

O IBOV abriu a semana, na terça, dando sequência à realização iniciada na semana anterior, até encontrar suporte na mínima semanal, nos
69.662 pontos.
Na quarta, iniciou um movimento de reversão e na quinta abriu com "gap de alta" até fazer sua máxima semanal nos
70.904 pontos.
Na sexta, refluiu novamente até encontrar suporte nos
70.236 pontos e a partir daí retomou a tendência altista até fechar praticamente na máxima nos
70.898 pontos, com alta na semana de
+0,75% sobre o fechamento da semana anterior.
O "candle" do gráfico semanal é um
"martelo de alta", com fechamento acima da LTA anteriormente perdida.
O "candle" do gráfico diário da última sexta é um
"martelo de topo" formado em cima das MMóveis de 09 e 21 períodos.
Apesar da sinalização gráfica semanal altista, alguns dos principais osciladores dos gráficos semanal e diário ainda apontam divergências baixistas (momentum, IFR e volume decrescentes, dentre outros).
O
"topo duplo" formado no fechamento da sexta, nos
70.900 pontos pode também sinalizar possível reversão de tendência, no curtissimo prazo.
Essas divergências poderão ser anuladas caso o Ibovespa consiga novamente um fechamento acima das referidas MMóveis,
no patamar dos 71 mil pontos.
Acima desse patamar as próximas resistências estarão nos
71.260 pontos (topo anterior) e nos
71.400 pontos (retração dos 62% da queda recente).
Um fechamento acima dessas resistências sinalizará possíveis objetivos de alta nos
71.800, 72.140 pontos e
73.100 pontos (topo anual).
Por outro lado, caso não consiga a superação dos
71.000 pontos, poderemos caracterizar esse movimento como somente um "repique de alta" e possível refluxo para testar novamente os suportes nos
70 mil pontos e 69.710 pontos (gap de alta anterior).