por Agência ESTADO
30 de Janeiro de 2009 18:39
Em um dia de muita volatilidade nos negócios, a Bovespa teve um desempenho melhor do que as bolsas norte-americanas (pelo menos até o horário de fechamento doméstico) graças ao comportamento dos papéis da Petrobras. Os balanços favoráveis de empresas do setor petrolífero no mercado externo, a alta do petróleo e as compras de investidores estrangeiros favoreceram ganhos destes papéis que, por serem os mais líquidos, deram sustentação ao principal índice na maior parte da sessão. A Bolsa, no entanto, não conseguiu ignorar totalmente o desempenho das bolsas norte-americanas e acabou acompanhando no final.
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,85%, aos 39.300,79 pontos. Na mínima, atingiu 39.185 pontos (-1,14%) e, na máxima, 40.273 pontos (+1,60%). Em janeiro, pelo segundo mês seguido, a Bolsa terminou em elevação, de 4,66%. O giro financeiro totalizou R$ 3,248 bilhões.
O evento mais aguardado do dia era a divulgação da primeira prévia do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do quarto trimestre. E o indicador acabou surpreendendo por ter sido menos ruim do que era esperado. Assim, a reação imediata dos investidores foi ir às compras. A maior economia do mundo recuou 3,8% de outubro a dezembro, enquanto as previsões eram de -5,5%.
Mas, na releitura, os investidores preferiram enxergar a informação de que o resultado foi o pior desde o primeiro trimestre de 1982. Juntaram os indicadores ruins e passaram às vendas. Além disso, as expectativas em torno da constituição de um "banco ruim" para compra de ativos podres das instituições financeiras nos EUA sofreram um abalo no meio da tarde, quando o colunista da rede CNBC Charlie Gasparino informou que o plano pode ser congelado ou mesmo abandonado.
Às 18h26 (de Brasília), nas Bolsas de Nova York, o índice de ações Dow Jones caía 1,67%, o S&P perdia 2,06% e o Nasdaq recuava 1,68%. Da leva de indicadores, o índice de atividade industrial dos gerentes de compra de Chicago (PMI) caiu para 33,3 em janeiro, o menor nível desde março de 1982. O índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan subiu para 61,2 em janeiro, de 60,1 em dezembro, mas o número, que saiu hoje na versão final, é menor do que o dado preliminar de 61,9.
Do setor corporativo, os dados não foram assim tão nefastos. A Procter & Gamble anunciou aumento de 53% no lucro líquido no quarto trimestre, de US$ 1,58 por ação, em linha com a previsão de analistas; e a Honeywell informou alta de 2,6% no lucro líquido do período (US$ 0,97 por ação).
No setor petrolífero, os dados até agradaram. A ExxonMobil, maior petroleira do mundo, registrou queda de 33% de seu lucro líquido no quarto trimestre do ano passado, para US$ 7,82 bilhões, resultado veio melhor do que o esperado por analistas. A Chevron, por sua vez, anunciou que obteve lucro líquido US$ 4,9 bilhões no intervalo.
Estes dados estimularam compras em Petrobras durante o dia, mas os ganhos diminuíram no final e apenas a ação ON sustentou a alta, de 1,17%. A PN fechou estável. Os investidores estrangeiros estiveram na compra do papel, que também foi impulsionado pela valorização do petróleo. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo fechou com elevação de 0,58%, a R$ 41,68 por barril.
Vale, outra empresa de peso na Bolsa doméstica, manteve hoje a realização de lucros iniciada na véspera, embora estivesse presente no noticiário. A empresa anunciou a compra de ativos de minério de ferro e potássio da mineradora anglo australiana Rio Tinto, por US$ 1,6 bilhão, pagos à vista. Vale ON caiu 1,60% e PNA perdeu 1,72%.
No setor siderúrgico, que teve uma semana de movimentação técnica, o sinal predominante hoje foi negativo. Gerdau PN caiu 1,05%; Usiminas PNA, 1,16%; CSN ON, 2,60%. Metalúrgica Gerdau PN subiu 0,25%.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
IBOV...após 29/01...suportes e resistências

Após 4 pregões consecutivos em alta, o Ibovespa realizou devolvendo boa parte dos ganhos do pregão anterior. Apesar da boa reação na segunda metade do pregão, não conseguiu reverter totalmente essas perdas, induzido pela forte realização de DJI. O gráfico diário ainda mostra alguns indicadores sinalizando a tendência de alta, mas o atrelamento do Ibovespa aos mercados externos e principalmente aos indicadores da economia americana, poderá reverter essa tendência. A recuperação do patamar dos 40 mil pontos é fundamental para o Ibovespa buscar seus próximos objetivos acima dos 41 mil pontos. A perda do suporte nos 39.100 pontos, provocará o retorno do Ibovespa à região de congestão anterior.
Os suportes imediatos estão em 40.250, 39.900, 39.450, 39.100 e 38.800 pontos.
Resistências imediatas em 40.320, 40.500, 40.800, 41.200 e 41.500 pontos.
DJI...após 29/01...suportes e resistências

Realização forte de DJI, devolveu todo ganho da véspera. O "candle" do gráfico diário é um "marubozu" cheio após o "marubozu" vazio da véspera que produzira uma ruptura na LTB de curto prazo, sugerindo a continuidade da alta. A soma desses dois "candles" porém, resulta em um "doji" de indefinição. Alguns indicadores do gráfico diário sinalizam possibilidade da retomada da alta, mas a facilidade como DJI reverteu toda alta anterior não permite assegurar essa possibilidade. Mantendo-se acima do patamar dos 8.000 pontos, poderá recuperar os 8.300 pontos. Abaixo desse patamar, retorna ao sub-canal de queda anterior.
Suportes imediatos em 8.100, 8.035, 8.000 e 7.800 pontos.
Resistências imediatas em 8.160, 8.200, 8.240, 8.300 e 8.350 pontos.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Bolsa de NY fecha em queda com bancos e indicadores
por Agência ESTADO
29 de Janeiro de 2009 20:03
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, devolvendo a maior parte dos ganhos de ontem. Uma nova fornada de indicadores negativos lembrou aos investidores que a crise no mercado de moradias e o desemprego não devem contribuir para que os grandes bancos se recuperem. O número de pedidos de auxílio-desemprego cresceu na semana passada, quando se previa uma redução, enquanto as encomendas de bens duráveis caíram 2,6% em dezembro e as vendas de imóveis residenciais novos caíram 14,6%, para o nível mais baixo desde que esse indicador começou a ser levantado, em 1963.
O índice Dow Jones fechou em queda de 226,44 pontos, ou 2,70%) em 8.149,01 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 50,50 pontos, ou 3,24%, em 1.507,84 pontos. O S&P-500 caiu 28,95 pontos, ou 3,31%, para fechar em 845,14 pontos. O NYSE Composite caiu 200,56 pontos, ou 3,65%, para 5.300,90 pontos.
Entre as ações dos bancos, os destaques negativos foram Wells Fargo (-11,37%), Bank of America (-8,25%), Citigroup (-7,36%) e Goldman Sachs (-5,68%). O mercado também reagiu aos informes de resultados de várias empresas, entre elas 3M (+2,04%), Eastman Kodak (-29,42%), Charles Schwab (-14,60%), Starbucks (+0,10%), AstraZeneca (-6,98%) e Textron (-31,65%). As ações da Ford, que também divulgou resultados, caíram 3,94%; as da rival General Motors recuaram 7,02%. As informações são da Dow Jones.
29 de Janeiro de 2009 20:03
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, devolvendo a maior parte dos ganhos de ontem. Uma nova fornada de indicadores negativos lembrou aos investidores que a crise no mercado de moradias e o desemprego não devem contribuir para que os grandes bancos se recuperem. O número de pedidos de auxílio-desemprego cresceu na semana passada, quando se previa uma redução, enquanto as encomendas de bens duráveis caíram 2,6% em dezembro e as vendas de imóveis residenciais novos caíram 14,6%, para o nível mais baixo desde que esse indicador começou a ser levantado, em 1963.
O índice Dow Jones fechou em queda de 226,44 pontos, ou 2,70%) em 8.149,01 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 50,50 pontos, ou 3,24%, em 1.507,84 pontos. O S&P-500 caiu 28,95 pontos, ou 3,31%, para fechar em 845,14 pontos. O NYSE Composite caiu 200,56 pontos, ou 3,65%, para 5.300,90 pontos.
Entre as ações dos bancos, os destaques negativos foram Wells Fargo (-11,37%), Bank of America (-8,25%), Citigroup (-7,36%) e Goldman Sachs (-5,68%). O mercado também reagiu aos informes de resultados de várias empresas, entre elas 3M (+2,04%), Eastman Kodak (-29,42%), Charles Schwab (-14,60%), Starbucks (+0,10%), AstraZeneca (-6,98%) e Textron (-31,65%). As ações da Ford, que também divulgou resultados, caíram 3,94%; as da rival General Motors recuaram 7,02%. As informações são da Dow Jones.
Bovespa fecha em baixa de 1,46% após quatro altas
por Agência ESTADO
29 de Janeiro de 2009 18:36
Após quatro altas seguidas, a Bovespa encerrou no vermelho o pregão desta quinta-feira, perdendo o patamar dos 40 mil pontos recuperado ontem, após 12 dias abaixo desse nível. A piora das bolsas nos EUA serviu como argumento para um movimento de realização de lucros sobre as ações brasileiras. Até ontem, o Ibovespa acumulava um ganho de 7,13% no mês de janeiro, sendo que somente nas últimas quatro sessões a valorização era de 6,15%.
Hoje, o principal índice do mercado acionário doméstico encerrou o dia em baixa de 1,46%, aos 39.638,42 pontos - de 40.229 pontos na máxima (estável) e 39.369 pontos na mínima (-2,14%). O volume financeiro somou R$ 2,832 bilhões - e foi considerado baixo por operadores. Apesar da queda de hoje, o Ibovespa ainda contabiliza alta de 5,56% no mês.
"Acho que ressaca é um ótimo termo para definir o estado do mercado nesta sessão. O movimento de ontem foi exagerado e os investidores 'caíram na real' hoje logo cedo com os resultados corporativos ruins nos EUA, Europa e Japão, e os indicadores econômicos divulgados na sequência afundaram ainda mais os índices acionários ao redor do mundo, contaminando a Bovespa", comentou Paulo Rebuzzi, operador na corretora Ativa.
No noticiário corporativo, repercutiu mal o anúncio de ontem da Starbucks de que seu lucro líquido caiu 69% no primeiro trimestre fiscal de 2009 e que vai fechar mais 300 lojas e demitir quase 7 mil funcionários. Hoje, a Ford Motor reportou prejuízo líquido de US$ 5,9 bilhões no quarto trimestre de 2008 e confirmou a demissão de 1,2 mil funcionários na unidade Ford Motor Credit.
A farmacêutica AstraZeneca anunciou queda no lucro do quarto trimestre, para US$ 1,25 bilhão, e corte de 15 mil empregos nos próximos cinco anos. Na Europa, a Royal Dutch Shell divulgou prejuízo líquido de US$ 2,81 bilhões no quarto trimestre. No Japão, a Sony anunciou que seu lucro no quarto trimestre de 2008 (terceiro trimestre fiscal da empresa) caiu 95% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Para piorar, a pauta de indicadores trouxe dados "péssimos", na palavra de um operador. Nos EUA, as vendas de imóveis novos caíram 14,7% em dezembro, as encomendas de bens duráveis recuaram 2,6% no mês passado e os pedidos de auxílio-desemprego subiram em 3 mil na semana encerrada em 24 de janeiro - contra expectativa de queda. Na Europa, o índice de confiança dos empresários e consumidores na zona do euro caiu ainda mais e atingiu mínima recorde em janeiro. No Reino Unido, o preço médio das moradias caiu 16,6% em janeiro na comparação com igual mês do ano passado.
Além disso, também houve um pouco de "compra no boato e realiza (o lucro) no fato", acrescentou Renato Bandeira de Mello, gerente operacional na corretora Futura. "As bolsas estavam subindo ontem, reflexo da expectativa de aprovação do pacote de estímulo à economia norte-americana e do anúncio do plano para montar um 'banco ruim', com o objetivo de comprar os chamados ativos tóxicos. Com a aprovação ontem do plano de estímulo na Câmara, muitos investidores aproveitaram para realizar lucros e esperar a aprovação do Senado." Em Wall Street, às 18 horas (de Brasília), o índice Dow Jones cedia 2,28%, o S&P-500 recuava 2,73% e o Nasdaq perdia 2,77%.
No ambiente doméstico, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) era a divulgação mais aguardada, mas as informações no documento referente à reunião da semana passada, quando o Banco Central reduziu a Selic de 13,75% para 12,75% ao ano, pouco influenciou as ações.
Ações
No noticiário corporativo, a siderúrgica japonesa Nippon Steel anunciou que comprará da Vale uma participação de 5,9% na Usiminas. Tal anúncio beneficiou as ações da Usiminas. As ON ganharam 5,40% e as PNA valorizaram-se 0,41%. No caso da Vale, as PNA caíram 2,96% e as ON perderam 2,68%, com os investidores vendendo os papéis para embolsar os lucros recentes.
Petrobras, também sentiu o impacto da realização de lucros, ampliada ainda pela queda nos preços do petróleo. A ação PN caiu 0,67% e a ON recuou 1,41%. As quedas no Ibovespa foram lideradas por Klabin PN (-6,45%), Aracruz PNB (-4,72%) e TIM Participações S.A. ON (-4,23%). No outro extremo, atrás da líder Usiminas ON, vieram Redecard ON (+2,35%) e Transmissão Paulista PN (+1,82%).
29 de Janeiro de 2009 18:36
Após quatro altas seguidas, a Bovespa encerrou no vermelho o pregão desta quinta-feira, perdendo o patamar dos 40 mil pontos recuperado ontem, após 12 dias abaixo desse nível. A piora das bolsas nos EUA serviu como argumento para um movimento de realização de lucros sobre as ações brasileiras. Até ontem, o Ibovespa acumulava um ganho de 7,13% no mês de janeiro, sendo que somente nas últimas quatro sessões a valorização era de 6,15%.
Hoje, o principal índice do mercado acionário doméstico encerrou o dia em baixa de 1,46%, aos 39.638,42 pontos - de 40.229 pontos na máxima (estável) e 39.369 pontos na mínima (-2,14%). O volume financeiro somou R$ 2,832 bilhões - e foi considerado baixo por operadores. Apesar da queda de hoje, o Ibovespa ainda contabiliza alta de 5,56% no mês.
"Acho que ressaca é um ótimo termo para definir o estado do mercado nesta sessão. O movimento de ontem foi exagerado e os investidores 'caíram na real' hoje logo cedo com os resultados corporativos ruins nos EUA, Europa e Japão, e os indicadores econômicos divulgados na sequência afundaram ainda mais os índices acionários ao redor do mundo, contaminando a Bovespa", comentou Paulo Rebuzzi, operador na corretora Ativa.
No noticiário corporativo, repercutiu mal o anúncio de ontem da Starbucks de que seu lucro líquido caiu 69% no primeiro trimestre fiscal de 2009 e que vai fechar mais 300 lojas e demitir quase 7 mil funcionários. Hoje, a Ford Motor reportou prejuízo líquido de US$ 5,9 bilhões no quarto trimestre de 2008 e confirmou a demissão de 1,2 mil funcionários na unidade Ford Motor Credit.
A farmacêutica AstraZeneca anunciou queda no lucro do quarto trimestre, para US$ 1,25 bilhão, e corte de 15 mil empregos nos próximos cinco anos. Na Europa, a Royal Dutch Shell divulgou prejuízo líquido de US$ 2,81 bilhões no quarto trimestre. No Japão, a Sony anunciou que seu lucro no quarto trimestre de 2008 (terceiro trimestre fiscal da empresa) caiu 95% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Para piorar, a pauta de indicadores trouxe dados "péssimos", na palavra de um operador. Nos EUA, as vendas de imóveis novos caíram 14,7% em dezembro, as encomendas de bens duráveis recuaram 2,6% no mês passado e os pedidos de auxílio-desemprego subiram em 3 mil na semana encerrada em 24 de janeiro - contra expectativa de queda. Na Europa, o índice de confiança dos empresários e consumidores na zona do euro caiu ainda mais e atingiu mínima recorde em janeiro. No Reino Unido, o preço médio das moradias caiu 16,6% em janeiro na comparação com igual mês do ano passado.
Além disso, também houve um pouco de "compra no boato e realiza (o lucro) no fato", acrescentou Renato Bandeira de Mello, gerente operacional na corretora Futura. "As bolsas estavam subindo ontem, reflexo da expectativa de aprovação do pacote de estímulo à economia norte-americana e do anúncio do plano para montar um 'banco ruim', com o objetivo de comprar os chamados ativos tóxicos. Com a aprovação ontem do plano de estímulo na Câmara, muitos investidores aproveitaram para realizar lucros e esperar a aprovação do Senado." Em Wall Street, às 18 horas (de Brasília), o índice Dow Jones cedia 2,28%, o S&P-500 recuava 2,73% e o Nasdaq perdia 2,77%.
No ambiente doméstico, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) era a divulgação mais aguardada, mas as informações no documento referente à reunião da semana passada, quando o Banco Central reduziu a Selic de 13,75% para 12,75% ao ano, pouco influenciou as ações.
Ações
No noticiário corporativo, a siderúrgica japonesa Nippon Steel anunciou que comprará da Vale uma participação de 5,9% na Usiminas. Tal anúncio beneficiou as ações da Usiminas. As ON ganharam 5,40% e as PNA valorizaram-se 0,41%. No caso da Vale, as PNA caíram 2,96% e as ON perderam 2,68%, com os investidores vendendo os papéis para embolsar os lucros recentes.
Petrobras, também sentiu o impacto da realização de lucros, ampliada ainda pela queda nos preços do petróleo. A ação PN caiu 0,67% e a ON recuou 1,41%. As quedas no Ibovespa foram lideradas por Klabin PN (-6,45%), Aracruz PNB (-4,72%) e TIM Participações S.A. ON (-4,23%). No outro extremo, atrás da líder Usiminas ON, vieram Redecard ON (+2,35%) e Transmissão Paulista PN (+1,82%).
IBOV...após 28/01...suportes e resistências

O Ibovespa está ainda com tendência de alta, no curto prazo. O gráfico diário mostra os principais indicadores sinalizando essa tendência. Alguma realização intraday pode ocorrer pela sequência de 4 pregões positivos, mas predomina a tendência de alta. A manutenção do patamar dos 40 mil pontos é fundamental para o Ibovespa buscar seus próximos objetivos acima dos 41 mil pontos. Possui agora forte suporte nos 39.100 pontos.
Os suportes imediatos estão em 40.250, 39.900, 39.450, 39.100 e 38.800 pontos.
Resistências imediatas em 40.320, 40.500, 40.800, 41.200 e 41.500 pontos.
DJI...após 28/01...suportes e resistências

DJI continua ainda em tendência de alta, no curto prazo. O estocástico lento e o CCI/Ma cruzamento sinalizam essa tendência. Mantendo-se acima dos 8.400 pontos, não terá dificuldades em recuperar o patamar dos 8.500 pontos. Possui forte suporte nos 8.230 pontos.
Suportes imediatos em 8.340, 8.290 e 8.230 pontos.
Resistências e objetivos de alta em 8.400, 8.440, 8.520 e 8.550 pontos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Bolsa de NY tem alta forte com rumor sobre 'banco ruim'
por Agência ESTADO
28 de Janeiro de 2009 20:05
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte. O avanço foi liderado pelas ações do setor financeiro, que reagiram a informes de que o Departamento do Tesouro estuda criar um "banco ruim" para comprar os ativos "podres" das instituições do setor. Outro fator foi a indicação do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de que poderá comprar títulos de longo prazo do Tesouro, além de acelerar suas compras de títulos lastreados em hipotecas e outros ativos, de modo a fazer baixarem os juros no mercado de crédito. Outro fator para a alta foi a perspectiva de que a Câmara dos EUA aprove o projeto de estímulo à economia ainda na noite desta quarta-feira.
O índice Dow Jones fechou em alta de 200,72 pontos, ou 2,46%, em 8.375,45 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 53,44 pontos, ou 4,55%, em 1.558,34 pontos. O S&P-500 subiu 28,38 pontos, ou 3,36%, para 874,09 pontos. O NYSE Composite avançou 186,02 pontos, ou 3,50%, para 5.501,46 pontos.
Falando sobre a perspectiva de criação do "banco ruim", o chefe de renda fixa da SEI Investments, Sean Simko, disse que "por tudo que eu ouvi, ainda está no estágio do rumor. Ainda não há uma estratégia clara para como eles vão fazer isso. Não vamos ver o mercado subir numa linha reta até que isso se torne oficial. Até que tenhamos um quadro mais claro, o mercado deverá permanecer volátil".
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 27 fecharam em alta; as exceções foram Boeing (-0,02%), ExxonMobil (-0,18%) e Pfizer (-3,92%). Os destaques positivos foram Bank of America (+13,54%), Citigroup (+16,90%) e JPMorgan Chase (+8,72%). As ações da AT&T subiram 0,93%, em reação a seu informe de resultados do quarto trimestre. Entre as ações de empresas que divulgaram balanços, outros destaques foram Wells Fargo (+30,88%), Yahoo! (+7,94%) e Sun Microsystems (+21,80%). As ações da Starbucks, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 5,46%. As informações são da Dow Jones.
28 de Janeiro de 2009 20:05
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte. O avanço foi liderado pelas ações do setor financeiro, que reagiram a informes de que o Departamento do Tesouro estuda criar um "banco ruim" para comprar os ativos "podres" das instituições do setor. Outro fator foi a indicação do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de que poderá comprar títulos de longo prazo do Tesouro, além de acelerar suas compras de títulos lastreados em hipotecas e outros ativos, de modo a fazer baixarem os juros no mercado de crédito. Outro fator para a alta foi a perspectiva de que a Câmara dos EUA aprove o projeto de estímulo à economia ainda na noite desta quarta-feira.
O índice Dow Jones fechou em alta de 200,72 pontos, ou 2,46%, em 8.375,45 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 53,44 pontos, ou 4,55%, em 1.558,34 pontos. O S&P-500 subiu 28,38 pontos, ou 3,36%, para 874,09 pontos. O NYSE Composite avançou 186,02 pontos, ou 3,50%, para 5.501,46 pontos.
Falando sobre a perspectiva de criação do "banco ruim", o chefe de renda fixa da SEI Investments, Sean Simko, disse que "por tudo que eu ouvi, ainda está no estágio do rumor. Ainda não há uma estratégia clara para como eles vão fazer isso. Não vamos ver o mercado subir numa linha reta até que isso se torne oficial. Até que tenhamos um quadro mais claro, o mercado deverá permanecer volátil".
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 27 fecharam em alta; as exceções foram Boeing (-0,02%), ExxonMobil (-0,18%) e Pfizer (-3,92%). Os destaques positivos foram Bank of America (+13,54%), Citigroup (+16,90%) e JPMorgan Chase (+8,72%). As ações da AT&T subiram 0,93%, em reação a seu informe de resultados do quarto trimestre. Entre as ações de empresas que divulgaram balanços, outros destaques foram Wells Fargo (+30,88%), Yahoo! (+7,94%) e Sun Microsystems (+21,80%). As ações da Starbucks, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 5,46%. As informações são da Dow Jones.
Bovespa se anima com EUA e fecha em alta de 3,95%
por Agência ESTADO
28 de Janeiro de 2009 18:33
A Bovespa teve mais um pregão atrelado às bolsas norte-americanas, e as boas notícias que moveram as ações lá trouxeram de volta o vigor e os investidores estrangeiros. Com isso, Petrobras e Vale brilharam, com ganhos superiores a 5%. Bancos e construção civil também foram destaques de alta, levando o principal índice doméstico de volta aos 40 mil pontos.
O Ibovespa fechou em alta de 3,95%, aos 40.227,45 pontos, maior patamar desde 9 de janeiro (41.582,94 pontos). Na mínima, atingiu os 38.704 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 40.438 pontos (+4,50%). No mês, o índice acumula ganhos de 7,13%. O giro financeiro totalizou R$ 4,811 bilhões.
Os investidores se animaram com as notícias de que o governo Barack Obama está muito perto de aprovar um pacote de estímulo econômico no Congresso e também de que pode criar um banco para absorver os ativos tóxicos. Ontem à noite, a rede de notícias CNBC informou que o governo está perto de concluir um plano para montar um "banco ruim", com o objetivo de comprar ativos podres ou de baixa liquidez dos bancos, os chamados ativos tóxicos. A iniciativa pode ser anunciada no início da semana que vem. Também ontem um comitê do Senado acrescentou uma provisão de US$ 70 bilhões ao pacote do novo governo, elevando para US$ 900 bilhões o custo da ajuda. O Senado ainda precisa aprovar a versão, que tem que passar depois pela Câmara. Os deputados também estão discutindo um plano, e o texto final terá que ser um consenso das duas partes.
Com a expectativa de se verem livres dos ativos tóxicos, os bancos foram destaque positivo nas bolsas lá fora - e no Brasil. Essas notícias se sobrepuseram aos balanços ruins que continuam a serem divulgados - hoje, anunciaram prejuízo a Boeing e o banco Wells Fargo, enquanto a AT&T teve queda no lucro do quarto trimestre.
Nas Bolsas de Nova York, às 18h20 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 2,02%, o S&P ganhava 2,88% e o Nasdaq, 3,15%. As ações chegaram a ampliar as máximas após o comunicado do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), divulgado pouco depois das 17 horas, mas logo saíram do teto. O Fed, em sua reunião sobre política monetária, não alterou a taxa de redesconto (0,50% ao ano) nem a taxa básica de juros (de zero a 0,25%) e sinalizou que está preparado para ir adiante com a ideia polêmica de comprar títulos do Tesouro americano (Treasuries) de prazo mais longo, o que marcaria uma drástica escalada em seus esforços para descongelar os mercados de crédito. As taxas de juros provavelmente ficarão onde estão durante todo este ano e talvez também em 2010, indicou o comunicado.
No Brasil, o setor bancário foi destaque de ganhos, com altas que superaram 7% em alguns papéis, mas as estrelas foram Petrobras e Vale, com a volta de investidores estrangeiros e com a recuperação das commodities (matérias-primas) no exterior.
O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York chegou a operar em queda - ontem despencou na expectativa dos dados de estoques e hoje seguiu em baixa com o anúncio em si, que confirmou o aumento. Mas, depois, as cotações acabaram virando para cima e assim se sustentaram até o final. O barril fechou em alta de 1,39%, a US$ 42,16.
As ações da Petrobras subiram 7,41% a ON e 5,44% a PN. Vale, que ontem já conduziu a Bovespa, também subiu com vigor: 5,70% a ON e 5,16% a PNA. Os papéis da mineradora superam 20% de ganhos no mês, estimulados pelas notícias de que as reservas de minério da China estariam baixas, e, hoje, com a expectativa do socorro norte-americano, o que traria de volta um pouco de vigor às indústrias de construção civil, infraestrutura e automotiva, favorecendo os metais.
A expectativa de um pacote para a habitação no Brasil também influenciou a construção civil, outro destaque de elevação. Gafisa liderou os ganhos do Ibovespa, com alta de 13,52%, seguida por Cyrela (+10,79%).
28 de Janeiro de 2009 18:33
A Bovespa teve mais um pregão atrelado às bolsas norte-americanas, e as boas notícias que moveram as ações lá trouxeram de volta o vigor e os investidores estrangeiros. Com isso, Petrobras e Vale brilharam, com ganhos superiores a 5%. Bancos e construção civil também foram destaques de alta, levando o principal índice doméstico de volta aos 40 mil pontos.
O Ibovespa fechou em alta de 3,95%, aos 40.227,45 pontos, maior patamar desde 9 de janeiro (41.582,94 pontos). Na mínima, atingiu os 38.704 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 40.438 pontos (+4,50%). No mês, o índice acumula ganhos de 7,13%. O giro financeiro totalizou R$ 4,811 bilhões.
Os investidores se animaram com as notícias de que o governo Barack Obama está muito perto de aprovar um pacote de estímulo econômico no Congresso e também de que pode criar um banco para absorver os ativos tóxicos. Ontem à noite, a rede de notícias CNBC informou que o governo está perto de concluir um plano para montar um "banco ruim", com o objetivo de comprar ativos podres ou de baixa liquidez dos bancos, os chamados ativos tóxicos. A iniciativa pode ser anunciada no início da semana que vem. Também ontem um comitê do Senado acrescentou uma provisão de US$ 70 bilhões ao pacote do novo governo, elevando para US$ 900 bilhões o custo da ajuda. O Senado ainda precisa aprovar a versão, que tem que passar depois pela Câmara. Os deputados também estão discutindo um plano, e o texto final terá que ser um consenso das duas partes.
Com a expectativa de se verem livres dos ativos tóxicos, os bancos foram destaque positivo nas bolsas lá fora - e no Brasil. Essas notícias se sobrepuseram aos balanços ruins que continuam a serem divulgados - hoje, anunciaram prejuízo a Boeing e o banco Wells Fargo, enquanto a AT&T teve queda no lucro do quarto trimestre.
Nas Bolsas de Nova York, às 18h20 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 2,02%, o S&P ganhava 2,88% e o Nasdaq, 3,15%. As ações chegaram a ampliar as máximas após o comunicado do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), divulgado pouco depois das 17 horas, mas logo saíram do teto. O Fed, em sua reunião sobre política monetária, não alterou a taxa de redesconto (0,50% ao ano) nem a taxa básica de juros (de zero a 0,25%) e sinalizou que está preparado para ir adiante com a ideia polêmica de comprar títulos do Tesouro americano (Treasuries) de prazo mais longo, o que marcaria uma drástica escalada em seus esforços para descongelar os mercados de crédito. As taxas de juros provavelmente ficarão onde estão durante todo este ano e talvez também em 2010, indicou o comunicado.
No Brasil, o setor bancário foi destaque de ganhos, com altas que superaram 7% em alguns papéis, mas as estrelas foram Petrobras e Vale, com a volta de investidores estrangeiros e com a recuperação das commodities (matérias-primas) no exterior.
O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York chegou a operar em queda - ontem despencou na expectativa dos dados de estoques e hoje seguiu em baixa com o anúncio em si, que confirmou o aumento. Mas, depois, as cotações acabaram virando para cima e assim se sustentaram até o final. O barril fechou em alta de 1,39%, a US$ 42,16.
As ações da Petrobras subiram 7,41% a ON e 5,44% a PN. Vale, que ontem já conduziu a Bovespa, também subiu com vigor: 5,70% a ON e 5,16% a PNA. Os papéis da mineradora superam 20% de ganhos no mês, estimulados pelas notícias de que as reservas de minério da China estariam baixas, e, hoje, com a expectativa do socorro norte-americano, o que traria de volta um pouco de vigor às indústrias de construção civil, infraestrutura e automotiva, favorecendo os metais.
A expectativa de um pacote para a habitação no Brasil também influenciou a construção civil, outro destaque de elevação. Gafisa liderou os ganhos do Ibovespa, com alta de 13,52%, seguida por Cyrela (+10,79%).
IBOV...após 27/01...suportes e resistências

O Ibovespa está em um movimento lateral, porém ainda com tendência de alta, no curto prazo. O gráfico diário mostra a congestão em que se encontra esse índice, mostrando que o rompimento dos 39 mil pontos poderá acelerar seu movimento aos 40 mil pontos.
Os suportes imediatos estão em 38.500, 38.300, 38.030, 37.800 e 37.500 pontos.
Resistências e objetivos de alta imediatos em 38.950, 39.000, 39.300, 39.800 e 40 mil pontos.
DJI...após 27/01...suportes e resistências

DJI continua a realizar movimento lateralizado, porém AINDA em tendência de alta, no curto prazo. O estocástico lento e o CCI/Ma cruzamento sinalizam a tendência de alta. Acima dos 8.220 pontos, não terá dificuldades em recuperar o patamar dos 8.300 pontos. Na hipótese (pouco provável) da perda dos 8.000 pontos, poderá refluir aos 7.920 pontos.
Suportes imediatos em 8.150, 8.080, 8.020 e 7.920 pontos.
Resistências e objetivos de alta em 8.200, 8.220, 8.290 e 8.340 pontos.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Bolsa de NY encerra com ganho após balanços
por Agência ESTADO
27 de Janeiro de 2009 20:07
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, apesar de uma nova rodada de indicadores econômicos fracos (o índice de preços de imóveis residenciais Case-Shiller registrou queda recorde e o índice de confiança do consumidor da Conference Board caiu a nova mínima histórica). A alta foi atribuída à recuperação de ações do setor financeiro e a informes de resultados de várias empresas. Para Elizabeth Miller, presidente da Summit Financial Advisors, os balanços do quarto trimestre "sugerem que 2009 poderá não ser tão ruim como se prevê".
O índice Dow Jones fechou em alta de 58,70 pontos, ou 0,72%, em 8.174,73 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 15,44 pontos, ou 1,04%, em 1.504,90 pontos. O S&P-500 subiu 9,14 pontos, ou 1,09%, para fechar em 845,71 pontos. O NYSE Composite subiu 70,83 pontos, ou 1,35%, para 5.315,44 pontos.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 25 ações fecharam em alta, entre elas as de duas empresas que divulgaram resultados (American Express disparou 8,33% e DuPont subiu 0,39%); as da Verizon Communications, que também divulgou balanço, caíram 3,32%. No setor financeiro, as ações do Bank of America subiram 8,33%, as do Citigroup avançaram 6,61%, as do Goldman Sachs avançaram 5,47%, apesar de a Fitch ter rebaixado seu rating de AA- para A+.
Várias siderúrgicas divulgaram resultados, entre elas US Steel (+6,89%), Steel Dynamics (+15,04%) e AK Steel (-8,09%). Também divulgaram balanços a Texas Instruments (+3,66%), a Netflix (+15,49%) e a Delta Air Lines (-20,14%). As ações da Yahoo!, que divulgaria resultados depois do fechamento, caíram 1,33%. As informações são da Dow Jones.
27 de Janeiro de 2009 20:07
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, apesar de uma nova rodada de indicadores econômicos fracos (o índice de preços de imóveis residenciais Case-Shiller registrou queda recorde e o índice de confiança do consumidor da Conference Board caiu a nova mínima histórica). A alta foi atribuída à recuperação de ações do setor financeiro e a informes de resultados de várias empresas. Para Elizabeth Miller, presidente da Summit Financial Advisors, os balanços do quarto trimestre "sugerem que 2009 poderá não ser tão ruim como se prevê".
O índice Dow Jones fechou em alta de 58,70 pontos, ou 0,72%, em 8.174,73 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 15,44 pontos, ou 1,04%, em 1.504,90 pontos. O S&P-500 subiu 9,14 pontos, ou 1,09%, para fechar em 845,71 pontos. O NYSE Composite subiu 70,83 pontos, ou 1,35%, para 5.315,44 pontos.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 25 ações fecharam em alta, entre elas as de duas empresas que divulgaram resultados (American Express disparou 8,33% e DuPont subiu 0,39%); as da Verizon Communications, que também divulgou balanço, caíram 3,32%. No setor financeiro, as ações do Bank of America subiram 8,33%, as do Citigroup avançaram 6,61%, as do Goldman Sachs avançaram 5,47%, apesar de a Fitch ter rebaixado seu rating de AA- para A+.
Várias siderúrgicas divulgaram resultados, entre elas US Steel (+6,89%), Steel Dynamics (+15,04%) e AK Steel (-8,09%). Também divulgaram balanços a Texas Instruments (+3,66%), a Netflix (+15,49%) e a Delta Air Lines (-20,14%). As ações da Yahoo!, que divulgaria resultados depois do fechamento, caíram 1,33%. As informações são da Dow Jones.
Bovespa fecha em alta de 0,49% com ajuda da Vale
por Agência ESTADO
27 de Janeiro de 2009 18:31
As bolsas norte-americanas trabalharam em alta na maior parte da sessão, mas o sinal azul foi garantido na Bovespa pelo desempenho dos papéis da Vale. A mineradora brasileira subiu, no melhor momento da sessão, mais de 4%, apesar da queda dos metais no exterior. Petrobras, a outra ação com força para mexer, sozinha, no desempenho do Ibovespa, também não fez feio, apesar do tombo do petróleo no mercado externo.
O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 0,49%, aos 38.698,92 pontos. Na mínima, atingiu 38.422 pontos (-0,23%) e, na máxima, 39.025 pontos (+1,34%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 3,06%. O giro financeiro segue fraco e totalizou R$ 3,183 bilhões.
A Bovespa segue colada ao desempenho das bolsas norte-americanas, mas foi o desempenho da Vale que garantiu este comportamento. A ação ON subiu 4,19% e a PNA, 3,64%. Os analistas não cravaram uma justificativa para o desempenho dos papéis, que sobem cerca de 16% no mês de janeiro. Mas consideraram a demanda pelos papéis forte, ainda mais levando em conta a queda dos metais no exterior.
O ciclone tropical Dominic pela costa australiana, que teria paralisado parte das exportações de minério de ferro da Rio Tinto, foi citado pelos analistas como uma das justificativa à valorização das ações, assim como os estoques baixos na China e os preços baratos dos papéis, que seriam a primeira opção dos investidores com a recuperação do mercado externo. A proposta de pagamento de dividendos pela empresa este ano também foi citada.
Petrobras sofreu mais do que Vale com o desempenho das commodities (matérias-primas), mas as ações da estatal conseguiram subir em boa parte do dia, apesar da queda do petróleo. No fechamento, o comportamento divergiu: a ação ON perdeu 0,84% e a PN subiu 0,42%. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 9,08%, para US$ 41,58 o barril.
No geral, a Bovespa acompanhou "pari passu" o comportamento das bolsas norte-americanas e, lá, os dados corporativos continuam influenciando os ativos. Às 18h18 (de Brasília), o índice Dow Jones avançava 0,99%, o S&P tinha elevação de 1,29% e o Nasdaq subia 1,26%.
Da leva que repercutiu hoje, American Express e Texas Instruments mostraram queda no lucro, mas os números vieram melhores do que muitos analistas esperavam. DuPont, por outro lado, saiu de lucro para prejuízo. A Verizon trouxe resultado em linha com o previsto e a Siemens trouxe queda de 81% do lucro, mas manteve previsões para o ano.
Outro assunto aguardado com grande apreensão, a aprovação do pacote de ajuda à economia do governo Barack Obama, teve avanços hoje. À tarde, o Comitê de Apropriações do Senado norte-americano aprovou sua parte do pacote de US$ 825 bilhões. O projeto aprovado pelo comitê representa US$ 356 bilhões; a outra parte está sendo discutida em audiência separada pelo Comitê de Finanças do Senado e poderá ser votada hoje.
Os dados econômicos desta terça-feira ficaram em segundo plano. Amanhã, as atenções se voltam para a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sobre a política monetária norte-americana e também para a abertura da temporada de balanços no Brasil, que, no entanto, não terá nenhuma empresa do Ibovespa, cesta com 66 papéis.
27 de Janeiro de 2009 18:31
As bolsas norte-americanas trabalharam em alta na maior parte da sessão, mas o sinal azul foi garantido na Bovespa pelo desempenho dos papéis da Vale. A mineradora brasileira subiu, no melhor momento da sessão, mais de 4%, apesar da queda dos metais no exterior. Petrobras, a outra ação com força para mexer, sozinha, no desempenho do Ibovespa, também não fez feio, apesar do tombo do petróleo no mercado externo.
O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 0,49%, aos 38.698,92 pontos. Na mínima, atingiu 38.422 pontos (-0,23%) e, na máxima, 39.025 pontos (+1,34%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 3,06%. O giro financeiro segue fraco e totalizou R$ 3,183 bilhões.
A Bovespa segue colada ao desempenho das bolsas norte-americanas, mas foi o desempenho da Vale que garantiu este comportamento. A ação ON subiu 4,19% e a PNA, 3,64%. Os analistas não cravaram uma justificativa para o desempenho dos papéis, que sobem cerca de 16% no mês de janeiro. Mas consideraram a demanda pelos papéis forte, ainda mais levando em conta a queda dos metais no exterior.
O ciclone tropical Dominic pela costa australiana, que teria paralisado parte das exportações de minério de ferro da Rio Tinto, foi citado pelos analistas como uma das justificativa à valorização das ações, assim como os estoques baixos na China e os preços baratos dos papéis, que seriam a primeira opção dos investidores com a recuperação do mercado externo. A proposta de pagamento de dividendos pela empresa este ano também foi citada.
Petrobras sofreu mais do que Vale com o desempenho das commodities (matérias-primas), mas as ações da estatal conseguiram subir em boa parte do dia, apesar da queda do petróleo. No fechamento, o comportamento divergiu: a ação ON perdeu 0,84% e a PN subiu 0,42%. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 9,08%, para US$ 41,58 o barril.
No geral, a Bovespa acompanhou "pari passu" o comportamento das bolsas norte-americanas e, lá, os dados corporativos continuam influenciando os ativos. Às 18h18 (de Brasília), o índice Dow Jones avançava 0,99%, o S&P tinha elevação de 1,29% e o Nasdaq subia 1,26%.
Da leva que repercutiu hoje, American Express e Texas Instruments mostraram queda no lucro, mas os números vieram melhores do que muitos analistas esperavam. DuPont, por outro lado, saiu de lucro para prejuízo. A Verizon trouxe resultado em linha com o previsto e a Siemens trouxe queda de 81% do lucro, mas manteve previsões para o ano.
Outro assunto aguardado com grande apreensão, a aprovação do pacote de ajuda à economia do governo Barack Obama, teve avanços hoje. À tarde, o Comitê de Apropriações do Senado norte-americano aprovou sua parte do pacote de US$ 825 bilhões. O projeto aprovado pelo comitê representa US$ 356 bilhões; a outra parte está sendo discutida em audiência separada pelo Comitê de Finanças do Senado e poderá ser votada hoje.
Os dados econômicos desta terça-feira ficaram em segundo plano. Amanhã, as atenções se voltam para a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sobre a política monetária norte-americana e também para a abertura da temporada de balanços no Brasil, que, no entanto, não terá nenhuma empresa do Ibovespa, cesta com 66 papéis.
PETRÓLEO...após 26/01, em tendência de alta...

O gráfico diário dos contratos futuros de petróleo com vencimento em mar/2009, mostra que esse derivativo se mantém em um sub-canal de alta, com objetivos imediatos em US$ 49,10/barril. A ruptura desse nível poderá levar o petróleo novamente à casa dos US$ 52,00/barril. A perda dos US$ 45 poderá trazer o barril de petróleo aos US$ 42,50 novamente.
IBOV...após 26/01...suportes e resistências

O Ibovespa está em um movimento lateral, porém com tendência de alta, no curto prazo. O gráfico de "30 minutos" mostra a recuperação do Ibovespa, ao realizar movimentos com "topos e fundos" ascendentes. Acima dos 39.200 pontos existem boas perspectivas de retomada dos 40 mil pontos, assegurando a retomada do sub-canal de alta anterior. Abaixo dos 38 mil pontos, poderá refluir aos 37.800 pontos e na perda deste suporte, a reversão de tendência com objetivos nos 36 mil pontos, novamente.
Os suportes imediatos estão em 38.100, 38.000, 37.800, 36.750 e 36.545 pontos.
Resistências e objetivos de alta imediatos em 39.065, 39.180, 39.660 e 39.900 pontos.
DJI...após 26/01...suportes e resistências

DJI continua a realizar movimento lateralizado, porém em tendência de alta, no curto prazo. O gráfico de "30 minutos" mostra a formação de um triângulo simétrico com perspectivas de rompimento para um dos lados. O estocástico lento sinaliza a continuidade do movimento de alta. Acima novamente dos 8.200 pontos, com a confirmação positiva dos demais osciladores, não terá dificuldades em recuperar o patamar dos 8.300 pontos. Na hipótese (menos provável) da perda dos 8.100 pontos, poderá refluir aos 7.900 pontos.
Suportes imediatos em 8.020, 8.000 e 7.900 pontos.
Resistências e objetivos de alta em 8.195, 8.265, 8.300 e 8.370 pontos.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Bolsa de NY fecha em alta com indicadores e empresas
por Agência ESTADO
26 de Janeiro de 2009 20:02
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em alta, em dia marcado por informes de resultados de empresas, anúncios de demissões, a notícia de uma grande fusão e indicadores econômicos positivos. Com a temporada de divulgação de resultados financeiros do quarto trimestre em pleno andamento, os investidores e gestores de fundos estão acompanhando os planos de grandes empresas para reduzir suas folhas de pagamento, em busca de sinais que ajudem a determinar quais delas vão sobreviver num ambiente de recessão e crédito apertado.
O índice Dow Jones fechou em alta de 38,47 pontos, ou 0,48%, em 8.116,03 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 12,17 pontos, ou 0,82%, em 1.489,46 pontos. O S&P-500 subiu 4,62 pontos, ou 0,56%, para fechar em 836,57 pontos. O NYSE Composite subiu 49,06 pontos, ou 0,94%, para 5.244,61 pontos.
As ações da indústria de tratores e máquinas Caterpillar caíram 8,38%, depois de a empresa divulgar resultados e anunciar 20 mil demissões. "A Caterpillar é um dos desafios mais fascinantes para quem está acompanhando ações. Ela anunciou um grande número de demissões e lucros decepcionantes, mas deverá se beneficiar dos projetos de infraestrutura do novo governo. Pode não ser uma perspectiva forte para o curto prazo, mas certamente apresenta risco baixo", comentou Stephen Lieber, do Alpine Dynamic Balance Fund.
Já as ações da rede de lojas de móveis e materiais de decoração Home Depot subiram 4,65%, depois de a empresa anunciar o corte de 8 mil vagas e o fechamento de uma unidade de produtos de luxo; os analistas do Citigroup elevaram sua recomendação. No setor de telecomunicações, as ações da Sprint Nextel subiram 1,22%, em reação a seu informe de resultados. Também divulgaram resultados a mineradora Freeport McMoRan Copper & Gold (+9,34%) e o McDonald's (+0,65%). Entre as empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Texas Instruments (-1,47%) e American Express (-5,00%).
No setor farmacêutico, as ações da Pfizer caíram 10,32% e as da Wyeth recuaram 0,80%, depois de anunciado um acordo para a compra da Wyeth pela Pfizer por US$ 68 bilhões.
As ações do setor financeiro abriram em queda, mas passaram a subir depois de o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, dizer que a parcela restante de US$ 350 bilhões do Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp) será usada de forma diferente da primeira, disponibilizada pelo governo Bush; o foco, acrescentou, será o consumidor. O impulso de alta, porém, durou pouco e as ações do setor fecharam em queda (Citigroup recuou 4,03% e Bank of America perdeu 3,85%). As informações são da Dow Jones.
26 de Janeiro de 2009 20:02
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em alta, em dia marcado por informes de resultados de empresas, anúncios de demissões, a notícia de uma grande fusão e indicadores econômicos positivos. Com a temporada de divulgação de resultados financeiros do quarto trimestre em pleno andamento, os investidores e gestores de fundos estão acompanhando os planos de grandes empresas para reduzir suas folhas de pagamento, em busca de sinais que ajudem a determinar quais delas vão sobreviver num ambiente de recessão e crédito apertado.
O índice Dow Jones fechou em alta de 38,47 pontos, ou 0,48%, em 8.116,03 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 12,17 pontos, ou 0,82%, em 1.489,46 pontos. O S&P-500 subiu 4,62 pontos, ou 0,56%, para fechar em 836,57 pontos. O NYSE Composite subiu 49,06 pontos, ou 0,94%, para 5.244,61 pontos.
As ações da indústria de tratores e máquinas Caterpillar caíram 8,38%, depois de a empresa divulgar resultados e anunciar 20 mil demissões. "A Caterpillar é um dos desafios mais fascinantes para quem está acompanhando ações. Ela anunciou um grande número de demissões e lucros decepcionantes, mas deverá se beneficiar dos projetos de infraestrutura do novo governo. Pode não ser uma perspectiva forte para o curto prazo, mas certamente apresenta risco baixo", comentou Stephen Lieber, do Alpine Dynamic Balance Fund.
Já as ações da rede de lojas de móveis e materiais de decoração Home Depot subiram 4,65%, depois de a empresa anunciar o corte de 8 mil vagas e o fechamento de uma unidade de produtos de luxo; os analistas do Citigroup elevaram sua recomendação. No setor de telecomunicações, as ações da Sprint Nextel subiram 1,22%, em reação a seu informe de resultados. Também divulgaram resultados a mineradora Freeport McMoRan Copper & Gold (+9,34%) e o McDonald's (+0,65%). Entre as empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Texas Instruments (-1,47%) e American Express (-5,00%).
No setor farmacêutico, as ações da Pfizer caíram 10,32% e as da Wyeth recuaram 0,80%, depois de anunciado um acordo para a compra da Wyeth pela Pfizer por US$ 68 bilhões.
As ações do setor financeiro abriram em queda, mas passaram a subir depois de o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, dizer que a parcela restante de US$ 350 bilhões do Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp) será usada de forma diferente da primeira, disponibilizada pelo governo Bush; o foco, acrescentou, será o consumidor. O impulso de alta, porém, durou pouco e as ações do setor fecharam em queda (Citigroup recuou 4,03% e Bank of America perdeu 3,85%). As informações são da Dow Jones.
Bovespa cola em Nova York e fecha em alta de 0,99%
por Agência ESTADO
26 de Janeiro de 2009 18:30
A Bovespa trabalhou colada ao desempenho das bolsas norte-americanas nesta segunda-feira, o que significou, depois de uma abertura titubeante, várias horas de ganhos expressivos, graças aos indicadores favoráveis nos EUA e notícias positivas do setor bancário europeu. Perto da última hora da sessão doméstica, entretanto, as bolsas nos EUA passaram a oscilar bastante num sobe-e-desce que também chegou à Bovespa. No final, entretanto, o sinal positivo se sobrepôs.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa doméstica, iniciou a semana em elevação de 0,99%, aos 38.509,45 pontos. Na mínima, tocou os 37.831 pontos (-0,79%) e, na máxima, os 39.065 pontos (+2,45%). No mês, a Bovespa sobe 2,56%. O giro financeiro, mais fraco em inícios de semana, totalizou R$ 3,056 bilhões.
Perto do final do pregão doméstico, os papéis do setor financeiro pesaram em Nova York, principalmente no índice Dow Jones. A Bovespa acompanhou durante alguns momentos, também influenciada pela fraqueza das ações dos bancos. Mas as perdas foram sendo reduzidas lá e favoreceram a recuperação doméstica.
Antes disso, os investidores foram às compras motivados pelo crescimento das vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos. Com a queda média de 15% nos preços ante dezembro de 2007, as vendas de imóveis residenciais usados aumentaram 6,5% em dezembro ante novembro, para 4,74 milhões de unidades. A previsão era de que fossem registradas 4,4 milhões de vendas.
A esse índice seguiu-se outro igualmente favorável, o de indicadores antecedentes do Conference Board, que subiu 0,3% em dezembro, em comparação a um declínio de 0,4% em novembro. Os dois índices se sobrepuseram ao dado de atividade nacional medido pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Chicago, que piorou para -3,26 em dezembro, de -2,78 em novembro, e também às seguidas demissões efetivadas hoje. Pelas contas da Dow Jones, foram mais de 79 mil nos EUA, Europa e Japão. No Brasil, apenas as indústrias paulistas demitiram 130 mil no mês de dezembro, o que levou o balanço do ano, que registrava criação de vagas até novembro, a encerrar 2008 com o fechamento de sete mil vagas, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Às 18h18 (de Brasília), o Dow Jones operava em alta de 0,44%; o S&P, de 0,61%; e o Nasdaq, de 0,61%. As bolsas norte-americanas também foram influenciadas pelas notícias do setor bancário europeu, que garantiram também fechamento em alta às bolsas na região.
Os investidores gostaram do comentário do Barclays de que seus níveis de capital estão "bem acima" das exigências regulatórias e que por isso não precisa levantar mais fundos; da declaração do presidente do conselho do Santander, Emilio Botin, de que o grupo espera divulgar resultados "magníficos" de 2008; e do anúncio do ING de corte de despesas com a eliminação de 7 mil empregos e de que assinou um acordo com o governo da Holanda que garantirá 80% de suas hipotecas chamadas "Alt-A". Fora do eixo bancário, a Pfizer anunciou a compra da Wyeth, por US$ 68 bilhões em dinheiro e ações.
Diante de tal noticiário, os investidores deixaram em segundo plano os balanços fracos conhecidos hoje, entre eles o da Philips, do BNP Paribas e do McDonald's.
No Brasil, a Bovespa foi sustentada por Petrobras e Vale e ajudada pelos papéis do Banco do Brasil. Quando Wall Street virou para baixo, o peso recaiu sobre Petrobras e os papéis de bancos. As ações da estatal doméstica voltaram a subir com a recuperação de Nova York. Os papéis ON avançaram 1,24% e os PN, 0,89%. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 1,59%, para US$ 45,73.
Os investidores não gostaram muito do plano de investimentos anunciado na sexta-feira pela estatal, com o planejamento de 2009 a 2013, principalmente no que se refere ao elevado aporte de recursos em meio a uma crise econômica sem precedentes.
As ações da Vale acompanharam a recuperação dos preços dos metais no mercado externo e subiram 1,88% as ON e 2,47% as PNA. Banco do Brasil, por sua vez, esteve entre as maiores altas do Ibovespa por causa da revisão que a instituição fez nos cálculos de ativos e passivos atuariais, o que vai gerar um impacto positivo de R$ 2,520 bilhões no lucro do quarto trimestre de 2008. A ação ON avançou 6,09%.
26 de Janeiro de 2009 18:30
A Bovespa trabalhou colada ao desempenho das bolsas norte-americanas nesta segunda-feira, o que significou, depois de uma abertura titubeante, várias horas de ganhos expressivos, graças aos indicadores favoráveis nos EUA e notícias positivas do setor bancário europeu. Perto da última hora da sessão doméstica, entretanto, as bolsas nos EUA passaram a oscilar bastante num sobe-e-desce que também chegou à Bovespa. No final, entretanto, o sinal positivo se sobrepôs.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa doméstica, iniciou a semana em elevação de 0,99%, aos 38.509,45 pontos. Na mínima, tocou os 37.831 pontos (-0,79%) e, na máxima, os 39.065 pontos (+2,45%). No mês, a Bovespa sobe 2,56%. O giro financeiro, mais fraco em inícios de semana, totalizou R$ 3,056 bilhões.
Perto do final do pregão doméstico, os papéis do setor financeiro pesaram em Nova York, principalmente no índice Dow Jones. A Bovespa acompanhou durante alguns momentos, também influenciada pela fraqueza das ações dos bancos. Mas as perdas foram sendo reduzidas lá e favoreceram a recuperação doméstica.
Antes disso, os investidores foram às compras motivados pelo crescimento das vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos. Com a queda média de 15% nos preços ante dezembro de 2007, as vendas de imóveis residenciais usados aumentaram 6,5% em dezembro ante novembro, para 4,74 milhões de unidades. A previsão era de que fossem registradas 4,4 milhões de vendas.
A esse índice seguiu-se outro igualmente favorável, o de indicadores antecedentes do Conference Board, que subiu 0,3% em dezembro, em comparação a um declínio de 0,4% em novembro. Os dois índices se sobrepuseram ao dado de atividade nacional medido pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Chicago, que piorou para -3,26 em dezembro, de -2,78 em novembro, e também às seguidas demissões efetivadas hoje. Pelas contas da Dow Jones, foram mais de 79 mil nos EUA, Europa e Japão. No Brasil, apenas as indústrias paulistas demitiram 130 mil no mês de dezembro, o que levou o balanço do ano, que registrava criação de vagas até novembro, a encerrar 2008 com o fechamento de sete mil vagas, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Às 18h18 (de Brasília), o Dow Jones operava em alta de 0,44%; o S&P, de 0,61%; e o Nasdaq, de 0,61%. As bolsas norte-americanas também foram influenciadas pelas notícias do setor bancário europeu, que garantiram também fechamento em alta às bolsas na região.
Os investidores gostaram do comentário do Barclays de que seus níveis de capital estão "bem acima" das exigências regulatórias e que por isso não precisa levantar mais fundos; da declaração do presidente do conselho do Santander, Emilio Botin, de que o grupo espera divulgar resultados "magníficos" de 2008; e do anúncio do ING de corte de despesas com a eliminação de 7 mil empregos e de que assinou um acordo com o governo da Holanda que garantirá 80% de suas hipotecas chamadas "Alt-A". Fora do eixo bancário, a Pfizer anunciou a compra da Wyeth, por US$ 68 bilhões em dinheiro e ações.
Diante de tal noticiário, os investidores deixaram em segundo plano os balanços fracos conhecidos hoje, entre eles o da Philips, do BNP Paribas e do McDonald's.
No Brasil, a Bovespa foi sustentada por Petrobras e Vale e ajudada pelos papéis do Banco do Brasil. Quando Wall Street virou para baixo, o peso recaiu sobre Petrobras e os papéis de bancos. As ações da estatal doméstica voltaram a subir com a recuperação de Nova York. Os papéis ON avançaram 1,24% e os PN, 0,89%. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 1,59%, para US$ 45,73.
Os investidores não gostaram muito do plano de investimentos anunciado na sexta-feira pela estatal, com o planejamento de 2009 a 2013, principalmente no que se refere ao elevado aporte de recursos em meio a uma crise econômica sem precedentes.
As ações da Vale acompanharam a recuperação dos preços dos metais no mercado externo e subiram 1,88% as ON e 2,47% as PNA. Banco do Brasil, por sua vez, esteve entre as maiores altas do Ibovespa por causa da revisão que a instituição fez nos cálculos de ativos e passivos atuariais, o que vai gerar um impacto positivo de R$ 2,520 bilhões no lucro do quarto trimestre de 2008. A ação ON avançou 6,09%.
DJI...após 23/01...suportes e resistências

DJI realiza um movimento lateralizado, porém em tendência de baixa. Nesse movimento, apesar de buscar fundos cada vez menores, tem procurado ainda se manter acima dos 7.900 pontos. A perda definitiva desse fundo, poderá levar DJI a buscar suporte nos 7.500 pontos.
Suportes imediatos em 7.980, 7.940, 7.900, 7.850 e 7.800 pontos.
Resistências imediatas em 8.090, 8.110 e 8.150 pontos.
IBOV...após 23/01...suportes e resistências

O Ibovespa está em um movimento lateral, porém com tendência secundária de baixa, com grande volatilidade, fazendo com que as mínimas se aproximem cada vez mais dos 36 mil pontos. Reversão desta tendência baixista, somente com a retomada dos 40 mil pontos. Fechamento abaixo dos 36 mil pontos, poderá sinalizar que o Ibovespa refluirá para buscar suporte nos 34 mil pontos.
Os suportes imediatos estão em 38.000, 37.700, 37.400, 37.280, 36.530 e 36.300 pontos.
As resistências imediatas estão em 38.400, 39.000 e 39.300 pontos.
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