quinta-feira, 27 de março de 2008

Vale e Xstrata vão em busca de novos ativos

Vale e Xstrata vão em busca de novos ativos
por Vera Saavedra Durão de Valor Online
27/03/2008

As razões que levaram a interrupção das negociações entre Vale do Rio Doce e Xstrata não foram motivadas pelo preço. Segundo o Valor apurou, apesar da crise do mercado financeiro global, a Vale dispunha de US$ 71 bilhões em dinheiro para comprar a mineradora anglo-suíça. Deste total, US$ 50 bilhões garantidos desde janeiro por um grupo de oito bancos de primeira linha e mais um volume adicional de US$ 21 bilhões ofertado por outras nove instituições financeiras. "A Vale tinha uma montanha de dinheiro à sua disposição. O que travou o acordo foi a gula da Glencore" , disse uma fonte próxima das negociações.
A Vale agora vai focar no crescimento orgânico e buscar novas aquisições de empresas produtoras de cobre, carvão e alumínio, como admitiu na terça-feira Roger Agnelli, presidente da companhia. Para a Merrill Lynch, que divulgou ontem relatório sobre o futuro da Vale pós-Xstrata, a mineradora brasileira quer aumentar sua exposição ao ciclo positivo de commodities e continua olhando outras possibilidades de compra no setor. Alguns alvos, segundo o banco, são a FreeportMcMoran Cooper & Gold, empresa americana de cobre, com valor de mercado na faixa de US$ 38,6 bilhões e a Norsk Hydro, norueguesa de alumínio, avaliada em US$ 16,3 bilhões.
A Alcoa, segunda maior empresa de alumínio do mundo, depois da Rio Tinto Alcan, também estaria lista da brasileira. Com preço de mercado de US$ 29,2 bilhões, a Alcoa é apontada como a "pole position" da nova e provável onda de aquisições da Vale. Entretanto, como observam especialistas do setor, caso compre a Alcoa, certamente terá que se desfazer de sua área de embalagens, visto como um segmento pouco atraente e de pouco interesse para a Vale.
A Freeport, que em 2006 comprou a Phelps Dodge, criando a maior mineradora de cobre negociada em bolsa de valores, pode ser muito atraente para a Vale, que quer expandir sua participação no mercado de cobre. Era justamente o cobre que a atraía na Xstrata, quarta maior produtora mundial do metal. A Freeport opera a mina de Grasberg na Indonésia, considerada a maior de cobre e ouro do mundo em reservas. Além disso, após comprar a Phelps Dodge tornou-se dona de minas nas Américas do Norte e do Sul e na África.
A norueguesa Norsk Hydro é sócia da Vale em projetos de alumina e bauxita no Brasil. E está construindo uma megarefinaria de alumínio no Oriente Médio, além de fundições na Noruega, onde o preço da energia é muito competitivo. Isso levou a Vale a adquirir há alguns anos atrás uma usina de ferro-ligas naquele país.
A Merrill Lynch espera que a Vale gere US$ 140 bilhões em fluxo de caixa operacional nos próximos cinco anos, incluindo a implementação de seu portfólio de investimentos orgânicos de US$ 59 bilhões e novas aquisições. Grande parte disso viria com o aumento de sua exposição ao minério de ferro, cuja produção poderá chegar em 2012 a 450 milhões de toneladas. Para o banco, o minério de ferro deverá subir 20% em 2009 e 10% em 2010.
Ontem, em reação ao fim das negociações com a Vale, as ações da Xstrata tiveram queda de 5,22% na Bolsa de Londres. Os papéis ON da Vale subiram 4,36% na Bovespa, a R$ 59,51 e os PNAs, 4,56%, em R$ 49,75. Seu valor de mercado fechou o dia em US$ 170,6 bilhões e o da Xstrata em US$ 69,11 bilhões.
Embora as duas companhias sintam que uma grande oportunidade foi perdida, a Vale e a Xstrata quiseram insistentemente projetar a mensagem de que a vida continua, e que a fusão não era crucial para nenhuma das duas companhias. Um analista no setor disse que a Xstrata logo retomará a busca de outros negócios.
O grupo anglo-suíço cresceu rapidamente mediante aquisições durante os últimos cinco anos, e todos os olhos estarão focados na Xstrata após o fim das conversações com a Vale. Executivos do setor bancário disseram que Mick Davis, executivo-chefe da Xstrata, continua interessado em "negócios transformacionais". Mas ele minimizou as expectativas de que a Xstrata anunciaria novo negócio logo em seguida ao fim das negociações com a Vale. É provável um período de calmaria, enquanto examina novas oportunidades.
Anteriormente, eles disse ter interesse em entrar no ramo dos minérios de platina e de ferro, para diversificar o atual portfólio de seu grupo - cobre, carvão, níquel, zinco e ferro-cromo. Analistas especulavam ontem sobre as possíveis compras da Impala ou da Lonmin, a segunda e a terceira maiores produtoras de mundiais platina.

PETR4...após 26/03...rompendo a casa dos 75,00 ...


PETR4, influenciada pela forte abertura em alta da VALE5, também abriu em alta nos 74,20. Pressionada por grande volume de vendas veio à minima do dia em 72,66, ainda na primeira hora de pregão. Retomou aos poucos a casa dos 73,00 e dos 74,00, recuperou o suporte intraday nos 74,20 e rompeu a casa dos 75,00 atingindo a máxima intraday nos 75,53. A partir daí sintonizada com Dow Jones, iniciou uma rápida realização de lucros, fechando pouco abaixo dos 75,00 em 74,75. Indicadores no intraday sinalizavam para uma possilidade da continuidade da alta. Resistências próximas em 75,60, 76,00 e 77,30.
Suportes imediatos em 74,20; 72,90 e 72,70.

VALE5...após 26/03...forte alta nos 50,00...


VALE 5 abriu com grande "gap de alta", nos 51,30. Porém um grande volume de vendas a levou primeiramente até a casa dos 50,00, onde resistiu até o momento da abertura dos mercados americanos. Com a abertura em queda de Dow Jones, foi pressionada até o suporte nos 49,20, onde atingiu a mínima em 49,15. A partir daí, retomou inicialmente o suporte intraday dos 49,70 e quase ao final do pregão retomou o suporte dos 50,00, atingindo a máxima nos 50,25. Cedendo à realização de lucros que se observou no leilão de fechamento, encerrou nos 49,75.Indicadores no fechamento intraday ainda apontavam para uma tendência de alta. Resistências em 50,00; 50,25; 51,30 e 52,00. Suportes imediatos em 49,70 (suporte da recente LTA), 49,15; 48,00 e 47,40.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mineradora americana pode ser o novo alvo da Vale, diz Goldman Sachs

Mineradora americana pode ser o novo alvo da Vale, diz Goldman Sachs
26.03.2008 20h15
Mercado acredita que, após fracassar na compra da Xstrata, mineradora brasileira passe a procurar uma aquisição de até US$ 50 bi
Revista EXAME

Um dia após a Vale anunciar que encerrou as negociações para a compra da mineradora anglo-suíça Xstrata, o mercado já começou a especular qual será o próximo alvo da mineradora brasileira. Com o forte apetite da China por commodities e a valorização das ações das empresas, a tendência é que a consolidação do setor não pare apesar dos recentes fracassos da Vale e também da gigante BHP – que tentou comprar a Rio Tinto sem sucesso.
Segundo relatório divulgado pelo banco Goldman Sachs, o próximo alvo da Vale deve ser a mineradora americana Freeport-McMoran Copper & Gold, a segunda maior fabricante de cobre do mundo. Para o Goldman Sachs, a empresa brasileira desistiu da Xstrata, mas não de aumentar sua presença em mercados como de carvão, cobre e níquel para incrementar sua estratégia de ser a principal fornecedora dos metais necessários para a industrialização de Brasil, China, Rússia e Índia.
A Freeport tem sede em Phoenix (Arizona) e produz cobre, ouro, prata e cobalto. A empresa atua em quatro continentes e suas principais minas estão nos Estados Unidos, Peru, Chile, Congo e Indonésia. Em 2006, a Freeport comprou por quase 26 bilhões de dólares a também americana Phelps Dodge, uma das principais produtoras de cobre do mundo.
Procurada, a assessoria de imprensa da Freeport nos Estados Unidos informou que não tem como política comentar rumores de mercado. Suas ações, no entanto, fecharam em alta de 5,44% nesta quarta-feira na Bolsa de Nova York, o que mostra que a Goldman Sachs não é o único a acreditar em uma oferta da Vale. Segundo o Deutsche Bank, a mineradora brasileira deve procurar algum ativo de até 50 bilhões de dólares – a Freeport vale 37,3 bilhões de dólares. Uma aquisição menor que os cerca de 90 bilhões de dólares exigidos para levar a Xstrata seria mais fácil de financiar em um momento de turbulência nos mercados. Com isso, a Vale correria menos risco de perder o grau de investimento das agências de classificação de risco.
O próprio presidente da Vale, Roger Agnelli, disse nesta terça-feira que a Xstrata não era a única oportunidade de compra no mercado. Ele negou, entretanto, que a empresa já esteja em alguma outra negociação e afirmou que a prioridade é o cumprimento do plano de investimentos de 59 bilhões de dólares nos próximos anos.
Na própria nota que divulgou ao mercado, no entanto, a Vale alimenta essa expectativa de que a compra da Xstrata no futuro não pode ser descartada, apesar de encerradas as negociações neste momento. Pela legislação britânica, entretanto, uma nova oferta só poderá ser apresentada dentro de seis meses a não ser que a conselho de administração da mineradora anglo-suíça recue e aceite a proposta já apresentada pela Vale ou então uma terceira empresa tente comprá-la. O mercado considera essa possibilidade pequena

IBOV...após 26/03...contrariando DJI fechou com ligeira alta...


O IBOVESPA alavancado principalmente pela forte alta de VALE, já na abertura do pregão, atingiu a máxima do dia nos 61.850 pontos. Sentindo que os mercados futuros já apontavam para siginificativa queda, iniciou também uma realização e logo após a abertura dos trabalhos de Dow jones, havia cedido até a mínima do dia nos 60.760 pontos. A partir daí iniciou um lento processo de recuperação, principalmente em cima da forte alta puxada por algumas "blue chips" como VALE, BOVESPA HOLDING e PETRO, vindo a atingir 61.650 pontos. Com a realização principalmente de PETRO devolveu parte da alta fechando nos 61.415 pontos. Indicadores no fechamento do pregão, no intraday, ainda sinalizavam uma tendência de alta. Suportes imediatos em 61.130; 60.760 e 60.640 pontos. Resistências em 61.650; 61850 e 62.370 pontos

DJI...após 26/03...mergulhando no "zig zag" do canal de baixa...


Dow Jones abriu na máxima do dia, nos 12531 pontos e a partir daí iniciou uma realização, atingindo a mínima nos 12.377 pontos. Tentou esboçar uma recuperação intraday, mas não conseguiu superar a resistência perdida nos 12.460 pontos. Fechou em queda de 0,88%, nos 12.422 pontos.Os indicadores no intraday corroboram a tendência de queda, que só se reverterá caso supere a resistência nos 12.620 pontos na LTB recentemente formada. Resistências em 12.570, 12.620 e 12.750 pontos. Suportes imediatos 12.360 e 12.100 pontos.

Vale teria levantado US$ 71 bi para comprar a Xstr

Vale teria levantado US$ 71 bi para comprar a Xstrata
26.03.2008 15h20
por Mônica Ciarelli da Agência Estado

A mineradora brasileira Vale conseguiu levantar no mercado financeiro US$ 71 bilhões para a compra da Xstrata, quase a totalidade do valor de venda da empresa anglo-suíça, estimado entre US$ 80 bilhões e US$ 90 bilhões. A afirmação é de uma fonte próxima às negociações. Desde janeiro, a Vale tinha garantido com um grupo de oito bancos um empréstimo de US$ 50 bilhões para a operação. Mas, nas últimas semanas, outros nove bancos ofereceram à companhia brasileira um reforço adicional de US$ 21 bilhões para financiar a compra da quinta maior mineradora mundial.
Segundo a fonte, o volume adicional deu respaldo à estrutura financeira da operação. O grande problema, segundo a fonte, não foi o valor do negócios, mas os interesses comerciais da Glencore, principal acionista da Xstrata.
Ontem, o próprio presidente da Vale, Roger Agnelli, afirmou que o "preço não foi o problema". E revelou que os executivos da Xstrata e da Glencore não gostavam de ceder. Agnelli explicou que o grande entrave às negociações foi a exigência da Glencore em manter direitos sobre a comercialização de minérios, cláusula que a Vale não aceitava.

PETR4...após 25/03...alta vigorosa até os 74,00..


Petr4 abriu nos 71,50, rapidamente retrocedeu até a mínima nos 70,60, mas a partir daí e na contra-mão de Dow Jones que operava em queda, iniciou uma alta continuada para romper primeiramente a resistência em 71,90, depois rompeu 73,00, e na continuidade da alta veio atingir a máxima do dia em 74,00 (alta de 5,7%), duas horas antes de terminar o pregão. Fechou nos 73,70 (+5,2%).Suportes imediatos em 73,30; 72,10 e 71,70 (sobre a LTA recente). Resistências imediatas em 74,00 e 75,60.

VALE5...após 25/03...rompeu os 47,00...com força.


VALE5 abriu nos 47,00 retrocedeu rapidamente até a mínima de 46,80, mas rapidamente retomou os 47,00 até atingir sua máxima nos 48,00. A partir daí, retrocedeu até fechar em 47,58, próxima ao suporte em 47,40. Próximas resistências em 48,00 e 49,20. Suportes imediatos em 47,40; 46,70(sobre a recente LTA) e 46,00.

IBOV...após 25/03...embalada por Vale e Petro, retomou os 61 mil...


O Ibovespa operou 'desconectado' dos mercados americanos embalada principalmente pelo desempenho de Petro (alta de 5,2%) e Vale (alta de 3,1%). Abriu praticamente nos 60 mil, rapidamente conseguiu novamente romper a casa dps 61 mil, atingindo na máxima os 61.620 e depois retrocedeu para fechar nos 61.200. Suportes imediatos em 61.040, 60.600 e 60.200 (sobre a LTA recente)e 59.800. Resistências imediatas em 61.620, 62.360 e 63.000.

DOW JONES...após 25/03...ainda "congestionada" nos 12.500...pode retomar o canal de baixa...


DOW JONES abriu nos 12547 retrocedeu até a mínima nos 12449, retomou os 12500, atingindo a máxima nos 12570, mas retrocedeu para fechar praticamente no mesmo valor de abertura, produzindo um "doji" de indefinição nos 12532.Esse "zig zag" de indefinição parece predestinado a retomar o canal de baixa novamente, se não houver o rompimento da LTB recente, em torno dos 12.650 pontos. Para tal DJI precisa romper as resistências recentes nos 12.570, 12.620 e depois 12.685. Suportes imediatos em 12.460, 12.360 e 12.100.

terça-feira, 25 de março de 2008

Diretor da Petrobras diz desconhecer nova descoberta

Diretor da Petrobras diz desconhecer nova descoberta
25.03.2008 19h41

por Kelly Lima da Agência Estado

O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, negou nesta noite que haja qualquer descoberta de grande porte da estatal no Norte ou Nordeste do País, ao contrário de rumores que circularam hoje pelo mercado. "Desconheço esta informação", disse o diretor, referindo-se ao rumor de que a empresa descobriu um novo megacampo no Estado do Maranhão. Costa participou de solenidade no Palácio Guanabara, ao lado do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB).
De acordo com fontes do mercado, as informações de que as novas reservas descobertas pela Petrobras estariam localizadas no Maranhão "não passam de especulações, já que a empresa sequer começou a perfurar na região".
Durante todo o dia de hoje, as ações da Petrobras dispararam com os rumores de que haveria o anúncio de uma descoberta que poderia ser até mesmo do porte de Tupi, área localizada na Bacia de Santos, e que possui indícios de volume recuperável de óleo e gás entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris.

PETR4...após 24/03...depois de atingir 71,80...com forte pressão vendedora, retornou à casa dos 70,00...


PETR 4 animada pelos mercados futuros abriu em alta nos 70,00, porém temerosa com a abertura em queda do mercado do petróleo em Nova York, veio buscar a mínima intraday nos 69,35, mas "sintonizada" com o bom humor de Dow Jones e do próprio Ibovespa, rapidamente recuperou os 70,00, depois os 71,00, vindo a atingir a máxima intraday nos 71,82, na metade do pregão. A partir daí, "alinhada" com Dow Jones, sucumbiu à forte pressão vendedora, devolvendo todo ganho após a abertura, retornando novamente à casa dos 70,00.Ao final do pregão, mesmo com essa alta de 1%, os indicadores intraday sinalizavam para uma possível reversão dessa tendência. Suportes imediatos em 70,00; 69,40 e 68,30. Resistências em 71,90 e 72,70.

segunda-feira, 24 de março de 2008

VALE 5...após 24/03...recuperou o suporte dos 46,00...


Impulsionada pelo bom humor dos mercados futuros, VALE5 abriu em alta, acima da resistência dos 44,50 pontos e já na segunda hora de pregão rompia a forte resistência dos 46,00 pontos (alta de mais de 4,0%)e acima dos 46 se manteve, até atingir a máxima intraday nos 46,85 "sintonizada" com os mercados americanos, já no final da primeira metade do pregão. A partir daí "contaminada" pela realização intraday que se verificou em todos os mercados, sucumbiu parcialmente à força vendedora, porém fechou ainda acima desse suporte, nos 46,13. Suportes imediatos em 45,90; 45,45 e 44,50 (sobre a recente LTA). Resistências em 46,85; 47,10; 47,70 e 48,60.

IBOVESPA..após 24/03...depois de superar os 61 mil pontos...devolveu pelo nítido equilíbrio de forças...


Acompanhando os mercados futuros e "sintonizada" com Dow Jones, o Ibovespa abriu em alta nos 59 mil pontos e já na primeira hora de pregão recuperava o importante suporte dos 60 mil pontos.Até a primeira metade do pregão acompanhando o bom "humor" dos mercados americanos rompeu os 61 mil pontos atingindo a máxima intraday nos 61.080 pontos. A partir daí, em "sintonia fina" com Dow Jones devolveu mais da metade do ganho conseguido, retornando à casa dos 60 mil pontos e fechando praticamente em cima dessa resistência nos 59.810 pontos. Resistências nos 60 mil, 60.200, 61.080 e 61.500 pontos (sobre a LTB recente). Suportes imediatos em 59.700, 58.900 (sobre a recente LTA) e 58.120 pontos.

DOW JONES...após 24/03...apesar da alta verificada...visível equilíbrio de forças...


Impulsionada pela melhora das ações do setor financeiro e pela leve recuperação do mercado imobiliário, Dow Jones abriu o pregão em forte alta, rompendo a casa dos 12.500 pontos e já na primeira hora de pregão conseguiu também romper a resistência dos 12.580 pontos. Após atingir a máxima intraday nos 12620 pontos, já na 2a metade do pregão, com predomínio da força vendedora, perdeu o importante suporte dos 12570 pontos e finalizou próximo aos 12550 pontos. Suportes imediatos em 12.495 e 12.360(suporte na LTA) e 12.200 pontos. Resistências em 12.570, 12.620 e 12.750 pontos.

Vale: produção de minério será 50% maior em 2012

Vale: produção de minério será 50% maior em 2012
24.03.2008 11h59

Por Adriana Chiarini da Agência Estado

O diretor-executivo de Finanças da Vale, Fábio Barbosa, disse hoje que na visão da companhia, mesmo com a crise financeira internacional, considerada de curto prazo, "o mundo vai continuar fundamentalmente benigno". O executivo afirmou que em 2012 a produção da empresa de minério de ferro será 50% maior que em 2007 e as produções de cobre e nível serão dobradas no mesmo período.
Barbosa listou alguns desafios para a oferta de metais e minérios, entre os quais a demora na liberação de licenças ambientais e ressaltou que esta não é uma dificuldade exclusiva do Brasil. "O resultado concreto é a ameaça de inflação global", afirmou.
Ele comentou que a China ainda não atingiu a metade do padrão de consumo de metais que os Estados Unidos e a Inglaterra tinham nos anos 70. "Se a Índia acelerar seu crescimento teremos um problema gravíssimo de oferta", disse. O executivo vê fundamentos para a continuidade do aumento do consumo de minérios e metais.

Barbosa apresentou palestra no seminário "Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2008", no Rio.

Minério de ferro faz novo bilionário em MG, 'Seu Zé Nogueira'

Minério faz novo bilionário em MG, 'Seu Zé Nogueira'
24.03.2008 08h33



Por Agência Estado

O empresário mineiro José Mendes Nogueira, de 82 anos, já pode ser considerado o mais novo membro do seletíssimo clube de bilionários brasileiros. “Seu Zé Nogueira”, como é conhecido na pacata Itaúna - cidade de 76 mil habitantes, a 82 quilômetros de Belo Horizonte -, se tornou quase que da noite para o dia um dos homens mais ricos do País e alcançou a condição para entrar para a lista dos homens mais ricos do mundo, feita pela revista Forbes.

A surpreendente ascensão de “Seu Zé Nogueira” é reflexo da enorme - e aparentemente inesgotável - demanda internacional pelo minério de ferro. Iniciada há seis anos, a corrida pelo minério atraiu as maiores mineradoras e siderúrgicas do mundo para o interior de Minas Gerais. Minas antes vistas como negócios modestos - e até desprezados - transformaram empresários relativamente pouco ambiciosos em milionários e, em alguns casos, bilionários.

Fundada há quatro décadas por “Seu Zé Nogueira”, a J. Mendes foi vendida recentemente para a Usiminas por US$ 925 milhões - em dinheiro e à vista. Mas o preço final poderá chegar a US$ 1,9 bilhão caso se comprove o total das reservas, estimado em 1,4 bilhão de toneladas de minério. José Nogueira tem direito a 80%, sendo o restante distribuído entre os cinco filhos. O valor da J.Mendes se multiplicou nos últimos anos em razão dos recordes alcançados no preço do minério, o que tornou viável a exploração de matéria-prima com menor concentração de ferro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PETR4...após 20/03...martelo no gráfico diário pode indicar reversão...


PETR4 oscilou entre a mínima de 67,50 e 69,80, fechando próxima à resistência de 69,50, formando no gráfico diário, um "martelo" indicador de uma possível reversão. Essa possibilidade poderá se concretizar a partir do rompimento da resistência em 70,70 anulando assim a LTB contruida no intraday recentemente. Suportes 68,30, 67,50 e 67,00. Resistências imediatas em 69,50; 69,80 e 70,70.

VALE5...após 20/03...indefinição podendo reverter para alta...


Após oscilar entre a mínima de 43,40 e a máxima de 45,00, VALE5 fechou praticamente estável, formando no gráfico diário um "doji" de indefinição. Resistências imediatas em 44,50, 45 e 45,50. Suportes em 44,00, 43,40 e 42,50. Para reversão de tendêncica precisa romper inicialmente 45,00 na LTB formada recentemente.