segunda-feira, 29 de março de 2010

DJI...após 29/03...suportes e resistências

INDJ10...após 29/03...suportes e resistências


Formou um "marubozu de alta" apoiado pelo "martelo" do pregão anterior.

Mantém ainda a tendência de alta com objetivos em 70.500, 71.200 e 71.500 pontos.

Abaixo dos 69.200 pontos, poderá refluir em tendência de queda, novamente

IBOV...após 29/03...ainda em tendência de alta


Confirmando o "martelo de alta" do pregão anterior, o Ibovespa abriu em alta, renovou sua máxima em 69.942 pontos e finalizou praticamente nesse patamar, nos 69.939 pontos ( + 1,83%).

O "candle" do gráfico diário é um "marubozu de alta" apoiado pelo "martelo de alta" de sexta.

Ao romper o topo da semana anterior nos 69.700 pontos, reverteu a tendência anterior de queda.

Os objetivos de alta de curto prazo, estão nos 70 mil, 70.480 e 71 mil pontos.

Volatilidade deve continuar nesta semana, com temores de déficit fiscal na Europa

por Equipe InfoMoney
29/03/10 19h32



SÃO PAULO – Mesmo com a ajuda à Grécia sendo anunciada e a expectativa de que indicadores macroeconômicos venham melhores nesta semana, a aposta é de que os próximos pregões serão de volatilidade.

A incerteza ainda permanece com os detalhes do plano de ajuda à Grécia ainda não revelados. Aliado a isso está o medo de que o forte déficit fiscal que assola o país báltico esteja também corroendo as contas públicas de outros países, como por exemplo, a Espanha e/ou a Itália, o que eleva ainda mais as preocupações do mercado.

“O déficit fiscal dos países europeus deve ainda continuar na pauta, impondo um viés de cautela como pano de fundo para os mercados, enquanto números melhores que o esperado, especialmente nos EUA, poderão amenizar as tensões e proporcionar alguns momentos de otimismo, limitando as perdas dos preços dos ativos de maior risco”, comenta a diretora de câmbio Miriam Tavares, da AGK Corretora de Câmbio.

Pesos
Miriam destaca que apesar de a União Europeia ter anunciado na última quinta-feira (25) um plano de socorro à crise grega, com provável participação do FMI (Fundo Monetário Internacional), o mercado não reagiu tão otimistamente justamente porque não houve divulgação dos detalhes da proposta.

“Existe ainda a percepção de que, talvez, a Grécia seja apenas o primeiro país a apresentar tais problemas”, aponta.

“Embora a visão já esteja bem cautelosa, para a qual o rebaixamento do rating de Portugal só contribuiu, o mercado poderia sentir muito mais caso a situação fiscal na Itália ou na Espanha, economias bem maiores do que a grega e a portuguesa, chegassem ao ponto de necessitar um resgate”, destaca Miriam.

Além do rebaixamento do rating português pela Fitch Ratings na semana passada, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s reiterou nesta segunda-feira (29) a perspectiva negativa para o rating AAA do Reino Unido, lembrando que este emissor ainda não tem planos claros para conter a dívida pública.

Esperança
Apesar das preocupações ainda permanecerem fortes e interferirem nas movimentações dos mercados internacionais e do doméstico, o economista Silvio Campos Neto, do Banco Schahin, está otimista com relação ao impacto dos indicadores econômicos internacionais.

“Os próximos dias podem trazer aspectos suficientemente fortes para romper com esta falta de sinal, em especial os sempre aguardados números do mercado de trabalho norte-americano”, explica Campos Neto.

Para ele, a perspectiva de bons números neste mês pode permitir uma tentativa de melhora do ambiente entre os investidores.

“Após mais de dois anos de perdas de empregos, março deve ter registrado retorno mais intenso das vagas criadas, embora parte do efeito seja devido às contratações temporárias do governo para a realização do censo”, analisa.

Além disso, o economista do Banco Shahin conta que alguns indicadores também sustentam opiniões mais otimistas entre agentes do mercado, como, por exemplo, o índice de confiança econômica da Zona do Euro e dados de vendas no varejo no Japão.

Enquanto o primeiro subiu para o maior nível em quase dois anos, as vendas no varejo no Japão cresceram 4,2% em fevereiro (comparação anual) acima das expectativas e maior alta mensal desde março de 1997.

“Ou seja, embora de maneira lenta, as nações desenvolvidas seguem na tentativa de emergir da difícil situação recente”, analisa o economista.

Desemprego nos EUA
Entre os destaques da agenda internacional desta semana está o Relatório de Emprego nos Estados Unidos. Apesar de esperarem melhora em breve, analistas ainda destacam os pontos preocupantes do mercado de trabalho norte-americano.

“Para março, nós finalmente esperamos ver quadro positivo para o payroll [folha de pagamentos] que exclui áreas agrícolas”, comentam os analistas do Wells Fargo. Eles preveem um payroll com 177 mil vagas adicionais, mais otimista que o consenso, que aponta para 150 mil postos de emprego criados no mês passado nos EUA.

“O payroll de fevereiro revelou uma modesta perda líquida de 36 mil empregos em um mês marcado por tempestades de inverno, o que sugere que a economia norte-americana está a ponto de ter crescimento de empregos”, acreditam.

A equipe de análise do Wells Fargo vê ainda uma taxa de desemprego em 9,7%, inalterada para o mês, “embora as pessoas que voltaram a procurar emprego possam influenciar uma pequena elevação do índice nos meses seguintes”, coloca.

Pra eles, é preciso ficar de olho nos indicadores de ganhos adicionais em horas trabalhadas e nos ganhos por hora para confirmar uma melhora da tônica do mercado de trabalho norte-americano.

“Os pedidos de desemprego continuam teimosamente altos, colocando uma tendência fraca para o crescimento dos empregos privados, enquanto a confiança do consumidor segue baixa em meio a um mercado de trabalho incerto”, apontam os analistas.

domingo, 28 de março de 2010

China investirá pesado no Brasil em 2010

por Agência ESTADO
28/03/2010 14:54

São Paulo - O ano de 2010 deverá assistir a um salto no volume de investimentos da China no Brasil, com os maiores negócios da história das relações bilaterais. A maior quantidade de recursos estará concentrada nos setores de petróleo, mineração e siderurgia, que atendem a necessidades estratégicas do país asiático para manutenção do alto ritmo de crescimento econômico.

A visita ao Brasil do presidente Hu Jintao, em 15 e 16 de abril, será um marco nessa onda de investimentos. Durante a passagem do líder chinês pelo Brasil deverá ser assinado contrato entre a LLX, do empresário Eike Batista, e a estatal Wisco (Wuhan Iron and Steel Corporation) para a construção de uma siderúrgica no Porto do Açu. Se concretizado, o investimento será o maior já realizado pela China no setor de siderurgia em outro país, além de ser o maior investimento chinês já recebido pelo Brasil. A Wisco entrará com 70% dos US$ 4,7 bilhões necessários à concretização do projeto.

A Petrobras e a Sinopec discutem parceria que pode levar à exploração conjunta de petróleo no Brasil e trabalham para que o acordo seja anunciado durante a visita de Hu. A estatal chinesa já tem participação de 20% em dois poços da Petrobras no Pará. Além disso, a companhia brasileira negocia novo empréstimo de US$ 10 bilhões com o Banco de Desenvolvimento da China (BDC), que poderá ser anunciado na visita do líder chinês.

Com a perspectiva de manter forte crescimento no futuro próximo, os chineses estão preocupados com a segurança energética e tentam garantir fontes estáveis de fornecimento. O descobrimento do petróleo na camada do pré-sal no Brasil abriu novo capítulo na exploração do produto e criou uma fonte potencial de fornecimento à China. "O setor de petróleo levará ao surgimento de nova geração de projetos de investimentos chineses no Brasil", disse o embaixador do Brasil na China, Clodoaldo Hugueney.

INDJ10...após 26/03...suportes e resistências

DJI...suportes e resistências na última semana de março


Na quarta semana de março, DJI abriu na segunda nos 10.741 pontos, refluiu até encontrar suporte nos 10.695 pontos mas a partir desse pontos retomou a tendência de alta até encontrar resistência em sua máxima na quinta-feira, nos 10.955 pontos.

Refluiu desse ponto até encontrar suporte nos 10.716 pontos, na sexta e reagiu a partir daí para fechar em 10.850 pontos, com alta de +1,00% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" semanal formado, se assemelha a um "piercing de alta", apoiado ainda pelo martelo anterior.

O "candle" do gráfico diário é um "doji" de aparente indefinição, mas cuja formação trouxe DJI para testar um novo fundo junto aos 10.816 pontos.

A perda desse suporte aumenta a probabilidade de continuidade da correção, até o patamar dos 10.695/10730 pontos, novamente.

Alguns indicadores mantem-se em região de "sobrecompra" o que favorece a possibilidade da continuidade dessa correção, no curtissimo prazo.

Caso reverta para romper o topo recente, nos 10.955 pontos, os próximos objetivos de alta estarão nos 11.030/11.070 pontos, no curto prazo.

IBOV...suportes e resistências na última semana de março


Na quarta semana de março, o Ibovespa abriu a semana nos 68.814 pontos, refluiu até encontrar suporte na mínima nos 67.899 pontos, na segunda, reagindo a partir desse ponto até encontrar sua máxima, na quarta nos 69.677 pontos.

A partir daí, em novo movimento de "refluxo" devolveu praticamente todo ganho da semana até atingir na sexta-feira, mínima intraday nos 68.024 pontos; reagiu desse piso até finalizar em 68.829 pontos;

Ligeira queda de - 0,21% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji" de aparente indefinição, enquanto no gráfico diário formou-se um "martelo de alta" sugerindo a possibilidade de abertura positiva, na próxima segunda.

Apesar da boa recuperação verificada no final do pregão da última sexta-feira, o fato de ter ocorrido topo e fundo descendentes na semana passada, em relação à semana anterior, pode ter dado início à formação de um "pivô de queda", que se confirmará caso ocorra nesta semana, a perda do suporte nos 67.900 pontos.

A perda do referido suporte poderá trazer o Ibovespa para testar a região entre 67.150 e os 67.480 pontos onde se encontra a MME semanal de 13 períodos.

A perda desses suportes aumentará a possibilidade do Ibovespa vir a testar suportes na região onde se encontra a MME de 21 pontos, nos 66.200 pontos.

Por outro lado, caso o Ibovespa consiga superar o topo recente dos 69.700 pontos, teremos novamente a possibilidade de recuperação da tendência de alta, com objetivos de curto prazo, nos 70.480 e 71 mil pontos.

sábado, 27 de março de 2010

SOJA futuro...volatilidade entre 20,70 e 21,40


Nesta semana, o mercado futuro de soja negociado na BMF, com vencimento para maio/2010, após variar com muita volatilidade e encontrar resistência formando "topo duplo" nos 21,40; finalizou em 21,00.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" sinalizando possibilidade de recuperação de preços na abertura dos mercados, na próxima segunda.

Por outro lado, a possível "ruptura" de um dos extremos do "movimento lateralizado" entre o intervalo citado, poderá alavancar no médio prazo 0,70 centavos de dólar/saca para cima ou para baixo, destes extremos, revertendo a atual tendência de indefinição de mercado.

Commodities...perspectivas para a última semana de março.



Fonte: Bloomberg

Situação em 26/03

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1259.66 -.17 1265.86 1269.71 1257.30
(Laranja)S&P GSCI 512.99 -2.12 517.54 519.82 511.40
(Verde)RJ/CRB Commodity 267.32 -.54 268.84 269.12 266.64
(Azul)Rogers Intl 3127.11 -3.41 3146.16 3156.29 3119.12


Situação em 19/03


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1281.68 -11.80 1291.95 1293.17 1273.82
S&P GSCI 521.50 -7.88 528.16 528.52 517.71
RJ/CRB Commodity 272.63 -3.05 275.68 275.68 271.15
Rogers Intl 3179.90 -38.82 3216.31 3217.16 3162.63


Variação semanal 19/03 a 26/03


INDICE Fechamento (19/03) x Fechamento(26/03) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1281.68 1259.66 -1,72%
S&P GSCI 521.50 512.99 -1,63%
RJ/CRB Commodity 272.63 267.32 -1,94%
Rogers Intl 3179.90 3127.11 -1,66%

Análise:

Na quarta semana de março, os preços das commodities ainda tentaram esboçar uma reação positiva no início da semana, mas no dia seguinte refluiram em queda, fechando nesta sexta em queda de -1,74%, na média desses quatro índices, em relação ao fechamento da semana passada.

Agora os preços estão em média+29% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando a média desses índices.

O gráfico semanal do "UBS Commodity Index", similar aos demais índices, mostra que desde o início de março, os preços parecem se movimentar no interior de uma "canal de queda", em direção a um provável teste na LTA de médio prazo.

O "candle" do gráfico semanal desse índice, é um "martelo invertido", sinalizando tendência de queda para a última semana do mês.

A possível solução para a crise financeira da Grécia, através de ajuda do FMI, não significa que os problemas na "zona do euro" acabaram. A Agência Fitch rebaixou os créditos da dívida de Portugal aumentando mais ainda as incertezas sobre os desdobramentos da situação de outros países europeus, como a Irlanda.

Essas incertezas aliadas à pressão de Obama para o governo chinês flexibilizar o "yuan", favorecendo as exportações americanas, não permitem assegurar o vigoroso crescimento do consumo de "commodities" como se imaginava, no início do ano.

Por outro lado, algumas economias emergentes, como a da Índia, retomaram a política de aumento de juros para conter os preços, o que poderá inibir o consumo de uma maneira geral.

sexta-feira, 26 de março de 2010

DJI...após 25?03... definindo objetivos de alta/baixa..


Acima do topo em 10.955 pontos objetivos nos 11.000 pontos.

Abaixo do fundo em 10.834 pontos, objetivos de queda em 10.710 pontos.

INDJ10...após 25/03...suportes e resitências


"Marubozu de queda" sugere continuidade da realização até a região dos 68.000/68.300 pontos.

Reversão da atual tendência de queda, somente com fechamento novamente acima dos 69.200 pontos.

IBOV...após 25/03..."martelo invertido" sugere abertura em queda


O Ibovespa após abrir em alta até atingir máxima em 69.572 pontos, em sintonia com DJI refluiu progressivamente até reverter sua tendência, fazendo mínima intraday nos 68.376 pontos para depois finalizar em 68.441 pontos (queda de -0,68%).

O "candle" do gráfico diário é um "martelo invertido" sinalizando a continuidade da queda.

Abaixo dos 69 mil pontos, o Ibovespa possui objetivos imediatos de queda nos 68.330 pontos e 67.970 pontos.

Nesse patamar é possível a ocorrência de pressão compradora que possa reverter a tendência de queda, no curto prazo.

Mantendó-se acima da MME de 13 períodos, nos 68.940 pontos, seus próximos objetivos de alta, no curto prazo, estarão nos 69.120 pontos, 69.500 e 70 mil pontos.

quinta-feira, 25 de março de 2010

LAD_IBOV_após 25/03_tocando a Média Móvel Suporte


A LAD (Linha de Avanços e Declíneos) está prestes a romper a linha da MME 50 que vem dando suporte ao movimento de alta, dos últimos meses.

A perda desse suporte poderá ensejar um movimento de queda mais intenso.

LAD do Ibovespa_após 25/03_perda da LTA


A LAD (Linha de Avanços e Declíneos) que representa o saldo do desempenho absoluto (total de altas - total de baixas) das ações que compõe o Ibovespa, perdeu nesta semana a LTA que vinha dando suporte à tendência de alta do Ibovespa.

Por outro lado, o IFR de 35 períodos mostra que esse indicador está próximo de atingir o "fundo" para uma possível reversão, o que poderá ocorrer no curto prazo.

Ata 'inédita' do Copom mexe com os juros futuros

BC disse claramente que irá subir a Selic na próxima reunião de política monetária de abril
por Gustavo Kahil de EXAME.com
25/03/2010 17:50

São Paulo - O mercado de juros futuros na BM&FBovespa foi movimentado nesta quinta-feira pela dura ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetára) do Banco Central. Realizado na semana passada, o encontro decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, mas a votação mostrou que 3 dos 8 diretores queriam subir o juro.

O documento revelou que "houve consenso entre os membros do Comitê quanto à necessidade de se implementar um ajuste na taxa básica de juros". O teor das palavras não deixa mais dúvidas de que o juro sobe na reunião a ser realizada no final de abril.

"Nunca antes na história do BC houve uma declaração tão clara de intenções. Esse parágrafo, talvez, tenha sido incluído porque a autoridade monetária ficou encurralada. As expectativas inflacionárias estão subindo e, em breve, podem se aproximar de 5,5% em 2010", diz Homero Guizzo, economista da LCA Consultores.


Para Eduardo Velho, economista-chefe da Prosper corretora, o documento revela que "todos os membros do Copom sinalizaram que tecnicamente se deveria elevar a taxa de juros em março". Ele indica que, por isso, o mercado agora pode começar a ficar dividido quanto a um ajuste mais elevado, de 0,75 ponto percentual. O consenso é de uma alta de 0,5 p.p.

"Essas dúvidas só serão dissipadas após a divulgação de alguns indicadores, como o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo) fechado de março, produção industrial de fevereiro e a capacidade instalada", explica Velho. Os juros futuros de curto e médio prazos tiveram ligeiro avanço nesta sessão.

Ao término do dia, o DI (Depósito Interfinanceiro) de junho de 2010 subiu de 8,91% para 8,93%. O vencimento de julho passou de 9,14% para 9,16%. O contrato de janeiro de 2011, o mais negociado, passou de 10,32% para 10,36%.

Ibovespa inverte sinal e encerra no campo negativo

O mercado americano trouxe volatilidade para o mercado no início da tarde e pressionou o índice para o campo negativo.
25/03/2010 18:04

São Paulo - O Ibovespa, principal Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, operou em alta durante a manhã, mas a reversão do mercado americano trouxe volatilidade para o mercado no início da tarde e pressionou o índice para o campo negativo. Aqui no Brasil, os investidores acompanharam as notícias corporativas e econômicas. Nos Estados Unidos, destaque para a divulgação do indicador que mede o número de pedidos de auxílio desemprego.

No cenário interno, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) divulgou a ata da última reunião, onde destacou a preocupação quanto a um eventual aumento das pressões inflacionárias no cenário macroeconômico brasileiro. A preocupação do Banco Central deve-se ao avanço do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) no ano.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 7,4% em média no segundo mês do ano. O índice é 0,2 p.p. maior que a taxa verificada em janeiro, quando registrou 7,2%.

No ambiente corporativo, o conselho de administração do grupo Oi divulgou a nova relação de troca de ações com a Brasil Telecom no âmbito da reorganização societária em curso pelas empresas. A nova relação é de 0,39 ação ordinária da Telemar para cada ação ordinária da BrT e de 0,21 preferencial classe C da Telemar, para ação peferencial da BrT. Perto do encerramento do pregão, os papéis PN da Brasil Telecom, despencaram 5,46%, enquanto os papéis ON e PN da Oi (Telemar) recuaram 0,79% e 1,82%, respectivamente.

A Cemig anunciou que celebrou um contrato de opção de venda de quotas e outras avencas com a Enlighted Partners Venture Capital, visando a aquisição de 13,03% do capital da Light. O negócio ocorrerá por meio da outorga de opção de venda das quotas da Luce Investiment Fund, detentora de 75% das quotas da Luce Brasil Fundo de Investimento em Participações. Perto das 17 horas, as ações ON da Cemig, valorizaram 0,61%, enquanto as PN recuaram 1,13%. Já os papéis da Light caíram 1,33%.

Entre os resultados corporativos, a Companhia Energética de São Paulo (CESP) registrou um lucro líquido de R$ 762,71 milhões em 2009, ante prejuízo de R$ 2,35 bilhões no mesmo período do ano anterior.

A Cesp divulgou que obteve um lucro líquido de R$ 762,71 milhões no ano passado, frente ao prejuízo de R$ 2,35 bilhões acumulado em 2008.

No mercado internacional, iniciou hoje uma reunião de líderes políticos europeus que, apesar de não prever na agenda o tema Grécia, alimenta as incertezas sobre qual será a solução para o país.

Nos Estados Unidos, os índices encerraram com sinais contrários, colaborando para a volatilidade nas bolsas. Além disso, os investidores acompanharam o noticiário econômico e corporativo.

O Departamento de Trabalho norte-americano divulgou que o número de pedidos de auxílio desemprego reportados no país, na última semana, registrou um total de 442 mil novos pedidos, o desempenho veio melhor que o esperado pelos analistas, cujas projeções giravam em torno de 450 mil.

Ata do Copom dá o tom da sessão e mercado de juros futuros fecha em alta

por Equipe InfoMoney
25/03/10 16h40

SÃO PAULO – Com a ata do Copom apresentando, de acordo com analistas, alta iminente para os juros na próxima reunião, as taxas de contratos dos juros futuros encerraram em alta nesta quinta-feira (25). Em sessão recheada de referências, os investidores ainda avaliaram a Pesquisa Mensal do Emprego e a confiança do consumidor brasileiro. Nos EUA, destaque ficou com o número de novos pedidos de auxílio-desemprego.

Ata do Copom
“Pressões inflacionárias” e “ajuste da política monetária” são alguns dos termos que pontuaram a ata do Copom. De forma geral, o que se extrai do documento é um Comitê significativamente mais preocupado quanto a um eventual aumento das pressões inflacionárias no cenário macroeconômico brasileiro.

Quanto à próxima reunião, o documento afirma que “o Comitê irá monitorar atentamente a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”.

Para a LCA Consultores, “o documento não poderia ter sido mais claro quanto ao horizonte em que esse ajuste deverá ter início” e a ata anunciou elevação de juros já para a próxima reunião, em abril, avaliou a consultoria.

Inflação
A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulgou o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) referente à terceira quadrissemana de março. O indicador apontou inflação de 0,44%, taxa 0,07 ponto percentual abaixo da registrada na medição anterior.

Emprego
A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,4% em média no segundo mês do ano - a menor taxa da série para um mês de fevereiro. O índice é 0,2 ponto percentual maior que a taxa verificada em janeiro, quando registrou 7,2%.

Em relação a fevereiro do ano passado, a taxa ficou 1,1 ponto percentual menor. Naquele mês, a taxa de desocupação era de 8,5%. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulgou a "Pesquisa Mensal de Emprego".

Confiança do consumidor
A confiança do consumidor apresentou alta de 0,6% entre fevereiro e março deste ano, passando de 110,2 pontos para 110,9 pontos, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas).

Contrato de janeiro de 2011 fechou com taxa de 10,35%
O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2011, registrou uma taxa de 10,35%, 0,02 ponto percentual acima do fechamento de quarta-feira

DJI...após 24/03...próximos objetivos...


O gráfico diário, ( apesar da pequena reação no final do pregão) se assemelha mais a um "marubozu de queda".

O fechamento muito próximo do "fundo duplo" pode estar sugerindo uma maior possibilidade de realizar o 1o. objetivo de queda, na região dos 10.760/10.770 pontos, antes de reverter a tendência, novamente para alta aos objetivos nos 10.930/10.970 pontos.

INDJ 10...tendência de baixa para testar novos suportes


O índice futuro INDJ10 abriu em queda até encontrar suporte nos 68.140 pontos; daí reagiu com força até encontrar resistência em 69.980 pontos.

Novamente após uma forte pressão vendedora, refluiu até nova mínima em 67.950 pontos. Finalizou em 69.180 pontos ( -0,82%).

O fechamento nesse patamar, abaixo da MME de 13 períodos, nos 69.420 pontos, sinaliza possibilidade de continuidade da queda para testar suportes na região dos 68.500 pontos, o que foi sinalizado pelo "martelo invertido" formado no gráfico diário.

Caso retome a alta e recupere o patamar dos 70 mil pontos, seu próximo objetivo estará nos 70.700 pontos.

Por outro lado a perda dos 69.200 pontos, enseja a possibilidade de retorno ao patamar dos 68.600/68.500 pontos, cuja perda poderá trazer o índice a testar o fundo recente na região dos 68 mil pontos.