por Chuck Mikolajczak de Reuters
18/12 - 20:21
NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos terminaram em alta nesta sexta-feira, uma vez que resultados trimestrais de Oracle e Research In Motion respaldaram o avanço do Nasdaq de mais de 1 por cento.
A apreciação do dólar, contudo, limitou os ganhos no Dow Jones e Standard & Poor's 500.
No encerramento, o Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 0,20 por cento, para 10.328 pontos. O Nasdaq Composite subiu 1,45 por cento, para 2.211 pontos. O S&P 500 ganhou 0,58 por cento, para 1.102 pontos.
O impulso do Nasdaq deveu-se à divulgação por parte da Oracle de um aumento maior que o esperado nas vendas de licenças de softwares, enquanto a Research In Motion, fabricante do BlackBerry, informou uma forte estimativa de desempenho.
As ações da Oracle subiram 6,4 por cento, ao passo que as da RIM cresceram 10,3 por cento.
No mercado global de moedas, o dólar chegou a subir 0,6 por cento na máxima do dia, mas interrompeu os ganhos no fim da sessão, dissipando parte da pressão das vendas sobre as ações. No fechamento, a divisa apreciou-se apenas 0,03 por cento.
A valorização do dólar ao longo do dia pressionou os papéis de companhias multinacionais. Caterpillar perdeu 0,6 por cento, enquanto a fabricante de aviões Boeing caiu 1,9 por cento, maior peso negativo sobre o Dow Jones.
Tensões geopolíticas sustentaram a alta do dólar. Uma autoridade iraquiana informou que onze soldados iranianos cruzaram a fronteira com o Iraque nesta sexta-feira e estabeleceram posições num campo de petróleo no sul iraquiano, área disputada pelos dois países.
"Se há um foco de tensão em desenvolvimento no Oriente Médio, isso será positivo para o dólar, pois haverá uma corrida por proteção... Por outro lado, pode ser negativo para os mercados de ações", disse Paul Mendelsohn, estrategista-chefe de investimento da Windham Financial Services, em Charlotte, Vermont.
Um dólar apreciado força investidores que possuem apostas na desvalorização da moeda norte-americana a cobrir posições vendidas em dólar por meio da venda de ações e outros ativos financeiros.
No acumulado da semana, o Dow Jones caiu 1,3 por cento, o Nasdaq subiu 0,98 por cento, ao passo que o S&P 500 perdeu 0,34 por cento.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Bovespa cai 3,57% na semana e retoma nível de novembro
por IG Economia/Agência ESTADO
18/12 18:56
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda de 0,41% nessa sexta-feira, após um pregão de instabilidade. O índice Ibovespa - a principal referência da bolsa paulista - fechou aos 66.794 pontos, o menor nível desde 26 de novembro, quando encerrou em 66.391 pontos. A queda na semana foi de 3,57%. O volume financeiro do dia foi de R$ 6,461 bilhões.
CSN foi o principal destaque entre as quedas do Ibovespa. A ação recuou 5,45%, liderando as baixas do índice, e fechou cotada a R$ 55,41.
As bolsas de valores da Europa fecharam em baixa nesta sexta-feira, com os bancos registrando perdas devido a preocupações sobre as rígidas regulações do Comitê da Basileia e com as ações das petrolíferas em meio à volatilidade do petróleo.
O FTSEurofirst 300, índice das principais ações europeias, caiu 0,4%, para 1.014,03 pontos em uma sessão volátil, após ter subido para 1.028,34.
Bolsas asiáticas
As bolsas da Ásia encerraram a sexta-feira com perdas, devido a preocupações dos investidores sobre as perspectivas para os lucros corporativos e após o Comitê da Basileia anunciar regras mais estritas para o capital na véspera.
Outra pressão veio da queda dos papéis de empresas relacionadas a matérias-primas, seguindo um recuo nos preços do ouro durante a noite.
"Já dissemos que os investidores podem estar fazendo ajustes no portfólio antes do novo ano", disse o Investec Bank em nota.
O índice MSCI da região da Ásia Pacífico com exceção do Japão recuava 0,47%, a 397 pontos, às 7h50 (horário de Brasília).
Dólar
No mercado cambial, o dólar comercial operou em alta durante a manhã sexta-feira, mas "virou" e passou a cair, encerrando o pregão desta sexta-feira em terreno negativo.
Apesar disso, o dólar terminou a semana em valorização frente ao real. Hoje, a moeda recuou 0,44% e fechou cotada a R$ 1,783. Apesar do resultado desta sexta, a moeda encerrou a semana em alta de 1,4%. Na quinta, fechou em forte alta de 2,34%, atingindo R$ 1,791 para venda, a maior cotação frente ao real desde 29 de setembro.
18/12 18:56
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda de 0,41% nessa sexta-feira, após um pregão de instabilidade. O índice Ibovespa - a principal referência da bolsa paulista - fechou aos 66.794 pontos, o menor nível desde 26 de novembro, quando encerrou em 66.391 pontos. A queda na semana foi de 3,57%. O volume financeiro do dia foi de R$ 6,461 bilhões.
CSN foi o principal destaque entre as quedas do Ibovespa. A ação recuou 5,45%, liderando as baixas do índice, e fechou cotada a R$ 55,41.
As bolsas de valores da Europa fecharam em baixa nesta sexta-feira, com os bancos registrando perdas devido a preocupações sobre as rígidas regulações do Comitê da Basileia e com as ações das petrolíferas em meio à volatilidade do petróleo.
O FTSEurofirst 300, índice das principais ações europeias, caiu 0,4%, para 1.014,03 pontos em uma sessão volátil, após ter subido para 1.028,34.
Bolsas asiáticas
As bolsas da Ásia encerraram a sexta-feira com perdas, devido a preocupações dos investidores sobre as perspectivas para os lucros corporativos e após o Comitê da Basileia anunciar regras mais estritas para o capital na véspera.
Outra pressão veio da queda dos papéis de empresas relacionadas a matérias-primas, seguindo um recuo nos preços do ouro durante a noite.
"Já dissemos que os investidores podem estar fazendo ajustes no portfólio antes do novo ano", disse o Investec Bank em nota.
O índice MSCI da região da Ásia Pacífico com exceção do Japão recuava 0,47%, a 397 pontos, às 7h50 (horário de Brasília).
Dólar
No mercado cambial, o dólar comercial operou em alta durante a manhã sexta-feira, mas "virou" e passou a cair, encerrando o pregão desta sexta-feira em terreno negativo.
Apesar disso, o dólar terminou a semana em valorização frente ao real. Hoje, a moeda recuou 0,44% e fechou cotada a R$ 1,783. Apesar do resultado desta sexta, a moeda encerrou a semana em alta de 1,4%. Na quinta, fechou em forte alta de 2,34%, atingindo R$ 1,791 para venda, a maior cotação frente ao real desde 29 de setembro.
domingo, 13 de dezembro de 2009
IBOV...suportes resistências na 3a. semana de dezembro

Nesta última semana, o Ibovespa abriu nos 67.610 pontos e refluiu até encontrar suporte, na mínima nos 67.584 pontos, na quarta-feira.
A partir daí, retomou sua tendência de alta até renovar nova máxima anual na sexta, nos 69.502 pontos e finalizar em 69.267 pontos, com alta de + 2,46% sobre o fechamento da semana anterior.
O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "martelo de alta" conseguido com a boa recuperação, a partir de quarta.
O gráfico diário sinaliza boa probabilidade de continuidade da tendência de alta, no início da semana, dando sequência à tendência altista de curto prazo, apoiada pelo "martelo de alta", da última quarta-feira.
Os principais osciladores do gráfico semanal e do gráfico diário também sinalizam a tendência altista, aumentando a probabilidade da retomada do patamar dos 70 mil pontos, nesta semana.
Poderemos ter forte volatilidade de mercado, a partir de um fechamento acima dos 70 mil pontos, na tentativa do Ibovespa buscar de seu próximo objetivo de curto prazo, nos 71 mil pontos e de médio prazo, no topo de dois anos atrás, em 73.920 pontos.
Suportes imediatos em 68.990, 68.100 (MME de 3 períodos), 68.030, 67.500 e 66.900 pontos.
Resistências imediatas em 69.500, 69.650, 70.000, 70.250, 70.500, 70.900, 71.000 e 71.100 pontos.
DJI...suportes e resistências na 3a semana de dezembro

Nesta última semana, DJI abriu nos 10.687 pontos, refluiu até encontrar suporte na mínima em 10.235 pontos (formando um fundo duplo nesse patamar), na quarta-feira.
A partir daí iniciou uma firme recuperação até encontrar resistência na máxima, na última sexta, nos 10.484 pontos e finalizar em 10.472 pontos, com alta de 0,80% em relação ao fechamento anterior.
O "candle" do gráfico semanal é um "martelo de alta" resultante da forte reação compradora após o fundo duplo, coincidente com a mínima de duas semanas atrás.
O gráfico diário também sinaliza possibilidade de abertura em alta, nesta segunda-feira, dando sequência ao movimento de recuperação iniciado na última quarta.
A retomada dos 10.400 pontos poderá levar DJI novamente ao patamar dos 10.500 pontos e caso consiga fechamento acima desse patamar, seu próximo objetivo de alta, no curto prazo, se encontra nos 10.650 pontos.
A próxima semana será pautada pela reunião do FED que fixará a política de juros, a ser divulgada no final da tarde da quarta; da atualização dos "leading indicadores" do mês passado, na quinta e, para aumentar ainda mais a volatilidade teremos na sexta, o "vencimento quádruplo" de opções sobre ações, opções sobre índices, futuros de ações e futuros de índices.
Suportes imediatos em 10.464, 10.440, 10.398 (MME de 3 períodos), 10.342 e 10.290 pontos.
Resistências imediatas em 10.484, 10.517, 10.570, 10.635 e 10.650 pontos.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Commodities...perspectivas para a 3a semana de dezembro

Fonte: Bloomberg
Situação em 04/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI1284.18 -10.05 1291.21 1305.39 1279.41
(Laranja)S&P GSCI 503.33 -5.16 507.15 515.77 501.01
(Verde)RJ/CRB Commodity 273.87 -2.68 275.62 277.65 272.89
(Azul)Rogers Intl 3206.22 -37.73 3240.51 3270.43 3195.22
Situação em 11/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1271.17 8.85 1270.03 1276.13 1260.78
S&P GSCI 489.32 1.47 492.17 493.41 485.67
RJ/CRB Commodity 270.86 1.34 270.91 271.20 268.07
Rogers Intl 3114.00 10.34 3116.14 3134.89 3088.30
Variação semanal 11/12 a 04/12
INDICE Fechamento (11/12) x Fechamento(04/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1271.17 1284.18-1,01%
S&P GSCI 489.32 503.33 -2,78%
RJ/CRB Commodity 270.86 273.87 -1,10%
Rogers Intl 3114.00 3206.22 -2,87%
Análise:
Na segunda semana de dezembro, os preços das commodities deram sequência à realização iniciada na semana anterior, mas reagiram no final da semana e finalizaram em queda de -1,94% , na média desses quatro índices.
Ainda assim, os preços estão em média +25% acima dos preços praticados há um ano atrás.
O gráfico semanal do "RJ/CRB Commodity", traçado em verde e que reflete melhor o desempenho das commodities metálicas, mas de comportamento semelhante aos demais índices, mostra que esse índice vem se mantendo em um canal ascendente e nesta semana refluiu até encontrar suporte no fundo desse canal.
O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "martelo invertido cheio" mostrando ainda a ação da forte pressão vendedora, mas com uma leve recuperação no final da semana.
É possível que nesta terceira semana de dezembro possamos ter uma recuperação desses índices, em movimento que possa levar os preços novamente ao topo do canal.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ibovespa renova recorde em 2009, por EUA e China
por Aluísio Alves de Reuters
11/12 - 18:50
SÃO PAULO (Reuters) - Os investidores valeram-se de dados econômicos surpreendentemente positivos de Estados Unidos e China para seguir na ponta compradora de ações nesta sexta-feira, levando a Bovespa a renovar a máxima em 2009.
Após fechar o dia valorizado em 0,78 por cento, o Ibovespa, principal índice acionário doméstico, alcançou 69.267 pontos, novo pico desde junho de 2008. O giro financeiro da sessão totalizou 5,97 bilhões de reais.
O impressionante crescimento de 19,2 por cento da produção industrial chinesa em novembro, somado à melhora da confiança do consumidor nos EUA, onde as vendas no varejo cresceram quase o dobro do previsto, deram o tom do otimismo.
Comentários mais amenos da Moody's sobre Grã Bretanha e EUA, países que a agência havia ameaçado com redução de rating no começo da semana, também contribuíram para tranquilizar o mercado, após o recente corte na nota da Grécia e a perspectiva negativa para a classificação soberana da Espanha.
Diante desse pano de fundo, o investidores sentiram-se à vontade para girar carteiras na Bovespa, realizando lucro em papéis que dispararam recentemente e migrando para outros que ficaram para trás.
"Parece que o investidor está confortável porque entrou em ações de menor liquidez", disse Ricardo Tadeu Martins, gerente de pesquisa da Planner Corretora.
Notícias localizadas ajudaram a eleger as melhores do Ibovespa. Embraer decolou 9 por cento, a 9,70 reais, após ter firmado um acordo que permitirá financiar a venda de até 2,2 bilhões de dólares em jatos para a China.
Na mesma coluna, TAM seguiu a trajetória recente de recuperação e subiu 5,6 por cento, para 37,29 reais. O mesmo valeu para Redecard, que ganhou 4 por cento, a 26,00 reais, após a Bradesco Corretora ter mantido recomendação de compra para os papéis da companhia.
DESTAQUES DE BAIXA
A coluna de perdas teve como líder o papel preferencial da Eletrobrás, com baixa de 2,7 por cento, a 32,98 reais, depois da escalada de mais de 30 por cento no mês, em meio a expectativas de que a companhia terá ganhos excepcionais na geração de caixa em 2010.
Braskem, que vinha disparando em meio a expectativas de que a companhia estaria prestes a fazer aquisições nos EUA, caiu 2,3 por cento, para 14,20 reais, logo depois de a companhia ter admitido que prospecta oportunidades naquele país.
Para Martins, a proximidade do vencimento dos contratos de índice futuro, na próxima quarta-feira, e dos de opções sobre ações, no dia 21, deve deixar o mercado volátil na próxima semana.
Segundo ele, com o Ibovespa próximo dos 70 mil pontos, muitos investidores tendem a reduzir apostas firmes em novas altas do índice, o que pode ser observado no fluxo de recursos estrangeiros mais fraco este mês.
Segundo dados da Bovespa, a entrada líquida foi de apenas 100 milhões de reais nos primeiros nove dias de dezembro, depois de ter acumulado mais de 20 bilhões de reais ao longo de 2009.
11/12 - 18:50
SÃO PAULO (Reuters) - Os investidores valeram-se de dados econômicos surpreendentemente positivos de Estados Unidos e China para seguir na ponta compradora de ações nesta sexta-feira, levando a Bovespa a renovar a máxima em 2009.
Após fechar o dia valorizado em 0,78 por cento, o Ibovespa, principal índice acionário doméstico, alcançou 69.267 pontos, novo pico desde junho de 2008. O giro financeiro da sessão totalizou 5,97 bilhões de reais.
O impressionante crescimento de 19,2 por cento da produção industrial chinesa em novembro, somado à melhora da confiança do consumidor nos EUA, onde as vendas no varejo cresceram quase o dobro do previsto, deram o tom do otimismo.
Comentários mais amenos da Moody's sobre Grã Bretanha e EUA, países que a agência havia ameaçado com redução de rating no começo da semana, também contribuíram para tranquilizar o mercado, após o recente corte na nota da Grécia e a perspectiva negativa para a classificação soberana da Espanha.
Diante desse pano de fundo, o investidores sentiram-se à vontade para girar carteiras na Bovespa, realizando lucro em papéis que dispararam recentemente e migrando para outros que ficaram para trás.
"Parece que o investidor está confortável porque entrou em ações de menor liquidez", disse Ricardo Tadeu Martins, gerente de pesquisa da Planner Corretora.
Notícias localizadas ajudaram a eleger as melhores do Ibovespa. Embraer decolou 9 por cento, a 9,70 reais, após ter firmado um acordo que permitirá financiar a venda de até 2,2 bilhões de dólares em jatos para a China.
Na mesma coluna, TAM seguiu a trajetória recente de recuperação e subiu 5,6 por cento, para 37,29 reais. O mesmo valeu para Redecard, que ganhou 4 por cento, a 26,00 reais, após a Bradesco Corretora ter mantido recomendação de compra para os papéis da companhia.
DESTAQUES DE BAIXA
A coluna de perdas teve como líder o papel preferencial da Eletrobrás, com baixa de 2,7 por cento, a 32,98 reais, depois da escalada de mais de 30 por cento no mês, em meio a expectativas de que a companhia terá ganhos excepcionais na geração de caixa em 2010.
Braskem, que vinha disparando em meio a expectativas de que a companhia estaria prestes a fazer aquisições nos EUA, caiu 2,3 por cento, para 14,20 reais, logo depois de a companhia ter admitido que prospecta oportunidades naquele país.
Para Martins, a proximidade do vencimento dos contratos de índice futuro, na próxima quarta-feira, e dos de opções sobre ações, no dia 21, deve deixar o mercado volátil na próxima semana.
Segundo ele, com o Ibovespa próximo dos 70 mil pontos, muitos investidores tendem a reduzir apostas firmes em novas altas do índice, o que pode ser observado no fluxo de recursos estrangeiros mais fraco este mês.
Segundo dados da Bovespa, a entrada líquida foi de apenas 100 milhões de reais nos primeiros nove dias de dezembro, depois de ter acumulado mais de 20 bilhões de reais ao longo de 2009.
Ibovespa sobe 0,78% e atinge maior nível em 18 meses
por Agência Estado
11/12 - 18:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) finalmente desencantou: depois de dias de flerte, conseguiu fechar no patamar de 69 mil pontos - o que não acontecia desde junho de 2008 -, graças aos indicadores chineses e norte-americanos. Mas estes últimos, apesar de bons, acabaram freando o ritmo de alta da Bolsa brasileira ao conterem as compras de commodities em razão da valorização do dólar ante as principais moedas globais.
O Ibovespa terminou a sexta-feira em alta de 0,78%, aos 69.267,47 pontos - novo pico do ano e maior nível em 18 meses, desde 9 de junho do ano passado (69.281,20 pontos). Na semana, acumulou ganhos de 2,46%, no mês, de 3,32%, e, no ano, de 84,47%. Na mínima de hoje, registrou 68.750 pontos (+0,03%) e, na máxima, aos 69.502 pontos (+1,13%). O giro financeiro totalizou R$ 5,97 bilhões. Os dados são preliminares.
Os indicadores mais aguardados pelos investidores em ações eram os da China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil e responsável por dar impulso principalmente ao setor de matérias-primas doméstico. E os números não desapontaram. A produção industrial chinesa em novembro cresceu 19,2%, em base anualizada, acima da média projetada pelos analistas, de 18,3%, e também do resultado de outubro, 16,1%. As vendas do setor varejista ficaram abaixo do mês anterior, mas subiram consideráveis 15,8%.
Estes dados já serviam para dar estímulo às ações domésticas, mas os Estados Unidos contribuíram com outros índices igualmente favoráveis, que voltaram a colocar na mira dos investidores a percepção de que a economia americana está mostrando recuperação. O Departamento do Comércio anunciou que as vendas no varejo dos EUA aumentaram 1,3% em novembro, acima da previsão de 0,7%. Já o índice de sentimento do consumidor preliminar de dezembro, divulgado pela Universidade de Michigan e Reuters, subiu de 67,4 em novembro para 73,4, superando a previsão de alta para 68,8.
Com esses dados em mãos, os investidores deixaram as commodities um pouco de lado e voltaram a se fortalecer em dólar, daí a justificativa para a Bovespa, por exemplo, não ter avançado tanto na sessão de hoje. Os metais ainda conseguiram fechar majoritariamente em alta, mas o petróleo manteve sua trajetória de baixa dos últimos dias. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro de petróleo com vencimento em janeiro recuou 0,95%, a US$ 69,87 o barril.
Às 18h19, o Dow Jones subia 0,58%, o S&P-500 avançava 0,32%, e o Nasdaq caía 0,09%. A alta nos EUA estimulou o resultado das Bolsas europeias, que também terminaram a sexta-feira com ganhos. As ações das mineradoras foram destaque, em razão da esperança de aumento na demanda por metais após os dados da China. Em Londres, o FT-100 subiu 0,33%, e fechou com 5.261,57 pontos; em Paris, o índice CAC-40 avançou 0,14%, para 3.803,72 pontos; em Frankfurt, o índice Dax-30 ganhou 0,83%, aos 5.756,29 pontos.
No Brasil, as ações da Embraer lideraram os ganhos do Ibovespa, depois que a empresa assinou acordo com o chinês CDB Leasing Co. Ltd. no valor de até US$ 2,2 bilhões para o financiamento e leasing de aeronaves nos próximos três anos. A ação ON subiu 8,99%.
A segunda maior alta foi TAM PN (5,64%) e a terceira, All unit (+4,08%). Na outra ponta, Eletrobrás PNB caiu 2,71% e liderou as perdas do Ibovespa, seguida por Braskem PNA (-2,27%) e por Eletrobrás ON (-1,50%).
Petrobras ON caiu 0,71% e PN subiu 0,11%. Vale ON terminou em alta de 0,82% e PNA, de 0,97%.
11/12 - 18:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) finalmente desencantou: depois de dias de flerte, conseguiu fechar no patamar de 69 mil pontos - o que não acontecia desde junho de 2008 -, graças aos indicadores chineses e norte-americanos. Mas estes últimos, apesar de bons, acabaram freando o ritmo de alta da Bolsa brasileira ao conterem as compras de commodities em razão da valorização do dólar ante as principais moedas globais.
O Ibovespa terminou a sexta-feira em alta de 0,78%, aos 69.267,47 pontos - novo pico do ano e maior nível em 18 meses, desde 9 de junho do ano passado (69.281,20 pontos). Na semana, acumulou ganhos de 2,46%, no mês, de 3,32%, e, no ano, de 84,47%. Na mínima de hoje, registrou 68.750 pontos (+0,03%) e, na máxima, aos 69.502 pontos (+1,13%). O giro financeiro totalizou R$ 5,97 bilhões. Os dados são preliminares.
Os indicadores mais aguardados pelos investidores em ações eram os da China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil e responsável por dar impulso principalmente ao setor de matérias-primas doméstico. E os números não desapontaram. A produção industrial chinesa em novembro cresceu 19,2%, em base anualizada, acima da média projetada pelos analistas, de 18,3%, e também do resultado de outubro, 16,1%. As vendas do setor varejista ficaram abaixo do mês anterior, mas subiram consideráveis 15,8%.
Estes dados já serviam para dar estímulo às ações domésticas, mas os Estados Unidos contribuíram com outros índices igualmente favoráveis, que voltaram a colocar na mira dos investidores a percepção de que a economia americana está mostrando recuperação. O Departamento do Comércio anunciou que as vendas no varejo dos EUA aumentaram 1,3% em novembro, acima da previsão de 0,7%. Já o índice de sentimento do consumidor preliminar de dezembro, divulgado pela Universidade de Michigan e Reuters, subiu de 67,4 em novembro para 73,4, superando a previsão de alta para 68,8.
Com esses dados em mãos, os investidores deixaram as commodities um pouco de lado e voltaram a se fortalecer em dólar, daí a justificativa para a Bovespa, por exemplo, não ter avançado tanto na sessão de hoje. Os metais ainda conseguiram fechar majoritariamente em alta, mas o petróleo manteve sua trajetória de baixa dos últimos dias. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro de petróleo com vencimento em janeiro recuou 0,95%, a US$ 69,87 o barril.
Às 18h19, o Dow Jones subia 0,58%, o S&P-500 avançava 0,32%, e o Nasdaq caía 0,09%. A alta nos EUA estimulou o resultado das Bolsas europeias, que também terminaram a sexta-feira com ganhos. As ações das mineradoras foram destaque, em razão da esperança de aumento na demanda por metais após os dados da China. Em Londres, o FT-100 subiu 0,33%, e fechou com 5.261,57 pontos; em Paris, o índice CAC-40 avançou 0,14%, para 3.803,72 pontos; em Frankfurt, o índice Dax-30 ganhou 0,83%, aos 5.756,29 pontos.
No Brasil, as ações da Embraer lideraram os ganhos do Ibovespa, depois que a empresa assinou acordo com o chinês CDB Leasing Co. Ltd. no valor de até US$ 2,2 bilhões para o financiamento e leasing de aeronaves nos próximos três anos. A ação ON subiu 8,99%.
A segunda maior alta foi TAM PN (5,64%) e a terceira, All unit (+4,08%). Na outra ponta, Eletrobrás PNB caiu 2,71% e liderou as perdas do Ibovespa, seguida por Braskem PNA (-2,27%) e por Eletrobrás ON (-1,50%).
Petrobras ON caiu 0,71% e PN subiu 0,11%. Vale ON terminou em alta de 0,82% e PNA, de 0,97%.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Commodities...perda da LTA de longo prazo
O gráfico semanal do indexador de commodities S&P CSGI mostrou a perda da LTA de longo prazo, após um movimento lateralizado no interior de um triângulo simétrico.
O rompimento dessa LTA sugere que os preços desse índice deverão buscar no curto/médio prazos patamar cerca de 6% abaixo do fechamento de ontem.
domingo, 6 de dezembro de 2009
IBOV...suportes e resistências na 2a semana de dezembro

Não confirmou a possível reversão de tendência e manteve fundos e topos ascendentes no gráfico semanal, confirmando por enquanto, a tendência atual de alta.
Formou um candle semelhante a um "martelo invertido vazio" resultante da forte pressão vendedora que se seguiu após renovar nova máxima anual nos 69.631 pontos.
Essa realização intraday, de mais de 2 mil pontos, fazendo o Ibovespa testar suporte nos 67.328 pontos (mínima semanal, na sexta-feira), permitiu uma pequena recuperação no final do pregão, fazendo o Ibovespa fechar novamente acima dos 67.600 pontos.
Assim, por enquanto, fica mantido o próximo objetivo de alta (no médio prazo), nos 71 mil pontos, após ter atingido o objetivo (de curto prazo), nos 69 mil pontos.
Eventual perda dos 67 mil pontos, poderá trazer o Ibovespa a testar suporte nos 65 mil pontos com provável reversão de tendência, a partir daí.
Suportes no gráfico semanal em 67.150, 66.930, 66.520, 65.700, 65.300, 64.920 e 64.230 pontos.
Resistências no gráfico semanal em 68.015, 68.500, 68.900, 69.400, 69.700 e 70.000 pontos.
DJI...suportes e resistências na 2a semana de dezembro

Depois de retomar pela 3a vez o patamar dos 10.500 pontos, inclusive renovando nova máxima nos 10.516 pontos, realizou fortemente até encontrar suporte nos 10.313 pontos e formou um "martelo invertido vazio" provocado pela forte pressão vendedora, no final do pregão da sexta-feira.
Mesmo assim, não reverteu a tendência anterior de alta, pois ainda manteve fundos e topos ascendentes, no gráfico semanal.
Suportes no gráfico semanal em 10.324, 10.266, 10.180, 10.020 e 9.900 pontos.
Resistências no gráfico semanal em 10.403, 10.430, 10.516, 10.530 e 10.600 pontos
sábado, 5 de dezembro de 2009
Commodities...perspectivas para a 2a. semana de dezembro

Fonte: Bloomberg
Situação em 04/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI1284.18 -10.05 1291.21 1305.39 1279.41
(Laranja)S&P GSCI 503.33 -5.16 507.15 515.77 501.01
(Verde)RJ/CRB Commodity 273.87 -2.68 275.62 277.65 272.89
(Azul)Rogers Intl 3206.22 -37.73 3240.51 3270.43 3195.22
Situação em 27/11
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1279.68 -12.27 1254.46 1282.18 1244.95
S&P GSCI 506.67 -8.07 494.67 508.51 490.23
RJ/CRB Commodity 273.09 -5.32 275.82 275.82 267.71
Rogers Intl 3210.61 -45.14 3131.66 3220.81 3107.18
Variação semanal 27/11 a 04/12
INDICE Fechamento (27/11) x Fechamento(04/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1279.68 1284.18+0,35%
S&P GSCI 506.67 503.33 -0,66%
RJ/CRB Commodity 273.09 273.87 +0,29%
Rogers Intl 3210.61 3206.22 -0,14%
Análise:
Na primeira semana de dezembro, os preços das commodities após iniciarem em alta, refluiram e fecharam praticamente estáveis, finalizando em queda de apenas-0,31% , na média desses quatro índices.
Mesmo assim, agora os preços estão em média +36% acima dos preços praticados há um ano atrás.
O gráfico semanal do "indexador de confiança de commodities""S&P GSCI (Indexed trust)", mostra que esse índice vem se mantendo ainda "lateralizado" em um triângulo simétrico e finalizou a semana em um "martelo invertido" porém cerca de +0,45% acima do fechamento anterior, mesmo após a realização ocorrida nos tres últimos dias da semana.
Podemos observar a continuidade da indefinição desse índice e um estreitamento maior do "triângulo", cuja ruptura para um dos lados poderá definir uma tendência maior para os preços das commodities, neste mes de dezembro.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Bovespa fecha no maior patamar em 18 meses; dólar cai
por IG Economia
01/12 18:24
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um dia de fortes ganhos nesta terça-feira, com seu principal índice, o Ibovespa, encerrando em alta de 2,03%, aos 68.408 pontos, o maior patamar em cerca de 18 meses, desde 17 de junho de 2008. O giro financeiro foi de R$ 7,934 bilhões.
O otimismo internacional, impulsionado por dados positivos de atividade econômica na China e nos EUA, contribuiu para a alta da bolsa brasileira na sessão, com os investidores aproveitando as baixas recentes para comprar. Além disso, temores em relação à dívida do conglomerado Dubai World já começaram a esfriar nesta terça-feira.
"O otimismo foi despertado pelo ISM de atividade da indústria da China, que veio bastante forte, o que tem um efeito positivo sobre commodities, além de dados macroeconômicos bons da Zona do Euro", diz a gerente de análise da SLW, Kelly Trentin.
A alta das commodities em meio à procura por risco foi um prato cheio para os investidores avançarem sobre as blue chips e papéis de siderúrgicas, embora o dia tenha sido favorável para os setores generalizadamente.
Petrobras ON terminou em alta de 2,24% e Petrobras PN subiu 2,55%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo para janeiro subiu 1,41%, a US$ 78,37 o barril.
Vale ON avançou 1,80% e Vale PNA, 1,25%. Hoje, o banco UBS estimou que os preços de referência do minério de ferro para 2010 deverão aumentar 20% em relação aos deste ano, sustentados pelo vigor da produção siderúrgica chinesa. Gerdau PN teve ganho de 3,51%, Metalúrgica Gerdau PN, de 3,81%, Usiminas PNA, de 0,70%, e CSN ON, de 2,07%.
A BM&FBovespa divulgou hoje a primeira prévia da carteira do Ibovespa para o primeiro trimestre do ano que vem. As ações ordinárias (ON) da Brasil Telecom, as PNB da Celesc e as PNA da Comgás deixaram de integrar o índice, que passou a incorporar LLX Logística, com uma participação de 0,658%. Desta forma, o índice deixa de ser composto por 62 ações e, caso seja confirmado nas prévias seguintes, possuirá 60 papéis na carteira válida para janeiro a abril de 2010.
Dólar
O dólar fechou o pregão desta terça-feira cotado a R$ 1,723, em queda de 1,88%, a baixa diária mais acentuada desde 23 de junho deste ano, quando a moeda norte-americana desvalorizou 2,13% em relação ao real.
O euro subiu frente ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt e por volta das 14h de Brasília fechou a US$ 1,5107, frente ao US$ 1,5013 da segunda-feira. O Banco Central Europeu (BCE) fixou nesta terça-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,5074.
Estados Unidos
A Bolsa de Nova York mostra tendência de alta nesta terça-feira, após diminuir a inquietação sobre a dívida da Dubai World e com a divulgação de dados macroeconômicos positivos nos Estados Unidos.
Bolsas europeias
O principal índice do mercado acionário europeu registrou a maior alta diária em quatro meses e meio nesta terça-feira, com as ações de bancos recuperando-se após preocupações com a dívida de Dubai. O índice FTSEurofirst 300, que reflete o comportamento das principais ações do continente, avançou 2,61 por cento, a 1.101 pontos. Foi o maior ganho percentual diário desde 15 de julho.
Bolsas asiáticas
As bolsas da Ásia continuaram em recuperação nesta terça-feira. A redução das preocupações sobre a crise de débito do Dubai World, dos Emirados Árabes Unidos, e os bons números da economia chinesa alavancaram os pregões.
A redução dos temores sobre a crise de débito do Dubai World fez com que as bolsas da Ásia se recuperassem e fechassem com resultados expressivos na última segunda-feira. Não houve negociações nas Filipinas por ser feriado.
Dubai
Já Bolsas dos Emirados Árabes Unidos fecharam pelo segundo dia consecutivo com baixas. Dubai recuou 5,61%, enquanto Abu Dhabi perdeu 3,57%.
01/12 18:24
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um dia de fortes ganhos nesta terça-feira, com seu principal índice, o Ibovespa, encerrando em alta de 2,03%, aos 68.408 pontos, o maior patamar em cerca de 18 meses, desde 17 de junho de 2008. O giro financeiro foi de R$ 7,934 bilhões.
O otimismo internacional, impulsionado por dados positivos de atividade econômica na China e nos EUA, contribuiu para a alta da bolsa brasileira na sessão, com os investidores aproveitando as baixas recentes para comprar. Além disso, temores em relação à dívida do conglomerado Dubai World já começaram a esfriar nesta terça-feira.
"O otimismo foi despertado pelo ISM de atividade da indústria da China, que veio bastante forte, o que tem um efeito positivo sobre commodities, além de dados macroeconômicos bons da Zona do Euro", diz a gerente de análise da SLW, Kelly Trentin.
A alta das commodities em meio à procura por risco foi um prato cheio para os investidores avançarem sobre as blue chips e papéis de siderúrgicas, embora o dia tenha sido favorável para os setores generalizadamente.
Petrobras ON terminou em alta de 2,24% e Petrobras PN subiu 2,55%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo para janeiro subiu 1,41%, a US$ 78,37 o barril.
Vale ON avançou 1,80% e Vale PNA, 1,25%. Hoje, o banco UBS estimou que os preços de referência do minério de ferro para 2010 deverão aumentar 20% em relação aos deste ano, sustentados pelo vigor da produção siderúrgica chinesa. Gerdau PN teve ganho de 3,51%, Metalúrgica Gerdau PN, de 3,81%, Usiminas PNA, de 0,70%, e CSN ON, de 2,07%.
A BM&FBovespa divulgou hoje a primeira prévia da carteira do Ibovespa para o primeiro trimestre do ano que vem. As ações ordinárias (ON) da Brasil Telecom, as PNB da Celesc e as PNA da Comgás deixaram de integrar o índice, que passou a incorporar LLX Logística, com uma participação de 0,658%. Desta forma, o índice deixa de ser composto por 62 ações e, caso seja confirmado nas prévias seguintes, possuirá 60 papéis na carteira válida para janeiro a abril de 2010.
Dólar
O dólar fechou o pregão desta terça-feira cotado a R$ 1,723, em queda de 1,88%, a baixa diária mais acentuada desde 23 de junho deste ano, quando a moeda norte-americana desvalorizou 2,13% em relação ao real.
O euro subiu frente ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt e por volta das 14h de Brasília fechou a US$ 1,5107, frente ao US$ 1,5013 da segunda-feira. O Banco Central Europeu (BCE) fixou nesta terça-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,5074.
Estados Unidos
A Bolsa de Nova York mostra tendência de alta nesta terça-feira, após diminuir a inquietação sobre a dívida da Dubai World e com a divulgação de dados macroeconômicos positivos nos Estados Unidos.
Bolsas europeias
O principal índice do mercado acionário europeu registrou a maior alta diária em quatro meses e meio nesta terça-feira, com as ações de bancos recuperando-se após preocupações com a dívida de Dubai. O índice FTSEurofirst 300, que reflete o comportamento das principais ações do continente, avançou 2,61 por cento, a 1.101 pontos. Foi o maior ganho percentual diário desde 15 de julho.
Bolsas asiáticas
As bolsas da Ásia continuaram em recuperação nesta terça-feira. A redução das preocupações sobre a crise de débito do Dubai World, dos Emirados Árabes Unidos, e os bons números da economia chinesa alavancaram os pregões.
A redução dos temores sobre a crise de débito do Dubai World fez com que as bolsas da Ásia se recuperassem e fechassem com resultados expressivos na última segunda-feira. Não houve negociações nas Filipinas por ser feriado.
Dubai
Já Bolsas dos Emirados Árabes Unidos fecharam pelo segundo dia consecutivo com baixas. Dubai recuou 5,61%, enquanto Abu Dhabi perdeu 3,57%.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
IBOV...suportes e resist na 1a semana de dezembro

Formou um "piercing" de aparente indefinição, mas que pode estar antecipando uma reversão de tendência (para queda) que precisa de confirmação, caso perca o suporte dos 65.300 pontos.
Suportes imediatos no gráfico semanal em 66.700, 66.100, 65.300, 64.200 e 63.900 pontos.
Resistências imediatas no gráfico semanal em 67.350, 67.950, 68.060 e 68.400 pontos
DJI...suportes e resist na 1a semana de dezembro
sábado, 28 de novembro de 2009
IBOV...não conseguiu romper a LTB recente...
FTSE 100...bolsa inglesa não conseguiu romper a LTB de longo prazo...
DJI...não conseguiu romper a LTB de longo prazo...
Commodities...perspectivas para a 1a semana de dezembro

Fonte: Bloomberg
Situação em 20/11
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI1273.10 1.29 1264.08 1275.20 1262.99
(Laranja)S&P GSCI 508.66 -1.99 512.02 512.04 503.98
(Verde)RJ/CRB Commodity 274.58 .31 273.13 274.87 272.22
(Azul)Rogers Intl 3214.96 -4.76 3232.24 3233.27 3189.04
Situação em 27/11
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1279.68 -12.27 1254.46 1282.18 1244.95
S&P GSCI 506.67 -8.07 494.67 508.51 490.23
RJ/CRB Commodity 273.09 -5.32 275.82 275.82 267.71
Rogers Intl 3210.61 -45.14 3131.66 3220.81 3107.18
Variação semanal 27/11 a 20/11
INDICE Fechamento (27/11) x Fechamento(20/11) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1279.68 1273.100,52%
S&P GSCI 506.67 508.66 -0,39%
RJ/CRB Commodity 273.09 274.58 -0,54%
Rogers Intl 3210.61 3214.96 -0,14%
Análise:
Na última semana de novembro, os preços das commodities tiveram comportamento de muita volatilidade: após iniciar a semana com uma boa alta, devolveram todo ganho e sofreram queda de mais de 2,5% na média desses índices, na quinta e sexta-feira após o anúncio do "calote de Dubai".
Conseguiram reverter parte destas perdas ao longo da última sexta, fechando praticamente estável em relação aos preços da semana anterior finalizando em queda de apenas-0,14% , na média desses quatro índices.
Os preços estão cerca de +20% acima dos preços praticados há um ano atrás, na média desses índices.
O gráfico semanal do "indexador de confiança de commodities""S&P GSCI (Indexed trust)", mostra que esse índice vinha se mantendo "lateralizado" em um triângulo simétrico, mas nesta última semana após uma abertura com "gap" de mais de 2% refluiu com força, no final de semana (mínima de -4,5%) e finalizou em um "martelo de queda" de cerca de -2% em relação ao fechamento anterior, após uma boa recuperação intraday, na última sexta-feira.
Com um calendário de indicadores econômicos relativamente ameno para esta semana, é muito provável que o desempenho dos preços das commodities estejam "sintonizados" com os desdobramentos da "crise financeira de DUBAI".
Talvez tenhamos um mercado de forte volatilidade, com uma maior probabilidade dos preços virem a testar os suportes do fundo do canal ascendente.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Fazenda eleva projeção dos juros para o final de 2010
por Adriana Fernandes de EXAME
27.11.2009 20h34
Apesar de criticar abertamente as análises feitas pelos economistas do mercado financeiro de que o Banco Central vai elevar os juros em 2010, o Ministério da Fazenda resolveu subir de 8,75% para 10,35% a sua projeção para a taxa Selic (juro básico da economia brasileira) ao final do ano que vem. A nova projeção foi incluída na revisão dos parâmetros macroeconômicos utilizados no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2010. A taxa Selic está hoje no patamar de 8,75% ao ano.
A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi elevada de 4,5% para 5%, com perspectiva de expansão maior da atividade econômica como resultado das medidas de estímulo fiscal. Mesmo depois da retomada do crescimento, o governo resolveu prorrogar as desonerações para automóveis, material de construção civil e linha branca de eletrodomésticos, além de estender o incentivo ao setor moveleiro.
A estimativa de crescimento para este ano foi mantida em 1%. Os parâmetros econômicos são elaborados pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. O secretário Nelson Barbosa chegou a chamar de "terroristas" aqueles que apostavam numa alta de juros por conta da política fiscal do governo. A atualização dos parâmetros foi encaminhada, no último dia 24, pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, senador Almeida Lima (PMDB-SE).
Pelos novos parâmetros, a taxa Selic média, acumulada em 2010, foi elevada de 8,71% ao ano para 9,18% ao ano. No texto original que acompanhava a Proposta de Lei do Orçamento, enviada no final de agosto, o governo esperava que a taxa Selic atingisse média anual de 9,98% para 2009 e de 8,71% para 2010 e ressaltava que o mercado projeta taxas de juros médias de 9,81% para 2009 e de 8,9% para 2010.
O governo também espera uma inflação maior combinada com taxa de câmbio menor. Na revisão, a estimativa de inflação para 2010 medida pelo IPCA, foi elevada de 4,33% para 4,42%. A taxa média de câmbio estimada passou de R$ 2,01 por dólar para R$ 1,72, patamar atual.
27.11.2009 20h34
Apesar de criticar abertamente as análises feitas pelos economistas do mercado financeiro de que o Banco Central vai elevar os juros em 2010, o Ministério da Fazenda resolveu subir de 8,75% para 10,35% a sua projeção para a taxa Selic (juro básico da economia brasileira) ao final do ano que vem. A nova projeção foi incluída na revisão dos parâmetros macroeconômicos utilizados no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2010. A taxa Selic está hoje no patamar de 8,75% ao ano.
A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi elevada de 4,5% para 5%, com perspectiva de expansão maior da atividade econômica como resultado das medidas de estímulo fiscal. Mesmo depois da retomada do crescimento, o governo resolveu prorrogar as desonerações para automóveis, material de construção civil e linha branca de eletrodomésticos, além de estender o incentivo ao setor moveleiro.
A estimativa de crescimento para este ano foi mantida em 1%. Os parâmetros econômicos são elaborados pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. O secretário Nelson Barbosa chegou a chamar de "terroristas" aqueles que apostavam numa alta de juros por conta da política fiscal do governo. A atualização dos parâmetros foi encaminhada, no último dia 24, pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, senador Almeida Lima (PMDB-SE).
Pelos novos parâmetros, a taxa Selic média, acumulada em 2010, foi elevada de 8,71% ao ano para 9,18% ao ano. No texto original que acompanhava a Proposta de Lei do Orçamento, enviada no final de agosto, o governo esperava que a taxa Selic atingisse média anual de 9,98% para 2009 e de 8,71% para 2010 e ressaltava que o mercado projeta taxas de juros médias de 9,81% para 2009 e de 8,9% para 2010.
O governo também espera uma inflação maior combinada com taxa de câmbio menor. Na revisão, a estimativa de inflação para 2010 medida pelo IPCA, foi elevada de 4,33% para 4,42%. A taxa média de câmbio estimada passou de R$ 2,01 por dólar para R$ 1,72, patamar atual.
Tensão por Dubai arrefece e Bovespa retoma 67 mil pontos
por Aluísio Alves de Reuters
27/11 - 18:45
SÃO PAULO (Reuters) - O mercado acionário doméstico terminou a sexta-feira no azul, recuperando-se parcialmente das perdas da véspera, com investidores menos temerosos sobre os desdobramentos do possível calote de Dubai.
Com apoio de ações de bancos e de empresas de commodities, o Ibovespa fechou com alta de 1,04 por cento, aos 67.082 pontos. O movimento financeiro da sessão foi de 4,59 bilhões de reais.
O receio de investidores de que grandes instituições financeiras europeias fossem atingidas por atrasos nos pagamentos de empréstimos feitos a fundos de Dubai arrefeceu, após vários bancos terem informado que não tinham exposição àquele mercado.
"As bolsas derreteram na quinta-feira, mas hoje Wall Street corrigiu um pouco o excesso dos outros mercados", disse Pedro Galdi, analista da corretora SLW.
Em Nova York, onde as bolsas operaram em esquema de plantão após o feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, as perdas acabaram sendo menores do que as registradas nas demais praças globais na véspera. O índice Dow Jones recuou 1,48 por cento. As bolsas europeias fecharam no azul.
Blue chips domésticas, como Petrobras e Vale, fizeram valer sua condição de mais líquidas e subiram, a despeito de outro dia de perdas das commodities.
O papel preferencial da petroleira avançou 1,17 por cento, para 38,90 reais, enquanto o da Vale teve alta de 0,99 por cento, a 42,90 reais.
O destaque de valorização do Ibovespa foi Cemig, com um salto de 4,88 por cento, a 31,15 reais. Para a analista do setor elétrico da SLW Corretora, Rosângela Ribeiro, o movimento pode ter sido influenciado pelo resultado do leilão de linhas de transmissão feito pela Aneel. A companhia mineira não levou nenhum dos lotes ofertados.
"De certa forma, isso pode ter sido melhor", disse a analista. Segundo ela, a Eletrobrás, que arrematou seis dos oito lotes, tem melhores condições de se beneficiar das operações nas áreas vendidas. O papel preferencial da elétrica federal ganhou 1,65 por cento, a 25,82 reais.
Pão de Açúcar avançou 2,44 por cento, a 55,00 reais. Segundo a Ativa Corretora, o grupo deve ter as vendas reforçadas devido à redução de IPI sobre móveis.
Para a próxima semana, disse Galdi, os investidores devem seguir atentos a detalhes sobre as dificuldades financeiras de Dubai, já que a safra de dados econômicos dos EUA no início da semana é menos expressiva.
27/11 - 18:45
SÃO PAULO (Reuters) - O mercado acionário doméstico terminou a sexta-feira no azul, recuperando-se parcialmente das perdas da véspera, com investidores menos temerosos sobre os desdobramentos do possível calote de Dubai.
Com apoio de ações de bancos e de empresas de commodities, o Ibovespa fechou com alta de 1,04 por cento, aos 67.082 pontos. O movimento financeiro da sessão foi de 4,59 bilhões de reais.
O receio de investidores de que grandes instituições financeiras europeias fossem atingidas por atrasos nos pagamentos de empréstimos feitos a fundos de Dubai arrefeceu, após vários bancos terem informado que não tinham exposição àquele mercado.
"As bolsas derreteram na quinta-feira, mas hoje Wall Street corrigiu um pouco o excesso dos outros mercados", disse Pedro Galdi, analista da corretora SLW.
Em Nova York, onde as bolsas operaram em esquema de plantão após o feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, as perdas acabaram sendo menores do que as registradas nas demais praças globais na véspera. O índice Dow Jones recuou 1,48 por cento. As bolsas europeias fecharam no azul.
Blue chips domésticas, como Petrobras e Vale, fizeram valer sua condição de mais líquidas e subiram, a despeito de outro dia de perdas das commodities.
O papel preferencial da petroleira avançou 1,17 por cento, para 38,90 reais, enquanto o da Vale teve alta de 0,99 por cento, a 42,90 reais.
O destaque de valorização do Ibovespa foi Cemig, com um salto de 4,88 por cento, a 31,15 reais. Para a analista do setor elétrico da SLW Corretora, Rosângela Ribeiro, o movimento pode ter sido influenciado pelo resultado do leilão de linhas de transmissão feito pela Aneel. A companhia mineira não levou nenhum dos lotes ofertados.
"De certa forma, isso pode ter sido melhor", disse a analista. Segundo ela, a Eletrobrás, que arrematou seis dos oito lotes, tem melhores condições de se beneficiar das operações nas áreas vendidas. O papel preferencial da elétrica federal ganhou 1,65 por cento, a 25,82 reais.
Pão de Açúcar avançou 2,44 por cento, a 55,00 reais. Segundo a Ativa Corretora, o grupo deve ter as vendas reforçadas devido à redução de IPI sobre móveis.
Para a próxima semana, disse Galdi, os investidores devem seguir atentos a detalhes sobre as dificuldades financeiras de Dubai, já que a safra de dados econômicos dos EUA no início da semana é menos expressiva.
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