por Agência ESTADO
07 de Janeiro de 2009 20:12
O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, reagindo ao informe de que o setor privado eliminou 693 mil postos de trabalho em dezembro, ao anúncio de cortes de produção e de empregos na Alcoa e ao alerta de queda nos lucros feito pela Intel. Tanto o índice Dow Jones como o S&P-500 tiveram sua maior queda em termos porcentuais desde 1º de dezembro do ano passado. A confiança do investidor também sofreu novo abalo depois de o presidente da indiana Satyam Computer Services, Ramalinga Raju, admitir que inflou os dados de receita e lucro da empresa por vários anos. Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Satyam caíram 99,89% antes de os negócios com eles serem suspensos.
O índice Dow Jones fechou em queda de 245,40 pontos, ou 2,72%, em 8.769,70 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 53,32 pontos, ou 3,23%, em 1.599,06 pontos. O S&P-500 caiu 28,05 pontos, ou 3,00%, para fechar em 906,65 pontos. O NYSE Composite caiu 169,79 pontos, ou 2,84%, para 5.799,05 pontos.
As ações da Alcoa caíram 10,15%, depois de a empresa anunciar que vai demitir 15 mil funcionários neste ano e reduzirá seu investimento em 50%. As da Intel recuaram 5,92%, depois de a empresa rebaixar sua previsão de lucros pela segunda vez; isso afetou outras ações de tecnologia, como Microsoft (-5,97%) e Hewlett-Packard (-3,84%). A queda forte dos preços do petróleo fez caírem ações como ExxonMobil (-2,68%) e Chevron (-4,56%). As ações do setor financeiro também caíram, depois de previsões negativas para o setor feitas por analistas do Deutsche Bank, da Oppenheimer e da Ladenburg Thalmann (Citigroup perdeu 4,29%; Goldman Sachs, 4,75%; American Express, 5,36%; e JPMorgan Chase, 5,96%). No setor de insumos agrícolas, as ações da Monsanto subiram 16,67%, em reação a seu informe de resultados. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Bolsa fecha em baixa de 3,53%, após 6 altas seguidas
por Agência ESTADO
07 de Janeiro de 2009 18:31
Pela primeira vez em 2009, a Bolsa doméstica fechou em baixa, interrompendo um ciclo de seis altas, influenciada pelo tombo das ações da Vale e da Petrobras, além dos papéis de bancos e siderúrgicas. A queda das ações, no entanto, não foi exclusividade brasileira: as bolsas também caíram na Europa e Estados Unidos. O aumento acima do esperado dos estoques de petróleo nos Estados Unidos empurrou seu preço para baixo no mercado internacional. Os metais seguiram o mesmo caminho e os indicadores ruins do mercado de trabalho divulgados nos Estados Unidos completam o cenário desta quarta-feira.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, terminou o dia em queda de 3,53%, aos 40.820,25 pontos. Na mínima, atingiu 40.563 pontos (-4,13%) e, na máxima, 42.308 pontos (-0,01%). Com o resultado de hoje, a alta acumulada no mês e em 2009 diminuiu para 8,71%. O giro financeiro foi bem mais fraco do que o dos últimos dois pregões e somou R$ 3 bilhões.
As ações da Petrobras foram afetadas pelo tombo do petróleo, após os dados de estoques nos Estados Unidos. Houve aumento de 6,682 milhões de barris na semana encerrada em 2 de janeiro, para 325,419 milhões de barris, enquanto os especialistas previam aumento de 700 mil barris. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato futuro com entrega do petróleo em fevereiro fechou em queda de 12,25%, a US$ 42,63 por barril.
Petrobras ON recuou 5,22% e PN, 3,93%. A estatal informou esta tarde que reduziu a compra de gás natural da Bolívia porque o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) pediu a suspensão da geração térmica (de energia) a gás na Região Sudeste. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou à Agência Estado que o corte na importação de gás boliviano é de 11 milhões de metros cúbicos no total de 30 milhões previstos em contrato.
Com a queda dos metais, e uma realização de lucros, Vale ON terminou em baixa de 6,20%; Vale PNA cedeu 5,04%. Gerdau PN caiu 0,62%; Metalúrgica Gerdau PN, exceção no setor, subiu 0,82%; Usiminas PNA perdeu 3,59%; e CSN ON teve baixa de 4,04%.
A bolsa doméstica ainda sentiu o peso externo, depois que a ADP/Macroeconomic Advisers anunciou um desempenho fraco do mercado de trabalho norte-americano em dezembro. O dado este mês foi visto com mais gravidade porque um ajuste na sua metodologia aproximou a pesquisa da oficial, feita pelo governo. No último mês do débil ano de 2008, o setor privado dos Estados Unidos eliminou 693 mil vagas de trabalho, segundo a ADP, ante perda estimada em 515 mil vagas. Os dados oficiais saem na sexta-feira.
Em Nova York, às 18h18 (de Brasília), o índice acionário Dow Jones recuava 3,21%, o S&P caía 3,37% e o Nasdaq tinha baixa de 3,82%. Na Europa, a Bolsa de Londres caiu 2,83%, a de Paris recuou 1,48% e a de Frankfurt perdeu 1,77%.
07 de Janeiro de 2009 18:31
Pela primeira vez em 2009, a Bolsa doméstica fechou em baixa, interrompendo um ciclo de seis altas, influenciada pelo tombo das ações da Vale e da Petrobras, além dos papéis de bancos e siderúrgicas. A queda das ações, no entanto, não foi exclusividade brasileira: as bolsas também caíram na Europa e Estados Unidos. O aumento acima do esperado dos estoques de petróleo nos Estados Unidos empurrou seu preço para baixo no mercado internacional. Os metais seguiram o mesmo caminho e os indicadores ruins do mercado de trabalho divulgados nos Estados Unidos completam o cenário desta quarta-feira.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, terminou o dia em queda de 3,53%, aos 40.820,25 pontos. Na mínima, atingiu 40.563 pontos (-4,13%) e, na máxima, 42.308 pontos (-0,01%). Com o resultado de hoje, a alta acumulada no mês e em 2009 diminuiu para 8,71%. O giro financeiro foi bem mais fraco do que o dos últimos dois pregões e somou R$ 3 bilhões.
As ações da Petrobras foram afetadas pelo tombo do petróleo, após os dados de estoques nos Estados Unidos. Houve aumento de 6,682 milhões de barris na semana encerrada em 2 de janeiro, para 325,419 milhões de barris, enquanto os especialistas previam aumento de 700 mil barris. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato futuro com entrega do petróleo em fevereiro fechou em queda de 12,25%, a US$ 42,63 por barril.
Petrobras ON recuou 5,22% e PN, 3,93%. A estatal informou esta tarde que reduziu a compra de gás natural da Bolívia porque o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) pediu a suspensão da geração térmica (de energia) a gás na Região Sudeste. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou à Agência Estado que o corte na importação de gás boliviano é de 11 milhões de metros cúbicos no total de 30 milhões previstos em contrato.
Com a queda dos metais, e uma realização de lucros, Vale ON terminou em baixa de 6,20%; Vale PNA cedeu 5,04%. Gerdau PN caiu 0,62%; Metalúrgica Gerdau PN, exceção no setor, subiu 0,82%; Usiminas PNA perdeu 3,59%; e CSN ON teve baixa de 4,04%.
A bolsa doméstica ainda sentiu o peso externo, depois que a ADP/Macroeconomic Advisers anunciou um desempenho fraco do mercado de trabalho norte-americano em dezembro. O dado este mês foi visto com mais gravidade porque um ajuste na sua metodologia aproximou a pesquisa da oficial, feita pelo governo. No último mês do débil ano de 2008, o setor privado dos Estados Unidos eliminou 693 mil vagas de trabalho, segundo a ADP, ante perda estimada em 515 mil vagas. Os dados oficiais saem na sexta-feira.
Em Nova York, às 18h18 (de Brasília), o índice acionário Dow Jones recuava 3,21%, o S&P caía 3,37% e o Nasdaq tinha baixa de 3,82%. Na Europa, a Bolsa de Londres caiu 2,83%, a de Paris recuou 1,48% e a de Frankfurt perdeu 1,77%.
INDG09...após 06/01...suportes e resistências
IBOV...após 06/01...suportes e resistências

O Ibovespa retomou os 42 mil pontos fechando em em 42.312 pontos, próximo da máxima em 42.363 pontos. A sequência de 6 altas seguidas deixou os principais indicadores bastante esticados o que aumenta as possibilidades de realização. Apesar disso, eventual realização que mantenha o patamar dos 41 mil pontos, ainda assegura ao Ibovespa os objetivos de alta em 43.750 e 45 mil pontos. A perda do suporte nos 40 mil pontos sinalizará reversão desta tendência, com objetivos de queda nos 37/38 mil pontos.
Os suportes imediatos estão em 42.250, 41.900, 41.700 e 41.000 pontos.
As resistências imediatas estão em 42.500, 42.700, 42.900 e 43.750 pontos.
DJI...após 06/01...suportes e resistências

DJI está tentando se manter na parte superior do sub-canal de alta, acima dos 9 mil pontos. Apesar de ter rompido várias vezes esse patamar, ainda não consolidou esse objetivo. Por enquanto, tem oscilado entre os 8.800/9 mil pontos, não se afastando muito do objetivo de operar acima dos 9 mil pontos. Os indicadores econômicos, que podem afetar o humor do mercado, como nível de emprego, estoques de petróleo e outros níveis de atividade econômica por enquanto estão sendo contrabalançados com o otimismo do plano de geração de renda e empregos do futuro governo de Obama.
As resistências imediatas se encontram em 9.025, 9.070, 9.100 e 9.150 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.990, 8.950, 8.890, 8.850 e 8.780 pontos.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Apetite por risco cresce e Bolsa de NY fecha em alta
por Agência ESTADO
06 de Janeiro de 2009 20:13
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, com o índice S&P-500 chegando ao fim do dia no nível mais alto desde 5 de novembro. Operadores disseram que o apetite dos investidores por risco aumentou, apesar de uma nova fornada de indicadores econômicos fracos (o índice de atividade no setor de serviços dos gerentes de compras, as encomendas à indústria e as vendas pendentes de imóveis em novembro). A ata da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) realizada em dezembro, divulgada à tarde, disse que a economia dos EUA deverá sofrer contração em 2009 e que a taxa de desemprego deverá continuar a subir, enquanto a inflação está caindo para "níveis desconfortavelmente baixos".
O índice Dow Jones fechou em alta de 62,21 pontos, ou 0,69%, em 9.015,10 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 24,35 pontos, ou 1,50%, em 1.652,38 pontos. O S&P-500 subiu 7,25 pontos, ou 0,78%, para fechar em 934,70 pontos. O NYSE Composite subiu 60,41 pontos, ou 1,02%, para 5.968,84 pontos.
Aparentemente, porém, os investidores preferiram focalizar os informes de que o plano de estímulo à economia do presidente eleito, Barack Obama, deverá totalizar US$ 775 bilhões. Entre as componentes do índice Dow Jones, as três ações que mais subiram foram Hewlett-Packard (+8,20%), General Motors (+6,20%) e American Express (+5,61%), consideradas de maior risco do que as demais, porque a receita dessas empresas depende da disposição dos consumidores para gastar; as da Disney, com perfil semelhante, avançaram 3,75%.
Entre as ações que mais subiram estavam as do setor de tecnologia, como Ciena (+18,64%), Cisco Systems (+3,97%), IBM (+2,78%) e Intel (+3,09%); as da Apple recuaram 1,65%. No setor financeiro, as ações do Citigroup subiram 5,37%, as do Bank of America avançaram 2,15% e as do Morgan Stanley tiveram um ganho de 11,12%. As ações da Dow Chemical subiram 6,57%, depois de a empresa anunciar que tomará "medidas legais" contra o governo do Kuwait, que abandonou um projeto de joint venture (associação) no setor petroquímico. As da Alcoa, que depois do fechamento anunciaria um pacote de demissões, subiram 2,19%. As da Monsanto, que divulga resultados financeiros do trimestre setembro/novembro nesta quarta-feira, caíram 1,24%. As informações são da Dow Jones.
06 de Janeiro de 2009 20:13
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, com o índice S&P-500 chegando ao fim do dia no nível mais alto desde 5 de novembro. Operadores disseram que o apetite dos investidores por risco aumentou, apesar de uma nova fornada de indicadores econômicos fracos (o índice de atividade no setor de serviços dos gerentes de compras, as encomendas à indústria e as vendas pendentes de imóveis em novembro). A ata da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) realizada em dezembro, divulgada à tarde, disse que a economia dos EUA deverá sofrer contração em 2009 e que a taxa de desemprego deverá continuar a subir, enquanto a inflação está caindo para "níveis desconfortavelmente baixos".
O índice Dow Jones fechou em alta de 62,21 pontos, ou 0,69%, em 9.015,10 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 24,35 pontos, ou 1,50%, em 1.652,38 pontos. O S&P-500 subiu 7,25 pontos, ou 0,78%, para fechar em 934,70 pontos. O NYSE Composite subiu 60,41 pontos, ou 1,02%, para 5.968,84 pontos.
Aparentemente, porém, os investidores preferiram focalizar os informes de que o plano de estímulo à economia do presidente eleito, Barack Obama, deverá totalizar US$ 775 bilhões. Entre as componentes do índice Dow Jones, as três ações que mais subiram foram Hewlett-Packard (+8,20%), General Motors (+6,20%) e American Express (+5,61%), consideradas de maior risco do que as demais, porque a receita dessas empresas depende da disposição dos consumidores para gastar; as da Disney, com perfil semelhante, avançaram 3,75%.
Entre as ações que mais subiram estavam as do setor de tecnologia, como Ciena (+18,64%), Cisco Systems (+3,97%), IBM (+2,78%) e Intel (+3,09%); as da Apple recuaram 1,65%. No setor financeiro, as ações do Citigroup subiram 5,37%, as do Bank of America avançaram 2,15% e as do Morgan Stanley tiveram um ganho de 11,12%. As ações da Dow Chemical subiram 6,57%, depois de a empresa anunciar que tomará "medidas legais" contra o governo do Kuwait, que abandonou um projeto de joint venture (associação) no setor petroquímico. As da Alcoa, que depois do fechamento anunciaria um pacote de demissões, subiram 2,19%. As da Monsanto, que divulga resultados financeiros do trimestre setembro/novembro nesta quarta-feira, caíram 1,24%. As informações são da Dow Jones.
Bovespa fecha em alta pela sexta sessão consecutiva
por Agência ESTADO
06 de Janeiro de 2009 18:33
A Vale roubou novamente a cena e empurrou a Bovespa para mais um pregão de ganhos, o sexto consecutivo. O ingresso de investidores estrangeiros no papel e a alta das matérias-primas no exterior sustentaram as compras. Petrobras e siderúrgicas - com destaque para o desempenho da CSN - também garantiram valorização bem maior à bolsa doméstica do que as verificadas nos índices em Wall Street.
O Ibovespa, principal índice doméstico, fechou em elevação de 1,91%, aos 42.312,28 pontos, maior pontuação desde 3 de outubro de 2008. Na mínima, a bolsa operou com estabilidade, aos 41.520 pontos e, na máxima, atingiu 42.363 pontos (alta de 2,03%). Nos três pregões de janeiro, os ganhos acumulados atingem 12,68%. Nos seis pregões consecutivos de alta, foram 16,02%.
O giro financeiro totalizou R$ 4,283 bilhões, com ingresso de estrangeiros. Eles entraram em alguns poucos papéis, principalmente Vale, CSN e também Petrobras. Vale ON subiu 2,77%; a PNA, 3,39%; CSN ON, 5,90%; Petrobras ON, 1,64%; e a PN, 1,39%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo fechou em US$ 48,58 o barril, com queda de 0,47%, depois de oscilar o dia todo entre altas e baixas. Os metais básicos avançaram em Londres, com os investidores os comprando antes da recomposição do fundo de índice de commodities (matérias-primas) Dow Jones-AIG; os metais preciosos também subiram, depois que o dólar devolveu parte dos ganhos obtidos durante o dia no exterior.
Fausto Gouveia, economista da Infra Asset, não mostra muito entusiasmo com a alta vista nos últimos pregões. Segundo ele, o fluxo externo está ajudando e o clima está mais otimista - hoje, ajudado pela reabertura de emissão externa pelo Tesouro brasileiro. "Mas os investidores ainda não estão montando posições de longo prazo. Eles estão com o dedo no gatilho e deve haver realização de lucros, que pode ser brusca", afirmou.
Segundo ele, há muitos números da economia real a serem conhecidos, referentes ao último trimestre do ano passado, bem como os balanços das empresas, o que justifica a manutenção da cautela.
Hoje, além da recuperação das commodities, também beneficiou a bolsa brasileira o anúncio do Tesouro sobre a abertura de emissão de Global 2019 nos mercados dos EUA, Europa e, eventualmente, na Ásia. Isso significa que o Brasil encontrou uma oportunidade e deixou a porta aberta para as empresas também buscarem o mercado externo para se financiar, o que favoreceu as ações no mercado doméstico.
Em Wall Street, as bolsas subiam às 18h17 (de Brasília): o índice Dow Jones, 1,08%; o S&P, 1,14%; e o Nasdaq, 1,83%. Os ganhos diminuíram um pouco após a divulgação da ata da última reunião do banco central dos EUA, mas recuperaram-se em seguida. O documento explicitou as razões para o BC americano ter mudado a política monetária e cortado o juro para um intervalo de zero a 0,25% ao ano. Pelo texto, entre outras coisas, a instituição viu o PIB do país em queda este ano, com aumento significativo do desemprego até 2010.
Mais cedo, os índices acionários norte-americanos titubearam com os indicadores ruins divulgados hoje. As encomendas à indústria caíram 4,6% em novembro, o dobro do esperado. As vendas pendentes de moradias registraram queda de 4% também em novembro, ante estimativa de 1%. O ISM de serviços mostrou recuperação, superando as expectativas, indo para 40,6, de 37,3, quando o previsto era 36,8.
06 de Janeiro de 2009 18:33
A Vale roubou novamente a cena e empurrou a Bovespa para mais um pregão de ganhos, o sexto consecutivo. O ingresso de investidores estrangeiros no papel e a alta das matérias-primas no exterior sustentaram as compras. Petrobras e siderúrgicas - com destaque para o desempenho da CSN - também garantiram valorização bem maior à bolsa doméstica do que as verificadas nos índices em Wall Street.
O Ibovespa, principal índice doméstico, fechou em elevação de 1,91%, aos 42.312,28 pontos, maior pontuação desde 3 de outubro de 2008. Na mínima, a bolsa operou com estabilidade, aos 41.520 pontos e, na máxima, atingiu 42.363 pontos (alta de 2,03%). Nos três pregões de janeiro, os ganhos acumulados atingem 12,68%. Nos seis pregões consecutivos de alta, foram 16,02%.
O giro financeiro totalizou R$ 4,283 bilhões, com ingresso de estrangeiros. Eles entraram em alguns poucos papéis, principalmente Vale, CSN e também Petrobras. Vale ON subiu 2,77%; a PNA, 3,39%; CSN ON, 5,90%; Petrobras ON, 1,64%; e a PN, 1,39%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo fechou em US$ 48,58 o barril, com queda de 0,47%, depois de oscilar o dia todo entre altas e baixas. Os metais básicos avançaram em Londres, com os investidores os comprando antes da recomposição do fundo de índice de commodities (matérias-primas) Dow Jones-AIG; os metais preciosos também subiram, depois que o dólar devolveu parte dos ganhos obtidos durante o dia no exterior.
Fausto Gouveia, economista da Infra Asset, não mostra muito entusiasmo com a alta vista nos últimos pregões. Segundo ele, o fluxo externo está ajudando e o clima está mais otimista - hoje, ajudado pela reabertura de emissão externa pelo Tesouro brasileiro. "Mas os investidores ainda não estão montando posições de longo prazo. Eles estão com o dedo no gatilho e deve haver realização de lucros, que pode ser brusca", afirmou.
Segundo ele, há muitos números da economia real a serem conhecidos, referentes ao último trimestre do ano passado, bem como os balanços das empresas, o que justifica a manutenção da cautela.
Hoje, além da recuperação das commodities, também beneficiou a bolsa brasileira o anúncio do Tesouro sobre a abertura de emissão de Global 2019 nos mercados dos EUA, Europa e, eventualmente, na Ásia. Isso significa que o Brasil encontrou uma oportunidade e deixou a porta aberta para as empresas também buscarem o mercado externo para se financiar, o que favoreceu as ações no mercado doméstico.
Em Wall Street, as bolsas subiam às 18h17 (de Brasília): o índice Dow Jones, 1,08%; o S&P, 1,14%; e o Nasdaq, 1,83%. Os ganhos diminuíram um pouco após a divulgação da ata da última reunião do banco central dos EUA, mas recuperaram-se em seguida. O documento explicitou as razões para o BC americano ter mudado a política monetária e cortado o juro para um intervalo de zero a 0,25% ao ano. Pelo texto, entre outras coisas, a instituição viu o PIB do país em queda este ano, com aumento significativo do desemprego até 2010.
Mais cedo, os índices acionários norte-americanos titubearam com os indicadores ruins divulgados hoje. As encomendas à indústria caíram 4,6% em novembro, o dobro do esperado. As vendas pendentes de moradias registraram queda de 4% também em novembro, ante estimativa de 1%. O ISM de serviços mostrou recuperação, superando as expectativas, indo para 40,6, de 37,3, quando o previsto era 36,8.
INDG09...após 05/01...ainda em tendência de alta

O INDG09 está construindo um sub-canal de alta, que pode melhor se visualizado no gráfico de 30 minutos, com suporte imediato, na base do canal em 41.750 e topo em 43.100 pontos.
Os objetivos de queda imediatos estão em 41.750, 41.400, 40.650, 40.400 e 39.900 pontos.
As resistências imediatas estão em 42.500, 43.100, 43.600 e 44.100 pontos.
IBOV...após 05/12...suportes e resistências

A manutenção dos 41 mil pontos, poderá levar o Ibovespa aos objetivos de alta em 43 mil e 45 mil pontos. A sequência de altas deixou os principais indicadores bastante esticados o que possibilita alguma realização intraday. As perspectivas de fortes altas nas commodities metálicas poderão levar Vale e Petro a buscar novos topos, o que impulsionará fortemente o Ibovespa. A perda do suporte nos 39.850 pontos poderá sinalizar uma realização mais forte, com objetivos imediatos nos 37/38 mil pontos.
Os suportes imediatos estão em 41.000, 40.500, 39.850, 38.250 e 38.000 pontos.
As resistências imediatas estão em 41.570, 41.800, 42.000, 42.300, 42.900 e 43.500 pontos.
DJI...após 05/01...suportes e resistências

DJI está tentando se manter na parte superior do sub-canal de alta, entre os 9 mil e os 9.500 pontos. Por enquanto, tem oscilado entre os 8.800/9 mil pontos, não se afastando desse objetivo. Os pesados indicadores econômicos, que poderão afetar o humor do mercado, como taxa de desemprego, estoques de petróleo e outros níveis de atividade econômica poderão ser contrabalançados com o otimismo do plano de geração de renda e empregos de Obama.
As resistências imediatas se encontram em 8.980, 9.060, 9.180 e 9.230 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.900, 8.880, 8.800, 8.760 e 8.690 pontos.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Bolsa de NY fecha em queda com financeiras e teles
por Agência ESTADO
05 de Janeiro de 2009 19:59
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de o índice Dow Jones ter fechado, na sexta-feira, acima dos 9.000 pontos pela primeira vez em dois meses. Embora o indicador de investimentos no setor de construção tenha saído melhor do que se previa e o presidente eleito, Barack Obama, tenha anunciado um plano de cortes de impostos de US$ 300 bilhões, prevaleceu a preocupação dos investidores quanto à perspectiva dos lucros das empresas num ambiente de recessão. Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund, disse que "Obama fez muitas promessas e por isso as pessoas ficaram bastante excitadas e esperam muito. Independentemente de quão bom presidente ele vai ser, as coisas demoram, e a situação é realmente muito difícil".
O índice Dow Jones fechou em queda de 81,80 pontos, ou 0,91%, em 8.952,89 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 4,18 pontos, ou 0,26%, em 1.628,03 pontos. O S&P-500 caiu 4,35 pontos, ou 0,47%, para 927,45 pontos. O NYSE Composite recuou 7,23 pontos, ou 0,12%, para 5.908,50 pontos.
As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram, depois de um analista do Deutsche Bank rebaixar suas previsões de resultado para Citigroup (-0,84%), Bank of America (-2,44%), JPMorgan Chase (-6,70%) e Wells Fargo (-6,47%). As da Synovus Financial perderam 12,56%, depois de a instituição elevar novamente sua previsão para perdas, o que já havia feito na semana passada. No setor de telecomunicações, as ações da Verizon caíram 6,24% e as da AT&T recuaram 3,37%, depois de a Sanford Bernstein rebaixar sua previsão para a receita das empresas do setor. As ações das montadoras operaram em queda pela manhã, mas recuperaram-se à tarde, depois dos informes de vendas de dezembro (General Motors subiu 1,64% e Ford, 4,88%). No setor de tecnologia, as ações da Apple subiram 4,22%, depois de o presidente-executivo da empresa, Steve Jobs, dizer que sua perda de peso decorre de "desequilíbrio hormonal", mas que o tratamento não impedirá que ele continue no cargo. As informações são da Dow Jones.
05 de Janeiro de 2009 19:59
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de o índice Dow Jones ter fechado, na sexta-feira, acima dos 9.000 pontos pela primeira vez em dois meses. Embora o indicador de investimentos no setor de construção tenha saído melhor do que se previa e o presidente eleito, Barack Obama, tenha anunciado um plano de cortes de impostos de US$ 300 bilhões, prevaleceu a preocupação dos investidores quanto à perspectiva dos lucros das empresas num ambiente de recessão. Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund, disse que "Obama fez muitas promessas e por isso as pessoas ficaram bastante excitadas e esperam muito. Independentemente de quão bom presidente ele vai ser, as coisas demoram, e a situação é realmente muito difícil".
O índice Dow Jones fechou em queda de 81,80 pontos, ou 0,91%, em 8.952,89 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 4,18 pontos, ou 0,26%, em 1.628,03 pontos. O S&P-500 caiu 4,35 pontos, ou 0,47%, para 927,45 pontos. O NYSE Composite recuou 7,23 pontos, ou 0,12%, para 5.908,50 pontos.
As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram, depois de um analista do Deutsche Bank rebaixar suas previsões de resultado para Citigroup (-0,84%), Bank of America (-2,44%), JPMorgan Chase (-6,70%) e Wells Fargo (-6,47%). As da Synovus Financial perderam 12,56%, depois de a instituição elevar novamente sua previsão para perdas, o que já havia feito na semana passada. No setor de telecomunicações, as ações da Verizon caíram 6,24% e as da AT&T recuaram 3,37%, depois de a Sanford Bernstein rebaixar sua previsão para a receita das empresas do setor. As ações das montadoras operaram em queda pela manhã, mas recuperaram-se à tarde, depois dos informes de vendas de dezembro (General Motors subiu 1,64% e Ford, 4,88%). No setor de tecnologia, as ações da Apple subiram 4,22%, depois de o presidente-executivo da empresa, Steve Jobs, dizer que sua perda de peso decorre de "desequilíbrio hormonal", mas que o tratamento não impedirá que ele continue no cargo. As informações são da Dow Jones.
Com Vale, Bovespa encerra o pregão em alta de 3,17%
por Agência ESTADO
05 de Janeiro de 2009 18:36
Vale, Petrobras e siderúrgicas garantiram à Bovespa seu segundo pregão consecutivo de alta, acumulando nos dois primeiros pregões de 2009 ganhos superiores a 10%. Tal desempenho fez com que a Bolsa registrasse a maior pontuação desde 14 de outubro de 2008, acima dos 41 mil pontos.
O Ibovespa, principal índice, fechou o pregão com alta de 3,17%, aos 41.518,66 pontos. Na mínima, atingiu 39.526 pontos (-1,79%) e, na máxima, 41.889 pontos (+4,09%). Em dois pregões neste ano, a Bolsa já acumula alta de 10,57%. O volume financeiro hoje somou R$ 4,248 bilhões, com o ingresso de recursos estrangeiros.
Segundo um operador, favoreceu o setor de mineração e siderurgia a notícia de que o governo da China irá permitir o chamado "toll trading" de cobre, alumínio e níquel a partir de 1º de fevereiro, que se refere à importação da matéria-prima para processamento e posterior exportação como produto de valor agregado. Essa operação se qualifica para tratamento tributário preferencial, como isenção de tarifa alfandegária e imposto sobre valor agregado. Esta informação sinaliza aumento da demanda, puxando as vendas das empresas domésticas desse setor.
A volta gradual dos investidores estrangeiros também justificou os ganhos das blue chips (ações de primeira linha) e siderúrgicas hoje. O petróleo fechou em alta de 5,33%, aos US$ 48,81 por barril. O representante do Irã na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Ali Khatibi, declarou hoje que os países membros do cartel devem realizar uma reunião extraordinária no Kuwait em fevereiro.
Vale ON ganhou 5,44%; Vale PNA, 6,87%; Petrobras PN, 2,28%; Petrobras ON, 2,21%; Gerdau PN, 5,46%; Metalúrgica Gerdau PN, 6,21%; Usiminas PNA, 6,58%; CSN ON, 8,92%. A CSN anunciou hoje a demissão de 300 pessoas em Volta Redonda (RJ).
As bolsas em Wall Street operaram em queda, com alguns breves momentos no azul. Os investidores, lá, realizaram lucros depois da alta acumulada na última semana. Eles também trabalharam atentos aos números de vendas das montadoras em dezembro, já que o dia foi de agenda fraca. Às 18h25 (de Brasília), o índice nova-iorquino Dow Jones recuava 1,39%; o S&P-500, 0,93%; e o Nasdaq, 0,80%.
Para os próximos dias, crescem em importância os dados a serem conhecidos, com destaque, nesta semana, para o relatório do mercado de trabalho de dezembro nos EUA - programado para sexta-feira. Os investidores se contentam com esses resultados enquanto Barack Obama não toma posse na presidência norte-americana, e enquanto não sabem mais detalhes do pacote de estímulo econômico que ele promete para seu início de mandato. Segundo o Wall Street Journal, Obama e os congressistas democratas estão elaborando um plano para oferecer cerca de US$ 300 bilhões em cortes de impostos para pessoas físicas e empresas. Com outras medidas, o pacote deve somar entre US$ 775 bilhões e US$ 1 trilhão.
05 de Janeiro de 2009 18:36
Vale, Petrobras e siderúrgicas garantiram à Bovespa seu segundo pregão consecutivo de alta, acumulando nos dois primeiros pregões de 2009 ganhos superiores a 10%. Tal desempenho fez com que a Bolsa registrasse a maior pontuação desde 14 de outubro de 2008, acima dos 41 mil pontos.
O Ibovespa, principal índice, fechou o pregão com alta de 3,17%, aos 41.518,66 pontos. Na mínima, atingiu 39.526 pontos (-1,79%) e, na máxima, 41.889 pontos (+4,09%). Em dois pregões neste ano, a Bolsa já acumula alta de 10,57%. O volume financeiro hoje somou R$ 4,248 bilhões, com o ingresso de recursos estrangeiros.
Segundo um operador, favoreceu o setor de mineração e siderurgia a notícia de que o governo da China irá permitir o chamado "toll trading" de cobre, alumínio e níquel a partir de 1º de fevereiro, que se refere à importação da matéria-prima para processamento e posterior exportação como produto de valor agregado. Essa operação se qualifica para tratamento tributário preferencial, como isenção de tarifa alfandegária e imposto sobre valor agregado. Esta informação sinaliza aumento da demanda, puxando as vendas das empresas domésticas desse setor.
A volta gradual dos investidores estrangeiros também justificou os ganhos das blue chips (ações de primeira linha) e siderúrgicas hoje. O petróleo fechou em alta de 5,33%, aos US$ 48,81 por barril. O representante do Irã na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Ali Khatibi, declarou hoje que os países membros do cartel devem realizar uma reunião extraordinária no Kuwait em fevereiro.
Vale ON ganhou 5,44%; Vale PNA, 6,87%; Petrobras PN, 2,28%; Petrobras ON, 2,21%; Gerdau PN, 5,46%; Metalúrgica Gerdau PN, 6,21%; Usiminas PNA, 6,58%; CSN ON, 8,92%. A CSN anunciou hoje a demissão de 300 pessoas em Volta Redonda (RJ).
As bolsas em Wall Street operaram em queda, com alguns breves momentos no azul. Os investidores, lá, realizaram lucros depois da alta acumulada na última semana. Eles também trabalharam atentos aos números de vendas das montadoras em dezembro, já que o dia foi de agenda fraca. Às 18h25 (de Brasília), o índice nova-iorquino Dow Jones recuava 1,39%; o S&P-500, 0,93%; e o Nasdaq, 0,80%.
Para os próximos dias, crescem em importância os dados a serem conhecidos, com destaque, nesta semana, para o relatório do mercado de trabalho de dezembro nos EUA - programado para sexta-feira. Os investidores se contentam com esses resultados enquanto Barack Obama não toma posse na presidência norte-americana, e enquanto não sabem mais detalhes do pacote de estímulo econômico que ele promete para seu início de mandato. Segundo o Wall Street Journal, Obama e os congressistas democratas estão elaborando um plano para oferecer cerca de US$ 300 bilhões em cortes de impostos para pessoas físicas e empresas. Com outras medidas, o pacote deve somar entre US$ 775 bilhões e US$ 1 trilhão.
DJI...após 02/01...semana de indicadores pesados x otimimismo com plano de Obama

No primeiro pregão do ano, ainda com volume reduzido, DJI conseguiu fechar acima dos 9 mil pontos, sinalizando a possibilidade de se manter na parte superior do sub-canal de alta, entre os 9 mil e os 9.500 pontos. Alguns dos principais indicadores se encontram relativamente sobrecomprados, sinalizando alguma possibilidade de realização no curto prazo. Realização mais forte que leve a perda dos 8.600 pontos, poderá sinalizar reversão do atual quadro. A semana está repleta de divulgação de pesados indicadores econômicos, como taxa de desemprego, estoques de petróleo e outros níveis de atividade econômica que sinalizarão a intensidade da recessão em curso, versus o otimismo do detalhamento do plano de geração de renda e empregos gestado pela equipe econômica de Obama, que ainda corre o risco de rejeição pelos senadores republicanos.
As resistências imediatas se encontram em 9.100, 9.140 e 9.280 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.990, 8.830, 8.740, 8.640 e 8.520 pontos.
IBOV...após 02/01..sequência de altas sinaliza possibilidade de rompimento dos 41 mil pontos...

O fechamento acima dos 40 mil pontos ocorrido no pregão de sexta, com alta superior a 7%, sinaliza que o Ibovespa poderá testar os 41 mil pontos, cujo rompimento levará aos objetivos em 43 mil e 45 mil pontos. Por outro lado, os principais indicadores se encontram bastante esticados sinalizando perspectivas de alguma realização intraday. A perda do suporte nos 39 mil pontos poderá sinalizar uma realização mais forte, com objetivos imediatos nos 36/37 mil pontos
Os suportes imediatos estão em 39.250, 38.200, 38 mil, 37.250 e 36.400 pontos.
As resistências imediatas estão em 40.250, 40.450, 40.900, 41.130 e 42.100 pontos.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Commodities...perspectivas para o início de janeiro

Fonte: Bloomberg
Situação em 02/01
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 931.94 24.27 893.48 934.28 891.73 01/02
S&P GSCI 359.02 9.98 338.35 359.58 335.03 01/02
RJ/CRB Commodity 233.92 4.38 229.03 233.93 228.00 01/02
Rogers Intl 2654.55 60.89 2520.88 2663.34 2510.38 01/02
Situação em 26/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 830.75 -11.90 830.74 839.79 830.15
S&P GSCI 318.01 9.42 312.34 318.67 309.09
RJ/CRB Commodity 215.28 4.63 210.56 215.53 210.39
Rogers Intl 2398.51 62.73 2298.08 2401.88 2285.89
Variação semanal 26/12 a 02/01
INDICE Fechamento (26/12) Fechamento(02/01) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 830.75 931.94 +12,18%
S&P GSCI 318.01 359.02 +12,89%
RJ/CRB Commodity 215.28 233.92+8,65%
Rogers Intl2398.51 2654.55 +10,67%
Análise:
O mercado de commodities na última semana do ano, entre os feriados de Natal e Ano Novo, apesar do baixo volume de negócios, foi muito influenciado pela variação dos preços do petróleo no mercado futuro que saiu da casa dos U$36 dólares/barril para os 42 dólares/barril, provocado novamente por conflitos no Oriente Médio, fazendo com que os principais índices, evoluíssem em média +11,1% nesse final de ano. Apesar da significativa alta, o resultado foi ainda insuficiente para reverter a queda anual de mais de 35%, em relação aos preços do ínicio do ano passado e cerca da metade dos preços praticados no período em que ocorreu o pico desses preços em julho/2008. A tendência para o início do novo ano ainda é de volatilidade, com novos números da economia sendo divulgados e detalhados os planos econômicos do novo governo de Obama, que assumirá na segunda quinzena de janeiro.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Bolsa de NY encerra em alta com otimismo renovado
por Agência ESTADO
02 de Janeiro de 2009 20:11
Depois de um sofrível ano de 2008, o mercado de ações norte-americano começou o novo ano com uma saudável alta, embora em meio a condições de baixa liquidez, com os investidores olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. O índice Dow Jones subiu quase 260 pontos e fechou acima da importante marca psicológica dos 9 mil pontos. Contudo, se esse otimismo vai sobreviver aos indicadores da próxima semana, isso é algo ainda incerto.
O índice Dow Jones subiu 258,30 pontos, ou 2,94%, e fechou com 9.034,69 pontos. O Nasdaq avançou 55,18 pontos, ou 3,50%, e fechou com 1.632,21 pontos. O S&P-500 avançou 28,55 pontos, ou 3,16%, e fechou com 931,80 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 158,68 pontos, ou 2,76%, e fechou com 5.915,73 pontos.
"Parece que existe algum otimismo com o pacote de estímulo de Obama e potencial corte (adicional) de impostos, que as coisas devem melhorar, depois de um dos piores anos na história do mercado de ações", disse Daniel Morgan, gerente de carteira da Synovus Securities.
Com base no sentimento de que "as coisas podem apenas ficar melhor" em 2009, os participantes do mercado ignoraram o fraco dado de atividade do setor industrial de dezembro do Instituto de Gestão de Oferta (ISM), que mostrou a menor leitura desde junho de 1980. Contudo, o relatório do mercado de emprego da próxima semana e a nova temporada de balanços corporativos pode esfriar este otimismo, alertou Morgan.
"Os consumidores permanecerão sob pressão; as financeiras ainda têm um caminho a percorrer antes de se colocarem a salvo", disse, acrescentando que a qualidade de crédito continuará a se deteriorar em linha com o declínio do consumo.
Neste primeiro dia do ano, os ganhos também foram orientados por amplas compras de ações de empresas de consumo discricionário, indústria e energia. A alta do setor de energia ocorreu em consequência da alta de quase 4% dos preços do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York, depois de uma alta de 14% registrada na quarta-feira.
"Temos visto uma oscilação nos preços do petróleo, tanto na demanda quanto na tensão no Oriente Médio, mas isso certamente está ajudando as ações das companhias de petróleo e de serviços do setor", Randy Bateman, executivo-chefe da Huntington Funds. ExxonMobil subiu 2,27% e Chevron avançou 3,45%.
Entre as componentes do índice Dow Jones, as ações da GM lideraram os ganhos com uma alta de 14,06%, impulsionadas pelo anúncio de que a GMAC concordou em alterar seu acordo de serviços financeiros com a montadora, dando à GM a opção de oferecer incentivos para o financiamento automotivo por meio de uma terceira fonte financiadora durante dois anos sob algumas circunstâncias.
Entre as ações financeiras, destaque para a alta de 6,41% do Citigroup em reação à notícia de que seu executivo-chefe Vikram Pandit disse em um memorando que ele e o presidente Win Bischoff não vão receber um bônus de 2008 e vão reduzir os pacotes de benefícios para os executivos. As informações são da Dow Jones.
02 de Janeiro de 2009 20:11
Depois de um sofrível ano de 2008, o mercado de ações norte-americano começou o novo ano com uma saudável alta, embora em meio a condições de baixa liquidez, com os investidores olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. O índice Dow Jones subiu quase 260 pontos e fechou acima da importante marca psicológica dos 9 mil pontos. Contudo, se esse otimismo vai sobreviver aos indicadores da próxima semana, isso é algo ainda incerto.
O índice Dow Jones subiu 258,30 pontos, ou 2,94%, e fechou com 9.034,69 pontos. O Nasdaq avançou 55,18 pontos, ou 3,50%, e fechou com 1.632,21 pontos. O S&P-500 avançou 28,55 pontos, ou 3,16%, e fechou com 931,80 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 158,68 pontos, ou 2,76%, e fechou com 5.915,73 pontos.
"Parece que existe algum otimismo com o pacote de estímulo de Obama e potencial corte (adicional) de impostos, que as coisas devem melhorar, depois de um dos piores anos na história do mercado de ações", disse Daniel Morgan, gerente de carteira da Synovus Securities.
Com base no sentimento de que "as coisas podem apenas ficar melhor" em 2009, os participantes do mercado ignoraram o fraco dado de atividade do setor industrial de dezembro do Instituto de Gestão de Oferta (ISM), que mostrou a menor leitura desde junho de 1980. Contudo, o relatório do mercado de emprego da próxima semana e a nova temporada de balanços corporativos pode esfriar este otimismo, alertou Morgan.
"Os consumidores permanecerão sob pressão; as financeiras ainda têm um caminho a percorrer antes de se colocarem a salvo", disse, acrescentando que a qualidade de crédito continuará a se deteriorar em linha com o declínio do consumo.
Neste primeiro dia do ano, os ganhos também foram orientados por amplas compras de ações de empresas de consumo discricionário, indústria e energia. A alta do setor de energia ocorreu em consequência da alta de quase 4% dos preços do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York, depois de uma alta de 14% registrada na quarta-feira.
"Temos visto uma oscilação nos preços do petróleo, tanto na demanda quanto na tensão no Oriente Médio, mas isso certamente está ajudando as ações das companhias de petróleo e de serviços do setor", Randy Bateman, executivo-chefe da Huntington Funds. ExxonMobil subiu 2,27% e Chevron avançou 3,45%.
Entre as componentes do índice Dow Jones, as ações da GM lideraram os ganhos com uma alta de 14,06%, impulsionadas pelo anúncio de que a GMAC concordou em alterar seu acordo de serviços financeiros com a montadora, dando à GM a opção de oferecer incentivos para o financiamento automotivo por meio de uma terceira fonte financiadora durante dois anos sob algumas circunstâncias.
Entre as ações financeiras, destaque para a alta de 6,41% do Citigroup em reação à notícia de que seu executivo-chefe Vikram Pandit disse em um memorando que ele e o presidente Win Bischoff não vão receber um bônus de 2008 e vão reduzir os pacotes de benefícios para os executivos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa fecha primeiro pregão do ano em alta de 7,17%
por Agência ESTADO
02 de Janeiro de 2009 19:07
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciou o primeiro dia útil de 2009 voltando para os 40 mil pontos, patamar que não atingia desde 4 de novembro. Hoje, o Ibovespa encerrou com valorização de 7,17%, aos 40.244,22 pontos. Em nenhum momento o índice tocou o terreno negativo. O giro financeiro ficou em R$ 2,22 bilhões; embora menor do que a média diária, ele foi considerado bom, já que hoje é um dia atípico em razão do feriado do Ano Novo ontem e de muitos investidores terem emendado a folga. O bom desempenho do índice paulista neste início de ano foi puxado pelos papéis da Petrobras e da Vale, que foram beneficiados pela alta do petróleo e dos metais no mercado internacional.
Para um profissional, se o índice conseguir romper a resistência de 41 mil pontos - o primeiro passo antes de voltar aos melhores patamares de 2008 (70 mil pontos) -, o Ibovespa pode dar uma "bela arrancada". Mas, para isso, segundo a fonte, será necessário que haja "força". "A bolsa pode dar uma bela arrancada se ela ultrapassar os 41 mil pontos, um dos primeiros suportes técnicos. Isso vai depender do fluxo financeiro para ela subir e se sustentar neste patamar", avalia.
Este bom humor verificado hoje, no entanto, não é garantia de bons negócios na próxima semana, ou nos próximos dias. "O cenário continua nebuloso. Não há nada certo. Por enquanto, 2009 é um reflexo das ações de 2008. Ou seja, se as medidas tomadas no ano passado surtirem um bom efeito, 2009 tende a ser melhor. Mas o inverso também é verdadeiro", disse a fonte. Um outro profissional observa ainda que o cenário só deve estar melhor definido a partir de meados do ano. "Ainda aposto em muita volatilidade nos primeiros meses do ano, mas acredito que o segundo semestre deve ser mais positivo", disse.
Vale PNA encerrou com valorização de 9,67% e Vale ON avançou 10,15%, enquanto Petrobras PN ganhou 7,44% e a ON subiu 8,62%. Esses quatro papéis responderam por mais de 40% do giro financeiro de hoje, ou R$ 954,751 milhões.
Os metais negociado na Bolsa de Metais de Londres (LME, na sigla em inglês) também começaram o ano bem, com o níquel puxando o movimento, ajudado pela compra para cobertura de posições vendidas, em meio ao baixo volume de negócios. Para alguns analistas, o volume deve continuar crescendo na próxima semana, embora possam ocorrer novas compras para cobrir posições. Mas, o cenário macroeconômico ainda é incerto e pesa sobre os negócios, o que pode voltar a derrubar o preço dos metais. Em Nova York, o petróleo encerrou o dia com ganho de 3,90%, a US$ 46,34 por barril.
Além disso, a Bovespa também refletiu o bom comportamento de Nova York na quarta-feira, quando o mercado aqui já se encontrava parado, e também a alta das bolsas pelo mundo hoje.
O mercado de ações norte-americano ampliou os ganhos do dia nesta tarde, com os investidores deixando 2008 para trás e olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Às 18h44 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 3,13%; o Nasdaq, 3,40%; e o S&P-500, 3,34%.
Por aqui, o setor siderúrgico também foi destaque de alta. CSN ON fechou com ganho de 9,38%; Gerdau PN, de 7,04%; e Usiminas PNA, de 8,26%. Segundo uma das fontes, a notícia de que os executivos do setor siderúrgico nos EUA estão pressionando Obama a aprovar um programa de investimento, de cerca de até US$ 1 trilhão, segundo reportagem publicada na página do jornal The New York Times na internet, pode ter contribuído para o desempenho dos papéis.
Ainda do lado positivo, Embraer ON liderou a alta do índice (+15,66%), seguida por Gafisa ON (+11,53%) e Itaú PN (+11,03%). Já do lado negativo, as coisas nem foram tão ruins. Apenas duas ações figuraram entre as quedas do índice: Brasil Telecom Participações ON (-0,73%) e Telemar ON (-0,65%).
02 de Janeiro de 2009 19:07
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, iniciou o primeiro dia útil de 2009 voltando para os 40 mil pontos, patamar que não atingia desde 4 de novembro. Hoje, o Ibovespa encerrou com valorização de 7,17%, aos 40.244,22 pontos. Em nenhum momento o índice tocou o terreno negativo. O giro financeiro ficou em R$ 2,22 bilhões; embora menor do que a média diária, ele foi considerado bom, já que hoje é um dia atípico em razão do feriado do Ano Novo ontem e de muitos investidores terem emendado a folga. O bom desempenho do índice paulista neste início de ano foi puxado pelos papéis da Petrobras e da Vale, que foram beneficiados pela alta do petróleo e dos metais no mercado internacional.
Para um profissional, se o índice conseguir romper a resistência de 41 mil pontos - o primeiro passo antes de voltar aos melhores patamares de 2008 (70 mil pontos) -, o Ibovespa pode dar uma "bela arrancada". Mas, para isso, segundo a fonte, será necessário que haja "força". "A bolsa pode dar uma bela arrancada se ela ultrapassar os 41 mil pontos, um dos primeiros suportes técnicos. Isso vai depender do fluxo financeiro para ela subir e se sustentar neste patamar", avalia.
Este bom humor verificado hoje, no entanto, não é garantia de bons negócios na próxima semana, ou nos próximos dias. "O cenário continua nebuloso. Não há nada certo. Por enquanto, 2009 é um reflexo das ações de 2008. Ou seja, se as medidas tomadas no ano passado surtirem um bom efeito, 2009 tende a ser melhor. Mas o inverso também é verdadeiro", disse a fonte. Um outro profissional observa ainda que o cenário só deve estar melhor definido a partir de meados do ano. "Ainda aposto em muita volatilidade nos primeiros meses do ano, mas acredito que o segundo semestre deve ser mais positivo", disse.
Vale PNA encerrou com valorização de 9,67% e Vale ON avançou 10,15%, enquanto Petrobras PN ganhou 7,44% e a ON subiu 8,62%. Esses quatro papéis responderam por mais de 40% do giro financeiro de hoje, ou R$ 954,751 milhões.
Os metais negociado na Bolsa de Metais de Londres (LME, na sigla em inglês) também começaram o ano bem, com o níquel puxando o movimento, ajudado pela compra para cobertura de posições vendidas, em meio ao baixo volume de negócios. Para alguns analistas, o volume deve continuar crescendo na próxima semana, embora possam ocorrer novas compras para cobrir posições. Mas, o cenário macroeconômico ainda é incerto e pesa sobre os negócios, o que pode voltar a derrubar o preço dos metais. Em Nova York, o petróleo encerrou o dia com ganho de 3,90%, a US$ 46,34 por barril.
Além disso, a Bovespa também refletiu o bom comportamento de Nova York na quarta-feira, quando o mercado aqui já se encontrava parado, e também a alta das bolsas pelo mundo hoje.
O mercado de ações norte-americano ampliou os ganhos do dia nesta tarde, com os investidores deixando 2008 para trás e olhando com esperança para a nova administração do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. Às 18h44 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 3,13%; o Nasdaq, 3,40%; e o S&P-500, 3,34%.
Por aqui, o setor siderúrgico também foi destaque de alta. CSN ON fechou com ganho de 9,38%; Gerdau PN, de 7,04%; e Usiminas PNA, de 8,26%. Segundo uma das fontes, a notícia de que os executivos do setor siderúrgico nos EUA estão pressionando Obama a aprovar um programa de investimento, de cerca de até US$ 1 trilhão, segundo reportagem publicada na página do jornal The New York Times na internet, pode ter contribuído para o desempenho dos papéis.
Ainda do lado positivo, Embraer ON liderou a alta do índice (+15,66%), seguida por Gafisa ON (+11,53%) e Itaú PN (+11,03%). Já do lado negativo, as coisas nem foram tão ruins. Apenas duas ações figuraram entre as quedas do índice: Brasil Telecom Participações ON (-0,73%) e Telemar ON (-0,65%).
INDG09...após 30/12...suportes e resistências
DJI...após 31/12...suportes e resistências

DJI fechou o ano, com alta na última sessão de 1,25% nos 8.776 pontos, após atingir a máxima intraday em 8.843 pontos.A retomada do sub-canal de alta pode levar DJI a testar novamente os 8.900/9 mil pontos.
As resistências imediatas se encontram em 8.830, 8.900 e 9.040 pontos.
Os suportes imediatos estão em 8.740, 8.630, 8.460, 8.370 e 8.080 pontos.
IBOV...após 30/12...suportes e resistências

Na esteira do otimismo de final de ano de DJI, o Ibovespa fechou a última sessão do ano em alta de 1.32%, nos 37.550 pontos, após atingir a máxima intraday em 37.783 pontos. Eventual retomada dos 38.320 pontos desfaz o "triângulo de baixa" que estava sendo executado, com objetivos nos 36.140 pontos. Acima dos 38.320 pontos objetivos nos 40 mil pontos, novamente.
Os suportes imediatos estão em 37.300, 37.000, 36.800, 36.400, 36.100 e 35.700 pontos.
As resistências imediatas em 37.650, 38.000, 38.320 e 38.400 pontos.
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