sexta-feira, 13 de agosto de 2010

INDQ10...após 12/08...suportes e resistências


IBOV...após 12/08...fez um "martelo" mas DJI...



DJI fez um "martelo cheio" com "gap de baixa".

Para assegurar uma possível reversão, DJI deverá fazer um "candle de alta" que "penetre" o candle anterior fechando o "gap de baixa".

Outra forma poderia ser a confirmação de um "fundo duplo" na Média Móvel de 50 períodos (suporte do fundo de ontem)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

IBOV...após 11/08...em tendência de queda


O Ibovespa fechou o pregão desta quarta em forte queda, perdendo importantes suportes nos 66.217 pontos e nos 65.830 pontos.

Mantendo-se abaixo dos 66 mil pontos, seus próximos objetivos de queda se encontram nos 64.500/64200 e 63.700 pontos.

CRB RJ Comm Index em tendência de queda


Esse importante indicador das commodities metálicas fechou o pregão desta quarta em 268,83 pontos e formou um "piercing de queda" sugerindo a possibilidade da continuidade dessa tendência.

A perda dos 268 pontos sugere objetivos de queda nos 266 e 264 pontos, suporte horizontal que poderá propiciar eventual reação compradora.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

IBOV...após 10/08...suportes e resistências



Após fechar pela 3a. vez seguida em queda e desta vez abaixo dos 67.520 pontos, o IBOVESPA sinalizou a continuidade da correção no curtíssimo prazo, agora para testar suportes na região dos 66.000/66.400 pontos.

Caso consiga reverter a partir daí, poderá recuperar a tendência altista confirmando novo pivô de alta, principalmente se conseguir um fechamento acima dos 68.500 pontos.

Por outro lado, eventual perda do suporte nos 65.830 pontos poderá sugerir uma correção mais forte até a região dos 63.000 pontos.

DJI...após 10/08...suportes e resistências


Desde que retomou o patamar dos 10.500 pontos, DJI vem "lateralizando" entre esse piso e o patamar dos 10.700 pontos.

O "candle" do gráfico semanal que está se formando parece ao de um "doji evening star", enquanto o "candle" do gráfico diário é um "martelo cheio" resultante da reação compradora que se sucedeu após a divulgação da reunião do FOMC.

Eventual perda do suporte na LTA recente nos 10.580 pontos poderá sugerir no curtíssimo prazo, uma correção de maior intensidade, para buscar suportes nos 10.400/10.350 pontos.

Retomada da tendência de alta no curto prazo, caso ocorra fechamento acima dos 10.700 pontos, novamente.

Para não operar movimentos falsos, olhe mais atentamente para o volume

por Rafael de Souza Ribeiro
10/08/10 - 11h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Quando Charles Dow desenvolveu a análise técnica no início do século XX, o criador do índice Dow Jones traçou seis regras fundamentais, conhecidas a partir de então como a Teoria de Dow.

De acordo com a teoria, em uma tendência de alta, é recomendado que o volume aumente ante a valorização dos ativos e recue quando há queda. O contrário é dito quando estamos em uma tendência de baixa.

O volume - agregado das movimentações financeiras - tem a importante função de confirmar a tendência real dos preços, sendo um retrato do grau de comprometimento do mercado quanto ao movimento (alta ou baixa) de um papel e uma referência complementar a outros parâmetros clássicos da análise técnica.

Por sua importância para o trader, pois é o fator “confirmador” dentro da análise técnica, foram criados muitos indicadores baseados no volume, a fim de identificar se o mercado está acumulando ou distribuindo os lucros.

Indicadores de volume

OBV
Linha de acumulação e distribuição
Chaikin Money Flow

OBV
Criado em 1963 pelo financista Joseph Granville, o OBV (On Balance Volume) pode ser considerado um dos indicadores de volume mais famosos e mais antigos dentro da análise técnica.

O OBV baseia-se na noção de que, em tendências confiáveis, movimentos de volume caminham junto com os preços. Para identificar esses “movimentos”, descritos por Granville em seu livro Granville's New Key to Stock Market Profits, adota-se uma conta simples: soma-se os giros quando a ação fecha em alta e desconta-se na baixa.

Portanto, se o fechamento de um papel na data t reflete uma alta, o OBV é calculado através de:

OBVt = OBVt-1 + Volumet

Já se o fechamento na data t reflete uma baixa, o OBV é dado por:

OBVt = OBVt-1 - Volumet

A linha OBV do gráfico é formada através das adições e/ou subtrações.

Interpretação
Em uma tendência gráfica de alta, uma curva OBV ascendente mostra que o volume é mais relevante em sessões de valorização, servindo, deste modo, como uma confirmação da tendência de alta.

Porém, se o gráfico de preço for ascendente e a curva OBV apontar para baixo, existe uma divergência não saudável da tendência, indicando que os comprados não estão atuando com força. O raciocínio é o mesmo em uma tendência de baixa.

Cabe ressaltar que o valor numérico do OBV é o menos relevante para o trader. O operador deve se concentrar na direção da curva e em sua coerência com o histórico de preços do ativo analisado.

Linha de acumulação e distribuição
Desenvolvido pelo trader norte-americano Marc Chaikin, a Linha de Acumulação e Distribuição, ou simplesmente A/D, tem o mesmo objetivo do OBV - medir o fluxo de dinheiro -, mas com uma diferença fundamental.

Como apresentado, o OBV baseia-se no fechamento do ativo para definir sua tendência, enquanto a A/D acompanha a variação dos preços em função do fechamento diário do ativo. Este ponto de referência foi intitulado por Chaikin como CLV (Close Location Value), que é assim calculado:

CLV = ((fechamento – mínima) – (máxima – fechamento)) / (máxima - mínima)

A partir da fórmula, o autor definiu cinco possibilidades possíveis para o fechamento do CLV, intimamente ligadas à variação da A/D:

1. Se a ação fechar na máxima, o máximo da variação, o valor do CLV será +1.
2. Se a ação fechar acima da média entre a máxima e a mínima, mas abaixo da máxima, o valor do CLV será entre 0 e +1.
3. Se a ação fechar exatamente entre a máxima e a mínima, o valor do CLV será 0.
4. Se a ação fechar abaixo da média entre a máxima e a mínima, mas acima da mínima, o valor do CLV será entre 0 e –1.
5. Se a ação fechar na mínima, a mínima da variação, o valor do CLV será -1.

Feita a distinção, o valor da A/D será o CLV multiplicado pelo volume do dia, acrescentado à linha de acumulação e distribuição dos períodos passados.

Interpretação
Assim como o OBV, a A/D será utilizada para confirmar se a tendência do papel está sendo acompanhada pelo volume – Distribuição -, ou, quando estamos em um mercado de lado, para identificar se os trades estão majoritariamente comprados ou vendidos – Acumulação.

Neste último cenário, caso a A/D esteja em um movimento ascendente, significa que os investidores estão acumulando cada vez mais dinheiro no papel, e, em tese, o rompimento da congestão engatilhará um movimento de alta/baixa de grande amplitude.

Outra função bem típica do indicador é a identificação de divergências, que costumam confirmar pontos de compra e de venda frente a rompimentos de resistências e padrões gráficos.

Chaikin Money Flow
Aproveitando a metodologia da A/D, Marc Chaikin criou logo em seguida o CMF (Chaikin Money Flow), oscilador calculado a partir das leituras diárias da linha de acumulação e distribuição.

A premissa básica do CMF é de que a pressão dos comprados e vendidos pode ser reproduzida por meio da comparação entre o valor de fechamento do ativo em relação à máxima e à mínima diária. Ou seja, o cálculo do CLV.

Deste modo, há pressão compradora sob o papel quando seu fechamento for acima da média entre a máxima e a mínima, ao passo que a pressão vendedora coincide com o fechamento abaixo da média.

Interpretação
Se o valor do CMF for maior do que zero, significa que o papel está sob pressão compradora, ao passo que valores menores do que zero insinuam pressão vendedora sob o ativo.

O trader também deve ficar de olho no período qual o indicador está comprado ou vendido, que está relacionado à “saúde” da tendência, além das oscilações, que evidenciam a intensidade de compra ou de venda.

Ressalvas
Como todo indicador técnico, recomenda-se que os traders utilizem um oscilador auxiliar para confirmar o movimento. O uso dos indicadores de momento, como o MACD e Trix, são uma boa alternativa.

O investidor deve ficar muito atento também às formações de gap dos papéis, que costumam destoar a sinalização dos indicadores de volume, a exemplo do CMF e da linha de acumulação e distribuição.

Além de todas estas recomendações pertinentes aos indicadores de volume, é sempre bom lembrar a necessidade dos investidores fazerem testes para encontrarem o melhor setup operacional para cada cenário de mercado.

INDQ10...após 09/08...suportes e resistências



Suportes e objetivos de queda em 67.570/67.485/67.310/66.900 e 66.300 pontos

IBOV...após 09/08...suportes e resistências



Suportes e objetivos de queda nos 67.470/67.150/66.970; 66.700/66.200 pontos.

domingo, 8 de agosto de 2010

IBOV...perspectivas para a 2a. semana de agosto



O IBOVESPA abriu a semana, na mínima semanal, nos 67.524 pontos, e com forte tendência de alta nesse dia foi encontrar resistência na máxima, nos 68.754 pontos.

Nos demais dias da semana fez um movimento lateralizado, com alguma volatilidade, provocado pelas oscilações nos mercados americanos e formando um "triângulo simétrico" delimitado pelos extremos determinados na segunda-feira.

Fechou a semana em 68.095 pontos, com alta de +0,86% sobre o fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "piercing de alta" enquanto o gráfico diário fez um "martelo cheio", graças à recuperação ocorrida na segunda metade do pregão da última sexta-feira, quando o IBOV veio buscar suportes nos 67.685 pontos .

O movimento lateralizado durante a semana, mostra que o mercado encontra dificuldades para uma realização mais forte depois de ter atingido seu objetivo de curto prazo nos 68.700 pontos.

O rompimento de um dos extremos desse triângulo poderá sinalizar a tendência do Ibovespa, nesta semana.

Os próximos objetivos de alta se encontram nos 68.900 e 70 mil pontos (curto e médio prazos).

Os suportes imediatos estão em 67.500 (fundo recente); 67.000/67.200 e 66.200/66.300 pontos.

DJI..perspectivas para a 2a semana de agosto



DJI abriu a primeira semana de agosto na mínima, na segunda-feira, nos 10.468 pontos, fez sua máxima semanal na quarta-feira nos 10.702 pontos; refluiu na sexta- feira até encontrar suporte nos 10516 pontos, mas finalizou acima dos 10.600 pontos, em 10.653 pontos. Alta semanal de +1,79%.

O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "piercing de alta" sinalizando a possibilidade da continuidade dessa tendência para a próxima semana.

Os dois últimos "candles" do gráfico diário são "dojis" de indefinição formados logo após o "candle" de alta da quarta feira, quando DJI fez o topo semanal.

Na próxima terça, dia 10/08, às 15:15h o FOMC deverá anunciar se mantém ou não a atual política de juros.

A maior probabilidade é a da manutenção dessa política, até porque os últimos números divulgados nesta última semana acenderam um sinal amarelo na recuperação dos empregos no mercado de trabalho americano. O mercado aguarda além desse comunicado alguma nova medida que possa melhorar o crescimento do PIB para o 2o semestre de 2010 (com perspectivas de redução de desempenho perante o 1o. semestre do ano).

É provável que o mercado ainda "lateralize até lá" antes de buscar seus próximos objetivos de alta, nos 10.800 e 10.900 pontos.

Por outro lado, eventual perda dos 10.600 pontos poderá trazer DJI para testar suportes junto à minima da semana na região dos 10.470/10.520 pontos.

Commodities...perspectivas para a 2a semana de agosto



Nesta primeira semana de agosto, o "UBS Commodity Index" abriu a semana com "gap de alta" formando dois "dojis" seguidos sugerindo uma possibilidade de realização.

Na quarta-feira com novo "gap de alta" reverteu essa possível tendência de queda até atingir nova máxima nos 138,42 (alta de +3,11%). Desse ponto, refluiu novamente e na sexta fez a mínima nos 134,92 pontos fechando nos 135,32 pontos, alta de apenas +0,8% sobre o fechamento da última semana.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji de topo" que possivelmente será uma "shooting star" de reversão de tendência.

Os três últimos candles do gráfico diário fizeram uma configuração de reversão conhecida por "Bearish 3 outside down", sinalizando a reversão de tendência para queda.

Objetivos imediatos de queda no fechamento do "gap" em 134,25; depois nos suportes em 133,30 e 132,30.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

CRB padrão de reversão tipo "3 por fora topo"




No fechamento de hoje, o CRB RJ Commodity Index, principal indicador das commodities metálicas formou um padrão de reversão da tendência anterior denominado por Steve Nison como "Bearish 3 Outside down", onde o topo é formado por um "candle de queda " que penetra o anterior (de alta) e o terceiro candle confirma a queda fechando abaixo do primeiro, encerrando o ciclo de alta.

Próximos objetivos de queda nos 272/270 pontos.

CRB RJ Comm Index_Tendência de queda se confirma



Gráfico diário mostra que o principal índice das commodities metálicas "CRB RJ Commodity Indez" perdeu a mínima da abertura e fez nova mínima nos 275 pontos, por volta das 12 hotas. Tudo indica que deverá fechar o "gap de alta" nos 274,40.

Tendência de queda se confirma...

INDQ10...após 05/10...suportes e resistências


IBOV...após 05/08...suportes e resistências



Formou novamente uma "martelo de alta" sugerindo abertura em alta, na próxima sexta.

Osciladores ainda muito esticados podendo provocar eventual realização intraday.

Próximos objetivos nos 69 mil/69.500 pontos.

DJI...após 05/08...suportes e resistências

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

CRB_RJ_Commodity Index após 05/08...possível reversão de tendência


Depois de formar novo topo nos 288,69 pontos, refluiu com força até fechar praticamente na mínima nos 277,67 pontos.

Formou no gráfico diário um "martelo invertido cheio" sinalizando a possibilidade de ter formado um topo de reversão de tendência.

A confirmação desse topo se dará com a perda da minína nos 276,35 pontos.

Commodities...UBS Comm Index rompe topo anterior


Depois de ter efetuado novo topo nos 137,10 no último pregão, o UBS Commodity Index abriu o pregão na manhã de hoje, novamente com "gap de alta", rompeu o topo do último 15 de abril, nos 137,35 e atingiu seus objetivos imediatos de alta, nos 138,30 ao fazer novo topo nos 138,42.

Daí refluiu com força até a mínima nos 136,86 e fez um "martelo de reversão" no gráfico intraday de 30 minutos (às 12:30 horas) e um "martelo cheio" no gráfico diário (por enquanto).

Caso mantenha essa tendência altista seu próximo objetivo se situa no último topo de 19 de janeiro, nos 138,97 de onde poderá realizar (apesar de já se encontrar em região fortemente sobrecomprada).