terça-feira, 18 de maio de 2010

IBOV e INDM10...objetivos de curto prazo


INDM10...após 17/05...suportes e resistências


O INDM 10 fez máxima em 63.950 pontos e mínima nos 62.100 pontos, finalizando em 63.220 pontos.

Caso consiga se manter acima da resistência do fundo anterior, nos 63.335 pontos seu próximo objetivo de alta estará nos 64.500/64.750 pontos.

Abaixo da mínima nos 62.100 pontos, objetivos de queda em 60.200/60.300 pontos e abaixo desse patamar. nos 59.200 pontos.

IBOV...após 17/05...suportes e resistências


O Ibovespa abriu em queda, reagiu rapidamente para fazer máxima em 63.593 pontos, mas a partir daí refluiu até fazer nova mínima nos 61.824 pontos, mil pontos abaixo da mínima da semana anterior. Recuperou parte das perdas para finalizar em 62.866 pontos.

Acima dessa resistência tem objetivos de alta em 63.870 pontos com resistências intermediárias na região dos 63.600 pontos.

Caso reverta novamente e venha a perder sua mínima em 61.824 pontos, teremos objetivos de queda nos 60.770 pontos, fundo recente.

domingo, 16 de maio de 2010

INDM10...após 14/05...suportes e resistências



O INDM10 abriu a semana com forte "gap de alta" até formar nova máxima nos 67.125 pontos, para depois refluir até nova mínima, nesta sexta, nos 63.335 pontos, sem contudo fechar o referido "gap" nos 63.100 pontos.

Ao perder o forte suporte nos 64.750 pontos, sinalizou a construção de um "triângulo de baixa" com objetivos preliminares de queda em 63.300 e 62.400 pontos.

Abaixo desse piso suportes em 61.550 pontos e na mínima recente nos 61.000 pontos.

Caso abra a próxima segunda-feira em alta e consiga romper a "neck line" nos 64.750 pontos, suas próximas resistências e objetivos de alta estarão em 65.100 e 66.200 pontos.

O "candle" do gráfico diário é um "piercing cheio" como também o do gráfico semanal, sinalizando a forte pressão vendedora na semana.

VALE5...após 14/05...suportes e resistências


VALE 5 abriu a semana com forte "gap de alta" indo atingir sua máxima semanal nos 45,82, na segunda-feira.

A partir desse topo, refluiu com muita força, nos demais dias da semana, fechando sempre abaixo da abertura, durante toda a semana, com "candles cheios" indicadores da forte pressão vendedora.

Na última sexta-feira, abriu o pregão com um "gap de baixa" nos 43,60, vindo encontrar suporte na mínima semanal, nos 42,35, mas fechou acima dessa mínima nos 42,54.

O "candle" do gráfico diário é um "piercing cheio", sinalizador da forte tendência vendedora.

A pequena reação no final do pregão da sexta, sugere a possibilidade de abertura em alta na próxima segunda.

Caso consiga superar a máxima intraday de sexta nos 43,30 poderá vir a fechar o "gap de baixa" nos 43,60.

Acima dessa resistência, os próximos objetivos de alta de curto prazo estarão na casa dos 44,00 entre 44,15 e 44,80 (médias móveis exponenciais de 9 e 13 períodos).

Caso não consiga retomar o patamar dos 44,00 é possível que retorne à "região congestionada" entre essa resistêcia e o suporte nos 42,00.

PETR4...após 14/05...suportes e resistências


Depois de fazer "topo" nos 31,10, PETR4 refluiu durante a semana para se movimentar em uma região "congestionada" entre os 29,30 e os 30,80.

O "candle" do gráfico diário é um "martelo de alta" sugerindo abertura em alta, no início da semana, que poderá levar novamente PETR4 para testar a resistência na média móvel de 13 períodos, nos 30,78.

Acima desse patamar, PETR4 poderá buscar novamente objetivos de alta, nos 31,00/31,10.

Caso não consiga esse intento é possível que PETR4 se mantenha ainda nesse "canal de congestão" entre os 29,00 e os 31,00.

IBOV...perspectivas para a 3a. semana de maio


Na semana passada, o Ibovespa abriu em alta na segunda, fazendo na abertura sua mínima semanal nos 62.872 pontos, até encontrar resistência na máxima, nesse mesmo dia em 66.083 pontos.

A partir do dia seguinte porém, o Ibovespa operou com forte volatilidade entre os 64.430 pontos e os 65.500 pontos até que na última sexta-feira, perdeu o suporte dos 64. 430 pontos, vindo encontrar novo suporte na mínima desse dia, nos 63.050 pontos.

Fechou a sexta nos 63.412 pontos, com alta de +0,86% sobre o fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico diário é um "martelo cheio" formado pela reação ocorrida no final do pregão da última sexta, sugerindo abertura em alta na próxima segunda.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo invertido vazio" resultado da forte pressão vendedora que ocorreu a partir de 3a. feira, porém apresentando uma mínima semanal nos 62.870 pontos acima da mínima da semana anterior nos 60.774 pontos. Esse fato está sinalizando a possibilidade de formaçao de um "pivô de alta" que poderá reverter a atual tendência baixista, desde que o Ibovespa consiga nesta semana, superar a máxima da última semana nos 66.083 pontos.

Resistências semanais fortes na região dos 64.400/64.700 pontos, cujo rompimento poderá levar o Ibovespa a testar novamente resistências na região dos 66 mil pontos.

Acima dos 66 mil pontos, forte resistência na MME de 13 períodos, nos 67.140 pontos.

Eventual perda do suporte nos 62.870 pontos, manterá a tendência baixista de curto prazo que poderá trazer o Ibovespa para testar suportes na região dos 62 mil pontos/60.770 pontos.

DJI...após 14/05...perspectivas para a 3a semana de maio


Nesta 2a semana de maio, DJI abriu na mínima nos 10.404 pontos, retomou a tendência de alta, após as fortes quedas do final da semana anterior até encontrar resistência na máxima semanal nos 10.920 pontos , na quinta-feira, de onde iniciou uma realização de lucros.
Na sexta-feira, realizou mais fortemente até os 10538 pontos, para daí reagir novamente até conseguir fechar acima dos 10600 pontos, em 10620 pontos.

Alta na semana de + 2,07%.

O "candle" do gráfico diário é um "martelo cheio" aumentando a possibilidade de abertura em alta na próxima segunda-feira.
O "candle" do gráfico semanal é um "martelo invertido" (decorrente da pressão vendedora no final da semana) mas com a formação de um "pivô de alta" (ao conseguir fechar a semana com mínima semanal acima da mínima anterior).
Esse "pivô" poderá se confirmar caso DJI consega, nesta semana superar a máxima da semana anterior, nos 10.920 pontos.

A MME de 20 periodos no gráfico semanal nos 10.590 pontos poderá apoiar o movimento altista durante a semana. Caso DJI consiga romper a resistência da MME de 13 períodos nos 10.700 pontos, aumenta a possibilidade de vir a testar resistências na região dos 10800/10.900 pontos novamente.

Caso venha a perder o patamar dos 10.500 pontos, DJI poderá vir a testar suportes na região dos 10.400 pontos, novamente. A perda desse fundo, reverterá a tendência de alta de curto prazo, podendo trazer DJI aos 10.200/10.100 pontos, novamente.

sábado, 15 de maio de 2010

Commodities...perspectivas para a 3a semana de maio



Fonte: Bloomberg

Situação em 14/05






INDEX NAMEVALUECHANGEOPENHIGHLOWTIME
UBS BLOOMBERG CMCI1238.87-35.111255.581261.241235.5605/14
S&P GSCI501.57-18.01516.78516.78499.8805/14
RJ/CRB Commodity258.55-7.23263.80265.78258.2805/14
Rogers Intl3023.34-90.133102.303105.763017.6705/14


Situação em 07/05

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1247.70 -3.35 1248.39 1253.02 1232.09
(Laranja)S&P GSCI 503.47 -5.18 508.88 514.17 498.72
(Verde)RJ/CRB Commodity 261.32 -1.44 262.79 263.64 259.08
(Azul)Rogers Intl 3076.78 -19.54 3092.69 3108.00 3045.51



Variação semanal 14/05 a 07/05


INDICE Fechamento (14/05) x Fechamento(07/05) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1238.87 1247.70 -0,70%
S&P GSCI 501.57 503.47 -0,38%
RJ/CRB Commodity 258.55 261.32 -1,08%
Rogers Intl 3023.34 3076.78 -1,74%

Análise:

Na segunda semana de maio, os preços das commodities reagiram positivamente com muita força na segunda-feira em resposta ao esforço dos governos da comunidade européia em disponibilizar cerca de 1 trilhão de euros para tentar preservar a moeda européia frente à crise da Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda do Norte. Porém, durante a semana essa alta inicial acabou sendo diluida pelo temor de que a recessão européia possa persistir por um tempo muito maior que o esperado pelo mercado.

Ao final da semana o preço médio das commodities sofreram baixa de -0,97%, na média desses quatro índices, em relação ao fechamento da semana anterior.

Agora os preços estão apenas cerca de +15% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando-se a média desses índices.

O "candle" do gráfico semanal do "UBS Commodity Index", que fechou a semana com queda de - 0,64% e similar aos demais índices, é um "martelo invertido cheio", decorrente da forte pressão vendedora ocorrida na última sexta-feira.

Os preços das principais commodities se mantem junto ao fundo do "canal de alta" de longo prazo, sendo que os preços no gráfico semanal do "UBS Commodity Index" fecharam abaixo da LTA de longo prazo .

Esta próxima semana deverá trazer ainda muita volatilidade aos mercados à medida que novas decisões e melhor conhecimento da profundidade dessa crise na "região do euro" forem revelados.

Existe uma maior probabilidade de abertura em alta desses mercados, na segunda-feira, visto que os principais osciladores gráficos estão ainda em "região fortemente sobrevendida", porém o cenário para o restante da semana ainda é de "viés de baixa".

Suportes imediatos nos 127,30 e nos 126,60 pontos.

Resistências imediatas nos 130,70 a 130,80 ("neck line") e nos 132,15 pontos (topo recente).

Abaixo do fundo semanal nos 125,00 mantem-se os objetivos de queda nos 122,42 pontos.

Bovespa acompanha exterior e fecha em baixa de 2,12%


por Claudia Violante, de Agência ESTADO

14/05/2010 18:00

São Paulo - A semana no mercado financeiro terminou bem diferente do que se viu no início. O entusiasmo com o bilionário pacote de ajuda anunciado pela União Europeia, na madrugada de segunda-feira, foi trocado pelas incertezas e pelo medo de recessão. Essa mudança de sentimento levou hoje as bolsas a fecharem em forte queda em todo o mundo.

No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia em queda de 2,12%, aos 63.412,47 pontos. Na pontuação mínima durante a sessão, a Bolsa atingiu 63.050 pontos (queda de 2,68%) e, na máxima, 64.787 pontos (estável). Na semana, o índice Bovespa (Ibovespa) subiu 0,86% e, no mês, recuou 6,10%. No acumulado de 2010, a queda é de 7,55%. O giro financeiro de hoje totalizou R$ 6,332 bilhões. Os dados são preliminares.

Hoje, os investidores tiveram que digerir a notícia de que a França poderia abandonar a zona do euro e que a Espanha registrou sua primeira deflação desde 1986. Além disso, a Grécia pode não conseguir superar seus problemas, o que coloca em dúvida o pacote de ajuda oferecido ao país. Tudo isso fez com que a avaliação fosse a de que o fundo de quase US$ 1 trilhão que a União Europeia (UE) colocou à disposição dos países da zona do euro será insuficiente para conter o crise e que a região vai mesmo embarcar numa recessão. Na Europa, as bolsas superaram os 3% de perdas, sendo que a Bolsa de Madri recuou 6,64%.

No Brasil, as ações da Petrobras registraram perda contida durante todo o dia e passaram a subir a poucos minutos do fim da sessão. Ainda hoje, a estatal divulga seu resultado no primeiro trimestre. As ações ordinárias da Petrobras fecharam em alta de 0,38%, enquanto as preferenciais avançaram 0,30%. Vale ON recuou 2,96% e Vale PNA teve baixa de 3%.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Confira a agenda do investidor para a terceira semana de maio


por Equipe InfoMoney
14/05/10 21h30

SÃO PAULO - Dentro da agenda para a terceira semana de maio, os investidores estarão atentos à ata da última reunião do Federal Reserve e aos indicadores de inflação referentes ao mês de abril. No front doméstico, o destaque também vai para a inflação, com os dados do IPCA - 15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15) do mês de maio.

Segunda-feira (17/5)

- Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também o vencimento de opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

- EUA

9h30 - O Fed de Nova York apresenta o NY Empire State Index referente ao mês de maio. Esse índice tem como intuito medir a atividade manufatureira no estado, um dos principais do país.

Terça-feira (18/5)

- Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à segunda quadrissemana de maio. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

- EUA

9h30 - O Departamento de Trabalho publica os números do PPI (Producer Price Index) e de seu núcleo, que descrevem os preços praticados por produtores durante o mês de abril.

9h30 - Sairão os índices Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas no mês de abril.

Quarta-feira (19/5)

- Brasil

8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao segundo decêndio de maio, que é bastante utilizado pelo mercado e retrata a evolução geral de preços na economia.

- EUA

9h30 - Atenção para a divulgação do CPI (Consumer Price Index) e de seu núcleo, que mensuram os preços ao consumidor referentes ao mês de abril.

11h30 - Confira o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

15h00 - O FOMC (Federal Open Market Committee) revela a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve.

- Inglaterra

O Banco da Inglaterra revela a minuta da última reunião realizada em maio.

Quinta-feira (20/5)

- Brasil

9h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15) de maio. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.

10h30 - O Banco Central publica a Nota de Mercado Aberto de abril, um relatório sobre as operações financeiras realizadas no mercado aberto pela instituição monetária.

- EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

11h00 - A Conference Board apresenta o Leading Indicators referente ao mês de abril. O relatório compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra e permissões para construção.

11h00 - O Fed da Filadélfia revela o Philadelphia Fed Index de maio, indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado.

- Japão

Este será o primeiro dia da Reunião do BoJ (Banco do Japão), que define a taxa básica de juro japonesa. Neste encontro inicial, os diretores se reúnem para analisar os dados econômicos correntes.

Sexta-feira (21/5)

- Brasil

Não serão divulgados dados relevantes neste dia.

- EUA

Não serão divulgados dados relevantes neste dia.

- Japão

7h00 - Em seu segundo dia de reunião, o BoJ divulga a decisão sobre a taxa básica de juro do Japão

Segunda-feira (24/5)

- Brasil

8h00 - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

- EUA

11h00 - Sairá o Existing Home Sales referente ao mês de abril. O índice é responsável por medir as vendas de casas usadas no país.

Produção maior e alta do petróleo sustentam lucro da Petrobras


Estatal divulgou ganho líquido de 7,7 bilhões de reais no primeiro trimestre

por Márcio Juliboni de EXAME.com
14/05/2010 20:03

São Paulo - A Petrobras encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido consolidado de 7,73 bilhões de reais. A cifra é 23% superior à do mesmo período do ano passado. Em teleconferência com jornalistas, o diretor financeiro e de relações com investidores, Almir Barbassa, atribuiu os resultados ao aumento da produção e das vendas, e à alta do preço médio do petróleo. "Os resultados refletem o crescimento da economia", afirmou. A margem operacional da empresa, no primeiro trimestre, ficou em 23%, e a margem líquida, em 15%.

Quando decomposto, o lucro líquido apresenta maior contribuição do segmento de exploração e petróleo. Essa área aportou 7,312 bilhões de reais para os resultados. Isso representa 192% mais que os 2,501 bilhões de reais gerados no início de 2009. Em seguida, vêm as atividades de abastecimento, com 1,116 bilhão de reais. Nesse segmento, houve queda de 76% na contribuição. Já outros segmentos responderam por 1,132 bilhão, revertendo as perdas de 253 milhões reportadas na comparação. Segundo comunicado da empresa, a soma dos valores por segmento é maior que o lucro líquido consolidado, porque envolve transações inter-segmentos que são eliminadas no cálculo final.

A Petrobras investiu 17,753 bilhões de reais no primeiro trimestre, cifra 23% maior que a do mesmo período do ano passado. Do total, 53% foram para a área de exploração e produção; 31% seguiram para abastecimento. Em sua maioria, as inversões foram sustentadas por recursos próprios. A geração de caixa da empresa, medida pelo ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu 15,1 bilhões de reais no final de março - 12% a mais que na comparação.

Capitalização

A expansão do ebitda não elimina a necessidade de capitalizar a empresa, segundo Barbassa. "Temos um plano de investimentos de 88 bilhões de reais para este ano, e precisamos da capitalização", disse. Segundo o executivo, a Petrobras teria condições de bancar esses projetos buscando financiamento no mercado - o que aumentaria sua dívida. "Mas não é esse o caminho mais sensato para a gestão financeira da Petrobras", afirmou.

Barbassa observou que o grau de alavancagem da empresa, hoje, é de 32%. A meta da direção é que o número esteja entre 25% e 35%. O executivo procurou minimizar o fato de que a Petrobras está perto de seu limite de endividamento, quando se compara a atual alavancagem com o teto da meta. "Estamos num ponto ótimo".

Diante da lentidão com que caminha a capitalização da empresa, cresce no mercado a avaliação de que a Petrobras poderia partir para um plano B. Nesse cenário, a empresa lançaria ações no mercado para se capitalizar. Barbassa afirmou que a alternativa é viável, pois bastaria seguir a Lei das SA, mas reiterou que o foco é a capitalização com cessão onerosa em discussão no governo. A expectativa, segundo o diretor da estatal, é que a operação seja realizada até julho. "Nossa meta é promover a capitalização antes das férias dos investidores no hemisfério norte".

INDM10...após 13/05...suportes e resistências



Objetivos de alta de curto prazo se acima de 65.500 sendo os objetivos de curto prazo em 65.880 e 66.300 pontos.

Objetivos de queda de curto prazo se abaixo de 64.750 pontos sendo os objetivos de curto prazo em 64.590; 64.150; 63.950 pontos e 63.100 pontos (fechando o "gap")

IBOV...após 13/05...suportes e resistências


Formou praticamente um "martelo invertido" de queda, no gráfico diário, sinalizando a possibilidade de continuidade da realização.

Eventual perda do "fundo duplo" nos 64.530 pontos levará o Ibovespa a testar novamente suportes no 64 mil pontos e na perda deste suporte os objetivos de queda estarão em 63.300 pontos

Se conseguir se manter acima da média móvel de 9 períodos em 65.125 pontos, o próximo objetivo de alta estará nos 65.550 pontos e 65.580 pontod

quinta-feira, 13 de maio de 2010

DJI...após 13/05...suportes e resistências


Fez praticamente um "marubozu de queda" e a eventual perda do fundo recente nos 10.750 pontos, sinaliza perspectivas de realização mais forte até os 10.580 pontos.

Acima de 10.790, resistências imediatas em 10.840 e 10.880 pontos.

Investigação nos EUA faz Bovespa cair 0,67%


por Agência ESTADO
13/05/2010 17:52

São Paulo - A desconfiança impediu o avanço da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no pregão de hoje. Os bons resultados divulgados nos balanços de algumas empresas foram em parte ofuscados pela notícia de que oito bancos americanos estão sendo investigados pelo Estado de Nova York. De acordo com o jornal "The New York Times", eles são suspeitos de fornecer a agências informações falsas para aumentar o rating (classificação de risco) de ativos hipotecários.

A notícia, aliada à preocupação com a situação fiscal da Europa, levou o índice Bovespa (Ibovespa) a fechar em baixa de 0,67%, aos 64.788,22 pontos. Hoje, o indicador oscilou entre a pontuação mínima de 64.738 pontos (queda de 0,74%) e a máxima de 65.427 pontos (alta de 0,31%). Em maio, até o momento, a Bolsa só teve três pregões de alta. No mês, a Bovespa acumula queda de 4,06% e, em 2010, recuo de 5,54%. O giro financeiro do dia, ainda preliminar, foi de R$ 5,22 bilhões, inferior aos R$ 5,44 bilhões de ontem.

"O mercado está sem fluxo, desconfiado com essa notícia de investigação de bancos", afirmou Pedro Galdi, analista da SLW Corretora. De acordo com o jornal "The New York Times", os bancos que estão sendo investigados pela promotoria federal dos EUA são Goldman Sachs, Morgan Stanley, UBS, Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank, Crédit Agricole e Merrill Lynch - que agora pertence ao Bank of America.

Já as companhias de classificação de risco que deram os ratings às operações ligadas a hipotecas são Standard & Poor's, Fitch Ratings e Moody's. Foi o setor de hipotecas imobiliárias de segunda linha - ou subprime - que disparou a mais recente crise financeira global. Hoje, as Bolsas em Nova York tiveram forte queda: O índice Dow Jones recuou 1,05%, o Nasdaq teve baixa de 1,26% e o S&P 500 caiu 1,22%.

No Brasil, porém, os papéis da Petrobras subiram durante todo o dia, diante das boas expectativas em relação ao balanço da companhia, que sai amanhã. A alta de hoje também representa uma recuperação das perdas recentes, em razão das incertezas sobre o processo de capitalização da companhia. Petrobras ON subiu 0,12% e PN avançou 0,33%, apesar do contrato futuro de petróleo com vencimento em junho ter fechado a US$ 74,40 o barril em Nova York, queda de 1,65%.

As ações da Vale, por sua vez, tiveram um pregão de baixa, já que os setores ligados a commodities (matérias-primas) continuam a sofrer o impacto do esperado aperto monetário na China. "Há investidores vendendo papéis ligados a commodities e comprando ações ligadas a consumo", citou Fausto Gouveia, economista da Legan Asset Management. Hoje, mesmo com a alta dos principais metais, Vale ON caiu 1,45% e a Vale PNA recuou 1,58%.

INDM10...suportes e resistências



Movimentação "intraday" em um triângulo simétrico, prestes a adotar um dos extremos.

Gráfico diário mostra um "martelo de alta" fechando em cima da LTB de curto prazo.

DJI...após 12/05...suportes e resistências


"Marubozu" de alta, operando em região de fortes resistências

IBOV...após 12/05...suportes e resistências


"Marubozu de alta" ainda apoiado pelo "martelo" de 2a feira, porém em região congestionada de resistências.