segunda-feira, 19 de novembro de 2018

IBOV...após 16/11...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em movimentação lateral com suporte nos 85 mil pontos. Na terça perdeu esse patamar e foi novamente testar os 84 mil pontos, quando fez nesse pregão sua mínima semanal nos 84.071 pontos, fazendo um fundo duplo com a mínima da semana anterior. Na véspera do feriado, confirmou suporte nos 84.200 pontos e em seguida fez boa movimentação de alta, retomando no final do pregão o patamar dos 86 mil pontos. Depois do feriado, fez forte movimentação altista retomando os 87 mil pontos e fazendo sua máxima semanal nos 88.516 pontos, um ponto acima do fechamento da semana.

Forte alta semanal de + 3,36%



Novamente, o  Ibovespa devolveu a queda da semana anterior, em igual intensidade fazendo no gráfico diário, um  "marubozu"  de alta,  enquanto no gráfico semanal em 2o. plano, fez um "martelo de alta", que quase engolfou o "candle de baixa" da semana anterior.

O "martelo de alta" do gráfico semanal está sugerindo a continuidade dessa movimentação altista, se o Ibovespa conseguir superar (em fechamento) os 88.570 pontos. Nestas condições, o Ibovespa formará um pivô de alta, com objetivos nos 89.600/90 mil pontos (topo do canal de alta do gráfico semanal) e se conseguir fechar acima disso, objetivos imediatos nos 91 mil pontos. No médio prazo, objetivos anteriormente estabelecidos, pelo pivô de alta da semana anterior nos 93.500 pontos.

Por outro lado se perder o suporte nos 84.900/85 mil pontos, poderá vir a testar novamente o fundo recente no patamar dos 84.200/84 mil pontos. Abaixo disso, teremos objetivos de queda nos 83.500/83 mil pontos, cuja perda, em fechamento sinalizará queda para testar o patamar dos 81 mil/80 mil pontos, inicialmente.




domingo, 11 de novembro de 2018

IBOV...após 09/11...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em alta superando o topo anterior nos 88.377 pontos, ao fazer nova máxima anual, no fechamento desse pregão nos 89.598 pontos. Na terça, já abriu em queda, testando o topo anterior nos 88.300 pontos, para repicar  em alta novamente. Na quarta abriu em alta retomando o patamar dos 89 mil pontos ao fazer sua máxima intra-diária em 89.565 pontos (formando nesse patamar um topo duplo). Daí, voltou a recuar com força para testar o patamar do topo da quinzena anterior nos 87.300 pontos. Na quarta repicou em alta até sua máxima intra-diária nos 88.570 pontos, recuando em seguida fechando na mínima desse pregão nos 85.620 pontos, em cima da media de 21 períodos do gráfico diário.  Na sexta iniciou o pregão tentando um repique de alta que atingiu os 86.230 pontos, mas não conseguiu sustentar esse patamar, voltando a refluir com força até fazer a mínima semanal nos 84.030 pontos. Depois fez movimentação lateral até próximo aos 85 mil pontos, durante o restante de boa parte do pregão, mas na última meia hora de pregão, voltou a repicar em alta até finalizar a semana nos 85.641 pontos.

Queda semanal de - 3,14%



O Ibovespa fez no gráfico diário, um  "doji morning star"  de alta,  enquanto no gráfico semanal em 2o. plano, fez um "piercing de queda", mostrando forte predomínio da força vendedora que praticamente "engolfou" o "candle de alta" da semana anterior.

O "doji" formado no pregão de sexta com uma grande sombra inferior pode estar indicando a formação de novo fundo, nos 84 mil pontos, pois fechou em cima da MMóvel de 21 períodos do gráfico diário. A figura formada nesse gráfico é a de um "pinochio bar". Se tivermos a superação da máxima desse candle nos 86.230 pontos, poderemos ter outro repique de alta com objetivos imediatos nos 88.500/88.570 pontos, com objetivos intermediários nas retrações de Fibonacci nos 87.500 e 88.400 pontos (retrações de 62% e 78% respectivamente). Se conseguir superar (em fechamento) os 88.570 pontos o Ibovespa formará um pivô de alta, com objetivos nos 89.600/90 mil pontos (topo do canal de alta do gráfico semanal). Se conseguir fechar acima disso, objetivos imediatos nos 91 mil pontos. No médio prazo, objetivos estabelecidos pelo pivô de alta da semana anterior nos 93.500 pontos.

Por outro lado se perder o suporte nos 84.900/85 mil pontos, poderá vir a testar o fundo recente no patamar dos 84.200/84 mil pontos. Abaixo disso, teremos objetivos de queda nos 83.500/83 mil pontos, cuja perda, em fechamento sinalizará queda para testar o patamar dos 81 mil/80 mil pontos, inicialmente.



domingo, 4 de novembro de 2018

IBOV...após 01/11, perspectivas para primeira semana de novembro

O Ibovespa abriu a semana pós eleições presidenciais, em fortíssima alta até atingir o patamar dos 88 mil pontos, ao fazer sua máxima na abertura dos pregões nos 88.377 pontos. Desse patamar recuou com força equivalente, perdendo todos os patamares conquistados na abertura, perdeu inclusive o fundo anterior, ao fazer a mínima nesse pregão nos 82.783 pontos. Foi também a mínima semanal, realizada em um pregão atípico em que a diferença entre a máxima e a mínima foi superior a mais de 5.500 pontos ( variação de 6,75% nesse pregão). Nos demais pregões da semana mais curta por conta do feriado de finados, o Ibovespa foi recuperando gradualmente as perdas da segunda até que na quinta, conseguiu fazer a máxima semanal nos 89.017 pontos (novo topo histórico). Fechou não muito longe disso, nos 88.419 pontos.


Alta semanal de +3,14%

O Ibovespa fez tanto no gráfico diário,  um "piercing de alta" enquanto no gráfico semanal em 2o. plano, fez um "martelo de alta", mostrando forte predomínio da força compradora.


Ao fechar acima do topo histórico anterior, o Ibovespa fez um pivô de alta, com objetivos nos 93.500 pontos, no curto prazo. Tem objetivos de alta intermediários nos 89.900/90 mil pontos e acima disso nos 91.500 pontos

Suportes imediatos nos 87 mil/86.200 pontos e abaixo disso nos 84 mil pontos. Depois disso, suportes nos 85.100/84.200 pontos (retrações de 62% e 78%, respectivamente da última perda de alta).


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

IBOV...após 26/10...perspectivas para a última semana de outubro.

O Ibovespa abriu a semana em alta até encontrar resistência na segunda-feira, no patamar dos 85.700 pontos. Na terça, refluiu com força, mas encontrou suporte no patamar dos 84.200 pontos, repicando em alta até o patamar dos 85 mil pontos. Na quarta deu continuidade ao repique de alta até encontrar resistência na máxima  semanal nos 85.786 pontos, voltando a refluir com muita força nesse pregão, perdendo os 85 mil pontos, depois os 84 mil pontos, até fazer sua mínima semanal nos 83.035 pontos. Na quinta esboçou reação altista até encontrar resistência nos 84.800 pontos, voltando a refluir novamente até o patamar dos 84 mil pontos. Na sexta abriu novamente em queda até encontrar suporte nos 83.500 pontos e em seguiu fez nova reação de alta até fechar o pregão na máxima desse pregão, nos 85.720 pontos.

Alta semanal de +1,78%

O Ibovespa fez tanto no gráfico diário,  quanto no gráfico semanal em 2o. plano, um "martelo de alta", mostrando predomínio da força compradora, numa semana marcada por fortes quedas nas bolsas americanas.


O Ibovespa operou essa semana  no interior do triângulo de indefinição, no gráfico diário, no intervalo entre os 83 mil pontos e os 85.700/780 pontos. No gráfico semanal, em segundo plano, podemos observar o Ibovespa se movimentando no topo de um canal de alta, com fechamento semanal  praticamente na máxima dessa movimentação recente.

Com a eleição presidencial definida nesse domingo é possível que tenhamos no início da semana um rompimento para cima do triângulo de indefinição com objetivos imediatos de alta nos 86.500/86.700 pontos e depois disso objetivos nos 87 mil/87.300 pontos, sendo que o rompimento desse patamar sinalizará objetivos nos 87.700/88 mil pontos e depois disso, nos 88.600/89 mil pontos. Acima disso objetivos nos 90.500/91 mil pontos.

Suportes imediatos nos 85.500/84.800 pontos e abaixo disso nos 84 mil pontos. Depois disso suportes nos 83.500/83 mil pontos.



sábado, 20 de outubro de 2018

IBOV...após 19/10...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana fazendo na abertura sua mínima semanal nos 82.922 pontos e em seguida fez movimentação de alta até encontrar resistência no patamar dos 84 mil pontos, refluindo em seguida. Na terça fez forte movimentação de alta, superando os 84 e 85 mil pontos, até encontrar resistência próximo ao patamar dos 86 mil pontos. Na quarta abriu novamente em alta até encontrar resistência na máxima semanal nos 86.167 pontos. Refluiu nesse mesmo pregão em movimentação lateral mantendo suporte nos 85 mil pontos. Na quinta-feira influenciada pela queda acentuada nos mercados mundiais, perdeu os suportes nos 85 mil e 84 mil pontos e na sexta-feira fez sua mínima nos 83.667 pontos, onde encontrou suporte intra-diário, voltando a repicar em alta até o patamar dos 85 mil pontos, voltando a refluir novamente, finalizando nos 84.220 pontos.

Alta semanal de +1,56%

O Ibovespa fez tanto no gráfico diário,  quanto no gráfico semanal em 2o. plano, um "martelo invertido de alta", com uma mediana sombra superior.


Como se observa no gráfico diário vemos o Ibovespa no interior de um triângulo de indefinição, formado por uma LTA com suportes no patamar dos 83.500/83 mil pontos e resistências de uma LTB no patamar dos 85.500/85.900 pontos. Portanto esse pode ser o intervalo de movimentação do Ibovespa nesta próxima semana, antes de um eventual rompimento da figura formada. No gráfico semanal, em segundo plano, podemos observar o Ibovespa no interior de um canal de alta, com sua MMóvel de 21 períodos atualmente nos 77.200 pontos, começando a virar para cima, adicionando ao Ibovespa  mais uma critério de alta. Nesse gráfico semanal, a MMóvel de 09 períodos se encontra nos 80.400 pontos e pode ser um objetivo de queda, no médio prazo, pois nesse gráfico semanal, pela terceira semana consecutiva se verifica o rompimento intra-semanal da Banda Superior de Bollinger, porém com recuo e fechamento no interior da mesma. 


Se romper para cima esse triângulo de indefinição poderemos ter objetivos de alta nos 86.500/86.700 pontos e acima disso poderemos ter um teste no topo anual nos 87.300 pontos, cujo rompimento sinalizará objetivos nos 87.700/88 mil pontos e acima disso, nos 88.300/88.600 pontos.

Por outro lado, se o rompimento (em fechamento) ocorrer para baixo, poderá testar os fundos nos 82.600/82.300 e 82 mil pontos. Em caso de perda dos 82 mil pontos, objetivos nos 81.600/81 mil pontos nas retrações de 62% da última perna de alta e em caso de perda desse patamar poderá ser testada a MMóvel de 09 períodos do gráfico semanal nos 80.400/80.300 pontos (retração de 78% da perda de alta anterior)  e depois 80 mil pontos.



segunda-feira, 15 de outubro de 2018

IBOV...após 11/10...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana fazendo na abertura a mínima semanal nos 82.324 pontos e em seguida embalado pelos resultados eleitorais do domingo, fez fortíssima movimentação de alta na segunda, superando o topo anterior nos 85.400 pontos, depois os 86 mil pontos, testou e superou o topo nos 87.100 pontos, ao fazer a máxima semanal nos 87.333 pontos. Movimentação altista de 6% entre a mínima e a máxima desse pregão.Depois refluiu nos demais pregões da semana, devolvendo praticamente toda alta semanal até encontrar suporte na mínima da quinta-feira nos 82.607 pontos. Finalizou próximo disso nos 82.921 pontos.

Leve alta semanal de +0,73%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "piercing de queda", enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez um "martelo invertido de alta", com grande sombra superior.


Ao devolver praticamente toda alta de 6% ocorrida pela euforia de 2a., o Ibovespa sinalizou um falso rompimento dos topos citados nos 85.400 e 87.100 pontos, que agora se tornam resistências a qualquer novo repique de alta. Existem ainda resistências intermediárias nos 84.700 e 86.500 pontos, que poderão ser testados. Caso consiga superar o topo da semana nos 87.300 pontos, sinalizará objetivos imediatos nos 87.700 e acima disso nos 88 mil/88.300 pontos e depois nos 88.600 pontos.

Se tornar a refluir e perder o fundo de quinta nos 82.600 pontos, poderá testar os fundos nos 82.300/82 mil pontos. Eventual perda desse patamar sinalizará objetivos de queda nos 81.600/81 mil pontos nas retrações de 62% da última perna de alta e LTA e em caso de perda desse patamar depois na MMóvel de 21 períodos do gráfico diário nos 80.300/80 mil pontos.




segunda-feira, 8 de outubro de 2018

IBOV...após 05/10...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em queda na segunda, até encontrar suporte na mínima semanal nos 78.090 pontos. Na terça, embalada pelas pesquisas eleitorais, fez um fortíssimo movimento intra-diário de mais de 3 mil pontos, nesse pregão e deu continuidade à alta, no pregão de quarta-feira, com igual intensidade superando os 85 mil pontos, até encontrar resistência na máxima semanal nos 85.442 pontos. Refluiu a partir daí nesse e no pregão de quinta até encontrar suporte no patamar dos 82 mil pontos. Na sexta esboçou uma recuperação altista até encontrar resistência nos 83.800 pontos, refluindo novamente para finalizar a semana nos 82.321 pontos.

Forte alta semanal de +5,01%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "piercing de queda", enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez um "piercing de alta", de grande amplitude.


Se retomar o movimento de alta, influenciada pelos resultados eleitorais do primeiro turno, terá resistências imediatas nos 83 mil pontos e acima disso nos 84.400 pontos (LTB de longo prazo). Se eventualmente superar essa resistência poderá testar o topo recente nos 85.400 pontos, cuja superação sinalizará objetivos imediatos nos 86 mil/86.300 pontos.

Acima dessa resistência terá resistências nos 87.200/87.500 pontos (extensão de 100% sobre o topo rompido dessa última semana).

Por outro lado caso volte a refluir para dar continuidade à correção da semana anterior, terá suportes imediatos nos 82 mil pontos, e abaixo disso, nos 81.100 pontos, na região da MMóvel exponencial de 09 períodos do gráfico diário. Abaixo disso objetivos de queda nos 80.900 pontos, na retração de 62% da última perna de alta e depois nos 79.800 pontos (retr de 78%). Caso essa região seja atingida, muito provavelmente produzirá forte repique de alta.




domingo, 30 de setembro de 2018

IBOV...após 28/09...perspectivas para a 1a semana de outubro

O Ibovespa abriu a semana em queda na segunda, até encontrar suporte no patamar dos 78 mil pontos. Na terça, deu continuidade ao movimento corretivo até encontrar  novo suporte  na mínima semanal nos 77.005 pontos. A partir daí, retomou a movimentação altista, que se prolongou nos pregões seguintes até atingir a máxima semanal nos 80.107 pontos, na quinta-feira.  Na sexta produziu nova correção até encontrar suporte intradiário nos 78.970 pontos e depois finalizou a semana nos 79.342 pontos.

Leve queda semanal de -0,13%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "martelo cheio", enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez um "doji", com uma grande sombra inferior.


Se retomar o movimento de alta, no início da próxima semana, e superar o topo recente nos 80.100 pontos, terá objetivos imediatos nos 80.900 pontos, (topo intermediário anterior) e depois objetivos nos 81.500 pontos, e acima disso poderá testar o topo dos 81.700 pontos.

Se retomar o movimento corretivo terá suportes imediatos nos 79 mil pontos /78.800 pontos onde atualmente se encontra a MMóvel exponencial de 09 períodos. Abaixo disso, suportes imediatos nos 78.200 pontos (retr 62%) e 78 mil pontos. Um perda deste suporte levará ao teste do fundo intermediário nos 77.600 pontos/77.700 pontos (retr 78%), que caso perdido sinalizará um teste no fundo semanal anterior nos 77 mil pontos. Eventual rompimento desse suporte sinalizará objetivos imediatos nos 76.200 pontos.





segunda-feira, 24 de setembro de 2018

IBOV...após 21/09...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em queda na segunda, até encontrar suporte na mínima semanal nos 75.227 pontos. A partir iniciou uma forte movimentação altista, até atingir o patamar dos 79 mil pontos,  na quarta-feira, quando recuou em movimentação lateral até encontrar suporte nos 77.600 pontos nesse pregão. Na quinta reproduziu movimentação lateral semelhante, com novo "doji", mas na sexta fez nova movimentação altista rompendo os 79 mil pontos até encontrar resistência nos 80.002 pontos, exatamente em seu objetivo de alta no pivô formado quando rompeu em fechamento o topo semanal anterior nos 78.780 pontos. Fechou a semana nos 79.444 pontos.

Forte alta semanal de +5,32%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "piercing de alta", enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez praticamente um "marubozu de alta".


Se voltar a subir, no início da próxima semana, e superar o topo recente nos 80 mil pontos, terá resistências imediatas nos 80.300 pontos (LTB) e acima disso, nos 80.900 pontos, (topo intermediário anterior) e depois objetivos nos 81.500 pontos, na extensão de 100% do pivô referido.

Se iniciar uma correção mais forte, terá suportes imediatos nos 79 mil pontos e abaixo disso, nos 78 mil pontos, onde atualmente se encontra a MMóvel exponencial de 09 períodos. Um perda deste suporte levará ao teste do fundo intermediário nos 77.600 pontos, que caso perdido sinalizará um retorno à MMóvel de 21 períodos do gráfico diário, nos 76.800 pontos aos 76.600 pontos (região da retração de 62% da perna de alta recente). Abaixo disso suportes na retração de 78% nos 75.700 pontos.





domingo, 16 de setembro de 2018

IBOV...após 14/09...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em alta, na segunda fazendo nesse sua máxima semanal nos 77.293 pontos. Desse patamar iniciou uma realização, nesse mesmo pregão e depois com muita força no pregão de terça até fazer sua mínima semanal nos 74.725 pontos, fazendo nesse ponto um "fundo duplo", exatamente na mínima semanal anterior.

Nos demais pregões da semana fez movimentação lateral, com mínima  entre os 74.450/74.500 pontos e máxima nos 75.700 pontos, finalizando a semana nos 75.429 pontos.

Queda semanal de -1,29%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "piercing de alta", enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez um "piercing de queda".


Se der continuidade ao repique de alta, iniciado na sexta, as próximas resistências imediatas estarão nos 75.700 pontos/76.200 pontos (LTB do gráfico diário) e acima disso nos 76.500/76.600 pontos (LTB do gráfico semanal). Depois disso terá resistências no topo da semana anterior nos 77.300 pontos. Se conseguir fechar acima disso irá produzir um pivô de alta com objetivos imediatos nos 77.800 pontos (retração de 78%) e 78 mil pontos. Depois disso objetivos de alta no 79.500/80 mil pontos.

Por outro lado, se voltar a refluir e perder o "fundo duplo" (em fechamento) nos 
74.700 pontos, seus objetivos imediatos de queda estarão nos 74.200/73.800 pontos e abaixo disso, nos 72.600 pontos/72.200 pontos.



domingo, 9 de setembro de 2018

IBOV...após 06/09...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em queda, na segunda fazendo na abertura sua máxima semanal nos 76.676 pontos. Daí em diante fez uma forte realização, que se seguiu nos dois pregões seguintes, chegando a perder o fundo semanal anterior nos 76 mil pontos,  e em seguida o fundo mensal de agosto nos 74.800 pontos até fazer sua mínima semanal na quarta-feira nos 74.276 pontos. Desse fundo, surgiu nova pressão compradora, que se refletiu fortemente no pregão da quinta-feira  ao retomar num único pregão, os 75 mil e os 76 mil pontos, vindo a finalizar próximo da máxima semanal, nos 76.416 pontos.

Leve queda semanal de -0,46%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "marubozu de alta", enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez um "doji", com um grande "pavio" inferior, mostrando a força da pressão compradora, que trouxe o Ibovespa até a MMóvel de 21 períodos do gráfico diário, na última quinta-feira.


Se der continuidade ao repique de alta, as próximas resistências estarão nos 77.100 pontos (retração de 62% da última perna de queda) e 77.200 pontos (topo intermediário anterior). Acima disso poderá produzir um pivô de alta com objetivos imediatos nos 77.800 pontos (retração de 78%) e 78 mil pontos.

Se conseguir fechar acima dos 78 mil pontos, poderá testar os 78.500/78.800 pontos (topo anterior).


Por outro lado, a continuidade da crise na vizinha Argentina e pela disputa comercial entre China e EUA, poderá produzir nova realização no início desta semana, com objetivos imediatos nos 75.700 aos 75.200 pontos (retração de 62% da perna de alta). Abaixo disso, objetivos nos 74.800 pontos (retração de 78% da referida perna de alta).

Se além desses suportes, perder o fundo semanal anterior nos 74.200 pontos, seus objetivos imediatos de queda estarão nos  73.800 pontos e abaixo disso, nos 72.500/72.200 pontos.




segunda-feira, 3 de setembro de 2018

IBOV...após 31/08...perspectivas para a primeira semana de setembro.

O Ibovespa abriu a semana em alta até encontrar resistências no patamar dos 77.900 pontos. Na terça, lateralizou entre esse patamar e os 77.500 pontos, mas na quarta retomou com vigor a alta iniciada na segunda para superar os 78 mil pontos e fazer sua máxima semanal nos 78.782 pontos. Na quinta, influenciado por uma alta valorização do dólar, fez uma forte realização intraday, chegando a perdas próximas a 3%. Na sexta voltou a abrir com pequena queda até fazer sua mínima semanal nos 76.026 pontos, mas encontrou resistências no patamar dos 77.200 pontos, finalizando a semana nos 76.768 pontos.

Leve alta semanal de +0,66%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "piercing de alta", de pequena amplitude, enquanto no gráfico semanal (2o. plano) fez um "martelo invertido de alta". No gráfico mensal em 3o. plano fez um "piercing de queda".


Nesta semana, o  Ibovespa voltou a testar o topo recente nos 78.750 pontos, mas não conseguiu rompê-lo, fazendo nesse patamar um "topo duplo". A movimentação lateral da semana, produziu um "OCO" invertido que poderá se concretizar caso se confirme, em fechamento, o rompimentos dos 78.700 pontos. Nestas condições, o objetivo final deste OCO será nos 81.500/81.600 pontos. Objetivos intermediários de alta, na superação dos 79 mil pontos, estarão nos 79.500/80 mil pontos.

Por outro lado, as divergências de alta/baixa nos diferentes tempos quando consideramos os gráficos, diário, semanal e mensal pode estar sinalizando a continuidade da lateralização ainda nesta próxima semana. A instabilidade do dólar em função da crise na vizinha Argentina e outros emergentes, além das incertezas no cenário eleitoral brasileiro poderá justificar tal comportamento.

Assim caso ocorra uma perda do fundo semanal anterior nos 74.900 pontos, em fechamento e poderemos ver o Ibovespa buscando objetivos iniciais de queda nos 73.800 pontos e abaixo disso, nos 72.500/72.200 pontos.





segunda-feira, 27 de agosto de 2018

IBOV...após 24/08...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em leve queda, mas respeitou o fundo da semana anterior nos 75.600 pontos, repicando para testar novamente o patamar dos 76.500 pontos. Na terça refluiu com bastante força até encontrar suporte nos 74.900 pontos. Na quarta testou esse fundo fazendo a mínima semanal nos 74.876 pontos, voltando a repicar em alta até encontrar resistência no fechamento do pregão nos 76.900 pontos. Na quinta, abriu em alta até encontrar resistência na máxima semanal nos 77.232 pontos. Desse patamar refluiu em forte queda vindo a encontrar suporte no patamar dos 75.700 pontos. Na sexta retomou a movimentação de alta até encontrar resistência nos 76.600 pontos, refluindo novamente para finalizar o pregão nos 76.262 pontos.

Leve alta semanal de +0,30%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "piercing de alta", enquanto no semanal (2o. plano) fez um "doji de indefinição".


O  Ibovespa pode ter feito um fundo duplo no patamar dos 74.900 pontos e poderá dar continuidade ao repique de alta se conseguir superar a resistência dos 76.600 pontos. Acima disso, resistências no topo semanal nos 77.200 pontos e depois nos 77.700 pontos. Se conseguir romper esse patamar poderá testar a MMóvel de 21 períodos do gráfico diário nos 78.100 pontos e depois nos 78.400 pontos, na retração de 78% da última perna de queda. 

Por outro lado se não conseguir romper os 76.600 pontos e refluir terá suportes imediatos nos 75.700  pontos e abaixo disso, nos 75 mil pontos/74.900 pontos, cuja perda sinalizará objetivos nos  74.400/74.300 pontos, região da retração de 62% da perna de alta iniciada em junho/18. Se perder, em fechamento, tal patamar poderá refluir novamente para testar os fundos nos 73.800 pontos e depois nos 72.200 pontos.




domingo, 19 de agosto de 2018

IBOV...após 17/08...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em leve queda, até encontrar suporte na segunda, nos 75.931 pontos. A partir daí iniciou um forte repique de alta, retomando nesse mesmo pregão o patamar dos 77 mil pontos e na terça fez sua máxima semanal nos 78.742 pontos. Na quarta refluiu com força até o patamar dos 77 mil pontos, novamente. Na quinta fez movimentação lateral, mas na sexta voltou a cair, testando e perdendo o fundo semanal dos 75.900 pontos ao fazer sua mínima semanal nos 75.632 pontos. Depois refluiu levemente para finalizar a semana nos 76.028 pontos.

Leve queda semanal de -0,64%

O Ibovespa fez no gráfico diário, um "martelo cheio", enquanto no semanal (2o. plano) fez um "martelo invertido de queda".


Apesar de ter perdido seu fundo semanal anterior nos 75.900 pontos, o Ibovespa conseguiu fechar o pregão acima disso. Observando o gráfico semanal (2o. plano), podemos ver que encontrou suporte na LTA desse gráfico. Se der continuidade ao repique tem resistências imediatas nos 77 mil pontos e acima disso nos 77.500 pontos (retração de 62% da perda de queda)  e acima disso poderá testar os 77.900/78 mil pontos, onde se encontra a retração de 78% da queda da última semana. Acima disso tem como forte resistência a máxima semanal anterior nos 78.740 pontos, cuja superação formará um pivô de alta com objetivos iniciais nos 79.500 pontos.

Por outro lado se refluir novamente e perder os 75.900  pontos, seu próximo suporte estará nos 75.200 pontos e abaixo disso nos  74.400/74.300 pontos, região da retração de 62% da perna de alta iniciada em junho/18. Abaixo disso poderá testar fundos nos 74.100/73.800 pontos, patamar que caso atingido poderá exercer nova pressão compradora.