por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
26/2/2009
O juro real para 12 meses bateu ontem recorde histórico de baixa. As duas pontas que formam a taxa real caíram. Resultado da diferença entre o juro nominal para os próximos 360 dias, que cedeu ontem de 10,94% para 10,88%, e da projeção de IPCA para o mesmo período feita pelo Boletim Focus do BC - que recuou de 4,63% para 4,60% -, o juro real reduziu-se a 6%, menor patamar da série histórica. É este o piso do custo do dinheiro básico usado para o cálculo dos empréstimos bancários. Num dia de incertezas no mercado americano, os juros cederam em bloco no mercado futuro da BM&F e o dólar fechou em baixa de 0,71% no mercado cambial à vista, cotado a R$ 2,3750. A percepção dos analistas é de que o governo brasileiro não pode depender dos desdobramentos da crise nos EUA. Precisa estimular a economia doméstica sem esperar por um desfecho iminente das turbulências. Os fatos desta semana mostraram que tão cedo os grandes bancos americanos não irão recuperar a sua credibilidade internacional e a sua capacidade de emprestar. A via mais rápida para a restauração da confiabilidade seria a nacionalização do sistema. Não virá. A administração Obama seguirá o plano lento e minudente de retomada da confiança. O primeiro passo, chamado de "teste de estresse", foi dado ontem. O segundo, a busca de dinheiro privado, durará seis meses. Só depois poderá haver, se necessária, uma "estatização branca e branda". Enquanto isso, a economia global patinará. Wall Street nem teve fôlego e ânimo para comemorar as novas declarações do presidente do Fed, Ben Bernanke. Em depoimento prestado ontem ao Comitê de Serviços Bancários da Câmara dos EUA, Bernanke deixou bem clara a posição do governo sobre o debate em torno da necessidade ou não de estatizar grandes bancos, já que, segundo ele, os pequenos e médios que emergiram dos escombros da crise estão sólidos e confiáveis. Os grandes ainda não. Nem por isso se fará a estatização. Bernanke não quer e não irá fazer a nacionalização, pelo menos nos moldes definidos por ele. Em sua opinião, um banco só se transforma em estatal se o governo detiver controle absoluto, equivalente a 100% do capital.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Bolsas de Nova York fecharam em baixa hoje
por Agência ESTADO
25 de Fevereiro de 2009 20:08
As Bolsas norte-americanas fecharam em baixa na quarta-feira, após uma sessão em que os índices oscilaram em meio a várias declarações das autoridades em Washington. As ações dos bancos receberam impulso da divulgação dos detalhes do plano do Tesouro para ajudar os grandes bancos, que receberão converter ações preferenciais que detém em ações ordinárias. Os papéis de algumas instituições, como JPMorgan (+3,38%) e Bank of America (+9%) conseguiram reter a alta até o final do dia, mas nem todas. Os papéis do Citigroup, por exemplo, fecharam em baixa de 3,1%.
Mas de modo geral o sentimento permaneceu negativo no mercado de ações, com papéis do setor industrial sob pressão de venda, diante das contínuas indicações de fraqueza da economia dos EUA. As vendas de imóveis usados caíram 5,3% em janeiro para a média anual de 4,49 milhões, segundo a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis. A média de imóveis vendidos em janeiro foi a menor desde julho de 1997. Economistas ouvidos pela Dow Jones previam alta nas vendas de 0,2% em janeiro, para a média anual de 4,72 milhões de unidades.
Os números provocaram vendas de papéis de companhias do setor imobiliário e levaram ações de outros segmentos economicamente sensíveis, como o industrial, para baixo. As ações da Boeing, entre elas, fecharam em queda de 4,3%, um dos piores desempenhos entre os componentes do Dow Jones.
As ações da General Motors fecharam com valorização de 15%, em antecipação a um encontro que seus executivos terão nesta quinta-feira com a equipe da administração Obama encarregada de lidar com os problemas do setor automotivo.
O índice Dow Jones fechou em queda de 80,05 pontos (-1,09%), em 7.270,89 pontos. A mínima foi em 7.156,68 pontos e a máxima em 7.404,94 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 16,40 pontos (-1,14%), em 1.425,43 pontos. O S&P-500 caiu 8,24 pontos (-1,07%), para fechar em 764,90 pontos. As informações são da Dow Jones.
25 de Fevereiro de 2009 20:08
As Bolsas norte-americanas fecharam em baixa na quarta-feira, após uma sessão em que os índices oscilaram em meio a várias declarações das autoridades em Washington. As ações dos bancos receberam impulso da divulgação dos detalhes do plano do Tesouro para ajudar os grandes bancos, que receberão converter ações preferenciais que detém em ações ordinárias. Os papéis de algumas instituições, como JPMorgan (+3,38%) e Bank of America (+9%) conseguiram reter a alta até o final do dia, mas nem todas. Os papéis do Citigroup, por exemplo, fecharam em baixa de 3,1%.
Mas de modo geral o sentimento permaneceu negativo no mercado de ações, com papéis do setor industrial sob pressão de venda, diante das contínuas indicações de fraqueza da economia dos EUA. As vendas de imóveis usados caíram 5,3% em janeiro para a média anual de 4,49 milhões, segundo a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis. A média de imóveis vendidos em janeiro foi a menor desde julho de 1997. Economistas ouvidos pela Dow Jones previam alta nas vendas de 0,2% em janeiro, para a média anual de 4,72 milhões de unidades.
Os números provocaram vendas de papéis de companhias do setor imobiliário e levaram ações de outros segmentos economicamente sensíveis, como o industrial, para baixo. As ações da Boeing, entre elas, fecharam em queda de 4,3%, um dos piores desempenhos entre os componentes do Dow Jones.
As ações da General Motors fecharam com valorização de 15%, em antecipação a um encontro que seus executivos terão nesta quinta-feira com a equipe da administração Obama encarregada de lidar com os problemas do setor automotivo.
O índice Dow Jones fechou em queda de 80,05 pontos (-1,09%), em 7.270,89 pontos. A mínima foi em 7.156,68 pontos e a máxima em 7.404,94 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 16,40 pontos (-1,14%), em 1.425,43 pontos. O S&P-500 caiu 8,24 pontos (-1,07%), para fechar em 764,90 pontos. As informações são da Dow Jones.
Na volta do carnaval, Bovespa segue NY e cai 1,25%
por Agência ESTADO
25 de Fevereiro de 2009 18:39
Na primeira sessão depois da folga prolongada de carnaval, a Bolsa de Valores de São Paulo acompanhou as Bolsas norte-americanas e fechou em baixa, embora longe das mínimas do dia, registradas logo após a abertura. As ações da Vale puxaram as ordens de vendas, seguidas de perto pelas siderúrgicas, mas a queda foi amortecida pela disparada dos papéis da Petrobras.
O índice Bovespa terminou o dia em baixa de 1,25%, aos 38.231,58 pontos, o menor patamar desde 23 de janeiro (38.132,35 pontos). No mês, acumula perdas de 2,72%, mas, no ano, sobe 1,82%. Na mínima do dia, tocou os 37.694 pontos (-2,64%) e, na máxima, os 38.933 pontos (+0,57%). O giro financeiro foi bem fraco, já que o pregão também foi atípico (funcionou das 13 horas às 18 horas), com a volta do carnaval, e somou R$ 2,783 bilhões. Os dados são preliminares.
Pouco antes do fechamento, a Bolsa brasileira chegou a operar em alta, na esteira da inversão para cima das bolsas norte-americanas, mas não sustentou os ganhos. A elevação, que Wall Street conseguiu reter, decorreu do detalhamento dos testes de estresse que o Tesouro americano fará com os bancos do país. As autoridades esperam concluir os testes até o final de abril. O governo está pedindo aos bancos com ativos acima de US$ 100 bilhões que participem dos testes e avisou que eles terão acesso imediato aos recursos do governo se necessário. As instituições terão seis meses para levantar capital no setor privado após o teste e antes de receberem ajuda do governo.
As ações dos bancos subiram em Nova York: Bank of America (BofA), por exemplo, avançou 9,09%, enquanto JPMorgan fechou com elevação de 3,38%. O índice Dow Jones, no final, recuou 1,09%, S&P subiu 1,07%, e Nasdaq, 1,14%.
Antes da melhora, as bolsas caíam influenciadas pelo dado de venda de imóveis usados em janeiro nos EUA. Segundo a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, houve queda de 5,3% em janeiro, ante previsão de alta de 0,2%, o que fez com que a média anual fosse a 4,49 milhões, a menor desde julho de 1997.
Os rumores sobre estatização dos bancos, que levaram as bolsas ao menor nível em 12 anos na segunda-feira, foram rechaçados pelo presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke. Na Câmara, ele voltou a dizer hoje que não considera uma possibilidade a estatização do Citigroup, apenas que o governo possa assumir "participação minoritária substancial" no banco.
No Brasil, Petrobras conteve as perdas do Ibovespa, ao avançar 2,38% na ação ordinária (ON) e 1,82% a preferencial (PN). Os papéis seguiram o comportamento do petróleo, que fechou em alta de 6,36%, cotado a US$ 42,50 no contrato para abril negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). A alta foi puxada pelos estoques, que subiram 700 mil na semana passada nos EUA. Analistas esperavam aumento de 1,2 milhão de barris de petróleo.
Mas Vale, a outra blue chip, despencou 5,37% na ação ON e 4,64% na PNA. A mineradora, por meio de sua assessoria, disse essa tarde que não comentará a declaração de um executivo da Associação de Aço e Ferro da China (Cisa) sobre o rumo das negociações em torno do preço do minério de ferro que irá vigorar este ano. Segundo a Cisa, a mineradora brasileira estaria disposta a aceitar um corte de 10%, mas, as siderúrgicas chinesas querem uma redução maior, de 30% a 50%.
Mas foram as ações da Embraer o destaque de baixa do Ibovespa hoje. Em reunião esta tarde com o presidente Lula, o presidente da empresa, Frederico Curado, disse que não serão revistas as demissões anunciadas na semana passada, de 20% do quadro de funcionários da companhia. Mais cedo, os investidores venderam papéis diante dos receios em relação às ações que eventualmente poderiam ser adotadas pelo governo ou pelo BNDES em relação às demissões. Embraer ON recuou 11,08%, na maior queda do Ibovespa.
Itaú PN caiu 1,10% e Unibanco Unit, 1,08%. Hoje, o Itaú anunciou lucro líquido recorrente de R$ 1,687 bilhão no quarto trimestre, valor 14,5% inferior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. No ano, o lucro recorrente ficou em R$ 7,718 bilhões, o que indica um crescimento de 7,5% ante o registrado em 2007. O Unibanco, por sua vez, apresentou no quarto trimestre do ano passado um lucro líquido recorrente de R$ 652 milhões, valor 7,4% inferior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. No ano, o lucro recorrente ficou em R$ 2,853 bilhões, o que indica um crescimento de 9,7% sobre o realizado em 2007.
Já o Itaú Unibanco registrou no quarto trimestre do ano passado um lucro líquido contábil pro forma de R$ 1,871 bilhão, uma queda de 26,7% em relação ao terceiro trimestre. Já o lucro líquido recorrente para o mesmo período foi de R$ 2,339 bilhões, valor 12,6% inferior ao registrado entre julho e setembro do ano passado. No ano de 2008, o Itaú Unibanco tiveram juntos um lucro líquido contábil de R$ 10,004 bilhões, uma queda de 16,1% ante o resultado de 2007. Sem considerar os efeitos extraordinários, a nova holding financeira apresentou em 2008 um lucro recorrente de R$ 10,571 bilhões, o que indica crescimento de 9,10% ante o ano anterior.
25 de Fevereiro de 2009 18:39
Na primeira sessão depois da folga prolongada de carnaval, a Bolsa de Valores de São Paulo acompanhou as Bolsas norte-americanas e fechou em baixa, embora longe das mínimas do dia, registradas logo após a abertura. As ações da Vale puxaram as ordens de vendas, seguidas de perto pelas siderúrgicas, mas a queda foi amortecida pela disparada dos papéis da Petrobras.
O índice Bovespa terminou o dia em baixa de 1,25%, aos 38.231,58 pontos, o menor patamar desde 23 de janeiro (38.132,35 pontos). No mês, acumula perdas de 2,72%, mas, no ano, sobe 1,82%. Na mínima do dia, tocou os 37.694 pontos (-2,64%) e, na máxima, os 38.933 pontos (+0,57%). O giro financeiro foi bem fraco, já que o pregão também foi atípico (funcionou das 13 horas às 18 horas), com a volta do carnaval, e somou R$ 2,783 bilhões. Os dados são preliminares.
Pouco antes do fechamento, a Bolsa brasileira chegou a operar em alta, na esteira da inversão para cima das bolsas norte-americanas, mas não sustentou os ganhos. A elevação, que Wall Street conseguiu reter, decorreu do detalhamento dos testes de estresse que o Tesouro americano fará com os bancos do país. As autoridades esperam concluir os testes até o final de abril. O governo está pedindo aos bancos com ativos acima de US$ 100 bilhões que participem dos testes e avisou que eles terão acesso imediato aos recursos do governo se necessário. As instituições terão seis meses para levantar capital no setor privado após o teste e antes de receberem ajuda do governo.
As ações dos bancos subiram em Nova York: Bank of America (BofA), por exemplo, avançou 9,09%, enquanto JPMorgan fechou com elevação de 3,38%. O índice Dow Jones, no final, recuou 1,09%, S&P subiu 1,07%, e Nasdaq, 1,14%.
Antes da melhora, as bolsas caíam influenciadas pelo dado de venda de imóveis usados em janeiro nos EUA. Segundo a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, houve queda de 5,3% em janeiro, ante previsão de alta de 0,2%, o que fez com que a média anual fosse a 4,49 milhões, a menor desde julho de 1997.
Os rumores sobre estatização dos bancos, que levaram as bolsas ao menor nível em 12 anos na segunda-feira, foram rechaçados pelo presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke. Na Câmara, ele voltou a dizer hoje que não considera uma possibilidade a estatização do Citigroup, apenas que o governo possa assumir "participação minoritária substancial" no banco.
No Brasil, Petrobras conteve as perdas do Ibovespa, ao avançar 2,38% na ação ordinária (ON) e 1,82% a preferencial (PN). Os papéis seguiram o comportamento do petróleo, que fechou em alta de 6,36%, cotado a US$ 42,50 no contrato para abril negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). A alta foi puxada pelos estoques, que subiram 700 mil na semana passada nos EUA. Analistas esperavam aumento de 1,2 milhão de barris de petróleo.
Mas Vale, a outra blue chip, despencou 5,37% na ação ON e 4,64% na PNA. A mineradora, por meio de sua assessoria, disse essa tarde que não comentará a declaração de um executivo da Associação de Aço e Ferro da China (Cisa) sobre o rumo das negociações em torno do preço do minério de ferro que irá vigorar este ano. Segundo a Cisa, a mineradora brasileira estaria disposta a aceitar um corte de 10%, mas, as siderúrgicas chinesas querem uma redução maior, de 30% a 50%.
Mas foram as ações da Embraer o destaque de baixa do Ibovespa hoje. Em reunião esta tarde com o presidente Lula, o presidente da empresa, Frederico Curado, disse que não serão revistas as demissões anunciadas na semana passada, de 20% do quadro de funcionários da companhia. Mais cedo, os investidores venderam papéis diante dos receios em relação às ações que eventualmente poderiam ser adotadas pelo governo ou pelo BNDES em relação às demissões. Embraer ON recuou 11,08%, na maior queda do Ibovespa.
Itaú PN caiu 1,10% e Unibanco Unit, 1,08%. Hoje, o Itaú anunciou lucro líquido recorrente de R$ 1,687 bilhão no quarto trimestre, valor 14,5% inferior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. No ano, o lucro recorrente ficou em R$ 7,718 bilhões, o que indica um crescimento de 7,5% ante o registrado em 2007. O Unibanco, por sua vez, apresentou no quarto trimestre do ano passado um lucro líquido recorrente de R$ 652 milhões, valor 7,4% inferior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. No ano, o lucro recorrente ficou em R$ 2,853 bilhões, o que indica um crescimento de 9,7% sobre o realizado em 2007.
Já o Itaú Unibanco registrou no quarto trimestre do ano passado um lucro líquido contábil pro forma de R$ 1,871 bilhão, uma queda de 26,7% em relação ao terceiro trimestre. Já o lucro líquido recorrente para o mesmo período foi de R$ 2,339 bilhões, valor 12,6% inferior ao registrado entre julho e setembro do ano passado. No ano de 2008, o Itaú Unibanco tiveram juntos um lucro líquido contábil de R$ 10,004 bilhões, uma queda de 16,1% ante o resultado de 2007. Sem considerar os efeitos extraordinários, a nova holding financeira apresentou em 2008 um lucro recorrente de R$ 10,571 bilhões, o que indica crescimento de 9,10% ante o ano anterior.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
DJI...após 20/02...suportes e resistências

DJI cumpriu seu objetivo de queda, produzido pelo "topo duplo" contruido nos 2 pregões anteriores, ao buscar suporte nos 7.280/7.250 pontos. Indicadores se encontram sobrevendidos sinalizando reversão de tendência. Candle diário semelhante a um "martelo cheio" sinalizando retomada da alta.
Suportes imediatos em 7.260 e 7.100 pontos.
Resistências imediatas em 7.390, 7.450, 7.560 e 7.615 pontos.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Commodities...perspectivas para a 3a semana de fevereiro

Fonte: Bloomberg
Situação em 20/02
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 832.09 -13.39 827.98 834.08 821.02
S&P GSCI 315.00 -2.92 315.32 315.57 305.74
RJ/CRB Commodity 202.47 -2.67 205.14 205.14 201.74
Rogers Intl 2257.28 -21.90 2259.51 2270.41 2206.54
Situação em 13/02
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 880.80 -7.01 885.77 890.03 880.43
S&P GSCI 333.87 -3.35 338.54 339.90 332.04
RJ/CRB Commodity 213.14 -1.40 214.68 214.83 213.14
Rogers Intl 2378.88 -19.05 2401.49 2413.21 2368.90
Variação semanal 20/02 a 13/02
INDICE Fechamento (20/02) Fechamento(13/02) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 832.09 880.80 -5,53%
S&P GSCI 315.00 333.87 -5,65%
RJ/CRB Commodity 202.47 213.14-5,00%
Rogers Intl 2257.28 2378.88 -5,11%
Análise:
A segunda semana de fevereiro foi arrasadora para o preço das commodities, que anteriormente vinham alternando altas e baixas. Desta vez, além da queda de mais de 3,5% da semana anterior, acentuou a queda nesta semana, fazendo com que os principais índices, caíssem em média -5,32% , acumulando queda de quase 9%, neste mês de setembro. Os preços das commodities continuam defasados em média 50% se comparados aos de um ano atrás. A falta de um melhor detalhamento do plano econômico em gestação pela equipe econômica de Obama, e a desconfiança de que tais medidas levarão muito tempo para surtir efeito, não estão conseguindo estabelecer um fundo de preços às commodities. É possível alguma recuperação de preços para esta 3a.semana de fevereiro, face à forte depreciação que deixou a maioria dos indicadores "sobrevendidos". O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg" semelhante aos demais índices, mostra a formação de uma "cunha" prestes a romper para um dos extremos. Poderá ser uma semana de definição para os preços das principais "commodities".
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Dow Jones tem sua pior semana desde outubro
por Agência ESTADO
20 de Fevereiro de 2009 19:20
O mercado norte-americano de ações voltou a fechar em queda, com o índice Dow Jones acumulando na semana a maior perda desde a semana até 10 de outubro do ano passado. Caso tivesse fechado na mínima do dia, o Dow Jones teria chegado ao fim do pregão no nível de fechamento mais baixo desde 27 de outubro de 1997. Das 30 componentes do Dow Jones, cinco ações fecharam a preços inferiores a US$ 10, jogando por terra a noção tradicional de que as blue chips (ações de primeira linha) norte-americanas seriam um investimento seguro.
O índice Dow Jones fechou em queda de 100,28 pontos, ou 1,34%, em 7.365,67 pontos. A mínima foi em 7.249,47 pontos e a máxima em 7.469,47 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 1,59 ponto, ou 0,11%, em 1.441,23 pontos. O S&P-500 caiu 8,89 pontos, ou 1,14%, para fechar em 770,05 pontos. O NYSE Composite caiu 76,65 pontos, ou 1,57%, para 4.804,51 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 6,17%, o Nasdaq, uma baixa de 6,07% e o S&P-50, uma perda de 6,87%.
A preocupação com a solvência dos grandes bancos e o temor de que eles venham a ser estatizados voltaram a dominar o mercado; as ações dos bancos subiram acima das mínimas na última hora do pregão, depois de a Casa Branca dizer que não pretende estatizar bancos. Ao longo de todo o dia, porém, participantes do mercado venderam ações e migraram para outros ativos, como os títulos do Tesouro e o ouro (cujo preço superou os US$ 1.000 por onça-troy).
"É basicamente impossível dizer onde será o fundo do poço para as ações dos bancos. E, com a incapacidade do mercado de atribuir qualquer valor para os bancos, o cenário continua a ser dominado pelos informes sobre perdas e erosão de capital, o que alimenta as vendas a descoberto", comentou o estrategista Craig Peckham, da Jefferies.
As ações do Citigroup fecharam em queda de 22,31%, depois de terem chegado a cair 36%; as do Bank of America, que chegaram a cair 35,6%, recuperaram boa parte dessa perda e fecharam em baixa de 3,56%. As ações das mineradoras subiram, em reação à alta do ouro (AngloGold ganhou 6,36% e Newmont Mining, 7,21%). Várias ações reagiram à divulgação de informes de resultados, entre elas a desenvolvedora de software Intuit (+12,79%), a indústria de medicamentos genéricos Mylan Labs (+8,99%), a rede de lojas de móveis e decorações Lowe's (-6,60%), a refinadora de petróleo Tesoro (-12,78%) e a rede de lojas de roupas JC Penney (+1,21%). As informações são da Dow Jones.
20 de Fevereiro de 2009 19:20
O mercado norte-americano de ações voltou a fechar em queda, com o índice Dow Jones acumulando na semana a maior perda desde a semana até 10 de outubro do ano passado. Caso tivesse fechado na mínima do dia, o Dow Jones teria chegado ao fim do pregão no nível de fechamento mais baixo desde 27 de outubro de 1997. Das 30 componentes do Dow Jones, cinco ações fecharam a preços inferiores a US$ 10, jogando por terra a noção tradicional de que as blue chips (ações de primeira linha) norte-americanas seriam um investimento seguro.
O índice Dow Jones fechou em queda de 100,28 pontos, ou 1,34%, em 7.365,67 pontos. A mínima foi em 7.249,47 pontos e a máxima em 7.469,47 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 1,59 ponto, ou 0,11%, em 1.441,23 pontos. O S&P-500 caiu 8,89 pontos, ou 1,14%, para fechar em 770,05 pontos. O NYSE Composite caiu 76,65 pontos, ou 1,57%, para 4.804,51 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 6,17%, o Nasdaq, uma baixa de 6,07% e o S&P-50, uma perda de 6,87%.
A preocupação com a solvência dos grandes bancos e o temor de que eles venham a ser estatizados voltaram a dominar o mercado; as ações dos bancos subiram acima das mínimas na última hora do pregão, depois de a Casa Branca dizer que não pretende estatizar bancos. Ao longo de todo o dia, porém, participantes do mercado venderam ações e migraram para outros ativos, como os títulos do Tesouro e o ouro (cujo preço superou os US$ 1.000 por onça-troy).
"É basicamente impossível dizer onde será o fundo do poço para as ações dos bancos. E, com a incapacidade do mercado de atribuir qualquer valor para os bancos, o cenário continua a ser dominado pelos informes sobre perdas e erosão de capital, o que alimenta as vendas a descoberto", comentou o estrategista Craig Peckham, da Jefferies.
As ações do Citigroup fecharam em queda de 22,31%, depois de terem chegado a cair 36%; as do Bank of America, que chegaram a cair 35,6%, recuperaram boa parte dessa perda e fecharam em baixa de 3,56%. As ações das mineradoras subiram, em reação à alta do ouro (AngloGold ganhou 6,36% e Newmont Mining, 7,21%). Várias ações reagiram à divulgação de informes de resultados, entre elas a desenvolvedora de software Intuit (+12,79%), a indústria de medicamentos genéricos Mylan Labs (+8,99%), a rede de lojas de móveis e decorações Lowe's (-6,60%), a refinadora de petróleo Tesoro (-12,78%) e a rede de lojas de roupas JC Penney (+1,21%). As informações são da Dow Jones.
Bolsa fecha em queda de 2,5% e acumula baixa no mês
por Agência ESTADO
20 de Fevereiro de 2009 18:33
A Bovespa voltou hoje ao patamar do início do mês, puxada pelo tombo das ações de Vale, siderúrgicas e bancos. Os temores de que os bancos norte-americanos poderiam ser estatizados levaram a ordens de vendas em Wall Street, que diminuíram no final da tarde com a negativa da Casa Branca sobre o assunto.
O Ibovespa, principal índice, fechou em baixa de 2,56%, aos 38.714,64 pontos, o menor nível desde 2 de fevereiro (38.666,44 pontos). Com o resultado de hoje, apagou os ganhos em fevereiro e passou a acumular perda de 1,49% no mês. Na semana, recuou 7,10%. Em 2009, entretanto, a Bolsa ainda acumula elevação, de 3,10%. O índice atingiu a mínima de 38.103 pontos (-4,10%) e a máxima de 39.725 pontos (-0,01%). O giro financeiro totalizou R$ 3,995 bilhões.
O principal destaque do mercado doméstico nesta sexta-feira foi Vale. As ações derreteram mais de 8% no pior momento do pregão, com a reação negativa dos investidores ao balanço apresentado na noite de ontem. Pelo padrão brasileiro, a mineradora registrou aumento de 136,8% no lucro de outubro a dezembro de 2008, mas, pelos padrões norte-americanos (US Gaap), houve queda de 46,9%.
A Vale teve lucro líquido de US$ 1,367 bilhão em US Gaap no quarto trimestre de 2008, ante US$ 2,573 bilhões um ano antes. Tal desempenho também foi inferior a algumas estimativas, como a do Credit Suisse (o resultado foi 31% menor do que sua previsão) e do UBS, que classificou o resultado como "desapontador".
Além do balanço, também pressionou o setor a queda de quase 30% no lucro líquido da mineradora Anglo American em 2008. A empresa também anunciou o corte do pagamento de dividendos e a demissão de 19 mil funcionários para enfrentar a desaceleração global. Os metais também recuaram hoje.
Vale ON terminou em baixa de 7,97% e PNA, de 6,68%. Gerdau PN recuou 6,32%, Metalúrgica Gerdau PN, 6,79%, Usiminas PNA, 2,74% e CSN ON, 1,58%.
No geral, a Bovespa seguiu as bolsas internacionais, que recuaram. O Dow Jones perdeu 1,34%, o S&P recuou 1,14% e o Nasdaq fechou em baixa de 0,11%. Mais cedo, as perdas eram maiores, mas houve melhora no final do pregão com os comentários da Casa Branca de que deseja ver os bancos em mãos privadas. Ao longo da sessão, os rumores de que os bancos poderiam ser estatizados patrocinaram pesadas vendas dos papéis do setor, influenciando os índices.
De volta ao Brasil, Petrobras ON recuou 2,17% e PN, 1,98%. O petróleo terminou em baixa de 1,37% na Bolsa Mercantil de Nova York, com o contrato para março cotado a US$ 38,94 por barril. No setor financeiro, Bradesco PN recuou 4,16%, Itaú PN, 2,90%, Unibanco Unit, 3,27%. Banco do Brasil ON subiu 1,11%.
Redecard foi destaque de baixa, com a notícia de que o Citigroup pretende se desfazer de sua participação na empresa. As ações recuaram 7,53%. JBS ON subiu 3,8%. A empresa desistiu de compra da norte-americana National Beef, anunciada em março do ano passado. Por causa do carnaval, a Bovespa só volta a funcionar na próxima quarta-feira.
20 de Fevereiro de 2009 18:33
A Bovespa voltou hoje ao patamar do início do mês, puxada pelo tombo das ações de Vale, siderúrgicas e bancos. Os temores de que os bancos norte-americanos poderiam ser estatizados levaram a ordens de vendas em Wall Street, que diminuíram no final da tarde com a negativa da Casa Branca sobre o assunto.
O Ibovespa, principal índice, fechou em baixa de 2,56%, aos 38.714,64 pontos, o menor nível desde 2 de fevereiro (38.666,44 pontos). Com o resultado de hoje, apagou os ganhos em fevereiro e passou a acumular perda de 1,49% no mês. Na semana, recuou 7,10%. Em 2009, entretanto, a Bolsa ainda acumula elevação, de 3,10%. O índice atingiu a mínima de 38.103 pontos (-4,10%) e a máxima de 39.725 pontos (-0,01%). O giro financeiro totalizou R$ 3,995 bilhões.
O principal destaque do mercado doméstico nesta sexta-feira foi Vale. As ações derreteram mais de 8% no pior momento do pregão, com a reação negativa dos investidores ao balanço apresentado na noite de ontem. Pelo padrão brasileiro, a mineradora registrou aumento de 136,8% no lucro de outubro a dezembro de 2008, mas, pelos padrões norte-americanos (US Gaap), houve queda de 46,9%.
A Vale teve lucro líquido de US$ 1,367 bilhão em US Gaap no quarto trimestre de 2008, ante US$ 2,573 bilhões um ano antes. Tal desempenho também foi inferior a algumas estimativas, como a do Credit Suisse (o resultado foi 31% menor do que sua previsão) e do UBS, que classificou o resultado como "desapontador".
Além do balanço, também pressionou o setor a queda de quase 30% no lucro líquido da mineradora Anglo American em 2008. A empresa também anunciou o corte do pagamento de dividendos e a demissão de 19 mil funcionários para enfrentar a desaceleração global. Os metais também recuaram hoje.
Vale ON terminou em baixa de 7,97% e PNA, de 6,68%. Gerdau PN recuou 6,32%, Metalúrgica Gerdau PN, 6,79%, Usiminas PNA, 2,74% e CSN ON, 1,58%.
No geral, a Bovespa seguiu as bolsas internacionais, que recuaram. O Dow Jones perdeu 1,34%, o S&P recuou 1,14% e o Nasdaq fechou em baixa de 0,11%. Mais cedo, as perdas eram maiores, mas houve melhora no final do pregão com os comentários da Casa Branca de que deseja ver os bancos em mãos privadas. Ao longo da sessão, os rumores de que os bancos poderiam ser estatizados patrocinaram pesadas vendas dos papéis do setor, influenciando os índices.
De volta ao Brasil, Petrobras ON recuou 2,17% e PN, 1,98%. O petróleo terminou em baixa de 1,37% na Bolsa Mercantil de Nova York, com o contrato para março cotado a US$ 38,94 por barril. No setor financeiro, Bradesco PN recuou 4,16%, Itaú PN, 2,90%, Unibanco Unit, 3,27%. Banco do Brasil ON subiu 1,11%.
Redecard foi destaque de baixa, com a notícia de que o Citigroup pretende se desfazer de sua participação na empresa. As ações recuaram 7,53%. JBS ON subiu 3,8%. A empresa desistiu de compra da norte-americana National Beef, anunciada em março do ano passado. Por causa do carnaval, a Bovespa só volta a funcionar na próxima quarta-feira.
IBOV...após 19/02...suportes e resistências

O Ibovespa iniciou em alta, sintonizado com os mercados futuros americanos, até a máxima em 40.433 pontos. Acompanhando parcialmente a queda de DJI, iniciou processo de refluxo, indo buscar a mínima em 39.630 pontos, para reagir posteriormente até fechar em 39.730 pontos ( +0,14%). A figura do "candle" diário se assemelha a um "martelo invertido" sinalizando tendência de queda. A máxima nos 40.433 pontos coincidindo com a máxima do pregão anterior (40.434 pontos), produziu um "topo duplo", sinalizando que a perda da mínima nos 39.210 pontos, poderá levar o Ibovespa a buscar suporte nos 37.990 pontos.
Suportes imediatos em 39.210, 39.040, 38.800, 38.100 e 38.000 pontos.
Resistências imediatas em 39.740, 40.000, 40.100 e 40.430 pontos.
DJI...após 19/02...suportes e resistências

DJI abriu em alta, indo até a máxima em 7.614, depois refluiu até a mínima em 7.448 e finalizou em 7.466 pontos (-1,19%), formando um candle tipo "piercing cheio". A mínima abaixo da mínima anterior e a máxima concidindo praticamente com a alta do pregão anterior, produziu novo "topo duplo", sinalizando forte possibilidade de queda, caso esta mínima nos 7.450 pontos, não seja respeitada . Objetivos de queda nos 7.300/7.280 pontos.
Suportes imediatos em 7.440, 7.320 e 7.280 pontos.
Resistências imediatas em 7.500, 7.560, 7.615 e 7.700 pontos.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Dow Jones fecha no nível mais baixo desde 2002
por Agência ESTADO
19 de Fevereiro de 2009 19:39
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, com o índice Dow Jones chegando ao fim do dia no nível mais baixo desde 9 de outubro de 2002. Parte da atividade do dia estava relacionada ao vencimento de opções desta sexta-feira.
As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram, com o índice S&P-500 Financials fechando no nível mais baixo desde 1995. Além da incerteza que ainda cerca o plano de socorro do governo do presidente Barack Obama para o setor, persiste o temor de estatização de bancos e o pessimismo sobre a economia, colocado em destaque hoje pelo informe sobre o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos na semana passada.
O índice Dow Jones fechou em queda de 89,68 pontos, ou 1,19%, em 7.465,95 pontos. A mínima foi em 7.447,55 pontos e a máxima em 7.614,97 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 25,15 pontos, ou 1,71%, em 1.442,82 pontos. O S&P-500 caiu 9,48 pontos, ou 1,20%, para fechar em 778,94 pontos. O NYSE Composite caiu 43,38 pontos, ou 0,88%, para 4.881,16 pontos.
"Os bancos são o saco de pancadas desta recessão; mesmo antes da deterioração dos informes sobre o nível de emprego, eles já precisavam de mais capital. Os números do auxílio-desemprego só faz crescer a probabilidade de estatização, ou de algum plano de socorro punitivo. Sabemos que o governo Obama quer proteger o cidadão comum, e medidas adicionais certamente vão ser às custas dos investidores", comentou o analista James Early, da Motley Fool.
Entre as ações do setor financeiro, os destaques negativos foram Bank of America (-14,00%), Citigroup (-13,75%), Fifth Third Bancorp (-11,98%), Capital One Financial (-17,44%), Wells Fargo (-7,97%) e JPMorgan Chase (-4,23%). As ações das operadoras de cartões de crédito também caíram, depois de Fitch Ratings e os analistas do Goldman Sachs divulgarem previsões de crescimento dos defaults (American Express cedeu 8,72%, MasterCard recuou 2,82% e Visa perdeu 0,93%). As ações da seguradora Prudential Financial caíram 16,28%, depois de rebaixamento de ratings pela Fitch.
No setor de tecnologia, as ações da Hewlett-Packard caíram 7,89%, em reação a seu informe de resultados; também divulgaram resultados a Sprint Nextel (+19,93%), a rede de drogarias CVS Caremark (+6,37%) e a Whole Foods Market (-0,32%). As informações são da Dow Jones.
19 de Fevereiro de 2009 19:39
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, com o índice Dow Jones chegando ao fim do dia no nível mais baixo desde 9 de outubro de 2002. Parte da atividade do dia estava relacionada ao vencimento de opções desta sexta-feira.
As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram, com o índice S&P-500 Financials fechando no nível mais baixo desde 1995. Além da incerteza que ainda cerca o plano de socorro do governo do presidente Barack Obama para o setor, persiste o temor de estatização de bancos e o pessimismo sobre a economia, colocado em destaque hoje pelo informe sobre o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos na semana passada.
O índice Dow Jones fechou em queda de 89,68 pontos, ou 1,19%, em 7.465,95 pontos. A mínima foi em 7.447,55 pontos e a máxima em 7.614,97 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 25,15 pontos, ou 1,71%, em 1.442,82 pontos. O S&P-500 caiu 9,48 pontos, ou 1,20%, para fechar em 778,94 pontos. O NYSE Composite caiu 43,38 pontos, ou 0,88%, para 4.881,16 pontos.
"Os bancos são o saco de pancadas desta recessão; mesmo antes da deterioração dos informes sobre o nível de emprego, eles já precisavam de mais capital. Os números do auxílio-desemprego só faz crescer a probabilidade de estatização, ou de algum plano de socorro punitivo. Sabemos que o governo Obama quer proteger o cidadão comum, e medidas adicionais certamente vão ser às custas dos investidores", comentou o analista James Early, da Motley Fool.
Entre as ações do setor financeiro, os destaques negativos foram Bank of America (-14,00%), Citigroup (-13,75%), Fifth Third Bancorp (-11,98%), Capital One Financial (-17,44%), Wells Fargo (-7,97%) e JPMorgan Chase (-4,23%). As ações das operadoras de cartões de crédito também caíram, depois de Fitch Ratings e os analistas do Goldman Sachs divulgarem previsões de crescimento dos defaults (American Express cedeu 8,72%, MasterCard recuou 2,82% e Visa perdeu 0,93%). As ações da seguradora Prudential Financial caíram 16,28%, depois de rebaixamento de ratings pela Fitch.
No setor de tecnologia, as ações da Hewlett-Packard caíram 7,89%, em reação a seu informe de resultados; também divulgaram resultados a Sprint Nextel (+19,93%), a rede de drogarias CVS Caremark (+6,37%) e a Whole Foods Market (-0,32%). As informações são da Dow Jones.
Ibovespa fecha em alta de 0,14% com Petrobras e Vale
por Agência ESTADO
19 de Fevereiro de 2009 18:37
O noticiário corporativo doméstico permitiu à Bovespa fechar em sentido oposto ao das bolsas norte-americanas nesta quinta-feira. Com a proximidade do feriado prolongado de carnaval, os investidores já começaram a pisar no freio, mas isso não impediu que fossem, hoje, às compras de Petrobras e Vale, embalados pela alta das matérias-primas, tanto metais como petróleo, e também da expectativa com o balanço da mineradora.
O Ibovespa, principal índice, terminou o dia com ligeira elevação, de 0,14%, aos 39.730,33 pontos. Na mínima, atingiu os 39.630 pontos (-0,11%) e, na máxima, 40.433 pontos (+1,91%). No mês, acumula alta de 1,09%, e no ano, de 5,81%. O giro financeiro totalizou R$ 2,949 bilhões.
Nos EUA, as bolsas encerraram em baixa, em meio a uma nova safra de dados ruins. O pior número foi o do índice de atividade industrial do Fed da Filadélfia, que caiu ao menor nível desde outubro de 1990, de -24,3 para -41,3 em fevereiro. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, terminou a sessão em baixa de 1,19%, aos 7.465,95 pontos, o nível mais baixo desde 9 de outubro de 2002. O Citigroup e o Bank of America lideraram a liquidação no setor bancário, com queda de 13,75% e 14%, respectivamente.
Na Europa, entretanto, hoje os bancos saíram dos holofotes e não estiveram entre os destaques de baixa. Ao contrário. As ações do BNP Paribas recuaram só 0,49%, o UBS subiu 4,83%, Royal Bank of Scotland, +20,4%, e o Lloyds Banking Group, +11,8%.
No Brasil, o setor bancário não teve uniformidade. Banco do Brasil foi destaque de alta, ao subir 2,15%. A instituição anunciou hoje lucro líquido contábil recorde, de R$ 2,9 bilhões, no quarto trimestre de 2008, com crescimento de 142% em relação ao mesmo período do ano anterior. Unibanco Unit também subiu, 0,37%, mas Itaú PN recuou 0,93% e Bradesco PN terminou em baixa de 1,15%.
Os grandes destaques do pregão continuaram nas mãos das duas blue chips (ações de primeira linha). Petrobras teve desempenho mais forte hoje - também porque ontem recuou enquanto Vale subiu. As ações ON avançaram 2% e as PN, 1,58%. Ontem à noite, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que há espaço para a redução nos preços da gasolina e do diesel por causa da queda do petróleo no mercado internacional. Mas ele avisou que a decisão não será tomada agora porque a empresa ainda precisa recuperar as perdas por ter mantido os preços mais baixos durante a escalada das cotações do petróleo nos últimos anos. O contrato futuro de petróleo para março negociado na Bolsa Mercantil de Nova York avançou hoje 14,04%, a US$ 39,48 por barril.
Vale terminou o pregão com variação positiva de 0,63% na ação ON e de 0,61% na PNA. Depois do fechamento do mercado a empresa divulga seu balanço do quarto trimestre. Segundo as previsões dos analistas, a expectativa é de que a mineradora anuncie um lucro líquido de R$ 5,840 bilhões, 32,42% acima do verificado em igual período de 2007.
No setor siderúrgico, também divulgaram balanços hoje Usiminas e Gerdau. A Usiminas lucrou R$ 837 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, 14% abaixo de igual período do ano anterior. As ações PNA da empresa fecharam em baixa de 0,14%.
Gerdau PN recuou 2,11% e Metalúrgica Gerdau PN perdeu 1,61%. A Gerdau anunciou lucro líquido de R$ 311 milhões no quarto trimestre de 2008, o que representa queda de 67,1% ante igual período de 2007.
19 de Fevereiro de 2009 18:37
O noticiário corporativo doméstico permitiu à Bovespa fechar em sentido oposto ao das bolsas norte-americanas nesta quinta-feira. Com a proximidade do feriado prolongado de carnaval, os investidores já começaram a pisar no freio, mas isso não impediu que fossem, hoje, às compras de Petrobras e Vale, embalados pela alta das matérias-primas, tanto metais como petróleo, e também da expectativa com o balanço da mineradora.
O Ibovespa, principal índice, terminou o dia com ligeira elevação, de 0,14%, aos 39.730,33 pontos. Na mínima, atingiu os 39.630 pontos (-0,11%) e, na máxima, 40.433 pontos (+1,91%). No mês, acumula alta de 1,09%, e no ano, de 5,81%. O giro financeiro totalizou R$ 2,949 bilhões.
Nos EUA, as bolsas encerraram em baixa, em meio a uma nova safra de dados ruins. O pior número foi o do índice de atividade industrial do Fed da Filadélfia, que caiu ao menor nível desde outubro de 1990, de -24,3 para -41,3 em fevereiro. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, terminou a sessão em baixa de 1,19%, aos 7.465,95 pontos, o nível mais baixo desde 9 de outubro de 2002. O Citigroup e o Bank of America lideraram a liquidação no setor bancário, com queda de 13,75% e 14%, respectivamente.
Na Europa, entretanto, hoje os bancos saíram dos holofotes e não estiveram entre os destaques de baixa. Ao contrário. As ações do BNP Paribas recuaram só 0,49%, o UBS subiu 4,83%, Royal Bank of Scotland, +20,4%, e o Lloyds Banking Group, +11,8%.
No Brasil, o setor bancário não teve uniformidade. Banco do Brasil foi destaque de alta, ao subir 2,15%. A instituição anunciou hoje lucro líquido contábil recorde, de R$ 2,9 bilhões, no quarto trimestre de 2008, com crescimento de 142% em relação ao mesmo período do ano anterior. Unibanco Unit também subiu, 0,37%, mas Itaú PN recuou 0,93% e Bradesco PN terminou em baixa de 1,15%.
Os grandes destaques do pregão continuaram nas mãos das duas blue chips (ações de primeira linha). Petrobras teve desempenho mais forte hoje - também porque ontem recuou enquanto Vale subiu. As ações ON avançaram 2% e as PN, 1,58%. Ontem à noite, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que há espaço para a redução nos preços da gasolina e do diesel por causa da queda do petróleo no mercado internacional. Mas ele avisou que a decisão não será tomada agora porque a empresa ainda precisa recuperar as perdas por ter mantido os preços mais baixos durante a escalada das cotações do petróleo nos últimos anos. O contrato futuro de petróleo para março negociado na Bolsa Mercantil de Nova York avançou hoje 14,04%, a US$ 39,48 por barril.
Vale terminou o pregão com variação positiva de 0,63% na ação ON e de 0,61% na PNA. Depois do fechamento do mercado a empresa divulga seu balanço do quarto trimestre. Segundo as previsões dos analistas, a expectativa é de que a mineradora anuncie um lucro líquido de R$ 5,840 bilhões, 32,42% acima do verificado em igual período de 2007.
No setor siderúrgico, também divulgaram balanços hoje Usiminas e Gerdau. A Usiminas lucrou R$ 837 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, 14% abaixo de igual período do ano anterior. As ações PNA da empresa fecharam em baixa de 0,14%.
Gerdau PN recuou 2,11% e Metalúrgica Gerdau PN perdeu 1,61%. A Gerdau anunciou lucro líquido de R$ 311 milhões no quarto trimestre de 2008, o que representa queda de 67,1% ante igual período de 2007.
DJI...após 18/02...suportes e resistências

DJI abriu em alta, indo até a máxima em 7.618, depois refluiu até a mínima em 7.480 e finalizou em 7.555 pontos (+0,04%), formando um "doji".O "doji" formado poderá ser um indicador de reversão, caso a máxima de hoje supere os 7.618 pontos e a mínima não ocorra abaixo dos 7.480 pontos. Indicadores já bastante "sobrevendidos" sinalizam também a possibilidade dessa reversão.
Suportes imediatos em 7.500, 7.440 e 7.350 pontos.
Resistências imediatas em 7.570, 7.618, 7.695 e 7.840 pontos.
IBOV...após 18/02...suportes e resistências

O Ibovespa iniciou em alta, sintonizado com os mercados futuros americanos,até a máxima em 40.435 pontos (+1,48%). A partir da abertura de DJI, iniciou um processo de refluxo, indo buscar a mínima em 39.209 pontos ( -1,60%)para reagir novamente até fechar em 39.674 pontos ( -0,43%). A figura do "candle" diário se assemelha a um "doji" de indefinição. Apesar da tendência de queda, alguns indicadores se encontram bem esticados, podendo reverter.
Suportes imediatos em 39.150, 39.000, 38.600 e 38.350.
Resistências imediatas em 39.700, 40.200, 40.440 e 41.330 pontos.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Dow Jones encerra em leve alta, mas Nasdaq recua
por Agência ESTADO
18 de Fevereiro de 2009 19:10
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices muito próximos dos níveis de ontem e em direções divergentes, o Dow Jones em leve alta e o Nasdaq e o S&P-500 em leve baixa. Durante o pregão, o Dow Jones chegou a operar no nível mais baixo desde 9 de outubro de 2002.
O índice Dow Jones fechou em alta de 3,03 pontos, ou 0,04%, em 7.555,63 pontos. A mínima foi em 7.479,97 pontos e a máxima em 7.617,76 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 2,69 pontos, ou 0,18%, em 1.467,97 pontos. O S&P-500 recuou 0,75 ponto, ou 0,10%, para 788,42 pontos. O NYSE Composite caiu 14,57 pontos, ou 0,29%, para 4.924,54 pontos.
Operadores disseram que as altas de ações defensivas, como Wal-Mart (+3,65%) e Procter & Gamble (+1,68%), contrabalançaram as quedas das ações dos bancos e das cíclicas, cujo desempenho tende a acompanhar o da economia. Durante o dia, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) rebaixou suas previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA neste ano e o presidente Barack Obama anunciou um plano de ajuda para os devedores de hipotecas.
No setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 6,73%, as do Citigroup perderam 4,90% e as do JPMorgan Chase recuaram 0,65%. A perspectiva de uma recessão prolongada fez caírem ações cíclicas como Caterpillar (-1,86%) e United Technologies (-1,82%). As ações da General Electric subiram 0,46%, depois de o executivo-chefe da empresa, Jeff Immelt, dizer que abriu mão do bônus que deveria ter recebido em 2008.
No setor automotivo, as ações da General Motors caíram 5,50% e as da Ford recuaram 1,18%, depois de as montadoras apresentarem planos de reestruturação e pedirem mais recursos do governo; a agência de classificação de risco Standard & Poor's divulgou nota dizendo que o risco de falência das montadoras norte-americanas continuará alto em 2010.
As ações da Goodyear subiram 5,98%, depois de a empresa anunciar 5 mil demissões; as da Comcast caíram 4,11%, em reação a seu informe de resultados. As da Hewlett-Packard, que divulgaria resultados depois do fechamento, recuaram 0,76%. As informações são da Dow Jones.
18 de Fevereiro de 2009 19:10
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices muito próximos dos níveis de ontem e em direções divergentes, o Dow Jones em leve alta e o Nasdaq e o S&P-500 em leve baixa. Durante o pregão, o Dow Jones chegou a operar no nível mais baixo desde 9 de outubro de 2002.
O índice Dow Jones fechou em alta de 3,03 pontos, ou 0,04%, em 7.555,63 pontos. A mínima foi em 7.479,97 pontos e a máxima em 7.617,76 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 2,69 pontos, ou 0,18%, em 1.467,97 pontos. O S&P-500 recuou 0,75 ponto, ou 0,10%, para 788,42 pontos. O NYSE Composite caiu 14,57 pontos, ou 0,29%, para 4.924,54 pontos.
Operadores disseram que as altas de ações defensivas, como Wal-Mart (+3,65%) e Procter & Gamble (+1,68%), contrabalançaram as quedas das ações dos bancos e das cíclicas, cujo desempenho tende a acompanhar o da economia. Durante o dia, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) rebaixou suas previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA neste ano e o presidente Barack Obama anunciou um plano de ajuda para os devedores de hipotecas.
No setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 6,73%, as do Citigroup perderam 4,90% e as do JPMorgan Chase recuaram 0,65%. A perspectiva de uma recessão prolongada fez caírem ações cíclicas como Caterpillar (-1,86%) e United Technologies (-1,82%). As ações da General Electric subiram 0,46%, depois de o executivo-chefe da empresa, Jeff Immelt, dizer que abriu mão do bônus que deveria ter recebido em 2008.
No setor automotivo, as ações da General Motors caíram 5,50% e as da Ford recuaram 1,18%, depois de as montadoras apresentarem planos de reestruturação e pedirem mais recursos do governo; a agência de classificação de risco Standard & Poor's divulgou nota dizendo que o risco de falência das montadoras norte-americanas continuará alto em 2010.
As ações da Goodyear subiram 5,98%, depois de a empresa anunciar 5 mil demissões; as da Comcast caíram 4,11%, em reação a seu informe de resultados. As da Hewlett-Packard, que divulgaria resultados depois do fechamento, recuaram 0,76%. As informações são da Dow Jones.
Bovespa reduz perda do dia e fecha em queda de 0,43%
por Agência ESTADO
18 de Fevereiro de 2009 18:31
A Bovespa teve um pregão muito volátil, por causa do vaivém das bolsas norte-americanas e também por uma razão própria, no caso, os vencimentos. Depois de uma abertura em alta, o principal índice à vista virou para baixo e assim ficou até o final, diminuindo as perdas na última hora com a melhora de Wall Street. Os investidores, lá, gostaram do plano para conter a execução de hipotecas, embora os indicadores ruins tenham limitado compras mais firmes.
A Bovespa terminou a quarta-feira em baixa de 0,43%, aos 39.674,39 pontos. Durante a sessão, atingiu a mínima de 39.209 pontos (-1,60%) e a máxima de 40.434 pontos (+1,47%). No mês, acumula alta de 0,95% e, no ano, de 5,66%. O giro financeiro somou R$ 4,622 bilhões.
As atenções de hoje estavam voltadas para o plano de ajuda do governo norte-americano aos detentores de hipotecas. Serão US$ 75 bilhões em subsídios para ajudar até 9 milhões de mutuários e mais US$ 200 bilhões que o Tesouro usará para financiar as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. O principal objetivo da proposta é evitar que os mutuários com dívidas maiores do que o valor de suas casas atrasem seus pagamentos. O governo quer também ajudá-los a refinanciar seus empréstimos e usar seu controle sobre a Fannie Mae e a Freddie Mac para estabilizar os preços das moradias e oferecer liquidez.
Depois de muita oscilação bem perto da estabilidade, o índice Dow Jones acabou fechando em alta de 0,04%. O S&P recuou 0,10% e o Nasdaq caiu 0,18%. As ações da GM fecharam em baixa de 5,5%, depois que a empresa apresentou ontem ao governo seu plano de reestruturação no qual pediu mais US$ 16,6 bilhões. Mesmo que os recursos venham, a montadora planejou 47 mil demissões. Já a Chrysler pediu US$ 4 bilhões e prevê 3 mil dispensas.
Os indicadores conhecidos hoje nos EUA foram ruins e pesaram contra a alta do mercado. As construções de residências iniciadas caíram 16,8% em janeiro, para o recorde de baixa de 466 mil; e a produção industrial dos EUA recuou 1,8% em janeiro, entre outros dados.
A ata da reunião do mês passado do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não fez preço nos ativos por lá. No documento, o Fed afirmou ver uma "uma contração continuada e aguda na atividade econômica real" e rebaixou suas projeções para o desempenho da economia em 2009.
No Brasil, Vale deu suporte ao Ibovespa, ao operar no azul praticamente durante toda a sessão. Vale ON terminou em alta de 2,02% e PNA, de 1,89%. Amanhã, a mineradora divulga seu balanço do quarto trimestre, assim como Gerdau e Usiminas. Petrobras ON recuou 2,29% e PN, 1,93%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo perdeu 0,89% e terminou o dia cotado a US$ 34,62 o barril.
18 de Fevereiro de 2009 18:31
A Bovespa teve um pregão muito volátil, por causa do vaivém das bolsas norte-americanas e também por uma razão própria, no caso, os vencimentos. Depois de uma abertura em alta, o principal índice à vista virou para baixo e assim ficou até o final, diminuindo as perdas na última hora com a melhora de Wall Street. Os investidores, lá, gostaram do plano para conter a execução de hipotecas, embora os indicadores ruins tenham limitado compras mais firmes.
A Bovespa terminou a quarta-feira em baixa de 0,43%, aos 39.674,39 pontos. Durante a sessão, atingiu a mínima de 39.209 pontos (-1,60%) e a máxima de 40.434 pontos (+1,47%). No mês, acumula alta de 0,95% e, no ano, de 5,66%. O giro financeiro somou R$ 4,622 bilhões.
As atenções de hoje estavam voltadas para o plano de ajuda do governo norte-americano aos detentores de hipotecas. Serão US$ 75 bilhões em subsídios para ajudar até 9 milhões de mutuários e mais US$ 200 bilhões que o Tesouro usará para financiar as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. O principal objetivo da proposta é evitar que os mutuários com dívidas maiores do que o valor de suas casas atrasem seus pagamentos. O governo quer também ajudá-los a refinanciar seus empréstimos e usar seu controle sobre a Fannie Mae e a Freddie Mac para estabilizar os preços das moradias e oferecer liquidez.
Depois de muita oscilação bem perto da estabilidade, o índice Dow Jones acabou fechando em alta de 0,04%. O S&P recuou 0,10% e o Nasdaq caiu 0,18%. As ações da GM fecharam em baixa de 5,5%, depois que a empresa apresentou ontem ao governo seu plano de reestruturação no qual pediu mais US$ 16,6 bilhões. Mesmo que os recursos venham, a montadora planejou 47 mil demissões. Já a Chrysler pediu US$ 4 bilhões e prevê 3 mil dispensas.
Os indicadores conhecidos hoje nos EUA foram ruins e pesaram contra a alta do mercado. As construções de residências iniciadas caíram 16,8% em janeiro, para o recorde de baixa de 466 mil; e a produção industrial dos EUA recuou 1,8% em janeiro, entre outros dados.
A ata da reunião do mês passado do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não fez preço nos ativos por lá. No documento, o Fed afirmou ver uma "uma contração continuada e aguda na atividade econômica real" e rebaixou suas projeções para o desempenho da economia em 2009.
No Brasil, Vale deu suporte ao Ibovespa, ao operar no azul praticamente durante toda a sessão. Vale ON terminou em alta de 2,02% e PNA, de 1,89%. Amanhã, a mineradora divulga seu balanço do quarto trimestre, assim como Gerdau e Usiminas. Petrobras ON recuou 2,29% e PN, 1,93%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo perdeu 0,89% e terminou o dia cotado a US$ 34,62 o barril.
DJI...após 17/02...suportes e resistências

DJI abriu na máxima nos 7.845 pontos e realizou fortemente até fechar praticamente na mínima, nos 7.552 pontos (-3,79%). A perda do patamar dos 7.900 pontos, mostra que DJI, deverá testar o fundo do "sub-canal" de baixa nos 7.450 pontos brevemente, dando continuidade à formação do triângulo de queda iniciada com o "topo-duplo" nos 7.970 pontos e confirmada com a perda do suporte nos 7.700 pontos. O "candle" formado é um "marubozu cheio", mostrando a forte predominância da pressão vendedora. Tendência de baixa, no curto prazo.
Suportes imediatos em 7.500, 7.450 e 7.350 pontos.
Resistências imediatas em 7.620, 7.700 e 7.840 pontos.
IBOV...após 17/02...suportes e resistências

O Ibovespa realizou fortemente, sintonizado com DJI até no fechamento, ao perder novamente os 40 mil pontos, fechando nos 39.847 pontos (-4,77%), próximo da mínima nos 39.817 pontos. A perda dos 40 mil pontos, está dando formação a um triângulo de queda com objetivos em 38.160 pontos. A figura do "candle" diário é um "marubozu cheio" demonstrando a predominância da pressão vendedora. Tendência de baixa no curto prazo.
Suportes imediatos em 39.400, 38.900 e 38.160.
Resistências imediatas em 39.900, 40.200, 40.700 e 41.500 pontos.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Bolsa de NY fecha em queda com temor sobre economia
por Agência ESTADO
17 de Fevereiro de 2009 19:14
O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, em dia marcado por temores quanto às economias norte-americana e global e preocupação quanto à solvência dos bancos e da General Motors. O S&P-500 fechou abaixo de 800 pontos pela primeira vez desde novembro. O anúncio de que o PIB do Japão sofreu uma contração de 12,7% no quarto trimestre (em base anual) e a queda do índice de atividade industrial regional do Fed de Nova York (para o nível mais baixo desde que essa pesquisa começou a ser feita, em 2001) contribuíram para o pessimismo quanto à economia. A assinatura do pacote de estímulo de US$ 787 bilhões pelo presidente Barack Obama, à tarde, não aliviou os temores.
O índice Dow Jones fechou em queda de 297,81 pontos, ou 3,79%, em 7.552,60 pontos. A mínima foi em 7.551,01 pontos e a máxima em 7.845,63 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 63,70 pontos, ou 4,15%, em 1.470,66 pontos. O S&P-500 caiu 27,67 pontos, ou 4,56%, para fechar em 789,17 pontos. O NYSE Composite caiu 267,65 pontos, ou 5,14%, para 4.939,11 pontos.
"Ninguém confia realmente que a implementação desses planos pelo governo vá estabilizar ou ajudar a economia. Você vê os bancos, o setor automotivo, e não sabe realmente o que o governo está fazendo. Os detalhes sobre o plano de socorro aos bancos não vão sair por mais uma ou duas semanas. Quanto teremos que esperar? Quão ruim a situação terá que ficar antes que eles realmente façam alguma coisa?", questionou William Lefkowitz, estrategista-chefe para derivativos da Finance Investments.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, a única a fechar em alta foi Wal-Mart (+3,68%), depois de a empresa divulgar resultados. As ações da General Motors, que deveria apresentar um plano de reestruturação ao Congresso ainda hoje, caíram 12,80%; as da concorrente Ford recuaram 3,98%. No setor financeiro, os destaques negativos foram Bank of America (-12,03%), Citigroup (-12,32%), JPMorgan Chase (-12,31%) e American Express (-11,31%). A nova queda dos preços do petróleo fez caírem ações como ExxonMobil (-4,44%) e Chevron (-5,09%). O pessimismo quanto à economia fez caírem ações de diversos setores, como Alcoa (-9,76%), Caterpillar (-6,33%), Home Depot (-6,03%) e Microsoft (-5,24%). As da Trump Entertainment Resorts caíram 21,74%, depois de a empresa pedir concordata. As informações são da Dow Jones.
17 de Fevereiro de 2009 19:14
O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, em dia marcado por temores quanto às economias norte-americana e global e preocupação quanto à solvência dos bancos e da General Motors. O S&P-500 fechou abaixo de 800 pontos pela primeira vez desde novembro. O anúncio de que o PIB do Japão sofreu uma contração de 12,7% no quarto trimestre (em base anual) e a queda do índice de atividade industrial regional do Fed de Nova York (para o nível mais baixo desde que essa pesquisa começou a ser feita, em 2001) contribuíram para o pessimismo quanto à economia. A assinatura do pacote de estímulo de US$ 787 bilhões pelo presidente Barack Obama, à tarde, não aliviou os temores.
O índice Dow Jones fechou em queda de 297,81 pontos, ou 3,79%, em 7.552,60 pontos. A mínima foi em 7.551,01 pontos e a máxima em 7.845,63 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 63,70 pontos, ou 4,15%, em 1.470,66 pontos. O S&P-500 caiu 27,67 pontos, ou 4,56%, para fechar em 789,17 pontos. O NYSE Composite caiu 267,65 pontos, ou 5,14%, para 4.939,11 pontos.
"Ninguém confia realmente que a implementação desses planos pelo governo vá estabilizar ou ajudar a economia. Você vê os bancos, o setor automotivo, e não sabe realmente o que o governo está fazendo. Os detalhes sobre o plano de socorro aos bancos não vão sair por mais uma ou duas semanas. Quanto teremos que esperar? Quão ruim a situação terá que ficar antes que eles realmente façam alguma coisa?", questionou William Lefkowitz, estrategista-chefe para derivativos da Finance Investments.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, a única a fechar em alta foi Wal-Mart (+3,68%), depois de a empresa divulgar resultados. As ações da General Motors, que deveria apresentar um plano de reestruturação ao Congresso ainda hoje, caíram 12,80%; as da concorrente Ford recuaram 3,98%. No setor financeiro, os destaques negativos foram Bank of America (-12,03%), Citigroup (-12,32%), JPMorgan Chase (-12,31%) e American Express (-11,31%). A nova queda dos preços do petróleo fez caírem ações como ExxonMobil (-4,44%) e Chevron (-5,09%). O pessimismo quanto à economia fez caírem ações de diversos setores, como Alcoa (-9,76%), Caterpillar (-6,33%), Home Depot (-6,03%) e Microsoft (-5,24%). As da Trump Entertainment Resorts caíram 21,74%, depois de a empresa pedir concordata. As informações são da Dow Jones.
Bovespa segue mercado externo e recua 4,77%
por Agência ESTADO
17 de Fevereiro de 2009 19:05
Bovespa não se fez de rogada: acompanhou com o pé no acelerador as perdas fortes registradas pelas bolsas ao redor do mundo. Caiu mais de 4%, no pior desempenho porcentual desde 12 de janeiro (-5,24%). Depois do tombo do PIB japonês, hoje foi o alerta da Moody's sobre os bancos da Europa que estressou os investidores, que ainda repercutiram os temores com a saúde das montadoras norte-americanas.
O Ibovespa, principal índice, recuou 4,77%, para 39.846,97 pontos, abaixo dos 40 mil pontos pela primeira vez desde 3 de fevereiro e a menor pontuação também desde esta data (39.746,76 pontos). Durante a sessão, tocou a mínima de 39.817 pontos (-4,84%) e a máxima de 41.838 pontos (-0,01%). No mês, ainda acumula ganho, de 1,39% e, no ano, de 6,12%. O giro financeiro totalizou R$ 4,286 bilhões.
A agência de classificação de risco Moody's alertou que pode rebaixar as notas (ratings) dos bancos da Europa Ocidental mais expostos no centro e Leste Europeu porque estas regiões enfrentam uma desaceleração econômica ainda mais profunda. Segundo a Moody's, bancos na Áustria, Itália, França, Bélgica, Alemanha e Suécia representam 84% de todos os empréstimos bancários no centro e no Leste Europeu, sendo que o sistema financeiro austríaco tem quase a metade da exposição. Segundo a Dow Jones, os bancos da zona do euro têm US$ 1,3 trilhão em exposição de crédito na região, valor equivalente ao do mercado norte-americano de hipotecas subprime (de alto risco).
O alerta teve efeito bomba sobre as ações na Europa: a Bolsa de Londres caiu 2,43%; a de Paris recuou 2,94%; em Frankfurt, a perda foi de 3,44%.
Nos EUA, o índice Dow Jones fechou em queda de 3,79%; o S&P, de 4,56%; e o Nasdaq, de 4,15%. Além das notícias da Europa, que também pesaram sobre o sistema financeiro norte-americano, as montadoras estiveram na berlinda, já que hoje termina o prazo para que GM e Chrysler apresentem ao governo seu plano de reestruturação para terem acesso a recursos públicos.
Até o momento, a GM aceitou US$ 13,4 bilhões em empréstimos do governo e a Chrysler, US$ 4 bilhões. O caso mais grave é o da GM, que até teria recebido o conselho do governo de considerar a possibilidade de uma concordata. As ações da empresa estiveram entre as maiores quedas, com -12,80%.
Da safra de indicadores, o de atividade industrial Empire State, do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Nova York, divulgado hoje, foi mais um ponto de mau humor. O índice recuou para -34,65 em fevereiro, um nível recorde de baixa, ficando bem abaixo do patamar de -22,20 registrado em janeiro. O recorde anterior, de dezembro, foi de -27,88.
Também as siderúrgicas tiveram um pregão péssimo hoje, ao redor do globo, diante dos temores cada vez mais certos de encolhimento da demanda. A notícia de que a China não vai aceitar preços diferentes para o nosso minério de ferro e o da Austrália por causa das taxas de frete, como ocorreu no ano passado, ainda foi citado no Brasil para justificar as perdas fortes das ações da Vale.
A mineradora doméstica recuou 6,57% na ação ON - a segunda maior baixa do índice - e 6,02% na PNA. Estes papéis, ao lado de Petrobras, também concentraram as ordens de vendas de investidores estrangeiros, que deixaram o País em busca de ativos menos arriscados, como o ouro. Petrobras ON cedeu 5,66% e PN, 5,44%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo perdeu 6,88%, a US$ 34,93 o barril.
17 de Fevereiro de 2009 19:05
Bovespa não se fez de rogada: acompanhou com o pé no acelerador as perdas fortes registradas pelas bolsas ao redor do mundo. Caiu mais de 4%, no pior desempenho porcentual desde 12 de janeiro (-5,24%). Depois do tombo do PIB japonês, hoje foi o alerta da Moody's sobre os bancos da Europa que estressou os investidores, que ainda repercutiram os temores com a saúde das montadoras norte-americanas.
O Ibovespa, principal índice, recuou 4,77%, para 39.846,97 pontos, abaixo dos 40 mil pontos pela primeira vez desde 3 de fevereiro e a menor pontuação também desde esta data (39.746,76 pontos). Durante a sessão, tocou a mínima de 39.817 pontos (-4,84%) e a máxima de 41.838 pontos (-0,01%). No mês, ainda acumula ganho, de 1,39% e, no ano, de 6,12%. O giro financeiro totalizou R$ 4,286 bilhões.
A agência de classificação de risco Moody's alertou que pode rebaixar as notas (ratings) dos bancos da Europa Ocidental mais expostos no centro e Leste Europeu porque estas regiões enfrentam uma desaceleração econômica ainda mais profunda. Segundo a Moody's, bancos na Áustria, Itália, França, Bélgica, Alemanha e Suécia representam 84% de todos os empréstimos bancários no centro e no Leste Europeu, sendo que o sistema financeiro austríaco tem quase a metade da exposição. Segundo a Dow Jones, os bancos da zona do euro têm US$ 1,3 trilhão em exposição de crédito na região, valor equivalente ao do mercado norte-americano de hipotecas subprime (de alto risco).
O alerta teve efeito bomba sobre as ações na Europa: a Bolsa de Londres caiu 2,43%; a de Paris recuou 2,94%; em Frankfurt, a perda foi de 3,44%.
Nos EUA, o índice Dow Jones fechou em queda de 3,79%; o S&P, de 4,56%; e o Nasdaq, de 4,15%. Além das notícias da Europa, que também pesaram sobre o sistema financeiro norte-americano, as montadoras estiveram na berlinda, já que hoje termina o prazo para que GM e Chrysler apresentem ao governo seu plano de reestruturação para terem acesso a recursos públicos.
Até o momento, a GM aceitou US$ 13,4 bilhões em empréstimos do governo e a Chrysler, US$ 4 bilhões. O caso mais grave é o da GM, que até teria recebido o conselho do governo de considerar a possibilidade de uma concordata. As ações da empresa estiveram entre as maiores quedas, com -12,80%.
Da safra de indicadores, o de atividade industrial Empire State, do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Nova York, divulgado hoje, foi mais um ponto de mau humor. O índice recuou para -34,65 em fevereiro, um nível recorde de baixa, ficando bem abaixo do patamar de -22,20 registrado em janeiro. O recorde anterior, de dezembro, foi de -27,88.
Também as siderúrgicas tiveram um pregão péssimo hoje, ao redor do globo, diante dos temores cada vez mais certos de encolhimento da demanda. A notícia de que a China não vai aceitar preços diferentes para o nosso minério de ferro e o da Austrália por causa das taxas de frete, como ocorreu no ano passado, ainda foi citado no Brasil para justificar as perdas fortes das ações da Vale.
A mineradora doméstica recuou 6,57% na ação ON - a segunda maior baixa do índice - e 6,02% na PNA. Estes papéis, ao lado de Petrobras, também concentraram as ordens de vendas de investidores estrangeiros, que deixaram o País em busca de ativos menos arriscados, como o ouro. Petrobras ON cedeu 5,66% e PN, 5,44%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo perdeu 6,88%, a US$ 34,93 o barril.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Bovespa melhora no final e sobe com Vale e Petrobras
por Agência ESTADO
16 de Fevereiro de 2009 18:29
O feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos deixou o primeiro pregão da semana na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) apático, quase até seus últimos minutos. Investidores foram às compras das blue chips de olho nos vencimentos de índice Bovespa futuro e de opções sobre o índice, na próxima quarta-feira. Assim, a Bolsa doméstica livrou-se de um fechamento negativo.
O índice Bovespa terminou a sessão na máxima, em alta de 0,40%, aos 41.841,32 pontos. Na mínima, atingiu os 41.026 pontos (-1,55%). No mês, acumula alta de 6,47% e, no ano, de 11,43%. Segundo dados preliminares, o giro financeiro totalizou R$ 4,954 bilhões, mas quase metade dele decorreu do vencimento de opções sobre ações. Dados divulgados pela Bolsa mostraram que o exercício respondeu por R$ 2,104 bilhões, acima do último vencimento, em 19 de janeiro, quando o volume alcançou R$ 1,184 bilhão.
Antes da reação, prevaleceu sobre as ações o mau humor externo, depois que o Japão anunciou um tombo de 3,3% no PIB do quarto trimestre de 2008 ante o terceiro, ou de 12,7% em termos anualizados, a maior retração desde os primeiros três meses de 1974.
Em resposta à queda do PIB japonês, a maioria dos mercados de ações asiáticos fechou em baixa - a exceção foi a China -, assim como as bolsas europeias, onde também pesaram, sobretudo, as ações dos bancos, com os temores sobre a saúde das instituições financeiras.
Em Londres, o índice FT-100 caiu 1,31; em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,19%; em Frankfurt, o índice Dax-30 teve queda de 1,06%. Os papéis do Santander caíram 4,02% em Madri; o Credit Suisse recuou 4,94% em Zurique e o Deutsche Bank perdeu 6,47% em Frankfurt.
Com a fraqueza da segunda maior economia mundial, as commodities engataram trajetória descendente, diante da constatação de que a demanda, que já seria menor, agora deve ser ainda mais fraca do que o previsto. As commodities metálicas recuaram, bem como o petróleo. As blue chips domésticas passaram praticamente o dia todo influenciadas por tal desempenho, até melhorarem nos minutos finais da sessão.
Vale ON subiu 0,33% e Vale PNA, 0,75%. Do setor minerador, vale registro para a notícia de que a China Minmetals Nonferrous Metals Company, ou Minmetals, anunciou que comprará a australiana OZ Minerals por 2,6 bilhões de dólares australianos (US$ 1,7 bilhão). Na semana passada, a chinesa Chinalco já havia anunciado a elevação de sua participação na australiana Rio Tinto para 18%.
Nas siderúrgicas, Gerdau PN perdeu 1,07%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,14%, e Usiminas PNA, 1,24%. CSN ON teve alta de 1,05%. Em relatório a clientes, a corretora Socopa revisou para baixo os preços-alvo das ações dos papéis do setor siderúrgico para refletir o agravamento da crise e seus efeitos na economia real.
Petrobras avançou 0,97% a ON e 1,16% a PN. Com o feriado nos EUA, o petróleo era negociado apenas no pregão eletrônico. Às 18h22, recuava 0,56%, a US$ 37,30, com os temores de enfraquecimento da demanda.
O destaque do pregão na Bovespa foi Positivo Informática, que disparou 78,85%, com o surgimento de novos boatos de que uma multinacional da área de tecnologia de informação teria feito uma oferta pela companhia. Desta vez, Dell e Lenovo são apontadas como possíveis compradoras, segundo operadores.
16 de Fevereiro de 2009 18:29
O feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos deixou o primeiro pregão da semana na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) apático, quase até seus últimos minutos. Investidores foram às compras das blue chips de olho nos vencimentos de índice Bovespa futuro e de opções sobre o índice, na próxima quarta-feira. Assim, a Bolsa doméstica livrou-se de um fechamento negativo.
O índice Bovespa terminou a sessão na máxima, em alta de 0,40%, aos 41.841,32 pontos. Na mínima, atingiu os 41.026 pontos (-1,55%). No mês, acumula alta de 6,47% e, no ano, de 11,43%. Segundo dados preliminares, o giro financeiro totalizou R$ 4,954 bilhões, mas quase metade dele decorreu do vencimento de opções sobre ações. Dados divulgados pela Bolsa mostraram que o exercício respondeu por R$ 2,104 bilhões, acima do último vencimento, em 19 de janeiro, quando o volume alcançou R$ 1,184 bilhão.
Antes da reação, prevaleceu sobre as ações o mau humor externo, depois que o Japão anunciou um tombo de 3,3% no PIB do quarto trimestre de 2008 ante o terceiro, ou de 12,7% em termos anualizados, a maior retração desde os primeiros três meses de 1974.
Em resposta à queda do PIB japonês, a maioria dos mercados de ações asiáticos fechou em baixa - a exceção foi a China -, assim como as bolsas europeias, onde também pesaram, sobretudo, as ações dos bancos, com os temores sobre a saúde das instituições financeiras.
Em Londres, o índice FT-100 caiu 1,31; em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,19%; em Frankfurt, o índice Dax-30 teve queda de 1,06%. Os papéis do Santander caíram 4,02% em Madri; o Credit Suisse recuou 4,94% em Zurique e o Deutsche Bank perdeu 6,47% em Frankfurt.
Com a fraqueza da segunda maior economia mundial, as commodities engataram trajetória descendente, diante da constatação de que a demanda, que já seria menor, agora deve ser ainda mais fraca do que o previsto. As commodities metálicas recuaram, bem como o petróleo. As blue chips domésticas passaram praticamente o dia todo influenciadas por tal desempenho, até melhorarem nos minutos finais da sessão.
Vale ON subiu 0,33% e Vale PNA, 0,75%. Do setor minerador, vale registro para a notícia de que a China Minmetals Nonferrous Metals Company, ou Minmetals, anunciou que comprará a australiana OZ Minerals por 2,6 bilhões de dólares australianos (US$ 1,7 bilhão). Na semana passada, a chinesa Chinalco já havia anunciado a elevação de sua participação na australiana Rio Tinto para 18%.
Nas siderúrgicas, Gerdau PN perdeu 1,07%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,14%, e Usiminas PNA, 1,24%. CSN ON teve alta de 1,05%. Em relatório a clientes, a corretora Socopa revisou para baixo os preços-alvo das ações dos papéis do setor siderúrgico para refletir o agravamento da crise e seus efeitos na economia real.
Petrobras avançou 0,97% a ON e 1,16% a PN. Com o feriado nos EUA, o petróleo era negociado apenas no pregão eletrônico. Às 18h22, recuava 0,56%, a US$ 37,30, com os temores de enfraquecimento da demanda.
O destaque do pregão na Bovespa foi Positivo Informática, que disparou 78,85%, com o surgimento de novos boatos de que uma multinacional da área de tecnologia de informação teria feito uma oferta pela companhia. Desta vez, Dell e Lenovo são apontadas como possíveis compradoras, segundo operadores.
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