terça-feira, 11 de março de 2008

PETR4...após 11/03...retomou com força o fibo perdido em 78,70!...


PETR 4 abriu em forte alta em 78,84 acima da resistência em 78,70, mas gradualmente, até a primeira metade do pregão, retornou à casa dos 77,20, perdendo outra importante resistência nos 78,10. Na segunda metade do pregão, embalada pela força altista de Dow Jones, retomou as resistências em 78,10 e o fibo de 61,8% em 78,80. Fechou próxima à máxima do dia, em 79,70. Ao final do pregão os indicadores sinalizavam claramente tendência de alta. Suportes imediatos nos citados 78,80 e 78,10 e resistências em 79,80; 80,60 e 81,50.

VALE 5...após 11/03...retomou o fibo perdido em 47,70!...


VALE5, abriu em alta nos 47,40 mas refluiu gradualmente até a mínima do dia nos 46,50. A partir da segunda metade do pregão, acompanhando a força altista do mercado externo, retomou o fibo de 61,8% en 47,70 e fechou na máxima do dia nos 48,50. Próximas resistências em 48,75 e 49,80. Suportes imediatos em 48,30 e 47,80.

IBOV...após 11/03...forte retomada dos 62 mil pontos...


O Ibovespa realizou a partir da última hora de pregão, uma retomada da tendência de alta, superando com força os 62.000 pontos, indo fechar próximo à resistência dos 62.400 pontos.Para a continuidade da alta deverá retomar os suportes perdidos nas resistências em 63.000 pontos e no "gap" aberto nos 63.600 pontos (forte resistência). Suportes próximos em 62.000 e 61.560 pontos.

DOW JONES...Forte retomada dos 12.150 pontos...


A forte retomada dos 12150 pontos, está tentando recolocar Dow Jones novamente em seu canal anterior de alta. Os indicadores sinalizam também para a retomada dessa alta. Próximos obstáculos nas resistências em 12.250, 12.500 e 12.750(forte resistência). Suportes imediatos em 12.080 e 12.000.

segunda-feira, 10 de março de 2008

PETR4...após 10/03...tendência de queda continua!...


Apesar do petróleo ter operado com alta superior a 2% na maior parte do tempo (barril em NY cotado acima de U$ 107)PETR4 sucumbiu à pressão vendedora e fechou quase na mínima intraday de 76,58 e abaixo do forte suporte gerado intraday nos 77,00. Se não recuperar as resistências recentes em 77,00 e o fibo de 61,8% em 78,70, poderá dar continuidade à queda com suportes em 75,20 e 74,10.

VALE5...após 10/03...indicadores apontam para a continuidade da queda...


VALE 5 perdeu o fibo de 61,8% em 47,70 e posteriormente tentou bravamente manter o suporte intraday em 46,70. Sucumbiu perante o mau humor do cenário externo e fechou na mínima em 46,06. Os principais indicadores como IFR, estocástico e CCI/MA crossover sintonizados apontam para a continuidade da queda! Resistências próximas nos suportes perdidos em 46,70 e 47,70. Suportes em 45,20 e 44,75 (fibo de 38,2%)

IBOV...após 10/03...Indicadores sinalizam realização...


IBOV não resistiu à pressão vendedora, influenciada pelos indicadores americanos, que operaram em queda, próximos ao fundo recente. No gráfico diário os indicadores IFR, Estocástico e CCI/MA crossover, dentre outros, sinalizam a continuidade da queda. Suportes em 59.615 (fibo de 50%); 59070 e 58.200 (fibo de 38,2%). Resistências em 61040 e 61400.

DOW JONES...após 10/03...cenário ainda de queda...


DOW JONES não resistiu à pressão vendedora, perdeu o recente suporte em 11.900 e fechou próximo ao Fundo Histórico desse ano em 11.640. Se perder esse fundo deverá buscar novo fundo em 11.420. Resistências em 11.940 e 12.100.

domingo, 9 de março de 2008

Bancos podem sofrer crise sistêmica de US$ 325 bi, aponta relatório

Bancos podem sofrer crise sistêmica de US$ 325 bi, aponta relatório
08/03 - 13:01 - Reuters

NOVA YORK - Os bancos de Wall Street estão frente a uma 'chamada de margem sistêmica', que pode tomar 325 bilhões de dólares em capital, devido à deterioração das hipotecas de alto risco (subprime) dos Estados Unidos, escreveu o JPMorgan Chase em relatório na sexta-feira. O JPMorgan, que enviou um aviso de inadimplência à Thornburg Mortgage após a concessora de hipotecas deixar de atender à chamada de margem de 28 milhões de dólares, disse que mais avisos e chamadas de margem são prováveis. O fundo do grupo Carlyle também deixou de atender nesta semana a chamadas de margem de 37 milhões de dólares.

'Uma crise sistêmica de crédito está a caminho, puxada basicamente pelas baixas contábeis dos bancos em hipotecas subprime', disse o relatório co-escrito pelo analista Chistopher Flanagan. 'Nós caracterizaríamos essa situação como uma chamada de margem sistêmica.'

A crise de crédito, que começou há cerca de um ano, deve se intensificar após o relatório de sexta-feira sobre o emprego nos Estados Unidos, que 'sinalizou de forma mais definitiva uma recessão', acrescentou.

sábado, 8 de março de 2008

PETR4...após 07/03...no intraday, indicadores apontam pequena reação


PETR4 abriu com grande gap de queda nos 78,11, depois acompanhando a reação inicial de Dow Jones, retomou o fechamento anterior nos 79,50, na máxima do dia. Seguindo o mau humor que se abateu posteriomente, retomou a queda, atingindo a mínima no forte suporte em 77,30. Fez novo topo em 78,50 e fechou praticamente nos 78,00, com indicadores sinalizando alguma reação (pelo menos no intraday). Para retomar o canal de alta, precisa romper na próxima semana as resistências nos degraus construidos em 78,50; 79,00; 79,50 e 80,50. Resistências imediatas em 78,00 e 77,30.

VALE 5...após 07/03...se sustentou bem em cima do suporte 47,70..


VALE 5, seguindo o mau humor de Dow Jones, oscilou entre a máxima de 48,75 e a mínima de 47,56, depois recuperou o fibo perdido de 61,8%, em 47,70 e mostrou força compradora para sustentar esse importante suporte. Fechou nos 47,85, sem romper a resistência intraday nos 48,15. Para retomar nessa próxima semana o canal de alta, precisa superar também as resistências em 48,75 e 49,20. Suportes imediatos em 47,70 e 47,00 (para fechamento de gap aberto recentemente).

IBOV...após 07/03...em canal de baixa, pode buscar alguma reação...


No final do pregão esboçou alguma reação.Indicadores sinalizaram timidamente uma reação. Suporte no fundo do intraday nos 61.400 pontos e resistências em 62.200 e 62.740 pontos. Para sinalizar reversão, na próxima semana, precisa romper a resistência em 63.670 pontos.

DOW JONES...após 07/03...canal de baixa bem delineado!...


Dow Jones está em um canal de baixa bem delineado e se perder o fundo intraday de hoje, nos 11.820 pontos, deverá buscar o Fundo recente, nos 11.660 pontos. Na última hora do pregão iniciou uma reação (meio tímida) porém permitindo visualizar uma pequena LTA. Sómente com fechamento acima dos 12.080 pontos na próxima semana, poderá sinalizar alguma reversão. Suportes em 11.820 e 11.660 pontos. Resistências em 11.960 e 12.080 pontos

quarta-feira, 5 de março de 2008

DOW JONES..."Congestão" entre os 12000 e os 12750 pontos...


Enquanto não forem "desenterrados" todos os esqueletos do setor financeiro e securitário americano, DJI deverá oscilar nesse retângulo de indefinição entre os 12.000 e os 12.750 pontos. Rompida definitivamente a resistência, o novo intervalo de negociações deverá oscilar provavelmente entre os 12.750 e 13.500 pontos. Perdido definitivamente o suporte dos 11.900/12.000 pontos, o novo intervalo de negociações deverá oscilar entre os 11.250 e os 12.000 pontos. É aguardar para ver!...

terça-feira, 4 de março de 2008

Ibovespa tem espaço para bater nos 80 mil pontos até dezembro

Ibovespa tem espaço para bater nos 80 mil pontos até dezembro
DCI - 4/3/2008

O Ibovespa, pode bater nos 80 mil pontos este ano, ante os atuais 64 mil. A expectativa é de analistas de mercado ouvidos pelo DCI que vêem no médio e longo prazo um cenário positivo para a economia brasileira, em que pese a instabilidade global e as dúvidas sobre o comportamento da economia norte-americana. "Vai ter muito sobe-e-desce na Bolsa no curto prazo, mas o Brasil vai continuar crescendo entre 4% e 5% nos próximos anos", afirma Ronaldo Patah, diretor de Renda Variável do Unibanco. Segundo ele, o País mudou de patamar e conta com disciplina fiscal, câmbio flutuante, preços de commodities favoráveis, inflação e juros controlados. "Tudo isso permite estimar um target de 80 mil pontos para o Ibovespa até dezembro", afirma.

Lucro da Petrobras cai 17%, para R$ 21,5 bi em 2007

Lucro da Petrobras cai 17%, para R$ 21,5 bi em 2007
03.03.2008 19h56
Por Kelly Lima
Agência Estado


A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 21,5 bilhões em 2007, valor 17% inferior ao lucro de 2006. É a primeira vez durante o governo Lula que o lucro da estatal apresenta queda. O lucro foi também menor que os R$ 22,4 bilhões previstos por analistas.

A geração de caixa da companhia, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações), foi de R$ 50,275 bilhões, valor 1% menor do que no ano anterior. A receita líquida, por sua vez, subiu 8%, para R$ 170,578 bilhões. Os investimentos da companhia também cresceram em 2007, atingindo R$ 45,3 bilhões, 34% a mais do que em 2006.

sábado, 1 de março de 2008

VALE 5..."estrela da tarde" sugere a continuidade da queda!...


VALE 5 realizou bastante nesta sexta-feira, fechando na mínima (após o leilão) em 49,86 (queda de quase 5%). Analisando o "candle" formado nesses últimos dois pregões, obtemos uma figura conhecida como "estrela da tarde", onde se evidencia a perda da força compradora, sugerindo a continuidade da queda. No entanto, no gráfico diário, o CCI/MA cuzamento sinalizou "venda" em penetração não muito acentuada, o que pode ensejar alguma recuperação, talvez nessa mesma segunda-feira. O fechamento de Vale 5 ocorreu praticamente em cima do suporte 49,80 (fibo de 78,6%), que se perdido levará ao forte suporte em 47,70 (fibo de 61,8%). Caso retome a alta, as próximas resistências estarão em 50,50 e 51,60.

IBOV...após 29/02...queda forte...porém indicadores, nem tanto!...




O IBOVESPA caiu muito nesta sexta-feira, atingindo os 63.489 pontos (queda de 3,15%), como previsto ontem, principalmente nas sinalizações do IFR e do estocástico. Para a próxima segunda-feira dia 03/03, é possível que a continuidade da queda seja atenuada e talvez até, em parte revertida. Observando o CCI/MA cruzamento, verificamos que a penetração desse indicador não se deu com a mesma intensidade que o IFR e o estocástico, sinalizando assim tal possibilidade.De qualquer forma, o IBOV fechou muito próximo dos 63.265 pontos (fibo de 78,6%). Caso esse suporte seja respeitado poderá buscar novamente os 64.000 pontos. A perda desse importante fibo poderá acelerar a queda até o fibo de 61,8% em 61.080 pontos. Suporte intermediário em 61.630 pontos.

Vale vai recuperar o investimento na Inco em até 20 meses

Vale vai recuperar o investimento na Inco em até 20 meses

por CIRILO JUNIOR da Folha Online, 29/02/08

Os cerca de US$ 18 bilhões pagos pela Vale na compra da mineradora canadense Inco deverão retornar ao caixa da empresa nos próximos 20 meses. A estimativa é do presidente da mineradora brasileira, Roger Agnelli, que explicou que os dividendos gerados pela aquisição, em 2007, somaram US$ 2,2 bilhões.
"Pagamos cerca de US$ 18 bilhões pelo ativo, tivemos que fazer investimentos em melhorias nas operações das plantas e tudo mais. Ela gerou US$ 7 bilhões de caixa em 2007, pagou US$ 2,2 bilhões em dividendos. Então ela deve estar se pagando nos próximos 18 a 20 meses", afirmou.
Ao todo, os dividendos pagos vindos do exterior somaram US$ 2,3 bilhões em 2007. Segundo Agnelli, a Inco surpreendeu favoravelmente em função da alta do preço do níquel. Ele explicou que quando se faz um investimento muito alto, o retorno geralmente é lento.
"No caso da Inco, o preço do níquel subiu muito, é muito volátil. A gente não achava que o preço do níquel pudesse bater US$ 55 mil por tonelada. Foi muito além do a gente estimava, o retorno foi muito mais rápido. Quando se investe, os primeiros meses de retorno são os mais importantes, em termos de caixa", observou.
O executivo evitou fazer qualquer previsão desse nível em relação à possível compra da Xstrata.
"Não é razoável imaginar que consegue se fazer esse tipo de investimento sempre. Tem que contar um pouco com a sorte. Não há nenhuma expectativa similar à Inco", completou.

Brasil está no caminho certo para grau de investimento, diz S&P

Brasil está no caminho certo para grau de investimento, diz S&P


por MARINA GAZZONI -29/02/08 - Folha Online
O Brasil está no caminho certo para alcançar o grau de investimento, mas antes precisa melhorar os números da dívida interna, reformular a legislação tributária e investir em infra-estrutura, disse ontem a presidente da agência de classificação de risco Standard & Poor's, Regina Nunes.
Segundo ela, o Brasil pode atingir o grau de investimento no prazo entre um e três anos. Apesar da perspectiva, Nunes citou estatísticas que mostram que o pulo da nota BB+ (que antecede o grau de investimento e é a atual classificação do Brasil pela S&P) para BBB- (grau de investimento) é o mais demorado.
"Apenas 17,3% dos países conseguem o grau de investimento de um a três anos", explicou.
O grau de investimento é a classificação dada pelas agências de rating a países com poucas chances de deixar de honrar suas dívidas.
Com a nota, o Brasil poderá receber recursos de grandes fundos internacionais que só têm autorização para investir em mercados que já conquistaram essa chancela de bom pagador.