O Ibovespa abriu a semana, em tendência de alta até encontrar resistência na máxima da semana, nos
59.204 pontos, na
segunda-feira. A partir daí refluiu em queda até o patamar dos
57.100 pontos, na quinta-feira, quando novamente repicou até encontrar resistência no patamar dos
58.200 pontos, nesse dia. Na sexta, voltou a realizar até encontrar suporte, na mínima semanal, nos
57.061 pontos, para depois finalizar nos
57.276 pontos.
Queda na semana de
-2,79% em relação ao fechamento da semana anterior.
Formou
no gráfico semanal, em
3o. plano, um
"piercing de queda", enquanto no diário (em 2o plano), formou um "
martelo cheio".
Podemos
observar no gráfico de 60 minutos, em 1o. plano, o IBOV se movimentando no interior de uma "cunha descendente" ainda muito próxima da Banda Inferior de Bollinger, tentando formar uma figura de reversão para alta, que se concretizará com o rompimento superior (em fechamento) da LTB do canal de queda, atualmente no patamar dos
57.400 pontos. Resistências imediatas nos
57.600 pontos e acima disso nos
58.100 pontos, onde se se encontra a MMóvel de 09 períodos, no gráfico diário. Mesmo assim, uma possível reversão de tendência somente se concretizará, com um fechamento acima dos
58.300 pontos, onde atualmente se encontra a "linha de pesçoco" do OCO de baixa, formado recentemente.
O gráfico semanal do Ibovespa (em 3o. plano) mostra a confirmação da tendência de queda, com a MMóvel de 09 períodos virada para baixo; topos e fundos descendentes; e fechamento abaixo da Média Simples de 21 períodos, desse gráfico. Caso o Ibovespa continue sua movimentação de queda, abaixo dos
57 mil pontos, os próximos objetivos a serem testados estarão nos
56.240 pontos,
Uma perda desse patamar, levará aos objetivos iniciais do O-C-O formado, nos 55 mil pontos e posteriormente, aos
53.000 pontos.