O Ibovespa abriu a semana em queda até encontrar suporte na mínima nos
54.630 pontos, na segunda-feira de onde retomou a movimentação altista, superando novamente o patamar dos
55.540 pontos e depois as resistências nos
56.300 e 56.800 pontos até fazer nova máxima semanal nos
57.098 pontos, na quarta-feira. Nesse mesmo pregão, sintonizado com os mercados externos fez forte realização até encontrar suporte na quinta-feira nos
55.380 pontos. Desse ponto, retomou a movimentação de alta, superando novamente os 56 mil pontos e fechando na sexta-feira nos
56.406 pontos.
Alta semanal d
e +2,25%.
O Ibovespa formou no gráfico semanal um
"piercing de alta" em cima de uma região de suporte
, na LTA de curto prazo, enquanto no gráfico diário (em 1o. plano) um pequeno
"martelo de alta".
Podemos observar no gráfico diário o Ibovespa, no interior de um triângulo formado pela LTB de curto prazo, que projeta objetivos de médio prazo nos
61 mil pontos, caso ocorra a confirmação do rompimento superior desta formação, sinalizado por eventual fechamento semanal acima dos
57.150 pontos.
Pelo gráfico semanal podemos observar a movimentação do Ibovespa no interior de um "triângulo de indefinição", com linha de fundos atualmente nos
54.900 pontos e linha de topos nos
56.900 pontos.
O rompimento para um dos lados poderá definir no curto prazo a direção da próxima movimentação. Enquanto isso não ocorrer poderemos no curto prazo, observar uma "lateralização do Ibovespa".
Assim, um fechamento acima dos
56.900 pontos, sinaliza teste do topo anterior nos 57.150 pontos e cuja superação sinalizará o teste nas resistências intermediárias nos
58.000/58.700 pontos e depois disso nos
59.400 pontos.
Por outro lado, nova movimentação de queda que promova uma perda em fechamento dos
54.900 pontos, sinalizará o teste dos suportes nos fundos anteriores nos
54.600/54.300 pontos, cuja perda poderá trazer o Ibovespa a testar a região dos
53.900/54.100 pontos, no curto prazo.