domingo, 23 de outubro de 2011

IBOV...perspectivas para a última semana de outubro



O IBOV abriu a semana em queda, sintonizado com os mercados americanos, até encontrar suporte na mínima nos 53.188 pontos . A partir daí deu sequência ao movimento de alta da semana anterior, retomando o patamar dos 55 mil pontos, superando a máxima da última semana e fazendo nova máxima semanal em 55.504 pontos, na última sexta e fechando nesse pregão, nos 55.255 pontos.

Leve alta de +0,40% em relação ao fechamento da semana anterior.

O IBOV fez um "marubozu de alta" no gráfico diário (em 1o. plano) e um "martelo de alta" (quase um doji) no gráfico semanal (visualizado em 2o. plano), resultado da pressão de recuperação ocorrida no último pregão da semana.

O IBOV continuou seu movimento lateralizado nesta última semana, com muita volatilidade entre os 53 mil e os 55 mil pontos. Porém, conseguiu fechar novamente acima dos 55 mil pontos. Mantido esse patamar, em fechamento semanal, terá formado um pivô de alta, com objetivos imediatos nos 56 mil pontos, e acima disso nos objetivos de alta dos 57.200 aos 57.600/57.720 pontos.

Suportes imediatos no patamar dos 54.300 pontos e eventual perda dos 53.300/53 mil pontos poderá trazer o Ibov para testar novamente os 51.900 pontos.

Para o início da semana é possível que venhamos a ter novamente muita volatilidade, com a expectativa da reunião da União Européia marcada para quarta-feira para resolver a crise de financiamento dos países endividados europeus, e na quinta-feira teremos a divulgação da ATA do Copom que cortou a SELIC em 0,5% na última semana.

DJI...perspectivas para a última semana de outubro


DJI abriu a semana em queda até encontrar suporte na mínima em 11.296 pontos e a partir daí deu novamente sequência ao movimento altista anterior até encontrar resistência na máxima semanal nos 11.813 pontos, na sexta-feira. Fechou a semana nesse patamar, nos 11.809 pontos.

Alta de +1,42% , em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" formado no gráfico semanal de DJI é um "martelo de alta" provocado pela pressão compradora do final de semana.

É possível que no início da semana tenhamos uma repetição da semana anterior com queda no início da semana e recuperação posterior, principalmente pelo fato de que a União Européia deixou para quarta-feira uma decisão para a atual crise e a divulgação do PIB trimestral americano ocorrerá na próxima quinta-feira.

Observando o gráfico semanal nesses últimos dois meses, podemos verificar que DJI continuou seu movimento de "acumulação" entre o patamares dos 10.600 aos 11.700 pontos e nessa última semana rompeu esse topo, ao atingir seu objetivo imediato de alta nos 11.800 pontos.

A confirmação do rompimento dos 11.700 pontos formará um pivô de alta com objetivos imediatos nos 11.900/12 mil pontos e a superação desse patamar poderá levar ao teste da resistência nos 12.280 pontos.

Por outro lado, eventual perda da MMóvel Expon de 09 períodos no patamar dos 11.400 pontos, poderá levar DJI a buscar objetivos de queda na região dos 11.300 aos 11.100 pontos.


sábado, 22 de outubro de 2011

CIEL3 e RDCD3....após 21/10...mantendo sua trajetória altista de longo prazo



A dupla CIEL3/RDCD3 ligada aos cartões de crédito vem mantendo sua tendência de alta de longo/médio prazo depois que romperam os topos históricos de 2010.
Aliás, CIEL3 já o fez há mais tempo e RDCD3 rompeu há 2 semanas atrás, refluiu e está prestes a faze-lo novamente caso ultrapasse em fechamento, a barreira dos 29,18.

Observando o gráfico semanal desses 2 ativos observamos que ambos mantêm um consolidado canal de alta, com topos e fundos ascendentes e MMóveis alinhadas e apontadas para cima.

RDCD3 (em primeiro plano) na superação dos topos 29,18 e 29,79 (semana anterior) tem por objetivos de curto/médio prazos os 30,25 (150% da expansão de Fibo) e 31,31 (162% dessa expansão), o que representa um ganho de +9,28% sobre o fechamento desta semana.
Eventual perda (em fechamento) do topo formador do pivô de alta, em 25,75 poderá anular essa pretensão.

CIEL3 (em 2o. plano) tem objetivos de alta iniciais em 46,36 (138% fibo); 48,12 (150% fibo) e 49,88 (162% de fibo) o que representa um ganho de +7,59% sobre o fechamento desta semana.
Uma eventual perda (em fechamento semanal) dos 40,65 (formador do pivô de alta) poderá anular essa possibilidade.

Com a possibilidade de um "Natal mais Gordo" neste final de ano, as perspectivas de crescimento do setor poderão favorecer o alcance desses objetivos no curto/médio prazos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ITUB4 e BBDC4...após 21/10...mantendo tendência de alta no gráfico semanal



A dupla Itau/Bradesco confirma a tendência de alta de curto prazo, também no gráfico semanal, com as principais Médias Móveis alinhadas e apontando para cima.

BBDC4 (em 1o plano) tem objetivos imediatos de alta no topo anterior dos 30,38 e na superação dessa resistência no fechamento de gaps, nos 30,64/30,84. Esse objetivo (na LTB do canal de queda) poderá ensejar uma maior pressão vendedora. Caso consiga superar essa resistência os próximos objetivos estarão na conclusão dos triângulos de alta, nos 31,20/31,60. Ainda poderá continuar "acumulando" no intervalo entre os 28,30 e os 30,00 antes de eventual rompimento. A perda do fundo semanal (em fechamento) nos 28,30 poderá anular a formação altista.


ITUB4 (em 2o. plano) tem objetivos de alta nos 32,42 (fechamento de gap) e acima desse pontos, possui resistência acima disso, no fundo perdido anteriormente em 32,91. Superado esse obstáculo, tem no gráfico diário a formação de um OCOi sinalizando objetivos de alta nos 33,10. Acima desse patamar fechamento de "gaps" nos 34,26 e 35,02. Poderá também "acumular" no curto prazo entre os 29,00 e os 32,00 antes de romper os 32,90. Um fechamento semanal abaixo do fundo anterior nos 27,09 reverterá essa tendência.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ITUB4 e BBDC4...após 18/10...confirmando tendência de alta no setor bancário



A dupla Itau/Bradesco confirma a tendência de alta de curto prazo, com as principais MMóveis alinhadas e apontando para cima.

BBDC4 (em 1o plano) tem objetivos de alta no topo anterior dos 30,38 e na superação dessa resistência a conclusão dos triângulos de alta, nos 31,20/31,60. Antes dessa movimentação poderá ainda "lateralizar no curtissimo prazo" no intervalo entre os 27,00 e os 29,00 para "acumulação", antes de eventual rompimento. A perda do fundo anterior nos 26,18 anularia essa formação altista.


ITUB4 formou no gráfico diário (em 2o plano) um OCOi sinalizando objetivos de alta nos 33,10 (caso consiga romper o topo anterior nos 32,90). Acima desse patamar poderá buscar fechar o "gap" nos 35,02. Poderá de forma similar "acumular" no curtissimo prazo entre os 27,50 e os 31,50 antes de romper os 32,90. Uma perda do fundo anterior nos 27,20 anularia tal pretensão.

IBOV...após 18/10...suportes e resistências



IBOV fechou em alta fazendo um "alicate de alta" no gráfico diário recuperando as perdas do início da semana e fechando novamente acima dos 55 mil pontos. Observamos no gráfico de 60 min (em 1o plano) a retomada intradiária do canal de alta mantendo um fechamento acima das MMóveis esponenciais de 3 de 9 períodos (já apontando para cima), mas demonstrando dificuldades para o rompimento do "topo duplo" nos 55.200 pontos.

Sustentando-se acima dos 55.200 pontos os próximos objetivos (para dar continuidade ao triângulo de alta) estarão nos em 55.300/55.400 pontos. Acima disso, resistências imediatas nos 56 mil pontos e 57.200 pontos.

Por outro lado, caso refluia e perca a mínima de hoje, nos 53.188 pontos os próximos suportes estarão nos 52.820 pontos e depois nos 52.300 pontos (para concluir um triângulo de queda)

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

IBOV...após 17/10...suportes e resistências






IBOV fechou em queda fazendo um "martelo cheio" no gráfico diário.

Caso reverta e consiga fechar novamente acima dos 55.060 pontos, próximo objetivo (triângulo de alta gráfico de 30 min) em 55.300/55.400 pontos (100% fibo gráfico 60 min), em 1o. plano.


Por outro lado caso perca a mínima de hoje, nos 53.500 pontos os próximos suportes estarão nos 53.300 pontos e 52.820 pontos


A perda dos 52.800 pontos poderá trazer o IBOV aos objetivos de baixa do triângulo de queda (gráfico de 30 min), em 2o plano, nos 52.600 e 52.300 pontos.

domingo, 16 de outubro de 2011

IBOV...perspectivas para a 3a semana de outubro







O IBOV abriu a semana na mínima nos 51.244 pontos e apoiado pelo forte movimento altista dos mercados americanos, recuperou boa parte das perdas das semanas anteriores (mesmo com um pregão a menos pelo feriado do meio da semana) retomando o patamar dos 55 mil pontos, ao fazer na última sexta sua máxima semanal em 55.179 pontos e fechar logo após em 55.030 pontos.



Forte alta de +7,39% em relação ao fechamento da semana anterior.


O IBOV fez um "piercing de alta" no gráfico diário (em 1o. plano) e um "marubozu de alta" no gráfico semanal (visualizado em 2o. plano), resultado da forte pressão compradora durante a semana.


O IBOV vem fazendo nas últimas semanas um movimento lateralizado entre os fundos das últimas semanas nos 47.800 e 49.400 pontos e topos no patamar dos 55 mil pontos.


A manutenção de suportes nos 55 mil pontos, e uma superação de resistências nos 56 mil pontos, poderá levar o Ibovespa a testar resistências novamente no patamar dos 57.200 aos 57.600 pontos.


Eventual perda dos 51.900 pontos poderá trazer o Ibov para testar suportes novamente nos 50 mil pontos.


Por enquanto ainda prevalece a maior possibilidade de continuidade do movimento de acumulação, nos intervalos citados dos 49.400/50 mil pontos aos 57 mil pontos.

DJI...perspectivas para a 3a semana de outubro







DJI abriu a semana na mínima em 11.104 pontos e deu sequência ao movimento altista da semana anterior nos demais pregões da semana até encontrar resistência na máxima semanal nos 11.647 pontos, na sexta-feira. Fechou a semana nesse patamar, nos 11.644 pontos.


Alta de +4,87% , em relação ao fechamento da semana anterior.


Os "candles" formados tanto no gráfico diário (em 1o. plano), quanto no gráfico semanal de DJI (em 2o. plano) são "marubozus de alta" provocados pela pressão compradora nessa semana.


Observando o gráfico diário nesses últimos dois meses, podemos verificar que DJI vem realizando um movimento de "acumulação" entre o patamares dos 10.600 aos 11.700 pontos.


Um rompimento desses extremos levará à consecução dos objetivos do "retângulo de congestão" formado nesse período. Assim, uma superação dos 11.700 pontos, poderá levar DJI a buscar objetivos de alta nos 12.350 a 12.800 pontos.


Por outro lado, a perda de fundos recentes no patamar dos 10.500 pontos, poderá levar DJI a buscar objetivos de queda na região dos 10 mil aos 9.500 pontos.


Por enquanto, parece mais provável que DJI ainda "lateralize" nesse intervalo, no curtíssimo prazo.

sábado, 8 de outubro de 2011

IBOV...após 07/10...perspectivas para a 2a semana de outubro



O IBOV abriu a semana sintonizado novamente com os mercados americanos, fazendo sua mínima semanal na terça, nos 49.432 pontos. Daí, retomou a tendência de alta, nos demais pregões da semana, fazendo sua máxima semanal na sexta-feira, nos 52.891 pontos. Desse ponto, refluiu em forte queda fechando o pregão em 51.243 pontos.

Queda de -2,07% em relação ao fechamento da semana anterior.

O IBOV fez mais um "martelo cheio" no gráfico semanal (visualizado em 2o. plano), resultado da pressão vendedora na última sexta; enquanto no gráfico diário, formou um "engolfo de baixa" depois de encontrar resistência no topo do canal de baixa, na região dos 52.900 pontos, sinalizando a possibilidade de continuidade do movimento de queda, no curtissimo prazo.

Apesar da movimentação lateralizada das ultimas semanas, nestas últimas tres semanas de queda verificamos a manutenção de um "canal de baixa de médio prazo" com as principais Médias Móveis apontando para baixo.

Uma confirmação da perda do patamar dos 51 mil pontos, trará objetivos imediatos de queda nos 50 mil pontos e eventual perda desse patamar trará o Ibovespá para testar suportes na mínima semanal nos 49.500 pontos. Abaixo disso, poderá testar suportes nos 48.700 pontos e nos 47.800 pontos.

Resistências imediatas nos 52 mil a 52.300 pontos e em seguida nos 52.700/52.900 pontos. Acima disso, no patamar dos 53.300 pontos.

DJI...após 07/10...perspectivas para a 2a semana de outubro



DJI abriu a semana em queda fazendo sua mínima da semana, na terça em 10.404 pontos. A partir daí reverteu com força, nos demais pregões da semana, até atingir sua máxima semanal na sexta, em 11.232 pontos. Desse ponto, refluiu em movimento de queda até finalizar o pregão nos 11.103 pontos.

Alta de +1,74% , em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" formado no gráfico semanal de DJI (em 2o. plano) é um "martelo de alta" provocado pela retomada da pressão compradora que se seguiu após DJI encontrar suporte na Banda inferior de Bollinger desse gráfico semanal, nos 10.400 pontos.

Por outro lado o "candle" formado no gráfico diário (em 1o. plano) é um "doji" ocorrido após DJI encontrar resistência no topo do canal de queda de curto prazo, do gráfico diário. Caso tenhamos um fechamento no início da próxima semana, abaixo dos 11 mil pontos, poderemos ter a confirmação de um provável "doji evening star" de reversão de tendência, para baixa.

A movimentação semanal de DJI ainda ocorre abaixo das principais MMóveis do gráfico semanal sinalizando a possibilidade de retomada do movimento de queda.

Suportes imediatos na MMóvel Exponencial de 13 períodos do gráfico diário, nos 11.020 pontos e abaixo desse patamar nos fundos anteriores nos 10.860/10.770 pontos . A perda desse patamar levará ao teste de suportes nos 10.600/10.400 pontos e abaixo disso, nos 10.300/10 mil pontos.

Resistências imediatas nos 11.220 pontos e 11.360 pontos ( MMóveis exponenciais de 9 e 13 períodos do gráfico semanal).

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

IBOV...após 30/09...perspectivas para a 1a semana de outubro







O IBOV abriu a semana sintonizado novamente com os mercados americanos, fazendo sua máxima semanal na terça, nos 54.992 pontos. Daí, retomou mais uma vez a tendência de queda, fazendo a mínima semanal na sexta-feira, nos 51.897 pontos. Fechou próximo disso, nos 52.324 pontos.

Queda de -1,70% em relação ao fechamento da semana anterior.

O IBOV fez um "martelo invertido cheio" no gráfico semanal (visualizado em 1o. plano), enquanto no gráfico diário, formou um "martelo cheio" em cima de um suporte na região dos 51.900 pontos, podendo sinalizar uma nova possibilidade de reversão de tendência, no curtissimo prazo.

Apesar de verificarmos no gráfico diário (em 2o. plano) a perda da LTA de curtissimo prazo, no gráfico semanal a movimentação do Ibovespa ainda segue lateralizada, sem uma definição consolidada. Um fechamento abaixo do patamar da mínima da semana nos 51.900 pontos ou um movimento de recuperação que possa levar o Ibovespa acima dos 57 mil pontos, poderá definir a tendência no curto prazo.

Abaixo da mínima semanal, nos 51.900 pontos, objetivos preliminares de queda no patamar dos 51.300 pontos. Abaixo disso, novamente nos 49.700/50 mil pontos.

Resistências imediatas nos 55 mil pontos e acima disso, no patamar dos 57 mil pontos.

DJI...após 30/09...perspectivas para a 1a semana de outubro



Re-editando a movimentação da semana anterior, DJI abriu a semana em movimento de alta com sua mínima na abertura dos pregões, em 10.770 pontos vindo fazer sua máxima na terça, em 11.369 pontos. A partir desse pregão refluiu em movimento de queda nos demais pregões da semana, até finalizar a semana nos 10.913 pontos.

Alta de +1,32% , em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" formado no gráfico semanal de DJI (em 2o. plano) é um "martelo invertido" provocado pela retomada da pressão vendedora que se seguiu após DJI não conseguir superar a MMóvel Exponencial de 13 períodos, nesse gráfico, que continua se mantendo como forte resistência.

O "candle" formado no gráfico mensal (em 1o. plano) é um "martelo cheio", formado em cima de um suporte nos 10.600 pontos, "fundo duplo" desse gráfico mensal.

As principais MMóveis do gráfico semanal ainda "apontam para baixo" sinalizando a possibilidade de retomada do movimento de queda. Por outro lado, nesses últimos dois meses DJI vem fazendo um movimento lateralizado conforme observado no gráfico semanal, depois de 5 meses seguidos de queda.

Suportes imediatos no fundo duplo dos 10.600 pontos e abaixo desse patamar nos 10.500/10.400 pontos. Abaixo disso, suportes nos 10.200/10 mil pontos.

Resistências imediatas nos 11.100 pontos e acima desse patamar, na MMóvel exponencial de 13 períodos do gráfico semanal nos 11.400 pontos.

domingo, 25 de setembro de 2011

IBOV...após 23/09...perspectivas para a última semana de setembro



O IBOV abriu a semana sintonizado com os mercados americanos, fazendo sua máxima semanal na terça, nos 57.619 pontos. Daí, retomou com força a tendência de queda fazendo a mínima semanal na quinta-feira, nos 52.706 pontos. Fechou próximo disso na sexta, nos 53.230 pontos.

Forte queda de -6,96% em relação ao fechamento da semana anterior.

O IBOV fez um "engolfo de baixa" no gráfico semanal (visualizado em 1o. plano), enquanto no gráfico diário, formou um possível "harami" de reversão de tendência, no curtissimo prazo.

O gráfico diário (em 2o. plano) mostra a perda do fundo do triângulo simétrico, enquanto no gráfico semanal esse fundo ainda está sendo respeitado. O rompimento definitivo com um fechamento abaixo do patamar dos 52 mil pontos ou acima dos 58 mil pontos, poderá definir melhor uma tendência no curto prazo. Enquanto o Ibovespa se mantiver nesse intervalo persistirá a indefinição de tendência.

Abaixo da mínima semanal, nos 52.700 pontos, objetivos preliminares de queda no patamar dos 51.700/52 mil pontos. Abaixo disso, novamente nos 50 mil pontos.

Resistências imediatas nos 55 mil pontos e acima disso, no patamar dos 57 mil pontos.

DJI...após 23/09...perspectivas para a última semana de setembro



DJI abriu a semana na expectativa positiva da reunião do FED até fazer sua máxima na terça, em 11.550 pontos. A partir desse pregão reagiu negativamente em movimento de forte queda na quarta e na quinta-feira, até encontrar suporte em sua mínima semanal nos 10.597 pontos. Fechou próximo desse patamar, na sexta-feira nos 10.771 pontos.

Forte queda de - 6.41% , em relação ao fechamento da semana anterior.

A configuração dos "candles" no gráfico semanal (em primeiro plano) é um "engolfo de baixa" que devolveu toda alta da semana anterior (e mais um pouco). O gráfico diário (em 2o. plano) mostra um possível "harami de alta", com a formação de um "doji" fora da banda inferior de Bollinger, sinalizando a possibilidade de eventual reação compradora no início da semana.

As principais MMóveis dos gráficos semanal e diário também "apontam para baixo" sinalizando a possibilidade de retomada do movimento de queda observado no "canal de baixa" de médio prazo.

Suportes imediatos nos 10.600 pontos e abaixo desse patamar nos 10.550/10.400 pontos. Abaixo disso, suportes nos 10.150 pontos.

Resistências imediatas nos 10.825 pontos e acima desse patamar, na MMóvel exponencial de 13 períodos do gráfico diário nos 11.150 pontos, e depois nos 11.230/260 pontos.

domingo, 18 de setembro de 2011

IBOV...após 16/09...perspectivas para a 3a. semana de setembro



O IBOV abriu a semana em queda, encontrando suporte em sua mínima semanal na segunda, nos 54.309 pontos. Daí, retomou novamente a tendência altista fazendo a máxima semanal no fechamento da semana, na sexta-feira, nos 57.210 pontos.

Queda de +2,57% em relação ao fechamento da semana anterior.

O IBOV fez um "martelo de alta" no gráfico semanal, e do mesmo modo no gráfico diário, sinalizando a possibilidade de continuidade dessa tendência, no curtissimo prazo.

O gráfico diário (em 1o. plano) e o semanal mostram o Ibovespa ainda no interior de um "triângulo simétrico", cujo rompimento para um dos lados, definirá melhor a próxima tendência.

Abaixo da cabeça do pivô anterior, nos 55 mil pontos, suportes imediatos na mínima semanal nos 54.309 pontos e depois no patamar dos 53.500 pontos.

Resistências imediatas nos 57.400 pontos (MMóvel Expon de 13 períodos do gráfico semanal), nos 58.240 /58.590 pontos (topos anteriores). Acima disso, nos 59.540 e nos 60 mil pontos.

DJI...após 16/09...perspectivas para a 3a semana de setembro


DJI abriu a semana em queda até fazer sua mínima, em 10.825 pontos. A partir daí, reagiu em movimento altista durante os demais pregões da semana até encontrar resistência em sua máxima semanal na sexta nos 11.532 pontos. Fechou próximo desse patamar, nos 11.509 pontos.

Alta de +4.70% , em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" formado no gráfico semanal é um "martelo de alta" sinalizando a possibilidade de continuidade do movimento altista no início da próxima semana.

Suportes imediatos nos 11.400 e 11.150 pontos. Abaixo desse patamar, suportes na mínima da semana nos 10.825 pontos.

Resistências imediatas nos 11.610 pontos, nos 11.700 e nos 11.900 pontos.

domingo, 11 de setembro de 2011

5 gurus bem pessimistas com a bolsa


Cresce a cada dia o número de investidores que acha que Europa e EUA não vão conseguir evitar o pior – e que vai ser difícil ganhar dinheiro com ações no curto prazo


O analista e investidor Jim Rogers

Jim Rogers: diversos países europeus terão de pedir moratória

São Paulo – Não para de crescer a percepção dos investidores de que nem todos os países europeus conseguirão pagar suas dívidas e que os Estados Unidos não fracassarão em evitar uma nova recessão. Na última sexta-feira, o mercado financeiro simplesmente ignorou o anúncio do presidente americano, Barack Obama, de que um novo pacote de estímulo econômico, no valor total de 447 bilhões de dólares, será enviado ao Congresso. A renúncia de um importante membro do Banco Central Europeu escancarou o fato de que não há consenso na zona do euro sobre a forma de evitar as moratórias de países fiscalmente irresponsáveis, como a Grécia. Veja abaixo como cinco gurus avaliam a situação econômica mundial e esperam da bolsa nas próximas semanas:

Jim Rogers diz que haverá várias moratórias

Para Jim Rogers, que fez fortuna no mercado em sociedade com George Soros, é hora de a Grécia admitir que não tem condições de pagar a dívida e iniciar uma reestruturação. Ele acredita que o “default” grego levará outros países a declarar moratória, como a Itália, a Espanha, a Irlanda e mais alguns. O megainvestidor acredita que haverá muita dor no mercado quando isso acontecer. Muitos bancos que estão atolados de títulos de dívida desses países terão problemas. Para Rogers, no entanto, quem tem dinheiro pode estar diante de uma boa oportunidade de comprar ativos que ficarão baratos, como o próprio euro.

Para George Soros, a crise atual é pior que a do Lehman

O bilionário e renomado investidor George Soros diz que o maior temor do mercado é que um banco europeu quebre e o pânico se espalhe da mesma forma que em 2008, com a falência do quarto maior banco americano de investimentos, o Lehman Brothers. Mesmo com a disposição dos governos europeus em salvar grandes instituições financeiras, a crise tem secado o crédito interbancário. As instituições americanas têm cortado linhas de financiamento aos pares europeus como forma de correr menos riscos, afirmou Soros ao jornal The New York Times. Foi exatamente uma crise de liquidez como essa que levou à quebra do Lehman Brothers. Se um banco europeu cair, toda a economia mundial sentirá o baque. A crise atual só não será pior que a de 2008 se for criada uma autoridade europeia capaz de garantir a estabilidade do sistema financeiro.

Marc Faber diz que pacote de Obama é uma piada

Os investidores que esperavam algum alívio com o discurso do presidente americano, Barack Obama, na última quinta-feira só tem motivos para se decepcionar. Segundo o investidor suíço Marc Faber, um dos mais pessimistas desde meados da década passada, a mistura de aumento de impostos com alta de gastos públicos é uma “piada completa” e um “fracasso das políticas econômicas keynesianas”. Conhecido como “Doutor Apocalipse” e autor do relatório “Gloom, Boom and Doom”, o suíço diz que os governos ao redor do mundo precisam entender que é hora de cortar gastos, e não de elevá-los.

O problema é o governo, afirma Jim Cramer

Para Jim Cramer, que apresenta o programa “Mad Money” na rede de televisão CNBC, o mau desempenho das bolsas pode ser explicado pelos erros dos governos europeus e americano. O Banco Central Europeu, segundo ele, já deveria ter cortado os juros para zero, uma vez que o continente está à beira de uma nova recessão. Já o governo americano desincentiva o empreendedorismo e tira a confiança do consumidor americano com medidas erradas. Ele afirma que diversas empresas têm apresentado aumentos consideráveis de lucro e receita. O que impede as ações de subir são as “peripécias” do governo. “Não dá para criticar ninguém que pense em vender suas ações neste momento.”

Nouriel Roubini diz que países ricos precisam de mais estímulos

O economista Nouriel Roubini, que ganhou notoriedade por ter previsto a crise de 2008, acredita que uma nova recessão em diversos países ricos é iminente. Para ele, os governos precisam anunciar novas medidas de estímulo econômico e esquecer a austeridade fiscal. “Estamos em uma situação pior que em 2008.” Promover apenas mais uma rodada de relaxamento monetário (quantitative easing, no termo que vem sendo usado pelos jornais americanos) não seria suficiente para livrar os EUA da ameaça de recessão. “O mercado até pode ter um rali, que só vai se sustentar se os dados da economia real também melhorarem.” Já os governos da zona do euro precisam aumentar o fundo de estabilidade financeira, criado para garantir aos investidores que os países pagarão suas dívidas

sábado, 10 de setembro de 2011

IBOV...após 09/09...perspectivas para a segunda semana de setembro



O IBOV abriu a semana em queda, encontrando suporte em sua mínima semanal na terça-feira, nos 54.121 pontos. Daí, retomou a tendência altista fazendo a máxima semanal na quinta-feira, nos 58.241 pontos. Na sexta, sintonizado com os mercados americanos, refluiu com muita força, até encontrar suporte nos 55.527 pontos para depois finalizar próximo desse patamar, nos 55.778 pontos.

Queda de -1,33% em relação ao fechamento da semana anterior.

O IBOV fez um "candle de indefinição" no gráfico semanal, mas no gráfico diário (visualizado em 1o. plano) fez um "marubozu de queda" sinalizando a possibilidade de continuidade dessa tendência, no curtissimo prazo.

Apesar de se encontrar ainda em um "sub-canal de alta" com suporte intermediário na cabeça do pivô, nos 55 mil pontos, o Ibovespa está no interior de um "triângulo simétrico" de indefinição, cujo rompimento para um dos lados, definirá uma tendência para essa próxima semana.

Abaixo da cabeça do pivô anterior, nos 55 mil pontos, suportes na mínima semanal nos 54.121 pontos e depois no patamar dos 53.500 pontos.

Resistências imediatas nos 57.600 pontos (MMóvel Expon de 13 períodos do gráfico semanal), nos 58.240 /58.590 pontos (topos anteriores). Acima disso, nos 59.540 e nos 60 mil pontos.

DJI...após 09/09...perspectivas para a 2a. semana de setembro


DJI abriu a semana em alta até fazer sua máxima na quinta-feira, em 11.477 pontos. A partir daí, refluiu novamente em queda até encontrar suporte em sua mínima semanal na sexta nos 10.932 pontos. Fechou próximo desse fundo, nos 10.992 pontos.

Queda de -2.20% , em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" formado no gráfico semanal é outro "martelo invertido cheio" que devolveu todo ganho do início da semana para fechar na sexta-feira "em cima" da LTA que define o fundo do "sub-canal de alta".

Suportes imediatos na mínima da semana nos 10.932 pontos e abaixo disso, no patamar dos 10.800 pontos (fundo duplo da recente movimentação altista). Eventual perda desse suporte, sinalizará novo teste no fundo anual, nos 10.604 pontos.

Resistências imediatas nos 11.100 pontos e nos 11.350 pontos (MMóvel Expon de 07 períodos do gráfico semanal), no topo da semana nos 11.477 pontos e depois nos 11.555 pontos.