segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Bolsa de NY fecha em queda com incerteza sobre Fed

por Agência ESTADO
15 de Dezembro de 2008 20:25

O mercado norte-americano de ações fechou em queda, em dia de expectativa em relação à decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e ao informe de resultados do Goldman Sachs, ambos amanhã. Rebaixamentos de recomendação para JPMorgan Chase e Apple também pesaram no sentimento do mercado, assim como a incerteza sobre o alcance das perdas provocadas pelas operações ilegais de "pirâmide" atribuídas a Bernard Madoff, ex-chairman da Nasdaq Stock Markets, preso na semana passada.
O índice Dow Jones fechou em queda de 65,15 pontos (0,75%), em 8.564,53 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 32,38 pontos (2,10%), em 1.508,34 pontos. O S&P-500 caiu 11,16 pontos (1,27%), para fechar em 868,57 pontos. O NYSE Composite caiu 46,06 pontos (0,83%), para 5.497,90 pontos.
"De uma maneira geral, precisamos assegurar que as ações financeiras se estabilizem, porque isso seria um dos indicadores de que a economia vai se recuperar. Ninguém quer surpresas neste momento", afirmou Quincy Crosby, estrategista-chefe da Hartford Financial.
No setor financeiro, as ações do JPMorgan Chase caíram 7,47%, após rebaixamento de recomendação pelos analistas do Merrill Lynch; as do Goldman Sachs, que divulga resultados amanhã, caíram 1,89% e as do Morgan Stanley, cujo balanço está previsto para quarta-feira, recuaram 1,52%. Outros destaques no setor foram Bank of America (queda de 5,49%) e Citigroup (baixa de 3,90%).
No setor de tecnologia, as ações da Apple caíram 3,58%, após rebaixamento de recomendação pelo Goldman Sachs; as da Hewlett-Packard recuaram 3,20%. No setor automotivo, as ações da general Motors subiram 3,55% e as da Ford avançaram 4,61%, depois de o presidente dos EUA, George W. Bush, dizer que o plano de ajuda às montadoras sairá logo. As informações são da Dow Jones.

Após exercício de opções, Bolsa segue NY e cai

por Agência ESTADO
15 de Dezembro de 2008 18:40

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) viveu dois pregões distintos nesta segunda-feira, que abriu a última semana completa de 2008. Pela manhã, o vencimento de opções sobre ações levou o índice para cima, sustentado pelo desempenho de Vale e Petrobras. À tarde, passado o exercício, a Bolsa oscilou ao sabor de Wall Street, o que significou sinal vermelho, apesar de as ações de primeira linha (blue chips) continuarem em alta - exceção para a ação preferencial classe A (PNA) da Vale, que virou no fim da sessão.
O Ibovespa recuou 2,68%, e fechou na mínima do dia, a 38.320,19 pontos. Na máxima, subiu 0,92% e atingiu 39.735 pontos. Em dezembro, o índice acumula ganhos de 4,71%, mas tem perdas de 40,02% em 2008. O giro financeiro totalizou R$ 5,168 bilhões, dos quais R$ 1,548 bilhão referente ao vencimento de opções sobre ações.
Pela manhã, o exercício das opções levou os investidores a 'puxarem' para cima as ações de Petrobras e da Vale, já que os comprados estavam mais fortes neste vencimento. Mas findo o movimento, logo no início da tarde, o desempenho das bolsas nos Estados Unidos voltaram a guiar os negócios por aqui, e o índice passou a recuar sob influência, principalmente, de bancos e siderúrgicas. As blue chips resistiram às perdas e mantiveram os ganhos, apesar de oscilarem muito entre altas e baixas durante a tarde.
No fim da sessão, Vale PNA acabou virando e fechou na mínima do dia, em baixa de 1,32%. A ação ordinária (ON) subiu 0,64%. Hoje, o diretor de diretor de Relações com Investidores da Vale, Fábio Barbosa, afirmou que as perspectivas para o setor de mineração seguem positivas no longo prazo, apesar da atual retração do mercado.
Petrobras ON fechou com elevação de 0,54% e PN, de 1,33%. As ações contaram, em boa parte da sessão, com a pressão da alta do preço do petróleo no mercado internacional. No meio da tarde, entretanto, a matéria-prima (commodity) virou para baixo, e fechou em queda de 3,82% a US$ 44,51 o barril, mas as ações da estatal petrolífera não acompanharam a baixa.

Cenário externo
Nos Estados Unidos, novos indicadores econômicos fracos pressionaram as ações hoje, mas o destaque da sessão foi a notícia sobre a fraude de US$ 50 bilhões de um dos mais renomados gestores de fundos de Wall Street, o ex-presidente da Bolsa eletrônica Nasdaq, Bernard Madoff, cujas vítimas da fraude começaram a aparecer no fim de semana.
Vários gigantes anunciaram suas perdas com o esquema de pirâmide montado por Madoff: a do banco espanhol Santander, por exemplo, supera US$ 3 bilhões; a da japonesa Nomura é de US$ 302 milhões, a do BNP Paribas, de quase US$ 500 milhões, e o HSBC pode ter uma exposição de até US$ 1 bilhão.
A notícia ganhou amplitude dada a fragilidade do mercado diante da crise e em meio a indicadores que não cessam em trazer números débeis apesar dos inúmeros pacotes e medidas de ajuda divulgados no mundo todo. Só para citar os Estados Unidos, dos índices divulgados hoje, foi conhecida a queda de 0,6% da produção industrial em novembro na comparação com outubro nos EUA e que o índice sobre atividade industrial na região de Nova York atingiu mínima histórica em dezembro, a -25,76.
Amanhã, em mais uma tentativa para minimizar os efeitos da crise numa economia que já está em recessão, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) anuncia a atualização da sua taxa básica de juros, hoje em 1% ao ano. A aposta majoritária dos especialistas é de que o BC norte-americano corte a taxa para 0,50% ao ano, mas há quem aposte em um corte maior, para 0,25% ao ano.

INDZ08...após 12/12...suportes e resistências


Perdendo o suporte em 38.350, objetivos de queda em 37.250 e 36.700 pontos
Recuperando os 39.600 pontos, objetivos de alta em 40.000 e 40.500 pontos.

Suportes imediatos em 38.900, 38.350 e 37.250 pontos
Resistências imediatas em 39.600, 40.000 e 40.500 pontos.

IBOV...suportes e resistências para a 3a semana de dezembro


Rompeu acima da congestão que se encontrava entre os 34 mil e 36 mil pontos e agora mantendo-se acima de 38 mil pontos, poderá buscar 40/41 mil pontos. Abaixo de 34 mil pontos, retornará aos 32 mil pontos.

Os suportes semanais imediatos estão em 37.500, 36.600, 35.350 e 32.400 pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 39.700, 40.400, 41.000 e 42.800 pontos.

domingo, 14 de dezembro de 2008

COMMODITIES...perspectivas para a 3a semana de dezembro


Fonte: Bloomberg


Situação em 05/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 807.70 -37.37 830.07 830.16 805.92
S&P GSCI 318.00 -16.18 333.20 336.30 317.13
RJ/CRB Commodity 208.60 -9.39 217.79 217.99 208.58
Rogers Intl 2334.34 -98.00 2427.76 2433.43 2317.71


Situação em 12/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 866.11 -13.40 853.16 879.24 840.52
S&P GSCI 356.56 -6.76 353.61 361.59 342.15
RJ/CRB Commodity 226.96 -3.87 230.27 230.30 222.96

Variação semanal 12/12 a 05/12

INDICE Fechamento (12/12) Fechamento(05/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 866.11 807.70 +7,23%
S&P GSCI 356.56 318.00 +12,2%
RJ/CRB Commodity 226.96 208.60 +8,80%

Análise:

O mercado de commodities ainda com muita volatilidade, recuperou boa parte das perdas, de 15% ocorrida na primeira semana de dezembro, ao aumentar em média 9,40% nessa segunda semana, considerando-se a evolução de preços dos 3 principais índices conforme acima. A reversão ocorrida nessa semana, decorre principalmente da vontade política do governo americano, em tentar salvar centena de milhares de empregos das montadoras GM, Crysler e Ford, à beira de uma colapso financeiro, além de anunciar um pacote de investimentos públicos em obras de infra-estrutura, já no início de 2009. Com isso o barril de petróleo, após atingir no final da sexta-feira anterior, o patamar dos U$ 40,00 recuperou boa parte dessas perdas, ao fechar acima dos US 46,00/barril. A tendência para o restante deste mês de dezembro ainda é de muita volatilidade, à medida em que novos números da economia estão sendo divulgados e de como o mercado estará absorvendo as novas medidas e planos econômicos gestados para salvar empregos, com a recessão em curso.

DJI...suportes e resistências para a 3a semana de dezembro


Análise:

DJI fechou esta primeira semana de dezembro em leve queda, contrariando mais uma vez as espectativas de rompimento dos 9 mil pontos. Por outro lado a recuperação do suporte nos 8.500 pontos revelou que DJI pode estar em congestão entre os 8.900/8.800 pontos e os 8.300/8.400 pontos. A ruptura do extremo superior poderá levar DJI aos 9.200/9.300 pontos, porém a perda definitiva do suporte nos 8.300 pontos levará DJI a testar os 7.900 pontos.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji" demonstrando a manutenção do equilíbrio de forças nessa segunda semana de dezembro, mas o não rompimento da máxima da semana anterior nos 9.026 pontos poderá sugerir a continuidade da "congestão" entre os 8.900 e os 7.900 pontos e na perda desse suporte, a retomada da tendência de queda.

As resistências semanais imediatas se encontram em 8.700, 8.900, 9.000, 9.200 e 9.400 pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 8.590, 8.300 e 7.900 pontos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

NY fecha em alta mesmo sem socorro para montadoras

por Agência ESTADO
12 de Dezembro de 2008 20:43

O mercado norte-americano de ações fechou em alta, depois de a Casa Branca indicar que poderá usar parte dos recursos do programa de socorro às instituições financeiras para ajudar as montadoras. As bolsas abriram em queda, depois de o Senado não aprovar um projeto de ajuda financeira ao setor automotivo de US$ 14 bilhões que já havia passado na Câmara, mas passou a subir após a Casa Branca reverter suas declarações anteriores e informar que estuda usar recursos do Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp).
O índice Dow Jones fechou em alta de 65,59 pontos (0,75%), em 8.629,68 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 32,84 pontos (2,18%), em 1.540,72 pontos. O S&P-500 subiu 6,14 pontos (0,70%), para fechar em 879,73 pontos. O NYSE Composite subiu 39,23 pontos (0,71%), para 5.543,96 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou baixa de 0,06%, o Nasdaq, alta de 2,08%, e o S&P-500, avanço de 0,42%.
Mas muitos participantes do mercado não estão convencidos de que uma operação de socorro do governo seria a melhor solução para o setor automotivo ou para o próprio mercado. "Acredito que, se eles emprestarem o dinheiro, as montadoras voltarão a bater à porta do Congresso em uns dois meses. E mesmo que o governo ponha US$ 50 bilhões nessas companhias, elas ainda carregam uma recomendação de venda no longo prazo", disse Len Blum, da Westwood Capital. As ações da Ford subiram 4,82% e as da General Motors caíram 4,37%.
As ações do setor de tecnologia subiram, depois de a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, dizer que o Congresso poderá examinar em janeiro um pacote de US$ 600 bilhões para estimular a modernização da rede de energia e o sistema de internet de banda larga (Intel subiu 5,28%, Micron Technology teve alta de 11,89%).
O fato de as vendas no varejo terem caído menos do que se previa em novembro beneficiou ações como Amazon.com (alta de 6,22%) e eBay (alta de 3,48%). As ações das incorporadoras de imóveis também subiram, lideradas por General Growth Properties (alta de 25,00%), depois de a empresa ter sucesso no refinanciamento de sua dívida. As informações são da Dow Jones.

Bovespa sobe hoje 2,22% e ganha 11,4% na semana

por Agência ESTADO
12 de Dezembro de 2008 18:39

A volatilidade continuou sendo a tônica dos negócios na Bovespa, mas, após uma abertura mais negativa, o pregão brasileiro firmou-se em território positivo à tarde, pegando embalo na reação das bolsas nos Estados Unidos - embora Wall Street ainda fosse oscilar entre os campos positivo e negativo. Em Nova York, os índices acionários continuaram à mercê do noticiário e das incertezas relacionados ao futuro das montadoras norte-americanas, o que se refletiu nas operações domésticas. Isso, porém, não impediu o índice doméstico de renovar máximas perto do fechamento, mesmo com todo o sobe-e-desce nos EUA.
Desse modo, o Ibovespa, principal índice, encerrou na máxima, aos 39.373,86 pontos, em alta de 2,22% - de 37.014 pontos na mínima (-3,91%). O volume financeiro, contudo, não foi dos mais expressivos, totalizando R$ 3,543 bilhões - no mês, a média diária é de R$ 4,231 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumulou um ganho de 11,4%, contabilizando uma valorização de 7,59% no mês. No ano, contudo, ainda registra perdas de 38,37%.
De acordo com Paulo Rebuzzi, da corretora Ativa S.A., o noticiário sobre a ajuda, ou não, para as montadoras de Detroit foi, sem dúvida, o que moveu o mercado hoje. O profissional aguardava uma abertura na Bovespa muito pior do que aconteceu, justamente por causa do fracasso de um acordo no Senado dos EUA ontem à noite sobre um pacote de socorro às empresas. A perspectiva de que essas companhias podem ser "grandes demais para quebrar" e de que um plano saia a qualquer momento, com base em informações da Casa Branca e do Tesouro dos EUA, porém, impediu isso, notou.
Por volta do meio-dia, a Casa Branca informou que estuda utilizar o Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês) de US$ 700 bilhões para evitar o colapso do setor automotivo norte-americano. Um pouco depois, o Tesouro dos EUA disse que está pronto para ajudar as montadoras, segundo comunicado enviado pela porta-voz Brooklyn McLaughlin a agências internacionais.
Em Nova York, diferentemente da Bovespa, o viés positivo não se sustentou e os índices ainda oscilariam entre momentos de alta e de baixa. Às 18h20, o Dow Jones subia 0,37%, o S&P-500 avançava 0,22% e o Nasdaq ganhava 1,51%.
A melhora do Ibovespa também encontrou suporte na diminuição da queda dos preços do petróleo, em razão do efeito positivo sobre as ações da Petrobras. Após cair 7,46% na mínima do dia, a US$ 44,40, o petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) encerrou o dia a US$ 46,28, em baixa de 3,54%. Na máxima do dia, chegou a US$ 47,15 (-1,73%). Isso permitiu que as ações PN da Petrobras - que respondem pela maior fatia do índice brasileiro - terminassem o dia em alta de 1,21%. As ações ON da estatal fecharam com elevação de 2,49%. Merece destaque o desempenho semanal das ações da Petrobras: a PN ganhou 24,45% e a ON, 28,37%.
Vale lembrar que esta semana antecedeu o vencimento de opções sobre ações que acontece na próxima segunda-feira, e os papéis da estatal costumam estar entre os mais líquidos do exercício.
Outras com expressiva liquidez nos vencimentos de opções, a Vale apresentou um comportamento mais tímido na sessão de hoje, mas não no acumulado da semana. No caso das ações PNA, subiram 1,13% nesta sexta-feira, acumulando ganho de 16,51% na semana. Vale ON apreciou-se 0,36% e 19,79%, respectivamente.
Os comportamentos das ações da Petrobras e Vale referendam a percepção dos profissionais do mercado e dos próprios dados da Bovespa sobre a presença de capital estrangeiro nos negócios. Nesta semana, a Bolsa registrou a entrada de R$ 874,321 milhões em capital externo no dia 8 e de R$ 315,689 milhões no dia 9.
Além de tudo isso, o gerente de renda variável de uma corretora no Rio citou que as medidas divulgadas ontem pelo governo federal favorecem um certo descolamento no que diz respeito ao fôlego no momento de recuperação das ações brasileiras perante as americanas. Ontem, o governo anunciou a redução do IPI cobrado sobre alguns veículos, a redução do IOF de 3,38% para 1,88%, a criação de duas novas faixas de IR e a possibilidade de usar parte das reservas internacionais para facilitar o pagamento de débitos externos por empresas privadas.
As maiores altas do Ibovespa hoje foram registradas por Cesp PNB (+9,09%), Embraer ON (+7,79%) e TIM Participações S.A. PN (+7,14%). No outro extremo, ALL Unit caiu 6,50%, JBS ON perdeu 5,41% e Transmissão Paulista PN recuou 2,71%.

IBOV...após 11/12...suportes e resistências



Os suportes imediatos estão agora em 38.000, 37.400, 36.100 e 34.600 pontos.
As resistências imediatas estão em 38.700, 39.000, 40.000 e 40.300 pontos.

INDZ08...após 11/12...suportes e resistências


Perdendo o suporte em 38.650, objetivos de queda em 37.900 e 36.700 pontos

Suportes imediatos em 38.500, 37.750 e 37.300 pontos
Resistências imediatas em 39.800, 40.000 e 40.600 pontos.

DJI...após 11/12...suportes e resistências


Abaixo da mínima 8.513, objetivos de queda em 8.420 e 8.300 pontos.
Acima de 8.720 pontos, objetivos de alta em 8.880 e 8.930 pontos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

INDZ08...após 10/12...suportes e resistências


Rompendo a resistência em 39.400, objetivos em 40.150, 40.500 e 41.800 pontos
Perdendo o suporte em 38.650, objetivos de queda em 37.900 e 36.700 pontos

Suportes imediatos em 39.000, 38.650, 38.400 e 37.800 pontos
Resistências imediatas em 39.500, 40.000, 40.200, 40.700 e 41.700 pontos.

IBOV...após 11/12...suportes e resistências


Abertura na mínima em 37.972, atingiu a máxima em 39.748 refluiu até os 38.500 pontos, fechando depois em 39.004 (+2,73%). Mantém os objetivos de alta em 40 mil, 40.760 e 43.480 pontos.

Os suportes semanais imediatos estão agora em 38.900, 37.200, 36.100 e 34.600 pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 40.600, 41.000, 42.100 e 43.600 pontos.

Restante da agenda do investidor para a segunda semana de dezembro

por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
05/12/08 19h52



SÃO PAULO - Dentro da agenda da segunda semana de dezembro, os investidores estarão atentos nos EUA às vendas do varejo referentes ao mês de novembro e aos dados de inflação.

No cenário nacional, o destaque fica para a reunião do Copom e aos números do PIB (Produto Interno Bruto) sobre o terceiro trimestre.



Quinta-feira (11/12)

Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

EUA

11h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
11h30 - Atenção ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de outubro, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.
11h30 - Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de novembro. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.


Sexta-feira (12/12)

Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

EUA

11h30 - Principal destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de novembro, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

11h30 - O Departamento de Trabalho publica os números do PPI (Producer Price Index) e de seu núcleo, que descrevem os preços praticados por produtores durante o mês de novembro.

13h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês outubro.

13h00 - Para finalizar, a Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de dezembro, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

Segunda-feira (15/12)

Brasil

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também Vencimento de Opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

EUA

11h30 - O Fed de Nova York publica o NY Empire State Index de dezembro, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

12h00 - Será apresentado o Net Foreign Purchases de outubro, que mede as compras líquidas de ativos norte-americanos por parte de estrangeiros.

12h15 - Atenção especial para os números do setor industrial do mês de novembro, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

Destaque também para o primeiro dia da reunião do Fed, quando o colegiado se reúne para discutir as principais diretrizes econômicas do país.

DJI...após 10/12...suportes e resistências


DJI abriu em 8.693, foi até a máxima em 8.879, refluiu até a mínima em 8.646 e finalizou em 8.761 (+0,80%). Para tentar alcançar seus objetivos em 9.200/9.300 pontos, DJI precisa retomar o patamar dos 8.800 pontos.

As resistências imediatas se encontram em 8.810, 8.900, 8.950, 9.020, 9.160, 9.220 e 9.380 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.740, 8.650, 8.540, 8.400, 8.350 e 8 mil pontos.

BC mantém juro em 13,75%, mas sinaliza corte em 2009

por Isabel Versiani
10 de Dezembro de 2008 22:07

BRASÍLIA (Reuters) - O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta-feira a taxa básica de juro em 13,75 por cento ao ano, em decisão unânime, mas deu um sinal claro de que poderá reduzir a Selic em breve.
"Tendo a maioria dos membros do comitê discutido a possibilidade de reduzir a taxa básica de juro já nesta reunião, em ambiente macroeconômico que continua cercado por grande incerteza, o Copom decidiu por unanimidade ainda manter a taxa Selic em 13,75 por cento ao ano neste momento", afirmou o colegiado do Banco Central em nota.
"O comitê irá monitorar atentamente a evolução do cenário prospectivo para a inflação com vistas a definir tempestivamente os próximos passos de sua estratégia de política monetária."
A decisão do Copom, a última do ano, veio em linha com o esperado pelo mercado. Pesquisa da Reuters feita na semana passada mostrou que 24 de 25 analistas consultados esperavam que o BC manteria a Selic.
A avaliação é que, dada a volatilidade em meio à crise financeira global, as perspectivas para o crescimento e para o câmbio no Brasil ainda são incertas e o BC optaria por ganhar mais tempo para avaliar o cenário.
Analistas já esperavam que o BC daria uma indicação sobre seus próximos passos no comunicado, mas o tom da nota foi ainda mais direto do que o aguardado a respeito de um futuro corte dos juros.
"Esse comunicado é um sinal de que pode, sim, cortar a Selic antes do que se pensava. Aumenta as chances de cortar (já em janeiro)", afirmou o economista-chefe do Banco Real Asset Management, Hugo Penteado.
Para Roberto Padovani, economista-chefe do Westlb, o comunicado do BC também foi "um sinal muito claro de que vem corte de juro em janeiro".
O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 6,8 por cento no terceiro trimestre frente a 2007, bem acima das expectativas do mercado. Dados mais recentes da indústria e do emprego, no entanto, já sinalizam um claro desaquecimento da atividade.
A inflação também surpreendeu com desaceleração em novembro, mas a escalada do dólar alimenta temores sobre o comportamento futuro dos preços.
O IPCA, índice de inflação ao consumidor usado pelo governo para balizar o regime de metas, acumula alta de 5,61 por cento no ano até novembro e aumento de 6,39 por cento nos últimos 12 meses --perto do teto da meta de 6,5 por cento.
"É o que deviam fazer. A inflação ainda está muito alta e a demanda estava extremamente aquecida.", afirmou Joel Bogdanski, economista do Itaú. "Ainda não está claro para o Copom de que estamos entrando num processo recessivo. Mas o sinal (de que pode começar a cortar juro) já foi dado."
Depois de quatro aumentos sucessivos da Selic, o BC interrompeu, em outubro, o processo de aperto monetário diante do agravamento da crise externa.
A reunião desta quarta-feira durou mais de quatro horas e foi uma das mais longas do ano. A próxima reunião do Copom está agendada para os dias 20 e 21 de janeiro.

Bolsa de NY termina em alta com petróleo e metais

por Agência ESTADO
10 de Dezembro de 2008 20:11

O mercado norte-americano de ações fechou em alta, liderada pelas ações do setor de energia e pelas ligadas a commodities (matérias-primas), que reagiram às altas dos preços do petróleo e dos metais. As Bolsas chegaram a recuar no começo da tarde, mas a notícia de que a Casa Branca e o Congresso dos EUA chegaram a um acordo em torno de um pacote de socorro financeiro à indústria automotiva foi bem recebida e as ações aceleraram o movimento de alta no fim do pregão.
O índice Dow Jones fechou em alta de 70,09 pontos, ou 0,81%, em 8.761,42 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 18,14 pontos, ou 1,17%, em 1.565,48 pontos. O S&P-500 subiu 10,57 pontos, ou 1,19%, para 899,24 pontos. O NYSE Composite subiu 108,61 pontos, ou 1,97%, para 5.631,07 pontos.
"Como muita liquidez está sendo injetada nos mercados, eventualmente isso acabará gerando inflação, e as commodities são a primeira coisa a se beneficiar disso. No momento estamos olhando para quando o mercado estava forte, verificando o que estava forte naquela ocasião e comprando, se a história não mudou", comentou Craig Hodges, da Hodges Capital Management.
Entre os destaques do pregão estavam as ações da ExxonMobil (+2,39%) e da Chevron (+3,81%), do setor de petróleo, e Alcoa (+2,39%), do setor de alumínio. As ações das montadoras oscilaram bastante ao longo do pregão, ao sabor do noticiário sobre o pacote de socorro; as da General Motors fecharam em queda de 2,13% e as da Ford, em alta de 0,62%. No setor financeiro, as ações da American Express caíram 7,43%, após recomendação de venda pelos analistas do Citigroup; as do Bank of America caíram 1,53% e as do Citigroup recuaram 2,81%. Outros destaques foram Yahoo!, com alta de 9,93%, em reação ao informe de que a empresa já começou a demitir funcionários; as da Rio Tinto, que subiram 29,29%, depois de a empresa anunciar que fará 14 mil demissões; e Electronic Arts, com queda de 12,15%, depois de a empresa fazer um alerta de queda nos lucros. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa fecha em alta de 2,73% com Petrobras e Vale

por Agência ESTADO
10 de Dezembro de 2008 18:29

A notícia de que a Casa Branca e os congressistas estão finalizando um acordo para ajudar o setor automotivo norte-americano levou as bolsas norte-americanas de volta para o azul depois de um breve intervalo ontem. Isso favoreceu a recuperação da Bovespa, que avançou sustentada pela alta das ações da Petrobras, Vale e siderúrgicas.
A alta, no entanto, perdeu um pouco do fôlego perto da última hora do pregão, com o enfraquecimento de Wall Street. O Ibovespa, principal índice, subiu 2,73%, aos 39.004,40 pontos, desempenho quase a metade do registrado na máxima do dia (+4,69%, aos 39.748 pontos). Na mínima, a Bolsa tocou os 37.972 pontos (+0,01%). No mês, a Bolsa acumula alta de 6,58% e, no ano, queda de 38,95%. O giro financeiro totalizou R$ 4,999 bilhões, dos quais R$ 1,062 bilhão foi o movimento apenas de Petrobras PN.
O que manteve o vigor da Bovespa foi principalmente o desempenho das blue chips (ações de primeira linha) Vale e Petrobras. Se sair, a ajuda às montadoras dos EUA volta a fortalecer a compra de aço, o que também impactou para cima os papéis das siderúrgicas no Brasil. Além disso, o humor do investidores, segundo operadores, está mais 'favorável' a compras este mês, e notícias boas como esta colaboram
Petrobras ON subiu 10,17%, PN, 9,10%, enquanto o petróleo valorizou-se 3,45% na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), para fechar em US$ 43,52 o barril. Vale ON avançou 6,85% e PNA, 6,66%.
Na noite de ontem, os parlamentares e o governo norte-americano concordaram com uma ajuda de US$ 15 bilhões às três grandes montadoras de Detroit. Embora o valor tenha sido inferior aos US$ 34 bilhões pedidos pelas empresas, os investidores consideraram que é melhor ter um sinal de ajuda do que nenhum. O acordo ainda era cercado de dúvidas sobre seu conteúdo e, apesar de haver uma expectativa de votação ainda hoje, a falta de informações ao longo do dia acabou reduzindo o apetite dos investidores, que aos poucos foram se acomodando à espera de um dado mais 'quente'.
Às 18h14 (de Brasília), o índice acionário Dow Jones registrava alta de 0,47%, o S&P, de 0,61%, e o Nasdaq, de 0,46%, com queda nos preços das ações das montadoras e do setor financeiro.

IBOV...após 09/12...suportes e resistências...


Fechamento em 37.968 após a máxima em 38.863 e a mínima em 37.652 pontos. Mantém ainda objetivos de alta em 40.760 e 43.480 pontos.

Os suportes imediatos estão agora em 37.350, 37 mil, 36.700, 36.000 e 33.800 pontos.
As resistências imediatas estão em 39.000, 39.200, 39.700, 40.800 e 43.500 pontos.

DJI...após 09/12...suportes e resistências


Para tentar novamente os 9.200/9.300 pontos, DJI precisa recuperar o patamar dos 8.800 pontos.

As resistências imediatas se encontram em 8.780, 8.970, 9.100, 9.150, 9.220, 9.380, 9.650 e 9.800 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.570, 8.500, 8.400, 8.350, 8.190, 8.120 e 8 mil pontos.