por Valor Econômico
28/11/2008
A alta do Ibovespa antes do feriado de Ação de Graças fechar Wall Street contou com a presença de um protagonista que nos últimos meses tinha assumido o papel de coadjuvante no mercado brasileiro: o investidor estrangeiro. Pelos últimos dados oficiais, na segunda-feira, quando o índice subiu 9,4%, entraram no pregão R$ 362,453 milhões, o que reduziu o saldo negativo do mês a R$ 1,815 bilhão. Na terça e na quarta-feiras, o capital externo seguiu lançando ordens de compras aqui e ali e há quem estime que o fluxo total tenha ficado próximo dos R$ 500 milhões nesta semana. Não é nada para soltar fogos, mas se esses dados se confirmarem novembro apresentará saídas líquidas na casa do R$ 1,6 bilhão, o melhor resultado mensal desde maio, quando ingressaram na Bovespa R$ 532,6 milhões. De lá para cá, a participação do capital externo no pregão caiu de 35,2% para 33,5%. No ano, a conta mostra ainda um imenso rombo, de R$ 24,849 bilhões até o dia 24, condição difícil de reverter mesmo que vingue a tese do rali de fim de ano. Não há ninguém muito convicto disso
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
IGP-M pede corte da Selic. 'Vendido' festeja
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
28/11/2008
A abrupta e vigorosa desaceleração do IGP-M deu razão e força à ala do mercado que defende um corte imediato da taxa Selic. O indicador acusou alta de 0,38% em novembro, ante 0,98% em outubro e estimativa Focus de 0,67%. Ninguém esperava um índice tão baixo. Derrubado pelas commodities agrícolas e pela descompressão dos preços industriais, o IGP-M mostrou que ninguém precisa temer os efeitos da desvalorização cambial sobre a inflação. O Copom estaria liberado para, sem medo de repiques inflacionários, voltar a reduzir a Selic e, com isso, tornar viável a meta governamental de crescimento do PIB em 2009, de 4%. "Nos preços dos produtos agrícolas, a descompressão das cotações de boa parte das commodities sobrepôs-se à desvalorização cambial recente", diz estudo da LCA. Já o conjunto dos produtos industriais, a despeito do alívio constatado em novembro, ainda carrega, segundo a consultoria, os efeitos das fortes elevações das cotações de importantes commodities registradas no primeiro semestre do ano. A evolução mais modesta da atividade econômica, associada ao atual desafogo de boa parte das commodities, poderá contudo "mitigar futuros repasses". Do piso do ano (R$ 1,5590, no fechamento do dia 1º de agosto) até ontem (R$ 2,2810), o dólar valorizou-se 46,3%. Os informes inflacionários tranqüilizadores confirmam a visão dos "vendidos em taxa" no mercado futuro de juros da BM&F. São eles os investidores estrangeiros (R$ 113 bilhões em posição vendida em CDI futuro) e os fundos nacionais (R$ 35,13 bilhões). Os fundos de capital externo adotam aqui a mesma posição assumida globalmente: para combater os efeitos recessivos da crise financeira, os bancos centrais precisam cortar os juros. Não consideram o Brasil um país "diferente" dos demais, um caso sui generis. É por isso que a aposta líquida é de uma redução do juro básico já na próxima reunião do Copom, dia 10 de dezembro. Os "comprados em taxa" discordam. São eles os bancos, com caixa comprado em DI futuro no valor de R$ 111,81 bilhões. Eles argumentam que os impactos nocivos da crise sobre a inflação ainda não chegaram plenamente ao consumidor. Mesmo o IGP-M muito baixo divulgado ontem seria uma prova de que as decisões de política monetária devem ser pautadas pela cautela. Afinal, a parte minoritária do IGP-M composta pelos preços ao consumidor apresentou aceleração de 0,25% em outubro para 0,52% em novembro.
28/11/2008
A abrupta e vigorosa desaceleração do IGP-M deu razão e força à ala do mercado que defende um corte imediato da taxa Selic. O indicador acusou alta de 0,38% em novembro, ante 0,98% em outubro e estimativa Focus de 0,67%. Ninguém esperava um índice tão baixo. Derrubado pelas commodities agrícolas e pela descompressão dos preços industriais, o IGP-M mostrou que ninguém precisa temer os efeitos da desvalorização cambial sobre a inflação. O Copom estaria liberado para, sem medo de repiques inflacionários, voltar a reduzir a Selic e, com isso, tornar viável a meta governamental de crescimento do PIB em 2009, de 4%. "Nos preços dos produtos agrícolas, a descompressão das cotações de boa parte das commodities sobrepôs-se à desvalorização cambial recente", diz estudo da LCA. Já o conjunto dos produtos industriais, a despeito do alívio constatado em novembro, ainda carrega, segundo a consultoria, os efeitos das fortes elevações das cotações de importantes commodities registradas no primeiro semestre do ano. A evolução mais modesta da atividade econômica, associada ao atual desafogo de boa parte das commodities, poderá contudo "mitigar futuros repasses". Do piso do ano (R$ 1,5590, no fechamento do dia 1º de agosto) até ontem (R$ 2,2810), o dólar valorizou-se 46,3%. Os informes inflacionários tranqüilizadores confirmam a visão dos "vendidos em taxa" no mercado futuro de juros da BM&F. São eles os investidores estrangeiros (R$ 113 bilhões em posição vendida em CDI futuro) e os fundos nacionais (R$ 35,13 bilhões). Os fundos de capital externo adotam aqui a mesma posição assumida globalmente: para combater os efeitos recessivos da crise financeira, os bancos centrais precisam cortar os juros. Não consideram o Brasil um país "diferente" dos demais, um caso sui generis. É por isso que a aposta líquida é de uma redução do juro básico já na próxima reunião do Copom, dia 10 de dezembro. Os "comprados em taxa" discordam. São eles os bancos, com caixa comprado em DI futuro no valor de R$ 111,81 bilhões. Eles argumentam que os impactos nocivos da crise sobre a inflação ainda não chegaram plenamente ao consumidor. Mesmo o IGP-M muito baixo divulgado ontem seria uma prova de que as decisões de política monetária devem ser pautadas pela cautela. Afinal, a parte minoritária do IGP-M composta pelos preços ao consumidor apresentou aceleração de 0,25% em outubro para 0,52% em novembro.
Tóquio sobe 1,7%, impulsionada por plano da China
por Agência ESTADO
28 de Novembro de 2008 07:30
A Bolsa de Tóquio fechou em alta graças ao otimismo gerado em parte pelos planos da China para investir pesadamente em infra-estrutura básica, que puxou para cima as ações de empresas ligadas às matérias-primas, como as "trading houses". O índice Nikkei 225 ganhou 138,88 pontos, ou 1,7%, e fechou aos 8.512,27 pontos. Na semana, o índice acumula alta de 7,6%, mas ainda registra ligeira desvalorização no acumulado do mês.
28 de Novembro de 2008 07:30
A Bolsa de Tóquio fechou em alta graças ao otimismo gerado em parte pelos planos da China para investir pesadamente em infra-estrutura básica, que puxou para cima as ações de empresas ligadas às matérias-primas, como as "trading houses". O índice Nikkei 225 ganhou 138,88 pontos, ou 1,7%, e fechou aos 8.512,27 pontos. Na semana, o índice acumula alta de 7,6%, mas ainda registra ligeira desvalorização no acumulado do mês.
INDZ08...após 27/11...suportes e resistências...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
IBOV...após 27/11...ainda em tendência de alta...

Em dia de "semi-feriado" e com baixíssimo volume, o Ibovespa abriu nos 36.470 pontos e em seguida veio buscar máxima nos 36.817 pontos, mas daí refluiu até sua mínima em 36.114 pontos. A partir disso, lenta e gradualmente, retomou a tendência de alta até encontrar resistência nos 36.880 pontos, de onde refluiu até finalizar em 36.213 pontos (-0,70%). Os principais indicadores do gráfico diário ainda sinalizam a tendência de alta, com objetivos iniciais em 38 mil pontos, mas alguns desses indicadores ainda se encontram relativamente sobrecomprados, com possibilidade de ocorrer alguma realização.Os mercados futuros deverão nortear o pregão.
Suportes imediatos: 35.900, 35.500, 35.000 e 34.400 pontos.
Resistências imediatas: 36.500, 36.700, 37.000, 37.900 e 38.500 pontos.
DJI...após 26/11...em tendencia de alta, podendo realizar...

DJI abriu em 8.464 pontos, veio buscar a mínima em 8.311 pontos, mas a partir daí iniciou um processo de recuperação continuado, retomando o patamar dos 8.400 pontos, para em seguida consolidar o patamar dos 8.500 pontos. Nas últimas horas de pregão, conseguiu com êxito romper os 8.600 pontos, atingindo a máxima nos 8.726 pontos ( +2,91%)no leilão de fechamento. DJI conseguiu sua quarta sessão seguida de alta, tentando demonstrar que pode ser essa sua principal tendência, pelo menos até a divulgação dos detalhes do pacote de administração da crise, gestado pela equipe do futuro governo de Obama. A sequência de pregões positivos, deu formação a um triângulo de alta, com objetivos iniciais em 8.800 pontos, cujo rompimento poderá levar DJI ao patamar dos 9.000 pontos, novamente. Os osciladores "esticados" estão sendo "aliviados", com manobras intraday de "idas e vindas". A principal tendência ainda é de alta, mas pode ocorrer alguma realização. Os índices futuros dos mercados americanos, antes da abertura poderão sinalizar com melhor precisão, a tendência para a abertura de DJI, após o feriado do "Dia de Ação de Graças".
Suportes imediatos: 8.700, 8.660, 8.470, 8.430 e 8.350 pontos.
Resistências imediatas: 8.800, 8.850, 8.900 e 9.200 pontos.
Em pregão apático sem Nova York, Ibovespa cai 0,70%
por Agência ESTADO
27 de Novembro de 2008 18:36
Como era esperado neste feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, e depois de três pregões em alta, a Bovespa engatou uma realização de lucros. Mas o movimento foi muito tímido e pautado por baixo volume de negócios, além da fraca vontade dos investidores em se desfazer de papéis.
O Ibovespa terminou o dia com desvalorização de 0,70%, aos 36.212,65 pontos. Oscilou entre a mínima de 36.114 pontos (-0,97%) e a máxima de 36.817 pontos (+0,95%). No mês, acumula perdas de 2,80% e, no ano, de 43,32%. O giro financeiro foi o menor de novembro, ao somar R$ 1,739 bilhão.
Apesar de o Ibovespa ter subido mais de 16% em 3 pregões, reduzindo consideravelmente as perdas de novembro até ontem, os investidores evitaram hoje engatar uma forte realização de lucros. As notícias positivas dos últimos dias lá fora acenderam a vontade de que a crise pode estar dando indícios de melhora, o que leva à manutenção e também à compra de papéis - hoje, o governo espanhol anunciou que vai aprovar um pacote de estímulo de 11 bilhões de euros para reativar a economia. Ainda é cedo para fazer prognósticos, mas explica a queda tímida do Ibovespa nesta sessão.
Diante da apatia justificada pela folga de um feriado, foi amplificada a notícia de que a Petrobras pegou um empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para recompor seu caixa. Os recursos teriam sido levantados no fim de outubro e, segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apresentou a denúncia, haveria suspeita de que a estatal estaria sofrendo sério problema de caixa.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, negou que a operação fosse um sinal de que a estatal estivesse descapitalizada. "Foi um problema imediato de caixa" para pagar impostos, segundo ela. E a própria estatal minimizou a operação. Perto do término da sessão da Bovespa, o diretor de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que a operação com a Caixa é trivial e que, como essa, a estatal fez 21 ao longo do ano com outras instituições.
Os papéis da Petrobras fecharam em baixa de 2,48% os ON e 2,78% os PN. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo janeiro operava, às 18h20 (de Brasília), em baixa de 0,72%, a US$ 54,05 por barril. A outra blue chip (ação de primeira linha), Vale, fechou em baixa de 1,96% a ON e de 0,94% a PNA.
27 de Novembro de 2008 18:36
Como era esperado neste feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, e depois de três pregões em alta, a Bovespa engatou uma realização de lucros. Mas o movimento foi muito tímido e pautado por baixo volume de negócios, além da fraca vontade dos investidores em se desfazer de papéis.
O Ibovespa terminou o dia com desvalorização de 0,70%, aos 36.212,65 pontos. Oscilou entre a mínima de 36.114 pontos (-0,97%) e a máxima de 36.817 pontos (+0,95%). No mês, acumula perdas de 2,80% e, no ano, de 43,32%. O giro financeiro foi o menor de novembro, ao somar R$ 1,739 bilhão.
Apesar de o Ibovespa ter subido mais de 16% em 3 pregões, reduzindo consideravelmente as perdas de novembro até ontem, os investidores evitaram hoje engatar uma forte realização de lucros. As notícias positivas dos últimos dias lá fora acenderam a vontade de que a crise pode estar dando indícios de melhora, o que leva à manutenção e também à compra de papéis - hoje, o governo espanhol anunciou que vai aprovar um pacote de estímulo de 11 bilhões de euros para reativar a economia. Ainda é cedo para fazer prognósticos, mas explica a queda tímida do Ibovespa nesta sessão.
Diante da apatia justificada pela folga de um feriado, foi amplificada a notícia de que a Petrobras pegou um empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para recompor seu caixa. Os recursos teriam sido levantados no fim de outubro e, segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apresentou a denúncia, haveria suspeita de que a estatal estaria sofrendo sério problema de caixa.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, negou que a operação fosse um sinal de que a estatal estivesse descapitalizada. "Foi um problema imediato de caixa" para pagar impostos, segundo ela. E a própria estatal minimizou a operação. Perto do término da sessão da Bovespa, o diretor de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que a operação com a Caixa é trivial e que, como essa, a estatal fez 21 ao longo do ano com outras instituições.
Os papéis da Petrobras fecharam em baixa de 2,48% os ON e 2,78% os PN. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo janeiro operava, às 18h20 (de Brasília), em baixa de 0,72%, a US$ 54,05 por barril. A outra blue chip (ação de primeira linha), Vale, fechou em baixa de 1,96% a ON e de 0,94% a PNA.
INDZ08...após 26/11...suportes e resistências...
IBOV...após 26/11...pode realizar, antes de retomar sua tendência de alta...

O Ibovespa abriu nos 34.813 pontos e na primeira hora de pregão veio buscar sua mínima em 34.318 pontos (-1,40%). A partir daí, retomou sua tendência de alta para atingir inicialmente o patamar dos 36 mil pontos até a primeira metade do pregão e em sintonia com DJI, veio buscar a máxima na última meia-hora do pregão, em 36.877 pontos ( +5,92%), para finalizar em seguida em 36.469 pontos (+4,75%). Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da alta, mas alguns desses indicadores já se encontram relativamente sobrecomprados, sinalizando a possibilidade de alguma realização, na abertura, para depois o Ibovespa retomar sua principal tendência. Com o feriado americano do Dia de Ação de Graças, o volume deverá fraco e alguma volatilidade pode ser esperada, por conta disso. Os mercados futuros deverão nortear o pregão.
Suportes imediatos: 36.000, 35.500, 35.100 e 34.000 pontos.
Resistências imediatas: 36.550, 37.000, 37.750 e 38.200 pontos.
Restante da agenda do investidor para a última semana de novembro
por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
21/11/08 19h22
SÃO PAULO - Dentro da agenda da última semana de novembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, à segunda prévia do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano referente ao terceiro trimestre.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) de novembro e às Notas do Banco Central.
Quinta-feira (27/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
EUA
Será comemorado o Dia de Ações de Graças no país, e, conseqüentemente, não haverá pregão.
Sexta-feira (28/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de novembro, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
10h00 - O BC anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de outubro, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Segunda-feira (1/12)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de novembro, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
EUA
13h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de novembro, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.
13h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de outubro, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
21/11/08 19h22
SÃO PAULO - Dentro da agenda da última semana de novembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, à segunda prévia do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano referente ao terceiro trimestre.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) de novembro e às Notas do Banco Central.
Quinta-feira (27/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
EUA
Será comemorado o Dia de Ações de Graças no país, e, conseqüentemente, não haverá pregão.
Sexta-feira (28/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de novembro, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
10h00 - O BC anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de outubro, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Segunda-feira (1/12)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de novembro, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
EUA
13h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de novembro, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.
13h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de outubro, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Bolsas de NY fecham em alta com Obama; GM lidera
por Agência ESTADO
26 de Novembro de 2008 20:05
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, em dia de volumes reduzidos por causa do feriado de amanhã (Dia de Ação de Graças). Os índices Dow Jones e S&P-500 tiveram o quarto dia consecutivo de altas, o que não acontecia desde abril no caso do Dow Jones e desde maio no do S&P-500; este último acumula sua maior alta em quatro dias desde 1933.
O índice Dow Jones fechou em alta de 247,14 pontos, ou 2,91%, em 8.726,61 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 67,37 pontos, ou 4,60%, em 1.532,10 pontos. O S&P-500 subiu 30,29 pontos, ou 3,53%, para fechar em 887,68 pontos. O NYSE Composite subiu 172,02 pontos, ou 3,20%, para 5.547,38 pontos.
As Bolsas abriram em queda, em reação a vários indicadores econômicos negativos, entre eles os dados de encomendas de bens duráveis, gastos do consumidor, vendas de imóveis residenciais novos e os índices de atividade dos gerentes de compras de Chicago e de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. A recuperação aconteceu depois de o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, dizer que "a ajuda está a caminho" e anunciar a formação de um conselho de assessores econômicos a ser liderado pelo ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) Paul Volcker.
Das 30 componentes do Dow Jones, somente duas ações fecharam em queda (Johnson & Johnson caiu 0,73% e Procter & Gamble perdeu 0,03%). O destaque positivo foi General Motors, com alta de 35,11%, depois de um analista de o Deutsche Bank dizer que as montadoras norte-americanas deverão conseguir os pretendidos US$ 25 bilhões em ajuda do governo; elas têm até 2 de dezembro para apresentar um plano de viabilidade ao Congresso e haverá nesta sexta-feira uma audiência sobre isso no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara; o Comitê de Bancos do Senado deverá discutir a questão na próxima semana. As ações da Ford fecharam em alta de 29,52%.
No setor financeiro, as ações do Citigroup subiram 15,95%, depois de anunciado o cancelamento de uma aquisição alavancada de ações da operadora canadense de telefonia fixa BCE, da qual o Citi seria um dos financiadores, com US$ 11 bilhões. No setor de petróleo, as ações da ExxonMobil subiram 3,56% e as da Chevron avançaram 4,44%, em reação à alta dos preços do produto. As informações são da Dow Jones.
26 de Novembro de 2008 20:05
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, em dia de volumes reduzidos por causa do feriado de amanhã (Dia de Ação de Graças). Os índices Dow Jones e S&P-500 tiveram o quarto dia consecutivo de altas, o que não acontecia desde abril no caso do Dow Jones e desde maio no do S&P-500; este último acumula sua maior alta em quatro dias desde 1933.
O índice Dow Jones fechou em alta de 247,14 pontos, ou 2,91%, em 8.726,61 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 67,37 pontos, ou 4,60%, em 1.532,10 pontos. O S&P-500 subiu 30,29 pontos, ou 3,53%, para fechar em 887,68 pontos. O NYSE Composite subiu 172,02 pontos, ou 3,20%, para 5.547,38 pontos.
As Bolsas abriram em queda, em reação a vários indicadores econômicos negativos, entre eles os dados de encomendas de bens duráveis, gastos do consumidor, vendas de imóveis residenciais novos e os índices de atividade dos gerentes de compras de Chicago e de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. A recuperação aconteceu depois de o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, dizer que "a ajuda está a caminho" e anunciar a formação de um conselho de assessores econômicos a ser liderado pelo ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) Paul Volcker.
Das 30 componentes do Dow Jones, somente duas ações fecharam em queda (Johnson & Johnson caiu 0,73% e Procter & Gamble perdeu 0,03%). O destaque positivo foi General Motors, com alta de 35,11%, depois de um analista de o Deutsche Bank dizer que as montadoras norte-americanas deverão conseguir os pretendidos US$ 25 bilhões em ajuda do governo; elas têm até 2 de dezembro para apresentar um plano de viabilidade ao Congresso e haverá nesta sexta-feira uma audiência sobre isso no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara; o Comitê de Bancos do Senado deverá discutir a questão na próxima semana. As ações da Ford fecharam em alta de 29,52%.
No setor financeiro, as ações do Citigroup subiram 15,95%, depois de anunciado o cancelamento de uma aquisição alavancada de ações da operadora canadense de telefonia fixa BCE, da qual o Citi seria um dos financiadores, com US$ 11 bilhões. No setor de petróleo, as ações da ExxonMobil subiram 3,56% e as da Chevron avançaram 4,44%, em reação à alta dos preços do produto. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa sobe e acumula alta de quase 17% em 3 dias
por Agência ESTADO
26 de Novembro de 2008 18:45
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ignorou os indicadores ruins divulgados hoje nos Estados Unidos e, na esteira do noticiário positivo dos últimos dias sobre 'pacotes' e 'cortes de juros' engatou seu terceiro pregão consecutivo em alta. O índice Bovespa subiu mais de 4% na sessão de hoje, reduzindo as perdas de novembro a pouco mais de 2%. Os mercado em Wall Street, que reagiram em baixa à bateria de números ruins, também mudaram de sinal à tarde, dando fôlego ao mercado doméstico.
O Ibovespa terminou o dia com valorização de 4,76%, a 36.469,61 pontos, após oscilar entre a mínima de 34.319 pontos (-1,42%) e a máxima de 36.877 pontos (+5,93%). Entre segunda-feira e hoje, o indicador fechou em alta e acumulou ganhos de 16,7%. No mês, as perdas foram reduzidas a -2,11%, revertendo parte das perdas de mais de 16% registradas em novembro até a última sexta-feira (dia 21). No ano, porém, a desvalorização do indicador chega a -42,91%. O giro financeiro totalizou R$ 4,501 bilhões.
Analistas consultados afirmaram que não houve uma razão específica para a disparada da Bovespa hoje, mas uma conjunção de fatores, entre eles, os sucessivos pacotes anunciados recentemente. Ontem, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) anunciou a injeção de US$ 800 bilhões na economia norte-americana e, hoje, foi a vez de a União Européia (UE) comunicar um pacote de 200 bilhões de euros em gastos governamentais. A China também foi notícia ao cortar sua taxa de juros, o que favoreceu a recuperação dos preços das matérias-primas (commodities). A expectativa de que as montadoras vão apresentar um plano que lhes permita receber recursos aprovados pelo Congresso também foi assunto nas mesas.
Outro fator que tem tido um peso considerável nas decisões de negócios com ações é a formação da equipe econômica do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Hoje, ele anunciou a escolha do ex-presidente do Fed Paul Volcker para chefiar o novo Conselho Consultivo para Recuperação Econômica, encarregado de ajudar o país a sair da recessão e de estabilizar os mercados financeiros. Obama também confirmou que seu conselheiro econômico Austan Goolsbee servirá no novo painel, assim como no Conselho de Consultores Econômicos. Outros membros deste conselho serão nomeados nas próximas semanas, segundo Obama.
Esta pode ser a razão para que os péssimos números conhecidos hoje sobre a economia norte-americana não tiveram força para empurrar as principais praças financeiras para o terreno negativo. Os dados, porém, não são desprezíveis: houve queda da confiança do consumidor, dos gastos com consumo, das vendas de imóveis novos, das encomendas de bens duráveis e também da inflação, refletindo a fraqueza na atividade.
O feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, amanhã, também pode ter motivado os investidores a irem às compras hoje, por causa da proximidade do fim do mês, e uma vez que as Bolsas de Nova York não funcionam amanhã e fecham mais cedo na sexta-feira (dia 28). Sem a referência de Wall Street amanhã, o volume financeiro tende a ser ainda mais fraco do que tem sido.
Ações
A recuperação do Ibovespa foi puxada principalmente por ações ligadas às commodities - blue chips e siderúrgicas - e bancos. Os papéis ordinários (ON) da Petrobras subiram 4,85% e os preferenciais (PN), 5,99%. Ontem à noite, a Petrobras anunciou a descoberta de hidrocarbonetos no poço 1-BRSA-669-BAS (1-BAS-147), localizado ao sul da Bacia do Jequitinhonha, em reservatórios arenosos acima da camada de sal.
Também fecharam em alta as ações ON da Vale, que avançaram 2,91%, e as PN classe A (PNA), com alta de 2,22%. No setor siderúrgico, Gerdau PN subiu 12,34%, Usiminas PNA teve alta de 4,63% e CSN ON avançou 5,40%. No setor bancário, Bradesco PN ganhou 5,69%, Itaú PN subiu 7,33% e Banco do Brasil ON avançou 9,39%.
26 de Novembro de 2008 18:45
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ignorou os indicadores ruins divulgados hoje nos Estados Unidos e, na esteira do noticiário positivo dos últimos dias sobre 'pacotes' e 'cortes de juros' engatou seu terceiro pregão consecutivo em alta. O índice Bovespa subiu mais de 4% na sessão de hoje, reduzindo as perdas de novembro a pouco mais de 2%. Os mercado em Wall Street, que reagiram em baixa à bateria de números ruins, também mudaram de sinal à tarde, dando fôlego ao mercado doméstico.
O Ibovespa terminou o dia com valorização de 4,76%, a 36.469,61 pontos, após oscilar entre a mínima de 34.319 pontos (-1,42%) e a máxima de 36.877 pontos (+5,93%). Entre segunda-feira e hoje, o indicador fechou em alta e acumulou ganhos de 16,7%. No mês, as perdas foram reduzidas a -2,11%, revertendo parte das perdas de mais de 16% registradas em novembro até a última sexta-feira (dia 21). No ano, porém, a desvalorização do indicador chega a -42,91%. O giro financeiro totalizou R$ 4,501 bilhões.
Analistas consultados afirmaram que não houve uma razão específica para a disparada da Bovespa hoje, mas uma conjunção de fatores, entre eles, os sucessivos pacotes anunciados recentemente. Ontem, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) anunciou a injeção de US$ 800 bilhões na economia norte-americana e, hoje, foi a vez de a União Européia (UE) comunicar um pacote de 200 bilhões de euros em gastos governamentais. A China também foi notícia ao cortar sua taxa de juros, o que favoreceu a recuperação dos preços das matérias-primas (commodities). A expectativa de que as montadoras vão apresentar um plano que lhes permita receber recursos aprovados pelo Congresso também foi assunto nas mesas.
Outro fator que tem tido um peso considerável nas decisões de negócios com ações é a formação da equipe econômica do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Hoje, ele anunciou a escolha do ex-presidente do Fed Paul Volcker para chefiar o novo Conselho Consultivo para Recuperação Econômica, encarregado de ajudar o país a sair da recessão e de estabilizar os mercados financeiros. Obama também confirmou que seu conselheiro econômico Austan Goolsbee servirá no novo painel, assim como no Conselho de Consultores Econômicos. Outros membros deste conselho serão nomeados nas próximas semanas, segundo Obama.
Esta pode ser a razão para que os péssimos números conhecidos hoje sobre a economia norte-americana não tiveram força para empurrar as principais praças financeiras para o terreno negativo. Os dados, porém, não são desprezíveis: houve queda da confiança do consumidor, dos gastos com consumo, das vendas de imóveis novos, das encomendas de bens duráveis e também da inflação, refletindo a fraqueza na atividade.
O feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, amanhã, também pode ter motivado os investidores a irem às compras hoje, por causa da proximidade do fim do mês, e uma vez que as Bolsas de Nova York não funcionam amanhã e fecham mais cedo na sexta-feira (dia 28). Sem a referência de Wall Street amanhã, o volume financeiro tende a ser ainda mais fraco do que tem sido.
Ações
A recuperação do Ibovespa foi puxada principalmente por ações ligadas às commodities - blue chips e siderúrgicas - e bancos. Os papéis ordinários (ON) da Petrobras subiram 4,85% e os preferenciais (PN), 5,99%. Ontem à noite, a Petrobras anunciou a descoberta de hidrocarbonetos no poço 1-BRSA-669-BAS (1-BAS-147), localizado ao sul da Bacia do Jequitinhonha, em reservatórios arenosos acima da camada de sal.
Também fecharam em alta as ações ON da Vale, que avançaram 2,91%, e as PN classe A (PNA), com alta de 2,22%. No setor siderúrgico, Gerdau PN subiu 12,34%, Usiminas PNA teve alta de 4,63% e CSN ON avançou 5,40%. No setor bancário, Bradesco PN ganhou 5,69%, Itaú PN subiu 7,33% e Banco do Brasil ON avançou 9,39%.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
IBOV...após 25/11...tendência de alta continua...

O Ibovespa abriu nos 34.189 pontos e na primeira hora de pregão veio buscar sua mínima em 33.620 pontos (-1,66%). A partir daí ganhou impulso, para atingir sua máxima em 35.532 pontos ( +3,93%), ainda na primeira metade do pregão. Daí refluiu até encontrar suporte em 34.035 pontos, de onde tentou se recuperar, vindo a atingir na última meia-hora de pregão 34.813 pontos (+1,83%), onde finalizou. Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da alta, mas alguns desses indicadores já se encontram relativamente sobrecomprados, sinalizando a possibilidade de alguma realização, antes do Ibovespa retomar a principal tendência.
Suportes imediatos: 34.200, 33.750 e 33.500 pontos.
Resistências imediatas: 35.200, 35.750, 35.900 e 36.600 pontos.
DJI...após 25/11...tendência ainda de alta...

Após abrir em 8.445 pontos, DJI subiu na primeira hora de pregão até encontrar resistência na máxima do dia, nos 8.606 pontos (+1,93%). Refluiu desse patamar até a mínima nos 8.282 pontos e a partir daí, na segunda metade do pregão, retomou sua alta até os 8.552 pontos, para finalizar logo após em 8.479 pontos ( +0,43%). DJI com a terceira sessão seguida de alta, está tentando estabelecer novo sub-canal de alta, tentando se firmar acima dos 8.500 pontos. A principal tendência ainda é de alta. Mas, face a forte volatilidade de DJI, os índices futuros dos mercados americanos, antes da abertura poderão sinalizar com melhor precisão, a tendência para a abertura de DJI.
Suportes imediatos: 8.340, 8.250 e 8.040 pontos.
Resistências imediatas: 8.500, 8.560, 8.600, 8.640 e 8.850 pontos.
Bolsa de NY fecha em alta com novo pacote; Nasdaq cai
por Agência ESTADO
25 de Novembro de 2008 19:59
O mercado norte-americano de ações fechou com os índices Dow Jones e S&P-500 em alta e o Nasdaq em baixa. O Dow Jones acumula três dias consecutivos de altas, pela primeira vez desde agosto; o S&P-500 também subiu nos três últimos pregões, o que não acontecia desde setembro. O Nasdaq, concentrado em ações do setor de tecnologia, caiu em reação ao informe de resultados da Hewlett-Packard.
O índice Dow Jones fechou em alta de 36,08 pontos, ou 0,43%, em 8.479,47 pontos. A mínima foi em 8.281,46 pontos e a máxima em 8.607,38 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 7,29 pontos, ou 0,50%, em 1.464,73 pontos. O S&P-500 subiu 5,58 pontos, ou 0,66%, para fechar em 857,39 pontos. O NYSE Composite subiu 61,58 pontos, ou 1,16%, para 5.375,34 pontos.
A maioria das ações subiu em reação ao plano do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para injetar liquidez nos mercados de financiamento de dívidas de curto prazo. A expectativa de que isso melhore as condições do mercado de crédito fez subirem ações como as da construtora de casas DR Horton (+38,00%, apesar de nova queda no índice de preços de móveis residenciais Case-Shiller) e as da agência de crédito educativo SLM Corp. (conhecida como Sallie Mae), cujas ações avançaram 22,03%. As ações dos bancos também subiram: JPMorgan Chase avançou 7,94%, Citigroup ganhou 2,18% e Bank of America registrou elevação de 1,44%.
No setor de tecnologia, as ações da Hewlett-Packard caíram 5,88%; as da Intel recuaram 3,17% e as da Microsoft fecharam em queda de 3,38%. No setor de mineração, as ações da BHP Billiton subiram 14,51%, depois de a empresa anunciar que desistiu da tentativa de adquirir a rival Rio Tinto, por causa das condições do mercado de crédito e dos preços baixos dos minérios; as ações da Rio Tinto caíram 27,33%. As informações são da Dow Jones.
25 de Novembro de 2008 19:59
O mercado norte-americano de ações fechou com os índices Dow Jones e S&P-500 em alta e o Nasdaq em baixa. O Dow Jones acumula três dias consecutivos de altas, pela primeira vez desde agosto; o S&P-500 também subiu nos três últimos pregões, o que não acontecia desde setembro. O Nasdaq, concentrado em ações do setor de tecnologia, caiu em reação ao informe de resultados da Hewlett-Packard.
O índice Dow Jones fechou em alta de 36,08 pontos, ou 0,43%, em 8.479,47 pontos. A mínima foi em 8.281,46 pontos e a máxima em 8.607,38 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 7,29 pontos, ou 0,50%, em 1.464,73 pontos. O S&P-500 subiu 5,58 pontos, ou 0,66%, para fechar em 857,39 pontos. O NYSE Composite subiu 61,58 pontos, ou 1,16%, para 5.375,34 pontos.
A maioria das ações subiu em reação ao plano do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para injetar liquidez nos mercados de financiamento de dívidas de curto prazo. A expectativa de que isso melhore as condições do mercado de crédito fez subirem ações como as da construtora de casas DR Horton (+38,00%, apesar de nova queda no índice de preços de móveis residenciais Case-Shiller) e as da agência de crédito educativo SLM Corp. (conhecida como Sallie Mae), cujas ações avançaram 22,03%. As ações dos bancos também subiram: JPMorgan Chase avançou 7,94%, Citigroup ganhou 2,18% e Bank of America registrou elevação de 1,44%.
No setor de tecnologia, as ações da Hewlett-Packard caíram 5,88%; as da Intel recuaram 3,17% e as da Microsoft fecharam em queda de 3,38%. No setor de mineração, as ações da BHP Billiton subiram 14,51%, depois de a empresa anunciar que desistiu da tentativa de adquirir a rival Rio Tinto, por causa das condições do mercado de crédito e dos preços baixos dos minérios; as ações da Rio Tinto caíram 27,33%. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa encerra o dia com ganhos de 1,83%
por Agência ESTADO
25 de Novembro de 2008 18:31
Num pregão bastante volátil, a Bovespa conseguiu descolar-se da tendência predominantemente baixista em Wall Street e fechar no azul, favorecida pelas ações de siderúrgicas, bancos e construtoras. As sucessivas medidas de ajuda divulgadas nos Estados Unidos - hoje foram US$ 800 bilhões, um dia depois do socorro ao Citigroup - têm feito com que os poucos investidores domésticos relutem um pouco em se desfazer dos papéis.
Assim, o Ibovespa, principal índice, terminou a sessão com ganhos de 1,83%, aos 34.812,86 pontos, mas chegou a atingir 3,93% de elevação (35.532 pontos), no final da manhã, com o anúncio da ajuda do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA). Na mínima, tocou em 33.620 pontos (-1,66%). No mês, acumula perdas de 6,56% e, no ano, de 45,51%. O giro financeiro totalizou R$ 3,729 bilhões.
O Fed lançou um programa de US$ 200 bilhões para o crédito ao consumidor e um de US$ 600 bilhões para o mercado de títulos lastreado em hipotecas nos EUA. O objetivo é "reduzir o custo e aumentar a disponibilidade de crédito para a compra de imóveis, o que, por sua vez, irá sustentar os mercados imobiliários e alimentar condições melhores nos mercados financeiros de modo geral".
Os especialistas gostaram principalmente da ajuda aos consumidores, visto que, até então, eram as instituições as principais beneficiadas da ajuda do governo. Vide ontem o Citigroup, que recebeu US$ 20 bilhões diretamente do Fed, além de ter garantidos US$ 306 bilhões em ativos. Ao colocar o consumidor como beneficiário, o Fed está de olho no reaquecimento econômico, visto que os gastos deles correspondem a 70% da atividade econômica do país - e haviam caído no terceiro trimestre.
Ações
O setor de construção, um dos mais castigados na Bovespa por causa da liquidez mais estreita, subiu hoje na esteira do relatório do BC sobre o crédito. Segundo a autoridade monetária doméstica, o estoque de operações de crédito do sistema financeiro cresceu 2,9% em outubro, ante setembro, totalizando R$ 1,187 trilhão. No acumulado do ano, o crédito registra expansão de 26,8% e a alta é de 34,6% nos últimos 12 meses. O volume de novas concessões, entretanto, caiu 3% ante setembro, para R$ 157,257 bilhões, liderado pelo segmento de pessoas físicas (-3,5%). Cyrela ON foi a segunda maior alta do Ibovespa, ao subir 14,10%. Rossi Residencial ON avançou 8,09% e Gafisa ON, 4,64%.
Vale ON fechou em alta de 2,68% e PNA, de 1,96%. Usiminas PNA subiu 2,75%; CSN ON, 4,34%; Gerdau Metalúrgica PN, 9,20%; e Gerdau PN, 4,88%. No setor financeiro, BB ON subiu 3,04%; Itaú, 4,62%; Unibanco Unit, 4,47%; e Bradesco PN, 2,20%. Petrobras virou para cima no final: as ações ON avançaram 1,72% e as PN, 0,68%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para janeiro terminou cotado a US$ 50,77 o barril, com retração de 6,84%.
EUA
Os pacotes anunciados hoje puxaram as Bolsas de Nova York temporariamente para cima, mas os índices conhecidos hoje fizeram o rumo se inverter. Entre os dados conhecidos nos EUA, o principal foi a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, quando foi reduzido de -0,3% para -0,5%. O único número favorável foi o índice de confiança do consumidor norte-americano medido pela Conference Board, que ficou em 44,9 em novembro, do número revisado de 38,8 em outubro.
Às 18h17, Dow Jones e S&P firmavam-se em alta: o Dow Jones subia 0,48%, o S&P avançava 0,50%, mas o Nasdaq perdia 0,78%. O índice das ações do setor de tecnologia sofreu com o desempenho dos papéis da HP, que, no relatório do lucro do terceiro trimestre, divulgado ontem, manteve uma perspectiva forte para 2009, o que fez alguns analistas especularem se a empresa não está otimista demais diante de uma desaceleração econômica global. Com isso, os investidores bateram em papéis da empresa, além de ações de tecnologia como um todo.
25 de Novembro de 2008 18:31
Num pregão bastante volátil, a Bovespa conseguiu descolar-se da tendência predominantemente baixista em Wall Street e fechar no azul, favorecida pelas ações de siderúrgicas, bancos e construtoras. As sucessivas medidas de ajuda divulgadas nos Estados Unidos - hoje foram US$ 800 bilhões, um dia depois do socorro ao Citigroup - têm feito com que os poucos investidores domésticos relutem um pouco em se desfazer dos papéis.
Assim, o Ibovespa, principal índice, terminou a sessão com ganhos de 1,83%, aos 34.812,86 pontos, mas chegou a atingir 3,93% de elevação (35.532 pontos), no final da manhã, com o anúncio da ajuda do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA). Na mínima, tocou em 33.620 pontos (-1,66%). No mês, acumula perdas de 6,56% e, no ano, de 45,51%. O giro financeiro totalizou R$ 3,729 bilhões.
O Fed lançou um programa de US$ 200 bilhões para o crédito ao consumidor e um de US$ 600 bilhões para o mercado de títulos lastreado em hipotecas nos EUA. O objetivo é "reduzir o custo e aumentar a disponibilidade de crédito para a compra de imóveis, o que, por sua vez, irá sustentar os mercados imobiliários e alimentar condições melhores nos mercados financeiros de modo geral".
Os especialistas gostaram principalmente da ajuda aos consumidores, visto que, até então, eram as instituições as principais beneficiadas da ajuda do governo. Vide ontem o Citigroup, que recebeu US$ 20 bilhões diretamente do Fed, além de ter garantidos US$ 306 bilhões em ativos. Ao colocar o consumidor como beneficiário, o Fed está de olho no reaquecimento econômico, visto que os gastos deles correspondem a 70% da atividade econômica do país - e haviam caído no terceiro trimestre.
Ações
O setor de construção, um dos mais castigados na Bovespa por causa da liquidez mais estreita, subiu hoje na esteira do relatório do BC sobre o crédito. Segundo a autoridade monetária doméstica, o estoque de operações de crédito do sistema financeiro cresceu 2,9% em outubro, ante setembro, totalizando R$ 1,187 trilhão. No acumulado do ano, o crédito registra expansão de 26,8% e a alta é de 34,6% nos últimos 12 meses. O volume de novas concessões, entretanto, caiu 3% ante setembro, para R$ 157,257 bilhões, liderado pelo segmento de pessoas físicas (-3,5%). Cyrela ON foi a segunda maior alta do Ibovespa, ao subir 14,10%. Rossi Residencial ON avançou 8,09% e Gafisa ON, 4,64%.
Vale ON fechou em alta de 2,68% e PNA, de 1,96%. Usiminas PNA subiu 2,75%; CSN ON, 4,34%; Gerdau Metalúrgica PN, 9,20%; e Gerdau PN, 4,88%. No setor financeiro, BB ON subiu 3,04%; Itaú, 4,62%; Unibanco Unit, 4,47%; e Bradesco PN, 2,20%. Petrobras virou para cima no final: as ações ON avançaram 1,72% e as PN, 0,68%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para janeiro terminou cotado a US$ 50,77 o barril, com retração de 6,84%.
EUA
Os pacotes anunciados hoje puxaram as Bolsas de Nova York temporariamente para cima, mas os índices conhecidos hoje fizeram o rumo se inverter. Entre os dados conhecidos nos EUA, o principal foi a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, quando foi reduzido de -0,3% para -0,5%. O único número favorável foi o índice de confiança do consumidor norte-americano medido pela Conference Board, que ficou em 44,9 em novembro, do número revisado de 38,8 em outubro.
Às 18h17, Dow Jones e S&P firmavam-se em alta: o Dow Jones subia 0,48%, o S&P avançava 0,50%, mas o Nasdaq perdia 0,78%. O índice das ações do setor de tecnologia sofreu com o desempenho dos papéis da HP, que, no relatório do lucro do terceiro trimestre, divulgado ontem, manteve uma perspectiva forte para 2009, o que fez alguns analistas especularem se a empresa não está otimista demais diante de uma desaceleração econômica global. Com isso, os investidores bateram em papéis da empresa, além de ações de tecnologia como um todo.
IBOV...após 24/11... retomando tendência de alta...

O Ibovespa abriu na mínima nos 31.255 pontos e movido pelos índices futuros em forte alta rompeu os 33 mil pontos e retomou o patamar dos 34 mil pontos, vindo buscar sua máxima nos 34.400 pontos. Daí, refluiu para finalizar em 34.188 pontos (+ 9,4%). Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da alta, mas alguns desses indicadores se encontram relativamente sobrecomprados, face essa alta de quase 10%, sinalizando a possibilidade de alguma realização, antes de retomar a principal tendência.
Suportes imediatos: 33.800, 33.400, 33.150 e 32.150 pontos.
Resistências imediatas: 34.800, 35.700 e 36.300 pontos.
DJI...após 24/11...tentando construir um sub-canal de alta.

Após abrir na mínima em 8.048 pontos, DJI subiu com firmeza até encontrar resistência nos 8.400 pontos. Refluiu até os 8.229 pontos e a partir daí retomou sua alta até a máxima em 8.599 pontos ( + 6,88%), na última meia-hora de pregão. Refluiu novamente abaixo dos 8.400 pontos mas reagiu no encerramento, para finalizar em 8.443 pontos( +4,93%). DJI com as fortes altas acumuladas nos últimos dois pregões ( + de 1.100 pontos entre a mínima e máxima) parece estar tentando construir novo sub-canal de alta. Apesar de vários indicadores sinalizarem possibilidade de realização por estarem sobrecomprados, a tendência principal ainda é de alta. Os índices dos mercados futuros poderão balizar com melhor precisão, a tendência de DJI.
Suportes imediatos: 8.340, 8.310 e 8.050 pontos.
Resistências imediatas: 8.500, 8.540. 8.630 e 8.800 pontos.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Bolsas de NY fecham em forte alta com pacote ao Citi
por Agência ESTADO
24 de Novembro de 2008 20:18
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte em reação ao pacote de socorro ao Citigroup anunciado ontem pelo governo dos Estados Unidos. O anúncio oficial dos primeiros nomes da equipe do presidente eleito, Barack Obama, também contribuiu. Combinada com a subida da sexta-feira, os índices Dow Jones e S&P-500 acumularam os maiores ganhos porcentuais em dois dias consecutivos desde outubro de 1987 (alta de 11,80% no caso do Dow Jones e de 13,21% no caso do S&P-500). Em pontos, o Dow Jones teve sua maior alta em dois dias de todos os tempos (891,10 pontos).
O índice Dow Jones fechou em alta de 396,97 pontos (4,93%), em 8.443,39 pontos. A mínima foi em 8.048,09 pontos e a máxima em 8.599,02 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 87,67 pontos (6,33%), em 1.472,01 pontos, com mínima em 1.397,19 pontos e máxima em 1.480,41 pontos. O S&P-500 subiu 51,78 pontos (6,47%), para fechar em 851,81 pontos. O NYSE Composite subiu 353,74 pontos (7,13%), para 5.313,53 pontos.
Das 30 componentes do Dow Jones, 29 ações fecharam em alta. A exceção foi Wal-Mart, com queda de 0,28%. O destaque foi Citigroup, com alta de 57,82%, recuperando quase que totalmente a queda de 60% que as ações do banco haviam sofrido na semana passada. O governo dos EUA, que já havia anunciado uma injeção de US$ 25 bilhões no Citigroup, anunciou que vai investir mais US$ 20 bilhões na empresa, além de garantir até US$ 306 bilhões em títulos "problemáticos" e créditos do Citigroup, em troca de uma participação adicional equivalente a US$ 7 bilhões na companhia.
Outras ações do setor financeiro também tiveram altas fortes, como Bank of America (alta de 27,20%) e JPMorgan Chase (alta de 21,39%). Porém, alguns participantes do mercado mostraram-se "escaldados" depois de várias recuperações momentâneas do mercado em seguida ao anúncio de medidas do governo. "É difícil adivinhar oscilações de curto prazo com essa volatilidade que temos visto, mas, de uma maneira geral, não estou convencido de que ultrapassamos a crise", disse Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund.
Também tiveram altas fortes as ações do setor de energia e as de empresas ligadas a commodities, como Chevron (5,41%) e Alcoa (8,41%), em reação à alta desses produtos. As da General Motors, entre as que mais haviam caído recentemente, subiram 17,32%. As informações são da Dow Jones.
24 de Novembro de 2008 20:18
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte em reação ao pacote de socorro ao Citigroup anunciado ontem pelo governo dos Estados Unidos. O anúncio oficial dos primeiros nomes da equipe do presidente eleito, Barack Obama, também contribuiu. Combinada com a subida da sexta-feira, os índices Dow Jones e S&P-500 acumularam os maiores ganhos porcentuais em dois dias consecutivos desde outubro de 1987 (alta de 11,80% no caso do Dow Jones e de 13,21% no caso do S&P-500). Em pontos, o Dow Jones teve sua maior alta em dois dias de todos os tempos (891,10 pontos).
O índice Dow Jones fechou em alta de 396,97 pontos (4,93%), em 8.443,39 pontos. A mínima foi em 8.048,09 pontos e a máxima em 8.599,02 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 87,67 pontos (6,33%), em 1.472,01 pontos, com mínima em 1.397,19 pontos e máxima em 1.480,41 pontos. O S&P-500 subiu 51,78 pontos (6,47%), para fechar em 851,81 pontos. O NYSE Composite subiu 353,74 pontos (7,13%), para 5.313,53 pontos.
Das 30 componentes do Dow Jones, 29 ações fecharam em alta. A exceção foi Wal-Mart, com queda de 0,28%. O destaque foi Citigroup, com alta de 57,82%, recuperando quase que totalmente a queda de 60% que as ações do banco haviam sofrido na semana passada. O governo dos EUA, que já havia anunciado uma injeção de US$ 25 bilhões no Citigroup, anunciou que vai investir mais US$ 20 bilhões na empresa, além de garantir até US$ 306 bilhões em títulos "problemáticos" e créditos do Citigroup, em troca de uma participação adicional equivalente a US$ 7 bilhões na companhia.
Outras ações do setor financeiro também tiveram altas fortes, como Bank of America (alta de 27,20%) e JPMorgan Chase (alta de 21,39%). Porém, alguns participantes do mercado mostraram-se "escaldados" depois de várias recuperações momentâneas do mercado em seguida ao anúncio de medidas do governo. "É difícil adivinhar oscilações de curto prazo com essa volatilidade que temos visto, mas, de uma maneira geral, não estou convencido de que ultrapassamos a crise", disse Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund.
Também tiveram altas fortes as ações do setor de energia e as de empresas ligadas a commodities, como Chevron (5,41%) e Alcoa (8,41%), em reação à alta desses produtos. As da General Motors, entre as que mais haviam caído recentemente, subiram 17,32%. As informações são da Dow Jones.
Índice decola 9,4% com socorro ao Citi e equipe de Obama
por Aluísio Alves
24 de Novembro de 2008 18:59
SÃO PAULO (Reuters) - O pacote bilionário do governo norte-americano para salvar o Citigroup aliviou a tensão nos mercados internacionais, catapultando a Bolsa de Valores de São Paulo para a terceira maior alta do ano.
Com uma disparada de 9,4 por cento, o Ibovespa chegou a 34.188 pontos nesta segunda-feira, apagando boa parte das perdas acumuladas ao longo das últimas cinco sessões. Mas o giro financeiro somou apenas 3,59 bilhões de reais.
De acordo com profissionais do mercado, o anúncio de que o governo dos Estados Unidos vai capitalizar o Citigroup com uma injeção de 20 bilhões de dólares, para tentar salvar a instituição dos efeitos da crise financeira, colocou os investidores de volta na ponta compradora de ações.
"Depois do colapso do Lehman Brothers, o mercado ficou em dúvida se o governo deixaria outros bancos quebrarem. Agora parece ter ficado claro que as autoridades estarão sensíveis a ajudar quem precisar", disse o superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian.
Segundo ele, a disparada da bolsa paulista também é explicada pelo realinhamento dos preços das ações domésticas aos de Wall Street, que subiram fortemente no final da sexta-feira, em meio à divulgação de nomes da equipe econômica do presidente eleito, Barack Obama.
"Já começamos o pregão defasados", afirmou.
Assim como nos principais mercados internacionais, aqui o setor financeiro apareceu no topo da coluna de ganhos. Unibanco saltou 17,5 por cento, seguido pelo seu parceiro Itaú, com avanço de 15,9 por cento.
A recuperação robusta e generalizada das commodities também deu impulso às blue chips da Bovespa. Na esteira da alta do barril do petróleo, Petrobras subiu 13,85 por cento, a 19,23 reais. Na mesma rota, Vale teve expansão de 13 por cento, a 23,44 reais.
Entre as poucas baixas do dia, Eletropaulo caiu 2,55 por cento, para 26,70 reais, depois que o Supremo Tribunal Federal suspendeu uma liminar que mandava a companhia pagar dividendos no valor de 359,47 milhões de reais aos acionistas.
24 de Novembro de 2008 18:59
SÃO PAULO (Reuters) - O pacote bilionário do governo norte-americano para salvar o Citigroup aliviou a tensão nos mercados internacionais, catapultando a Bolsa de Valores de São Paulo para a terceira maior alta do ano.
Com uma disparada de 9,4 por cento, o Ibovespa chegou a 34.188 pontos nesta segunda-feira, apagando boa parte das perdas acumuladas ao longo das últimas cinco sessões. Mas o giro financeiro somou apenas 3,59 bilhões de reais.
De acordo com profissionais do mercado, o anúncio de que o governo dos Estados Unidos vai capitalizar o Citigroup com uma injeção de 20 bilhões de dólares, para tentar salvar a instituição dos efeitos da crise financeira, colocou os investidores de volta na ponta compradora de ações.
"Depois do colapso do Lehman Brothers, o mercado ficou em dúvida se o governo deixaria outros bancos quebrarem. Agora parece ter ficado claro que as autoridades estarão sensíveis a ajudar quem precisar", disse o superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian.
Segundo ele, a disparada da bolsa paulista também é explicada pelo realinhamento dos preços das ações domésticas aos de Wall Street, que subiram fortemente no final da sexta-feira, em meio à divulgação de nomes da equipe econômica do presidente eleito, Barack Obama.
"Já começamos o pregão defasados", afirmou.
Assim como nos principais mercados internacionais, aqui o setor financeiro apareceu no topo da coluna de ganhos. Unibanco saltou 17,5 por cento, seguido pelo seu parceiro Itaú, com avanço de 15,9 por cento.
A recuperação robusta e generalizada das commodities também deu impulso às blue chips da Bovespa. Na esteira da alta do barril do petróleo, Petrobras subiu 13,85 por cento, a 19,23 reais. Na mesma rota, Vale teve expansão de 13 por cento, a 23,44 reais.
Entre as poucas baixas do dia, Eletropaulo caiu 2,55 por cento, para 26,70 reais, depois que o Supremo Tribunal Federal suspendeu uma liminar que mandava a companhia pagar dividendos no valor de 359,47 milhões de reais aos acionistas.
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