quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

IBOV...após 09/12...suportes e resistências...


Fechamento em 37.968 após a máxima em 38.863 e a mínima em 37.652 pontos. Mantém ainda objetivos de alta em 40.760 e 43.480 pontos.

Os suportes imediatos estão agora em 37.350, 37 mil, 36.700, 36.000 e 33.800 pontos.
As resistências imediatas estão em 39.000, 39.200, 39.700, 40.800 e 43.500 pontos.

DJI...após 09/12...suportes e resistências


Para tentar novamente os 9.200/9.300 pontos, DJI precisa recuperar o patamar dos 8.800 pontos.

As resistências imediatas se encontram em 8.780, 8.970, 9.100, 9.150, 9.220, 9.380, 9.650 e 9.800 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.570, 8.500, 8.400, 8.350, 8.190, 8.120 e 8 mil pontos.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Bolsas dos EUA fecham em queda após 2 dias de alta

por Agência ESTADO
09 de Dezembro de 2008 20:23


Depois de dois fechamento positivos, os principais índices do mercado de ações norte-americano fecharam em baixa hoje, pressionados por uma combinação de resistência técnica e um número de alertas de lucro e anúncios de demissões. Em especial, o alerta da FedEx Corp, apesar do colapso dos preços do petróleo desde o recorde de julho, que pegou muitos investidores de surpresa. O recuo dos preços do petróleo, para cerca de US$ 42 por barril, pesou sobre as ações do setor de energia.
O índice Dow Jones caiu 242,85 pontos (2,72%) e fechou com 8.691,33 pontos. O Nasdaq recuou 24,40 pontos (1,55%) e fechou com 1.547,34 pontos. O S&P-500 caiu 21,03 pontos (2,31%) e fechou com 888,67 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 117,22 pontos (2,08%) e fechou com 5.522,46 pontos.
Os efeitos da recessão econômica, da crise de crédito global e de consumidores pressionados continuaram a pesar sobre as companhias. As ações da FedEx despencaram 14% depois da companhia ter reduzido sua previsão de lucro para o ano. "Eu sei que havia muita excitação (na segunda-feira) com relação a um possível plano do (presidente eleito Barack) Obama, mas quando você volta da euforia, você ainda tem de afundar nos problemas muito reais da economia", disse Daniel Morgan, gerente de carteira da Synovus Securities.
Por outro lado, as ações do Texas Instruments subiram 5% e as da Broadcom avançaram 7%, apesar de ambas terem revisado em baixa suas projeções de lucro. Segundo analistas, o mercado já esperava aquelas revisões e, portanto, não reagiu a confirmação dada pelas empresas.
No setor financeiro, pesou sobre as ações a notícia de que o SunTrust pediu fundos adicionais por meio do Programa de Lívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro. As ações do SunTrust Banks caíram 11%, depois do banco informar que recebeu aprovação preliminar para uma injeção adicional de US$ 1,4 bilhão do Tarp, para o volume máximo que pode dispor do programa por causa da situação econômica que se tornou "decididamente desanimadora".
Entre as blue chips, as ações do JPMorgan caíram 6,93%, as do Bank of America recuaram 4,99% e as do American Express fecharam em baixa de 4,71%. As informações são da Dow Jones.

Em dia volátil, Bovespa fecha em queda

por Agência ESTADO
09 de Dezembro de 2008 18:38


Em um pregão volátil, no qual o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) oscilou entre altas e baixas, o mercado doméstico de ações acabou pendendo para o lado negativo na última hora do pregão de hoje, com o aprofundamento das perdas em Nova York.
Com isso, o Ibovespa fechou em queda de 0,83%, a 37.968,11 pontos, após oscilar entre a mínima de 37.653 pontos (-1,65%) e a máxima a 38.863 pontos (+1,51%). No mês, o indicador ainda acumula alta, de 3,75%, mas, no ano até hoje, tem perdas de 40,57%. O volume financeiro do dia totalizou R$ 4,309 bilhões.
Apesar de muito sobe-e-desce, a Bovespa vinha conseguindo manter-se em alta até a última hora do pregão, ajudada pelas compras, inclusive de estrangeiros, nas ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas. Petrobras, entretanto, acabou cedendo à piora externa e caiu. Ao fim da sessão, os papéis ordinários (ON) perderam 1,06% e os preferenciais (PN) recuaram 0,49%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em janeiro de 2009 caiu 3,75% e fechou a US$ 42,07 o barril.
Vale, que também titubeou no fim da sessão, conseguiu sustentar o fechamento positivo. As ações ON avançaram 1,4% e as PN classe A (PNA) subiram 0,04%.
As ações das siderúrgicas no Brasil subiram em bloco, ainda na expectativa de um possível novo pacote de estímulo pela China e com as obras em infra-estrutura que o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, planeja para ajudar a tirar o país da crise. Se efetivadas, as notícias devem diminuir o tamanho da retração econômica global, ajudando as produtoras de matérias-primas (commodities). As ações PN da Gerdau subiram 2,18%.
O Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro do trimestre deste ano do Brasil também esteve rondando o horizonte das negociações domésticas, embora não tenha feito preço nos ativos. Trata-se de um dado do passado, mas que favorece as expectativas para o último trimestre deste ano.

IBOV...após 08/12...rompeu os 37.300 pontos para buscar o patamar dos 40 mil pontos...


Rompeu os 37.300 pontos para sair da congestão que ocorria entre os 34 mil e 36 mil pontos. Fechamento em 38.285, após a máxima em 38.426 pontos. Novos objetivos de alta agora em 40.760 e 43.480 pontos.

Os suportes semanais imediatos estão agora em 37.350, 36.500, 36.000 e 33.800 pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 38.900, 40.000. 41 mil e 43.500 pontos.

DJI...após 08/12...a ruptura dos 8.800 pontos pode levar aos 9.300 pontos


Análise:

Confirmando a ruptura dos 8.800 pontos DJI poderá ir novamente aos 9.200/9.300 pontos.

As resistências semanais imediatas se encontram em 9.150, 9.270, 9.400, 9.650 e 9.800 pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 8.800, 8.500, 8.400, 8.190, 8.120 e 8 mil pontos.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

NY fecha em alta em reação ao pacote de Obama

por Agência ESTADO
08 de Dezembro de 2008 20:21

O mercado norte-americano de ações fechou hoje em alta, depois de o presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, dizer que pretende implementar um pacote de investimento em obras de infra-estrutura de US$ 500 bilhões, que seria o maior gasto em obras públicas desde que o presidente Dwight Eisenhower construiu o sistema de rodovias interestaduais, nos anos 1950.
O índice Dow Jones fechou em alta de 298,76 pontos (3,46%), em 8.934,18 pontos. A mínima foi em 8.637,49 pontos e a máxima em 9.026,41 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 62,43 pontos (4,14%), em 1.571,74 pontos. O S&P-500 subiu 33,63 pontos (3,84%), para 909,70 pontos. O NYSE Composite subiu 238,43 pontos (4,41%), para 5.639,68 pontos.
"Estamos comprando a idéia de infra-estrutura do sr. Obama, procuramos empresas que possam prover o capital, aquelas que já têm contratos e as que possamos prever que conseguirão contratos no futuro", disse Stephen Lieber, do Alpine Dynamic Balance Fund.
Entre os destaques do pregão estavam as ações da Caterpillar, que subiram 10,98% em reação ao anúncio de Obama. As da indústria de cimento Cemex avançaram 28,24%. As ações da Alcoa subiram 17,55%, em reação ao anúncio de Obama e à alta dos preços dos metais, que recuperaram terreno depois do anúncio de novos planos de estímulo econômico. No setor automobilístico, as ações da General Motors subiram 18,14% e as da Ford avançaram 24,26%, em dia de negociações no Congresso dos EUA sobre um novo pacote de ajuda financeira.
No setor químico, as ações da Dow Chemical subiram 7,21%, depois de a empresa anunciar a demissão de 5 mil funcionários (11% do total). As ações do setor financeiro também tiveram altas fortes: American Express registrou valorização de 13,28%, Bank of America teve alta de 16,40%, Citigroup subiu 9,08% e JPMorgan Chase teve alta de 10,14%. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa fecha em alta de 8,31% com pacote de Obama

por Agência ESTADO
08 de Dezembro de 2008 18:33

O anúncio do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, de que pretende lançar um megapacote de investimentos em infra-estrutura para tirar o país da crise turbinou o mercado acionário mundial hoje. As ações dispararam nas mais diferentes praças, também diante da expectativa de que o Congresso norte-americano aprove ajuda financeira às problemáticas montadoras do país. As medidas para fortalecer a economia da Índia e a perspectiva de um novo pacote na China também foram contabilizados nas ordens de compras.
Os ganhos foram altos na Ásia, Europa, Estados Unidos e São Paulo. A Bovespa recuperou os 38 mil pontos, ao fechar em elevação de 8,31%, aos 38.284,91 pontos. Na mínima, registrou 35.347 pontos (estabilidade) e, na máxima, 38.426 pontos (+8,71%). Com o resultado de hoje, o índice passou a acumular ganhos em dezembro, de 4,62%. No ano, entretanto, a queda atinge 40,07%. A melhora também trouxe de volta alguns investidores e o volume engordou um pouco: R$ 4,788 bilhões.

Ações
O esperado plano da China e as notícias dos Estados Unidos impulsionaram as commodities (matérias-primas) e fizeram as principais ações domésticas e as siderúrgicas dispararem. Petrobras ON subiu 13,77% e PN, 11,29%.
Vale ON avançou 12,53%, e PNA, 10,28%, mesmo com a empresa tendo anunciado hoje mais um corte na produção. A mineradora suspendeu as operações de duas unidades no porto de Tubarão, Espírito Santo, com capacidade total de produção de 7,3 milhões de toneladas métricas anuais de pelotas.
O setor siderúrgico, de modo geral, foi a vedete da Bolsa, por causa da China e Estados Unidos, que devem elevar as compras, mas sobretudo diante da disposição dos investidores em ir às compras. "Acho que ainda é muito cedo para a euforia. Mas o mercado está desacreditado e qualquer notícia para melhorar o humor puxa a bolsa", comentou Raffi Dokuzian, superintendente do Banif. Usiminas ON liderou os ganhos do Ibovespa, com alta de 16,71%, seguida por Usiminas PNA (+15,41%) e Gerdau PN (+14,37%). Metalúrgica Gerdau PN subiu 10,27% e CSN ON, 13,51%.
As maiores quedas do Ibovespa foram Natura ON (-3,56%), Souza Cruz ON (-2,28%) e CCR ON (-2,18%).

EUA
No sábado, Obama avisou que vai realizar o "maior esforço de investimento na infra-estrutura do país desde a criação do sistema federal de rodovias na década de 1950". Obama também falou sobre a ajuda às montadoras norte-americanas. Embora tenha feito algumas ressalvas, como a de que as fabricantes de veículos passem a produzir carros mais econômicos, ele é amplamente favorável à ajuda financeira, principalmente para garantir milhões de empregos. Obama pretende criar 2,5 milhões de vagas - e a ajuda às montadoras já é um passo nesse sentido, assim como as obras de infra-estrutura.
O mercado acredita que a ajuda deve sair logo - uma votação pelo Congresso estaria marcada para amanhã, mas a Casa Branca afirma que esse prazo é muito apertado.
Na expectativa de uma solução, as ações da GM dispararam mais de 19% às 18h20 e ajudaram as bolsas em Nova York a subirem. Às 18h21, o índice Dow Jones avançava 4,41%, o S&P, 4,73%, e o Nasdaq, 4,83%.


Europa
Ásia e Europa também dispararam, repercutindo também outras notícias: a Índia cortou os juros no final de semana, anunciou gastos extras de US$ 4 bilhões no ano fiscal que termina em março de 2009 e um plano de incentivo para os setores de exportação e infra-estrutura; e a China pode lançar um novo pacote de estímulo.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 8,7%. Na China, o índice Xangai Composto avançou 3,6% e o Shenzhen Composto, 3,7%. Na Bolsa de Taipé, em Taiwan, o índice Taiwan Weighted subiu 4,6%. Na Coréia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul escalou 7,5%. Na Europa, o índice FT-100 da Bolsa de Londres subiu 6,19%. Em Paris, o índice CAC-40 avançou 8,68%. Em Frankfurt, o índice Xetra-Dax subiu 7,63%.

IBOV...após 05/12...em "congestão", com possibilidades de buscar o fundo do canal...


Encontra-se em congestão entre 34 mil e 36 mil pontos. Acima de 37 mil pontos pode buscar 40 mil pontos. Abaixo de 34 mil pontos, poderá buscar 32 mil e 29 mil pontos.

Os suportes semanais imediatos estão em 33.800, 32.700 e 32 mil pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 35.400, 35.800 e 37.250 pontos.

domingo, 7 de dezembro de 2008

DJI...após 05/12, em "congestão", podendo retomar a tendência de queda...



Análise:

DJI fechou esta primeira semana de dezembro em queda, contrariando as espectativas de rompimento dos 9 mil pontos, que sinalizaria ao mercado a possibilidade de construção de um sub-canal de alta. Por outro lado a manutenção do suporte nos 8.100 pontos revelou que DJI se encontra em congestão entre os 8.700/8.800 pontos e os 8.000/8.100 pontos. A ruptura do extremo superior poderá levar DJI aos 9.200/9.300 pontos, porém a perda definitiva do suporte nos 8.100 pontos levará DJI a testar os 7.600/7.450 pontos.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" demonstrando o equilíbrio das forças nessa primeira semana de dezembro, mas o não rompimento da máxima da semana anterior pode estar sugerindo a continuidade da "congestão" entre os 8.800 e os 8 mil pontos e na perda desse suporte, a retomada da tendência de queda.

As resistências semanais imediatas se encontram em 8.630, 8.700, 8.800, 9.200 e 9.300 pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 8.630, 8.560, 8.460, 8.190, 8.120 e 8 mil pontos.

Commodities...perspectivas para a 2a semana de dezembro


Fonte: Bloomberg


Situação em 05/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 807.70 -37.37 830.07 830.16 805.92
S&P GSCI 318.00 -16.18 333.20 336.30 317.13
RJ/CRB Commodity 208.60 -9.39 217.79 217.99 208.58
Rogers Intl 2334.34 -98.00 2427.76 2433.43 2317.71

Situação em 28/11

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 934.40 -11.32 931.06 937.86 916.87
S&P GSCI 390.65 -3.62 387.28 396.05 376.83
RJ/CRB Commodity 242.20 -3.58 246.01 246.10 240.98
Rogers Intl 2790.92 -17.16 2792.05 2821.61 2721.37

Variação semanal 28/11 a 05/12

INDICE Fechamento (28/11) Fechamento(05/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 934.40 807.70 -13,5%
S&P GSCI 390.65 318.00 -18,6%
RJ/CRB Commodity 242.20 208.60 -13,87%
Rogers Intl 2790.92 2334.34 -16,36%

Análise:


A reversão ocorrida na semana anterior, com as perspectivas de melhora no sentimento do mercado, pelo anúncio da nova equipe de governo de Obama, durou muito pouco. As notícias de aumento de desemprego e constatação de que a recessão é maior e será mais duradoura do que o previsto derrubou fortemente as cotações das commodities, puxada pela forte queda do barril de petróleo,que após perder a barreira psicológica dos U$ 50,00/barril veio atingir no final desta sexta-feira o patamar dos U$ 40,00, fazendo com que ocorresse uma queda na média desses quatro índices, em torno de 15% , anulando totalmente o ganho de 5% ocorrido na semana anterior. A tendência para este mês de dezembro ainda será de muita volatilidade, à medida em que novos números da economia forem divulgados e de como o mercado absorverá as novas medidas e planos econômicos gestados para salvar milhares de empregos, com a recessão em curso.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Bolsa de NY fecha em alta forte, apesar do desemprego

por Agência ESTADO
05 de Dezembro de 2008 20:12

O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, depois de ter caído significativamente em reação ao informe sobre o nível de emprego nos EUA em novembro - a taxa de desemprego subiu a 6,7%, a maior desde outubro de 1993. O dia foi de muita volatilidade, com o índice Dow Jones oscilando quase 570 pontos entre a mínima e a máxima. A alta foi liderada pelas ações dos setores financeiro e de consumo.
O índice Dow Jones fechou em alta de 259,18 pontos, ou 3,09%, em 8.635,42 pontos. A mínima foi em 8.118,50 pontos e a máxima em 8.686,47 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 63,75 pontos, ou 4,41%, em 1.509,31 pontos. O S&P-500 subiu 30,85 pontos, ou 3.65%, para fechar em 876,07 pontos. O NYSE Composite subiu 168,99 pontos, ou 3,23%, para 5.401,25 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 2,19%, o Nasdaq, uma perda de 1,71% e o S&P-500, um recuo de 2,25%.
Operadores disseram que a alta das ações do setor financeiro hoje pode ter resultado de cobertura de posições. "Eu não gosto de ver o mercado subir com pouco volume. Gostaria de vê-lo subir com grande volume de negócios, mas o que está acontecendo é o contrário. É uma atividade clássica num mercado em tendência de queda", observou Kevin Kruszenski, da KeyBanc Capital Markets.
Entre as ações do setor financeiro, as ações da seguradora Hartford Financial, que haviam caído 92% neste ano até o fechamento de ontem, subiram 102,36%, depois de a empresa elevar sua previsão de lucro para 2008 e dizer que tem capital suficiente para operar normalmente; outras ações do setor também subiram, entre eles Prudential Financial (+34,72%) e MetLife (+22,45%). No dia em que os acionistas do Merrill Lynch aprovaram sua aquisição pelo Bank of America, as ações do Merrill Lynch subiram 9,49% e as do Bank of America avançaram 6,28%. Outros destaques no setor foram JPMorgan Chase (+7,30%) e Citigroup (+4,19%).
Em dia de nova audiência no Congresso sobre a possibilidade de o governo ampliar a ajuda financeira às montadoras, as ações da General Motors recuaram 0,73% e as da Ford subiram 2,26%. No setor de consumo, os destaques foram Tiffany (+11,53%), Sears (+13,60%), Wal-Mart (+5,63%) e Home Depot (+5,08%). As informações são da Dow Jones.

Bolsa segue NY e sobe, apesar de queda da Petrobras

por Agência ESTADO
05 de Dezembro de 2008 18:44

Apesar de um relatório ruim sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos em novembro, quando a perda de vagas superou as previsões mais negativas, as bolsas acabaram fechando em alta, tanto em Nova York quanto aqui. As ações do setor financeiro norte-americano puxaram as compras por lá e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acabou acompanhando os ganhos, mas à distância, já que as perdas em Petrobras e Vale seguraram o acelerador.
No fim dos negócios, o índice Bovespa terminou em alta de 0,63%, a 35.347,39 pontos. Na mínima, atingiu 34.013 pontos (-3,17%) e, na máxima, foi a 35.435 pontos (+0,87%). Na semana e no mês, acumula perdas de 3,41% e, no ano, de 44,67%. O volume financeiro totalizou R$ 3,582 bilhões. Nos Estados Unidos, os índices de ações norte-americanos subiam cerca de 3%, após o fechamento aqui, caminhando para um dia de ganhos por lá.
A recuperação das ações do setor financeiro em Wall Street influenciou os papéis dos bancos no Brasil, ajudando na melhora do índice geral. A maior alta foi registrada pelos papéis ordinários (ON) do Banco do Brasil, com quase 8% de elevação (+7,88%), enquanto os preferenciais (PN) do Itaú subiu 1%, Unibanco unit, 2,27%, e Bradesco PN, +1,33%.
Nos Estados Unidos, os acionistas do Bank of America (BofA) e do Merrill Lynch aprovaram hoje a compra do banco de investimentos pelo BofA por estimados US$ 16,5 bilhões, pondo fim à história de 94 anos do Merrill como uma companhia independente. O antigo banco de investimento aceitou ser vendido ao Bank of America em setembro, quando estava à beira de um colapso.
A alta dos papéis do setor bancário, entretanto, foi contida por Vale, siderúrgicas e Petrobras, que recuaram diante dos sinais cada vez mais inequívocos de que a recessão global será grave.
Hoje, o Departamento do Trabalho norte-americano informou que foram fechados 533 mil postos de trabalho no mês passado, acima das previsões de 350 mil vagas. Foi o 11º mês seguido de retração na oferta de emprego nos EUA, no maior volume de cortes desde dezembro de 1974. Apenas de setembro a novembro, 1,2 milhão de vagas desapareceu do mercado de trabalho norte-americano, sendo que desde que a recessão começou, há 11 meses, mais de 1,9 milhão de vagas de empregos foram eliminadas. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu para 6,7% em novembro e é a maior desde outubro de 1993.
Diante do fato de que o ritmo está diminuindo, segue-se a realidade de menor volume de compras de matérias-primas (commodities), causa da queda de Vale, Petrobras e siderúrgicas. As mineradoras e as fabricantes de aço também recuam com os sucessivos anúncios de ajustes na produção, para baixo, e corte de vagas. As ações ON da Vale perderam 2,24% e PN classe A (PNA) cederam 2,09%. CSN ON fechou em baixa de 2,88%, Gerdau PN recuou 0,07% e Usiminas PNA caiu 1,77%.
Já o petróleo segue trajetória de queda acentuada que é praticamente impossível crer que há pouco tempo os preços beiravam os US$ 150 o barril. Hoje, o contrato do barril para janeiro recuou 6,55%, para US$ 40,81 o barril, no menor valor desde dezembro de 2004. Com isso, as ações ON e PN da fecharam em baixa de 1,33% e 2,37%, respectivamente.
Agenda
Para a próxima semana, a agenda mais leve pode favorecer uma recuperação dos ativos, ainda mais com a sucessão de pacotes dos governos ao redor do mundo para por fim à crise. Um dos destaques da agenda nos EUA é o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), na sexta-feira (dia 12).
Do lado doméstico, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve ser anunciada na quarta-feira (dia 10), deve ser observada com mais atenção pela Bovespa.
Como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro ficou abaixo das projeções dos analistas - 0,36% ante 0,45% no piso das estimativas - foi um indício de retração da atividade doméstica. Depois dos dados da indústria esta semana, só para citar alguns, mostrando arrefecimento, a expectativa em torno de um corte na taxa básica de juros, a Selic, ganhou reforços. Mas grande parte ainda espera apenas para 2009 a redução do juro básico, atualmente em 13,75% ao ano.

IBOV...após 04/12...suportes e resistências


Suportes imediatos: 34.740, 34.350 e 33.150 pontos.
Resistências imediatas: 35.130, 35.700, 36.000, 36.400, 36.950 e 36.700 pontos.

DJI...após 04/12...suportes e resistências


Suportes imediatos: 8.330, 8.400, 8.260, 8.170 e 8.145 pontos.
Resistências imediatas: 8.400, 8.450, 8.560 e 8.630 pontos.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Bolsa de NY fecha em baixa com temor sobre montadora

por AGÊNCIA ESTADO
04 de Dezembro de 2008 20:03

O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de dois dias consecutivos de altas. A queda refletiu o temor dos investidores quanto aos indicadores do nível de emprego nos EUA em novembro e a incerteza quando ao destino da indústria automotiva norte-americana. "O informe de hoje sobre os pedidos de auxílio-desemprego saiu melhor do que as pessoas previam, mas todo mundo está ansioso por ver o que o que os importantes dados do desemprego poderão mostrar amanhã", disse Randy Frederick, diretor de operações com ações e derivativos da Charles Schwab.
O índice Dow Jones fechou em queda de 215,45 pontos, ou 2,51%, em 8.376,24 pontos. A mínima foi em 8.259,40 pontos e a máxima em 8.631,99 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 46,82 pontos, ou 3,14%, em 1.445,56 pontos, com mínima em 1.426,41 pontos e máxima em 1.500,95 pontos. O S&P-500 caiu 25,52 pontos, ou 2,93%, para fechar em 845,22 pontos. O NYSE Composite caiu 173,29 pontos, ou 3,21%, para 5.232,26 pontos.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 25 fecharam em queda. O destaque negativo foi General Motors, com baixa de 16,12%. Os executivos-chefes da GM, da Ford e da Chrysler depuseram a um comitê do Senado dos EUA sobre os planos de viabilidade que apresentaram na tentativa de convencer o Congresso e o governo a aprovarem um novo plano de ajuda financeira. O CEO da GM, Rick Wagoner, disse que sua empresa precisa de US$ 4 bilhões neste mês e mais US$ 4 bilhões em janeiro, para poder continuar a operar. As reações dos congressistas, porém, não deram indicação de que estejam dispostos a aprovar um novo plano de ajuda e a incerteza sobre a perspectiva das montadoras persiste; as ações da Ford recuaram 6,67%.
No setor de energia, as ações da ExxonMobil caíram 3,37% e as da Chevron recuaram 3,99%, depois de analistas do Merrill Lynch dizerem que o preço do petróleo poderá cair a US$ 25 por barril. As da Alcoa caíram 13,24%, em reação à nova queda dos preços dos metais. Outros destaques foram AT&T (-3,13%, depois de a empresa anunciar 12 mil demissões) e DuPont (+0,34%, após o anúncio de 2,500 demissões).
As ações do setor de comércio varejista reagiram aos informes de vendas de novembro (Wal-Mart subiu 1,34%, Target caiu 1,28% e Nordstrom avançou 10,18%). As do setor de tecnologia caíram devido ao temor de queda nas vendas (Intel perdeu 6,52%, Hewlett-Packard recuou 4,11% e Microsoft cedeu 3,82%). No setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 4,72%, as do Citigroup recuaram 5,37% e as do JPMorgan Chase subiram 2,74%. As informações são da Dow Jones

Bovespa fecha em baixa de 0,48% com NY e Petrobras

por Agência ESTADO
04 de Dezembro de 2008 18:37

Em mais um pregão de muita volatilidade, a Bovespa terminou com ligeira baixa. O sinal virou no finalzinho, depois de o azul ter predominado na maior parte do pregão. A piora dos índices acionários norte-americanos a pouco mais de uma hora do fechamento levou as ações da Petrobras e da Vale a ampliar as perdas.
O Ibovespa, principal índice acionário doméstico, fechou na mínima pontuação do dia, aos 35.127,77 pontos, em baixa de 0,48%. Na máxima, atingiu 35.944 pontos (+1,83%). No mês, acumula perdas de 4,01% e, no ano, de 45,01%. O giro foi o menor do mês ao somar R$ 2,626 bilhões. Os dados são preliminares.
Em Wall Street, as bolsas operaram predominantemente em queda hoje. Às 18h20 (de Brasília), o Dow Jones caía 2,91%, o S&P, 3,39% e o Nasdaq, 3,29%. As montadoras pressionavam para baixo, com a notícia, do The Wall Street Journal, de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deve rejeitar os pedidos para fazer empréstimos diretamente a estas empresas, deixando a questão nas mãos do Congresso e do governo Bush. Os executivos das montadoras pediram novamente hoje aos parlamentares uma ajuda financeira.
Os investidores também trabalharam na defensiva ao relatório do mercado de trabalho de novembro, a ser conhecido amanhã. As estimativas não são nada boas: -350 mil vagas, dando ainda mais peso aos indicadores que mostram fragilidade na maior economia do planeta. Para agravar os piores presságios, várias empresas vêm anunciando cortes de vagas. Só hoje foram Dupont (2,5 mil, além de 4 mil terceirizados), AT&T (12 mil) e Credit Suisse (5,3 mil internos e 1,2 mil terceirizados).
Para compensar, o dado de pedidos de auxílio-desemprego veio melhor do que o esperado: mostrou queda de 21 mil na semana passada, ante previsão de alta de 11 mil pedidos. Já as encomendas à indústria também foram ruins (-5,1% em outubro, o maior declínio em oito anos) e alguns varejistas apresentaram números fracos.
No Brasil, com os últimos indicadores sinalizando enfraquecimento da atividade - hoje saíram dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores e da Confederação Nacional da Indústria -, os analistas já começam a pressionar por um corte na taxa de juros, mas não acreditam que isso vai acontecer na próxima semana. Assim, ele seria empurrado para 2009, quando acredita-se que o PIB brasileiro vai sentir, no primeiro trimestre, os efeitos mais fortes da crise financeira.
As principais ações domésticas fecharam nas mínimas, num dia de noticiário forte em relação a elas. Petrobras ON recuou 4,60% e PN, 3,68%. A estatal anunciou hoje a captação de um total de US$ 700 milhões no exterior de novembro até hoje, além de outros US$ 200 milhões com o Bradesco em 3 de dezembro.
Vale ON perdeu 3,14% e PNA, 2,23%. Por causa das condições atuais do mercado global de níquel, a empresa vai paralisar por tempo indeterminado a mina de Copper Cliff South (CC South), localizada em Sudbury, província de Ontário, Canadá, a partir de janeiro de 2009 e postergar investimentos na região. O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse que não descarta novas demissões no curto prazo - ontem a mineradora informou que já demitiu 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior.

Dólar...após 03/12...tendência de forte alta...


Após atingir o topo recente em 0,4529 (R$ 2,21) o real retomou sua tendência de queda perante o dollar americano, rompendo a casa dos 0,4037 (R$ 2,48) novamente, formando uma configuração típica de "Ombro-Cabeça-Ombro". A confirmação do rompimento da "linha de pescoço" nos R$ 2,48 pode levar o real ao seu objetivo de queda em 0,3545 (R$ 2,82).

IBOV...após 03/12...indefinição em um "triângulo simétrico"...



O Ibovespa abriu em 35.001 pontos, e enquanto aguardava a abertura dos mercados americanos foi perdendo forças até encontrar suporte na mínima em 33.798 pontos (-3,43%). A partir daí, em sintonia com DJI, conseguiu retomar os 35 mil pontos até encontrar sua máxima em 35.476 pontos (+ 1,36%). A partir daí, acompanhando o refluxo intraday de DJI, finalizou em 35.297 pontos ( +0,85%).
O Ibovespa está realizando movimentos de "vai-e-vem", formando um "triângulo simétrico" que está se afunilando e provavelmente deverá romper com força para cima ou para baixo. Para que a ruptura não ocorra para baixo é fundamental que mantenha suporte em torno dos 34.200 pontos. Para que a ruptura ocorra para cima é necessário manter o suporte em 34.950 pontos e romper a resistência em 36.500 pontos. A coincidência de figuras no gráfico, com os pregões de quinze dias atrás, seria mera coincidência?

Suportes imediatos: 34.950, 34.200 e 33.900 pontos.
Resistências imediatas: 35.320, 35.700, 36.300, 36.500, 36.950 e 37.200 pontos.

DJI....forte volatilidade, para tentar retomar os 8.700 pontos...


DJI abriu em 8.409 pontos, e na primeira meia-hora veio buscar sua mínima em 8.234 pontos. A partir daí, iniciou movimento de recuperação até retomar os 8.500 pontos, até encontrar resistência em 8.555 pontos. Refluiu novamente até encontrar suporte nos 8.300 pontos, para reiniciar seu movimento ascendente até a máxima quase ao final do pregão em 8.623 pontos (+2,42%), finalizando em seguida em 8.592 (+2,05%)pontos. Mantendo-se a cima dos 8.555 pontos, DJI poderá acumular forças para buscar os 8.690 e 8.870 pontos. Abaixo dos 8.500 pontos, poderá retornar ao suporte em 8.350 pontos e na perda deste suporte, ao fundo do canal em 8 mil pontos.

Suportes imediatos: 8.555, 8.400, 8.350, 8.170 e 8.145 pontos.
Resistências imediatas: 8.620, 8.690, 8.870 e 8.965 pontos.