quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Após sessão volátil, Bolsa fecha em baixa de 0,12%

por Agência ESTADO
17 de Dezembro de 2008 18:37

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve uma sessão bastante volátil hoje, dia de vencimento de opções sobre o índice Bovespa. O comportamento negativo dos negócios em Wall Street pesou sobre o mercado local, que acabou fechando em baixa, apesar dos ganhos das ações da Petrobras e da Vale.
No fim do pregão, o Ibovespa recuou 0,12%, a 39.947,43 pontos, após oscilar entre a mínima de 2,18%, a 39.121 pontos, e a máxima acima dos 40 mil pontos, em alta de 0,92%, a 40.361 pontos. No mês, a Bolsa acumula ganhos de 9,16% e, no ano, perdas de 37,47%. O volume financeiro totalizou R$ 9,105 bilhões, engordado pelo exercício de opções, que movimentou cerca de R$ 2 bilhões.
Nos Estados Unidos, os índices de ações norte-americanos operam em baixa, também depois de muita oscilação entre os terrenos positivo e negativo. Lá fora, os investidores revisaram a euforia pós-corte de juro e mudança de política monetária anunciada ontem pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Hoje, a interpretação corrente era a de que a autoridade monetária foi agressiva nas medidas justamente porque a situação é grave.
A releitura, entretanto, não resultou em perdas elevadas, apesar das notícias negativas desta quarta-feira - balanço ruim do banco norte-americano Morgan Stanley e demissões na fabricante de bens de consumo Newell Rubbermaid e na companhia de armazenagem de dados digitais Western Digital.
Na avaliação do gestor-gerente de renda variável da Infinity Asset, George Sanders, os investidores estão, agora, na expectativa de outras medidas nos Estados Unidos, por exemplo, para as montadoras e mutuários. "E, com isso, eles acabam segurando papéis", comentou.

Ações

Hoje, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da Petrobras fecharam em alta de 2,74% e 2,31%, respectivamente, assim como os papéis PN classe A (PNA) da Vale, que subiram 1,77%, influenciadas pelo vencimento do índice futuro da Bovespa. A Vale informou hoje que vai conceder férias coletivas para 563 funcionários da empresa em dois portos.
Já a Petrobras ignorou a queda de mais de 8% do petróleo em Nova York, a US$ 40,06 o barril. Hoje, o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) anunciou aumento dos estoques no país. Nem mesmo o corte na produção anunciado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), de 2,2 milhões de barris por dia a partir de janeiro do ano que vem, conseguiu puxar as cotações da matéria-prima (commodity) no mercado internacional.

INDZ08...após 16/12..suportes e resistências


Os suportes imediatos estão em 39.600, 39.300, 39.070, 38.350 e 38.150 pontos.

As resistências imediatas estão em 40.500, 40.800, 41.050, 41.800, 42.800 e 43.000 pontos.

IBOV...após 16/12;;;suportes e resistências


Os suportes imediatos estão em 39.900, 39.100, 38.320 e 37.000 pontos.

As resistências imediatas estão em 40.500, 41.000, 42.700, 42.760, 43.750 e 45.960 pontos.

DJI...após 16/12...suportes e resistências


As resistências imediatas se encontram em 8.960, 9.020, 9.080 e 9.200 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.850, 8.700, 8.550 e 8.350 pontos.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Confiante nas decisões do Fed, NY fecha em alta

por Agência ESTADO
16 de Dezembro de 2008 20:37

O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, liderada pelas ações das grandes empresas do setor financeiro. O índice S&P-500 fechou no nível mais alto desde 10 de novembro. As ações ligadas ao setor de consumo também subiram, refletindo a esperança de que as decisões anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sejam eficazes para que o país saia rapidamente da recessão.
O índice Dow Jones fechou em alta de 359,61 pontos (4,20%), em 8.924,14 pontos. O Nasdaq registrou alta de 81,55 pontos (5,41%), em 1.589,89 pontos. O S&P-500 subiu 44,61 pontos (5,14%), para fechar em 913,18 pontos. O NYSE Composite avançou 307,07 pontos (5,59%), para 5.804,97 pontos.
A taxa dos Fed Funds, que orienta o crédito interbancário no overnight, foi reduzida de 1% para uma faixa entre 0% e 0,25%, nível mais baixo desde que o Fed começou a publicar a meta dos Fed Funds, em 1990 (na verdade, levando em conta os instrumentos anteriores de política monetária do Fed, a taxa básica foi reduzida ao nível mais baixo desde pelo menos 1954).
O Fed também anunciou que manterá os juros baixos por algum tempo e abriu um novo leque de ferramentas de sua política, destacando que vai focalizar o estímulo à recuperação econômica "por meio de operações no mercado aberto e outras medidas que sustentem o tamanho do balanço patrimonial do Federal Reserve num nível alto".
Além das compras de títulos da dívida das agências de crédito hipotecário e de títulos lastreados em hipotecas, o Fed sinalizou que poderá passar a comprar títulos do Tesouro e, curiosamente, também aproveitou o comunicado para dizer que a Linha de Empréstimos de Títulos Lastreados em Ativos a Termo (Talf, na sigla em inglês), que havia sido anunciado em 25 de novembro, começará a operar no início de 2009.
As ações do Goldman Sachs subiram 14,35%, apesar de a instituição ter publicado seu primeiro prejuízo trimestral desde que abriu o capital, em 1999. Outras ações do setor financeiro também tiveram altas fortes (Citigroup subiu 11,22%, Bank of America avançou 7,02% e JPMorgan Chase teve alta de 12,99%). A expectativa de que as decisões do Fed conduzam a uma recuperação econômica beneficiou ações de vários setores, como Boeing (alta de 8,16%), Intel (alta de 7,20%) e General Electric (alta de 5,72%). As informações são da Dow Jones.

Fed faz Ibovespa fechar com elevação de 4,37%

por Agência ESTADO
16 de Dezembro de 2008 18:31


A inesperada decisão do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) ao cortar a taxa básica de juros acima do previsto nas apostas majoritárias do mercado e também mudar a política monetária americana acabou estimulando o mercado financeiro. Logo após o anúncio, os índices acionários aumentaram os ganhos e a Bovespa ultrapassou os 4% de alta, sem, entretanto, romper a barreira dos 40 mil pontos - embora tenha chegado bem perto.
O Ibovespa, principal índice, terminou o dia em elevação de 4,37%, 39.993,46 pontos, na máxima do pregão. Na mínima, atingiu 38.324 pontos (+0,01%). No mês, acumula ganhos de 9,29%, mas, no ano, tem perdas de 37,40%. O giro financeiro foi mais fraco hoje ao totalizar R$ 3,423 bilhões.
Com um ligeiro atraso, pouco habitual em seus anúncios, o Federal Reserve superou as estimativas de um corte de 0,50 ponto porcentual na taxa básica de juros. Surpreendeu ao anunciar que o afrouxamento quantitativo (emissão de moeda) substitui, a partir de agora, a taxa básica de juros como instrumento primordial da política monetária do banco central.
Em números, o Fed anunciou uma redução de até um ponto porcentual, o que significa que a taxa básica de juros pode ser zero. A taxa, que até hoje estava em 1% ao ano, foi reduzida para uma banda entre zero e 0,25%, a mais baixa desde que o Fed começou a publicar a meta em 1990. A taxa de redesconto, pela qual empresta diretamente aos bancos, foi cortada de 1,25% para 0,5%.
O BC norte-americano também sinalizou que vai manter as taxas "excepcionalmente baixas" por algum tempo em meio ao rápido desaparecimento das pressões inflacionárias. "O Federal Reserve vai empregar todas as ferramentas disponíveis para promover a retomada do crescimento econômico sustentável e para preservar a estabilidade dos preços", diz o comunicado divulgado nesta tarde.
Pouco antes, o texto ainda justificava que as "condições do mercado de mão-de-obra se deterioraram e os dados disponíveis indicam que os gastos do consumidor, os investimentos das empresas e a produção industrial declinaram. (...) De uma maneira geral, a perspectiva para a atividade econômica enfraqueceu ainda mais". Com as mudanças, as bolsas passaram a ampliar os ganhos. Em Nova York, às 18h19 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 4,01%, o S&P, 4,60%, e o Nasdaq, 4,70%.
A expectativa com o Fed já guiou os negócios nas bolsas ao redor do mundo durante toda a sessão, sendo que, na Bovespa, o vencimento de índice futuro amanhã também esteve presente, principalmente no comportamento de Vale e Petrobras.
O petróleo em alta pela manhã também ajudou Petrobras, mas, à tarde, a cotação virou para baixo e fechou no vermelho, a US$ 43,60 por barril (queda de 2,04% na Bolsa Mercantil de Nova York). Amanhã, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decide sobre um corte na produção. As ações da Petrobras resistiram ao petróleo e subiram 3,96% as ON e 3,93% as PN. Vale avançou mais: 5,32% a ON e 4,89% a PNA. Apenas cinco papéis da cesta do Ibovespa (composta por 66 diferentes ações) terminaram o pregão em baixa.
Em tempo: hoje a Bolsa divulgou a segunda prévia da carteira teórica do Ibovespa que vai vigorar no início de 2009. As ações da Petrobras aumentaram sua participação e, agora, a PN tem 16,710% e a ON, 3,055%. Vale PNA tem peso de 11,950% e a ON, de 3,245%.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

WINZ08...após 15/12...suportes e resistências


Os suportes imediatos estão em 38.150, 37.100, 36.600, 35.350 e 32.400 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.400, 38.750, 39.450, 40.000, 40.450 e 41.200 pontos.

IBOV...após 15/12...suportes e resistências


Os suportes imediatos estão em 38.250, 37.900, 37.750, 37.000 e 34.500 pontos.

As resistências imediatas estão em 38.450, 38.900, 39.600, 39.900, 40.300 e 41.000 pontos.

DJI...após 15/12...suportes e resistências


As resistências imediatas se encontram em 8.600, 8.660, 8.800, 9.010 e 9.200 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.510, 8.440, 8.300 e 7.900 pontos.

Bolsa de NY fecha em queda com incerteza sobre Fed

por Agência ESTADO
15 de Dezembro de 2008 20:25

O mercado norte-americano de ações fechou em queda, em dia de expectativa em relação à decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e ao informe de resultados do Goldman Sachs, ambos amanhã. Rebaixamentos de recomendação para JPMorgan Chase e Apple também pesaram no sentimento do mercado, assim como a incerteza sobre o alcance das perdas provocadas pelas operações ilegais de "pirâmide" atribuídas a Bernard Madoff, ex-chairman da Nasdaq Stock Markets, preso na semana passada.
O índice Dow Jones fechou em queda de 65,15 pontos (0,75%), em 8.564,53 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 32,38 pontos (2,10%), em 1.508,34 pontos. O S&P-500 caiu 11,16 pontos (1,27%), para fechar em 868,57 pontos. O NYSE Composite caiu 46,06 pontos (0,83%), para 5.497,90 pontos.
"De uma maneira geral, precisamos assegurar que as ações financeiras se estabilizem, porque isso seria um dos indicadores de que a economia vai se recuperar. Ninguém quer surpresas neste momento", afirmou Quincy Crosby, estrategista-chefe da Hartford Financial.
No setor financeiro, as ações do JPMorgan Chase caíram 7,47%, após rebaixamento de recomendação pelos analistas do Merrill Lynch; as do Goldman Sachs, que divulga resultados amanhã, caíram 1,89% e as do Morgan Stanley, cujo balanço está previsto para quarta-feira, recuaram 1,52%. Outros destaques no setor foram Bank of America (queda de 5,49%) e Citigroup (baixa de 3,90%).
No setor de tecnologia, as ações da Apple caíram 3,58%, após rebaixamento de recomendação pelo Goldman Sachs; as da Hewlett-Packard recuaram 3,20%. No setor automotivo, as ações da general Motors subiram 3,55% e as da Ford avançaram 4,61%, depois de o presidente dos EUA, George W. Bush, dizer que o plano de ajuda às montadoras sairá logo. As informações são da Dow Jones.

Após exercício de opções, Bolsa segue NY e cai

por Agência ESTADO
15 de Dezembro de 2008 18:40

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) viveu dois pregões distintos nesta segunda-feira, que abriu a última semana completa de 2008. Pela manhã, o vencimento de opções sobre ações levou o índice para cima, sustentado pelo desempenho de Vale e Petrobras. À tarde, passado o exercício, a Bolsa oscilou ao sabor de Wall Street, o que significou sinal vermelho, apesar de as ações de primeira linha (blue chips) continuarem em alta - exceção para a ação preferencial classe A (PNA) da Vale, que virou no fim da sessão.
O Ibovespa recuou 2,68%, e fechou na mínima do dia, a 38.320,19 pontos. Na máxima, subiu 0,92% e atingiu 39.735 pontos. Em dezembro, o índice acumula ganhos de 4,71%, mas tem perdas de 40,02% em 2008. O giro financeiro totalizou R$ 5,168 bilhões, dos quais R$ 1,548 bilhão referente ao vencimento de opções sobre ações.
Pela manhã, o exercício das opções levou os investidores a 'puxarem' para cima as ações de Petrobras e da Vale, já que os comprados estavam mais fortes neste vencimento. Mas findo o movimento, logo no início da tarde, o desempenho das bolsas nos Estados Unidos voltaram a guiar os negócios por aqui, e o índice passou a recuar sob influência, principalmente, de bancos e siderúrgicas. As blue chips resistiram às perdas e mantiveram os ganhos, apesar de oscilarem muito entre altas e baixas durante a tarde.
No fim da sessão, Vale PNA acabou virando e fechou na mínima do dia, em baixa de 1,32%. A ação ordinária (ON) subiu 0,64%. Hoje, o diretor de diretor de Relações com Investidores da Vale, Fábio Barbosa, afirmou que as perspectivas para o setor de mineração seguem positivas no longo prazo, apesar da atual retração do mercado.
Petrobras ON fechou com elevação de 0,54% e PN, de 1,33%. As ações contaram, em boa parte da sessão, com a pressão da alta do preço do petróleo no mercado internacional. No meio da tarde, entretanto, a matéria-prima (commodity) virou para baixo, e fechou em queda de 3,82% a US$ 44,51 o barril, mas as ações da estatal petrolífera não acompanharam a baixa.

Cenário externo
Nos Estados Unidos, novos indicadores econômicos fracos pressionaram as ações hoje, mas o destaque da sessão foi a notícia sobre a fraude de US$ 50 bilhões de um dos mais renomados gestores de fundos de Wall Street, o ex-presidente da Bolsa eletrônica Nasdaq, Bernard Madoff, cujas vítimas da fraude começaram a aparecer no fim de semana.
Vários gigantes anunciaram suas perdas com o esquema de pirâmide montado por Madoff: a do banco espanhol Santander, por exemplo, supera US$ 3 bilhões; a da japonesa Nomura é de US$ 302 milhões, a do BNP Paribas, de quase US$ 500 milhões, e o HSBC pode ter uma exposição de até US$ 1 bilhão.
A notícia ganhou amplitude dada a fragilidade do mercado diante da crise e em meio a indicadores que não cessam em trazer números débeis apesar dos inúmeros pacotes e medidas de ajuda divulgados no mundo todo. Só para citar os Estados Unidos, dos índices divulgados hoje, foi conhecida a queda de 0,6% da produção industrial em novembro na comparação com outubro nos EUA e que o índice sobre atividade industrial na região de Nova York atingiu mínima histórica em dezembro, a -25,76.
Amanhã, em mais uma tentativa para minimizar os efeitos da crise numa economia que já está em recessão, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) anuncia a atualização da sua taxa básica de juros, hoje em 1% ao ano. A aposta majoritária dos especialistas é de que o BC norte-americano corte a taxa para 0,50% ao ano, mas há quem aposte em um corte maior, para 0,25% ao ano.

INDZ08...após 12/12...suportes e resistências


Perdendo o suporte em 38.350, objetivos de queda em 37.250 e 36.700 pontos
Recuperando os 39.600 pontos, objetivos de alta em 40.000 e 40.500 pontos.

Suportes imediatos em 38.900, 38.350 e 37.250 pontos
Resistências imediatas em 39.600, 40.000 e 40.500 pontos.

IBOV...suportes e resistências para a 3a semana de dezembro


Rompeu acima da congestão que se encontrava entre os 34 mil e 36 mil pontos e agora mantendo-se acima de 38 mil pontos, poderá buscar 40/41 mil pontos. Abaixo de 34 mil pontos, retornará aos 32 mil pontos.

Os suportes semanais imediatos estão em 37.500, 36.600, 35.350 e 32.400 pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 39.700, 40.400, 41.000 e 42.800 pontos.

domingo, 14 de dezembro de 2008

COMMODITIES...perspectivas para a 3a semana de dezembro


Fonte: Bloomberg


Situação em 05/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 807.70 -37.37 830.07 830.16 805.92
S&P GSCI 318.00 -16.18 333.20 336.30 317.13
RJ/CRB Commodity 208.60 -9.39 217.79 217.99 208.58
Rogers Intl 2334.34 -98.00 2427.76 2433.43 2317.71


Situação em 12/12


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 866.11 -13.40 853.16 879.24 840.52
S&P GSCI 356.56 -6.76 353.61 361.59 342.15
RJ/CRB Commodity 226.96 -3.87 230.27 230.30 222.96

Variação semanal 12/12 a 05/12

INDICE Fechamento (12/12) Fechamento(05/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 866.11 807.70 +7,23%
S&P GSCI 356.56 318.00 +12,2%
RJ/CRB Commodity 226.96 208.60 +8,80%

Análise:

O mercado de commodities ainda com muita volatilidade, recuperou boa parte das perdas, de 15% ocorrida na primeira semana de dezembro, ao aumentar em média 9,40% nessa segunda semana, considerando-se a evolução de preços dos 3 principais índices conforme acima. A reversão ocorrida nessa semana, decorre principalmente da vontade política do governo americano, em tentar salvar centena de milhares de empregos das montadoras GM, Crysler e Ford, à beira de uma colapso financeiro, além de anunciar um pacote de investimentos públicos em obras de infra-estrutura, já no início de 2009. Com isso o barril de petróleo, após atingir no final da sexta-feira anterior, o patamar dos U$ 40,00 recuperou boa parte dessas perdas, ao fechar acima dos US 46,00/barril. A tendência para o restante deste mês de dezembro ainda é de muita volatilidade, à medida em que novos números da economia estão sendo divulgados e de como o mercado estará absorvendo as novas medidas e planos econômicos gestados para salvar empregos, com a recessão em curso.

DJI...suportes e resistências para a 3a semana de dezembro


Análise:

DJI fechou esta primeira semana de dezembro em leve queda, contrariando mais uma vez as espectativas de rompimento dos 9 mil pontos. Por outro lado a recuperação do suporte nos 8.500 pontos revelou que DJI pode estar em congestão entre os 8.900/8.800 pontos e os 8.300/8.400 pontos. A ruptura do extremo superior poderá levar DJI aos 9.200/9.300 pontos, porém a perda definitiva do suporte nos 8.300 pontos levará DJI a testar os 7.900 pontos.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji" demonstrando a manutenção do equilíbrio de forças nessa segunda semana de dezembro, mas o não rompimento da máxima da semana anterior nos 9.026 pontos poderá sugerir a continuidade da "congestão" entre os 8.900 e os 7.900 pontos e na perda desse suporte, a retomada da tendência de queda.

As resistências semanais imediatas se encontram em 8.700, 8.900, 9.000, 9.200 e 9.400 pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 8.590, 8.300 e 7.900 pontos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

NY fecha em alta mesmo sem socorro para montadoras

por Agência ESTADO
12 de Dezembro de 2008 20:43

O mercado norte-americano de ações fechou em alta, depois de a Casa Branca indicar que poderá usar parte dos recursos do programa de socorro às instituições financeiras para ajudar as montadoras. As bolsas abriram em queda, depois de o Senado não aprovar um projeto de ajuda financeira ao setor automotivo de US$ 14 bilhões que já havia passado na Câmara, mas passou a subir após a Casa Branca reverter suas declarações anteriores e informar que estuda usar recursos do Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp).
O índice Dow Jones fechou em alta de 65,59 pontos (0,75%), em 8.629,68 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 32,84 pontos (2,18%), em 1.540,72 pontos. O S&P-500 subiu 6,14 pontos (0,70%), para fechar em 879,73 pontos. O NYSE Composite subiu 39,23 pontos (0,71%), para 5.543,96 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou baixa de 0,06%, o Nasdaq, alta de 2,08%, e o S&P-500, avanço de 0,42%.
Mas muitos participantes do mercado não estão convencidos de que uma operação de socorro do governo seria a melhor solução para o setor automotivo ou para o próprio mercado. "Acredito que, se eles emprestarem o dinheiro, as montadoras voltarão a bater à porta do Congresso em uns dois meses. E mesmo que o governo ponha US$ 50 bilhões nessas companhias, elas ainda carregam uma recomendação de venda no longo prazo", disse Len Blum, da Westwood Capital. As ações da Ford subiram 4,82% e as da General Motors caíram 4,37%.
As ações do setor de tecnologia subiram, depois de a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, dizer que o Congresso poderá examinar em janeiro um pacote de US$ 600 bilhões para estimular a modernização da rede de energia e o sistema de internet de banda larga (Intel subiu 5,28%, Micron Technology teve alta de 11,89%).
O fato de as vendas no varejo terem caído menos do que se previa em novembro beneficiou ações como Amazon.com (alta de 6,22%) e eBay (alta de 3,48%). As ações das incorporadoras de imóveis também subiram, lideradas por General Growth Properties (alta de 25,00%), depois de a empresa ter sucesso no refinanciamento de sua dívida. As informações são da Dow Jones.

Bovespa sobe hoje 2,22% e ganha 11,4% na semana

por Agência ESTADO
12 de Dezembro de 2008 18:39

A volatilidade continuou sendo a tônica dos negócios na Bovespa, mas, após uma abertura mais negativa, o pregão brasileiro firmou-se em território positivo à tarde, pegando embalo na reação das bolsas nos Estados Unidos - embora Wall Street ainda fosse oscilar entre os campos positivo e negativo. Em Nova York, os índices acionários continuaram à mercê do noticiário e das incertezas relacionados ao futuro das montadoras norte-americanas, o que se refletiu nas operações domésticas. Isso, porém, não impediu o índice doméstico de renovar máximas perto do fechamento, mesmo com todo o sobe-e-desce nos EUA.
Desse modo, o Ibovespa, principal índice, encerrou na máxima, aos 39.373,86 pontos, em alta de 2,22% - de 37.014 pontos na mínima (-3,91%). O volume financeiro, contudo, não foi dos mais expressivos, totalizando R$ 3,543 bilhões - no mês, a média diária é de R$ 4,231 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumulou um ganho de 11,4%, contabilizando uma valorização de 7,59% no mês. No ano, contudo, ainda registra perdas de 38,37%.
De acordo com Paulo Rebuzzi, da corretora Ativa S.A., o noticiário sobre a ajuda, ou não, para as montadoras de Detroit foi, sem dúvida, o que moveu o mercado hoje. O profissional aguardava uma abertura na Bovespa muito pior do que aconteceu, justamente por causa do fracasso de um acordo no Senado dos EUA ontem à noite sobre um pacote de socorro às empresas. A perspectiva de que essas companhias podem ser "grandes demais para quebrar" e de que um plano saia a qualquer momento, com base em informações da Casa Branca e do Tesouro dos EUA, porém, impediu isso, notou.
Por volta do meio-dia, a Casa Branca informou que estuda utilizar o Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês) de US$ 700 bilhões para evitar o colapso do setor automotivo norte-americano. Um pouco depois, o Tesouro dos EUA disse que está pronto para ajudar as montadoras, segundo comunicado enviado pela porta-voz Brooklyn McLaughlin a agências internacionais.
Em Nova York, diferentemente da Bovespa, o viés positivo não se sustentou e os índices ainda oscilariam entre momentos de alta e de baixa. Às 18h20, o Dow Jones subia 0,37%, o S&P-500 avançava 0,22% e o Nasdaq ganhava 1,51%.
A melhora do Ibovespa também encontrou suporte na diminuição da queda dos preços do petróleo, em razão do efeito positivo sobre as ações da Petrobras. Após cair 7,46% na mínima do dia, a US$ 44,40, o petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) encerrou o dia a US$ 46,28, em baixa de 3,54%. Na máxima do dia, chegou a US$ 47,15 (-1,73%). Isso permitiu que as ações PN da Petrobras - que respondem pela maior fatia do índice brasileiro - terminassem o dia em alta de 1,21%. As ações ON da estatal fecharam com elevação de 2,49%. Merece destaque o desempenho semanal das ações da Petrobras: a PN ganhou 24,45% e a ON, 28,37%.
Vale lembrar que esta semana antecedeu o vencimento de opções sobre ações que acontece na próxima segunda-feira, e os papéis da estatal costumam estar entre os mais líquidos do exercício.
Outras com expressiva liquidez nos vencimentos de opções, a Vale apresentou um comportamento mais tímido na sessão de hoje, mas não no acumulado da semana. No caso das ações PNA, subiram 1,13% nesta sexta-feira, acumulando ganho de 16,51% na semana. Vale ON apreciou-se 0,36% e 19,79%, respectivamente.
Os comportamentos das ações da Petrobras e Vale referendam a percepção dos profissionais do mercado e dos próprios dados da Bovespa sobre a presença de capital estrangeiro nos negócios. Nesta semana, a Bolsa registrou a entrada de R$ 874,321 milhões em capital externo no dia 8 e de R$ 315,689 milhões no dia 9.
Além de tudo isso, o gerente de renda variável de uma corretora no Rio citou que as medidas divulgadas ontem pelo governo federal favorecem um certo descolamento no que diz respeito ao fôlego no momento de recuperação das ações brasileiras perante as americanas. Ontem, o governo anunciou a redução do IPI cobrado sobre alguns veículos, a redução do IOF de 3,38% para 1,88%, a criação de duas novas faixas de IR e a possibilidade de usar parte das reservas internacionais para facilitar o pagamento de débitos externos por empresas privadas.
As maiores altas do Ibovespa hoje foram registradas por Cesp PNB (+9,09%), Embraer ON (+7,79%) e TIM Participações S.A. PN (+7,14%). No outro extremo, ALL Unit caiu 6,50%, JBS ON perdeu 5,41% e Transmissão Paulista PN recuou 2,71%.

IBOV...após 11/12...suportes e resistências



Os suportes imediatos estão agora em 38.000, 37.400, 36.100 e 34.600 pontos.
As resistências imediatas estão em 38.700, 39.000, 40.000 e 40.300 pontos.

INDZ08...após 11/12...suportes e resistências


Perdendo o suporte em 38.650, objetivos de queda em 37.900 e 36.700 pontos

Suportes imediatos em 38.500, 37.750 e 37.300 pontos
Resistências imediatas em 39.800, 40.000 e 40.600 pontos.

DJI...após 11/12...suportes e resistências


Abaixo da mínima 8.513, objetivos de queda em 8.420 e 8.300 pontos.
Acima de 8.720 pontos, objetivos de alta em 8.880 e 8.930 pontos.