O IBOV abriu a semana em queda até fazer sua mínima semanal, na segunda-feira, nos
54.333 pontos. Desse ponto retomou a tendência de alta, superando o patamar dos
56.350 pontos (topo da semana anterior) até forma nova máxima semanal nos
56.975 pontos, na quarta-feira, refluindo em seguida. Na quinta e sexta deu continuidade ao movimento de queda vindo até os
54.460 pontos (retração de 78% da última perna de alta) e depois "repicou" novamente até retomar o patamar dos
55 mil pontos, refluindo levemente para finalizar a semana nos
54.962 pontos.
Leve queda semanal d
e -0,16%.
O IBOV fez no gráfico semanal (em 1o. plano) um
"doji", enquanto no gráfico diário (em 2o. plano) fez um
"martelo cheio".
O IBOV não conseguiu novamente fechar a semana no patamar dos
56 mil pontos, como vinha fazendo nas 2 semanas anteriores e voltou a finalizar a semana abaixo dos suportes semestrais anteriores, nos
55.125/55.430 pontos, que ainda permanecem como fortes resistências.
Chegou a construir no início da semana, um " pivô de alta" quando rompeu em movimentação intradiária o patamar dos
56.350 pontos, sinalizando a possibilidade de continuidade da movimentação altista até o patamar dos
58 mil pontos (inicialmente) e possibilidade de continuidade para testar novamente os
59.400 pontos. Essa perspectiva se mantem se não perder o fundo anterior nos
54.300 pontos e conseguir fechar um pregão acima dos
56.350 pontos, mantendo assim a tendência de alta sinalizada anteriormente.
Caso venha a refluir novamente, perdendo a mínima semanal anterior, poderá confirmar um "pivô de queda" com objetivos iniciais nos
53 mil aos 52.200 pontos.
Repiques de alta apresentam resistências nos
55.450/55.600 pontos e acima disso nos
55.950/56.350 pontos.