" formado pelos fortes ganhos no início da semana e seguido pela devolução desses ganhos na quinta-feira.

O "candle" do gráfico diário sinaliza indefinição, provocado pela reversão após a máxima intraday nos 65.788 pontos.

A reversão de tendência sinalizada pelo "pivô de queda" na quinta-feira, ainda se mantem, visto que na sexta, o Ibovespa não conseguiu atingir o "topo" nos 66.613 pontos e fez nova mínima, nos 64.229 pontos, pouco abaixo da mínima de quinta, nos 64.319 pontos.

Espera-se uma semana de fortes volatilidades, a começar nesta segunda pelo vencimento da série "K" de opções sobre ações e avaliação pelo mercado do desempenho positivo da Petrobrás no último trimestre.
É possível que tenhamos uma semana com comportamento semelhante à semana anterior com altas no início e posterior realização no final de semana.

Eventual perda dos 61 mil pontos, e da LTA semanal, sinalizará uma reversão da atual tendência de alta, de médio prazo.

Por outro lado, fechamento acima dos 65.500 pontos, sinalizará objetivos de alta, nos 68.500/69 mil pontos, no curto prazo e nos 71 mil pontos, no médio prazo.

Suportes imediatos em 65.000, 64.750 (MME de 13 períodos), 64.700 (mediana das Bandas de Bollinger), 64.300, 64.230, 64.100, 63.800, 63.200, 62.800 e 62.650 pontos.

Resistências imediatas em 65.500, 65.800, 66.600, 67.020, 67.530, 68.500 e 69 mil pontos.

DJI...suportes e resistências na 3a semana de novembro


Na segunda semana de novembro, DJI abriu a semana na mínima nos 10.020 pontos, manteve a tendência de alta até encontrar resistência, na quarta-feira, nos 10.342 pontos(renovando nova máxima anual).
A partir daí, reverteu até encontrar suporte nos 10.171 pontos, na quinta e na sexta recuperou parte das perdas para finalizar nos 10.270 pontos (alta de +2,46% sobre o fechamento da semana anterior).
Segunda semana de alta, mostrando uma boa recuperação, neste mês de novembro.

O "candle" do gráfico semanal assim como o do gráfico diário se assemelham a "piercings" de indefinição, porque não conseguem fechar próximos da máxima, mesmo nos pregões de alta.

Nos últimos pregões desta semana, DJI continua a mostrar redução de volume, mostrando insegurança dos investidores sobre a manutenção da tendência de alta.

No início desta 3a semana de novembro teremos os fatores positivos advindos da visita de Obama para incrementar o comércio com os países asiáticos da APEC, começando neste final de semana pela China, a divulgação de indicadores de consumo americano como o "Retail Sales", que poderá sinalizar a intensidade da retomada do crescimento econômico americano (cujo PIB depende fundamentalmente do consumo) e a partir daí, definir uma tendência para a semana com possibilidades de forte volatilidade.

Eventual retomada do patamar dos 10.300 pontos, sinalizará objetivos de alta nos 10.403 pontos, no curto prazo e 10.520 pontos no médio prazo.

A perda dos 10.120 pontos (topo semanal anterior)poderá sinalizar a reversão dessa tendência de alta, no curto prazo.

Suportes imediatos em 10.250, 10.170, 10.140, 10.120, 10.070, 10.030 e 10.000 pontos.
Resistências imediatas em 10.290, 10.320, 10.342, 10.380 e 10.403 pontos.

sábado, 14 de novembro de 2009

Commodities...perspectivas para a terceira semana de novembro



Fonte: Bloomberg

Situação em 06/11

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1228.36 -20.86 1253.48 1253.64 1225.09
(Laranja)S&P GSCI 497.02 -11.40 513.64 513.64 494.68
(Verde)RJ/CRB Commodity 269.44 -4.86 274.04 274.30 269.10
(Azul)Rogers Intl 3120.74 -64.87 3197.27 3207.54 3110.77

Situação em 13/11

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1238.66 -.16 1242.40 1247.22 1231.10
S&P GSCI 501.85 -1.88 507.10 507.80 497.81
RJ/CRB Commodity 269.12 -.08 269.26 270.02 267.48
Rogers Intl 3146.42 1.14 3150.48 3166.84 3121.40

Variação semanal 13/11 a 06/11

INDICE Fechamento (13/11) x Fechamento(06/11) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1238.66 1228.36+0,83%
S&P GSCI 501.85 497.02 +0,97%
RJ/CRB Commodity 269.12 269.44 -0,12%
Rogers Intl 3146.42 3120.74 +0,82%

Análise:

Na segunda semana de novembro, os preços das commodities tiveram comportamento análogo ao da semana anterior, subindo com mais constância no início na semana, mas devolvendo boa parte do ganho, nos dois últimos pregões da semana, para finalizaram com pequena alta de +0,63% , na média dos quatro índices, em relação ao fechamento anterior.

Os preços estão em média +14% acima dos preços praticados há um ano atrás, na média desses índices.

O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostra que os preços ainda se movimentam em um canal ascendente, e após terem formado un "fundo duplo" na parte mediana desse canal, fecharam a semana pouco acima desse suporte.

O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "martelo invertido vazio", sinalizando perda de pressão compradora, provocado por realização de lucros ocorrida nos últimos pregões da semana, alavancada principalmente pelas fortes quedas nos preços dos contratos futuros de petróleo.

A queda ocorrida nos preços das commodities está sendo justificada pelas decisões do G-20 de ainda manter subsídios e incentivos à economia, revertendo expectativas de que a recuperação econômica dos países desenvolvidos pudesse ser mais rápida.

É possível alguma recuperação de preços nesta semana, mas o cenário ainda é de incertezas e os preços podem ceder mais, para testar o fundo desse canal.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Avaliando resultados, bolsas norte-americanas fecham a sexta-feira em alta

por Equipe InfoMoney
13/11/09 19h33


SÃO PAULO - As principais bolsas norte-americanas encerraram o pregão desta sexta-feira (13) em alta, marcando a segunda semana consecutiva de valorização. Apesar de a agenda econômica ter trazido dados preocupantes, eventos positivos na esfera corporativa ditaram os rumos dos negócios neste pregão.

Ajudando a instaurar o bom humor nos mercados, o resultado do grupo Walt Disney mostrou lucro líquido de US$ 895 milhões no quarto trimestre fiscal, um crescimento em relação ao mesmo período de 2008, enquanto os analistas esperavam que a empresa registrasse recuo em seus ganhos. Com isso, as ações da gigante do entretenimento fecharam em alta de 4,78%, liderando os ganhos no Dow Jones.

Seguindo a mesma linha, a Abercrombie & Fitch reportou lucro por ação de US$ 0,30, ante projeção dos analistas de US$ 0,20, o que fez seus papéis ocupassem a ponta máxima do índice S&P 500, ao dispararem 10,66% no último pregão da semana.

Vindo logo atrás da Abercrombie, a J.C. Penney viu suas ações avançarem 6,19%, após a companhia elevar suas estimativas de ganhos no exercício de 2009 para US$ 1,08 por ação, em virtude dos resultados melhores que o esperado. A previsão anterior era de US$ 0,90 por ação.

IPO, aquisições e falências
Estreando em Wall Street nesta sexta-feira, as ações da Dollar General avançaram 8,24% em sua primeira sessão de negócios. A companhia captou US$ 176 milhões no IPO (Oferta Inicial de Ações) e teve suas ações precificadas em US$ 21 na véspera.

Ainda na esfera corporativa, repercutiu o interesse da Iconix, empresa que detém as marcas Candies, Joe Boxer e Rocawear, em adquirir a Playboy, fazendo com que as ações da revista masculina disparassem 11,79%. Já os papéis da companhia interessada em realizar a compra subiram 0,94%, levemente acima do benchmark.

Figurando como principal destaque negativo do Dow Jones, as ações do JP Morgan recuaram 0,92% nesta sessão, após o CEO (Chief Executive Officer) Jamie Dimon afirmar que "nenhum banco deve ser considerado grande demais para falir", segundo artigo escrito por ele no Washington Post.

Desconfiança
O Michigan Sentiment, que mede a confiança do consumidor norte-americano, decepcionou ao vir abaixo do esperado em sua medição preliminar de novembro. O índice marcou 66 pontos, enquanto a média das projeções girava em torno de 71 pontos.

Já a balança comercial de setembro mostrou déficit de US$ 36,5 bilhões, 18,2% pior que no mês anterior, a maior variação negativa mensal em dez anos. O Export Prices, com preços de exportação - excluída a produção agrícola - mostrou inflação de 0,3%, e o Import Prices - que excluí o petróleo - registrou 0,4% de alta. Ambos têm como referência o mês de outubro.

Bolsas fecham em alta
O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, fechou em alta de 0,88%, a 2.168 pontos, acumulando no ano forte alta de 37,47%.

O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, encerrou o pregão em valorização de 0,72% atingindo 10.270 pontos e subindo 17,02% no ano, enquanto o S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, apresentou alta de 0,57% chegando a 1.093 pontos e acumulando no ano forte alta de 21,06%.

Bovespa fecha em alta e ganha 1,33% na semana; dólar cai

por Agência ESTADO
13/11 18:19

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o último pregão da semana em alta. O índice Ibovespa – a principal referência da bolsa paulista – fechou aos 65.325 pontos, em alta de 1,36%. O giro financeiro foi de R$ 6,677 bilhões. Na semana, a Bovespa tem alta de 1,33%.

No mês, a elevação atinge 6,14% e, no ano, 73,97%. Hoje, o índice registrou 64.229 pontos na mínima do dia (-0,34%) e 65.788 na máxima (+2,08%).

A alta das Bolsas norte-americanas foi garantida pelo desempenho da balança comercial do país. Embora o governo tenha divulgado um déficit maior do que as previsões em setembro, a leitura foi de que isso decorreu do aumento das importações. Ou seja, de maior demanda, indício de retomada econômica. Em setembro, o déficit comercial norte-americano atingiu US$ 36,5 bilhões, ante previsão de US$ 32 bilhões.

Esse número suplantou o sentimento do consumidor preliminar da Universidade de Michigan, que foi pior do que o previsto. Ao invés de subir de 70,6 em outubro para 71 em novembro, como estimado, o dado recuou para 66, pressionando momentaneamente as Bolsas para baixo.

Às 18h18, o Dow Jones subia 0,52%, o S&P 500 avançava 0,34% e o Nasdaq tinha ganho de 0,54%. Contribuíram para puxar as ações para cima o balanço trimestral melhor do que o esperado da blue chip Walt Disney e da varejista Abercrombie.

No Brasil, as ações PNA da Vale, assim como ontem, lideraram o giro financeiro, com R$ 1,094 bilhão. Os papéis da mineradora foram beneficiados pelo relatório divulgado ontem pelo Citi que informava que a primeira rodada de negociações sobre o preço do minério em 2010 já começou. Segundo o analista Alexander Hacking, os produtores do insumo estão pedindo aumentos de 30% a 35%.

Além do relatório, os metais também fecharam, na sua maioria, em alta, ajudando os papéis a subir. As ações da mineradora, assim como as da Petrobras, ainda foram beneficiadas pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, com os investidores já se antecipando ao exercício. Vale ON avançou 1,74% e PNA, 1,23%.

Petrobras não teve um incentivo do petróleo, que, entretanto, também não atrapalhou, ao registrar recuo. O contrato para dezembro terminou em baixa de 0,77%, a US$ 76,35 o barril. As ações, no entanto, voltaram a precificar o balanço trimestral que será divulgado após o fechamento do mercado, hoje. Petrobras ON, +0,94%, e PN, +0,76%.

Ontem à noite, a estatal informou que os resultados da perfuração do quarto poço na área do Plano de Avaliação de Tupi reforçam as estimativas do potencial de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos.

Dentre os últimos números trimestrais conhecidos, BRF Brasil Foods anunciou seu primeiro resultado consolidado com a Sadia. A empresa registrou lucro líquido de R$ 211 milhões no terceiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo de R$ 1,633 bilhão no mesmo período de 2008. Os papéis ON caíram 4,18%.

A maior alta do Ibovespa foi registrada pela Cyrela (+6,28% a ON), puxada pelo lucro líquido recorde no terceiro trimestre de 2009, de R$ 264,103 milhões, um aumento de 239% ante os R$ 77,899 milhões de igual período de 2008.

Dólar

No mercado cambial, o dólar interrompeu uma sequência de três pregões de alta e fechou a sexta-feira em patamares negativos, devolvendo parte dos ganhos acumulados ao longo da semana. A moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 1,722 para venda, em queda de 0,97% frente ao real. Com do recuo de hoje, o dólar acumula perdas de 1,37% no mês.

A sessão, contudo, foi volátil, diante da divulgação de números ruins da economia norte-americana. "O mercado esteve volátil durante o dia, espelhando a relação euro-dólar e as commodities. Mas, à tarde, as bolsas aceleravam a alta enquanto o dólar cedia lá fora, e isso refletiu aqui", observou o gerente de câmbio do banco Prosper, Jorge Knauer, no Rio de Janeiro.

Bovespa fecha em alta e ganha 1,33% na semana; dólar cai

por Agência ESTADO
13/11 18:19

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o último pregão da semana em alta. O índice Ibovespa – a principal referência da bolsa paulista – fechou aos 65.325 pontos, em alta de 1,36%. O giro financeiro foi de R$ 6,677 bilhões. Na semana, a Bovespa tem alta de 1,33%.

No mês, a elevação atinge 6,14% e, no ano, 73,97%. Hoje, o índice registrou 64.229 pontos na mínima do dia (-0,34%) e 65.788 na máxima (+2,08%).

A alta das Bolsas norte-americanas foi garantida pelo desempenho da balança comercial do país. Embora o governo tenha divulgado um déficit maior do que as previsões em setembro, a leitura foi de que isso decorreu do aumento das importações. Ou seja, de maior demanda, indício de retomada econômica. Em setembro, o déficit comercial norte-americano atingiu US$ 36,5 bilhões, ante previsão de US$ 32 bilhões.

Esse número suplantou o sentimento do consumidor preliminar da Universidade de Michigan, que foi pior do que o previsto. Ao invés de subir de 70,6 em outubro para 71 em novembro, como estimado, o dado recuou para 66, pressionando momentaneamente as Bolsas para baixo.

Às 18h18, o Dow Jones subia 0,52%, o S&P 500 avançava 0,34% e o Nasdaq tinha ganho de 0,54%. Contribuíram para puxar as ações para cima o balanço trimestral melhor do que o esperado da blue chip Walt Disney e da varejista Abercrombie.

No Brasil, as ações PNA da Vale, assim como ontem, lideraram o giro financeiro, com R$ 1,094 bilhão. Os papéis da mineradora foram beneficiados pelo relatório divulgado ontem pelo Citi que informava que a primeira rodada de negociações sobre o preço do minério em 2010 já começou. Segundo o analista Alexander Hacking, os produtores do insumo estão pedindo aumentos de 30% a 35%.

Além do relatório, os metais também fecharam, na sua maioria, em alta, ajudando os papéis a subir. As ações da mineradora, assim como as da Petrobras, ainda foram beneficiadas pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, com os investidores já se antecipando ao exercício. Vale ON avançou 1,74% e PNA, 1,23%.

Petrobras não teve um incentivo do petróleo, que, entretanto, também não atrapalhou, ao registrar recuo. O contrato para dezembro terminou em baixa de 0,77%, a US$ 76,35 o barril. As ações, no entanto, voltaram a precificar o balanço trimestral que será divulgado após o fechamento do mercado, hoje. Petrobras ON, +0,94%, e PN, +0,76%.

Ontem à noite, a estatal informou que os resultados da perfuração do quarto poço na área do Plano de Avaliação de Tupi reforçam as estimativas do potencial de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos.

Dentre os últimos números trimestrais conhecidos, BRF Brasil Foods anunciou seu primeiro resultado consolidado com a Sadia. A empresa registrou lucro líquido de R$ 211 milhões no terceiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo de R$ 1,633 bilhão no mesmo período de 2008. Os papéis ON caíram 4,18%.

A maior alta do Ibovespa foi registrada pela Cyrela (+6,28% a ON), puxada pelo lucro líquido recorde no terceiro trimestre de 2009, de R$ 264,103 milhões, um aumento de 239% ante os R$ 77,899 milhões de igual período de 2008.

Dólar

No mercado cambial, o dólar interrompeu uma sequência de três pregões de alta e fechou a sexta-feira em patamares negativos, devolvendo parte dos ganhos acumulados ao longo da semana. A moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 1,722 para venda, em queda de 0,97% frente ao real. Com do recuo de hoje, o dólar acumula perdas de 1,37% no mês.

A sessão, contudo, foi volátil, diante da divulgação de números ruins da economia norte-americana. "O mercado esteve volátil durante o dia, espelhando a relação euro-dólar e as commodities. Mas, à tarde, as bolsas aceleravam a alta enquanto o dólar cedia lá fora, e isso refletiu aqui", observou o gerente de câmbio do banco Prosper, Jorge Knauer, no Rio de Janeiro.

IBOV...perspectivas após 12/11...


O Ibovespa abriu nos 66.427 pontos, foi buscar sua máxima diária nos 66.614 pontos, mas sintonizado com os mercados americanos em queda, realizou fortemente até encontrar suporte na mínima nos 64.319 pontos.
Com a recuperação de DJI, refluiu positivamente para fechar em 64.448 pontos (queda de -2,99% sobre o fechamento anterior).

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "marubozu cheio" decorrente da forte pressão vendedora, durante a segunda metade do pregão.
Com seu fechamento ocorrendo uma hora antes de DJI, é possível que o mercado considere a reação de DJI no fechamento como uma reação positiva, para a retomada da tendência de alta, até porque o Ibovespa devolveu nesta quinta, todo o ganho acumulado desde o início da semana.

É provável que o Ibovespa se mantenha "colado" em DJI, após a divulgação dos indicadores econômicos previstos para o início do pregão, e que definirá sua principal tendência.

Suportes imediatos em 64.430, 64.320, 64.100, 63.590, 63.240 e 62.650 pontos.

Resistências imediatas em 64.735, 65.850, 66.000, 66.614, 66.800 e 67.170 pontos.

DJI...perspectivas após 12/11


DJI abriu nos 10.290 pontos, foi buscar sua máxima intraday nos 10.321 pontos, mas a partir daí, sucumbiu à forte pressão vendedora até encontrar suporte na mínima, nos 10.171 pontos, para finalizar logo após, nos 10.198 pontos. Queda de -0,91% sobre o fechamento do dia anterior.

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo cheio", resultante da reação compradora que ocorreu a partir dos 10.171 pontos, conseguindo levar DJI próximo ao patamar dos 10.200 pontos.

Assim, a correção ocorrida após 7 pregões sucessivos de alta, pode ter sido suficiente para aliviar os "osciladores" que se encontravam esticados e o mercado possa considerar a retomada da tendência de alta, visto que os principais indicadores econômicos não alteraram o panorama econômico do início da semana.

Por outro lado, dados da balança comercial do mês de setembro e o índice de sentimento de mercado da Universidade de Michigan serão conhecidos logo após a abertura dos negócios o que poderá dar sequência à queda, caso esses números venham abaixo das expectativas dos mercados.

Suportes imediatos em 10.180, 10.165, 10.120, 10.100 e 10.020 pontos.
Resistências imediatas em 10.270, 10.305, 10.330 e 10340 pontos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Ibovespa tomba 3% por commodities e disputa por opções

por Aluísio Alves de Reuters
12 de Novembro de 2009 18:42

SÃO PAULO (Reuters) - Após três sessões no azul, a bolsa paulista tombou em meio à queda das commodities e à disputa pelos contratos de opções, na reta final da temporada de balanços trimestrais de empresas domésticas.

Acelerando as perdas nos minutos finais, o Ibovespa fechou o dia desvalorizado em 2,99 por cento, a 64.447 pontos. O movimento financeiro da sessão totalizou 8,08 bilhões de reais.

Uma das fontes de pressão foi a notícia de que os estoques de petróleo nos Estados Unidos subiram inesperadamente na semana passada, o que empurrou ladeira abaixo a cotação do produto. Ato contínuo, a ação preferencial da Petrobras caiu 2 por cento, para 36,85 reais.

A recuperação do dólar frente às principais moedas globais catalisou o movimento da queda das matérias-primas, que atingiu também os metais, pesando em companhias como as siderúrgicas e a Vale, que viu sua ação preferencial recuar 4,1 por cento, a 40,60 reais.

"O dia negativo nas bolsas acabou sendo mais intenso aqui, já que a Bovespa foi uma das que mais subiu no ano", disse Nicholas Barbarisi, sócio e diretor de operações da Hera Investment.

Essa correção facilitou a ação dos 'vendidos', investidores que apostam na queda no mercado de opções, que tem exercício na próxima segunda-feira, disseram profissionais do mercado.

Esse pano de fundo mascarou a reação dos investidores aos resultados de companhias brasileiras do terceiro trimestre. Os balanços que agradaram conseguiram fazer o suficiente apenas para limitar as perdas.

Foi o caso de Banco do Brasil, que caiu 0,16 por cento, a 31,07 reais, depois de o banco ter reportado sólidos resultados que mereceram elogios de analistas do setor.

"O BB teve um desempenho consistente em quase todas as áreas, incluindo o crescimento da carteira de crédito, custos, receitas de tarifas e qualidade do ativo sob controle", comentou o analista da Itaú Corretora Alcir Freitas.

Uma das poucas a fechar o dia no azul foi Lojas Renner, com alta de 2,25 por cento, a 34,15 reais, depois de a companhia ter entrado na nova carteira MSCI de ações de mercados emergentes.

Na ponta de baixo, TAM não conseguiu empolgar o mercado ao reportar que passou do prejuízo ao lucro no terceiro trimestre e desabou 6 por cento, para 26,72 reais.

Na mesma linha, MMX retrocedeu 4,7 por cento, a 11,73 reais. "Apesar da forte evolução da margem bruta, o Ebitda (geração de caixa) permaneceu significativamente negativo", comentou a Brascan Corretora, em relatório.

Ainda, Pão de Açúcar encolheu 4,4 por cento, para 54,69 reais, depois de resultados que receberam avaliações distintas de analistas. A Link Corretora aprovou o balanço e manteve recomendação de compra para os papéis da companhia.

Já a Itaú Corretora frisou pontos negativos, como o Ebitda (geração de caixa) que veio abaixo do esperado.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

IBOV...perspectivas após 11/11


O Ibovespa abriu nos 66.303 pontos, refluiu até encontrar suponte nos 66.027 pontos e influenciado pelos mercados americanos retomou a tendência altista e foi buscar nova máxima em 67.170 pontos. Daí, refluiu novamente até finalizarm em 66.431 pontos (+0,19%).
O "candle" do gráfico diário é outro "doji" de indefinição. Considerando que o Ibovespa começa a operar em território de "sobrecompra" é possível a ocorrência de uma realização mais forte até os 64 mil/63 mil pontos.

Suportes imediatos: 66.000, 65.700, 65.330, 64.630 e 64.475 pontos.
Resistências imediatas: 66.600, 66.900, 67.155, 67.600 e 68.230 pontos.

DJI...perspectivas após 11/11...


DJI abriu na mínima em 10247, foi renovar nova máxima em 10.341 e a partir daí refluiu até os 10.260 pontos, para depois tentar recuperar os 10.300 e acabando por finalizar nos 10.291 pontos (+0,43%).

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo invertido vazio" que mesmo apoiado pelo pequeno martelo do pregão anterior pode estar sinalizando a possibilidade de ocorrer reversão de tendência.
Apesar de DJI ter renovado nova máxima, o mercado parece relutar em dar prosseguimento ao movimento de alta (demonstrado no doji do pregão anterior)e a dificuldade de retomar os 10.300 pontos, após a máxima coincidente com o topo existente do ano passado, nos 10.317 pontos (formando praticamente um topo duplo nesse patamar).

Alguns indicadores de DJI já se encontram em região de sobrecompra o que permite uma possível realização. Além disso, continua ocorrendo uma "divergência baixista" nos volumes negocionados que se mantem decrescentes, enquanto DJI sobe.

Suportes imediatos em 10.260, 10.198, 10.120, 10.090, 10.044, 9.990 e 9.900 pontos.
Resistências imediatas em 10.295, 10.312, 10.341 e 10.370 pontos.

Bovespa despreza apagão e otimismo por China prevalece

por Aluísio Alves de Reuters
11 de Novembro de 2009 18:54

SÃO PAULO (Reuters) - Os investidores deram de ombros para o blecaute que atingiu a maior parte do país e o otimismo sobre a China prevaleceu com leve margem na bolsa paulista nesta quarta-feira, que fechou no azul ao final de uma sessão volátil.

Com alta de 0,19 por cento, o Ibovespa encerrou a 66.431 pontos, emendando a terceira alta consecutiva e elevando o ganho no mês para 8 por cento. O giro financeiro da sessão foi de 6,91 bilhões de reais.

Para profissionais do mercado, o panorama internacional seguiu como norte para as operações, a despeito do apagão da noite de terça-feira que afetou 18 Estados brasileiros. Mais cedo, no entanto, a alta da bolsa paulista chegou a ser mais representativa, de 1,3 por cento.

"Foi um dia de 'day trade', com as ações começando bem pela manhã por China e depois devolvendo um pouco à tarde com a recuperação do dólar", disse Luiz Roberto Monteiro, assessor de investimentos da corretora Souza Barros.

De todo modo, a ação ordinária da Eletrobrás caiu 0,3 por cento, a 27,80 reais, enquanto o preferencial teve oscilação positiva de 0,04 por cento, a 24,70 reais.

"Analisando os cenários possíveis (para as causas do apagão), a única empresa que pode vir a incorrer em algum prejuízo é Eletrobrás devido a eventuais falhas técnicas", avaliou a Ativa Corretora em relatório.

No mais, prevaleceram a reação ou a expectativa do mercado em relação a resultados corporativos. Na parte de cima do índice apareceram empresas do setor de papel e celulose, com destaque para Fibria, com alta de 4 por cento, a 26,94 reais. A companhia divulga seus resultados do terceiro trimestre na sexta-feira.

BM&FBovespa foi um dos destaques positivos do índice, subindo 1,85 por cento, a 12,69 reais, depois de a bolsa ter anunciado na noite passada que seu lucro do terceiro trimestre cresceu 4,3 por cento na comparação anual.

Em relatório, a Itaú Corretora manteve a recomendação de "outperform" (desempenho acima da média de mercado) para as ações da companhia, levando em conta também o crescimento dos volumes negociados a partir de outubro.

A mais castigada da sessão foi Telefônica, caindo 3,6 por cento, a 43,90 reais. A empresa avisou que perdeu 5,5 por cento do total de sua base de assinantes do serviço Speedy depois da proibição de vender o produto devido a falhas na rede.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Com Petrobras, Ibovespa atinge máxima em 3 semanas

por Aluísio Alves de Reuters
10 de Novembro de 2009 18:53

SÃO PAULO (Reuters) - Os ganhos das ações da Petrobras fizeram a diferença numa sessão volátil da bolsa paulista, sobrepondo-se à pressão por realização de lucros e levando o principal índice acionário ao pico em 3 semanas.

Depois de passar a maior parte do dia no vermelho, o Ibovespa ganhou força no final até fechar o dia valorizado em 0,13 por cento, aos 66.303 pontos. Os negócios do pregão movimentaram 6,6 bilhões de reais.

"Petrobras foi o fiel da balança no pregão", disse o analista Pedro Galdi, da corretora SLW.

Os papéis da estatal ganharam fôlego no fim da tarde, refletindo a redução das perdas do petróleo, segundo Galdi. O preço do barril recuou 0,3 por cento, para 79,05 dólares. A ação preferencial da companhia subiu 0,9 por cento, para 37,41 reais.

Perto do final da sessão, investidores também souberam que uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou o texto principal do projeto que prevê a capitalização da Petrobras, para explorar petróleo na camada do pré-sal.

Quem também contribuiu com pontos positivos para o Ibovespa foram as operadoras de telefonia celular. As preferenciais da Vivo ganharam 2,7 por cento, a 50 reais. As ordinárias da TIM Participações avançaram 2,25 por cento, para 5,90 reais.

Também na parte de cima do índice Gol teve valorização de 1,95 por cento, a 20,90 reais, depois de a companhia aérea ter reportado na segunda-feira à noite resultados do terceiro trimestre acima das expectativas de analistas.

"Mantemos nossa recomendação de compra para Gol, não só pelo resultado do terceiro trimestre, mas pela perspectiva positiva da companhia e do próprio setor", disse a Link Corretora, em relatório.

Além disso, a Anac, agência que regula o setor, informou que o tráfego doméstico aéreo comercial cresceu 42 por cento em outubro, na comparação com o mesmo período de 2008. Assim, as ações da TAM pegaram carona e subiram 2 por cento, a 28,29 reais.

No outro extremo, BM&FBovespa foi a segunda pior do Ibovespa, caindo 2 por cento, a 12,46 reais, antes de a companhia reportar seu resultado do terceiro trimestre, previsto para sair ainda nesta terça-feira.

Fora do índice, OGX desabou 6,8 por cento, a 1416,63 reais. Na segunda-feira à noite, a companhia anunciou que as reservas potenciais de petróleo da empresa, medidas por sondas, foram elevadas de 4,8 bilhões para 6,7 bilhões de barris de óleo equivalente.

Ignorando o otimismo estampado em relatórios de analistas com a notícia, investidores preferiram realizar lucros, depois da forte disparada recente dos papéis.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

IBOV...após 09/11...suportes e resistências


Nesta segunda o Ibovespa abriu na mínima, nos 64.475 pontos, e daí impulsionado pelos futuros americanos em forte alta, foi buscar resistência na máxima, já no final do pregão, nos 66.236 pontos para depois finalizar em 66.214 pontos, alta no dia de +2,71%.

O "candle" do gráfico diário, é um "marubozu vazio" sinalizando o predomínio da pressão compradora, que apoiado pelo "martelo cheio" da sessão anterior, levou o Ibovespa a retomar os 66 mil pontos, novamente. O rompimento dos 65.100 pontos, desfez o "harami de topo", que poderia estar sinalizando uma possível reversão de tendência.

O fechamento acima dos 66 mil pontos sinalizou os próximos objetivos de alta para o Ibovespa, nos 68.500, 69 mil e 71 mil pontos.

Suportes agora nos 65.500/65 mil pontos, cuja perda poderá realizar o Ibovespa com mais força.

Suportes imediatos em 66.000, 65.500, 65.200, 64.700, 64.460 (Média móvel de 13 períodos) e 63.750 pontos.

Resistências imediatas em 66.600, 66.800, 67.100, 67.450 e 67.800 pontos.

DJI...após 9/11...suportes e resistências


DJI abriu na mínima nos 10.020 pontos, e daí em diante subiu com relativa facilidade até encontrar resistência na região dos 10.175/10.185 pontos. Depois de idas e vindas, rompeu esse patamar até fazer nova máxima nos 10.228 pontos (praticamente no final do pregão) e finalizou em 10.227 pontos (alta de +2,03%).

O "candle" do gráfico diário é um "marubozu" vazio, que apoiado pelo pequeno "martelo" da sessão anterior, levou DJI a renovar nova máxima, neste ano e reverteu eventual expectativa de realização.

Os próximos objetivos de alta de DJI se situam agora nos 10.250/10.300 e 10.350 pontos, de onde poderá novamente vir a realizar.

Suportes imediatos em 10.185, 10.165, 10.100 e 10.074 pontos.

Apetite faz Ibovespa subir 2,7% e romper 66 mil pontos

09 de Novembro de 2009 18:58

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice do mercado acionário brasileiro fechou em alta nesta segunda-feira, no maior nível em três semanas, ajudado pelo quadro externo favorável com avanço de ações nas maiores praças financeiras e valorização de commodities.

O Ibovespa subiu 2,71 por cento, a 66.214 pontos --o maior patamar desde o último dia 19 de outubro. O volume financeiro da bolsa somou 6,2 bilhões de reais.

Em Wall Street, o índice Dow Jones subia 1,8 por cento e o S&P 500 avançava 2 por cento, pouco antes do fechamento.

Em uma sessão fraca de indicadores, investidores repercutiram a promessa do G20, após discussões na cidade escocesa de St. Andrews durante o fim de semana, de que os estímulos à economia serão mantidos até que a retomada esteja consolidada.

Mesmo antecipada por partipantes do encontro, a decisão do grupo reavivou o apetite a risco no ambiente global, o que respingou na bolsa brasileira --tanto pelo impacto via commodities como pela perspectiva otimista para a economia doméstica, o que torna os papéis de empresas locais atrativos.

"Apesar da visão ruim sobre a economia local, investidores nos Estados Unidos seguem otimistas para o Brasil, mesmo avaliando que o mercado já está precificado", relatou o diretor de renda variável de uma importante corretora em São Paulo, que preferiu não ser identificado, após viagem a Nova York.

O petróleo avançou mais de 2 por cento em NY, o que amparou uma alta de 2,86 por cento no papel preferencial da Petrobras, que fechou a 37,08 reais. No mesmo sentido, ganhos em metais ajudaram na elevação de 3,34 por cento, para 43 reais, da preferencial da Vale.

ANFAVEA AJUDA SIDERÚRGICAS

As blue chips responderam pela maior participação no ganho do Ibovespa, mas o desempenho dos setores siderúrgico e financeiro também deram suporte ao índice local.

Entre as siderúrgicas, Gerdau registrou alta de 3,05 por cento, a 28,05 reais; Usiminas elevou-se 3,31 por cento, a 49,38 reais; e CSN teve acréscimo de 0,50 por cento, a 60 reais.

A Anfavea informou nesta sessão que a produção de veículos em outubro cresceu 15,7 por cento sobre setembro, em um cenário de estoques considerados ainda abaixo do ideal, o que sugeria um cenário de mais crescimento, particularmente em razão da expectativa otimista para as vendas no ano.

Apesar de ainda não rever oficialmente a previsão de alta de 6,4 por cento nas vendas em 2009, o presidente da entidade, Jackson Schneider, comentou que o volume comercializado no ano deve ser de 70 mil a 80 mil carros acima do previsto. Com isso, e expansão seria de cerca de 9,2 por cento.

No caso dos papéis do segmento financeiro, Itaú Unibanco ganhou 2,22 por cento, a 37,35 reais; BMFBovespa aumentou 3,41 por cento, a 12,72 reais; Bradesco subiu 1,46 por cento, a 35,50 reais; Banco do Brasil apreciou-se 4,22 por cento, a 30,90 reais.

BALANÇOS AJUDAM


As ações da Gol avançaram 2,76 por cento, a 20,50 reais. A empresa informa seu resultado do terceiro trimestre ainda nesta segunda-feira.

A Duratex encerrou em alta de 5,11 por cento, a 13,37 reais, mesmo após mostrar queda no lucro e na receita do terceiro trimestre na comparação com igual intervalo do ano passado. A margem Ebitda recorrente e a melhora no volume de produção contribuíram para a recepção amistosa.

Apesar de responder por fatias menores no Ibovespa, ações do setor de telecomunicações destacaram-se entre as maiores altas do índice.

A preferencial da Brasil Telecom Participações subiu 5,74 por cento, a 20,05 reais, e a ordinária, 3,30 por cento, a 34,10 reais; a preferencial da Brasil Telecom, ganhou 5,18 por cento, a 16,85 reais; a perferencial da Oi subiu 4 por cento, a 36,40 reais.

No noticiário corporativo, a Braskem anunciou que se associou ao grupo mexicano Idesa para a construção de projeto petroquímico no México. O investimento preliminar previsto é de 2,5 bilhões de dólares ao longo de cinco anos. A ação da petroquímica subiu 1,28 por cento, a 11,83 reais.

domingo, 8 de novembro de 2009

IBOV...suportes e resistências na 2a. semana de novembro


Nesta primeira semana de novembro, o Ibovespa abriu nos 61.529 pontos, foi buscar suporte na mínima, nos 60.724 pontos (reafirmando a reversão de tendência ocorrida nos 60 mil pontos) e a partir daí, retomou a tendência altista com uma sequência de "martelos" diários até encontrar resistência em sua máxima nos 65.094 pontos, na sexta-feira, sem conseguir romper a LTB recente, nesse patamar. Refluiu para finalizar em 64.466 pontos, em queda no dia de -0,54%, mas acumulando alta na semana de +4,74% sobre o fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "piercing" sinalizando indefinição de tendência, pelas altas acumuladas nos pregões da semana, exceto no fechamento da última sexta, quando devolveu parte desses ganhos.

O "candle" da última sexta, no gráfico diário, associado ao "candle" da quinta formou um "harami de topo", que poderá estar sinalizando uma reversão de tendência.

Esse "harami" sinalizará a reversão de tendência, caso confirme um "pivô de baixa", se o Ibovespa não conseguir romper o topo recente nos 65.094 pontos e vier a perder o suporte da última sexta, nos 63.587 pontos.

Essa possibilidade está sendo sinalizada pela "divergência baixista" apontada em alguns indicadores do gráfico diário, evidenciada inclusive pelo volume decrescente nos últimos pregões de alta, em contraposição a maiores volumes verificados nos dias de queda.

Caso essa realização ocorra no início da semana é provável que o Ibovespa venha a testar novamente suportes na região dos 62 mil a 63 mil pontos, antes de uma possível reação compradora. A perda desse suporte poderá levar o Ibovespa a testar novamente a região dos 60 mil pontos.

Eventual perda dos 60 mil pontos, sinalizará a reversão da atual tendência de alta, de médio prazo.

Por outro lado, o rompimento da LTB, nos 64.900 pontos, levará o Ibovespa a testar a resistência dos 65.500 pontos, cujo rompimento sinalizará objetivos de alta, nos 71 mil pontos, no médio prazo.

Suportes imediatos em 64.000, 63.830 (Média móvel de 13 períodos), 63.300, 63.060, 62.650, 62.200, 62.000, 61.800 e 61.150 pontos.

Resistências imediatas em 64.500, 64.900, 65.350, 65.500 e 65.900 pontos.

DJI...suportes e resistências na 2a semana de novembro


Na primeira semana de novembro, DJI abriu a semana nos 9.712 pontos, refluiu até encontrar suporte na mínima nos 9.679 pontos e a partir daí retomou novamente sua tendência de alta (com muita volatilidade) até encontrar resistência, na quarta-feira, nos 9.927 pontos, refluindo daí, até os 9.802 pontos.
Na quinta, assimilando a manutenção da taxa de juros e a política econômica definida pelo FED até o final do ano, retomou a alta com força, recuperando as perdas do dia anterior, rompeu os 10 mil pontos e fechou o dia em 10.006 pontos.
Na sexta, após a divulgação da taxa de desemprego (bem acima do esperado) refluiu com força, até encontrar suporte em 9.937 pontos; reagiu a partir daí, para encontrar resistência na LTB nos 10.044 pontos (máxima da semana) e finalizou, em seguida, nos 10.023 pontos em alta de +3,19% sobre o fechamento da semana anterior.
O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "marubozu de alta", resultante do fechamento praticamente na máxima da semana.
Porém, o "candle" da última sexta, no gráfico diário, é um "doji" resultante de um fechamento praticamente estável de +0,17% sinalizando a possibilidade da formação de um "doji evening star", que reverterá a atual tendência de alta.
Para reforçar essa possibilidade, os últimos quatro pregões de alta de DJI, vem ocorrendo com redução crescente de volume; uma divergência negativa, que pode estar antecipando a sinalização da reversão dessa tendência.
Caso DJI não consiga romper a máxima recente dos 10.044 pontos e vier a buscar suporte em nova mínima abaixo desses 9.937 pontos, formará um "pivô de baixa" confirmando a reversão de tendência, no curto prazo.
A falta de divulgação de indicadores importantes da economia americana até quinta-feira, poderá fazer com que o mercado tenha que "digerir" a taxa de desemprego nos "dois dígitos", o custo estimado de US$ 1 trilhão a ser dispendido nos próximos dez anos pelo governo com o "sistema público de saúde", aprovado pelo congresso americano, neste final de semana e a perspectiva da adoção de uma "taxa sobre operações financeiras" para cobrir rombos futuros no sistema financeiro, proposto pelo ministro britânico Gordon Brown, na recente reunião do G-20.
Assim, existem motivos de sobra para se iniciar nova realização de lucros, já no início da semana que possa levar DJI a testar novamente o fundo do sub-canal de queda, nos 9600/9700 pontos, de onde poderá ocorrer nova pressão compradora, em direção ao topo do canal.
A perda desses suportes, no curto prazo, poderá sinalizar a reversão da tendência de alta, de médio prazo.
Por outro lado, o rompimento dos 10.060 pontos, poderá levar DJI a testar novamente o topo nos 10.120 pontos, cujo rompimento levará aos objetivos de alta, nos 10.200/10.300 pontos.

Suportes imediatos em 10.015, 10.000, 9.960, 9.930, 9.900, 9.815 e 9.800 pontos.
Resistências imediatas em 10.040, 10.060, 10.070, 10.120 e 10.160 pontos.

sábado, 7 de novembro de 2009

Commodities...perspectivas para a 2a semana de novembro



Fonte: Bloomberg

Situação em 06/11

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1228.36 -20.86 1253.48 1253.64 1225.09
(Laranja)S&P GSCI 497.02 -11.40 513.64 513.64 494.68
(Verde)RJ/CRB Commodity 269.44 -4.86 274.04 274.30 269.10
(Azul)Rogers Intl 3120.74 -64.87 3197.27 3207.54 3110.77

Situação em 30/10

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1230.08 -25.63 1252.70 1252.70 1225.90
S&P GSCI 496.81 -14.56 511.09 511.12 495.71
RJ/CRB Commodity 270.38 -5.78 275.10 276.16 270.20
Rogers Intl 3117.86 -75.23 3189.33 3189.45 3109.52

Variação semanal 30/10 a 06/11

INDICE Fechamento (30/10) x Fechamento(06/11) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1230.08 1228.36-0,14%
S&P GSCI 496.81 497.02 0,04%
RJ/CRB Commodity 270.38 269.44 -0,35%
Rogers Intl 3117.86 3120.74 0,09%

Análise:

Na primeira semana de outubro, os preços das commodities oscilaram com muita volatilidade, subindo com força no início na semana, mas devolvendo praticamente todo ganho para finalizaram praticamente ESTÁVEIS, com pequena redução de -0,09% , na média dos quatro índices, em relação ao fechamento anterior.

Os preços ainda estão em alta de aproximadamente +9,7% em relação aos preços praticados há um ano atrás, na média desses índices.

O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostra que os preços estão se movimentando em um canal ascendente, e após terem alcançado o topo do canal, na semana anterior, realizaram um movimento descendente, provavelmente para testar a LTA no fundo desse canal.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji", sinalizando aparente indefinição, provocado pela alta no início da semana por bons resultados corporativos e a manutenção da política de juros pelo FED, com a forte reversão dessa alta, no final da semana pela divulgação da redução de empregos na economia americana, acima das expectativas do mercado.

Portanto, é possível que ocorra a continuidade da realização nos preços dessas commodities, ainda no início da semana, visto que somente após a metade da próxima semana, teremos a divulgação de alguns indicadores da economia americana.

Até quinta-feira, os mercados deverão "digerir" a taxa de 2 dígitos no desemprego americano, a aprovação pelo congresso (por pequena maioria, no final da semana) do pacote estimado em US$ l trilhão (no próximo decênio) para a "Saúde Pública" americana e a proposta de taxação de operação financeiras para "constituir um fundo com recursos privados para futuros socorros ao sistema financeiro" proposto por Gordon Brown, do governo britânico, na reunião deste final de semana do G-20.



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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Bovespa segue otimismo externo e fecha em alta; dólar cai pelo 3º dia

por Agência ESTADO
05/11 - 19:22


SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um novo pregão de alta nesta quinta-feira – o terceiro consecutivo – acompanhando o otimismo do mercado externo. O índice Ibovespa, principal referência da bolsa paulista, fechou em alta de 1,41%, aos 64.815 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,464 bilhões.

Em novembro, Ibovespa acumula alta de 5,31% e, no ano, ganhos de 72,61%. Na pontuação mínima de hoje, o índice registrou 63.700 pontos (baixa de 0,33%) e, na máxima, 64.830 pontos (alta de 1,43%). O giro financeiro totalizou R$ 5,464 bilhões, em dados ainda preliminares.

No mercado cambial, o dólar encerrou em queda pelo terceiro dia consecutivo, negociado a R$ 1,722 para venda, em desvalorização de 0,63% frente ao real. Ontem, o dólar fechou a R$ 1,733, em queda de 0,74%.

Os indicadores melhores que o esperado nos EUA deram impulso às ações no Brasil. Hoje, o governo americano anunciou que os pedidos de auxílio-desemprego na semana passada caíram 20 mil, ante uma previsão de baixa de 5 mil.

Principalmente na última hora do pregão, o Ibovespa acentuou os ganhos e superou os 64 mil pontos. "O volume hoje foi mais fraco e alta foi influenciada por Nova York", afirmou o analista sênior da TOV Corretora, André Mello.

Segundo ele, a realização ensaiada hoje pode ocorrer de fato amanhã, se os dados sobre o nível de emprego nos EUA (payroll) vierem em linha com as previsões.

No entanto, o movimento das commodities não contribuiu para a alta das ações no Brasil, uma vez que metais e petróleo fecharam em baixa. O contrato futuro do petróleo com vencimento em dezembro recuou 0,97%, para US$ 79,62 o barril.

Mesmo assim, os papéis da Petrobras subiram, assim como os da Vale. Petrobras ON teve alta de 2,38%, enquanto as ações PN subiram 1,96%. Vale ON teve ganho de 0,43% e os papéis PN da companhia subiram 0,77%.

Hoje, a Vale esteve no noticiário com a informação de que o grupo siderúrgico ArcellorMittal vai investir US$ 5 bilhões para construir, em parceria com a mineradora brasileira, a Companhia Siderúrgica de Ubu, no Espírito Santo. O grupo indiano vai substituir a chinesa BaoSteel, que desistiu do projeto durante a crise financeira.

Gerdau PN avançou 2,04%, puxada pelo balanço do terceiro trimestre, que registrou lucro líquido de R$ 655 milhões. Já a Vivo anunciou lucro líquido de R$ 340 milhões no mesmo período. Suas ações PN subiram 5,19%, na maior alta do Ibovespa.

Outros mercados


Nos Estados Unidos, a quinta-feira também foi de fortes ganhos. O índice Dow Jones encerrou o dia com alta de 2,08%, enquanto o Nasdaq subiu 2,42%.

Depois de passarem a maior parte da sessão em baixa, as principais Bolsas da Europa fecharam o dia em alta, impulsionadas por dados melhores que o esperado nos Estados Unidos, além de o BC inglês e o Banco Central Europeu terem mantido a taxa de juros, conforme o esperado.

Preocupação


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu nesta quinta-feira mais uma demonstração da preocupação do governo com a sobrevalorização do real. Em evento promovido em Londres, ele citou estudo do Goldman Sachs apontando que o real apresenta sobrevalorização de 50% em relação ao dólar e ao yuan.

Mantega disse que, sem essa sobrevalorização da moeda, a economia brasileira seria mais competitiva do que a da China. Mantega afirmou também que a preocupação do governo com a valorização do real tem o objetivo de evitar uma "exuberância irracional" no Brasil.