segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

IBOV...após 23/01...Análise das perspectivas de médio e longo prazo para o Ibovespa

 

O Ibovespa abriu a penúltima semana de janeiro, em leve queda fazendo na terça sua Mínima Semanal nos 163.574 pontosDaí, fez forte movimento de alta nesse e nos pregões seguintes, quando superou na terça o TH anterior nos 166.070 pontos;  superou na quarta os 171 mil pontos; na quinta superou os 177 mil pontos e na sexta fez sua Máxima Semanal nos 180.532 pontos seu novo Topo HistóricoRefluiu levemente em queda nesse pregão para finalizar a semana nos 178.858 pontos.


Forte alta semanal de +8,53%.


No gráfico diário, em primeiro plano, o Ibovespa fez um grande  "piercing de alta", enquanto fez no semanal, em segundo plano, praticamente um grande "marubozu de alta".

O Ibovespa fez nessa semana uma das maiores altas de sua história recente, mais de 10% de alta entre a Mínima na terça e sua Máxima na sexta, amplitude semanal só superada nos pregões no final de março/2020, quando os mercados reagiram com muita força, após as grandes quedas semanais seguidas provocadas pela pandemia do Covid 19.

Neste momento de euforia, cabe uma importante reflexão sobre os próximos possíveis movimentos do Ibovespa. 


Para essa análise vamos nos valer dos gráficos semanal e mensal do gráfico dolarizado do Ibovespa, em 3o. e 4o. planos respectivamente, que é o gráfico que o investidor estrangeiro se baseia. Esta análise neste momento é pertinente, pelo fato de que os "estrangeiros" ficaram comprados na Bolsa brasileira em mais de R$ 12 bilhões de reais, nestas 3 primeiras semanas de janeiro, metade do que investiram durante todo ano de 2025.


Se observarmos esse gráfico dolarizado, calculado pelo número de pontos do Ibovespa divididos diariamente pela cotação vigente do dólar, verificamos que nesse gráfico semanal e mensal, dispostos abaixo em 3o. e 4o. planos, o Topo Histórico por este gráfico dolarizado ocorreu em maio/2008 nos 44.655 pontos, o que equivale hoje (com o dólar cotado atualmente a R$ 5,30) ao Ibovespa nos 236.670 pontos. Desse Topo realizou em queda até os 12.600 pontos em nov/2008 e repicou em nova alta até os 43.811 pontos em abr/2011. Depois voltou a realizar até encontrar suportes em jan/2016 nos 9.070 pontos, voltando a repicar a partir daí até nova máxima nos 34.163 pontos, na última sexta-feira, dia 23/01/2026.


Esses topos formados anteriormente nos 44.655 e 43.811 pontos delinearam uma LTB de longo prazo, que atualmente se encontra no patamar dos 36.500/36.600 pontos que será uma provável resistência caso venha a superar o TH desta última sexta. Pela cotação do dólar da última sexta, essa resistência hoje corresponde a um valor que varia dos 193.500 aos 194 mil pontos do Ibovespa convencional.


Se esse patamar for superado em fechamento, os próximos objetivos de alta no médio prazo estarão nos 43.811 pontos dolarizados = 232 mil pontos  Ibovespa e depois nos 44655 pontos = 236 mil pontos Ibovepa.

Observando o gráfico diário e semanal convencional do Ibovespa, verificamos que atualmente está operando em região muito sobrecomprada, com o IFR 14 superando os 80 pontos, no gráfico semanal, o que sinaliza uma provável correção para "aliviar" esse índice. Eventual  correção, tem suportes inicialmente nas retrações de 62 e 76% da perna de alta mais curta recente, respectivamente nos 170.000 pontos 167.500 pontos. Abaixo disso,  na retração de 62% da perna maior recente, nos 166.200 pontos. Depois disso,  se perder este suporte, objetivos de queda com suportes nos 163.500/162.800 pontos.









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