por Agência ESTADO
05 de Janeiro de 2009 19:59
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de o índice Dow Jones ter fechado, na sexta-feira, acima dos 9.000 pontos pela primeira vez em dois meses. Embora o indicador de investimentos no setor de construção tenha saído melhor do que se previa e o presidente eleito, Barack Obama, tenha anunciado um plano de cortes de impostos de US$ 300 bilhões, prevaleceu a preocupação dos investidores quanto à perspectiva dos lucros das empresas num ambiente de recessão. Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund, disse que "Obama fez muitas promessas e por isso as pessoas ficaram bastante excitadas e esperam muito. Independentemente de quão bom presidente ele vai ser, as coisas demoram, e a situação é realmente muito difícil".
O índice Dow Jones fechou em queda de 81,80 pontos, ou 0,91%, em 8.952,89 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 4,18 pontos, ou 0,26%, em 1.628,03 pontos. O S&P-500 caiu 4,35 pontos, ou 0,47%, para 927,45 pontos. O NYSE Composite recuou 7,23 pontos, ou 0,12%, para 5.908,50 pontos.
As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram, depois de um analista do Deutsche Bank rebaixar suas previsões de resultado para Citigroup (-0,84%), Bank of America (-2,44%), JPMorgan Chase (-6,70%) e Wells Fargo (-6,47%). As da Synovus Financial perderam 12,56%, depois de a instituição elevar novamente sua previsão para perdas, o que já havia feito na semana passada. No setor de telecomunicações, as ações da Verizon caíram 6,24% e as da AT&T recuaram 3,37%, depois de a Sanford Bernstein rebaixar sua previsão para a receita das empresas do setor. As ações das montadoras operaram em queda pela manhã, mas recuperaram-se à tarde, depois dos informes de vendas de dezembro (General Motors subiu 1,64% e Ford, 4,88%). No setor de tecnologia, as ações da Apple subiram 4,22%, depois de o presidente-executivo da empresa, Steve Jobs, dizer que sua perda de peso decorre de "desequilíbrio hormonal", mas que o tratamento não impedirá que ele continue no cargo. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Com Vale, Bovespa encerra o pregão em alta de 3,17%
por Agência ESTADO
05 de Janeiro de 2009 18:36
Vale, Petrobras e siderúrgicas garantiram à Bovespa seu segundo pregão consecutivo de alta, acumulando nos dois primeiros pregões de 2009 ganhos superiores a 10%. Tal desempenho fez com que a Bolsa registrasse a maior pontuação desde 14 de outubro de 2008, acima dos 41 mil pontos.
O Ibovespa, principal índice, fechou o pregão com alta de 3,17%, aos 41.518,66 pontos. Na mínima, atingiu 39.526 pontos (-1,79%) e, na máxima, 41.889 pontos (+4,09%). Em dois pregões neste ano, a Bolsa já acumula alta de 10,57%. O volume financeiro hoje somou R$ 4,248 bilhões, com o ingresso de recursos estrangeiros.
Segundo um operador, favoreceu o setor de mineração e siderurgia a notícia de que o governo da China irá permitir o chamado "toll trading" de cobre, alumínio e níquel a partir de 1º de fevereiro, que se refere à importação da matéria-prima para processamento e posterior exportação como produto de valor agregado. Essa operação se qualifica para tratamento tributário preferencial, como isenção de tarifa alfandegária e imposto sobre valor agregado. Esta informação sinaliza aumento da demanda, puxando as vendas das empresas domésticas desse setor.
A volta gradual dos investidores estrangeiros também justificou os ganhos das blue chips (ações de primeira linha) e siderúrgicas hoje. O petróleo fechou em alta de 5,33%, aos US$ 48,81 por barril. O representante do Irã na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Ali Khatibi, declarou hoje que os países membros do cartel devem realizar uma reunião extraordinária no Kuwait em fevereiro.
Vale ON ganhou 5,44%; Vale PNA, 6,87%; Petrobras PN, 2,28%; Petrobras ON, 2,21%; Gerdau PN, 5,46%; Metalúrgica Gerdau PN, 6,21%; Usiminas PNA, 6,58%; CSN ON, 8,92%. A CSN anunciou hoje a demissão de 300 pessoas em Volta Redonda (RJ).
As bolsas em Wall Street operaram em queda, com alguns breves momentos no azul. Os investidores, lá, realizaram lucros depois da alta acumulada na última semana. Eles também trabalharam atentos aos números de vendas das montadoras em dezembro, já que o dia foi de agenda fraca. Às 18h25 (de Brasília), o índice nova-iorquino Dow Jones recuava 1,39%; o S&P-500, 0,93%; e o Nasdaq, 0,80%.
Para os próximos dias, crescem em importância os dados a serem conhecidos, com destaque, nesta semana, para o relatório do mercado de trabalho de dezembro nos EUA - programado para sexta-feira. Os investidores se contentam com esses resultados enquanto Barack Obama não toma posse na presidência norte-americana, e enquanto não sabem mais detalhes do pacote de estímulo econômico que ele promete para seu início de mandato. Segundo o Wall Street Journal, Obama e os congressistas democratas estão elaborando um plano para oferecer cerca de US$ 300 bilhões em cortes de impostos para pessoas físicas e empresas. Com outras medidas, o pacote deve somar entre US$ 775 bilhões e US$ 1 trilhão.
05 de Janeiro de 2009 18:36
Vale, Petrobras e siderúrgicas garantiram à Bovespa seu segundo pregão consecutivo de alta, acumulando nos dois primeiros pregões de 2009 ganhos superiores a 10%. Tal desempenho fez com que a Bolsa registrasse a maior pontuação desde 14 de outubro de 2008, acima dos 41 mil pontos.
O Ibovespa, principal índice, fechou o pregão com alta de 3,17%, aos 41.518,66 pontos. Na mínima, atingiu 39.526 pontos (-1,79%) e, na máxima, 41.889 pontos (+4,09%). Em dois pregões neste ano, a Bolsa já acumula alta de 10,57%. O volume financeiro hoje somou R$ 4,248 bilhões, com o ingresso de recursos estrangeiros.
Segundo um operador, favoreceu o setor de mineração e siderurgia a notícia de que o governo da China irá permitir o chamado "toll trading" de cobre, alumínio e níquel a partir de 1º de fevereiro, que se refere à importação da matéria-prima para processamento e posterior exportação como produto de valor agregado. Essa operação se qualifica para tratamento tributário preferencial, como isenção de tarifa alfandegária e imposto sobre valor agregado. Esta informação sinaliza aumento da demanda, puxando as vendas das empresas domésticas desse setor.
A volta gradual dos investidores estrangeiros também justificou os ganhos das blue chips (ações de primeira linha) e siderúrgicas hoje. O petróleo fechou em alta de 5,33%, aos US$ 48,81 por barril. O representante do Irã na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Ali Khatibi, declarou hoje que os países membros do cartel devem realizar uma reunião extraordinária no Kuwait em fevereiro.
Vale ON ganhou 5,44%; Vale PNA, 6,87%; Petrobras PN, 2,28%; Petrobras ON, 2,21%; Gerdau PN, 5,46%; Metalúrgica Gerdau PN, 6,21%; Usiminas PNA, 6,58%; CSN ON, 8,92%. A CSN anunciou hoje a demissão de 300 pessoas em Volta Redonda (RJ).
As bolsas em Wall Street operaram em queda, com alguns breves momentos no azul. Os investidores, lá, realizaram lucros depois da alta acumulada na última semana. Eles também trabalharam atentos aos números de vendas das montadoras em dezembro, já que o dia foi de agenda fraca. Às 18h25 (de Brasília), o índice nova-iorquino Dow Jones recuava 1,39%; o S&P-500, 0,93%; e o Nasdaq, 0,80%.
Para os próximos dias, crescem em importância os dados a serem conhecidos, com destaque, nesta semana, para o relatório do mercado de trabalho de dezembro nos EUA - programado para sexta-feira. Os investidores se contentam com esses resultados enquanto Barack Obama não toma posse na presidência norte-americana, e enquanto não sabem mais detalhes do pacote de estímulo econômico que ele promete para seu início de mandato. Segundo o Wall Street Journal, Obama e os congressistas democratas estão elaborando um plano para oferecer cerca de US$ 300 bilhões em cortes de impostos para pessoas físicas e empresas. Com outras medidas, o pacote deve somar entre US$ 775 bilhões e US$ 1 trilhão.
DJI...após 02/01...semana de indicadores pesados x otimimismo com plano de Obama

No primeiro pregão do ano, ainda com volume reduzido, DJI conseguiu fechar acima dos 9 mil pontos, sinalizando a possibilidade de se manter na parte superior do sub-canal de alta, entre os 9 mil e os 9.500 pontos. Alguns dos principais indicadores se encontram relativamente sobrecomprados, sinalizando alguma possibilidade de realização no curto prazo. Realização mais forte que leve a perda dos 8.600 pontos, poderá sinalizar reversão do atual quadro. A semana está repleta de divulgação de pesados indicadores econômicos, como taxa de desemprego, estoques de petróleo e outros níveis de atividade econômica que sinalizarão a intensidade da recessão em curso, versus o otimismo do detalhamento do plano de geração de renda e empregos gestado pela equipe econômica de Obama, que ainda corre o risco de rejeição pelos senadores republicanos.
As resistências imediatas se encontram em 9.100, 9.140 e 9.280 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.990, 8.830, 8.740, 8.640 e 8.520 pontos.
IBOV...após 02/01..sequência de altas sinaliza possibilidade de rompimento dos 41 mil pontos...

O fechamento acima dos 40 mil pontos ocorrido no pregão de sexta, com alta superior a 7%, sinaliza que o Ibovespa poderá testar os 41 mil pontos, cujo rompimento levará aos objetivos em 43 mil e 45 mil pontos. Por outro lado, os principais indicadores se encontram bastante esticados sinalizando perspectivas de alguma realização intraday. A perda do suporte nos 39 mil pontos poderá sinalizar uma realização mais forte, com objetivos imediatos nos 36/37 mil pontos
Os suportes imediatos estão em 39.250, 38.200, 38 mil, 37.250 e 36.400 pontos.
As resistências imediatas estão em 40.250, 40.450, 40.900, 41.130 e 42.100 pontos.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Commodities...perspectivas para o início de janeiro

Fonte: Bloomberg
Situação em 02/01
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 931.94 24.27 893.48 934.28 891.73 01/02
S&P GSCI 359.02 9.98 338.35 359.58 335.03 01/02
RJ/CRB Commodity 233.92 4.38 229.03 233.93 228.00 01/02
Rogers Intl 2654.55 60.89 2520.88 2663.34 2510.38 01/02
Situação em 26/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 830.75 -11.90 830.74 839.79 830.15
S&P GSCI 318.01 9.42 312.34 318.67 309.09
RJ/CRB Commodity 215.28 4.63 210.56 215.53 210.39
Rogers Intl 2398.51 62.73 2298.08 2401.88 2285.89
Variação semanal 26/12 a 02/01
INDICE Fechamento (26/12) Fechamento(02/01) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 830.75 931.94 +12,18%
S&P GSCI 318.01 359.02 +12,89%
RJ/CRB Commodity 215.28 233.92+8,65%
Rogers Intl2398.51 2654.55 +10,67%
Análise:
O mercado de commodities na última semana do ano, entre os feriados de Natal e Ano Novo, apesar do baixo volume de negócios, foi muito influenciado pela variação dos preços do petróleo no mercado futuro que saiu da casa dos U$36 dólares/barril para os 42 dólares/barril, provocado novamente por conflitos no Oriente Médio, fazendo com que os principais índices, evoluíssem em média +11,1% nesse final de ano. Apesar da significativa alta, o resultado foi ainda insuficiente para reverter a queda anual de mais de 35%, em relação aos preços do ínicio do ano passado e cerca da metade dos preços praticados no período em que ocorreu o pico desses preços em julho/2008. A tendência para o início do novo ano ainda é de volatilidade, com novos números da economia sendo divulgados e detalhados os planos econômicos do novo governo de Obama, que assumirá na segunda quinzena de janeiro.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Bolsa de NY encerra em alta com otimismo renovado
por Agência ESTADO
02 de Janeiro de 2009 20:11
Depois de um sofrível ano de 2008, o mercado de ações norte-americano começou o novo ano com uma saudável alta, embora em meio a condições de baixa liquidez, com os investidores olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. O índice Dow Jones subiu quase 260 pontos e fechou acima da importante marca psicológica dos 9 mil pontos. Contudo, se esse otimismo vai sobreviver aos indicadores da próxima semana, isso é algo ainda incerto.
O índice Dow Jones subiu 258,30 pontos, ou 2,94%, e fechou com 9.034,69 pontos. O Nasdaq avançou 55,18 pontos, ou 3,50%, e fechou com 1.632,21 pontos. O S&P-500 avançou 28,55 pontos, ou 3,16%, e fechou com 931,80 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 158,68 pontos, ou 2,76%, e fechou com 5.915,73 pontos.
"Parece que existe algum otimismo com o pacote de estímulo de Obama e potencial corte (adicional) de impostos, que as coisas devem melhorar, depois de um dos piores anos na história do mercado de ações", disse Daniel Morgan, gerente de carteira da Synovus Securities.
Com base no sentimento de que "as coisas podem apenas ficar melhor" em 2009, os participantes do mercado ignoraram o fraco dado de atividade do setor industrial de dezembro do Instituto de Gestão de Oferta (ISM), que mostrou a menor leitura desde junho de 1980. Contudo, o relatório do mercado de emprego da próxima semana e a nova temporada de balanços corporativos pode esfriar este otimismo, alertou Morgan.
"Os consumidores permanecerão sob pressão; as financeiras ainda têm um caminho a percorrer antes de se colocarem a salvo", disse, acrescentando que a qualidade de crédito continuará a se deteriorar em linha com o declínio do consumo.
Neste primeiro dia do ano, os ganhos também foram orientados por amplas compras de ações de empresas de consumo discricionário, indústria e energia. A alta do setor de energia ocorreu em consequência da alta de quase 4% dos preços do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York, depois de uma alta de 14% registrada na quarta-feira.
"Temos visto uma oscilação nos preços do petróleo, tanto na demanda quanto na tensão no Oriente Médio, mas isso certamente está ajudando as ações das companhias de petróleo e de serviços do setor", Randy Bateman, executivo-chefe da Huntington Funds. ExxonMobil subiu 2,27% e Chevron avançou 3,45%.
Entre as componentes do índice Dow Jones, as ações da GM lideraram os ganhos com uma alta de 14,06%, impulsionadas pelo anúncio de que a GMAC concordou em alterar seu acordo de serviços financeiros com a montadora, dando à GM a opção de oferecer incentivos para o financiamento automotivo por meio de uma terceira fonte financiadora durante dois anos sob algumas circunstâncias.
Entre as ações financeiras, destaque para a alta de 6,41% do Citigroup em reação à notícia de que seu executivo-chefe Vikram Pandit disse em um memorando que ele e o presidente Win Bischoff não vão receber um bônus de 2008 e vão reduzir os pacotes de benefícios para os executivos. As informações são da Dow Jones.
02 de Janeiro de 2009 20:11
Depois de um sofrível ano de 2008, o mercado de ações norte-americano começou o novo ano com uma saudável alta, embora em meio a condições de baixa liquidez, com os investidores olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. O índice Dow Jones subiu quase 260 pontos e fechou acima da importante marca psicológica dos 9 mil pontos. Contudo, se esse otimismo vai sobreviver aos indicadores da próxima semana, isso é algo ainda incerto.
O índice Dow Jones subiu 258,30 pontos, ou 2,94%, e fechou com 9.034,69 pontos. O Nasdaq avançou 55,18 pontos, ou 3,50%, e fechou com 1.632,21 pontos. O S&P-500 avançou 28,55 pontos, ou 3,16%, e fechou com 931,80 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 158,68 pontos, ou 2,76%, e fechou com 5.915,73 pontos.
"Parece que existe algum otimismo com o pacote de estímulo de Obama e potencial corte (adicional) de impostos, que as coisas devem melhorar, depois de um dos piores anos na história do mercado de ações", disse Daniel Morgan, gerente de carteira da Synovus Securities.
Com base no sentimento de que "as coisas podem apenas ficar melhor" em 2009, os participantes do mercado ignoraram o fraco dado de atividade do setor industrial de dezembro do Instituto de Gestão de Oferta (ISM), que mostrou a menor leitura desde junho de 1980. Contudo, o relatório do mercado de emprego da próxima semana e a nova temporada de balanços corporativos pode esfriar este otimismo, alertou Morgan.
"Os consumidores permanecerão sob pressão; as financeiras ainda têm um caminho a percorrer antes de se colocarem a salvo", disse, acrescentando que a qualidade de crédito continuará a se deteriorar em linha com o declínio do consumo.
Neste primeiro dia do ano, os ganhos também foram orientados por amplas compras de ações de empresas de consumo discricionário, indústria e energia. A alta do setor de energia ocorreu em consequência da alta de quase 4% dos preços do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York, depois de uma alta de 14% registrada na quarta-feira.
"Temos visto uma oscilação nos preços do petróleo, tanto na demanda quanto na tensão no Oriente Médio, mas isso certamente está ajudando as ações das companhias de petróleo e de serviços do setor", Randy Bateman, executivo-chefe da Huntington Funds. ExxonMobil subiu 2,27% e Chevron avançou 3,45%.
Entre as componentes do índice Dow Jones, as ações da GM lideraram os ganhos com uma alta de 14,06%, impulsionadas pelo anúncio de que a GMAC concordou em alterar seu acordo de serviços financeiros com a montadora, dando à GM a opção de oferecer incentivos para o financiamento automotivo por meio de uma terceira fonte financiadora durante dois anos sob algumas circunstâncias.
Entre as ações financeiras, destaque para a alta de 6,41% do Citigroup em reação à notícia de que seu executivo-chefe Vikram Pandit disse em um memorando que ele e o presidente Win Bischoff não vão receber um bônus de 2008 e vão reduzir os pacotes de benefícios para os executivos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa fecha primeiro pregão do ano em alta de 7,17%
por Agência ESTADO
02 de Janeiro de 2009 19:07
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciou o primeiro dia útil de 2009 voltando para os 40 mil pontos, patamar que não atingia desde 4 de novembro. Hoje, o Ibovespa encerrou com valorização de 7,17%, aos 40.244,22 pontos. Em nenhum momento o índice tocou o terreno negativo. O giro financeiro ficou em R$ 2,22 bilhões; embora menor do que a média diária, ele foi considerado bom, já que hoje é um dia atípico em razão do feriado do Ano Novo ontem e de muitos investidores terem emendado a folga. O bom desempenho do índice paulista neste início de ano foi puxado pelos papéis da Petrobras e da Vale, que foram beneficiados pela alta do petróleo e dos metais no mercado internacional.
Para um profissional, se o índice conseguir romper a resistência de 41 mil pontos - o primeiro passo antes de voltar aos melhores patamares de 2008 (70 mil pontos) -, o Ibovespa pode dar uma "bela arrancada". Mas, para isso, segundo a fonte, será necessário que haja "força". "A bolsa pode dar uma bela arrancada se ela ultrapassar os 41 mil pontos, um dos primeiros suportes técnicos. Isso vai depender do fluxo financeiro para ela subir e se sustentar neste patamar", avalia.
Este bom humor verificado hoje, no entanto, não é garantia de bons negócios na próxima semana, ou nos próximos dias. "O cenário continua nebuloso. Não há nada certo. Por enquanto, 2009 é um reflexo das ações de 2008. Ou seja, se as medidas tomadas no ano passado surtirem um bom efeito, 2009 tende a ser melhor. Mas o inverso também é verdadeiro", disse a fonte. Um outro profissional observa ainda que o cenário só deve estar melhor definido a partir de meados do ano. "Ainda aposto em muita volatilidade nos primeiros meses do ano, mas acredito que o segundo semestre deve ser mais positivo", disse.
Vale PNA encerrou com valorização de 9,67% e Vale ON avançou 10,15%, enquanto Petrobras PN ganhou 7,44% e a ON subiu 8,62%. Esses quatro papéis responderam por mais de 40% do giro financeiro de hoje, ou R$ 954,751 milhões.
Os metais negociado na Bolsa de Metais de Londres (LME, na sigla em inglês) também começaram o ano bem, com o níquel puxando o movimento, ajudado pela compra para cobertura de posições vendidas, em meio ao baixo volume de negócios. Para alguns analistas, o volume deve continuar crescendo na próxima semana, embora possam ocorrer novas compras para cobrir posições. Mas, o cenário macroeconômico ainda é incerto e pesa sobre os negócios, o que pode voltar a derrubar o preço dos metais. Em Nova York, o petróleo encerrou o dia com ganho de 3,90%, a US$ 46,34 por barril.
Além disso, a Bovespa também refletiu o bom comportamento de Nova York na quarta-feira, quando o mercado aqui já se encontrava parado, e também a alta das bolsas pelo mundo hoje.
O mercado de ações norte-americano ampliou os ganhos do dia nesta tarde, com os investidores deixando 2008 para trás e olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Às 18h44 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 3,13%; o Nasdaq, 3,40%; e o S&P-500, 3,34%.
Por aqui, o setor siderúrgico também foi destaque de alta. CSN ON fechou com ganho de 9,38%; Gerdau PN, de 7,04%; e Usiminas PNA, de 8,26%. Segundo uma das fontes, a notícia de que os executivos do setor siderúrgico nos EUA estão pressionando Obama a aprovar um programa de investimento, de cerca de até US$ 1 trilhão, segundo reportagem publicada na página do jornal The New York Times na internet, pode ter contribuído para o desempenho dos papéis.
Ainda do lado positivo, Embraer ON liderou a alta do índice (+15,66%), seguida por Gafisa ON (+11,53%) e Itaú PN (+11,03%). Já do lado negativo, as coisas nem foram tão ruins. Apenas duas ações figuraram entre as quedas do índice: Brasil Telecom Participações ON (-0,73%) e Telemar ON (-0,65%).
02 de Janeiro de 2009 19:07
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciou o primeiro dia útil de 2009 voltando para os 40 mil pontos, patamar que não atingia desde 4 de novembro. Hoje, o Ibovespa encerrou com valorização de 7,17%, aos 40.244,22 pontos. Em nenhum momento o índice tocou o terreno negativo. O giro financeiro ficou em R$ 2,22 bilhões; embora menor do que a média diária, ele foi considerado bom, já que hoje é um dia atípico em razão do feriado do Ano Novo ontem e de muitos investidores terem emendado a folga. O bom desempenho do índice paulista neste início de ano foi puxado pelos papéis da Petrobras e da Vale, que foram beneficiados pela alta do petróleo e dos metais no mercado internacional.
Para um profissional, se o índice conseguir romper a resistência de 41 mil pontos - o primeiro passo antes de voltar aos melhores patamares de 2008 (70 mil pontos) -, o Ibovespa pode dar uma "bela arrancada". Mas, para isso, segundo a fonte, será necessário que haja "força". "A bolsa pode dar uma bela arrancada se ela ultrapassar os 41 mil pontos, um dos primeiros suportes técnicos. Isso vai depender do fluxo financeiro para ela subir e se sustentar neste patamar", avalia.
Este bom humor verificado hoje, no entanto, não é garantia de bons negócios na próxima semana, ou nos próximos dias. "O cenário continua nebuloso. Não há nada certo. Por enquanto, 2009 é um reflexo das ações de 2008. Ou seja, se as medidas tomadas no ano passado surtirem um bom efeito, 2009 tende a ser melhor. Mas o inverso também é verdadeiro", disse a fonte. Um outro profissional observa ainda que o cenário só deve estar melhor definido a partir de meados do ano. "Ainda aposto em muita volatilidade nos primeiros meses do ano, mas acredito que o segundo semestre deve ser mais positivo", disse.
Vale PNA encerrou com valorização de 9,67% e Vale ON avançou 10,15%, enquanto Petrobras PN ganhou 7,44% e a ON subiu 8,62%. Esses quatro papéis responderam por mais de 40% do giro financeiro de hoje, ou R$ 954,751 milhões.
Os metais negociado na Bolsa de Metais de Londres (LME, na sigla em inglês) também começaram o ano bem, com o níquel puxando o movimento, ajudado pela compra para cobertura de posições vendidas, em meio ao baixo volume de negócios. Para alguns analistas, o volume deve continuar crescendo na próxima semana, embora possam ocorrer novas compras para cobrir posições. Mas, o cenário macroeconômico ainda é incerto e pesa sobre os negócios, o que pode voltar a derrubar o preço dos metais. Em Nova York, o petróleo encerrou o dia com ganho de 3,90%, a US$ 46,34 por barril.
Além disso, a Bovespa também refletiu o bom comportamento de Nova York na quarta-feira, quando o mercado aqui já se encontrava parado, e também a alta das bolsas pelo mundo hoje.
O mercado de ações norte-americano ampliou os ganhos do dia nesta tarde, com os investidores deixando 2008 para trás e olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Às 18h44 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 3,13%; o Nasdaq, 3,40%; e o S&P-500, 3,34%.
Por aqui, o setor siderúrgico também foi destaque de alta. CSN ON fechou com ganho de 9,38%; Gerdau PN, de 7,04%; e Usiminas PNA, de 8,26%. Segundo uma das fontes, a notícia de que os executivos do setor siderúrgico nos EUA estão pressionando Obama a aprovar um programa de investimento, de cerca de até US$ 1 trilhão, segundo reportagem publicada na página do jornal The New York Times na internet, pode ter contribuído para o desempenho dos papéis.
Ainda do lado positivo, Embraer ON liderou a alta do índice (+15,66%), seguida por Gafisa ON (+11,53%) e Itaú PN (+11,03%). Já do lado negativo, as coisas nem foram tão ruins. Apenas duas ações figuraram entre as quedas do índice: Brasil Telecom Participações ON (-0,73%) e Telemar ON (-0,65%).
INDG09...após 30/12...suportes e resistências
DJI...após 31/12...suportes e resistências

DJI fechou o ano, com alta na última sessão de 1,25% nos 8.776 pontos, após atingir a máxima intraday em 8.843 pontos.A retomada do sub-canal de alta pode levar DJI a testar novamente os 8.900/9 mil pontos.
As resistências imediatas se encontram em 8.830, 8.900 e 9.040 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.740, 8.630, 8.460, 8.370 e 8.080 pontos.
IBOV...após 30/12...suportes e resistências

Na esteira do otimismo de final de ano de DJI, o Ibovespa fechou a última sessão do ano em alta de 1.32%, nos 37.550 pontos, após atingir a máxima intraday em 37.783 pontos. Eventual retomada dos 38.320 pontos desfaz o "triângulo de baixa" que estava sendo executado, com objetivos nos 36.140 pontos. Acima dos 38.320 pontos objetivos nos 40 mil pontos, novamente.
Os suportes imediatos estão em 37.300, 37.000, 36.800, 36.400, 36.100 e 35.700 pontos.
As resistências imediatas em 37.650, 38.000, 38.320 e 38.400 pontos.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Bolsas de NY terminam o dia em alta superior a 2%
por Agência ESTADO
30 de Dezembro de 2008 20:04
O mercado de ações norte-americano acelerou os ganhos no finalzinho da penúltima sessão de 2008, impulsionado por compras de final de ano. O movimento de compra de pechinchas beneficiou algumas das ações que mais caíram em 2008, incluindo General Motors, Citigroup e Alcoa. No entanto, apesar do fechamento positivo, até agora no ano, faltando uma sessão, o índice Dow Jones acumula uma queda de mais de 35%; o Nasdaq, uma perda de mais de 42%; e o S&P-500, um declínio de mais de 39%.
O índice Dow Jones subiu 184,46 pontos, ou 2,17% e fechou com 8.668,39 pontos. O Nasdaq avançou 40,38 pontos, ou 2,67%, e fechou com 1.550,70 pontos. O S&P-500 subiu 21,21 pontos, ou 2,44%, e fechou com 890,63 pontos, enquanto o NYSE Composite avançou 135,36 pontos, ou 2,45%, e fechou com 5.670,00 pontos.
As ações da GM subiram 5,56% depois que sua unidade de financiamento de veículos, a GMAC, obteve status de banco e recebeu US$ 6 bilhões em ajuda do governo federal do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês). Isso vai permitir à montadora de Detroit lançar novos incentivos para financiamento de veículos. Faltando uma sessão para encerrar o ano, as ações da GM acumulam até agora uma desvalorização de 85%. As ações da rival Ford fecharam em alta de 3,15%.
"Existe uma aceitação da realidade que, considerando o estado vulnerável da economia permitir a falência daquelas companhias agora seria simplesmente exacerbar os problemas do desemprego", disse Quincy Krosby, estrategista-chefe de investimentos da Hartford, observando que as montadoras e indústrias relacionadas respondem por até 1 em cada 10 empregos nos EUA.
O sistema financeiro, que esteve no centro dos problemas, com muitos bancos tendo que buscar socorro do governo, está entre os setores com melhor desempenho nestes últimos dias do ano. JPMorgan subiu 4,13%, Citigroup ganhou 3,50%, Bank of America avançou 2,32% e American Express registrou alta de 1,69%.
Algumas ações de empresas do setor de consumo discricionário subiram, apesar da queda da confiança do consumidor norte-americano para novo nível recorde em dezembro (AT&T subiu 1,33%; McDonald's, 2,25%; e HP, 1,71%). Os dados apontando novo declínio nos preços das residências também não impediram a alta das ações das construtoras. Meritage avançou 16,32% e Beazer ganhou 8,66%. As ações da Alcoa fecharam em alta de 9,87% com ajuda da alta dos metais. As informações são da Dow Jones.
30 de Dezembro de 2008 20:04
O mercado de ações norte-americano acelerou os ganhos no finalzinho da penúltima sessão de 2008, impulsionado por compras de final de ano. O movimento de compra de pechinchas beneficiou algumas das ações que mais caíram em 2008, incluindo General Motors, Citigroup e Alcoa. No entanto, apesar do fechamento positivo, até agora no ano, faltando uma sessão, o índice Dow Jones acumula uma queda de mais de 35%; o Nasdaq, uma perda de mais de 42%; e o S&P-500, um declínio de mais de 39%.
O índice Dow Jones subiu 184,46 pontos, ou 2,17% e fechou com 8.668,39 pontos. O Nasdaq avançou 40,38 pontos, ou 2,67%, e fechou com 1.550,70 pontos. O S&P-500 subiu 21,21 pontos, ou 2,44%, e fechou com 890,63 pontos, enquanto o NYSE Composite avançou 135,36 pontos, ou 2,45%, e fechou com 5.670,00 pontos.
As ações da GM subiram 5,56% depois que sua unidade de financiamento de veículos, a GMAC, obteve status de banco e recebeu US$ 6 bilhões em ajuda do governo federal do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês). Isso vai permitir à montadora de Detroit lançar novos incentivos para financiamento de veículos. Faltando uma sessão para encerrar o ano, as ações da GM acumulam até agora uma desvalorização de 85%. As ações da rival Ford fecharam em alta de 3,15%.
"Existe uma aceitação da realidade que, considerando o estado vulnerável da economia permitir a falência daquelas companhias agora seria simplesmente exacerbar os problemas do desemprego", disse Quincy Krosby, estrategista-chefe de investimentos da Hartford, observando que as montadoras e indústrias relacionadas respondem por até 1 em cada 10 empregos nos EUA.
O sistema financeiro, que esteve no centro dos problemas, com muitos bancos tendo que buscar socorro do governo, está entre os setores com melhor desempenho nestes últimos dias do ano. JPMorgan subiu 4,13%, Citigroup ganhou 3,50%, Bank of America avançou 2,32% e American Express registrou alta de 1,69%.
Algumas ações de empresas do setor de consumo discricionário subiram, apesar da queda da confiança do consumidor norte-americano para novo nível recorde em dezembro (AT&T subiu 1,33%; McDonald's, 2,25%; e HP, 1,71%). Os dados apontando novo declínio nos preços das residências também não impediram a alta das ações das construtoras. Meritage avançou 16,32% e Beazer ganhou 8,66%. As ações da Alcoa fecharam em alta de 9,87% com ajuda da alta dos metais. As informações são da Dow Jones.
Bovespa sobe hoje, mas fecha o ano em queda de 41%
por Agência ESTADO
30 de Dezembro de 2008 19:02
O ano de 2008 não vai deixar saudades, principalmente para quem tinha suas economias investidas na Bovespa. A Bolsa termina 2008 registrando o pior desempenho desde 1994 - último dado fornecido pela BM&FBovespa. Desde então, a marca mais negativa havia sido verificada em 1998, quando o Ibovespa registrou queda de 33,4%, aos 6.784 pontos, e interrompendo a seqüência de cinco anos consecutivos de valorização expressiva. O Ibovespa fechou hoje, último dia de negócios do ano, com alta de 1,32%, aos 37.550,31 pontos. No mês, o índice paulista conseguiu encerrar no azul (+2,61%), mas no ano o declínio foi de 41,22%. O giro financeiro ficou em R$ 2,61 bilhões.
Hoje a Bovespa acompanhou de perto o movimento das Bolsas de Nova York, que foram beneficiadas pela notícia de que o governo norte-americano vai liberar US$ 6 bilhões à GMAC, braço financeiro da General Motors. Outra notícia boa foi o índice dos gerentes de compras de Chicago, que mostrou leve melhora em dezembro. O índice subiu a 34,1, superando os 33 previstos e acima dos 33,8 registrados em novembro. Mas o dado ainda indica contração na atividade econômica, pois segue abaixo do nível de 50. Por outro lado, a confiança do consumidor continua mostrando deterioração, contrariando as expectativas de recuperação, e o novo declínio dos preços dos imóveis residenciais contribuíram para limitar os ganhos em Nova York. Às 18h26 (de Brasília), o Dow Jones subia 1,36%, o Nasdaq avançava 1,74% e S&P, 1,49%.
Para 2009, os analistas esperam um cenário mais positivo; no entanto, esta perspectiva só deve começar a se mostrar a partir de meados do segundo semestre. "Para o primeiro semestre a expectativa ainda é de perda e de volatilidade acentuada", diz um profissional, ressaltando que a reação positiva só deve começar a aparecer quando as medidas tomadas este ano para enfrentar a crise financeira, principalmente nos EUA, começarem a surtir efeito. Além das ações adotadas até agora, o profissional não descarta mais iniciativas do novo presidente dos EUA, Barack Obama, que assume o comando do país em 20 de janeiro. "O mercado espera que Obama solte algo coerente que faça o mercado se ajustar e reagir", comenta, ressaltando que "para 2009 a expectativa é positiva, mas vamos ver se não vai ter nada para frustrar no meio do caminho, como aconteceu este ano", disse.
Já um outro operador acredita que a Bolsa pode começar a reagir a partir do início do segundo trimestre, após as empresas soltarem os balanços referentes a 2008. "Esta reação tanto pode ser positiva quanto negativa, tudo vai depender dos números das empresas", disse, reforçando ainda que acredita em um 2009 mais tranqüilo e aposta que a Bovespa pode chegar ao final do ano que vem acima dos 50 mil pontos. "Isso (50 mil pontos) significa uma valorização de mais de 32% sobre este ano; é algo bastante relevante, mas ainda não zera as perdas de 2008".
As ações da Vale, que chegaram a tocar o terreno negativo pela manhã, iniciaram a tarde em alta e se mantiveram neste terreno até o fechamento. Vale PNA terminou com ganho de 0,38% e ON subiu 2,40%. Petrobras também fechou no azul: a ação PN ganhou 1,42% e a ON, 1,48%. No mês, Petrobras PN acumula valorização de 18% e, no ano, queda de 46,11%; Petrobras ON teve alta de 19,30% em dezembro e queda de 45,74% no ano. Já as ações PNA da Vale não tiveram a mesma "sorte" e encerraram o mês e o ano em queda, de 2,53% e 51,13%. As ON subiram 0,58% em dezembro e caíram 51,72% em 2008.
As ações das companhias aéreas que ontem fecharam no vermelho, em razão do avanço do petróleo no mercado internacional, hoje terminaram com valorização. Embraer ON subiu 0,69% e TAM PN, 4,66%. Já a Gol PN não se sustentou e fechou com queda de 2,27%. Além do declínio do petróleo, que fechou hoje a US$ 39,03 por barril, outra notícia favorável para o setor foi a queda no preço do querosene de aviação. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), o QAV vai recuar 16,76% a partir de 1º de janeiro.
30 de Dezembro de 2008 19:02
O ano de 2008 não vai deixar saudades, principalmente para quem tinha suas economias investidas na Bovespa. A Bolsa termina 2008 registrando o pior desempenho desde 1994 - último dado fornecido pela BM&FBovespa. Desde então, a marca mais negativa havia sido verificada em 1998, quando o Ibovespa registrou queda de 33,4%, aos 6.784 pontos, e interrompendo a seqüência de cinco anos consecutivos de valorização expressiva. O Ibovespa fechou hoje, último dia de negócios do ano, com alta de 1,32%, aos 37.550,31 pontos. No mês, o índice paulista conseguiu encerrar no azul (+2,61%), mas no ano o declínio foi de 41,22%. O giro financeiro ficou em R$ 2,61 bilhões.
Hoje a Bovespa acompanhou de perto o movimento das Bolsas de Nova York, que foram beneficiadas pela notícia de que o governo norte-americano vai liberar US$ 6 bilhões à GMAC, braço financeiro da General Motors. Outra notícia boa foi o índice dos gerentes de compras de Chicago, que mostrou leve melhora em dezembro. O índice subiu a 34,1, superando os 33 previstos e acima dos 33,8 registrados em novembro. Mas o dado ainda indica contração na atividade econômica, pois segue abaixo do nível de 50. Por outro lado, a confiança do consumidor continua mostrando deterioração, contrariando as expectativas de recuperação, e o novo declínio dos preços dos imóveis residenciais contribuíram para limitar os ganhos em Nova York. Às 18h26 (de Brasília), o Dow Jones subia 1,36%, o Nasdaq avançava 1,74% e S&P, 1,49%.
Para 2009, os analistas esperam um cenário mais positivo; no entanto, esta perspectiva só deve começar a se mostrar a partir de meados do segundo semestre. "Para o primeiro semestre a expectativa ainda é de perda e de volatilidade acentuada", diz um profissional, ressaltando que a reação positiva só deve começar a aparecer quando as medidas tomadas este ano para enfrentar a crise financeira, principalmente nos EUA, começarem a surtir efeito. Além das ações adotadas até agora, o profissional não descarta mais iniciativas do novo presidente dos EUA, Barack Obama, que assume o comando do país em 20 de janeiro. "O mercado espera que Obama solte algo coerente que faça o mercado se ajustar e reagir", comenta, ressaltando que "para 2009 a expectativa é positiva, mas vamos ver se não vai ter nada para frustrar no meio do caminho, como aconteceu este ano", disse.
Já um outro operador acredita que a Bolsa pode começar a reagir a partir do início do segundo trimestre, após as empresas soltarem os balanços referentes a 2008. "Esta reação tanto pode ser positiva quanto negativa, tudo vai depender dos números das empresas", disse, reforçando ainda que acredita em um 2009 mais tranqüilo e aposta que a Bovespa pode chegar ao final do ano que vem acima dos 50 mil pontos. "Isso (50 mil pontos) significa uma valorização de mais de 32% sobre este ano; é algo bastante relevante, mas ainda não zera as perdas de 2008".
As ações da Vale, que chegaram a tocar o terreno negativo pela manhã, iniciaram a tarde em alta e se mantiveram neste terreno até o fechamento. Vale PNA terminou com ganho de 0,38% e ON subiu 2,40%. Petrobras também fechou no azul: a ação PN ganhou 1,42% e a ON, 1,48%. No mês, Petrobras PN acumula valorização de 18% e, no ano, queda de 46,11%; Petrobras ON teve alta de 19,30% em dezembro e queda de 45,74% no ano. Já as ações PNA da Vale não tiveram a mesma "sorte" e encerraram o mês e o ano em queda, de 2,53% e 51,13%. As ON subiram 0,58% em dezembro e caíram 51,72% em 2008.
As ações das companhias aéreas que ontem fecharam no vermelho, em razão do avanço do petróleo no mercado internacional, hoje terminaram com valorização. Embraer ON subiu 0,69% e TAM PN, 4,66%. Já a Gol PN não se sustentou e fechou com queda de 2,27%. Além do declínio do petróleo, que fechou hoje a US$ 39,03 por barril, outra notícia favorável para o setor foi a queda no preço do querosene de aviação. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), o QAV vai recuar 16,76% a partir de 1º de janeiro.
IBOV...após 29/12...suportes e resistências.

A conclusão do "triângulo de baixa" na perda do suporte nos 38.320 pontos está próxima de ser concluida, com objetivos nos 36.140 pontos. A leve alta de 0,54% levando o Ibovespa aos 37 mil pontos novamente, não foi suficiente para caracterizar o final da atual tendência de realização.
Os suportes imediatos estão em 37.000, 36.700, 36.350, 36.140, 35.500 e 35.100 pontos.
As resistências imediatas estão em 37.000, 37.400, 37.500 e 38.150 pontos.
DJI...após 29/12...suportes e resistências

O objetivo de queda criado no "triângulo de baixa" em construção está nos 8.080 pontos, com objetivos intermediários em 8.300 e 8.160 pontos. A possibilidade de retomada do sub-canal de alta anterior ficará caracterizada com fechamento acima dos 8.600 pontos.
As resistências imediatas se encontram em 8.520, 8.560, 8.600, 8.650 e 8.790 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.460, 8.370, 8.260, 8.240 e 8.200 pontos.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Bolsa de NY cai com Dow Chemical e Oriente Médio
por Agência ESTADO
29 de Dezembro de 2008 20:05
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa, mas acima das mínimas do dia, apesar da pressão negativa gerada pelo colapso de um acordo entre a Dow Chemical e o Kuwait e diante do conflito no Oriente Médio, que interrompeu o declínio nos preços do petróleo.
O índice Dow Jones caiu 31,62 pontos, ou 0,37%, e fechou com 8.483,93 pontos. O Nasdaq recuou 19,92 pontos, ou 1,30%, e fechou com 1.510,32 pontos. O S&P-500 caiu 3,38 pontos, ou 0,39%, e fechou com 869,42 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 3,55 pontos, ou 0,06%, e fechou com 5.534,64 pontos.
As ações da Dow Chemical caíram 19% em reação à notícia de que o governo do Kuwait desistiu de formar uma bilionária associação (joint venture) com a companhia americana, que seria batizada de K-Dow, citando pressão política. O colapso do acordo levantou dúvidas sobre a viabilidade da compra da Rohm & Haas, grupo fabricante de químicos especializados, pela Dow Chemical. As ações da Rohm & Haas caíram 16%.
As ações das companhias de petróleo e de equipamentos para exploração subiram junto com os preços do petróleo e a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, que serviu como um lembrete da volátil situação política no Oriente Médio. As ações da Chevron subiram 1,71% e as da ExxonMobil fecharam em alta de 1,08%.
Contudo, a alta do petróleo pesou sobre as ações do setor de consumo: McDonald's caiu 1,11%, Walt Disney perdeu 3,20% e General Electric recuou 1,94%. As ações do setor de varejo também seguiram fracas, pressionadas pela temporada ruim de vendas do Natal: Wal-Mart cedeu 0,43% e Home Depot, 0,85%.
As ações da Ford caíram 3,06% em reação à notícia de que o bilionário investidor Kirk Kerkorian liquidou sua participação acionária na montadora. As ações da General Motors recuaram 1,64% refletindo a dúvida dos investidores sobre se seu braço financeiro, a GMAC - que se tornou uma holding bancária na semana passada - tem recursos suficientes para sobreviver. As informações são da Dow Jones.
29 de Dezembro de 2008 20:05
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa, mas acima das mínimas do dia, apesar da pressão negativa gerada pelo colapso de um acordo entre a Dow Chemical e o Kuwait e diante do conflito no Oriente Médio, que interrompeu o declínio nos preços do petróleo.
O índice Dow Jones caiu 31,62 pontos, ou 0,37%, e fechou com 8.483,93 pontos. O Nasdaq recuou 19,92 pontos, ou 1,30%, e fechou com 1.510,32 pontos. O S&P-500 caiu 3,38 pontos, ou 0,39%, e fechou com 869,42 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 3,55 pontos, ou 0,06%, e fechou com 5.534,64 pontos.
As ações da Dow Chemical caíram 19% em reação à notícia de que o governo do Kuwait desistiu de formar uma bilionária associação (joint venture) com a companhia americana, que seria batizada de K-Dow, citando pressão política. O colapso do acordo levantou dúvidas sobre a viabilidade da compra da Rohm & Haas, grupo fabricante de químicos especializados, pela Dow Chemical. As ações da Rohm & Haas caíram 16%.
As ações das companhias de petróleo e de equipamentos para exploração subiram junto com os preços do petróleo e a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, que serviu como um lembrete da volátil situação política no Oriente Médio. As ações da Chevron subiram 1,71% e as da ExxonMobil fecharam em alta de 1,08%.
Contudo, a alta do petróleo pesou sobre as ações do setor de consumo: McDonald's caiu 1,11%, Walt Disney perdeu 3,20% e General Electric recuou 1,94%. As ações do setor de varejo também seguiram fracas, pressionadas pela temporada ruim de vendas do Natal: Wal-Mart cedeu 0,43% e Home Depot, 0,85%.
As ações da Ford caíram 3,06% em reação à notícia de que o bilionário investidor Kirk Kerkorian liquidou sua participação acionária na montadora. As ações da General Motors recuaram 1,64% refletindo a dúvida dos investidores sobre se seu braço financeiro, a GMAC - que se tornou uma holding bancária na semana passada - tem recursos suficientes para sobreviver. As informações são da Dow Jones.
Bovespa fecha em alta de 0,53%, com ajuda do petróleo
por Agência ESTADO
29 de Dezembro de 2008 18:52
Quando já se dava como certo mais um encerramento de pregão em queda, a Bovespa voltou a mudar de lado nos minutos finais do pregão e conseguiu fechar o dia em alta de 0,53%, aos 37.060,16 pontos, destoando das bolsas norte-americanas, que caminham para um encerramento em queda. Pela manhã, o avanço no preço da petróleo impulsionou os papéis da Petrobras e contribuiu para o desempenho positivo do Índice Bovespa (Ibovespa), que chegou a subir 2,08%, na máxima do dia, aos 37.631,35 pontos. A mínima foi de 0,61%, aos 36.637,71 pontos. Aliás, foram os papéis da estatal que voltaram a puxar o Ibovespa para o campo positivo.
O giro financeiro, mais uma vez, ficou bem abaixo da média diária, em R$ 1,95 bilhão. De acordo com um operador, a expectativa com o rali de fim de ano "já era". "Com o mercado lá fora desse jeito (bolsas em NY em queda) não há condição nenhuma para o esperado rali de fim de ano. Nem um 'ralizinho' deve ter", estima o profissional.
De qualquer forma, nem mesmo um rali seria suficiente para reverter o movimento negativo do índice no ano. Até hoje, a Bolsa acumula queda de 41,99% em 2008. Este é o pior desempenho da bolsa desde 1994 - último dado fornecido pela BM&FBovespa. Desde então, a marca mais negativa havia sido verificada em 1998, quando o Ibovespa registrou queda de 33,4%, aos 6.784 pontos.
Petrobras
Os contratos de petróleo para fevereiro atingiram US$ 42,20 por barril pela manhã na Bolsa Mercantil de Nova York, impulsionados pela confirmação do corte na produção dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e pelas notícias do conflito na Faixa de Gaza. O preço do barril para fevereiro encerrou com alta de 6,31%, a US$ 40,02.
Os papéis da Petrobras acompanharam os contratos de petróleo. As ações PN fecharam em alta de 2,36%, a R$ 22,52, e as ON tiveram avanço de 3,99%, a R$ 27,09. Segundo um operador, a alta das ações da estatal também está relacionada ao ajuste de carteira antes da entrada em vigor do novo Ibovespa, que valerá de janeiro a abril de 2009. Amanhã, a Bolsa divulga a composição definitiva do índice e a perspectiva é de que será ratificado o aumento do peso das ações da estatal. A segunda prévia do Ibovespa dos próximos quatro meses, divulgada no dia 16, trouxe as mesmas 66 ações do índice atual. Petrobras PN apareceu com participação de 16,71%, acima dos 16,42% da primeira prévia e dos 15,387% na carteira vigente. Petrobras ON apareceu com 3,055%, contra 3,028% da primeira prévia e 2,821% no índice que está em vigor.
Se para a Petrobras o aumento no preço do petróleo é bom, para as companhias aéreas é bastante negativo, já que boa parte de seus custos está no querosene de aviação. As ações PN da TAM terminaram com queda de 4,30%, a R$ 18,24.
Vale
As ações da Vale, que começaram o dia em alta, não se sustentaram em terreno positivo. Os papéis ON fecharam com perda de 0,22%, a R$ 27,04, e os PNA caíram 0,42, a R$ 23,80. De acordo com outro profissional, o movimento dos papéis reflete ajuste de posição de alguns fundos.
Nova York
Em Nova York, as bolsas acentuaram as perdas após a divulgação de um fraco índice de atividade regional. Já mais perto do fechamento, no entanto, as bolsas desaceleraram a queda. Pela manhã, a regional do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Dallas informou que o índice de produção industrial desabou para -33 em dezembro, ante -21 do mês anterior. No meio da tarde, foi a vez do Fed de Chicago informar que o índice da atividade industrial no Meio-Oeste dos EUA caiu 1,6% para o nível sazonalmente ajustado de 96,4 em novembro, de um índice revisado em baixo para 98 em outubro. O dado de novembro foi o mais baixo desde janeiro de 1997 e representa uma queda de 10,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.
29 de Dezembro de 2008 18:52
Quando já se dava como certo mais um encerramento de pregão em queda, a Bovespa voltou a mudar de lado nos minutos finais do pregão e conseguiu fechar o dia em alta de 0,53%, aos 37.060,16 pontos, destoando das bolsas norte-americanas, que caminham para um encerramento em queda. Pela manhã, o avanço no preço da petróleo impulsionou os papéis da Petrobras e contribuiu para o desempenho positivo do Índice Bovespa (Ibovespa), que chegou a subir 2,08%, na máxima do dia, aos 37.631,35 pontos. A mínima foi de 0,61%, aos 36.637,71 pontos. Aliás, foram os papéis da estatal que voltaram a puxar o Ibovespa para o campo positivo.
O giro financeiro, mais uma vez, ficou bem abaixo da média diária, em R$ 1,95 bilhão. De acordo com um operador, a expectativa com o rali de fim de ano "já era". "Com o mercado lá fora desse jeito (bolsas em NY em queda) não há condição nenhuma para o esperado rali de fim de ano. Nem um 'ralizinho' deve ter", estima o profissional.
De qualquer forma, nem mesmo um rali seria suficiente para reverter o movimento negativo do índice no ano. Até hoje, a Bolsa acumula queda de 41,99% em 2008. Este é o pior desempenho da bolsa desde 1994 - último dado fornecido pela BM&FBovespa. Desde então, a marca mais negativa havia sido verificada em 1998, quando o Ibovespa registrou queda de 33,4%, aos 6.784 pontos.
Petrobras
Os contratos de petróleo para fevereiro atingiram US$ 42,20 por barril pela manhã na Bolsa Mercantil de Nova York, impulsionados pela confirmação do corte na produção dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e pelas notícias do conflito na Faixa de Gaza. O preço do barril para fevereiro encerrou com alta de 6,31%, a US$ 40,02.
Os papéis da Petrobras acompanharam os contratos de petróleo. As ações PN fecharam em alta de 2,36%, a R$ 22,52, e as ON tiveram avanço de 3,99%, a R$ 27,09. Segundo um operador, a alta das ações da estatal também está relacionada ao ajuste de carteira antes da entrada em vigor do novo Ibovespa, que valerá de janeiro a abril de 2009. Amanhã, a Bolsa divulga a composição definitiva do índice e a perspectiva é de que será ratificado o aumento do peso das ações da estatal. A segunda prévia do Ibovespa dos próximos quatro meses, divulgada no dia 16, trouxe as mesmas 66 ações do índice atual. Petrobras PN apareceu com participação de 16,71%, acima dos 16,42% da primeira prévia e dos 15,387% na carteira vigente. Petrobras ON apareceu com 3,055%, contra 3,028% da primeira prévia e 2,821% no índice que está em vigor.
Se para a Petrobras o aumento no preço do petróleo é bom, para as companhias aéreas é bastante negativo, já que boa parte de seus custos está no querosene de aviação. As ações PN da TAM terminaram com queda de 4,30%, a R$ 18,24.
Vale
As ações da Vale, que começaram o dia em alta, não se sustentaram em terreno positivo. Os papéis ON fecharam com perda de 0,22%, a R$ 27,04, e os PNA caíram 0,42, a R$ 23,80. De acordo com outro profissional, o movimento dos papéis reflete ajuste de posição de alguns fundos.
Nova York
Em Nova York, as bolsas acentuaram as perdas após a divulgação de um fraco índice de atividade regional. Já mais perto do fechamento, no entanto, as bolsas desaceleraram a queda. Pela manhã, a regional do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Dallas informou que o índice de produção industrial desabou para -33 em dezembro, ante -21 do mês anterior. No meio da tarde, foi a vez do Fed de Chicago informar que o índice da atividade industrial no Meio-Oeste dos EUA caiu 1,6% para o nível sazonalmente ajustado de 96,4 em novembro, de um índice revisado em baixo para 98 em outubro. O dado de novembro foi o mais baixo desde janeiro de 1997 e representa uma queda de 10,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.
INDG09...após 26/12...suportes e resistências
domingo, 28 de dezembro de 2008
IBOV...após 26/12...suportes e resistências

Interrompendo uma sequência de 5 pregões em queda o Ibovespa aproveitando um dia de fraco volume (o menor do ano), reagiu em sintonia com DJI, finalizando com alta de 1,08% em 36.864 pontos, após a máxima nos 37.135 pontos. A perspectiva de se ter continuidade na conclusão do "triângulo de baixa" formado na perda dos 38.320 pontos ainda está mantida, com a não-recuperação da resistência nos 37 mil pontos. A reversão desse quadro somente estará assegurada com fechamento acima dos 38.320 pontos, o que parece pouco provável, no momento. A tendência preponderante de queda ainda continua, pelo menos até a conclusão do triângulo de baixa nos 36.140 pontos. Os principais indicadores ainda se encontram relativamente sobrevendidos, o que possibilita alguma reação positiva, que só deve ser considerada como reversão de tendência, se houver a retomada dos 38 mil pontos. O pregão desta segunda e o da terça-feira, entre o Natal e o Ano Novo deverão ser ainda muito fracos em volume, possibilitando distorções, no comportamento intraday do Ibovespa
Os suportes imediatos estão em 36.770, 36.530, 36.200, 35.750 e 35.500 pontos.
As resistências imediatas estão em 37.000, 37.400, 38.000 e 38.400 pontos.
DJI...após 26/12...suportes e resistências

Ainda em clima de final de ano com baixo volume, após o feriado natalino, DJI deu sequência à moderada reação do pregão anterior retomando os 8.500 pontos, indo até a máxima nos 8.533 pontos e fechando em 8.515 pontos. O objetivo de queda criado no recente "triângulo de baixa" ainda se mantém nos 8.080 pontos. A possibilidade de retomada do sub-canal de alta anterior ficará caracterizada se ocorrer fechamento acima dos 8.600 pontos, o que parece pouco provável no momento.
As resistências imediatas se encontram em 8.580, 8.600, 8.650 e 8.790 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.510, 8.460, 8.370, 8.300 e 8.260 pontos.
Commodities...perspectivas para o final do ano...

fonte: BLOOMBERG
Situação em 19/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 847.53 -2.67 843.35 853.99 843.35
S&P GSCI 333.71 -.12 335.05 339.34 329.48
RJ/CRB Commodity 218.87 -1.21 220.10 220.10 218.59
Rogers Intl 2456.93 -4.51 2462.40 2482.44 2428.21
Situação em 26/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 830.75 -11.90 830.74 839.79 830.15
S&P GSCI 318.01 9.42 312.34 318.67 309.09
RJ/CRB Commodity 215.28 4.63 210.56 215.53 210.39
Rogers Intl 2398.51 62.73 2298.08 2401.88 2285.89
Variação semanal 26/12 a 19/12
INDICE Fechamento (26/12) Fechamento(19/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 830.75 847.53 -1,98%
S&P GSCI 318.01 333.71 -4,70%
RJ/CRB Commodity 215.28 218.87 -1,65%
Rogers Intl2398.51 2456.93 -2,38%
Análise:
O mercado de commodities em uma semana de fraco volume, entrecortada pelos feriados natalinos, continuou a queda retomada na semana anterior, recuando em média -2,68% na quarta semana de dezembro, considerando-se a evolução de preços dos 4 principais índices mostrados acima. A tendência para o final desse ano ainda é de volatilidade, à medida em que novos números da economia forem divulgados e de como o mercado estará absorvendo as medidas e planos econômicos, com a recessão em curso, o anunciado corte da produção de petróleo da OPEP, além dos estoques de petróleo dentre outros fatores, mas a tendência ainda predominante é a de continuidade de queda nos preços. Novamente deverá ser uma semana de fraco volume com apenas meia semana útil, face às festividades do Ano Novo.
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