quinta-feira, 13 de novembro de 2008

IBOV...após 12/11...tendência de queda continua...


Ao perder o suporte nos 36.300 pontos, o Ibovespa deu sequência ao triângulo de queda formado, perdendo inclusive o suporte nos 35.400 pontos (mínima da semana anterior),e agora tem objetivo inicial de queda, em 32.280 pontos. O "candle" no gráfico diário, é um "marubozu cheio", mostrando a total predominância da pressão vendedora. Todos indicadores gráficos sinalizam a continuidade da queda, apesar dessa forte queda ter deixado alguns dos indicadores "sobrevendidos". Os índices futuros antes da abertura poderão sinalizar melhor a tendência.

Suportes imediatos: 33.800, 33.500, 33.000, 32.600 e 32.280 pontos.
Resistências imediatas: 34.700, 35.500, 36.500 e 37.000 pontos.

DJI...após 12/11...continuidade da queda...


A perda do suporte em 8.696 pontos fez DJI dar sequência ao triângulo de baixa formado, com objetivo inicial em 8.190 pontos. O gráfico diário sinaliza a continuidade da queda, mas pode haver alguma recuperação por haver relativa sobrevenda em alguns indicadores. Mercados futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.200, 8.150 e 8.000 pontos.
Resistências imediatas: 8.300, 8.450, 8.520 e 8.700 pontos.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bolsa de NY fecha em queda com temor sobre consumo

por Agência ESTADO
12 de Novembro de 2008 20:50

O mercado norte-americano de ações fechou em queda pelo terceiro dia consecutivo, com o índice Nasdaq chegando no nível mais baixo desde 21 de maio de 2003. O Dow Jones fechou apenas 110 pontos acima do nível mais baixo de fechamento em cinco anos e meio (alcançado em 27 de outubro) e o S&P-500, apenas quatro pontos acima de sua mínima de fechamento recente, também de 27 de outubro. "Com o ambiente de incerteza sobre o emprego, a primeira coisa que os consumidores fazem é cortar gastos. Pessoas preocupadas gastam menos", disse o executivo-chefe da Miller Tabak Capital Management, Bud Haslett.
O índice Dow Jones fechou em queda de 411,30 pontos (4,73%), em 8.282,66 pontos. A mínima foi em 8.265,29 pontos e a máxima, em 8.684,60 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 81,69 pontos (5,17%), em 1.499,21 pontos. O S&P-500 caiu 46,65 pontos (5,19%), para fechar em 852,30 ponto. O NYSE Composite caiu 313,56 pontos (5,57%), para 5.320,70 pontos.
O mercado reagiu ao alerta de queda nos lucros da Best Buy, a maior rede de comércio varejista de produtos eletrônicos dos Estados Unidos, que descreveu o atual ambiente para negócios como "o pior clima que nós já vimos" e prevê uma "desaceleração sísmica" dos gastos do consumidor.
As ações da Best Buy (cuja principal concorrente, a Circuit City, havia pedido concordata no dia 10) caíram 8,0% e afetaram todo o setor de tecnologia, por causa das revisões para baixo das expectativas de vendas na temporada de festas do fim do ano (Hewlett-Packard fechou em baixa de 6,35%, Intel em queda de 2,94% e Microsoft em baixa de 4,25%.

Pacote de US$ 700 bilhões

As incertezas que cercam o mercado foram amplificadas pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, que falou em mudar o foco do programa de US$ 700 bilhões para compras de ativos problemáticos das instituições financeiras (Tarp, ou Troubled Assets Relief Program). Isso contribuiu para que as ações financeiras estivessem entre as que mais caíram.
As ações da American Express registraram baixa de 10,49%, as do Citigroup tiveram queda de 10,74%, as do Bank of America caíram 9,04% e as do JPMorgan Chase tiveram baixa de 4,90%. As ações do Morgan Stanley caíram 15,20%, depois de o banco anunciar que vai demitir 10% de sua equipe de investimentos institucionais e 9% dos funcionários da área de asset management.
Das 30 componentes do Dow Jones, a única ação a subir foi General Motors (alta de 5,48%), em reação aos informes de que cresce a pressão para que o governo dos EUA amplie a ajuda às montadoras. No setor de telecomunicações, as ações da Sprint Nextel caíram 22,93%, depois de os analistas do Merrill Lynch rebaixarem sua previsão de lucros.
No setor siderúrgico, as ações da AK Steel caíram 24,66%, em reação ao anúncio de que as unidades da empresa em Ohio e Kentucky vão suspender temporariamente a produção por causa de queda na demanda. As ações do setor de petróleo também caíram, em reação à nova baixa dos preços do produto: ExxonMobil registrou baixa de 5,12% e Chevron, queda de 8,51%. As informações são da Dow Jones

Petrobras cai 13% e faz Bolsa fechar em baixa de 7,75%

por Agêmcia ESTADO
12 de Novembro de 2008 18:40

O quadro internacional hoje era pouco inspirador e já justificava boa parte da queda da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) hoje. Mas foi Petrobras que fez o principal índice acionário doméstico fechar com perda superior a 7% nesta sessão. Os investidores não gostaram dos números sobre gastos operacionais do balanço financeiro da estatal petrolífera, anunciado ontem à noite após o fechamento do mercados, e castigaram os papéis, que perderam mais de 13%. Considerando que a Petrobras tem a maior participação individual no índice e também movimenta a maior fatia do giro financeiro, é fácil entender tal comportamento negativo hoje na Bolsa brasileira.
O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 7,75%, a 34.373,99 pontos, após oscilar entre a mínima de 34.221 pontos (-8,16%) e a máxima de 37.261 pontos (estabilidade). No mês, o indicador voltou a acumular perdas, de 7,74%. No ano, a queda atinge 46,19%. O giro financeiro negociado no pregão paulista foi mais forte, com investidores estrangeiros na ponta vendedora, com o reforço da aversão ao risco, e somou R$ 5,093 bilhões.
Nos Estados Unidos, faltando cerca de 30 minutos para o fim dos negócios, os mercados caíam mais de 4%. Os investidores amanheceram com a notícia de que a Best Buy, a maior varejista de eletrônicos dos EUA, cortou sua projeção de resultado para o ano fiscal de 2009. Isso aconteceu apenas dois dias depois da Circuit City, sua principal concorrente, ter entrado com pedido de concordata.
As declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, sobre o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), reforçaram o mau humor do mercado. Ele afirmou que a compra de ativos podres não é o melhor uso do Tarp, que é o programa de socorro financeiro de US$ 700 bilhões criado por ele mesmo justamente com essa função. Paulson disse ainda que poderá levar semanas para que os técnicos do governo norte-americano elaborem um programa de liquidez para títulos lastreados em ativos.
Na Europa, onde as bolsas registraram perdas de 1% a 3%, as notícias também não foram favoráveis. O Banco da Inglaterra (BoE, o banco central inglês) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido caiu 0,5% no terceiro trimestre deste ano, o que indica que a economia da região entrou em recessão. Além disso, o número de pedidos de auxílio-desemprego na região aumentou 36,5 mil em outubro, na maior alta desde dezembro de 1992 e no nono mês consecutivo de avanço.

Ações

Do lado doméstico, os investidores resolveram castigar as ações da Petrobras, apesar do lucro líquido recorde registrado pela estatal no terceiro trimestre deste ano. A empresa teve lucro líquido de R$ 10,85 bilhões no período entre julho e setembro de 2008. O aumento dos custos operacionais desagradou e levou o Credit Suisse a rebaixar a recomendação para a estatal petrolífera de acima da média do mercado para neutra. Em relatório, o desempenho também foi criticado pelo Citi e UBS.
Ao fim dos negócios, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da estatal petrolífera despencaram 13,25% e 13,76%, respectivamente. Em Nova York, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro fechou em baixa de 5,34%, a US$ 56,16 o barril.
Ainda em relação às matérias-primas (commodities), Vale também caiu. As ações ON cederam 6,51% e PN classe A (PNA), -6,65%.
Outro destaque de baixa ficou com as ações da BM&FBovespa. A bolsa anunciou ontem à noite um bom resultado trimestral, com lucro de R$ 235,611 milhões de julho a setembro, o que representa uma alta 15,3% ante igual período de 2007, mas os investidores se concentraram na notícia sobre a redução, de 40%, em média, na quantidade de contratos negociados nos primeiros sete pregões deste mês em relação à média observada nos três meses anteriores. Os papéis, que têm a terceira maior participação individual no Ibovespa, caíram 8,45%.

PTER4...após 11/11...suportes e resistências


Suportes: 23,50; 23,10 e 22,90
Resistências: 24,20; 24,50; 25,00; 25,80; 26,20 e 26,40.

INDZ08...suportes e resistências gráfico "30 min"


Suportes: 37.500, 36.900, 36.000 e 35.500
Resistências: 38.590, 39.150, 39.500, 39.850 e 40.600.

INDZ08...após 11/11...suportes e resistências...


Suportes: 37.500, 36.900, 36.000 e 35.500
Resistências: 38.500, 39.500 e 40.600.

IBOV...após 11/11...suportes e resistências...


O Ibovespa desfez o pivô de alta em formação, ao perder o suporte nos 36.300 pontos. No entanto, a forte recuperação do final do pregão, pode refazer novo pivô desde que a máxima ultrapasse os 37.700 pontos e sua mínima se mantenha acima dos 35.500 pontos. O "candle" no gráfico diário, se assemelha a um "martelo vazio", que associado ao "martelo invertido" do pregão anterior, pode estar sinalizando a retomada da alta. Para consolidar essa possibilidade de canal de alta é fundamental a manutenção do suporte em 35.400 pontos (mínima da semana anterior).Os índices futuros antes da abertura poderão sinalizar qual a principal tendência.

Suportes imediatos: 37.200, 36.500, 35.500 e 34.700 pontos.
Resistências imediatas: 37.700, 38.700, 39.900 e 40.200 pontos.

DJI...após 11/11...suportes e resistências


DJI ao perder o suporte em 8.696 pontos formou um novo "pivô" de queda, que precisa ser confirmado desde que sua máxima não ultrapasse 8.870 pontos e a mínima se mantenha abaixo de 8.560 pontos. O gráfico diário sinaliza a continuidade da queda, mas pode haver alguma recuperação por haver relativa sobrevenda em alguns indicadores. Mercados futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.600, 8.530, 8.420 e 8.350 pontos.
Resistências imediatas: 8.780, 8.850, 8.900 e 9.160 pontos.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Bolsa de NY fecha em baixa por notícias negativas

por Agência ESTADO
11 de Novembro de 2008 20:48

O mercado de ações norte-americano fechou em baixa hoje pressionado pelas notícias relacionadas a American Express e a Starbucks, que reforçaram a extensão da desaceleração dos gastos de consumo nos Estados Unidos. Em outro setor, o de commodities, as ações da Devon Energy caíram diante das preocupações de que nem mesmo o banco central da China pode reativar a demanda mundial. Além disso, os temores sobre a viabilidade do setor automotivo dos EUA arrastaram as ações da General Motors para seu nível mais baixo desde a Segunda Guerra Mundial.

As ações da Starbucks caíram 2,06% depois de a rede de cafés ter alertado que estava abrindo menos lojas do que o planejado por causa de uma forte queda no lucro registrado em seu quarto trimestre fiscal. A rede, que construiu sua reputação com base em bebidas de preços premium, também está planejando vender bebidas a preços promocionais. As ações da American Express caíram 6,59% depois que a companhia de cartão de crédito pediu a mudança de seu status para banco holding, um movimento que foi interpretado como um grito de pedido para ter acesso ao plano de socorro financeiro do governo federal. Ainda no setor financeiro: Goldman Sachs subiu 4,87%, mas Morgan Stanley caiu 3,43%.

As ações da GM caíram mais 13,10%, enquanto as da Ford fecharam em baixa de 6,74%. Pouco antes do fechamento do mercado, a presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, disse que vai levar um projeto de lei ao plenário na próxima semana que tem como objetivo tornar a indústria automobilística elegível à assistência do plano de socorro de US$ 700 bilhões concebido para o setor financeiro.

Os preços do petróleo fecharam abaixo de US$ 60 por barril pela primeira vez desde março de 2007 e derrubaram as ações da companhia de perfuração Devon Energy em 4,88%. A queda dos preços do petróleo e de outras commodities sugere que um processo de "desinflação" está em andamento, na medida que a diminuição na demanda de consumidores e interesses comerciais ao redor do mundo ofuscam questões de oferta e induzem os preços para baixo.

O índice Dow Jones caiu 176,58 (1,99%) e fechou com 8.693,96 pontos. O Nasdaq recuou 35,84 pontos (2,22%) e fechou com 1.580,90 pontos. O S&P-500 caiu 20,26 pontos (2,20%) e fechou com 898,95 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 167,68 pontos (2,89%) e fechou com 5.634,37 pontos. O volume negociado na NYSE ficou em 1,226 bilhão de ações, de 1,143 bilhão de ações ontem. No Nasdaq, o volume ficou em 1,937 bilhão de ações, de 1,699 bilhão de ações negociadas ontem, com 715 ações fechando em alta e 2.129 em queda. As informações são da Dow Jones.

Bolsa fecha em alta de 1,32% e apaga perdas do mês

por Agência ESTADO
11 de Novembro de 2008 18:35

A uma hora do fechamento do pregão, a Bovespa apagou as perdas registradas até então e passou a subir, graças à redução das quedas nas bolsas norte-americanas. Os investidores aproveitaram a trégua dada por Wall Street para ir às compras, principalmente de ações ligadas às commodities (matérias-primas), ainda na esteira do pacotão econômico chinês, anunciado domingo. Vale virou para cima e as siderúrgicas, que já vinham exibindo altas, ampliaram os ganhos.

O Ibovespa terminou a terça-feira em alta de 1,32%, aos 37.261,90 pontos. Oscilou entre a mínima de 35.499 pontos (-3,47%) e a máxima de 37.629 pontos (+2,32%). No mês, voltou a subir, apenas 0,02%, mas continua tendo queda no ano, de 41,67%. Por causa do feriado do Dia do Veterano nos EUA, o giro financeiro foi um pouco menor e totalizou R$ 3,354 bilhões.

Às 18h18, em Nova York o índice Dow Jones perdia 1,48%, o S&P, 1,75%, e o Nasdaq, 1,54%. As perdas mais cedo eram muito maiores, diante das notícias ruins que continuam pipocando nos Estados Unidos.

Hoje, a construtora Toll Brothers e a rede de cafeterias Starbucks divulgaram queda nos resultados trimestrais, enquanto a American Express ganhou rápida aprovação do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para se tornar uma holding bancária e, assim, poder ter acesso ao fundo de resgate do governo americano de US$ 700 bilhões. Já a Alcoa anunciou um corte maior da produção de aço. Tais informações reforçam a percepção de que a inclinação dos consumidores aos gastos está piorando. "Não parece que vai melhorar, não importa quanto dinheiro vão jogar nas financeiras", disse um operador, segundo a Dow Jones.

O setor automotivo ilustra bem os efeitos da crise na economia real. As montadoras norte-americanas estão enfrentando problemas severos que terão que contar com a mão estatal para serem solucionados. O ícone desta safra ruim é a General Motors e sua saúde financeira debilitada. Seus papéis foram cotados hoje no menor valor desde 1943, a US$ 2,76, na mínima do dia. Além dela, os investidores também estão preocupados com as fabricantes de autopeças, que podem sofrer com a falta de caixa das montadoras e deixarem de receber em caso de concordatas.

O fato de as concordatas estarem se replicando também é um viés que contribui para manter esse clima de incerteza no ar. Ontem, a Circuit City pediu concordata e há uma grande chance de a GM fazer isso em breve. "Esse movimento tem que cessar para o dinheiro voltar ao mercado acionário", prognosticou o gestor da corretora Umuarama Rafael Moysés.

Por trás desse quadro nebuloso, no entanto, estão as injeções de recursos por parte dos governos para tentar impedir uma recessão e trazer de volta a normalidade às economias. E na brecha que houve hoje, a notícia do pacote bilionário do governo chinês encontrou espaço para ecoar na Bovespa, especialmente nas ações ligadas às commodities. A Vale, que vinha caindo desde a abertura, virou para cima e fechou com ganhos de mais de 1%. As ON avançaram 1,25% e as PNA, 1,23%. Gerdau PN subiu 6,3%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,78%, CSN ON, 3,54%, Usiminas PNA, 0,08%.

Petrobras chegou a subir, mas não sustentou os ganhos. Caiu 1,84% a ON e 0,17% a PN. Depois do fechamento do mercado, a estatal divulga seu balanço trimestral, para o qual o mercado espera um lucro de R$ 9,5 bilhões, na média. Em Nova York, o petróleo recuou 4,94% e fechou a US$ 59,33 por barril, o menor preço em 19 meses.

O setor elétrico também esteve na ponta de ganhos. Eletrobrás ON subiu 10,51% e PNB, 9,91%, respectivamente segunda e terceira maiores altas do Ibovespa. A empresa vai divulgar hoje seu balanço trimestral.

INDZ08...após 10/11...suportes e resistências



Suportes: 37.200, 36.750, 35.400 e 34.000
Resistências: 38.900, 40.200 e 40.800.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

IBOV...após 10/11...indefinição de tendências, por DJI....


Análise:

O Ibovespa abriu em 36.672 pontos, foi até a máxima em 38.725 pontos (+5,62%), refluiu com DJI, realizando até encontrar suporte, em 36.298 pontos (-1,00%). Na última hora de pregão reagiu para finalizar em 36.776 pontos (+0,30%), muito próximo do valor da abertura. Muita volatilidade, com oscilação de mais de 2.400 pontos entre a mínima e a máxima. O "candle" no gráfico diário, se assemelha a um estreito "martelo invertido vazio", que associado aos "martelos" dos 2 pregões anteriores, pode estar sinalizando a formação de um sub-canal de alta, com objetivo inicial de alta em 39.400 pontos. Para consolidar esse canal de alta é importante a manutenção do suporte em 36.296 pontos e fundamentalmente os 35.400 pontos (mínima da semana anterior).Os indicadores do gráfico diário se mantém indefinidos, com o estocástico sinalizando queda, enquanto o CCI/Ma cruzamento sinaliza alta. Os índices futuros antes da abertura poderão sinalizar qual a principal tendência.

Suportes imediatos: 36.700, 35.000 e 33.700 pontos.
Resistências imediatas: 37.000, 38.100, 39.400 e 39.700 pontos.

DJI... após 10/11... sobe e desce, por indefinição de tendências...


Análise:

Depois de abrir em alta e fazer topo em 9.159 pontos (+ 2,40%) DJI refluiu em um processo de realização, até encontrar suporte em 8.760 pontos (-2,07%) e daí (na última meia-hora) iniciar forte reação ao fechar em 8.871 pontos (-0,82%). Ao respeitar o suporte anterior em 8.640 pontos, DJI pode estar tentando formar um novo "pivô" de alta, desde que consiga também superar os 9.600 pontos (máxima da semana anterior). Rompendo as resistências em 8.885 e 8.945 pontos, seus próximos objetivos de alta estarão em 9.010 e 9.130 pontos. Por outro lado, a perda do suporte em 8.760 pontos poderá levar DJI a testar suportes em 8.640 e 8.520 pontos. O gráfico diário sinaliza principalmente a continuidade da queda, mas o gráfico de "30 minutos" indica o contrário, com alguns indicadores sinalizando uma retomada da alta provocada, pela boa reação verificada no final do pregão. Indicadores futuros sinalizarão melhor a tendência na abertura do pregão.

Suportes imediatos: 8.820, 8.760, 8.640 e 8.520 pontos.
Resistências imediatas: 9.000, 9.130, 9.180 e 9.370 pontos.

Bolsa de NY fecha em queda com montadoras e bancos

por Agência ESTADO
10 de Novembro de 2008 20:05

O mercado norte-americano de ações fechou o dia em queda, com preocupações quanto ao destino de grandes empresas contrabalançando as expectativas de que o pacote de estímulo à economia anunciado pela China possa conter a desaceleração da demanda global por bens e serviços.
O índice Dow Jones fechou em queda de 73,27 pontos, ou 0,82%, em 8.870,54 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 30,66 pontos, ou 1,86%, em 1.616,74 pontos. O S&P-500 caiu 11,78 pontos, ou 1,27%, para fechar em 919,21 pontos. O NYSE Composite caiu 69,93 pontos, ou 1,19%, para 5.802,05 pontos.
As ações das montadoras estavam entre as que mais caíram. "É óbvio que essas duas (General Motors e Ford) provavelmente vão precisar de algum tipo de ajuda para poder funcionar. Elas precisarão de mais ajuda para evitar a falência", observou o estrategista Ryan Detrick, da Schaeffer's Investment Research. As ações da GM caíram 22,94% e fecharam a US$ 3,36, nível mais baixo desde 1946, depois de os analistas do Deutsche Bank rebaixarem seu preço-alvo para zero; as da Ford recuaram 4,46%.
No setor financeiro, as ações do Goldman Sachs caíram 8,45%, depois de analistas da Barclays Capital preverem que a instituição deverá ter prejuízo no quarto trimestre; as do Citigroup recuaram 5,16%, depois de o Wall Street Journal dizer que a instituição está negociando a compra de um banco regional não identificado, depois de ver fracassar sua tentativa de adquirir o Wachovia. "A intervenção do governo está mudando as regras para os bancos de investimento e tornando difícil para eles encontrar algum negócio lucrativo além de emprestar para empresas. O governo não quer que essas instituições financeiras façam qualquer coisa, a não ser emprestar, pelo menos não como antes, com alavancagens, tomadas de risco etc. Isso quer dizer lucros significativa e permanentemente mais baixos para a maioria deles", observou Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund.
As ações da seguradora AIG subiram 8,06%, em reação ao anúncio de uma revisão no pacote governamental de socorro, aumentado para US$ 152 bilhões. As da agência de crédito hipotecário Fannie Mae caíram 2,70%, em reação a seu informe de resultados. Entre as empresas que divulgaram resultados também estava a Nortel Networks, da área de tecnologia (-18,80%). As da rede de lojas de produtos eletrônicos Circuit City caíram 56,00%, depois de a empresa pedir concordata. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa descola-se de NY e sobe com Petrobras e Vale

por Agência ESTADO
10 de Novembro de 2008 18:33

O pacote bilionário de ajuda à economia anunciado pela China fez a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abrir a segunda semana de novembro em alta, mas quase que as Bolsas norte-americanas estragam a festa. Depois de atingir mais de 5% de ganhos no melhor momento da sessão, puxada pelas ações de primeira linha (blue chips) e por papéis ligados às matérias-primas (commodities), a Bolsa brasileira, seguindo Nova York, virou para baixo no início da tarde. Porém, ao fim da sessão, o índice Bovespa conseguiu voltar ao terreno positivo e sustentou uma mísera parte dos ganhos até o fim.
No fechamento, o Ibovespa subiu 0,30%, a 36.776,27 pontos, após avançar 5,62%, a 38.725 pontos, na máxima do dia, e ceder 1%, a 36.298 pontos, na mínima. No mês, o indicador acumula perdas de -1,29% e, no ano, de -42,43%. O giro financeiro movimentou R$ 3,455 bilhões.
A ajuda de US$ 586 bilhões anunciada pelo governo chinês ontem, principalmente para o setor de infra-estrutura, foi a responsável pela alta das ações na Ásia e na Europa, além de puxar as commodities para cima. O pacote significa que o governo da China trabalha para impedir uma desaceleração econômica no país, o que é sinônimo de manutenção das compras de matérias-primas. Isso beneficia principalmente o Brasil, um dos grandes exportadores desses produtos aos chineses e também pelo fato de a Bolsa brasileira ser formada majoritariamente por empresas relacionadas a tais setores.
Foi por isso que a Bovespa chegou a subir 5,62% hoje. O fôlego, no entanto, foi interrompido pelo mau humor em Nova York. Depois de uma abertura positiva, os índices em Wall Street viraram para baixo, prejudicados, em primeiro plano, pelas ações das montadoras - General Motors (GM) em destaque - e, em segundo, pelas financeiras. Lá, as bolsas não conseguiram voltar ao positivo, pelo menos até o fechamento da Bovespa, e recuavam cerca de 2% faltando cerca de 30 minutos para o fim dos negócios em Nova York.

Ações

Na Bovespa, as blue chips Vale e Petrobras foram as mais negociadas, por conta da alta das commodities e, no caso da estatal petrolífera, em função da expectativa do balanço do terceiro trimestre deste ano, que sai amanhã. Ao fim, as ações ordinárias (ON) da Petrobras subiram 3,83%, e as preferenciais (PN), 2,97%. O contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro, negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), fechou em alta de 2,24%, para US$ 62,41 o barril.
Vale e as siderúrgicas - exceção para CSN - também subiram, ignorando as notícias de corte de produção divulgadas hoje pela Xstrata e Rio Tinto. Vale ON avançou 4,69% e PN classe A (PNA), 3,91%. A China é o maior cliente da Vale, respondendo por 20,1% da receita com exportações da mineradora no terceiro trimestre deste ano. Gerdau PN subiu 3,48%, Metalúrgica Gerdau PN, 4,81%, Usiminas PNA, 0,92%.

Restante da agenda do investidor para a segunda semana de novembro

por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
07/11/08 20h50



SÃO PAULO - Dentro da agenda da segunda semana de novembro, os investidores estarão atentos nos EUA às vendas do varejo referentes ao mês de outubro, a fim mensurar os impactos da desaceleração econômica no setor.
No cenário nacional, o destaque fica para os índices de preços a serem publicados, principalmente para o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) de novembro.

Terça-feira (11/11)

Brasil
07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à primeira quadrissemana de novembro. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

EUA
Será comemorado o Dia dos Veteranos no país, mas as bolsas de valores da região estarão abertas para negociações.


Quarta-feira (12/11)

Brasil
Não serão apresentados índices relevantes no País.

EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.


Quinta-feira (13/11)
Brasil

8h00 - A FGV publica o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de novembro. O índice, que é formado por um conjunto de parâmetros de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

EUA
11h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
11h30 - Atenção ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de setembro, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.
13h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.
17h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de outubro do Treasury Budget ( orçamento governamental).

Sexta-feira (14/11)

Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

EUA
11h30 - Principal destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de outubro, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.
11h30 - Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de outubro. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.
13h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês setembro.
13h00 - Para finalizar, a Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de novembro, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

Segunda-feira (17/11)

Brasil

8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h00 - A mesma instituição apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do segundo decêndio de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também o Vencimento de Opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

EUA
11h30 - O Fed de Nova York anuncia o NY Empire State Index de novembro, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.
12h15 - Atenção especial também para os números do setor industrial do mês de outubro, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

domingo, 9 de novembro de 2008

Futuros de Commodities em 07/11 e projeções para a segunda semana de novembro


Fonte: Bloomberg

Situação em 07/11

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 976.20 -3.25 989.24 990.76 973.94
S&P GSCI 420.39 1.44 425.14 429.93 418.21
RJ/CRB Commodity 256.84 -.26 257.11 258.08 256.31
Rogers Intl 2972.55 -5.72 2996.60 3033.59 2962.69
Brookshire Intl 328.54 -.94 333.42 333.98 327.46

Situação em 31/10

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1016.63 3.94 989.78 1018.78 984.64
S&P GSCI 449.46 8.66 435.20 452.51 427.01
RJ/CRB Commodity 268.39 1.85 266.34 268.39 263.10
Rogers Intl 3138.15 14.11 3068.99 3159.89 3034.36
Brookshire Intl 344.72 1.42 336.41 346.27 336.16

Variação semanal 31/10 a 07/11
INDICE Fechamento (31/10) Fechamento(07/11) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1016.63 976.20 - 3,98%
S&P GSCI 449.46 420.39 -6,47%
RJ/CRB Commodity 268.39 256.84 - 4,30%
Rogers Intl 3138.15 2972.55 -5 ,27%
Brookshire Intl 344.72 328.54 -4,69%

Análise:
Comparando em base semanal (fechamento 31/10 x fechamento 07/11), podemos observar uma realização nos preços nesta semana, depois do "rallie" de alta nos preços ocorrido na semana que antecedeu a eleição de Obama, nos EUA. A queda nos preços das commodities, foi cerca de 4,9 % em média, praticamente devolvendo o ganho da semana anterior.

Observando os principais gráficos, neste início de mês de novembro a queda acumulada já provocou perdas de 30 pontos nos preços de commodities quando comparados a preços médios praticados há um ano atrás, e a queda acumulada de julho/2008 até agora é praticamente o dobro dos ganhos auferidos no primeiro semestre do ano. O "candle" formado no gráfico semanal, se assemelha a um "marubozu" cheio, traduzindo a forte realização ocorrida na semana. Considerando-se que essa realização tenha sido mais reflexo dos ganhos da semana anterior do que o estabelecimento de uma tendência, é possível uma melhora no humor dos mercados, com as espectativas de pacotes e medidas econômicas que estão "em gestação" na Comunidade Européia e na Ásia. Porém, a principal tendência ainda continua indefinida e muita volatilidade poderá ser ainda esperada nesses mercados de commodities.

DJI...após 07/11...suportes e resistências para a 2a semana de novembro.


Análise:

DJI fechou a semana com queda, nos 8.944 pontos, porém formando um "candle" no gráfico semanal, semelhante a um "piercing cheio", que associado ao candle de alta da semana anterior, pode estar tentando formar um "pivô" de alta, desde que nesta próxima semana, respeite o suporte em 8.640 pontos (mínima da última semana) e consiga também superar os 9.600 pontos (máxima da semana anterior).

Suportes imediatos: 8.640, 8.350 e 8 mil pontos.
Resistências imediatas: 9.000, 9.600 e 9.800 pontos.

IBOV...após 07/11...suportes e resistências para a 2a semana de novembro


Análise:

O Ibovespa fechou a semana com leve queda, nos 36.665 pontos, porém formando um "candle" no gráfico semanal, semelhante a um "martelo cheio", que associado ao candle de alta da semana anterior, pode estar formando um "pivô" de alta, desde que nesta próxima semana, respeite o suporte em 35.400 pontos (mínima da última semana).

Suportes imediatos: 35.400, 29.440 e 27 mil pontos.
Resistências imediatas: 40.000, 41.800 e 45 mil pontos.