sexta-feira, 11 de abril de 2008

DJI após 10/04...discrepâncias podem estar indicando reversão de tendência...



DOW JONES abriu nos 12.526 foi buscar a máxima intraday nos 12.649 pontos nas primeiras horas de pregão, depois não suportou a pressão vendedora, vindo buscar a mínima intraday nos 12.497 pontos. Ao final do pregão recuperou parte das perdas, fechando nos 12.582 pontos (alta de 0,44%).Indicadores de tendência como o IFR e o CCI/Ma cruzamento passaram a sinalizar uma sutil tendência de alta, enquanto o Estocástico, de forma discrepante sinaliza tendência de queda. Ocorrerá a continuidade da queda se DJI vier a perder os suportes imediatos em 12.497, 12.470 e 12.380 pontos. Caso venha a romper as resistências imediatas nos 12.590, 12.620 e 12.700 pontos, confirmará a tendência altista.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Após pregão morno, Ibovespa fecha quase estável

Após pregão morno, Ibovespa fecha quase estável
10.04.2008 17h27

por Claudia Violante da Agência Estado

A Bovespa encerrou a quinta-feira praticamente no zero a zero, num pregão morno onde faltaram justificativas para ir além, apesar de as bolsas americanas terem dado bons exemplos de elevação. Depois de muito "dois pra lá dois pra cá", o índice encerrou o dia com variação positiva de apenas 0,08%, aos 63.527,1 pontos.
Durante a sessão, oscilou entre ao mínima de 62.712 pontos (-1,20%) e a máxima de 63.646 pontos (+0,27%). No mês, a Bolsa acumula alta de 4,20% e, no ano, queda de 0,56%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 4,967 bilhões.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones avançou 0,44%, o S&P aumentou 0,45% e o Nasdaq, 1,27%. A gigante varejista Wal-Mart informou hoje, após anunciar vendas 0,7% maiores no primeiro trimestre, que espera lucro maior no período. Isso amainou os ânimos, já que teve ainda a contribuição dos dados melhores de pedidos de auxílio-desemprego, que caíram mais do que era previsto. Yahoo! e Intel também ajudaram: a primeira subiu com a perspectiva de acordo para combinar operações de internet com a AOL e a segunda porque o Bank of America elevou a recomendação para as ações.
O que poderia virar a cabeça do mercado era o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, no World Affairs Council, em Richmond (Virgínia). Ele, porém, não falou nada que comprometesse o rumo. Bernanke disse que o esforço federal para produzir uma resposta à recente desordem no mercado financeiro "terá muitos benefícios" e poderá ajudar os formuladores da política a evitar problemas futuros. Entretanto, segundo ele, apesar de muito ainda poder ser feito para fortalecer o sistema e melhorar o seu funcionamento, ele avaliou que as crises financeiras não podem ser completamente eliminadas.
Na Europa, os bancos centrais agiram conforme o esperado hoje: o Banco Central Europeu (BCE) manteve a taxa de juros da zona do euro em 4% ao ano e o Banco da Inglaterra cortou o juro do Reino Unido de 5,25% para 5% ao ano. O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, em entrevista, foi claro ao afirmar que a inflação é um problema e que o banco central tem em prioridade máxima conter o crescimento das expectativas de inflação entre os consumidores e as empresas. Ele ainda foi categórico ao afirmar que as perspectivas econômicas da zona do euro não deveriam ser entendidas como um sinal de que o BCE está mais inclinado a considerar um corte no juro. "É errado".
Os produtos básicos (commodities) hoje também ajudaram as bolsas americanas, mas a queda dos metais e do petróleo teve impacto misto na Bovespa. As blue chips (ações de primeira linha) Vale e Petrobras fecharam em direções opostas. Vale ON perdeu 0,63%, Vale PNA caiu 0,51%, Petrobras ON subiu 0,45% e Petrobras PN ganhou 0,36%. O preço do petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 0,69%, a US$ 110,11 por barril.

VALE5...após 09/04...fechou nos 51,00 com possibilidades de retornar aos 50,00...



VALE 5 abriu em alta nos 51,86 e rapidamente rompeu a resistência nos 52,00, atingindo a máxima intraday nos 52,10. Porém a queda que se antevia nos mercados euroopeus e americanos e a forte realização observada no próprio Ibovespa, empurrou Vale5 para uma realização idêntica, que não conseguindo resistir à forte pressão vendedora, veio buscar suporte na mínima intraday nos 50,71. Reagiu com a recuperação dos mercados americanos atingindo novo topo intraday nos 51,20 e finalizou em queda de 1,54% nos 51,00. Apesar de se manter bem acima da LTA, alguns indicadores como o estocástico já parecem sinalizar "sobre-compra" e o CCI/Ma cruzamento sinaliza o início de uma divergência baixista, o que poderá justificar a continuidade da queda. Resistências imediatas em 52,10, 52,50, 53,10 e 53,50(forte resistência). Suportes imediatos em 50,70, 50,10 e 49,15(forte suporte).

Petr4...após 09/04...reprise do pregão anterior...na "contra-mão" do mercado..


Reprisando o pregão anterior, PETR4 contrariando a tendência baixista de DJI e na "contra-mão" de importantes ativos do Ibovespa (sobrecomprados e em queda), abriu em 79,56, foi buscar a máxima intraday nos 80,95 e depois pressionada pela grande queda do ibovespa veio buscar a mínima nos 79,20. Com alguma melhora nos mercados externos também rapidamente recuperou as perdas, voltou a operar acima dos 80,00 firmando novo topo intermediário nos 80,40 e finalizou exatamente em cima desse suporte, nos 80,00. Pela forte pressão compradora, o mercado parece determinado a que brevemente Petr4 deva testar a resistência nos 84,50, em cima da LTB formada. Para tal, precisa também romper as resistências intermediárias em 81,50 e 82,70. Suportes em 79,60, 77,70; 77,00 e 75,50. Tendência altisma mantida, porém com a devida cautela já que o Ibovespa está em tendência de queda e indicadores como o estocástico em região "sobre-comprada".

quarta-feira, 9 de abril de 2008

IBOV...após 09/04...dia de queda...que pode continuar..



O IBOVESPA abriu nos 64.540 pontos e veio buscar na primeira hora do pregão, a máxima intraday nos 64.620 pontos. Com a percepção dos mercados futuros americanos em queda e também a abertura em queda de DJI, cresceu a pressão vendedora nos ativos mais "sobre-comprados" levando a perdas superiores a 2,0% nesses ativos (exceto PETR4,operando a maior parte do tempo em alta), levando o Ibovespa à mínima intraday no suporte dos 63.166 pontos. Ao final do pregão, graças ainda ao desempenho de Petr4 reduziu as perdas, finalizou em queda de 1,45% nos 63.477 pontos. Apesar de ainda se manter acima da recente LTA, alguns indicadores como o IFR e o Estocástico já se mostram "sobre-comprados" e o CCI/Ma cruzamento já sinaliza tendência para uma divergência baixista, podendo significar uma continuidade na realização ocorrida no pregão de hoje. Suportes imediatos em 63.166, 63.000 e 62.800 pontos. Resistências imediatas em 64.380, 64.620, 64.830 e 65.300 pontos.

DJI...após 09/04...continua a tendência de queda...


DOW JONES abriu nos 12.574 foi buscar a máxima intraday nos 12.620 pontos no início do pregão, mas sucumbiu à pressão vendedora, vindo buscar a mínima intraday nos 12.469 pontos. Ao final do pregão recuperou parte das perdas, fechando nos mesmos 12.527 pontos (queda de 0,39%).Indicadores de tendência como o Estocástico, o IFR e o CCI/Ma cruzamento CONTINUAM a sinalizar a tendência de queda, o que poderá se acentuar caso perca os suportes imediatos em 12.526, 12.470 e 12.380 pontos. Resistências imediatas nos 12.590, 12.620 e 12.700 pontos.

PETR4...após 08/04...tentando romper a LTB



PETR4 contrariando a tendência baixista de DJI e na "contra-mão" de importantes ativos do Ibovespa (sobrecomprados e em queda), operou a maior parte do pregão acima da resistência dos 79,60 e algumas vezes até acima dos 80,00, mas terminou exatamente em cima desse suporte. Pela forte força compradora demonstrada, o mercado parece querer levá-la a testar a resistência nos 84,50 em cima da LTB. Para isso precisa romper as resistências intermediárias em 81,50 e 82,70. Suportes em 79,60, 77,70 e 77,00

IBOV...após 08/04...descolado de DJI, terminou em alta...mas pode realizar..



O IBOVESPA abriu nos 64.180 pontos e influenciada principalmente pela alta de Petr4 (aparentemente discrepante em relação aos principais ativos), veio buscar nas primeiras horas do pregão, a máxima intraday nos 63.833 pontos. Com a percepção de que poderia ocorrer ainda alguma realização, nos mercados americanos, pela leitura da ata do FED, cresceu a pressão vendedora, nos ativos mais "sobre-comprados", levando o Ibovespa à mínima intraday no suporte dos 63.453 pontos. No final do pregão, graças ainda a Petr4 e açõesdo setor siderúrgico, reagiu para finalizar em alta nos 64.540 pontos, na "contra-mão" de DJI. Apesar de ainda se manter acima da recente LTA, sem ainda conseguir romper os topos na LTB recente, alguns indicadores como o Estocástico aida se mostram relativamente "sobre-comprados" e o CCI/Ma cruzamento ainda sinaliza divergência baixista, podendo resultar em uma realização mais forte do ganho acumulado, nesses pregões recentes. Suportes imediatos em 64.100, 63.900, 63.450, 63.000 e 62.800 pontos. Resistências imediatas em 64.300, 64.380, 65.300 e 65.370 pontos.

DJI...após 08/04...acentuando a tendência de queda...



DOW JONES abriu nos 12.603 foi buscar a máxima intraday nos 12.607 pontos no início do pregão, mas sucumbiu à pressão vendedora decorrente da expectativa da leitura do FED, a vindo buscar a mínima intraday nos 12.526 pontos. Ao final do pregão recuperou parte dessas perdas, fechando nos mesmos 12.576 pontos da abertura, formando um topo intraday um pouco antes, nos 12.590. Indicadores de tendência como o Estocástico (já bastante "sobre comprado") e o CCI/Ma cruzamento (já demonstram divergência para uma tendência baixista), sinalizam ainda para a tendência de queda, o que poderá se evidenciar caso perca os suportes imediatos em 12.526 e 12.480 pontos. Resistências imediatas nos 12.590, 12607 e 12.700 pontos.

VALE fecha preço de pelota de alto forno e redução direta com o grupo ArcelorMittal

Rio de Janeiro, 8 de abril de 2008 - A Companhia Vale do Rio Doce (VALE), maior produtora global de minério de ferro, concluiu a negociação do reajuste do preço de pelota de alto forno e redução direta para 2008 com a ArcelorMittal, o maior grupo siderúrgico do mundo.
Como resultado das negociações, os preços da pelota de alto forno e de redução direta para 2008, FOB Tubarão, aumentaram em 86,67% em relação ao preço de 2007. Sendo assim, o preço de referência para pelotas de alto forno, em tonelada métrica (mt), é US$ 2,2020 por unidade de ferro e o preço de referência para pelota de redução direta, em tonelada métrica (mt), é US$ 2,4222 por unidade de ferro, ambas para Tubarão.
A VALE reitera o compromisso com seus clientes através de investimentos para adicionar nova capacidade de produção de pelotas de alta qualidade para atender à dem
anda crescente, reforçando nosso relacionamento de longo prazo.

terça-feira, 8 de abril de 2008

PETR4...após 07/04...possibilidade de continuidade da realização...



PETR4 abriu com "gap de alta" nos 79,58, rompendo a resistência dos 79,60 e rapidamente atingindo a máxima intraday nos 80,64. Com a timidez da abertura nos mercados americanos e a forte realização que se iniciou no Ibovespa, Petr4 tambeu sucumbiu à forte pressão vendedora, primeiramente perdendo a resistência conquistada nos 80,50, depois a resistência de 79,60 e finalmente retroagindo aos 78,00, vindo a buscar a mínima intraday nos 77,70. Ao final do pregão, recuperou parte das perdas ao fechar em 78,50. Ainda que alguns indicadores ainda sinalizem tendência de alta, o IFR e o estocástico já apresentam divergência baixista e o CCI/Ma cruzamento já sinaliza possibilidade de reversão da tendência anterior. Suportes imediatos em 78,50; 77,70; 77,00; 76,00 e 75,50. Resistências em 79,60; 80,65; 81,50 e 82,70.

VALE5...após 07/04...não conseguiu manter os 53,00 pela forte pressão vendedora...



VALE 5 abriu com gap de alta em 52,05 e influenciada pelas fortes altas das ações de empresas ligadas a "comodities" nos mercados europeus e asiáticos, rapidamente rompeu a resistência nos 52,50, aguardando a abertura dos mercados americanos. Com a confirmação de alta por DJI, rompeu a barreira dos 53,00 atingindo a máxima intraday em 53,10. Porém a timidez verificada nos mercados americanos e a forte realização que se iniciou no próprio Ibovespa, empurrou Vale5 para uma realização idêntica, e não conseguindo resistir à forte pressão vendedora, perdeu as resistências de 52,50 e 52,00 vindo buscar suporte na mínima intraday nos 51,30. Apesar de ter estabelecido novo topo em 53,10 na recente LTB e ainda mantendo-se com tendências primária e secundária de alta, alguns indicadores como o estocástico já parecem sinalizar "sobre-compra" e o CCI/Ma cruzamento sinaliza o início de uma divergência baixista, o que poderá justificar a continuidade da queda. Resistências imediatas em 52,50, 53,10 e 53,50(forte resistência). Suportes imediatos em 51,10; 50,70, 50,10e 49,15(forte suporte).

O INDJ08...após 07/04...possibilidade de continuidade da realização..


O INDJ08 (Índice Futuro IBOVESPA venc abril/2008) abriu com "gap" de alta nos 65.300 pontos e já nas primeiras horas de negociação, influenciado pelas altas nos mercados asiáticos e europeus, veio buscar a máxima intraday nos 65.580 pontos. Com a timidez de alta verificada na abertura dos mercados americanos, não conseguiu sustentar os ganhos conseguidos até a máxima do dia e refluiu novamente até quase o final dos negócios, atingindo a mínima intraday, no suporte dos 64.150 pontos. Fechou pouco acima, nos 64.300 pontos. Apesar de se manter ainda acima da LTA recentemente estabelecida, alguns indicadores como o Estocástico já sinalizam forte região "sobre-comprada" aumentando a possibilidade de queda, caso perca os suportes imediatos em 64.150, 63.800 e 63.060 pontos. Resistências imediatas em 64.500, 65.000, 65.300 e 65.580 pontos.

O IBOV...após 07/04...exaustão pode levar à continuidade da realização...


O IBOV...após 07/04...exaustão pode levar à continuidade da realização...
O IBOVESPA abriu nos 64.446 pontos e influenciada pelas altas ocorridas nos mercados futuros americanos e nos mercados europeus e asiáticos veio buscar, nas primeiras horas do pregão, a máxima intraday nos 65.409 pontos. Com a percepção de que poderia ocorrer alguma realização, nos mercados americanos, começou a crescer a pressão vendedora, nos ativos mais "sobre-comprados", empurrando o Ibovespa à mínima intraday no suporte dos 63.919 pontos. No final do pregão, conseguiu finalizar nos 64.175 pontos. Apesar de ainda se manter acima da recente LTA, sem ainda conseguir romper os topos na LTB recente, alguns indicadores como o Estocástico já se mostram relativamente "sobre-comprados" e o CCI/Ma cruzamento já sinaliza divergência baixista, podendo resultar em uma realização mais forte do ganho acumulado, nesses últimos pregões. Suportes imediatos em 63.900, 63.670, 63.000 e 62.800 pontos. Resistências imediatas em 64.300,64.780, 65.300 e 65.370 pontos.

DJI...após 07/04...aumentou a possibilidade de uma realização maior...



DOW JONES abriu nos 12.612 foi buscar a máxima intraday nos 12.732 pontos no final da primeira metade do pregão, mas sucumbiu à forte pressão vendedora para realização de lucros do recente rally das altas dos últimos pregões, vindo buscar a mínima intraday nos 12.583 pontos. Ao final do pregão recuperou parte dessas perdas, fechando nos mesmos 12.612 pontos da abertura, formando um "candle" caracterizado por um perfeito "DOJI STAR" de indefinição. Alguns indicadores de tendência como o Estocástico (já bastante "sobre comprado") e o CCI/Ma cruzamento (demonstrando divergência para uma tendência baixista), já sinalizavam a possibilidade de esgotamento da atual tendência de alta, o que poderá se concretizar caso se verifique a perda dos suportes imediatos em 12.575, 12.528 e 12.480 pontos. Resistências imediatas nos 12.700, 12.756 e 12.767 pontos (para remover a LTB recentemente formada).

segunda-feira, 7 de abril de 2008

China autoriza bancos a investir em ações dos EUA

China autoriza bancos a investir em ações dos EUA
07.04.2008 08h20



por Nathália Ferreira da Agência Estado

Os bancos domésticos da China poderão investir recursos de fundos de seus clientes no mercado acionário dos EUA, dentro de um acordo com a Securities and Exchange Commission (SEC, na sigla em inglês, comissão de valores mobiliários), informou a Comissão Regulatória Bancária da China em sua página na internet.

O acordo marca a expansão do programa Investidor Institucional Doméstico Qualificado da China, sob o qual instituições financeiras qualificadas podem investir em produtos de investimento estrangeiros. A China já permite que os bancos invistam em Hong Kong, Japão, Reino Unido e Cingapura, dentro do mesmo programa. As informações são da Dow Jones.

sábado, 5 de abril de 2008

Meirelles: BC não deve se ater a soluções momentâneas

Meirelles: BC não deve se ater a soluções momentâneas
05.04.2008 13h43

por Célia Froufe, enviada especial da Agência Estado

Em meio a especulações sobre mudanças no regime cambial brasileiro e na meta de superávit primário, além das apostas no mercado financeiro de que haverá elevação dos juros este mês, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse hoje, em Miami, que bancos centrais não devem se basear em medidas populares momentâneas para tomar suas decisões, mas, sim, têm de optar pelo que é melhor para o país e que será popular apenas no futuro. "Subir e descer taxas de juros é algo que faz parte da rotina dos bancos centrais do mundo inteiro. O importante não é o movimento de taxa de juros. O importante é termos inflação na meta, país crescendo, estabilidade e empregos sendo criados", enumerou.
Para que um banco central seja bem-sucedido, na avaliação de Meirelles, não pode ter preocupações de ordem política. "Por dever de ofício, os políticos olham o passado e qualquer banco central tem que olhar o futuro", afirmou a jornalistas, durante participação na 49ª Reunião Anual da Assembléia de Governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). "No passado, o BC tomou medidas que hoje são extremamente populares", defendeu. "E uma das razões do sucesso da economia brasileira hoje é a autonomia do BC do Brasil, concedida e reiterada pelo presidente da República", continuou.
A julgar também pelas expectativas do mercado financeiro, são grandes as chances de uma elevação da Selic (atualmente em 11,25% ao ano) já ser definida na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), dias 15 e 16 deste mês. Se isto ocorrer, o Brasil estará caminhando na direção oposta ao que faz atualmente o BC dos Estados Unidos, o Federal Reserve, mas, movimentos de alta já vistos em outros emergentes é algo que não preocupa Meirelles. "Cada banco central reage à situação da própria economia, e não da economia de outro país. Se os Estados Unidos estão com risco de recessão, o Fed está tomando medidas para isso. Não há política monetária por analogia. Isso não existe", argumentou.

Regime cambial

O presidente do BC também foi enfático ao afastar a possibilidade de alterar o regime cambial flutuante, atualmente em vigor no País, e procurou mostrar alinhamento de opiniões com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, várias vezes durante a entrevista. Ele alega que é justamente esse sistema, ao lado da expansão das reservas internacionais, que proporciona tranqüilidade para que o Brasil faça qualquer ajuste futuro nos juros.
"O que eu posso dizer é que o Brasil tem um regime de metas de inflação que tem funcionado excepcionalmente bem e o regime de metas de câmbio é incompatível com o sistema de metas de inflação", argumentou, lembrando que países que tentaram criar um regime de metas de câmbio disfarçado também tiveram problemas inflacionários graves. "O Brasil tem sistema de metas de inflação, está comprometido com isso e não adotará regime (cambial) para comprometer um regime de metas de inflação", afirmou, acrescentando que uma declaração similar a esta também já foi feita pelo ministro Mantega.
Nada impede, no entanto, segundo Meirelles, que o governo tome uma ou outra medida setorial na área do câmbio visando à atividade de fomento para diversos setores que possam ser prejudicados pela conjuntura. "Não estou anunciando nada novo. Estou fazendo uma exposição teórica, depois de tudo o que já foi feito, discutido. Não tenho conhecimento de nenhuma medida em preparação", apressou-se em declarar. Para ele, a cotação do dólar compete ao mercado financeiro e, se houver qualquer questão de desconforto, a mesma será corrigida por esses agentes.

Próxima semana: Pessimismo cauteloso

Veja na íntegra, no original em inglês

The Coming Week: Cautious Pessimism

04/05/08 - 11:34 AM EDT

por Nat Worden journal TheStreet.com



In a lull before Wall Street gets flooded with first-quarter earnings, investors will be praying next week that stocks have caught up with reality this time.

The market was blindsided by earnings in the fourth quarter. At the start of the period, analysts were expecting year-over-year earnings growth for the S&P 500 of 11.5%, according to Thomson Financial, and they wound up with a decline of more than 25%. By the time all the results were on the books, the S&P had lost 13% of its value.

Now, analysts are predicting a 12.2% drop in earnings for the first quarter of 2008. On New Year's Day, they were forecasting a gain of 5.7%, but with fears of recession mounting along with continued turmoil in the financial markets, some are wondering if Wall Street still has not come to grips with its predicament.

"The numbers have come lower, but I'm still expecting more revisions," says Subodh Kumar, chief investment strategist with Subodh Kumar & Associates. "The markets are seeing analysts chasing earnings down, which means market volatility is likely to continue."

Kumar says second-quarter expectations should be lower as well. Analysts are now expecting a 2.9% drop for that period.

"I'm looking for roughly a 15% decline in earnings for the first half of the year," he says.

The stock market is now operating on hopes that the near bankruptcy of Bear Stearns(BSC - Cramer's Take - Stockpickr) in mid-March drained the panic off Wall Street. The Federal Reserve's willingness to backstop a major investment bank and expand the reach of mortgage giants Fannie Mae (FNM - Cramer's Take - Stockpickr) and Freddie Mac (FRE - Cramer's Take - Stockpickr) has reassured investors that the central bank is willing to do whatever it takes to keep the financial system from being torn asunder.

"We were on the brink," says T.J. Marta, fixed income strategist with RBC Capital Markets. "The Fed pulled us back."

Last week, stocks gained with the Dow Jones Industrial Average adding 3.2%, the S&P 500 up 4.2% and the Nasdaq Composite up 4.9%. Meanwhile, since JPMorgan Chase (JPM - Cramer's Take - Stockpickr) agreed to acquire Bear Stearns on March 16, the Philadelphia Banking Index has gained 9.4% and the S&P Retail Index has added 11%.

Optimists looking for a bottom in stocks note that financials and consumer discretionary stocks led the markets lower and will likely lead a turnaround when it comes. Pessimists point to persistently wide spreads in the credit markets along with a bevy of dismal economic indicators as a sign that the pain is likely to get worse before it gets better.

Last week, the government reported the third straight month of decline for the U.S. job market, with nonfarm payrolls losing 80,000 jobs in March. The expectations index in the Conference Board's consumer confidence survey has hit a 30-year low, and retail and auto sales continue to dwindle.

Meanwhile, the American Bankers Association recently reported that consumer-credit delinquencies in the fourth quarter were at their highest levels in nearly 16 years, as borrowers continue to fall behind on auto loans. It's forecasting that delinquencies will continue to rise in the first half of 2008, warning that "no relief for consumers is in sight."

The Fed will release the minutes from its March meeting on Tuesday, leaving investors to scour the report for signs of what the central bank will do with interest rates in April. After Friday's jobs disappointment, the fed funds futures market was recently pricing in a 38% chance of a half-point cut and a 62% chance of a quarter-point cut

PETR4...após 04/04...em um "DOJI" de indefinição!...


PETR4 abriu nos 78,90 veio até a mínima intraday nos 78,55, mas rapidamente retornou a operar em território positivo, vindo a superar a resistência nos 79,60. A partir da melhora dos indicadores externos, veio buscar a máxima intraday nos 80,28, no momento em que DJI também passava a operar positivamente. A partir daí, com o enfraquecimento dos mercados americanos, refluiu novamente abaixo de 79,00, vindo a formar novo suporte em 78,66. Finalizou em 78,98. Com a abertura praticamente coincidente com o fechamento, Petr4 produziu um "doji" de indefinição para o início da próxima semana, ainda que os principais indicadores se mantenham em tendência de alta. Suportes imediatos em 78,50; 77,00; 76,00 e 75,50. Resistências em 79,60; 80,30; 81,50 e 82,70.

VALE 5...após 04/04...se não romper definitivamente o topo em 52,50, pode refluir...


VALE 5 abriu em 51,70, mas influenciada pelos mercados futuros em queda rapidamente refluiu atingindo a mínima intraday nos 51,07. A partir daí, pela melhora desses indicadores e a abertura consistente de DJI levou-a novamente à casa dos 52,00, atingindo a máxima do dia nos 52,06, quando DJI já operava em alta. Na segunda metade do pregão quando a instabilidade de DJI passou a operar negativamente, VALE5recuou até a casa dos 51,20. Com a melhora de DJI, reagiu para fechar nos 51,75. Indicadores como o estocástico já sinalizam região "sobre-comprada" o que pode indicar uma possibilidade de reversão da alta. Resistências imediatas em 52,10 e 52,50 (forte resistência). Suportes imediatos em 51,10; 50,70, 50,10 e 49,45(forte suporte).