por Agência ESTADO
21 de Janeiro de 2009 18:27
O resultado melhor do que o esperado divulgado pela IBM nos EUA trouxe alívio aos investidores norte-americanos e permitiu uma sessão de ganhos às bolsas. Aqui, a Bovespa também subiu embalada pela reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), para a qual a expectativa é de um corte na taxa básica de juros, num estímulo do Banco Central para reaquecer a economia, prejudicada pela crise.
O Ibovespa, principal índice, terminou o pregão na máxima do dia, em alta de 3,41%, aos 38.542,90 pontos. Na mínima, atingiu 37.279 pontos (+0,02%). Com o resultado de hoje, a Bolsa voltou a acumular ganhos em janeiro, de 2,64%. O giro financeiro engordou um pouco e totalizou R$ 3,475 bilhões.
A janela de recuperação da Bolsa, após duas sessões seguidas de perdas, veio dos EUA, com o balanço da gigante IBM, cujo lucro no quarto trimestre de 2008 superou as estimativas. Os papéis da IBM subiam 11,21% às 18h11 (de Brasília). No mesmo horário, o índice Dow Jones registrava alta de 2,83%, o S&P subia 3,28% e o Nasdaq ganhava 3,38%, embalados também pela trégua nas perdas do setor bancário. Bank of America foi um dos destaques de ganhos, com mais de 26% de elevação no mesmo horário. As preocupações sobre a saúde das instituições financeiras, tanto nos EUA quanto na Europa, entretanto, ainda não foram dissipadas.
Na Europa, contudo, não foram todas as bolsas que conseguiram engatar uma recuperação nesta quarta-feira, apesar de alguns papéis do setor bancário terem subido. Em Londres, o índice FT-100 caiu 0,77%; em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,67%; em Frankfurt, o índice DAX-30 teve alta de 0,50%.
No Brasil, a Bovespa subiu influenciada sobretudo por Petrobras, com ganhos acima de 5%. A principal referência a esse papel, o petróleo, também avançou: na Bolsa Mercantil de Nova York, subiu 6,64%, para US$ 43,55 o barril. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que o Conselho de Administração da Petrobras vai se reunir no Rio de Janeiro na próxima sexta-feira para definir o plano estratégico da companhia, que deverá ser anunciado com detalhes na segunda-feira da semana que vem. Petrobras ON fechou com alta de 5,68% e PN, de 5,20%.
Os investidores foram às compras não só de Petrobras como também de Vale e de papéis de bancos, na expectativa do que decidirá hoje o Copom. As apostas majoritárias recaem sobre um corte de 0,75 ponto porcentual na taxa Selic, o que, segundo o analista da Máxima Asset Patrick Corrêa, já está embutido nos preços das ações. "Se isso acontecer, é positivo, mas a Bolsa retoma seu ritmo habitual de acompanhar o mercado acionário externo. Mas, se houver uma redução de um ponto, certamente teremos uma euforia", afirmou. A conferir amanhã.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Copom surpreende e corta os juros em 1 ponto, para 12,75% ao ano
por Revista EXAME
21.01.2009 19h26
Em sua primeira reunião de 2009, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado e cortou em 1 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic). Com isso, a Selic baixou para 12,75% ao ano. A decisão foi tomada por cinco votos a favor. Três outros membros do Copom votaram por uma redução menor, de 0,75 ponto percentual.
"Com isso, o Comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária, realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação", informou o BC em comunicado à imprensa. De acordo com o último relatório Focus, elaborado pelo BC a partir das expectativas dos principais bancos brasileiros, espera-se que a Selic encerre dezembro em 11,25% ao ano - o que daria margem para um corte de 1,50 ponto.
21.01.2009 19h26
Em sua primeira reunião de 2009, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado e cortou em 1 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic). Com isso, a Selic baixou para 12,75% ao ano. A decisão foi tomada por cinco votos a favor. Três outros membros do Copom votaram por uma redução menor, de 0,75 ponto percentual.
"Com isso, o Comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária, realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação", informou o BC em comunicado à imprensa. De acordo com o último relatório Focus, elaborado pelo BC a partir das expectativas dos principais bancos brasileiros, espera-se que a Selic encerre dezembro em 11,25% ao ano - o que daria margem para um corte de 1,50 ponto.
DJI...após 20/01...suportes e resistências

DJI refletiu nos preços de suas principais ações as fortes quedas dos mercados europeus na véspera, quando os mercados americanos não funcionaram por conta do feriado de "Martin Luther King". O "candle" do gráfico diário é um "marubozu cheio" indicativo da predominância da pressão vendedora, fazendo com que DJI perdesse o suporte dos 8 mil pontos, ao finalizar praticamente na mínima nos 7.949 pontos. Apesar dos principais indicadores sinalizarem a continuidade da tendência de baixa, é possível alguma reversão dessa forte queda, pois alguns desses osciladores já se encontram em região de "sobrevenda".
Suportes imediatos em 7.900, 7.880 e 7.750 pontos.
Resistências imediatas em 7.950, 8.040, 8.150 e 8.200 pontos.
IBOV...após 20/01...suportes e resistências

A consolidação da perda dos 39 mil pontos pode estar significando a retomada da tendência de baixa, que levou o Ibovespa aos objetivos de queda nos 37 mil pontos. O "candle" do gráfico diário é um "marubozu cheio", indicador da predominância da força vendedora, confirmando a tendência de baixa dos principais osciladores gráficos. A perda dos 37 mil pontos, poderá levar o Ibovespa a testar o fundo do sub-canal nos 35 mil pontos.
Os suportes imediatos estão em 36.900, 36.600, 36.400 e 35.700 pontos.
As resistências imediatas estão em 38.300, 38.700 e 39.300 pontos.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Bolsa de NY fecha em queda forte com setor financeiro
por Agência ESTADO
20 de Janeiro de 2009 20:23
O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, apesar da mensagem de confiança do presidente Barack Obama em seu discurso de posse. O índice Dow Jones teve sua maior queda em termos porcentuais desde 1º de dezembro e fechou no nível mais baixo desde 20 de novembro; a queda de hoje foi a maior num dia de posse de um novo presidente nos 112 anos de história do Dow Jones. O S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 21 de novembro e acumula uma queda de 11% nos primeiros 12 pregões de 2009 - o pior desempenho desde 1928. Assim como na semana passada, o comportamento das ações do setor financeiro determinaram o desempenho do mercado.
O índice Dow Jones fechou em queda de 332,13 pontos, ou 4,01%, em 7.949,09 pontos. A mínima foi em 7.939,93 pontos e a máxima em 8.291,98 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 88,47 pontos, ou 5,78%, em 1.440,86 pontos. O S&P-500 caiu 44,90 pontos, ou 5,28%, para 805,22 pontos. O NYSE Composite caiu 329,44 pontos, ou 6,11%, para 5.058,06 pontos.
Durante uma conferência em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o professor Nouriel Roubini, da Universidade de Nova York, disse que as perdas financeiras causadas pela crise de crédito nos EUA poderão alcançar US$ 3,6 trilhões. "Se isso é verdade, isso significa que o sistema bancário norte-americano está efetivamente insolvente, porque ele começa o ano com US$ 1,4 trilhão em capital". A analista Meredith Whitney, da Oppenheimer, escreveu em nota aos clientes que as perdas no setor "serão muito piores do que as atuais expectativas".
"Havia muito otimismo antes da posse do presidente. Mas as coisas não mudaram, realmente. Elas não mudam tão rapidamente", comentou o operador William Groeneveld, da VFinance Investments. Segundo ele, o mercado ficou "chocado" com as notícias negativas sobre os bancos do Reino Unido e a dimensão do novo pacote de ajuda ao setor financeiro anunciado pelo governo britânico.
Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) do Royal Bank of Scotland caíram 69,31%. As ações do State Street Financial caíram 59,04%, maior queda desde 1984, depois de a instituição revelar que suas perdas não-realizadas com operações no mercado de renda fixa somavam US$ 6,3 bilhões no fim de dezembro. As do Bank of New York Mellon, que divulgaria resultados do quarto trimestre depois do fechamento, caíram 17,25%. Outros destaques negativos no setor financeiro foram Wells Fargo (-23,82%), Bank of America (-29,67%), Citigroup (-19,71%) e JPMorgan Chase (-20,16%). As informações são da Dow Jones.
20 de Janeiro de 2009 20:23
O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, apesar da mensagem de confiança do presidente Barack Obama em seu discurso de posse. O índice Dow Jones teve sua maior queda em termos porcentuais desde 1º de dezembro e fechou no nível mais baixo desde 20 de novembro; a queda de hoje foi a maior num dia de posse de um novo presidente nos 112 anos de história do Dow Jones. O S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 21 de novembro e acumula uma queda de 11% nos primeiros 12 pregões de 2009 - o pior desempenho desde 1928. Assim como na semana passada, o comportamento das ações do setor financeiro determinaram o desempenho do mercado.
O índice Dow Jones fechou em queda de 332,13 pontos, ou 4,01%, em 7.949,09 pontos. A mínima foi em 7.939,93 pontos e a máxima em 8.291,98 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 88,47 pontos, ou 5,78%, em 1.440,86 pontos. O S&P-500 caiu 44,90 pontos, ou 5,28%, para 805,22 pontos. O NYSE Composite caiu 329,44 pontos, ou 6,11%, para 5.058,06 pontos.
Durante uma conferência em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o professor Nouriel Roubini, da Universidade de Nova York, disse que as perdas financeiras causadas pela crise de crédito nos EUA poderão alcançar US$ 3,6 trilhões. "Se isso é verdade, isso significa que o sistema bancário norte-americano está efetivamente insolvente, porque ele começa o ano com US$ 1,4 trilhão em capital". A analista Meredith Whitney, da Oppenheimer, escreveu em nota aos clientes que as perdas no setor "serão muito piores do que as atuais expectativas".
"Havia muito otimismo antes da posse do presidente. Mas as coisas não mudaram, realmente. Elas não mudam tão rapidamente", comentou o operador William Groeneveld, da VFinance Investments. Segundo ele, o mercado ficou "chocado" com as notícias negativas sobre os bancos do Reino Unido e a dimensão do novo pacote de ajuda ao setor financeiro anunciado pelo governo britânico.
Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) do Royal Bank of Scotland caíram 69,31%. As ações do State Street Financial caíram 59,04%, maior queda desde 1984, depois de a instituição revelar que suas perdas não-realizadas com operações no mercado de renda fixa somavam US$ 6,3 bilhões no fim de dezembro. As do Bank of New York Mellon, que divulgaria resultados do quarto trimestre depois do fechamento, caíram 17,25%. Outros destaques negativos no setor financeiro foram Wells Fargo (-23,82%), Bank of America (-29,67%), Citigroup (-19,71%) e JPMorgan Chase (-20,16%). As informações são da Dow Jones.
Bovespa segue NY e termina o dia em queda de 4%
por Agência ESTADO
20 de Janeiro de 2009 18:33
A posse de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos foi apenas figurativa para os mercados acionários. Os temores com a saúde do setor financeiro fizeram os índices amargarem perdas generalizadas ao redor do globo, e também na Bovespa, que, pela primeira vez em janeiro, passou a acumular perdas no mês.
O Ibovespa, principal índice, terminou a sessão na mínima, em baixa de 4,01%, aos 37.272,07 pontos. Na máxima, atingiu 39.174 pontos (+0,89%). No mês, a Bovespa acumula recuo de 0,74% - até ontem, era um ganho de 3,40%. O giro financeiro, de novo, foi baixo ao somar R$ 2,866 bilhões.
As ações da Vale e da Petrobras vinham contendo as perdas no mercado doméstico, mas não sustentaram o fôlego e, na última hora da sessão, com a piora das bolsas nos Estados Unidos, ampliaram as baixas com os investidores estrangeiros desovando ordens de vendas. Com isso, o Ibovespa foi renovando as mínimas. Segundo um operador, os bancos também não podem ser esquecidos, já que espelharam durante todo o dia o segmento no exterior.
O gestor-gerente da Infinity Asset, George Sanders, por outro lado, destacou que a queda do índice ocorreu em meio a um volume fraco, sinal de que os investidores ainda estão 'de lado'. "O volume fraco mostra que os investidores estão na expectativa de um evento maior, como a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central, que decide amanhã a nova taxa Selic)", comentou. O Banco Central deve retomar amanhã os cortes da taxa básica de juros, diante dos fracos indicadores divulgados nas últimas semanas.
A ação de Barack Obama à frente da maior economia do mundo também é motivo de expectativa nas bolsas - e menos volume de negócios. "O discurso feito hoje foi bom, mas agora é preciso ver a prática", emendou Sanders.
A posse de Obama ficou de lado nos negócios hoje, que reagiu aos temores com a saúde do sistema bancário, depois que, ontem, o Reino Unido anunciou um segundo pacote de socorro e que o Royal Bank of Scotland previu que poderá ter o maior prejuízo corporativo da história do Reino Unido.
As bolsas europeias fecharam novamente em baixa hoje, e assim também caminham as norte-americanas, em que os bancos anunciaram perdas. O Regions Financial teve prejuízo de US$ 6,2 bilhões no quarto trimestre do ano passado, enquanto o State Street registrou queda de mais de 70% do lucro entre o quarto trimestre de 2007 e igual intervalo de 2008. As ações do Bank of America recuaram em meio à expectativa de que irá cortar milhares de empregos em suas operações de mercados de capitais a partir desta semana, segundo nota do Financial Times.
Nas Bolsas de Nova York, às 18h20 (de Brasília), o índice Dow Jones recuava 3,79%; o S&P, 4,94%; e o Nasdaq, 5,23%. Fora do setor financeiro, outros balanços também pesaram, como o da Johnson & Johnson, que anunciou aumento de 14% de seu lucro no quarto trimestre de 2008 ante igual período do ano anterior, para US$ 2,71 bilhões (US$ 0,97 por ação). Mas a previsão para 2009 ficou abaixo das estimativas de Wall Street.
No Brasil, os bancos caíram em bloco, depois de terem subido na véspera. Bradesco PN perdeu 5,28%; Itaú PN, 6,83%; Unibanco Unit, 6,37%; e Banco do Brasil ON, 6,86%.
Mas o destaque doméstico foram as ações da Aracruz, com a notícia de que a Votorantim Celulose e Papel (VCP) comprou 28% do capital votante da maior produtora mundial de celulose de eucalipto. Aracruz PNB recuou 11,32%, mas Aracruz ON subiu 108,04%. VCP PN fechou em baixa de 3,65%.
Petrobras ON fechou em queda de 3,58% e PN, de 3,23%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato para entrega de petróleo em fevereiro, que vence hoje, terminou em alta de 6,11%, a US$ 38,74 por barril. Vale ON recuou 4,42% e PNA, 4,13%. Os metais básicos em sua maioria recuaram.
20 de Janeiro de 2009 18:33
A posse de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos foi apenas figurativa para os mercados acionários. Os temores com a saúde do setor financeiro fizeram os índices amargarem perdas generalizadas ao redor do globo, e também na Bovespa, que, pela primeira vez em janeiro, passou a acumular perdas no mês.
O Ibovespa, principal índice, terminou a sessão na mínima, em baixa de 4,01%, aos 37.272,07 pontos. Na máxima, atingiu 39.174 pontos (+0,89%). No mês, a Bovespa acumula recuo de 0,74% - até ontem, era um ganho de 3,40%. O giro financeiro, de novo, foi baixo ao somar R$ 2,866 bilhões.
As ações da Vale e da Petrobras vinham contendo as perdas no mercado doméstico, mas não sustentaram o fôlego e, na última hora da sessão, com a piora das bolsas nos Estados Unidos, ampliaram as baixas com os investidores estrangeiros desovando ordens de vendas. Com isso, o Ibovespa foi renovando as mínimas. Segundo um operador, os bancos também não podem ser esquecidos, já que espelharam durante todo o dia o segmento no exterior.
O gestor-gerente da Infinity Asset, George Sanders, por outro lado, destacou que a queda do índice ocorreu em meio a um volume fraco, sinal de que os investidores ainda estão 'de lado'. "O volume fraco mostra que os investidores estão na expectativa de um evento maior, como a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central, que decide amanhã a nova taxa Selic)", comentou. O Banco Central deve retomar amanhã os cortes da taxa básica de juros, diante dos fracos indicadores divulgados nas últimas semanas.
A ação de Barack Obama à frente da maior economia do mundo também é motivo de expectativa nas bolsas - e menos volume de negócios. "O discurso feito hoje foi bom, mas agora é preciso ver a prática", emendou Sanders.
A posse de Obama ficou de lado nos negócios hoje, que reagiu aos temores com a saúde do sistema bancário, depois que, ontem, o Reino Unido anunciou um segundo pacote de socorro e que o Royal Bank of Scotland previu que poderá ter o maior prejuízo corporativo da história do Reino Unido.
As bolsas europeias fecharam novamente em baixa hoje, e assim também caminham as norte-americanas, em que os bancos anunciaram perdas. O Regions Financial teve prejuízo de US$ 6,2 bilhões no quarto trimestre do ano passado, enquanto o State Street registrou queda de mais de 70% do lucro entre o quarto trimestre de 2007 e igual intervalo de 2008. As ações do Bank of America recuaram em meio à expectativa de que irá cortar milhares de empregos em suas operações de mercados de capitais a partir desta semana, segundo nota do Financial Times.
Nas Bolsas de Nova York, às 18h20 (de Brasília), o índice Dow Jones recuava 3,79%; o S&P, 4,94%; e o Nasdaq, 5,23%. Fora do setor financeiro, outros balanços também pesaram, como o da Johnson & Johnson, que anunciou aumento de 14% de seu lucro no quarto trimestre de 2008 ante igual período do ano anterior, para US$ 2,71 bilhões (US$ 0,97 por ação). Mas a previsão para 2009 ficou abaixo das estimativas de Wall Street.
No Brasil, os bancos caíram em bloco, depois de terem subido na véspera. Bradesco PN perdeu 5,28%; Itaú PN, 6,83%; Unibanco Unit, 6,37%; e Banco do Brasil ON, 6,86%.
Mas o destaque doméstico foram as ações da Aracruz, com a notícia de que a Votorantim Celulose e Papel (VCP) comprou 28% do capital votante da maior produtora mundial de celulose de eucalipto. Aracruz PNB recuou 11,32%, mas Aracruz ON subiu 108,04%. VCP PN fechou em baixa de 3,65%.
Petrobras ON fechou em queda de 3,58% e PN, de 3,23%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato para entrega de petróleo em fevereiro, que vence hoje, terminou em alta de 6,11%, a US$ 38,74 por barril. Vale ON recuou 4,42% e PNA, 4,13%. Os metais básicos em sua maioria recuaram.
INDG09...após 19/01...suportes e resistências
IBOV...após 19/01...suportes e resistências

O Ibovespa não conseguiu dar sequência à recente tendência de alta. A perda definitiva dos 39 mil pontos pode significar a retomada da tendência anterior de baixa, com objetivos de queda nos 37 mil pontos.
Os suportes imediatos estão em 38.800, 38.100 e 36.700 pontos.
As resistências imediatas estão em 39.200, 39.800 e 40.000 pontos.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Em pregão morno, Bovespa recua 1,30%
por Agência ESTADO
19 de Janeiro de 2009 18:32
A Bovespa teve uma segunda-feira morna, com volume baixo, apesar do exercício de opções sobre ações. O feriado dos EUA do Dia de Martin Luther King Jr. e a posse de Barack Obama amanhã no país deixaram os poucos investidores em "stand by". O pacote de socorro ao sistema financeiro do Reino Unido, que levou as bolsas europeias e brasileiras momentaneamente para cima, foi ofuscado pelo alerta de prejuízo do Royal Bank of Scotland (RBS).
O principal índice da Bolsa doméstica recuou 1,30%, aos 38.828,32 pontos. Na mínima, atingiu 38.700 pontos (-1,63%) e, na máxima, 39.570 pontos (+0,58%). No mês, acumula ganhos de 3,40%. O giro financeiro totalizou R$ 2,824 bilhões. Desse total, o vencimento movimentou R$ 1,184 bilhão, sendo R$ 893,305 milhões em opções de compra e R$ 290,276 milhões em opções de venda.
Sem o referencial norte-americano, a Bolsa doméstica trabalhou de olho na Europa. Apesar de o Reino Unido ter anunciado um pacote de ajuda ao setor bancário (o segundo) de até US$ 149 bilhões, o alerta de prejuízo emitido pelo RBS assustou. O banco avisou que anunciará uma perda de até 8 bilhões de libras (US$ 11,769 bilhões) referente ao ano passado, devido às condições difíceis do mercado e alertou que "persistem incertezas significativas" em seus negócios. A instituição informou ainda que o governo britânico vai substituir os 5 bilhões de libras em ações preferenciais do RBS por novas ações ordinárias.
Com isso, as bolsas na Europa fecharam em baixa, puxadas pelos papéis de bancos. O índice FT-100 da bolsa de Londres caiu 0,93%. As ações do Royal Bank of Scotland (RBS) caíram 64,27% em Londres. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,90%; em Frankfurt, o índice DAX-30 teve declínio de 1,15%.
No Brasil, ao contrário, o segmento financeiro serviu para conter as perdas, já que subiu em bloco. A maior alta do setor foi de Itaú PN, com +1,46%. Bradesco PN avançou 0,14%; Unibanco Unit, 0,81%; e Banco do Brasil ON, 0,28%.
Os investidores domésticos estão sem apetite - vide o giro financeiro do dia - e aguardam a posse de Obama na presidência dos Estados Unidos, amanhã, para ver se um rumo clareia no horizonte. Ninguém, entretanto, espera uma melhora milagrosa, da noite para o dia. Ainda mais porque a temporada de balanços é carregada e os dados que vêm pela frente não devem ser muito animadores. Assim como também não têm sido os indicadores brasileiros.
Hoje, o Ministério do Trabalho divulgou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apurou em dezembro o fechamento de quase 655 mil postos de trabalho formais, o pior resultado mensal da série histórica. Embora a Bolsa não tenha reagido aos números, os analistas acreditam que eles reforçam um corte mais ousado da taxa Selic pelo Banco Central. O mercado aposta majoritariamente numa redução de 0,75 ponto, mas há quem estime um corte de 1 ponto. O Comitê de Política Monetária do Banco Central anuncia a nova taxa na quarta-feira.
No exterior, os metais básicos fecharam a maior parte em alta. No Brasil, Vale e siderúrgicas recuaram - exceção para CSN ON (+1,01%). Vale ON perdeu 1,10% e Vale PNA caiu 0,79%. Petrobras também caiu, 1,83% a ON e 1,85% a PN. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, às 18h14 (de Brasília), o petróleo operava em baixa de 5,12%, a US$ 34,64 por barril.
19 de Janeiro de 2009 18:32
A Bovespa teve uma segunda-feira morna, com volume baixo, apesar do exercício de opções sobre ações. O feriado dos EUA do Dia de Martin Luther King Jr. e a posse de Barack Obama amanhã no país deixaram os poucos investidores em "stand by". O pacote de socorro ao sistema financeiro do Reino Unido, que levou as bolsas europeias e brasileiras momentaneamente para cima, foi ofuscado pelo alerta de prejuízo do Royal Bank of Scotland (RBS).
O principal índice da Bolsa doméstica recuou 1,30%, aos 38.828,32 pontos. Na mínima, atingiu 38.700 pontos (-1,63%) e, na máxima, 39.570 pontos (+0,58%). No mês, acumula ganhos de 3,40%. O giro financeiro totalizou R$ 2,824 bilhões. Desse total, o vencimento movimentou R$ 1,184 bilhão, sendo R$ 893,305 milhões em opções de compra e R$ 290,276 milhões em opções de venda.
Sem o referencial norte-americano, a Bolsa doméstica trabalhou de olho na Europa. Apesar de o Reino Unido ter anunciado um pacote de ajuda ao setor bancário (o segundo) de até US$ 149 bilhões, o alerta de prejuízo emitido pelo RBS assustou. O banco avisou que anunciará uma perda de até 8 bilhões de libras (US$ 11,769 bilhões) referente ao ano passado, devido às condições difíceis do mercado e alertou que "persistem incertezas significativas" em seus negócios. A instituição informou ainda que o governo britânico vai substituir os 5 bilhões de libras em ações preferenciais do RBS por novas ações ordinárias.
Com isso, as bolsas na Europa fecharam em baixa, puxadas pelos papéis de bancos. O índice FT-100 da bolsa de Londres caiu 0,93%. As ações do Royal Bank of Scotland (RBS) caíram 64,27% em Londres. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,90%; em Frankfurt, o índice DAX-30 teve declínio de 1,15%.
No Brasil, ao contrário, o segmento financeiro serviu para conter as perdas, já que subiu em bloco. A maior alta do setor foi de Itaú PN, com +1,46%. Bradesco PN avançou 0,14%; Unibanco Unit, 0,81%; e Banco do Brasil ON, 0,28%.
Os investidores domésticos estão sem apetite - vide o giro financeiro do dia - e aguardam a posse de Obama na presidência dos Estados Unidos, amanhã, para ver se um rumo clareia no horizonte. Ninguém, entretanto, espera uma melhora milagrosa, da noite para o dia. Ainda mais porque a temporada de balanços é carregada e os dados que vêm pela frente não devem ser muito animadores. Assim como também não têm sido os indicadores brasileiros.
Hoje, o Ministério do Trabalho divulgou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apurou em dezembro o fechamento de quase 655 mil postos de trabalho formais, o pior resultado mensal da série histórica. Embora a Bolsa não tenha reagido aos números, os analistas acreditam que eles reforçam um corte mais ousado da taxa Selic pelo Banco Central. O mercado aposta majoritariamente numa redução de 0,75 ponto, mas há quem estime um corte de 1 ponto. O Comitê de Política Monetária do Banco Central anuncia a nova taxa na quarta-feira.
No exterior, os metais básicos fecharam a maior parte em alta. No Brasil, Vale e siderúrgicas recuaram - exceção para CSN ON (+1,01%). Vale ON perdeu 1,10% e Vale PNA caiu 0,79%. Petrobras também caiu, 1,83% a ON e 1,85% a PN. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, às 18h14 (de Brasília), o petróleo operava em baixa de 5,12%, a US$ 34,64 por barril.
domingo, 18 de janeiro de 2009
IBOV...após 16/01...suportes e resistências

O candle formado no gráfico diário após o "martelo de alta" do pregão de quinta-feira, se assemelha a um "doji", com a ocorrência de fechamento praticamente igual à abertura (alta de +0,49%), nos 39.342 pontos. Como o movimento que deu formação a esse "doji" foi ascendente, ou seja, após a mínima nos 38.578 (-1,46%), o Ibovespa recuperou-se para fechar em leve alta, é muito provável que ocorra a continuidade desse movimento, na abertura dos pregões. A tendência de alta, estará mantida se o Ibovespa conseguir fechar acima dos 40.300 pontos, novamente. A retomada da tendência anterior de queda ocorrerá se o Ibovespa fechar abaixo dos 37.500 pontos.
Os suportes imediatos estão em 39.000, 38.500, 37.500 e 36.550 pontos.
As resistências imediatas estão em 39.370, 40.000, 40.320 e 40.900 pontos.
DJI...após 16/01...projeções para a 3a semana de janeiro

A perda dos 8.500 pontos da LTA de curto prazo iniciada em 05/12/2008, levou DJI a testar novamente o fundo do canal em 8 mil pontos. Respeitado esse fundo, é provável que DJI retome novamente, movimento ascendente rumo aos 8.500 pontos e posteriormente aos 8.900 pontos. A perda dos 8 mil pontos, no entanto, poderá indicar novo objetivo de queda, nos 7.800 e posteriormente, nos 7.500 pontos.
As resistências do gráfico semanal se encontram em 8.330, 8.550, 8.650, 8.750 e 8.900 pontos.
Os suportes do gráfico semanal estão em 8.090, 7.870 e 7.520 pontos.
Commodities...espectativas para a 3a. semana de janeiro

Fonte: Bloomberg
Situação em 16/01
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 906.39 7.35 907.73 918.92 901.39
S&P GSCI 343.10 -.93 346.84 351.27 340.32
RJ/CRB Commodity 221.09 2.18 219.34 221.43 218.91
Rogers Intl 2505.27 8.20 2508.32 2552.35 2487.04
Situação em 09/01
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 932.22 13.26 921.70 932.63 912.68
S&P GSCI 349.61 2.29 354.24 368.29 342.36
RJ/CRB Commodity 229.91 1.16 229.30 230.18 227.98
Rogers Intl 2612.61 21.69 2625.89 2625.90 2564.48
Variação semanal 09/01 a 16/01
INDICE Fechamento (09/01) Fechamento(16/01) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 932.22 906.39 -2,77%
S&P GSCI 349.61 343.10 -1,86%
RJ/CRB Commodity 229.91 221.09-3,84%
Rogers Intl2612.61 2505.27 -4,10%
Análise:
O mercado de commodities na segunda semana útil do ano, deu sequência à queda iniciada na segunda metade da semana anterior, fazendo com que os principais índices, retrocedessem em média - 3,14% nessa segunda semana de 2009.Os preços das commodities continuam defasados em mais de 1/3 se comparados aos de um ano atrás e estão valendo metade dos preços praticados quando da máxima ocorrida em julho do ano passado. Apesar da constatação da recessão econômica espera-se alguma recuperação de preços com o anúncio do detalhamento do plano econômico de Barack Obama, em 20 de janeiro, podendo reverter a atual tendência de queda nesses preços.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Bolsas de NY terminam o dia em alta, mas bancos caem
por Agência ESTADO
16 de Janeiro de 2009 19:53
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, em dia marcado pelo noticiário em torno de dois grandes bancos, o Bank of America e o Citigroup. As ações do setor financeiro, porém, voltaram a cair.
O índice Dow Jones fechou em alta de 68,73 pontos, ou 0,84%, em 8.281,22 pontos. A mínima foi em 8.109,34 pontos e a máxima em 8.341,20 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 17,49 pontos, ou 1,16%, em 1.529,33 pontos. O S&P-500 subiu 6,38 pontos, ou 0,76%, para 850,12 pontos. O NYSE Composite subiu 39,75 pontos, ou 0,74%, para 5.387,50 pontos.
As ações do Bank of America caíram 13,70%, depois de o banco anunciar um prejuízo líquido de US$ 1,79 bilhão no quarto trimestre e de o governo dos EUA anunciar um pacote de ajuda financeira de US$ 20 bilhões, mais US$ 118 bilhões em garantias para ativos relacionados à aquisição do Merrill Lynch. As do Citigroup, que anunciou prejuízo líquido de US$ 8,3 bilhões no quarto trimestre e um programa de reestruturação, caíram 8,62%
Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) do banco britânico Barclays fecharam em queda de 13,69%, depois de terem chegado a cair 32%. O banco disse não ver motivo específico para a queda, mas o operador James Hughes, da CMC Markets, observou que o Barclays é o banco britânico com maior exposição a títulos lastreados em ativos. No setor de tecnologia, as ações da Intel, que havia divulgado o resultado do quarto trimestre ontem, subiram 3,09%.
Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 3,70%, o Nasdaq, uma baixa de 2,69% e o S&P-500, uma perda de 4,52%. As informações são da Dow Jones.
16 de Janeiro de 2009 19:53
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, em dia marcado pelo noticiário em torno de dois grandes bancos, o Bank of America e o Citigroup. As ações do setor financeiro, porém, voltaram a cair.
O índice Dow Jones fechou em alta de 68,73 pontos, ou 0,84%, em 8.281,22 pontos. A mínima foi em 8.109,34 pontos e a máxima em 8.341,20 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 17,49 pontos, ou 1,16%, em 1.529,33 pontos. O S&P-500 subiu 6,38 pontos, ou 0,76%, para 850,12 pontos. O NYSE Composite subiu 39,75 pontos, ou 0,74%, para 5.387,50 pontos.
As ações do Bank of America caíram 13,70%, depois de o banco anunciar um prejuízo líquido de US$ 1,79 bilhão no quarto trimestre e de o governo dos EUA anunciar um pacote de ajuda financeira de US$ 20 bilhões, mais US$ 118 bilhões em garantias para ativos relacionados à aquisição do Merrill Lynch. As do Citigroup, que anunciou prejuízo líquido de US$ 8,3 bilhões no quarto trimestre e um programa de reestruturação, caíram 8,62%
Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) do banco britânico Barclays fecharam em queda de 13,69%, depois de terem chegado a cair 32%. O banco disse não ver motivo específico para a queda, mas o operador James Hughes, da CMC Markets, observou que o Barclays é o banco britânico com maior exposição a títulos lastreados em ativos. No setor de tecnologia, as ações da Intel, que havia divulgado o resultado do quarto trimestre ontem, subiram 3,09%.
Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 3,70%, o Nasdaq, uma baixa de 2,69% e o S&P-500, uma perda de 4,52%. As informações são da Dow Jones.
Bolsa fecha em alta de 0,49%, mas cai 5,4% na semana
por Agência ESTADO
16 de Janeiro de 2009 18:32
A ajuda dos EUA ao Bank of America (BofA), Citigroup e a aprovação, pelo Senado do país, da segunda tranche de recursos do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp), de US$ 350 bilhões, trouxe alívio ao mercado acionário, mas inconsistente. Os índices, aqui e nos Estados Unidos, sustentaram ganhos firmes na primeira parte da sessão, mas depois voltaram a trabalhar com muita volatilidade, retomando a alta com mais firmeza perto do fechamento. A avaliação dos especialistas é de que, apesar de a ajuda ter sido bastante positiva, o outro lado é que o mercado ainda precisa de ajuda e os balanços seguem trazendo números ruins.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em alta de 0,49%, aos 39.341,54 pontos. Na mínima, atingiu 38.578 pontos (-1,46%) e, na máxima, 39.904 pontos (+1,92%). Na semana, teve perdas de 5,39%, mas, em 2009, acumula alta de 4,77%. O giro financeiro totalizou R$ 3,594 bilhões.
A melhora no humor nas bolsas começou a ser desenhada ontem, com a expectativa, depois confirmada, de aprovação, pelo Senado dos EUA, da liberação da segunda parte dos recursos do Tarp do Departamento do Tesouro.
Hoje cedo, foi anunciada a ajuda extra de US$ 20 bilhões ao BofA pelo governo, que também dará garantia de até US$ 118 bilhões em proteção contra perdas em seus ativos. O Citigroup igualmente foi beneficiado com ajuda, do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que, em parceria com o Tesouro e a Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC, na sigla em inglês), finalizou um acordo pelo qual terá garantidos pelo governo US$ 301 bilhões em ativos.
Apesar dos anúncios de mais dinheiro para ajudar o sistema bancário norte-americano, os investidores foram às compras com um pé atrás. Afinal, os balanços das instituições trouxeram prejuízos consideráveis. O BofA, que adiantou a divulgação para hoje, informou perda líquida de US$ 1,79 bilhão no quarto trimestre de 2008, saindo do lucro líquido de US$ 268 milhões de igual período do ano anterior. O Citigroup, que também divulgou os números antes do previsto, teve perdas bem maiores, de US$ 8,29 bilhões no quarto trimestre, ou US$ 1,72 por ação.
Às 18h15, o índice Dow Jones subia 0,95%; o S&P, 0,79%; e o Nasdaq, 0,88%. As ações ainda repercutiram - lateralmente - a leva de indicadores divulgados hoje. O principal foi o dado de inflação ao consumidor, que registrou em 2008 a menor taxa desde 1954, de +0,1%, por causa do tombo de mais de 20% nos preços de energia. Também saiu a produção industrial dos EUA (queda de 2% em dezembro) e o índice preliminar de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (subiu para 61,9 em janeiro, de 60,1 em dezembro).
Segundo o economista da Um Investimentos, Hersz Ferman, a volatilidade não deve diminuir na próxima semana, mas a posse de Barack Obama, na terça-feira, e a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira, podem deixar os investidores mais otimistas. Mas os dois eventos têm que justificar as expectativas. Para Obama, de pulso firme para conter a crise nos EUA. Para o Copom, ousadia no corte dos juros.
Na próxima segunda-feira, os Estados Unidos terão o feriado do dia de Martin Luther King Jr., mas a Bovespa enfrentará um vencimento de opções sobre ações. Hoje, as ações mais concorridas em vencimentos, Petrobras e Vale, fecharam em alta. Petrobras ON subiu 1,43%, Petrobras PN ganhou 0,75%, Vale ON avançou 1,87% e Vale PNA, 0,76%. O petróleo também subiu no exterior, 3,14% para US$ 36,51 por barril. Os metais tiveram fechamentos distintos.
16 de Janeiro de 2009 18:32
A ajuda dos EUA ao Bank of America (BofA), Citigroup e a aprovação, pelo Senado do país, da segunda tranche de recursos do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp), de US$ 350 bilhões, trouxe alívio ao mercado acionário, mas inconsistente. Os índices, aqui e nos Estados Unidos, sustentaram ganhos firmes na primeira parte da sessão, mas depois voltaram a trabalhar com muita volatilidade, retomando a alta com mais firmeza perto do fechamento. A avaliação dos especialistas é de que, apesar de a ajuda ter sido bastante positiva, o outro lado é que o mercado ainda precisa de ajuda e os balanços seguem trazendo números ruins.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em alta de 0,49%, aos 39.341,54 pontos. Na mínima, atingiu 38.578 pontos (-1,46%) e, na máxima, 39.904 pontos (+1,92%). Na semana, teve perdas de 5,39%, mas, em 2009, acumula alta de 4,77%. O giro financeiro totalizou R$ 3,594 bilhões.
A melhora no humor nas bolsas começou a ser desenhada ontem, com a expectativa, depois confirmada, de aprovação, pelo Senado dos EUA, da liberação da segunda parte dos recursos do Tarp do Departamento do Tesouro.
Hoje cedo, foi anunciada a ajuda extra de US$ 20 bilhões ao BofA pelo governo, que também dará garantia de até US$ 118 bilhões em proteção contra perdas em seus ativos. O Citigroup igualmente foi beneficiado com ajuda, do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que, em parceria com o Tesouro e a Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC, na sigla em inglês), finalizou um acordo pelo qual terá garantidos pelo governo US$ 301 bilhões em ativos.
Apesar dos anúncios de mais dinheiro para ajudar o sistema bancário norte-americano, os investidores foram às compras com um pé atrás. Afinal, os balanços das instituições trouxeram prejuízos consideráveis. O BofA, que adiantou a divulgação para hoje, informou perda líquida de US$ 1,79 bilhão no quarto trimestre de 2008, saindo do lucro líquido de US$ 268 milhões de igual período do ano anterior. O Citigroup, que também divulgou os números antes do previsto, teve perdas bem maiores, de US$ 8,29 bilhões no quarto trimestre, ou US$ 1,72 por ação.
Às 18h15, o índice Dow Jones subia 0,95%; o S&P, 0,79%; e o Nasdaq, 0,88%. As ações ainda repercutiram - lateralmente - a leva de indicadores divulgados hoje. O principal foi o dado de inflação ao consumidor, que registrou em 2008 a menor taxa desde 1954, de +0,1%, por causa do tombo de mais de 20% nos preços de energia. Também saiu a produção industrial dos EUA (queda de 2% em dezembro) e o índice preliminar de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan (subiu para 61,9 em janeiro, de 60,1 em dezembro).
Segundo o economista da Um Investimentos, Hersz Ferman, a volatilidade não deve diminuir na próxima semana, mas a posse de Barack Obama, na terça-feira, e a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira, podem deixar os investidores mais otimistas. Mas os dois eventos têm que justificar as expectativas. Para Obama, de pulso firme para conter a crise nos EUA. Para o Copom, ousadia no corte dos juros.
Na próxima segunda-feira, os Estados Unidos terão o feriado do dia de Martin Luther King Jr., mas a Bovespa enfrentará um vencimento de opções sobre ações. Hoje, as ações mais concorridas em vencimentos, Petrobras e Vale, fecharam em alta. Petrobras ON subiu 1,43%, Petrobras PN ganhou 0,75%, Vale ON avançou 1,87% e Vale PNA, 0,76%. O petróleo também subiu no exterior, 3,14% para US$ 36,51 por barril. Os metais tiveram fechamentos distintos.
IBOV...após 15/01...retomando a tendência de alta

A tendência de baixa do Ibovespa foi aparentemente revertida ao se atingir o objetivo de queda nos 37 mil pontos. O candle formado no gráfico diário após uma sequência de 4 pregões em queda, sinaliza reversão da tendência, o que se concretizará com fechamento do Ibovespa acima dos 40.300 pontos, novamente.
Os suportes imediatos estão em 39.000, 38.750, 38.200, 36.900 e 36 mil pontos.
As resistências imediatas estão em 39.500, 40.300 e 40.900 pontos.
DJI...após 15/01...reversão de tendência para alta..
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Bolsa de NY sobe com alívio dos temores sobre o Citi
por Agência ESTADO
15 de Janeiro de 2009 20:20
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, em dia de grande volatilidade. O índice Dow Jones chegou a cair 205 pontos e a operar abaixo dos 8 mil pontos, o que não acontecia desde 21 de novembro. Investidores disseram que estavam esperando que o Dow Jones e o S&P-500 caíssem para níveis técnicos de suporte para voltar a comprar. O operador Roger Volz, da Hampton Securities, afirmou que estava na hora de se esgotar o movimento de vendas dos seis pregões anteriores, e que o noticiário da tarde sobre Bank of America e Citigroup deu impulso à recuperação. O informe de que a bancada do Partido Democrata na Câmara está apresentando um plano de estímulo à economia de US$ 825 bilhões, sendo US$ 550 bilhões em gastos públicos e US$ 275 bilhões em cortes de impostos, foi bem recebido pelo mercado.
O índice Dow Jones fechou em alta de 12,35 pontos, ou 0,15%, em 8.212,49 pontos. A mínima foi em 7.995,13 pontos e a máxima em 8.286,16 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 22,20 pontos, ou 1,49%, em 1.511,84 pontos. O S&P-500 subiu 1,12 ponto, ou 0,13%, em 843,74 pontos. O NYSE Composite subiu 19,07 pontos, ou 0,36%, para 5.347,75 pontos.
As ações do Bank of America chegaram a cair 28% pela manhã, mas recuperaram terreno e fecharam em queda de 28,43%, em reação a informes de que o banco estaria para receber mais US$ 15 bilhões em ajuda financeira do governo, além dos US$ 25 bilhões já repassados pelo Departamento do Tesouro, e poderia receber também garantias de pelo menos US$ 100 bilhões para facilitar a absorção do Merrill Lynch e da Countrywide Financial. As do Citigroup chegaram a cair 26% pela manhã, em meio a especulações de que ele estaria negociando sua própria estatização, mas reduziram as perdas e fecharam em queda de 15,45%, depois de o grupo negar os rumores. As ações do JPMorgan Chase caíram 6,06%, em reação a seu informe de resultados do quarto trimestre.
No setor de tecnologia, as ações da Apple caíram 2,29%, depois de seu presidente, Steve Jobs, anunciar que vai tirar licença médica. As da Intel, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 1,61%. As ações da Motorola subiram 7,52%, depois de a empresa anunciar que fará mais 4 mil demissões (além das 3 mil anunciadas no mês passado). Algumas das ações que mais haviam caído recentemente subiram, entre elas Alcoa (+3,77%), Home Depot (+4,11%) e DuPont (+3,22%). As informações são da Dow Jones.
15 de Janeiro de 2009 20:20
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, em dia de grande volatilidade. O índice Dow Jones chegou a cair 205 pontos e a operar abaixo dos 8 mil pontos, o que não acontecia desde 21 de novembro. Investidores disseram que estavam esperando que o Dow Jones e o S&P-500 caíssem para níveis técnicos de suporte para voltar a comprar. O operador Roger Volz, da Hampton Securities, afirmou que estava na hora de se esgotar o movimento de vendas dos seis pregões anteriores, e que o noticiário da tarde sobre Bank of America e Citigroup deu impulso à recuperação. O informe de que a bancada do Partido Democrata na Câmara está apresentando um plano de estímulo à economia de US$ 825 bilhões, sendo US$ 550 bilhões em gastos públicos e US$ 275 bilhões em cortes de impostos, foi bem recebido pelo mercado.
O índice Dow Jones fechou em alta de 12,35 pontos, ou 0,15%, em 8.212,49 pontos. A mínima foi em 7.995,13 pontos e a máxima em 8.286,16 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 22,20 pontos, ou 1,49%, em 1.511,84 pontos. O S&P-500 subiu 1,12 ponto, ou 0,13%, em 843,74 pontos. O NYSE Composite subiu 19,07 pontos, ou 0,36%, para 5.347,75 pontos.
As ações do Bank of America chegaram a cair 28% pela manhã, mas recuperaram terreno e fecharam em queda de 28,43%, em reação a informes de que o banco estaria para receber mais US$ 15 bilhões em ajuda financeira do governo, além dos US$ 25 bilhões já repassados pelo Departamento do Tesouro, e poderia receber também garantias de pelo menos US$ 100 bilhões para facilitar a absorção do Merrill Lynch e da Countrywide Financial. As do Citigroup chegaram a cair 26% pela manhã, em meio a especulações de que ele estaria negociando sua própria estatização, mas reduziram as perdas e fecharam em queda de 15,45%, depois de o grupo negar os rumores. As ações do JPMorgan Chase caíram 6,06%, em reação a seu informe de resultados do quarto trimestre.
No setor de tecnologia, as ações da Apple caíram 2,29%, depois de seu presidente, Steve Jobs, anunciar que vai tirar licença médica. As da Intel, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 1,61%. As ações da Motorola subiram 7,52%, depois de a empresa anunciar que fará mais 4 mil demissões (além das 3 mil anunciadas no mês passado). Algumas das ações que mais haviam caído recentemente subiram, entre elas Alcoa (+3,77%), Home Depot (+4,11%) e DuPont (+3,22%). As informações são da Dow Jones.
Bovespa melhora com NY e encerra em alta de 3,08%
por Agência ESTADO
15 de Janeiro de 2009 19:15
O mercado acionário foi do inferno ao céu nesta quinta-feira, com uma volatilidade tão elevada que o índice variou 6 pontos porcentuais entre mínima e máxima. Nos piores momentos do dia, os temores com a desaceleração global, a economia norte-americana e a fragilidade do segmento financeiro levaram os investidores a venderem papéis. Ásia e Europa fecharam em baixa por conta disso.
Mas, no meio da tarde, as bolsas melhoraram com a expectativa de que o Senado norte-americano aprovasse, depois do fechamento das bolsas, autorização para o uso da segunda tranche da Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), de US$ 350 bilhões para uma nova rodada de ajuda aos bancos . Também favoreceu a notícia, da Fox Business, de fontes, de que o Bank of America (BofA) vai receber US$ 15 bilhões em recursos da segunda tranche do mesmo Tarp, dinheiro que vai usar para acabar de pagar a compra do Merrill Lynch.
No finalzinho da tarde, a CNBC, sobre o mesmo assunto, informou que o governo dos EUA está discutindo uma garantia para ajudar o BofA absorver o Merrill Lynch, que incluiria dinheiro adicional do Tarp, num total entre US$ 100 bilhões e US$ 200 bilhões e seria similar a uma ajuda concedida pelo governo para o Citigroup.
Com isso, a Bovespa fechou em alta de 3,08%, aos 39.151,08 pontos. Na mínima, atingiu 36.806 pontos (-3,10%) e, na máxima, 39.197 pontos (+3,20%). No mês, acumula ganhos de 4,26%. O giro financeiro totalizou R$ 4,055 bilhões. Houve um atraso no leilão de fechamento e o after market, período noturno de negócios, teve pré-abertura às 19h05.
As notícias sobre os recursos do Tarp, verdadeiras ou não, motivaram os investidores, que já tinham se desfeito dos papéis ao longo da sessão, a irem às compras. As bolsas norte-americanas subiram. O índice Dow Jones fechou em alta de 0,15%; o S&P, de 0,13%; e o Nasdaq, de 1,49%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo fechou em baixa de 5,04%, a US$ 35,40 por barril, mas longe das mínimas da sessão puxadas pelas notícias que reforçam o enfraquecimento da demanda global.
Na Bovespa, Petrobras PN teve o maior giro individual do pregão, com R$ 780 milhões. Fechou em alta de 3,29%, enquanto a ON avançou 3,43%. Vale ON teve ganhos de 2,61% e PNA, de 2,72%. Gerdau PN subiu 5%; Metalúrgica Gerdau PN, 4,59%; Usiminas PNA, 3,60%; CSN ON, 4,34%; Bradesco PN, 3,05%; Itaú PN, 1,81%; Unibanco Unit, 2,21%; BB ON, 6,31%.
As ações do BicBanco merecem registro, depois das notícias, desmentidas pela instituição, de que o Bradesco estaria negociando sua aquisição. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, o BicBanco informou que "não existem negociações, propostas ou fatos quaisquer que configurem possíveis desdobramentos envolvendo a alienação da totalidade ou de parcela do capital do Banco por parte dos seus Controladores". Mesmo assim, as ações ON fecharam em forte alta, de 22,65%.
15 de Janeiro de 2009 19:15
O mercado acionário foi do inferno ao céu nesta quinta-feira, com uma volatilidade tão elevada que o índice variou 6 pontos porcentuais entre mínima e máxima. Nos piores momentos do dia, os temores com a desaceleração global, a economia norte-americana e a fragilidade do segmento financeiro levaram os investidores a venderem papéis. Ásia e Europa fecharam em baixa por conta disso.
Mas, no meio da tarde, as bolsas melhoraram com a expectativa de que o Senado norte-americano aprovasse, depois do fechamento das bolsas, autorização para o uso da segunda tranche da Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), de US$ 350 bilhões para uma nova rodada de ajuda aos bancos . Também favoreceu a notícia, da Fox Business, de fontes, de que o Bank of America (BofA) vai receber US$ 15 bilhões em recursos da segunda tranche do mesmo Tarp, dinheiro que vai usar para acabar de pagar a compra do Merrill Lynch.
No finalzinho da tarde, a CNBC, sobre o mesmo assunto, informou que o governo dos EUA está discutindo uma garantia para ajudar o BofA absorver o Merrill Lynch, que incluiria dinheiro adicional do Tarp, num total entre US$ 100 bilhões e US$ 200 bilhões e seria similar a uma ajuda concedida pelo governo para o Citigroup.
Com isso, a Bovespa fechou em alta de 3,08%, aos 39.151,08 pontos. Na mínima, atingiu 36.806 pontos (-3,10%) e, na máxima, 39.197 pontos (+3,20%). No mês, acumula ganhos de 4,26%. O giro financeiro totalizou R$ 4,055 bilhões. Houve um atraso no leilão de fechamento e o after market, período noturno de negócios, teve pré-abertura às 19h05.
As notícias sobre os recursos do Tarp, verdadeiras ou não, motivaram os investidores, que já tinham se desfeito dos papéis ao longo da sessão, a irem às compras. As bolsas norte-americanas subiram. O índice Dow Jones fechou em alta de 0,15%; o S&P, de 0,13%; e o Nasdaq, de 1,49%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo fechou em baixa de 5,04%, a US$ 35,40 por barril, mas longe das mínimas da sessão puxadas pelas notícias que reforçam o enfraquecimento da demanda global.
Na Bovespa, Petrobras PN teve o maior giro individual do pregão, com R$ 780 milhões. Fechou em alta de 3,29%, enquanto a ON avançou 3,43%. Vale ON teve ganhos de 2,61% e PNA, de 2,72%. Gerdau PN subiu 5%; Metalúrgica Gerdau PN, 4,59%; Usiminas PNA, 3,60%; CSN ON, 4,34%; Bradesco PN, 3,05%; Itaú PN, 1,81%; Unibanco Unit, 2,21%; BB ON, 6,31%.
As ações do BicBanco merecem registro, depois das notícias, desmentidas pela instituição, de que o Bradesco estaria negociando sua aquisição. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, o BicBanco informou que "não existem negociações, propostas ou fatos quaisquer que configurem possíveis desdobramentos envolvendo a alienação da totalidade ou de parcela do capital do Banco por parte dos seus Controladores". Mesmo assim, as ações ON fecharam em forte alta, de 22,65%.
IBOV...após 14/01...suportes e resistências

A atual tendência, ainda de baixa, poderá levar o Ibovespa aos objetivos de queda em 37.000 e 36.525 pontos. Reversão desta tendência, somente com fechamento acima dos 40.300 pontos, novamente.
Os suportes imediatos estão em 37.800, 37.650, 37.500, 37.180, 37.000, 36.500 e 36 mil pontos.
As resistências imediatas estão em 38.500, 38.900, 39.000, 39.500 e 40.000 pontos.
DJI...após 14/01...suportes e resistências
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