terça-feira, 1 de abril de 2008

IBOV...sintonizado com Dow Jones em dia de grande alta...


O IBOVESPA abriu em alta nos 60.965 pontos e assim continuou nessa alta, sintonizado com DJI, rompendo as resistências anteriores em 60.980, 61.700 e 62.200 pontos. Próximo ao final do pregão atingiu a máxima em 62.788. Fechou em 62.754 (alta de 2,96%). Suportes imediatos em 62.450, 62.200, 62.050 e 61.700 pontos. Resistências em 62.790, 63.000 e 64.700 pontos.

DOW JONES...alta histórica quase detonou a LTB recente...


DOW JONES abriu na mínima do dia nos 12.266 e foi detonando todas as resistências intradays dos últimos dias, a começar pelas resistências nos 12.480 e 12.620 pontos. A partir daí, já em alta beirando os 3%, avançou para o rompimento da resistência nos 12.650 pontos, atingindo a máxima intraday nos 12.658 pontos, quase no final do pregão. Fechou junto à máxima nos 12.654 pontos (alta de 3.19%), última resistência antes dos 12.750 pontos (ponto de reversão da LTB recente). Ao final do pregão, indicadores ainda apontavam para a continuidade da alta, apesar do IFR já estar sinalizando região de "sobrecompra". Suportes imediatos em 12.650, 12.620, 12.480 e 12.170. Resistências em 12.685, 12.756, 12.770, 12.930 e 13.070.

Vale pode retomar negociações com a Xstrata

Vale pode retomar negociações com a Xstrata
01.04.2008 16h08
por Adriana Chiarini e Alaor Barbosa da Agência Estado

O presidente da Vale, Roger Agnelli, garantiu hoje que "no momento" não há nenhuma negociação visando à compra da mineradora anglo-suíça Xstrata. As declarações do executivo foram feitas durante entrevista coletiva na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), logo após assinatura de contrato de financiamento no valor de R$ 7,3 bilhões. Ele reiterou, porém, que as negociações podem ser "retomadas a qualquer momento". Segundo Agnelli, a Xstrata é uma empresa "estratégica" para a Vale e a Vale, por sua vez, é "estratégica" para a Xstrata. Além disso, não houve atritos entre as partes envolvidas nas negociações, após o anúncio de término das conversas. "Continuo me encontrando com o presidente da Xstrata normalmente", comentou.O presidente da Vale reiterou, porém, que a prioridade da mineradora brasileira é pelo crescimento orgânico, ou seja, crescimento da empresa sem considerar aquisições, citando o programa de investimentos para os próximos cinco anos, no montante de US$ 59 bilhões. "É o maior programa de investimentos de uma mineradora, no mundo, nesse período de tempo", garantiu. Ele reiterou que o mercado mundial continua demandando muita matéria-prima e a Vale tem boas reservas e pretende aproveitar o bom momento do mercado. Ele mencionou que a empresa mantém um forte programa de pesquisa de novas reservas em diversas partes do mundo, incluindo América do Sul, África e Ásia.

PETR4...após 31/03...forte volatilidade na retomada da alta!..


PETR4 abriu com "gap" de alta nos 73,50, rapidamente alcançando a resistência dos 74,00. Daí refluiu até os 73,00, mas a forte pressão compradora levou-a a buscar antes do final da primeira metade do pregão sua máxima nos 74,50. A partir daí, acompanhando a volatilidade de DJI, refluiu até a mínima do dia nos 72,20. Nas duas últimas horas do pregão retomou primeiramente os 73,00 e a partir daí prosseguiu em alta até fechar praticamente em cima da resistência em 74,00. Suportes imediatos em 73,30, 72,50 e 72,20. Resistências imediatas em 74,50; 74,90; 75,90 e 78,00.

VALE 5...após 31/03..em busca da próxima resistência nos 52,00!


VALE 5 abriu em alta, nos 50,00, porém acompanhando a pressão vendedora no Ibovespa veio à minima em 49,65. A partir daí iniciou uma franca recuperação, retomando a casa dos 50,00 e atingindo a máxima do dia em 50,90, ainda na primeira hora de pregão.Em função da forte volatilidade do Ibovespa, cedeu aos poucos até atingir novamente os 50,00, mas retomou com força os 50,50 e fechou em 50,79, próximo à máxima do dia. Os indicadores como o IFR, Estocástico e CCI apontam claramente para a retomada da alta, bastando para tal romper os 52,00 na recente LTB formada. Suportes imediatos em 50,00, 49,65 e 49,45. Resistências em 51,00, 51,30 e 52,00.

IBOV...após 31/03...tentando recuperar a tendência de alta...


O Ibovespa abriu nos 60450 pontos e influenciada pela volatilidade dos mercados futuros, já na primeira hora de negociações veio buscar a mínima nos 59.920 pontos, mas com a abertura positiva de DJI, rapidamente zerou as perdas vindo novamente nos 60.900 pontos. Posteriormente, com a indefinição dos mercados externos realizou até os 60.180 pontos mas, próximo ao fechamento veio buscar a máxima nos 60.982 pontos fechando a seguir muito próximo dessa máxima nos 60.960 pontos.Ao final do pregão os sinalizadores gráficos apontavam para uma tendência de alta, ainda que para se assegurar essa reversão, será necessário o rompimento da resistência nos 62.000 pontos originada na recente LTB. Resistências imediatas em 61070 e 61.500 pontos. Suportes imediatos em 60.650, 60.180, 59.920 e 59.800 pontos.

DOW JONES...após 31/03...promete muita volatilidade nesse início de mês...


DOW JONES abriu nos 12215 pontos, com a pressão vendedora na primeira hora de pregão, veio buscar a mínima nos 12177 pontos, mas graduamente conseguiu zerar as perdas, vindo atingir a máxima intraday nos 12326 pontos. Nas últimas horas do pregão realizou um pouco, fechando ainda positivo nos 12262 pontos. Alguns indicadores como o estocástico lento sinalizavam tendência de queda em divergência com o CCI/Ma cruzamento que ainda sinalizava alta. Essa indefinição sugere forte volatilidade no próximo pregão. A tendência primária (anual) ainda é de baixa. A reversão dessa tendência para alta somente poderá se concretizar se rompidas as resistências da recente LTB nos 12.620 e 12.750 pontos. Resistência imediata nos 12.480 pontos. Suportes imediatos em 12.180, 12.100 e 11.970 pontos.

Para analistas, descoberta da Petrobras é positiva, mas cercada de ressalvas

Para analistas, descoberta da Petrobras é positiva, mas cercada de ressalvas

por Roberto Altenhofen Pires Pereira
31/03/08 - 20h26
InfoMoney


SÃO PAULO - Segundo informações veiculadas na imprensa, a Petrobras (PETR4) descobriu novo poço de óleo e gás na Bacia de Santos, reforçando as especulações que levaram seus papéis a fortes valorizações na semana passada.
Mesmo sem comunicar oficialmente a descoberta, a empresa já informou a ANP (Agência Nacional de Petróleo) a respeito, mas sugeriu que prefere ter dados mais concretos em mãos para se dirigir ao mercado.
A questão é acompanhada de perto pelos analistas, que, de modo geral, enxergam o evento como de caráter positivo à estatal, mas cercado de ressalvas. Resumindo, a notícia é inicialmente positiva para Link, Banif e Unibanco, mas traz consigo incertezas quanto ao potencial e tecnologia necessária para exploração da jazida.

Evento é de caráter positivo...

Considerando o evento positivo, assim como o Banif, os analistas da Link destacam alguns pontos: além de ampliar as perspectivas em relação ao potencial das regiões exploradas, o modo como a Petrobras vem administrando esta divulgação adiciona maior credibilidade à empresa, que não se pronunciou por não ter dados mais específicos em mãos.
Na avaliação dos analistas do Unibanco, este evento só confirma algo que já era esperado, ampliando as apostas de que a empresa tende a atingir novo nível de qualidade e tamanho com as recentes descobertas, se posicionando melhor entre as gigantes do setor.
Ainda assim, foi ressaltada a falta de informações mais concretas a respeito do potencial desta jazida e características para sua exploração, fator que, na visão do Unibanco, podem ser superados.

...mas traz ressalvas

Mas a opinião otimista do Unibanco com a superação dos obstáculos não é compartilhada pela Link. Apesar de avaliar o anúncio como bom para a estatal, a corretora buscou destacar que o desenvolvimento das reservas no pré-sal pode demorar mais que o esperado devido ao "enorme desafio tecnológico". Em adição, os analistas demonstraram estranheza com o fato de tanto Júpiter quanto a BM-S-8 não terem estimativas numéricas de suas reservas.
A falta de informações também foi mencionada pelo Banif, que afirmou que testes adicionais devem ser realizados para se descobrir o verdadeiro potencial do bloco, que, na visão da instituição, aparenta ter dimensões inferiores às demais descobertas do pré-sal.
Paralelamente, a Link questionou a capacidade de evolução operacional da estatal. "É importante ressaltar que a Petrobras poderia ampliar sua produção de maneira significativa já com suas reservas convencionais, fato que não acontece devido à sua atual administração", conclui.

O que fazer com as ações?

Ainda vendo uma ótima oportunidade de compra nos ativos da empresa, os analistas do Banif apostam nas ações preferenciais da estatal na casa de R$ 104,40 no final do ano, valor que gera potencial de valorização de 41%, de acordo com a cotação do fechamento do pregão da segunda-feira (31).
As estimativas do Unibanco são ainda superiores para o preço das ações ao final do ano. A instituição projeta os papéis em R$ 105,00, o que gera potencial de ganhos levemente superior, de 42%.
A Link tem recomendação "neutra" sobre os papéis.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Vaivém do juro

Vaivém do juro
por Danilo Fariello de Valor Online
31/03/2008

O investidor que, com medo da volatilidade, tirou o pé das alternativas mais arriscadas neste começo do ano e migrou dos fundos de ações e multimercado para a renda fixa não conseguiu fugir da turbulência. Mais de 20 fundos concentrados em papéis de renda fixa prefixados ou ligados a índices de inflação deverão encerrar abril com prejuízos, como mostra o o Índice de Mercado Andima (IMA), referencial desses papéis . Essa perda ocorre porque o mercado passou a considerar como certa uma elevação dos juros em abril. Com isso, as taxas prefixadas subiram e os papéis antigos, com taxas mais baixas, perderam valor. Até a quarta-feira, alguns fundos de renda fixa chegavam a perder 2,68% em março, segundo dados do site Fortuna.
Durante o mês, aumentou no mercado a parcela de operadores que acredita na alta da taxa de juros já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em meados de abril. A apreensão com o aumento disparou com a publicação do Relatório Trimestral de Inflação do BC. O texto diz que, para que a inflação continue abaixo da meta, de 4,5% neste ano, diante dos riscos que se apresentam, "cabe à autoridade monetária estar pronta para atuar de forma preventiva". Ou seja, subir os juros. A dúvida principal, portanto, é quanto a taxa Selic, hoje em 11,25% ao ano, deverá subir nos próximos meses.
O cenário de renda fixa ficou mais arriscado, ou seja, menos propício para a parcela mais conservadora dos investimentos, diz o diretor-executivo da BB DTVM, Arnaldo Vollet. "O mercado deverá oscilar mais com qualquer notícia, boa ou ruim." Segundo ele, várias incertezas foram adicionadas ao mercado, principalmente no que diz respeito à inflação. "Ninguém sabe se a alta vai acontecer ou não."
Como a rentabilidade dos fundos renda fixa e DI andavam bastante próximas, o investidor ficou com a impressão errada de que eles possuem o mesmo risco de mercado. Mas essa oscilação atual evidenciou que não, diz Marcelo Xandó, sócio da BCSul Verax Serviços Financeiros. O prêmio (taxa que os prefixados oferecem acima do juro futuro) estava cada vez menor até este mês. "Portanto, apostar nesses papéis já era arriscado."
No começo de março, a Letra do Tesouro Nacional (LTN), prefixada, com vencimento em janeiro de 2009, oferecia ao seu investidor um lucro anualizado de 11,82%. Na sexta-feira, esse mesmo título pagava 12,37%. Isso significa que o juro da Selic teria de subir para mais de 13% ao ano até janeiro para oferecer uma taxa média de 12,37% no período.
Claro que, se o cenário não engrossar de vez e o juro não subir nessa magnitude, esse papel e outros com vencimento mais curto estariam oferecendo hoje uma rentabilidade melhor em relação ao começo de março, observa David Cohen, operador de renda fixa do CR2. "Mas é claro também que essa alternativa também ficou mais arriscada." O investidor que apostar agora pode receber um juro maior, mas corre mais risco de o juro corrente subir além do que o projetado nessas taxas, alerta ele.
Assim, apostar hoje em uma taxa prefixada no curto prazo ou em um título atrelado à inflação (NTN-B, ligada ao IPCA, ou NTN-C, ligada ao IGP-M), beira a especulação. "O aplicador que se embrenhou nesse mercado já sofreu e poderá sofrer ainda mais", diz Ricardo Martins, da área de fundos de investimento da Concórdia. "A pressão inflacionária pode ser mais forte do que se acredita, o que pode levar o BC a subir ainda mais a taxa de juros."
Quem não suporta essa volatilidade no curto prazo deve agora tomar o rumo de um fundo DI ou curto prazo, comenta Vollet, da BB DTVM. Ele destaca que a captação nos fundos dessas categorias até cresceu mais do que a dos fundos de renda fixa e inflação no começo deste ano. Mas reconhece que, quem ficou no meio do caminho, entre o DI e o renda fixa, perdeu. Apesar da oscilação, Vollet diz que não houve muitos resgates nos prefixados ao longo de março.
Vollet acredita que, apesar de terem subido neste mês, os juros prefixados oferecidos pelos títulos que recheiam os fundos de renda fixa não subiram o suficiente a ponto de compensar o risco de alta maior do CDI, indicador do juro corrente e, portanto, superar o retorno dos fundos DI. Sem falar no risco, que aumento, lembra. "Para buscar um retorno acima do CDI, o gestor vai ter de correr mais riscos", diz.
Já Cohen, do CR2, acha que o mercado brasileiro reagiu com medo excessivo em março, tendo levado o juro futuro a um nível em que já valeria a pena especular. "O mercado foi muito além do que deveria", diz. "Mesmo que o BC suba os juros, de forma gradual, as taxas ainda são atraentes." Cohen acredita em uma alta na Selic de, no máximo, 1,5 ponto percentual até dezembro - que significaria o juro ficar abaixo dos 13% ao ano necessários para compensar a taxa atual pré.
Já nos títulos mais longos prefixados, há consenso de que o risco é alto demais. "Acima de 12 meses, o cenário externo começa a pesar mais na estimativa, o que torna o juro menos ponderável", comenta Cohen, do CR2.
O aplicador que optar pelo Tesouro Direto - sistema de negociação via internet de papéis federais - têm um cardápio variado de prazos e papéis prefixados e ligados a inflação. O governo oferece a possibilidade de pessoas físicas comprarem diretamente da Fazenda os títulos que recheiam os fundos. Por lá, era possível encontrar, na sexta-feira, uma LTN com rendimento de 13,45% com vencimento em 2010, uma NTN-C que renderia IGP-M mais 7,69% até 2011 e uma NTN-B, que entregaria IPCA mais 8,11% em maio de 2013.
Aplicando pelo Tesouro Direto, o investidor poderá sofrer com a mesma volatilidade que atinge os fundos se tentar vendê-lo antes do vencimento. Mas se mantiver o papel em carteira até a data do encerramento do título, não há risco de lucrar menos. O risco, nesse caso, seria de receber um retorno abaixo do juro médio do mercado até lá, ou corroído pela inflação se não for um papel atrelado a nenhum dos índices.
Para Martins, da Concórdia, para quem quiser arriscar, mais interessante seria investir em um fundo de renda fixa com gestão ativa, em que um profissional escolheria os melhores momentos para adquirir ou se livrar de cada papel e que iria renovando a carteira conforme os vencimentos. Nesse caso, porém, há o risco de o gestor errar os momentos de adquirir ou vender cada título. O investidor deve estar atento à estratégia adotada pelo gestor, no prospecto do fundo, além de verificar a taxa de administração cobrada, que pode comprometer o ganho extra.

Aperto é visto como fato consumado

Aperto é visto como fato consumado
31/3/2008
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico

O BC fechou questão quanto à premente necessidade de, após manter a Selic congelada em 11,25% desde setembro, desfechar logo um aperto monetário capaz de reduzir a demanda e esfriar o consumo. Trata-se de um fato consumado a alta do juro básico na próxima reunião do Copom, dia 16 de abril. Se é assim - e é assim que o pregão de juros futuros da BM&F vislumbra os passos vindouros da política monetária, em linha com a descrição realista feita pelo último Relatório de Inflação -, faltando 13 dias úteis até lá, nada parece ser capaz de demover a autoridade de suas intenções altistas, nem índices de inflação abaixo do esperado, nem expectativas de IPCA aquém da meta, nem a retomada pelo câmbio de sua tendência à apreciação. Confrontado com a inevitável fatalidade, resta ao mercado tão-somente discutir a magnitude do ajuste a ser implementado.

sábado, 29 de março de 2008

PETR4...após 28/03...se não "descolar" de DJI poderá buscar os 70,60 novamente...


PETR4 sentiu o "mau humor" dos mercados americanos e "sintonizou" sua queda com DOW JONES, delineando um canal de baixa. Essa tendência só será revertida, se PETR4 romper no início desta próxima semana, a resistência dos 73,00 formada nessa recente LTB e também retomar a casa dos 74,00. Por enquanto, suportes imediatos em 72,25, 71,25 e 70,60. Resistências em 73,00; 74,00 e 74,90.

VALE 5..após 28/03...tenazmente na defesa do suporte em 50,00...


Contrariando os mercados externos e o próprio IBOVESPA, Vale 5 suportou a pressão vendedora que a levou a testar a mínima nos 49,45; mas recuperou esse suporte e em seguida o forte suporte, nos 50,00, fechando nos 50,10. Para o início da próxima semana, se continuar "descolada" de Dow Jones, poderá tentar romper a resistência nos 51,00 e buscar os 52,00. Por enquanto, resistências imediatas em 50,50, 51,00 e 51,30 e suportes imediatos nos 50,00, 49,45 e 49,15.

IBOV...após 28/03...está delineando um canal de baixa...


O IBOVESPA, se não "descolar" de DJI poderá buscar o suporte nos 59.800 novamente. Para reverter o canal de baixa que está sendo delineado, precisará romper a resistência em 61.070 na recente LTB e posteriormente os 61.500 da LTB anterior. Por enquanto suportes imediatos em 60.200, 59.800 e 58.900. Resistências imediatas em 60.830, 61.070 e 61.500.

DOW JONES...após 28/03...deve testar o suporte nos 12 mil novamente...


DOW JONES continua em seu canal de baixa, que só será revertido se romper a LTB recente nos 12.600 pontos. Por enquanto, sinaliza ficar nesse "zig-zag" entre os 12600 e 11.700. As probabilidades maiores, por enquanto, são a de buscar o fundo nos 11.640 pontos.

Petrobras descobre outro poço na Bacia de Santos

Petrobras descobre outro poço na Bacia de Santos
29.03.2008 08h30
por AE Agência Estado

A Petrobras encontrou mais um reservatório de petróleo e gás abaixo da camada de sal, em área ultraprofunda, na Bacia de Santos. Foi no bloco BM-S-8, ao sul das reservas gigantes de Tupi, considerada um megacampo de petróleo, com um volume estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) recebeu a notificação no dia 6 deste mês. A empresa informou que não fez comunicado ao mercado porque ainda não foram feitos testes de produção para avaliar o potencial da jazida.Esse é o nono poço bem-sucedido na região, que vem sendo encarada como a principal província petrolífera mundial encontrada nos últimos anos. Em apenas quatro poços foram feitos testes de produção.O BM-S-8 fica no entorno de uma área com potencial de reservas, batizada pela Petrobras e seus sócios de Carioca, que se estende por quatro blocos exploratórios na porção paulista da Bacia de Santos. Analistas acreditam que essa área pode ser maior que a de Tupi. Em relatório de dezembro do ano passado, o Banco Credit Suisse estimava a existência de algo entre 7 bilhões e 24,5 bilhões de barris em Carioca.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Bovespa reflete mau humor nos EUA e fecha em baixa de 0,51%

Bovespa reflete mau humor nos EUA e fecha em baixa de 0,51%
17:45 28/03/2008 Folha Online

Novos temores sobre o desempenho da economia americana fizeram os investidores de todo o mundo se retrairem nesta sexta-feira, e o mesmo ocorreu no mercado brasileiro. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em baixa em um dia de forte volatilidade. O Ibovespa -principal indicador da Bolsa paulista- caiu 0,51%, aos 60.452 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,94 bilhões -bem abaixo da média do ano, de R$ 6 bilhões-, com cerca de 146 mil negócios realizados. O dólar comercial subiu 0,4%, vendido a R$ 1,743. Para se ter uma idéia da turbulência em que o mercado brasileiro se encontra, o Ibovespa trocou de sinal onze vezes hoje -esteve seis vezes em alta e seis em baixa. O sinal vermelho só se consolidou no meio da tarde, quando o mercado americano deu indicações de que também fecharia no negativo

Queda na confiança dos consumidores faz Wall Street fechar em baixa

Queda na confiança dos consumidores faz Wall Street fechar em baixa
28/03 - 17:39 - EFE

Nova York- As bolsas de Nova York fecharam em baixa hoje, influenciadas pela queda da confiança dos consumidores americanos na economia durante o mês de março, o que reavivou os temores de uma recessão.

Segundo dados preliminares, o Dow Jones Industrial, principal índice de Wall Street, caiu 86,38 pontos (0,7%), para 12.216.08.

Já o indicador da Nasdaq recuou 19,65 pontos (0,86%), para 2.261,18.

Por sua vez, o seletivo S&P 500, que mede o rendimento de 500 grandes empresas, recuou 10,59 pontos (0,8%), para 1.315,17.

PETR4...devolveu todo ganho voltando dos 75,80 aos 73,00...


PETR4 abriu em alta nos 75,24 e rapidamente atingiu a máxima do dia nos 75,83. A partir daí influenciada pela queda continuada de Dow Jones, retornou de forma lenta, mas continuada até os 73,00, passando antes pela mínima em 72,70. Suportes em 72,90 e 72,20. Resistências em 74,30 e 74,90.

BC avisa que irá subir Selic dia 16

BC avisa que irá subir Selic dia 16
28/3/2008
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
Se não bastasse a clareza do seu Relatório Trimestral de Inflação, a entrevista dada pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, para divulgá-lo não deixou a menor dúvida de que o Copom irá cumprir já na próxima reunião (16 de abril) as ameaças de elevar a taxa Selic. Os contratos curtos negociados no mercado futuro de juros da BM&F dispararam e passaram a precificar virtualidade de 100% de alta de 0,25 ponto na taxa. O destino da Selic está selado: ela avançará de 11,25% para 11,50% em abril. E , segundo o DI, há enorme chance (chance para os comprados em taxa, risco para os vendidos) de o ritmo de alta acelerar-se para 0,50 ponto no Copom seguinte, dia 4 de junho. A taxa para julho subiu 0,06 ponto, para 11,45%. O CDI para outubro avançou 0,07 ponto, a 11,91%, mesma aceleração do CDI previsto para a virada do ano, agora em 12,30%. Mas os DIs mais longos caíram. Enquanto a taxa para janeiro de 2010 permaneceu estável em 13,25%. o CDI estimado para janeiro de 2011 recuou 0,01 ponto, para 13,41%, e o previsto para janeiro de 2012 tombou 0,11 ponto, para 13,37%. Essa modulação - alta para os contratos curtos e baixa para os longos - reflete a percepção de que o aperto monetário a ser iniciado em abril será, embora leve, vitorioso e, por isso, de curta duração. Logo a ameaça inflacionária será debelada e a taxa poderá se flexibilizar. Esse foi o entendimento do recado contido na seguinte frase de Mesquita: "O BC que espera a inflação divergir muito em relação à meta para agir, tem que atuar de forma mais intensa e por mais tempo, o que tende a ser danoso para a atividade econômica".

VALE 5...após 27/03...na contramão do Ibovespa...manteve-se nos 50,00...


Mostrando força compradora desde o início do pregão, VALE5 mostrou que possui fortes fundamentos para se manter acima dos 50,00. Após atingir a máxima nos 51,00 logo na abertura, retrocedeu influenciada pelas quedas dos mercados americanos até a mínima nos 49,83. A partir daí retomou a alta e manteve-se acima dos 50,00 atingindo no intraday máxima de 50,80, porém ainda por força de DJI retrocedeu, mas fechou ainda em cima dos 50,00. Suportes em 49,85 e 49,70. Resistências em 50,80, 51,30 e 52,00