quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Bolsa de NY tem alta forte com rumor sobre 'banco ruim'

por Agência ESTADO
28 de Janeiro de 2009 20:05

O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte. O avanço foi liderado pelas ações do setor financeiro, que reagiram a informes de que o Departamento do Tesouro estuda criar um "banco ruim" para comprar os ativos "podres" das instituições do setor. Outro fator foi a indicação do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de que poderá comprar títulos de longo prazo do Tesouro, além de acelerar suas compras de títulos lastreados em hipotecas e outros ativos, de modo a fazer baixarem os juros no mercado de crédito. Outro fator para a alta foi a perspectiva de que a Câmara dos EUA aprove o projeto de estímulo à economia ainda na noite desta quarta-feira.
O índice Dow Jones fechou em alta de 200,72 pontos, ou 2,46%, em 8.375,45 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 53,44 pontos, ou 4,55%, em 1.558,34 pontos. O S&P-500 subiu 28,38 pontos, ou 3,36%, para 874,09 pontos. O NYSE Composite avançou 186,02 pontos, ou 3,50%, para 5.501,46 pontos.
Falando sobre a perspectiva de criação do "banco ruim", o chefe de renda fixa da SEI Investments, Sean Simko, disse que "por tudo que eu ouvi, ainda está no estágio do rumor. Ainda não há uma estratégia clara para como eles vão fazer isso. Não vamos ver o mercado subir numa linha reta até que isso se torne oficial. Até que tenhamos um quadro mais claro, o mercado deverá permanecer volátil".
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 27 fecharam em alta; as exceções foram Boeing (-0,02%), ExxonMobil (-0,18%) e Pfizer (-3,92%). Os destaques positivos foram Bank of America (+13,54%), Citigroup (+16,90%) e JPMorgan Chase (+8,72%). As ações da AT&T subiram 0,93%, em reação a seu informe de resultados do quarto trimestre. Entre as ações de empresas que divulgaram balanços, outros destaques foram Wells Fargo (+30,88%), Yahoo! (+7,94%) e Sun Microsystems (+21,80%). As ações da Starbucks, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 5,46%. As informações são da Dow Jones.

Bovespa se anima com EUA e fecha em alta de 3,95%

por Agência ESTADO
28 de Janeiro de 2009 18:33

A Bovespa teve mais um pregão atrelado às bolsas norte-americanas, e as boas notícias que moveram as ações lá trouxeram de volta o vigor e os investidores estrangeiros. Com isso, Petrobras e Vale brilharam, com ganhos superiores a 5%. Bancos e construção civil também foram destaques de alta, levando o principal índice doméstico de volta aos 40 mil pontos.
O Ibovespa fechou em alta de 3,95%, aos 40.227,45 pontos, maior patamar desde 9 de janeiro (41.582,94 pontos). Na mínima, atingiu os 38.704 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 40.438 pontos (+4,50%). No mês, o índice acumula ganhos de 7,13%. O giro financeiro totalizou R$ 4,811 bilhões.
Os investidores se animaram com as notícias de que o governo Barack Obama está muito perto de aprovar um pacote de estímulo econômico no Congresso e também de que pode criar um banco para absorver os ativos tóxicos. Ontem à noite, a rede de notícias CNBC informou que o governo está perto de concluir um plano para montar um "banco ruim", com o objetivo de comprar ativos podres ou de baixa liquidez dos bancos, os chamados ativos tóxicos. A iniciativa pode ser anunciada no início da semana que vem. Também ontem um comitê do Senado acrescentou uma provisão de US$ 70 bilhões ao pacote do novo governo, elevando para US$ 900 bilhões o custo da ajuda. O Senado ainda precisa aprovar a versão, que tem que passar depois pela Câmara. Os deputados também estão discutindo um plano, e o texto final terá que ser um consenso das duas partes.
Com a expectativa de se verem livres dos ativos tóxicos, os bancos foram destaque positivo nas bolsas lá fora - e no Brasil. Essas notícias se sobrepuseram aos balanços ruins que continuam a serem divulgados - hoje, anunciaram prejuízo a Boeing e o banco Wells Fargo, enquanto a AT&T teve queda no lucro do quarto trimestre.
Nas Bolsas de Nova York, às 18h20 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 2,02%, o S&P ganhava 2,88% e o Nasdaq, 3,15%. As ações chegaram a ampliar as máximas após o comunicado do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), divulgado pouco depois das 17 horas, mas logo saíram do teto. O Fed, em sua reunião sobre política monetária, não alterou a taxa de redesconto (0,50% ao ano) nem a taxa básica de juros (de zero a 0,25%) e sinalizou que está preparado para ir adiante com a ideia polêmica de comprar títulos do Tesouro americano (Treasuries) de prazo mais longo, o que marcaria uma drástica escalada em seus esforços para descongelar os mercados de crédito. As taxas de juros provavelmente ficarão onde estão durante todo este ano e talvez também em 2010, indicou o comunicado.
No Brasil, o setor bancário foi destaque de ganhos, com altas que superaram 7% em alguns papéis, mas as estrelas foram Petrobras e Vale, com a volta de investidores estrangeiros e com a recuperação das commodities (matérias-primas) no exterior.
O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York chegou a operar em queda - ontem despencou na expectativa dos dados de estoques e hoje seguiu em baixa com o anúncio em si, que confirmou o aumento. Mas, depois, as cotações acabaram virando para cima e assim se sustentaram até o final. O barril fechou em alta de 1,39%, a US$ 42,16.
As ações da Petrobras subiram 7,41% a ON e 5,44% a PN. Vale, que ontem já conduziu a Bovespa, também subiu com vigor: 5,70% a ON e 5,16% a PNA. Os papéis da mineradora superam 20% de ganhos no mês, estimulados pelas notícias de que as reservas de minério da China estariam baixas, e, hoje, com a expectativa do socorro norte-americano, o que traria de volta um pouco de vigor às indústrias de construção civil, infraestrutura e automotiva, favorecendo os metais.
A expectativa de um pacote para a habitação no Brasil também influenciou a construção civil, outro destaque de elevação. Gafisa liderou os ganhos do Ibovespa, com alta de 13,52%, seguida por Cyrela (+10,79%).

IBOV...após 27/01...suportes e resistências


O Ibovespa está em um movimento lateral, porém ainda com tendência de alta, no curto prazo. O gráfico diário mostra a congestão em que se encontra esse índice, mostrando que o rompimento dos 39 mil pontos poderá acelerar seu movimento aos 40 mil pontos.

Os suportes imediatos estão em 38.500, 38.300, 38.030, 37.800 e 37.500 pontos.
Resistências e objetivos de alta imediatos em 38.950, 39.000, 39.300, 39.800 e 40 mil pontos.

DJI...após 27/01...suportes e resistências


DJI continua a realizar movimento lateralizado, porém AINDA em tendência de alta, no curto prazo. O estocástico lento e o CCI/Ma cruzamento sinalizam a tendência de alta. Acima dos 8.220 pontos, não terá dificuldades em recuperar o patamar dos 8.300 pontos. Na hipótese (pouco provável) da perda dos 8.000 pontos, poderá refluir aos 7.920 pontos.

Suportes imediatos em 8.150, 8.080, 8.020 e 7.920 pontos.
Resistências e objetivos de alta em 8.200, 8.220, 8.290 e 8.340 pontos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bolsa de NY encerra com ganho após balanços

por Agência ESTADO
27 de Janeiro de 2009 20:07

O mercado norte-americano de ações fechou em alta, apesar de uma nova rodada de indicadores econômicos fracos (o índice de preços de imóveis residenciais Case-Shiller registrou queda recorde e o índice de confiança do consumidor da Conference Board caiu a nova mínima histórica). A alta foi atribuída à recuperação de ações do setor financeiro e a informes de resultados de várias empresas. Para Elizabeth Miller, presidente da Summit Financial Advisors, os balanços do quarto trimestre "sugerem que 2009 poderá não ser tão ruim como se prevê".
O índice Dow Jones fechou em alta de 58,70 pontos, ou 0,72%, em 8.174,73 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 15,44 pontos, ou 1,04%, em 1.504,90 pontos. O S&P-500 subiu 9,14 pontos, ou 1,09%, para fechar em 845,71 pontos. O NYSE Composite subiu 70,83 pontos, ou 1,35%, para 5.315,44 pontos.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 25 ações fecharam em alta, entre elas as de duas empresas que divulgaram resultados (American Express disparou 8,33% e DuPont subiu 0,39%); as da Verizon Communications, que também divulgou balanço, caíram 3,32%. No setor financeiro, as ações do Bank of America subiram 8,33%, as do Citigroup avançaram 6,61%, as do Goldman Sachs avançaram 5,47%, apesar de a Fitch ter rebaixado seu rating de AA- para A+.
Várias siderúrgicas divulgaram resultados, entre elas US Steel (+6,89%), Steel Dynamics (+15,04%) e AK Steel (-8,09%). Também divulgaram balanços a Texas Instruments (+3,66%), a Netflix (+15,49%) e a Delta Air Lines (-20,14%). As ações da Yahoo!, que divulgaria resultados depois do fechamento, caíram 1,33%. As informações são da Dow Jones.

Bovespa fecha em alta de 0,49% com ajuda da Vale

por Agência ESTADO
27 de Janeiro de 2009 18:31

As bolsas norte-americanas trabalharam em alta na maior parte da sessão, mas o sinal azul foi garantido na Bovespa pelo desempenho dos papéis da Vale. A mineradora brasileira subiu, no melhor momento da sessão, mais de 4%, apesar da queda dos metais no exterior. Petrobras, a outra ação com força para mexer, sozinha, no desempenho do Ibovespa, também não fez feio, apesar do tombo do petróleo no mercado externo.
O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 0,49%, aos 38.698,92 pontos. Na mínima, atingiu 38.422 pontos (-0,23%) e, na máxima, 39.025 pontos (+1,34%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 3,06%. O giro financeiro segue fraco e totalizou R$ 3,183 bilhões.
A Bovespa segue colada ao desempenho das bolsas norte-americanas, mas foi o desempenho da Vale que garantiu este comportamento. A ação ON subiu 4,19% e a PNA, 3,64%. Os analistas não cravaram uma justificativa para o desempenho dos papéis, que sobem cerca de 16% no mês de janeiro. Mas consideraram a demanda pelos papéis forte, ainda mais levando em conta a queda dos metais no exterior.
O ciclone tropical Dominic pela costa australiana, que teria paralisado parte das exportações de minério de ferro da Rio Tinto, foi citado pelos analistas como uma das justificativa à valorização das ações, assim como os estoques baixos na China e os preços baratos dos papéis, que seriam a primeira opção dos investidores com a recuperação do mercado externo. A proposta de pagamento de dividendos pela empresa este ano também foi citada.
Petrobras sofreu mais do que Vale com o desempenho das commodities (matérias-primas), mas as ações da estatal conseguiram subir em boa parte do dia, apesar da queda do petróleo. No fechamento, o comportamento divergiu: a ação ON perdeu 0,84% e a PN subiu 0,42%. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 9,08%, para US$ 41,58 o barril.
No geral, a Bovespa acompanhou "pari passu" o comportamento das bolsas norte-americanas e, lá, os dados corporativos continuam influenciando os ativos. Às 18h18 (de Brasília), o índice Dow Jones avançava 0,99%, o S&P tinha elevação de 1,29% e o Nasdaq subia 1,26%.
Da leva que repercutiu hoje, American Express e Texas Instruments mostraram queda no lucro, mas os números vieram melhores do que muitos analistas esperavam. DuPont, por outro lado, saiu de lucro para prejuízo. A Verizon trouxe resultado em linha com o previsto e a Siemens trouxe queda de 81% do lucro, mas manteve previsões para o ano.
Outro assunto aguardado com grande apreensão, a aprovação do pacote de ajuda à economia do governo Barack Obama, teve avanços hoje. À tarde, o Comitê de Apropriações do Senado norte-americano aprovou sua parte do pacote de US$ 825 bilhões. O projeto aprovado pelo comitê representa US$ 356 bilhões; a outra parte está sendo discutida em audiência separada pelo Comitê de Finanças do Senado e poderá ser votada hoje.
Os dados econômicos desta terça-feira ficaram em segundo plano. Amanhã, as atenções se voltam para a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sobre a política monetária norte-americana e também para a abertura da temporada de balanços no Brasil, que, no entanto, não terá nenhuma empresa do Ibovespa, cesta com 66 papéis.

PETRÓLEO...após 26/01, em tendência de alta...


O gráfico diário dos contratos futuros de petróleo com vencimento em mar/2009, mostra que esse derivativo se mantém em um sub-canal de alta, com objetivos imediatos em US$ 49,10/barril. A ruptura desse nível poderá levar o petróleo novamente à casa dos US$ 52,00/barril. A perda dos US$ 45 poderá trazer o barril de petróleo aos US$ 42,50 novamente.

IBOV...após 26/01...suportes e resistências


O Ibovespa está em um movimento lateral, porém com tendência de alta, no curto prazo. O gráfico de "30 minutos" mostra a recuperação do Ibovespa, ao realizar movimentos com "topos e fundos" ascendentes. Acima dos 39.200 pontos existem boas perspectivas de retomada dos 40 mil pontos, assegurando a retomada do sub-canal de alta anterior. Abaixo dos 38 mil pontos, poderá refluir aos 37.800 pontos e na perda deste suporte, a reversão de tendência com objetivos nos 36 mil pontos, novamente.

Os suportes imediatos estão em 38.100, 38.000, 37.800, 36.750 e 36.545 pontos.
Resistências e objetivos de alta imediatos em 39.065, 39.180, 39.660 e 39.900 pontos.

DJI...após 26/01...suportes e resistências


DJI continua a realizar movimento lateralizado, porém em tendência de alta, no curto prazo. O gráfico de "30 minutos" mostra a formação de um triângulo simétrico com perspectivas de rompimento para um dos lados. O estocástico lento sinaliza a continuidade do movimento de alta. Acima novamente dos 8.200 pontos, com a confirmação positiva dos demais osciladores, não terá dificuldades em recuperar o patamar dos 8.300 pontos. Na hipótese (menos provável) da perda dos 8.100 pontos, poderá refluir aos 7.900 pontos.

Suportes imediatos em 8.020, 8.000 e 7.900 pontos.
Resistências e objetivos de alta em 8.195, 8.265, 8.300 e 8.370 pontos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Bolsa de NY fecha em alta com indicadores e empresas

por Agência ESTADO
26 de Janeiro de 2009 20:02

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em alta, em dia marcado por informes de resultados de empresas, anúncios de demissões, a notícia de uma grande fusão e indicadores econômicos positivos. Com a temporada de divulgação de resultados financeiros do quarto trimestre em pleno andamento, os investidores e gestores de fundos estão acompanhando os planos de grandes empresas para reduzir suas folhas de pagamento, em busca de sinais que ajudem a determinar quais delas vão sobreviver num ambiente de recessão e crédito apertado.
O índice Dow Jones fechou em alta de 38,47 pontos, ou 0,48%, em 8.116,03 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 12,17 pontos, ou 0,82%, em 1.489,46 pontos. O S&P-500 subiu 4,62 pontos, ou 0,56%, para fechar em 836,57 pontos. O NYSE Composite subiu 49,06 pontos, ou 0,94%, para 5.244,61 pontos.
As ações da indústria de tratores e máquinas Caterpillar caíram 8,38%, depois de a empresa divulgar resultados e anunciar 20 mil demissões. "A Caterpillar é um dos desafios mais fascinantes para quem está acompanhando ações. Ela anunciou um grande número de demissões e lucros decepcionantes, mas deverá se beneficiar dos projetos de infraestrutura do novo governo. Pode não ser uma perspectiva forte para o curto prazo, mas certamente apresenta risco baixo", comentou Stephen Lieber, do Alpine Dynamic Balance Fund.
Já as ações da rede de lojas de móveis e materiais de decoração Home Depot subiram 4,65%, depois de a empresa anunciar o corte de 8 mil vagas e o fechamento de uma unidade de produtos de luxo; os analistas do Citigroup elevaram sua recomendação. No setor de telecomunicações, as ações da Sprint Nextel subiram 1,22%, em reação a seu informe de resultados. Também divulgaram resultados a mineradora Freeport McMoRan Copper & Gold (+9,34%) e o McDonald's (+0,65%). Entre as empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Texas Instruments (-1,47%) e American Express (-5,00%).
No setor farmacêutico, as ações da Pfizer caíram 10,32% e as da Wyeth recuaram 0,80%, depois de anunciado um acordo para a compra da Wyeth pela Pfizer por US$ 68 bilhões.
As ações do setor financeiro abriram em queda, mas passaram a subir depois de o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, dizer que a parcela restante de US$ 350 bilhões do Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp) será usada de forma diferente da primeira, disponibilizada pelo governo Bush; o foco, acrescentou, será o consumidor. O impulso de alta, porém, durou pouco e as ações do setor fecharam em queda (Citigroup recuou 4,03% e Bank of America perdeu 3,85%). As informações são da Dow Jones.

Bovespa cola em Nova York e fecha em alta de 0,99%

por Agência ESTADO
26 de Janeiro de 2009 18:30

A Bovespa trabalhou colada ao desempenho das bolsas norte-americanas nesta segunda-feira, o que significou, depois de uma abertura titubeante, várias horas de ganhos expressivos, graças aos indicadores favoráveis nos EUA e notícias positivas do setor bancário europeu. Perto da última hora da sessão doméstica, entretanto, as bolsas nos EUA passaram a oscilar bastante num sobe-e-desce que também chegou à Bovespa. No final, entretanto, o sinal positivo se sobrepôs.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa doméstica, iniciou a semana em elevação de 0,99%, aos 38.509,45 pontos. Na mínima, tocou os 37.831 pontos (-0,79%) e, na máxima, os 39.065 pontos (+2,45%). No mês, a Bovespa sobe 2,56%. O giro financeiro, mais fraco em inícios de semana, totalizou R$ 3,056 bilhões.
Perto do final do pregão doméstico, os papéis do setor financeiro pesaram em Nova York, principalmente no índice Dow Jones. A Bovespa acompanhou durante alguns momentos, também influenciada pela fraqueza das ações dos bancos. Mas as perdas foram sendo reduzidas lá e favoreceram a recuperação doméstica.
Antes disso, os investidores foram às compras motivados pelo crescimento das vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos. Com a queda média de 15% nos preços ante dezembro de 2007, as vendas de imóveis residenciais usados aumentaram 6,5% em dezembro ante novembro, para 4,74 milhões de unidades. A previsão era de que fossem registradas 4,4 milhões de vendas.
A esse índice seguiu-se outro igualmente favorável, o de indicadores antecedentes do Conference Board, que subiu 0,3% em dezembro, em comparação a um declínio de 0,4% em novembro. Os dois índices se sobrepuseram ao dado de atividade nacional medido pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Chicago, que piorou para -3,26 em dezembro, de -2,78 em novembro, e também às seguidas demissões efetivadas hoje. Pelas contas da Dow Jones, foram mais de 79 mil nos EUA, Europa e Japão. No Brasil, apenas as indústrias paulistas demitiram 130 mil no mês de dezembro, o que levou o balanço do ano, que registrava criação de vagas até novembro, a encerrar 2008 com o fechamento de sete mil vagas, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Às 18h18 (de Brasília), o Dow Jones operava em alta de 0,44%; o S&P, de 0,61%; e o Nasdaq, de 0,61%. As bolsas norte-americanas também foram influenciadas pelas notícias do setor bancário europeu, que garantiram também fechamento em alta às bolsas na região.
Os investidores gostaram do comentário do Barclays de que seus níveis de capital estão "bem acima" das exigências regulatórias e que por isso não precisa levantar mais fundos; da declaração do presidente do conselho do Santander, Emilio Botin, de que o grupo espera divulgar resultados "magníficos" de 2008; e do anúncio do ING de corte de despesas com a eliminação de 7 mil empregos e de que assinou um acordo com o governo da Holanda que garantirá 80% de suas hipotecas chamadas "Alt-A". Fora do eixo bancário, a Pfizer anunciou a compra da Wyeth, por US$ 68 bilhões em dinheiro e ações.
Diante de tal noticiário, os investidores deixaram em segundo plano os balanços fracos conhecidos hoje, entre eles o da Philips, do BNP Paribas e do McDonald's.
No Brasil, a Bovespa foi sustentada por Petrobras e Vale e ajudada pelos papéis do Banco do Brasil. Quando Wall Street virou para baixo, o peso recaiu sobre Petrobras e os papéis de bancos. As ações da estatal doméstica voltaram a subir com a recuperação de Nova York. Os papéis ON avançaram 1,24% e os PN, 0,89%. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 1,59%, para US$ 45,73.
Os investidores não gostaram muito do plano de investimentos anunciado na sexta-feira pela estatal, com o planejamento de 2009 a 2013, principalmente no que se refere ao elevado aporte de recursos em meio a uma crise econômica sem precedentes.
As ações da Vale acompanharam a recuperação dos preços dos metais no mercado externo e subiram 1,88% as ON e 2,47% as PNA. Banco do Brasil, por sua vez, esteve entre as maiores altas do Ibovespa por causa da revisão que a instituição fez nos cálculos de ativos e passivos atuariais, o que vai gerar um impacto positivo de R$ 2,520 bilhões no lucro do quarto trimestre de 2008. A ação ON avançou 6,09%.

DJI...após 23/01...suportes e resistências


DJI realiza um movimento lateralizado, porém em tendência de baixa. Nesse movimento, apesar de buscar fundos cada vez menores, tem procurado ainda se manter acima dos 7.900 pontos. A perda definitiva desse fundo, poderá levar DJI a buscar suporte nos 7.500 pontos.

Suportes imediatos em 7.980, 7.940, 7.900, 7.850 e 7.800 pontos.
Resistências imediatas em 8.090, 8.110 e 8.150 pontos.

IBOV...após 23/01...suportes e resistências


O Ibovespa está em um movimento lateral, porém com tendência secundária de baixa, com grande volatilidade, fazendo com que as mínimas se aproximem cada vez mais dos 36 mil pontos. Reversão desta tendência baixista, somente com a retomada dos 40 mil pontos. Fechamento abaixo dos 36 mil pontos, poderá sinalizar que o Ibovespa refluirá para buscar suporte nos 34 mil pontos.

Os suportes imediatos estão em 38.000, 37.700, 37.400, 37.280, 36.530 e 36.300 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.400, 39.000 e 39.300 pontos.

Commodities...perspectivas para a última semana de janeiro


Fonte: Bloomberg

Situação em 23/01

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 898.98 26.86 873.21 903.43 866.80
S&P GSCI 350.51 12.97 331.76 352.83 329.43
RJ/CRB Commodity 225.79 7.10 218.78 226.05 217.86
Rogers Intl 2554.60 94.00 2444.75 2571.84 2419.09


Situação em 16/01

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 906.39 7.35 907.73 918.92 901.39
S&P GSCI 343.10 -.93 346.84 351.27 340.32
RJ/CRB Commodity 221.09 2.18 219.34 221.43 218.91
Rogers Intl 2505.27 8.20 2508.32 2552.35 2487.04


Variação semanal 23/01 a 16/01

INDICE Fechamento (23/01) Fechamento(16/01) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 898.98 906.39 -0,81%
S&P GSCI 350.51 343.10 +2,16%
RJ/CRB Commodity 225.79 221.09+2,13%
Rogers Intl2554.60 2505.27 +1,97%

Análise:

O mercado de commodities na terceira semana útil do ano, reverteu parcialmente a queda iniciada nas duas últimas semanas anteriores, fazendo com que os principais índices, subissem em média +1,36% nessa terceira semana de 2009. Os preços das commodities continuam ainda defasados em mais de 1/3 se comparados aos de um ano atrás. Para esta última semana de janeiro, espera-se a continuidade da recuperação de preços à medida em que o mercado conhecerá com melhor detalhamento o plano econômico de Barack Obama, e a possibilidade de aprovação do congresso americano do pacote de U$ 850 bilhões.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Dow Jones fecha em queda com GE, mas Nasdaq sobe

por Agência ESTADO
23 de Janeiro de 2009 20:05

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em direções divergentes, o Dow Jones em queda e o Nasdaq e o S&P-500 em alta. Operadores disseram que informes de resultados de empresas de tecnologia bem recebidos pelo mercado deram impulso ao Nasdaq, enquanto a preocupação com a situação financeira da General Electric pressionou o Dow Jones.
O índice Dow Jones fechou em queda de 45,24 pontos, ou 0,56%, em 8.077,56 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 11,80 pontos, ou 0,81%, em 1.477,29 pontos. O S&P-500 subiu 4,45 pontos, ou 0,54%, para fechar em 831,95 pontos. O NYSE Composite subiu 23,87 pontos, ou 0,46%, para 5.195,55 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 4,06%; o Nasdaq, uma perda de 3,40%; e o S&P-500, uma baixa de 2,14%.
As ações da GE caíram hoje 10,76%, depois de a empresa divulgar resultados do quarto trimestre. O executivo-chefe da empresa, Jeffrey Immelt, disse que a GE está comprometida com medidas que garantam o pagamento de dividendos e a manutenção da classificação de crédito (rating) AAA, mas isso não convenceu os investidores. No setor de tecnologia, as ações do Google subiram 5,94% e as da AMD avançaram 2,48%, depois de as duas empresas divulgarem resultados. As da Xerox, porém, caíram 7,38%, também em reação a seu balanço do quarto trimestre.
No setor financeiro, as ações do Citigroup subiram 11,58%, recuperando terreno depois das fortes quedas recentes; as do Bank of America avançaram 9,28%. No setor farmacêutico, as ações da Wyeth subiram 12,64%, depois de o Wall Street Journal dizer que a rival Pfizer cogita fazer uma oferta de US$ 60 bilhões pela empresa; as ações da Pfizer subiram 1,39%. As informações são da Dow Jones.

Vale garante Bovespa no azul após sessão volátil

por Aluísio Alves de Reuters
23 de Janeiro de 2009 18:43

SÃO PAULO - Um lampejo de otimismo dos investidores com a Vale fez a Bovespa fechar a sexta-feira no azul, em mais uma sessão que refletiu a volatilidade de Wall Street.
Depois de oscilar entre 2 por cento de alta e 3 por cento de queda, o Ibovespa terminou o dia nos 38.132 pontos, valorizado em 0,63 por cento. O giro financeiro da sessão totalizou 3,2 bilhões de reais.
"Os investidores estão tentando se apoiar no noticiário econômico e nos dados das empresas, mas está tudo ainda muito indefinido", afirmou Romeu Vidale, gerente de renda variável da Concórdia Corretora.
No plano econômico, todas as novidades foram negativas. A Grã-Bretanha entrou em recessão pela primeira vez desde 1991, depois que sua economia teve contração de 1,5 por cento no último trimestre de 2008, e a Espanha viu sua taxa de desemprego saltar para cerca de 14 por cento, a maior em nove anos.
No setor corporativo, as notícias foram desencontradas. O Google reportou lucro acima das expectativas após o fechamento da véspera, enquanto a General Eletric teve queda de 44 por cento no resultado líquido do quarto trimestre e apontou para um 2009 "extremamente difícil".
Com isso, nem os principais índices de Wall Street trabalhavam em direção única no final da tarde, com Nasdaq subindo por conta do setor de tecnologia e o Dow Jones no vermelho, puxado por GE.

TIM DISPARA

Na bolsa paulista, Vale foi o fiel da balança, subindo 1,74 por cento, para 26,30 reais, no dia em que a mineradora anunciou proposta de pagar remuneração de pelo menos 2,5 bilhões de dólares a seus acionistas em 2009.
Além disso, o papel refletiu a repercussão do mercado a um relatório da corretora japonesa Nomura, que elevou o preço-alvo das ações de diversas mineradoras, incluindo a Vale, apontando que a demanda da China por metais pode dar alguma sustentação ao preço dessas commodities.
Mas o grande destaque da sessão foram as ações ordinárias da TIM Participações, com uma disparada de 29,9 por cento, a 6,90 reais, depois que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mandou a Telco, holding controladora da companhia, realizar uma oferta pública pelas ações ques estão em circulação no mercado.
Na ponta de baixo do índice, Usiminas desabou 4,1 por cento, a 28,30 reais, tendo pouco atrás Companhia Siderúrgica Nacional, com baixa de 2,8 por cento, cotada a 34,50 reais.

Vale e bancos garantem alta de 0,63% à Bovespa

por Agência ESTADO
23 de Janeiro de 2009 18:30

Depois de uma abertura fraca, acompanhando o mau humor externo, a Bovespa conseguiu recuperar-se à tarde, graças aos ganhos de Vale e bancos. A inversão para cima do rumo dos preços dos metais básicos e do petróleo e a melhora em Wall Street levaram os investidores de volta às compras.
O Ibovespa terminou a sessão em elevação de 0,63%, aos 38.132,35 pontos. Na mínima, atingiu 36.744 pontos (-3,04%) e, na máxima, 38.660 pontos (+2,02%). Na semana, teve perdas de 3,07% e, no mês, acumula alta de 1,55%. O giro financeiro totalizou R$ 3,234 bilhões.
As ações da Vale foram preponderantes ao desempenho do Ibovespa hoje. Os papéis subiram principalmente em reação à notícia de que a diretoria da empresa enviará para deliberação do Conselho de Administração proposta para pagamento de remuneração mínima aos acionistas para 2009 no valor de US$ 2,5 bilhões, correspondente a US$ 0,479523218 por ação em circulação, ordinária ou preferencial.
Operadores consideraram a notícia positiva, principalmente por causa do momento delicado por que passa a economia global. "Nesses dias de turbulência, esse tipo de informação é muito bem-vinda. Ainda mais que a empresa anunciou uma remuneração mínima, o que significa que há espaço para o acionista ganhar algo mais", comentou um experiente profissional do mercado acionário.
Outra notícia positiva relacionada à Vale veio de um relatório da corretora japonesa Nomura, que elevou sua recomendação para os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Vale de neutra para compra e citou a projeção de recuperação da demanda chinesa por minério de ferro. Vale ON fechou em alta de 3,49% e Vale PNA, 1,74%. O avanço dos metais no exterior também favoreceu.
No caso da Petrobras, a alta do petróleo no exterior à tarde fez os papéis acompanharem, mas, no finalzinho, os papéis acabaram fechando em baixa. Após o fim do pregão, o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, apresenta o Plano de Negócios de 2009 a 2013 da empresa. Petrobras ON fechou em queda de 0,25% e Petrobras PN, de 0,21%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para março fechou em elevação de 6,41%, a US$ 46,47 por barril, por causa da valorização dos preços do óleo de calefação em meio ao inverno no Hemisfério Norte.
A virada da Bovespa ainda contou com a ajuda das ações de bancos, que subiram com a melhora nas bolsas em Wall Street. Bradesco PN avançou 1,05%; Itaú PN, 2,29%; e Unibanco Unit, 2,73%. Banco do Brasil ON caiu 1,85%.
Antes dessa tomada de fôlego do período da tarde, as bolsas repercutiram com força os dados do Reino Unido e de balanços nos EUA. O Reino Unido anunciou contração econômica no quarto trimestre de 2008, pelo segundo trimestre seguido, o que configura recessão. É a primeira vez desde 1991 que a economia britânica contraiu-se por dois trimestres consecutivos. Ainda na Europa, a Espanha comunicou que a taxa de desemprego subiu a 13,91% no quarto trimestre de 2008, de 11,33% no terceiro, atingindo seu maior nível em 8 anos.
Da safra de balanços, a coreana Samsung anunciou seu primeiro prejuízo desde 2000; a Advanced Micro Devices (AMD) reportou perdas de US$ 1,424 bilhão; e a General Electric informou queda de 44% no lucro líquido do quarto trimestre, para US$ 3,72 bilhões.
Nas Bolsas de Nova York, às 18h20 (de Brasília), o índice Dow Jones registrava baixa de 1,08%, o S&P subia 0,06% e o Nasdaq avançava 0,50%.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

INDG09...após 21/01...suportes e resistências


Os suportes imediatos estão em 38.700, 38.550, 38.300, 38.150 e 37.650 pontos.

As resistências imediatas estão em 39.100, 39.200, 39.450, 39.600 e 40.200 pontos.

DJI...após 21/01...suportes e resistências


Conforme previsto, a reversão da forte queda do pregão anterior, que deixou os principais osciladores "sobrevendidos", ocorreu até com intensidade acima do que se esperava. Alta de +3,51% com fechamento em 8.228 pontos, após buscar novamente suporte na mínima nos 7.937 pontos e atingir a máxima em 8.243 pontos, minutos antes do fechamento. O "fundo duplo" formado em 7.940 pontos, no gráfico de "30 minutos mostra a reversão de tendência ocorrida, que se concretizará no retorno aos 8.500 pontos, se DJI ultrapassar o topo recente nos 8.380 pontos. O cruzamento ascente das Médias Móveis ocorrida no entorno dos 8.100 pontos, confirma a retomada da tendência de alta.

Suportes imediatos em 8.180, 8.130, 8.030 e 8.000 pontos.
Resistências e objetivos de alta em 8.245, 8.280, 8.330, 8.380 e 8.440 pontos.

IBOV...após 21/01...suportes e resistências


Sintonizado com a forte recuperação de DJI, o Ibovespa abriu em alta na mínima em 37.279 pontos e fechou na máxima em 38.543 pontos (+3,41%). Apesar da forte recuperação, não está ainda caracterizada a reversão de tendência que poderá ocorrer com a retomada dos 40 mil pontos. O retorno abaixo dos 37 mil pontos, poderá levar o Ibovespa a testar o fundo do sub-canal nos 35 mil pontos.

Os suportes imediatos estão em 38.000, 37.650, 37.400 e 37.000 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.600, 39.000, 39.200, 39.600 e 39.900 pontos.