domingo, 19 de maio de 2019

IBOV...após17/05...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em queda, fazendo na abertura dos mercados, na segunda, sua máxima semanal nos 94.252 pontos. Desse patamar recuou com força neste pregão até encontrar suporte nos 91.600 pontos. Na terça esboçou um repique de alta até os 92.500 pontos. Na quarta, fez nova realização perdendo os 91.600 pontos, fundo anterior do mês de março/19, sinalizando teste nos 89.900/90 mil pontos, até encontrar suporte nos 89.700 pontos. Desse fundo repicou com força até finalizar o pregão novamente no patamar dos 91.600 pontos. Na quinta, voltou a realizar novamente, perdendo o fundo anterior ao fazer sua mínima semanal na sexta-feira nos 89.409 pontos, repicando a partir daí para finalizar a semana nos 89.992 pontos.

Forte queda semanal de -4,52%.

O Ibovespa fez  no gráfico semanal, em segundo plano um "marubozu de baixa" enquanto no gráfico diário fez um "doji de indefinição".  A figura formada no gráfico semanal, também conhecida como "barra elefante" de queda, retrata a forte predominância da pressão vendedora. 

Se voltar a refluir e perder o fundo dos 89.400 pontos, tem objetivos de queda imediatos nos 89 mil pontos e depois nos 88.200 pontos. Se perder esse patamar objetivos imediatos de queda nos 87.800 pontos (retração de  78% da última grande perna de alta) aos 87.500 pontos. patamar que se atingido poderá produzir novo repique de alta.

Se abrir a semana em alta, tem objetivos imediatos de alta nos 91.300 pontos e depois nos 92.500 pontos , topos intradiários recentes. Se superar esse patamar estará produzindo um pivô de alta com objetivos imediatos nos 93.300 pontos e depois no topo desta semana nos 94.250 pontos. Eventual rompimento da máxima desta semana, estará sinalizando um pivô de alta com objetivos imediatos nos 95 mil/95.500 pontos.






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domingo, 12 de maio de 2019

IBOV...após 10/05...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em queda que se acelerou no pregão seguinte até fazer na terça  sua mínima semanal, nos 92.750 pontos. Em seguida, iniciou um repique de alta até fazer na quarta sua máxima semanal nos 96.311 pontos. Desse patamar, recuou para iniciar novo processo corretivo, na quinta e na sexta-feira, até encontrar no último pregão da semana suportes nos 93.844 pontos, exatamente em cima da LTA formada na movimentação lateral das últimas semanas, conforme gráfico diário abaixo, em primeiro plano. Daí, fez novo repique de alta, finalizando o pregão e a semana nos 94257 pontos.


Queda semanal de -1,82%.


O Ibovespa fez  na última semana a correção anunciada  pelo "doji"  que se transformou na "estrela cadente" produzida no topo da movimentação  das  2 semanas de alta anterior.  Essa correção prosseguiu até encontrar como suporte a LTA, do triângulo simétrico que vem se desenhando nas últimas semanas, conforme podemos vislumbrar no gráfico diário.

Se abrir a semana em alta, tem objetivos imediatos nos 95.400 /95.800 pontos nas retrações de 62% e 78% da última perna de queda. Acima disso, resistências no topo dos 96.300 pontos, cuja superação sinalizará objetivos de alta nos 96.800/97 mil pontos, região  superior onde se encontra a LTB do triângulo simétrico.  Se conseguir romper o topo desse canal sinalizará objetivos nos 98.500 pontos/99 mil pontos.

É provável que caso não consiga romper a região superior dessa congestão, nesta ou na próxima semana, tenhamos novo teste de fundo do triângulo simétrico. Caso isso venha a ocorrer, o Ibovespa irá  testar o patamar dos 94 mil pontos, cuja perda em fechamento, sinalizará testes nos 93.000/92.700 pontos. Abaixo disso, objetivos de queda nos 91.800/91 mil pontos.
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domingo, 5 de maio de 2019

IBOV...após 03/05...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em alta até fazer na segunda sua máxima semanal, na segunda, nos 97.123 pontos. Nesse mesmo pregão recuou com força, fechando em queda no patamar dos 96 mil pontos. Na terça-feira depois de encontrar suporte no patamar dos 95.600 pontos, repicou em alta fechando novamente acima dos 96 mil pontos. Depois do feriado do Dia do Trabalho, o Ibovespa abriu o pregão em forte queda, influenciado pelos mercados externos que operaram na véspera no vermelho até encontrar suporte na mínima semanal nos 95.312 pontos. Na sexta retomou o movimento de alta até encontrar resistência nos 96.300 pontos, refluindo depois para fechar a semana nos 96.007 pontos.

Leve queda semanal de -0,24%.

O Ibovespa fez  no gráfico diário, em primeiro plano, um "piercing de alta", enquanto no gráfico semanal um  "doji de indefinição" .

Depois de duas semanas seguidas de alta, o Ibovespa fez um sinal de indefinição em uma semana intercalada pelo feriado, com um variação semanal de menos de 2 mil pontos.
Com isso poderá estar sinalizando uma "estrela cadente" nesse gráfico semanal. Para isso se confirmar deverá perder a mínima nos 95.300 pontos. Nestas condições  produzirá um pivô de baixa com objetivos imediatos nos 95 mil pontos/94.700 pontos. Abaixo disso poderá vir a testar o fundo anterior nos 94.200 pontos, patamar que caso atingido poderá produzir novo repique de alta. Uma perda em fechamento desse patamar estará sinalizando objetivos de queda nos 93.400 pontos/93 mil pontos.

Se conseguir superar os 96,300 pontos e depois o topo semanal recente nos 97.100 pontos, poderemos ter a formação de novo pivô de alta com objetivos imediatos nos 97.600/98 mil pontos. Depois disso objetivos nos 98.500 pontos/99 mil pontos.





segunda-feira, 29 de abril de 2019

IBOV...após 26/04... perspectivas para próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em queda até fazer sua mínima semanal, na segunda, nos 93.720 pontos. Na terça-feira fez um repique de alta até o patamar dos 96.200 pontos. Na quarta fez nova correção até encontrar suporte, nos 94.200 pontos repicando em seguida até o patamar dos 95 mil pontos. Na quinta voltou a recuar novamente, mas encontrou suporte novamente nos 94.200 pontos, fazendo aí um fundo duplo, de onde voltou a se movimentar em alta  até fazer no final do pregão de quinta máxima nos 96.550 pontos. Na abertura do pregão da sexta fez sua máxima semanal nos 96.563 pontos, voltando a refluir novamente até o patamar dos 95.500 pontos e depois  tornou a repicar fechando a semana nos 96.236 pontos.

Alta semanal de +1,75%.

O Ibovespa fez  no gráfico diário, em primeiro plano, um "martelo cheio", enquanto no gráfico semanal um  "piercing de alta" .


Se der continuidade ao movimento  de alta, tem resistências imediatas na máxima semanal dos 96.560 pontos, cuja superação sinalizará um teste na máxima semanal anterior nos 97.600 pontos cuja superação terá objetivos imediatos nos 98.500 pontos (retração de 78% da perna de queda maior) e  de pois nos 99 mil pontos.

Por outro lado, se voltar a corrigir terá suportes imediatos no95.500/94.800 pontos . Abaixo disso poderá sinalizar objetivos nos 94.400 pontos (retração de 78% da última perna de alta) e depois  disso nos 93.700 pontos. Uma perda desse patamar sinalizará possível teste no fundo semanal de abril nos 92.300 pontos.





segunda-feira, 22 de abril de 2019

IBOV...após 18/04...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em movimentação lateral, mas na terça-feira fez um repique de alta até o patamar dos 95 mil pontos. Na quarta fez movimentação de realização até encontrar suporte, na mínima semanal nos 92.337 pontos. Na quinta fez movimentação altista, chegando a superar levemente a movimentação de terça, ao fazer a máxima semanal nos 95.140 pontos. Novamente, refluiu a partir desse patamar, para finalizar a semana nos 94.578 pontos.

Alta semanal de +1,83%.

O Ibovespa fez tanto no gráfico diário, em primeiro plano, quanto no gráfico semanal um  "piercing de alta" .


Se voltar a se movimentar  em alta, tem objetivos imediatos nos 95.100 pontos e acima disso nos 95.600 pontos e. 96.500 pontos (respectivamente 62% e 78% da retração da perna de queda anterior). Acima disso poderá testar o topo recente nos 97.600 pontos, cuja superação terá objetivos imediatos nos 98.500 pontos (retração de 78% da perna de queda maior) e 99 mil pontos.

Por outro lado, se refluir em queda,novamente, terá suportes imediatos no93.400/93 mil pontos (retrações de 62% e 78% de Fibo). Fechamento abaixo disso poderá sinalizar objetivos nos 92.300 pontos e abaixo disso nos 91.500/91600 pontos. Uma perda desse patamar sinalizará objetivos imediatos nos 91.000 pontos e abaixo disso nos 90 mil pontos. Patamar que caso atingido poderá provocar nova pressão compradora.



segunda-feira, 15 de abril de 2019

IBOV...após 12/04...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em leve alta, fazendo na segunda sua máxima semanal nos 97.610 pontos. Em seguida fez movimentação lateral se mantendo ainda acima do patamar dos 97 mil pontos. Na terça, deu início a nova movimentação de realização, provocada por desconfianças do mercado quanto a capacidade política do governo de aprovar a reforma da previdência, fato que se prolongou nos pregões seguintes da semana, se intensificando na sexta, com a intervenção no reajuste de preços de combustíveis da Petrobrás. Na sexta, fez a mínima semanal nos 92.516 pontos. Finalizou a sexta próximo disso, nos 92.875 pontos.

Forte queda  semanal de -4,36%.

O Ibovespa fez tanto no gráfico diário, em primeiro plano, quanto no gráfico semanal praticamente um  "marubozu de queda" .


Se conseguir abrir a semana em alta, tem objetivos imediatos nos 95.600 pontos e. 96.500 pontos (respectivamente 62% e 78% da retração da perna de queda recente). Acima disso poderá testar o topo recente nos 97.600 pontos, cuja superação terá objetivos imediatos nos 98.500 pontos (retração de 78% da perna de queda maior) e 99 mil pontos.

Por outro lado, se refluir em queda,novamente, terá suportes imediatos no92.500 pontos e abaixo disso nos 91.500/91600 pontos, mínima da semana anterior. Uma perda desse patamar sinalizará objetivos imediatos nos 91.200/91.000 pontos e abaixo disso nos 90 mil pontos. Patamar que se atingido poderá provocar nova pressão compradora.





domingo, 7 de abril de 2019

IBOV...após 05/04...perspectivas para próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em alta até o patamar dos 95800 pontos, fazendo nesse pregão um topo duplo na máxima semanal anterior. Na terça e quarta fez uma movimentação continuada de realização, recuando até encontrar suporte na mínima semanal, nos 94.124 pontos, na quarta-feira. Na quinta, repicou em alta até finalizar nos 95.400 pontos. Na sexta rompeu o topo duplo no patamar dos 95.800 pontos, até fazer sua máxima semana nos 97.493 pontos, na sexta-feira. Finalizou próximo disso nos  97.108 pontos.

Alta semanal de +1,78%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano, um "piercing de alta" enquanto no gráfico semanal, em segundo plano,  fez novo "martelo de alta".

Ao superar o "topo duplo" formado na máxima da semana anterior, o Ibovespa fez um pivô de alta, com objetivos imediatos no patamar dos 97 mil pontos, já atingidos na sexta-feira. Se der continuidade ao movimento de alta e superar os 97.500 pontos, terá objetivos imediatos nos 98.500 pontos, na retração 78% da última perna de queda. Acima desse patamar, resistências nos 99.500/100 mil pontos.

Por outro lado , se abrir a semana em queda, terá suportes imediatos nos 96 mil/95.800 pontos, e abaixo disso, nos 95.400/94.900 pontos,  na retrações respectivas de 62% e 78% da movimentação de alta recente. Abaixo disso, poderá testar o último fundo semanal nos 94.100 pontos que caso perdidos em fechamento estará sinalizando objetivos de queda nos 93.300 pontos suporte anteriormente testado. Caso isso ocorra poderá novamente repicar em alta a partir daí. Porém, caso esse suporte seja novamente violado poderemos ter o Ibovespa vindo a testar o fundo mensal recente, nos 91.580 pontos, que caso perdidos, em fechamento, formará pivô de queda com objetivos nos 90 mil pontos, inicialmente.




segunda-feira, 1 de abril de 2019

IBOV...após 29/03...perspectivas para a primeira semana de abril

O Ibovespa abriu  a semana em movimentação lateral, respeitando o fundo anterior no patamar dos 93 mil pontos. Na terça fez uma movimentação altista até encontrar resistência nos 95.525 pontos. Depois refluiu novamente, na quarta-feira até os 91.900 pontos. Na quinta, fez nova queda até encontrar suporte nos  91.584 pontos, sua mínima semanal. A partir daí, fez um bom repique de alta, dando continuidade na sexta,. até encontrar resistência na máxima semanal, nos 95.863 pontos. Refluiu a partir daí para finalizar a semana nos 95.414 pontos.

Alta semanal de +1,79%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano, um "piercing de alta" enquanto no gráfico semanal, em segundo plano,  fez um "martelo de alta".

Se der continuidade ao movimento de alta e superar os 95.800 pontos, terá objetivos imediatos nos 97.050 pontos e depois nos 98.500 pontos, respectivamente nas retrações de 62% e 78% da última perna de queda. Acima disso resistências nos 99.500/100 mil pontos.

Por outro lado , se der continuidade à correção iniciada intraday na sexta-feira terá objetivos imediatos de queda nos 93.500 pontos/92.500 pontos, respectivamente as retrações de 62% e 78% do último repique de alta. Caso venha a testar o fundo semanal anterior nos  91.600 pontos, poderá em caso de perda desse suporte, vir até os 90.500/90 mil pontos


domingo, 24 de março de 2019

IBOV...após 22/03...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana em alta até finalmente romper o patamar dos 100.000 pontos e fazer na terça novo topo histórico nos 100.439 pontos. Em seguida, iniciou uma realização de lucros, nesse mesmo pregão, até o patamar dos 99.500 pontos. Na quarta, deu continuidade à correção refluindo até o patamar dos 98 mil pontos. Na quinta tornou a realizar com maior intensidade até encontrar suporte nos 95.400 pontos e depois repicou  em alta até finalizar esse pregão nos 96.700 pontos.  Na sexta-feira em função da crise política armada pelo governo Bolsonaro,  com a prisão efetuada pela PF do ex-governador Moreira Franco, sogro do Presidente do Congresso e fiador da Reforma da Previdência, Rodrigo Maia, os mercados futuros do Ibovespa abriram com fortíssimo "gap" de queda de quase 2 mil pontos, fazendo com que o Ibov já abrisse em forte queda, que se acentuou durante todo pregão até fazer a mínima semanal nos 93.380 pontos.  Finalizou a semana, próximo disso, nos 93.735 pontos.

Forte semanal de -5,45%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano, um "marubozu de queda" enquanto no gráfico semanal, em segundo plano,  fez um "engolfo de queda".

O Ibovespa finalizou a semana, depois de testar o "fundo anterior" nos 93.300/93.400 pontos.  Se repicar em alta, a partir daí terá formado um "fundo duplo" e poderá retomar movimentação altista, com resistências intermediárias nos 95.500 pontos, depois nos 96.600/97 mil pontos. Acima disso objetivos de alta nos 97.700 pontos, retração de 62% da recente perna de queda e eventualmente nos 98.800 pontos, retração de 78% da referida figura. Se superar em fechamento tal patamar,  poderá testar novamente os 99.500/100 mil pontos e depois os 100.400 pontos.

Por outro lado o grande engolfo de queda, formado no gráfico semanal, sugere novo teste nos 93.300 pontos, que caso sejam perdidos em fechamento, sinalizarão objetivos de queda, inicialmente nos 92 mil pontos e, abaixo disso, nos 91.300/91 mil pontos. Abaixo, disso objetivos de queda nos 90 mil e 89 mil pontos.






segunda-feira, 18 de março de 2019

IBOV...após 15/03...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  a semana com sua mínima semanal nos 95.385 pontos e em seguida fez forte movimentação altista neste pregão fechando novamente no patamar dos 98 mil pontos. Na terça fez movimentação lateral, porém assegurando suporte nos 97.267 pontos. Na quarta, retomou a movimentação altista, superando o topo histórico anterior no patamar dos 58.600 pontos, fechando o pregão no patamar dos 99 mil pontos. Na quinta fez nova movimentação lateral, assegurando suporte na mínima deste pregão nos 97.775 pontos. Na sexta, fez nova movimentação altista superando novamente os 99 mil pontos, fazendo novo topo histórico nos 99.393 pontos. Finalizou a semana nos 99.137 pontos.

Alta semanal de +3,95%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano, um "piercing de alta" enquanto no gráfico semanal, em segundo plano,  fez praticamente um "marubozu de alta".

Depois de várias semanas, se movimentação no interior de um retângulo entre os 93.400 e os 98.500 pontos, finalmente o Ibovespa  rompeu para acima esse retângulo de indefinição, ao fechar no patamar dos 99 mil pontos. Isso sinaliza movimentação altista até os 103.600/103.800 pontos. Por outro lado tem objetivos imediatos nos 100 mil pontos e depois nos 101.800 pontos, como objetivos intermediários.

Se produzir movimentação semelhante ao desta última semana, poderá iniciar a semana novamente em alta para buscar os 100 mil pontos. É possível ocorrer  pressão vendedora nesse patamar dos 6 dígitos do Ibovespa.

Realizações tem suportes parciais nas retrações de Fibonacci nos 98.300/98.100 pontos. Abaixo disso,  tem suportes intermediários nos  97.800 pontos e depois nos 97 mil/97300 pontos. Se perder essas mínimas da última semana poderá realizar até os 96 mil/95.600 póntos na retração de 62% de Fibonacii da última perna de alta até os 94.500/94.700 pontos, nos 78% desta retração.



domingo, 10 de março de 2019

IBOV...após 08/03...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu  em queda, a semana de apenas três pregões, pós carnaval, até fazer sua mínima semanal, na sexta-feira, nos 93.304 pontos. Em seguida fez forte movimentação altista, nesse mesmo pregão, engolfando os outros 2 candles anteriores, até fazer sua máxima (semanal) nos 95.475 pontos.  Finalizou o pregão próximo disto, nos 95.365 pontos.

Alta semanal de +0,80%.

O Ibovespa fez tanto no gráfico diário, quanto no gráfico semanal, em segundo plano,   um "martelo de alta".

Além disso, no gráfico diário visualizamos também um "engolfo de alta", sinalizando que o Ibovespa possa ter formado novo fundo nos 93.300 pontos. Se confirmar essa movimentação altista, terá resistências imediatas nos 96.100 pontos, região da MMóvel de 21 períodos do gráfico diário. Acima disso, objetivos de alta nos 96.800 pontos aos 97.300 pontos, retração de 78% da última perna de queda e LTB no gráfico semanal. Caso supere, em fechamento tal LTB, sinalizará possível teste nos topos anteriores nos 98.200/98.500 pontos. Se fechar acima disso, sinalizará objetivos nos 100 mil pontos.

Caso, não consiga superar os 96.100 pontos e reverter em queda, poderá testar os fundos anteriores nos 93.400/93.300 pontos, cuja perda em fechamento sinalizará objetivos de queda nos 92.700/92 mil pontos.
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quarta-feira, 6 de março de 2019

IBOV...após 01/03...perspectivas para a curta semana pós carnaval

O Ibovespa abriu a semana em alta até fazer sua máxima semanal nos 98189 pontos. Em seguida fez forte retração nesse mesmo pregão e durante os demais pregões da semana, até fazer sua mínima semanal na sexta-feira nos 94.393 pontos. Finalizou a semana próximo disso nos 94.604 pontos.

Queda semanal de -3,25%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano, um "marubozu de queda", enquanto no gráfico semanal, fez  um "piercing de queda".

No gráfico semanal, o Ibovepa fez movimentação de queda ainda respeitando os patamares dos 93.400 pontos  e os 98.500 pontos observados nas últimas semanas.

Abaixo da mínima semanal poderá testar o fundo nos 93.400 pontos, que caso perdidos sinalizarão objetivos de queda nos 92 mil pontos.

Por outro lado, caso repique em alta, terá resistências imediatas nos 96.100 pontos (topo de sexta); 96.700 (retração de 62% ) e 97.300 (retração de 78% da perna de queda recente).



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

IBOV...após 22/02...perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em queda até o patamar dos 96.400 pontos. Na terça repicou em alta até fazer no início do pregão da quarta sua máxima semanal nos 98.543 pontos. Desse patamar voltou a recuar com força, até os 96.500 pontos. Na quinta abriu em queda até encontrar suporte na retração de 78% da perna de alta anterior, nos 97.793 pontos, sua mínima semanal, voltando a repicar a partir daí. Na sexta deu continuidade ao repique de alta até finalizar a semana nos 97.786 pontos.

Leve alta semanal de +0,26%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano, um "marubozu de alta", enquanto no gráfico semanal, fez  um "doji de indefinição".

Se observarmos o gráfico semanal, verificamos que o Ibovepa fez movimentação lateral, nestas últimas seis semanas entre os patamares dos 93.400 pontos  e os 98.500 pontos
Essa movimentação lateral, também conhecida como "acumulação" pode ser um prenúncio de forte movimentação para um dos lados, caso um desses patamares seja efetivamente rompido. 

Se conseguir superar o topo anual, nos 98.500 pontos, em fechamento, terá objetivos imediatos de alta nos 99 mil/99.300 pontos, depois nos 100 mil pontos.  Acima disso objetivos nos 101.500/ 102 mil pontos.

Se fizer uma correção da alta recente, terá suportes imediatos nos 96.600 pontos e 96.300 pontos (respectivamente as retrações de 62% e 78% da alta recente).  Eventual continuidade da queda poderá testar o fundo nos 97.800 pontos, cuja perda sinalizará objetivos de queda nos 95.200 pontos. Abaixo disso terá objetivos nos 94.500 pontos/94 mil pontos.




segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

IBOV...após 15/02...perspectivas para próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em queda encontrando suporte na mínima semanal nos 93.936 pontos. A partir daí,fez nova movimentação de alta até encontrar resistência na quarta-feira, nos 96.800 pontos, refluindo nesse pregão, até encontrar suporte no pregão seguinte nos 94.900 pontos. Desse patamar, na quinta-feira retomou a movimentação de alta com bastante intensidade até fazer sua máxima semanal nos 98.237 pontos na sexta-feira, refluindo em seguida para finalizar a semana nos 97.526 pontos.

Alta semanal de +2,29%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano um "martelo cheio", enquanto no gráfico semanal, fez  um "martelo de alta".

No gráfico semanal, o Ibovepa praticamente "engolfou" o "candle de queda" da semana anterior. Isso sugere que em breve poderá testar o topo anual anterior nos 98.500 pontosSe conseguir superar esse topo anual, em fechamento, terá objetivos imediatos de alta nos 100 mil pontos  e acima disso nos 101.500/ 102 mil pontos.

Por outro lado, se der continuidade à correção iniciada na sesta feira terá objetivos de queda nos nos 98.100/97.800 pontos. Abaixo disso, nas retrações de 62% e 78% da última perna de alta, respectivamente nos 96.200 pontos e depois nos 95.700 pontos. Abaixo disso terá suportes nos 95.100 pontos, cuja perda sinalizará objetivos de queda nos 94 mil pontos e eventualmente nos 93.900 pontos.




domingo, 10 de fevereiro de 2019

IBOV..após 08/02....perspectivas para a próxima semana

O Ibovespa abriu a semana em queda encontrando suporte intradiário nos 96.900 pontos. A partir daí,fez forte movimentação de alta recuperando novamente o patamar dos 98 mil pontos, superou o topo anual anterior nos 98.400 pontos e finalizou esse pregão na nova máxima anual nos 98.588 pontos. No pregão seguinte iniciou uma realização encontrando suporte no patamar dos 97.500 pontos. No pregão de quarta fez fortíssima realização, perdendo o patamar dos 97 mil pontos, depois os 96 mil pontos e os 95 mil pontos,  até encontrar suporte intradiário nos 94.700 pontos. Na quinta perdeu o suporte anterior mas encontrou novo suporte nos 93.500 pontos, junto à Média Móvel exponencial de 34 períodos do gráfico diário, conforme observado na 1a figura abaixo. Nesse pregão encontrou resistência nos 95.600 pontos. Na sexta-feira, voltou a testar o fundo do pregão anterior até encontrar, próximo disso, sua mínima semanal nos 93.424 pontos. Desse fundo duplo retomou o repique de alta até encontrar resistência nos 95.500 pontos, finalizando próximo disso, nos 95.343 pontos.

Queda semanal de -2,57%.

O Ibovespa fez no gráfico diário, em primeiro plano um "martelo de alta", enquanto no gráfico semanal, fez  um "martelo cheio".

Acredito que essa seja uma semana definidora das próximas movimentações do Ibovespa. O "candle" formado no último pregão da semana sugere a possibilidade de continuidade do repique de alta se superar os 95.600 pontos com objetivos nas retrações de 62% e 78% da perna de queda da semana anterior respectivamente nos 96.500 e 97.500 pontos Acima disso, objetivos de alta no patamar dos 98 mil/98.500 pontos para testar os topos anteriores. Se conseguir superar o topo anual, em fechamento, terá objetivos imediatos de alta nos 100 mil pontos  e acima disso nos 101.500/ 102 mil pontos.

Por outro lado, se voltar a refluir terá suportes imediatos no fundo duplo formado nos 93.500/93.400 pontos.  Logo abaixo disso, suportes nos 93.300 /92.900 pontos. Uma perda desse suporte, sinalizará objetivos de queda nos 92 mil/91.900 pontos, depois disso nos 91 mil/90.900 pontos.