quarta-feira, 31 de março de 2010

INDJ10... após 31/03... suportes e resistências

IBOV...após 31/03...suportes e resistências


O Ibovespa abriu nos 69.960 pontos, refluiu com força até encontrar suporte nos 69.573 pontos, mas a partir daí reagiu também com força até atingir a máxima nos 70.392 pontos e finalizar posteriormente em 70.371 pontos (+0,59%).

O "candle" do gráfico diário é um "martelo de alta", sinalizando abertura em alta no primeiro dia de abril.

Caso supere o "topo duplo" formado na região dos 70.400 pontos, os próximos objetivos de alta do Ibovespa estarão em 70.586 (topo anterior), 71.050 e 71.220 pontos.

Os suportes imediatos estão em 70.175 e 70.060 pontos.

Restante da agenda do investidor para a última semana de março

por Equipe InfoMoney
26/03/10 17h30

SÃO PAULO - Dentro da agenda para a última semana de março, os olhos se voltam para a divulgação do Relatório de Emprego norte-americano e para o volume de pedidos feitos à indústria em fevereiro.

No front doméstico, atenção para o Relatório de Inflação, documento elaborado pelo Banco Central com o objetivo de avaliar o desempenho do regime de metas para a inflação e projeções para o comportamento dos preços no ano.


Quinta-feira (1/4)


Brasil

9h30 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Industrial Mensal de fevereiro, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria brasileira.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

11h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de fevereiro, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.

11h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de março, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.

Sexta-feira (2/4)


Brasil

Neste dia será comemorado a Paixão de Cristo, e, consequentemente, não haverá pregão na BM&F Bovespa.

EUA

9h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de março, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.

Neste dia será comemorado a Paixão de Cristo, e, consequentemente, as bolsas norte-americanas não vão operar.


Segunda-feira (5/4)

Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente ao mês de março. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

8h00 - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de março. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente a última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

11h00 - Sai o Pending Home Sales de fevereiro, indicador responsável por medir a venda de casas existentes nos EUA com contrato assinado, mas ainda sem transação efetiva.

12h00 - Confira o ISM Services de março, responsável pela mensuração do nível de atividade não industrial.

Bolsas de NY fecham março e 1º trimestre com ganhos

por Gustavo Nicoletta de Agência ESTADO

Nova York - Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam a última sessão do primeiro trimestre em queda - embora tenham acumulado alta nos três primeiros meses do ano -, diante da divulgação de uma leitura mais fraca que a esperada em um relatório sobre o nível de emprego do setor privado. Os papéis do setor de energia estavam entre as exceções do dia, fechando em alta após a Casa Branca anunciar planos para autorizar a perfuração de poços de petróleo em alto-mar.

Dow Jones caiu 50,79 pontos, ou 0,47%, para 10.856,63 pontos. Nos primeiros três meses de 2010, porém, o índice acumulou alta de 4,11%, marcando seu melhor desempenho para o primeiro trimestre desde 1999 e o quarto trimestre consecutivo em território positivo. Em março, o Dow Jones registrou o maior ganho mensal desde novembro, de 5,15%.

A Boeing, que teve o avanço trimestral mais acentuado entre os componentes do índice, de 34%, fechou a sessão desta quarta-feira com uma queda de 1,25% após alertar que espera uma despesa de US$ 150 milhões em seu balanço do primeiro trimestre relativa às mudanças nas políticas de saúde dos EUA.

A Home Depot e a Kraft Foods - que também fazem parte do Dow Jones - recuaram respectivamente 1,04% e 0,85%. As empresas, assim como outras companhias do setor de consumo, foram pressionadas por dados da Automatic Data Processing/Macroeconomic Advisers (ADP/MA), que mostraram um corte de 23 mil vagas de emprego no setor privado em março. O dado contrariou a previsão dos economistas, que esperavam aumento de 50 mil postos de trabalho.

No segmento petrolífero, as ações da Chevron subiram 0,70% e as da Anadarko ganharam 0,66% após a administração Obama anunciar uma nova estratégia para expandir a exploração de petróleo e gás natural no litoral dos EUA. A Exxon, no entanto, recuou 0,10%.

Entre os demais índices, o Nasdaq perdeu 12,73 pontos, ou 0,53%, para 2.397,96 pontos, mas acumulou alta de 5,68% nos três primeiros meses de 2010, marcando seu melhor primeiro trimestre desde 2006. Em março, o Nasdaq subiu 7,14% - melhor desempenho mensal em termos porcentuais desde julho.

O S&P 500 caiu 3,84 pontos, ou 0,33%, para 1.169,43 pontos, mas fechou o trimestre com um ganho de 4,87%. Foi o melhor primeiro trimestre para o índice, em termos de pontuação, desde 1999. Em termos porcentuais, foi o melhor primeiro trimestre desde 1998. Em março, o S&P 500 acumulou alta de 5,88%, melhor desempenho mensal desde julho. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa mantém alta no fim do pregão

por Agência ESTADO
31/03/2010 18:25

São Paulo - A Bolsa de Valores de São Paulo passou a maior parte do último pregão do mês em instabilidade, até se firmar no campo positivo próximo ao fim da sessão, se descolando das bolsas norte-americanas. No mercado interno, terminou hoje o prazo para o anúncio dos resultados dos balanços das empresas, e os investidores acompanharam as últimas divulgações. Nos Estados Unidos, as atenções ficaram voltadas para os indicadores econômicos.

No âmbito econômico doméstico, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou alta entre os meses de fevereiro e março, atingindo o maior nível desde novembro de 2007. O ICI avançou 0,6%, passando de 115,8pontos para 116,5 pontos.

Entre as notícias corporativas, segundo um jornal japonês, a Petrobras receberá um empréstimo de US$ 497 milhões do Banco do Japão para a Cooperação Internacional. Ainda de acordo com o jornal, os recursos serão utilizados para a construção e manutenção de navios de perfuração de campos de petróleo em águas profundas. Perto do encerramento do pregão, as ações ON e PN da Petrobras subiram 0,40% e 1,70%, respectivamente.

A OGX Petróleo comunicou a identificação da presença de hidrocarbonetos na seção aptiana do poço 1-OGX-8-RJS, localizado no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos. Foi identificada uma coluna com hidrocarbonetos de aproximadamente 65 metros. Vale ressaltar que a petrolífera possui 100% de participação no bloco. Por volta das 17h, os papéis ON da OGX operaram com valorização de 0,30%.

Próximo das 17h, as ações PN da TAM lideraram as maiores altas do Ibovespa, valorizando 7,04%. A companhia informou que, no último trimestre de 2009, obteve um lucro líquido de R$ 143,09 milhões, uma melhora frente ao prejuízo de R$ 1,20 bilhão no mesmo período de 2008.

A Gol anunciou um Plano de Investimentos para este ano no valor de R$ 557,50 milhões. A empresa pretende adquirir aeronaves da Boeing e pagar antecipadamente a aquisição de novos aviões. Por volta das 17h, os papéis PN da Gol valorizaram 2,67%.

A Eletrobras divulgou que obteve um lucro líquido de R$ 1,71 bilhão no quarto trimestre do ano passado. No acumulado de 2009, a companhia acumulou um lucro líquido de R$ 170,50 milhões.

Ainda sobre a Eletrobras, a empresa anunciou que precisa captar US$ 2 bilhões no mercado para melhorar seus negócios. Desse montante, US$ 500 milhões estão em andamento junto ao Banco Mundial, enquanto o restante pode ser captado tanto no mercado nacional como no exterior. Em uma reação negativa, os papéis ON e PNB da Eletrobras desvalorizaram 0,72% e 2,27%, respectivamente, perto das 17h.

EUA

No mercado internacional, a taxa de desemprego na Zona do Euro subiu para 10% em fevereiro, maior patamar desde agosto de 1998. Já na União Europeia, o desemprego avançou de 9,5% para 9,6% no último mês, atingindo o maior nível de história.

Nos Estados Unidos, esta sessão se marcou pela baixa nas principais bolsas de valores.

Foi divulgado o ADP Employment Report, índice que mede a variação no número de postos de trabalho no setor privado. O corte de 23 mil vagas surpreendeu negativamente os analistas, que esperavam criação de 40 mil postos.

O Chicago PMI (Purchasing Managers Index), que mede o nível de atividade industrial na região de Chicago, atingiu 58,8 pontos, inferior às projeções do mercado, que apontavam 61,0 pontos. O resultado foi também pior do que a medição anterior, quando registrara 62,6 pontos.

terça-feira, 30 de março de 2010

DJI...após 30/03...suportes e resistências


Acima de 10.960 objetivos de alta em 11.030 e 11.070 pontos.

Abaixo de 10.850, objetivos de queda em 10.800 e 10.700 pontos.

INDJ10...suportes e resistências


Acima de 70.385 pontos, objetivos de alta em 70.840 e 71.000 pontos.

Abaixo de 69.925 pontos, objetivos de queda em 69.670 e 69.450 pontos.

IBOV...após 30/03...suportes e resistências


O Ibovespa abriu em 69.942 pontos, foi encontrar resistência na máxima, nos 70.450 pontos e a partir daí refluiu até encontrar suporte na mínima em 69.750 pontos.

A partir daí, retomou a tendência altista, finalizando em 69.960 pontos (alta de 0,03%).

O gráfico diário é um "doji" de indefinição.

A recuperação intraday, após o fundo nos 69.750 pontos, pode estar sugerindo a continuidade da alta, ainda apoiada pelo "martelo" da última sexta.

Acima dos 70.200 pontos, objetivos em 70.700 pontos e 71.000 pontos, no curto prazo.

A perda do suporte nos 69.750 pontos, poderá levar o Ibovespa a testar suportes na região dos 69.300 pontos, onde se encontra a MME de 13 períodos, atualmente.

segunda-feira, 29 de março de 2010

DJI...após 29/03...suportes e resistências

INDJ10...após 29/03...suportes e resistências


Formou um "marubozu de alta" apoiado pelo "martelo" do pregão anterior.

Mantém ainda a tendência de alta com objetivos em 70.500, 71.200 e 71.500 pontos.

Abaixo dos 69.200 pontos, poderá refluir em tendência de queda, novamente

IBOV...após 29/03...ainda em tendência de alta


Confirmando o "martelo de alta" do pregão anterior, o Ibovespa abriu em alta, renovou sua máxima em 69.942 pontos e finalizou praticamente nesse patamar, nos 69.939 pontos ( + 1,83%).

O "candle" do gráfico diário é um "marubozu de alta" apoiado pelo "martelo de alta" de sexta.

Ao romper o topo da semana anterior nos 69.700 pontos, reverteu a tendência anterior de queda.

Os objetivos de alta de curto prazo, estão nos 70 mil, 70.480 e 71 mil pontos.

Volatilidade deve continuar nesta semana, com temores de déficit fiscal na Europa

por Equipe InfoMoney
29/03/10 19h32



SÃO PAULO – Mesmo com a ajuda à Grécia sendo anunciada e a expectativa de que indicadores macroeconômicos venham melhores nesta semana, a aposta é de que os próximos pregões serão de volatilidade.

A incerteza ainda permanece com os detalhes do plano de ajuda à Grécia ainda não revelados. Aliado a isso está o medo de que o forte déficit fiscal que assola o país báltico esteja também corroendo as contas públicas de outros países, como por exemplo, a Espanha e/ou a Itália, o que eleva ainda mais as preocupações do mercado.

“O déficit fiscal dos países europeus deve ainda continuar na pauta, impondo um viés de cautela como pano de fundo para os mercados, enquanto números melhores que o esperado, especialmente nos EUA, poderão amenizar as tensões e proporcionar alguns momentos de otimismo, limitando as perdas dos preços dos ativos de maior risco”, comenta a diretora de câmbio Miriam Tavares, da AGK Corretora de Câmbio.

Pesos
Miriam destaca que apesar de a União Europeia ter anunciado na última quinta-feira (25) um plano de socorro à crise grega, com provável participação do FMI (Fundo Monetário Internacional), o mercado não reagiu tão otimistamente justamente porque não houve divulgação dos detalhes da proposta.

“Existe ainda a percepção de que, talvez, a Grécia seja apenas o primeiro país a apresentar tais problemas”, aponta.

“Embora a visão já esteja bem cautelosa, para a qual o rebaixamento do rating de Portugal só contribuiu, o mercado poderia sentir muito mais caso a situação fiscal na Itália ou na Espanha, economias bem maiores do que a grega e a portuguesa, chegassem ao ponto de necessitar um resgate”, destaca Miriam.

Além do rebaixamento do rating português pela Fitch Ratings na semana passada, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s reiterou nesta segunda-feira (29) a perspectiva negativa para o rating AAA do Reino Unido, lembrando que este emissor ainda não tem planos claros para conter a dívida pública.

Esperança
Apesar das preocupações ainda permanecerem fortes e interferirem nas movimentações dos mercados internacionais e do doméstico, o economista Silvio Campos Neto, do Banco Schahin, está otimista com relação ao impacto dos indicadores econômicos internacionais.

“Os próximos dias podem trazer aspectos suficientemente fortes para romper com esta falta de sinal, em especial os sempre aguardados números do mercado de trabalho norte-americano”, explica Campos Neto.

Para ele, a perspectiva de bons números neste mês pode permitir uma tentativa de melhora do ambiente entre os investidores.

“Após mais de dois anos de perdas de empregos, março deve ter registrado retorno mais intenso das vagas criadas, embora parte do efeito seja devido às contratações temporárias do governo para a realização do censo”, analisa.

Além disso, o economista do Banco Shahin conta que alguns indicadores também sustentam opiniões mais otimistas entre agentes do mercado, como, por exemplo, o índice de confiança econômica da Zona do Euro e dados de vendas no varejo no Japão.

Enquanto o primeiro subiu para o maior nível em quase dois anos, as vendas no varejo no Japão cresceram 4,2% em fevereiro (comparação anual) acima das expectativas e maior alta mensal desde março de 1997.

“Ou seja, embora de maneira lenta, as nações desenvolvidas seguem na tentativa de emergir da difícil situação recente”, analisa o economista.

Desemprego nos EUA
Entre os destaques da agenda internacional desta semana está o Relatório de Emprego nos Estados Unidos. Apesar de esperarem melhora em breve, analistas ainda destacam os pontos preocupantes do mercado de trabalho norte-americano.

“Para março, nós finalmente esperamos ver quadro positivo para o payroll [folha de pagamentos] que exclui áreas agrícolas”, comentam os analistas do Wells Fargo. Eles preveem um payroll com 177 mil vagas adicionais, mais otimista que o consenso, que aponta para 150 mil postos de emprego criados no mês passado nos EUA.

“O payroll de fevereiro revelou uma modesta perda líquida de 36 mil empregos em um mês marcado por tempestades de inverno, o que sugere que a economia norte-americana está a ponto de ter crescimento de empregos”, acreditam.

A equipe de análise do Wells Fargo vê ainda uma taxa de desemprego em 9,7%, inalterada para o mês, “embora as pessoas que voltaram a procurar emprego possam influenciar uma pequena elevação do índice nos meses seguintes”, coloca.

Pra eles, é preciso ficar de olho nos indicadores de ganhos adicionais em horas trabalhadas e nos ganhos por hora para confirmar uma melhora da tônica do mercado de trabalho norte-americano.

“Os pedidos de desemprego continuam teimosamente altos, colocando uma tendência fraca para o crescimento dos empregos privados, enquanto a confiança do consumidor segue baixa em meio a um mercado de trabalho incerto”, apontam os analistas.

domingo, 28 de março de 2010

China investirá pesado no Brasil em 2010

por Agência ESTADO
28/03/2010 14:54

São Paulo - O ano de 2010 deverá assistir a um salto no volume de investimentos da China no Brasil, com os maiores negócios da história das relações bilaterais. A maior quantidade de recursos estará concentrada nos setores de petróleo, mineração e siderurgia, que atendem a necessidades estratégicas do país asiático para manutenção do alto ritmo de crescimento econômico.

A visita ao Brasil do presidente Hu Jintao, em 15 e 16 de abril, será um marco nessa onda de investimentos. Durante a passagem do líder chinês pelo Brasil deverá ser assinado contrato entre a LLX, do empresário Eike Batista, e a estatal Wisco (Wuhan Iron and Steel Corporation) para a construção de uma siderúrgica no Porto do Açu. Se concretizado, o investimento será o maior já realizado pela China no setor de siderurgia em outro país, além de ser o maior investimento chinês já recebido pelo Brasil. A Wisco entrará com 70% dos US$ 4,7 bilhões necessários à concretização do projeto.

A Petrobras e a Sinopec discutem parceria que pode levar à exploração conjunta de petróleo no Brasil e trabalham para que o acordo seja anunciado durante a visita de Hu. A estatal chinesa já tem participação de 20% em dois poços da Petrobras no Pará. Além disso, a companhia brasileira negocia novo empréstimo de US$ 10 bilhões com o Banco de Desenvolvimento da China (BDC), que poderá ser anunciado na visita do líder chinês.

Com a perspectiva de manter forte crescimento no futuro próximo, os chineses estão preocupados com a segurança energética e tentam garantir fontes estáveis de fornecimento. O descobrimento do petróleo na camada do pré-sal no Brasil abriu novo capítulo na exploração do produto e criou uma fonte potencial de fornecimento à China. "O setor de petróleo levará ao surgimento de nova geração de projetos de investimentos chineses no Brasil", disse o embaixador do Brasil na China, Clodoaldo Hugueney.

INDJ10...após 26/03...suportes e resistências

DJI...suportes e resistências na última semana de março


Na quarta semana de março, DJI abriu na segunda nos 10.741 pontos, refluiu até encontrar suporte nos 10.695 pontos mas a partir desse pontos retomou a tendência de alta até encontrar resistência em sua máxima na quinta-feira, nos 10.955 pontos.

Refluiu desse ponto até encontrar suporte nos 10.716 pontos, na sexta e reagiu a partir daí para fechar em 10.850 pontos, com alta de +1,00% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" semanal formado, se assemelha a um "piercing de alta", apoiado ainda pelo martelo anterior.

O "candle" do gráfico diário é um "doji" de aparente indefinição, mas cuja formação trouxe DJI para testar um novo fundo junto aos 10.816 pontos.

A perda desse suporte aumenta a probabilidade de continuidade da correção, até o patamar dos 10.695/10730 pontos, novamente.

Alguns indicadores mantem-se em região de "sobrecompra" o que favorece a possibilidade da continuidade dessa correção, no curtissimo prazo.

Caso reverta para romper o topo recente, nos 10.955 pontos, os próximos objetivos de alta estarão nos 11.030/11.070 pontos, no curto prazo.

IBOV...suportes e resistências na última semana de março


Na quarta semana de março, o Ibovespa abriu a semana nos 68.814 pontos, refluiu até encontrar suporte na mínima nos 67.899 pontos, na segunda, reagindo a partir desse ponto até encontrar sua máxima, na quarta nos 69.677 pontos.

A partir daí, em novo movimento de "refluxo" devolveu praticamente todo ganho da semana até atingir na sexta-feira, mínima intraday nos 68.024 pontos; reagiu desse piso até finalizar em 68.829 pontos;

Ligeira queda de - 0,21% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji" de aparente indefinição, enquanto no gráfico diário formou-se um "martelo de alta" sugerindo a possibilidade de abertura positiva, na próxima segunda.

Apesar da boa recuperação verificada no final do pregão da última sexta-feira, o fato de ter ocorrido topo e fundo descendentes na semana passada, em relação à semana anterior, pode ter dado início à formação de um "pivô de queda", que se confirmará caso ocorra nesta semana, a perda do suporte nos 67.900 pontos.

A perda do referido suporte poderá trazer o Ibovespa para testar a região entre 67.150 e os 67.480 pontos onde se encontra a MME semanal de 13 períodos.

A perda desses suportes aumentará a possibilidade do Ibovespa vir a testar suportes na região onde se encontra a MME de 21 pontos, nos 66.200 pontos.

Por outro lado, caso o Ibovespa consiga superar o topo recente dos 69.700 pontos, teremos novamente a possibilidade de recuperação da tendência de alta, com objetivos de curto prazo, nos 70.480 e 71 mil pontos.

sábado, 27 de março de 2010

SOJA futuro...volatilidade entre 20,70 e 21,40


Nesta semana, o mercado futuro de soja negociado na BMF, com vencimento para maio/2010, após variar com muita volatilidade e encontrar resistência formando "topo duplo" nos 21,40; finalizou em 21,00.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" sinalizando possibilidade de recuperação de preços na abertura dos mercados, na próxima segunda.

Por outro lado, a possível "ruptura" de um dos extremos do "movimento lateralizado" entre o intervalo citado, poderá alavancar no médio prazo 0,70 centavos de dólar/saca para cima ou para baixo, destes extremos, revertendo a atual tendência de indefinição de mercado.

Commodities...perspectivas para a última semana de março.



Fonte: Bloomberg

Situação em 26/03

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1259.66 -.17 1265.86 1269.71 1257.30
(Laranja)S&P GSCI 512.99 -2.12 517.54 519.82 511.40
(Verde)RJ/CRB Commodity 267.32 -.54 268.84 269.12 266.64
(Azul)Rogers Intl 3127.11 -3.41 3146.16 3156.29 3119.12


Situação em 19/03


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1281.68 -11.80 1291.95 1293.17 1273.82
S&P GSCI 521.50 -7.88 528.16 528.52 517.71
RJ/CRB Commodity 272.63 -3.05 275.68 275.68 271.15
Rogers Intl 3179.90 -38.82 3216.31 3217.16 3162.63


Variação semanal 19/03 a 26/03


INDICE Fechamento (19/03) x Fechamento(26/03) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1281.68 1259.66 -1,72%
S&P GSCI 521.50 512.99 -1,63%
RJ/CRB Commodity 272.63 267.32 -1,94%
Rogers Intl 3179.90 3127.11 -1,66%

Análise:

Na quarta semana de março, os preços das commodities ainda tentaram esboçar uma reação positiva no início da semana, mas no dia seguinte refluiram em queda, fechando nesta sexta em queda de -1,74%, na média desses quatro índices, em relação ao fechamento da semana passada.

Agora os preços estão em média+29% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando a média desses índices.

O gráfico semanal do "UBS Commodity Index", similar aos demais índices, mostra que desde o início de março, os preços parecem se movimentar no interior de uma "canal de queda", em direção a um provável teste na LTA de médio prazo.

O "candle" do gráfico semanal desse índice, é um "martelo invertido", sinalizando tendência de queda para a última semana do mês.

A possível solução para a crise financeira da Grécia, através de ajuda do FMI, não significa que os problemas na "zona do euro" acabaram. A Agência Fitch rebaixou os créditos da dívida de Portugal aumentando mais ainda as incertezas sobre os desdobramentos da situação de outros países europeus, como a Irlanda.

Essas incertezas aliadas à pressão de Obama para o governo chinês flexibilizar o "yuan", favorecendo as exportações americanas, não permitem assegurar o vigoroso crescimento do consumo de "commodities" como se imaginava, no início do ano.

Por outro lado, algumas economias emergentes, como a da Índia, retomaram a política de aumento de juros para conter os preços, o que poderá inibir o consumo de uma maneira geral.

sexta-feira, 26 de março de 2010

DJI...após 25?03... definindo objetivos de alta/baixa..


Acima do topo em 10.955 pontos objetivos nos 11.000 pontos.

Abaixo do fundo em 10.834 pontos, objetivos de queda em 10.710 pontos.

INDJ10...após 25/03...suportes e resitências


"Marubozu de queda" sugere continuidade da realização até a região dos 68.000/68.300 pontos.

Reversão da atual tendência de queda, somente com fechamento novamente acima dos 69.200 pontos.