domingo, 11 de abril de 2010

INDJ 10...após 09/04...projeções para a 2a. semana de abril


Formou um "doji" no gráfico semanal e pode oscilar entre os 69.500 pontos e os 73.600 pontos.

IBOV...perspectivas para a 2a semana de abril


Confirmando a tendência de alta das semanas anteriores, o Ibovespa abriu nos 71.149 pontos, na segunda; encontrou resistência nos 71.711 pontos, na terça; refluiu até encontrar suporte na mínima da semana, nos 70.461 pontos na quinta e a partir daí, nesse mesmo pregão reagiu com muita força até finalizar em 71.805 pontos.

Na sexta foi encontrar logo na abertura, resistência na máxima semanal nos 71.989 pontos e em seguida realizou os lucros do pregão anterior, finalizando a semana, nos 71.417 pontos com alta de apenas + 0,40% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "doji", produzido pela forte volatilidade de preços, durante a semana.

O "candle" do gráfico diário da última sexta, se assemelha a um "martelo cheio" provocado pela pequena reação ocorrida, no final do pregão.

O aspecto mais relevante dessa movimentação foi o Ibovespa ter respeitado o fundo que deu origem ao "pivô de alta" formado recentemente, nos 70.450 pontos, "linha de pescoço" que projeta o Ibovespa para objetivos de alta de longo prazo, nos 80.000 e 86.000 pontos.

Os próximos objetivos de alta de curto prazo, ao renovar nova máxima nos 71.990 pontos estão nos 72.500, 73.000 e 73.500 pontos.

É possível que alcançado o patamar dos 73.000/73.500 pontos, ou eventualmente o topo histórico nos 73.920 pontos, tenhamos novamente nova realização de lucros.

Reversão de tendência para baixa, somente com a perda de suportes na região dos 69.200 pontos.

PETR4_após 09/04_projeções de curto e médio prazos


A formação de um "triângulo de alta" no gráfico semanal projeta objetivo de curto prazo nos 37,70 e caso ocorra o rompimento do topo recente nos 40,09 o objetivo de alta médio/longo prazo se situa nos 44,28 com alta de aproximadamente 25,53% sobre o fechamento da semana.

ITUB4...após 09/04...projeções de médio prazo


Formação de "triângulo de alta" projeta ganhos de 17% caso ocorra rompimento do topo nos 40,60

BBDC4_após 09/04_projeções de médio prazo


"Triângulos de alta" projetam ganhos de 17/18% no médio prazo.

BBAS3_após 09/04_projeções de médio prazo



Acima de 31,16 os "triângulos de alta" mostrados no gráfico semanal do Banco do Brasil, projetam objetivos de médio prazo em 33,16; 35,19 e 36,87 (alta de 19% sobre o fechamento da última semana)

sábado, 10 de abril de 2010

Commodities...perspectivas para a 2a semana de abril



Situação em 09/04

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1319.75 9.04 1321.52 1323.52 1314.75
(Laranja)S&P GSCI 542.14 1.41 546.94 547.44 538.96
(Verde)RJ/CRB Commodity 276.13 .88 276.25 276.70 275.24
(Azul)Rogers Intl 3267.94 8.97 3276.11 3289.23 3253.95


Situação em 01/04


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1303.44 16.33 1290.56 1304.04 1290.35
S&P GSCI 537.71 7.55 534.76 538.74 533.75
RJ/CRB Commodity 276.43 3.09 274.63 276.65 273.34
Rogers Intl 3241.70 41.70 3207.28 3243.53 3205.17


Variação semanal 01/04 a 09/04


INDICE Fechamento (01/04) x Fechamento(09/04) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1303.44 1319.75 +1,25%
S&P GSCI 537.71 542.14 +0,82%
RJ/CRB Commodity 276.43 276.13 -0,11%
Rogers Intl 3241.70 3267.94 +0,81%

Análise:

Na primeira semana de abril, os preços das commodities deram sequência à recuperação verificada na semana anterior e fecharam nesta sexta, em leve alta de +0,69%, na média desses quatro índices, em relação ao fechamento da semana passada.

Os preços estão cerca de +29% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando a média desses índices.

O "candle" do gráfico semanal do "UBS Commodity Index", similar aos demais índices, se assemelha mais a um "doji" de indefinição, mas com tendência de alta, apoiado pelos "candles das semanas anteriores".

Caso consiga romper no curto prazo, o topo recente nos 136,10 pontos, sinaliza a possibilidade de tentar romper novamente o "topo" de jan/2010, nos 139,00 pontos, no médio prazo.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Dow Jones atinge 11.000 pontos pela primeira vez desde setembro de 2008

A alta do mercado foi favorecida pelo setor de energia, depois do bom desempenho do grupo Chevron
por Agência ESTADO
09/04/2010 21:39

Nova York - A Bolsa de Nova York terminou em alta nesta sexta-feira, minutos depois de o Dow Jones tocar os 11.000 pontos pela primeira vez desde setembro de 2008: o Dow Jones ganhou 0,64% e o Nasdaq, 0,71%. O índice vedette de Wall Street registrou 11.000,98 pontos, minutos antes do encerramento. O DJIA não havia chegado a este nível desde 29 de setembro de 2008, 10 dias antes da quebra do banco Lehman Brothers.

A alta do mercado foi favorecida pelo setor de energia, depois do bom desempenho do grupo Chevron, de petróleo, explicou Andrew Fizpatrick, da agência Hinsdale Investment. O Nasdaq, de alto componente tecnológico, ganhou por sua vez 17,24 pontos a 2.454,05 unidades e o índice ampliado Standard & Poor's 500 subiu 7,93 pontos (+0,67%) a 1.194,37.

A publicação de cifras econômicas sucessivas, globalmente sólidas, alimentam "a impressão de que a recuperação da economia é levemente mais forte neste trimestre do que se esperava", observou Gregori Volokhin, da Meeschaert New York.

No mercado obrigatório, o rendimento dos bônus do Tesouro a 10 anos retrocedeu a 3,888% contra 3,896% na noite de quinta-feira e o dos títulos a 30 anos a 4,746% contra 4,761%.

Confira a agenda do investidor para a segunda semana de abril

por Equipe InfoMoney
09/04/10 18h20

SÃO PAULO - Dentro da agenda para a segunda semana de abril, destaque para a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve e aos dados do orçamento norte-americano.

No front doméstico, os olhares se voltam para o IGP-10, com a variação registrada pelo índice de inflação durante o mês de abril, além do vencimento dos contratos futuros de Ibovespa.

Segunda-feira (12/4)

Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao primeiro decêndio de abril, que é bastante utilizado pelo mercado e retrata a evolução geral de preços na economia.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

15h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de março do Treasury Budget (orçamento governamental).

Terça-feira (13/4)


Brasil

Não serão revelados indicadores relevantes no País neste dia.

EUA

9h30 – Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de março. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.

9h30 - Destaque ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de fevereiro, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

Quarta-feira (14/4)


Brasil

9h30 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresenta a Pesquisa do Comércio de fevereiro, que acompanha a evolução da atividade comercial no Brasil, com indicadores calculados para cada região do País.

Haverá o vencimento de opções sobre os contratos de Ibovespa Futuro negociados na BM&F Bovespa.

EUA

9h30 - Principal destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de março, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

9h30 - Atenção para a divulgação do CPI (Consumer Price Index) e de seu núcleo, que mensuram os preços ao consumidor referentes ao mês de março.

11h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês fevereiro.

11h30 - Confira o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

15h00 - Investidores estarão atentos ao Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.

Quinta-feira (15/4)

Brasil

8h00 - A FGV revela o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de abril. O índice, que é formado por um conjunto de parâmetros de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - O Fed de Nova York apresenta o NY Empire State Index referente ao mês de abril. Esse índice tem como intuito medir a atividade manufatureira no estado, um dos principais do país.

10h15 - Destaque para os números do setor industrial do mês de março, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

11h00 - O Fed da Filadélfia revela o Philadelphia Fed Index de abril, indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado.

Sexta-feira (16/4)


Brasil

8h00 - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

EUA

9h30 - Sairão os índices Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas no mês de março.

10h55 - A Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.


Segunda-feira (19/4)


Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à segunda quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também o vencimento de opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

EUA

11h00 - A Conference Board apresenta o Leading Indicators referente ao mês de março. O relatório compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra e permissões para construção.

Ibovespa realiza lucros no ultimo pregão da semana

por Agência ESTADO
09/04/2010 20:50

São Paulo - A Marfrig anunciou que irá investir R$ 150 milhões, através de sua subsidiária Seara alimentos, na construção de granjas de frango e um abatedouro para a produção de unidades in natura (sem processamento). A nova unidade terá capacidade de abate de 200 mil aves por dia, aumentando para 2,6 milhões a capacidade de abate diária da Marfrig em todo o país.

No mercado externo, a Fitch Ratings reduziu o "rating" de longo prazo soberano da Grécia, tanto em moeda local quanto em estrangeira, de BBB+ para BBB-, com perspectiva negativa, refletindo desafios fiscais mais intensos e prospectos adversos para o crescimento econômico.

Apesar da noticia desanimadora vinda da Grécia, os mercados internacionais não foram afetados, já que as informações de que a União Européia está preparada para ajudar o país foram mais fortes.

Nos Estados Unidos, as bolsas valorizaram, reagindo também ao indicador divulgado pelo Departamento do Comercio sobre o nível de estoques no atacado, que subiu 0,6% em fevereiro, ante a expectativa para alta de 0,4%, o que trouxe ânimo para o mercado.


O Ibovespa, principal Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, oscilou durante esta semana, refletindo notícias divergentes no cenário externo. No mercado internacional, a Grécia foi o destaque positivo e preocupante. Nos Estados Unidos, o pronunciamento do Fomc (Federal Open Market Committee) e do presidente do Federal Reserve, agitou o mercado. O ambiente corporativo, por sua vez, atraiu as atenções no cenário interno.

No cenário internacional, a situação fiscal da Grécia voltou a preocupar os investidores. No início da semana, agências internacionais divulgaram que o país busca alterar as condições do pacote de ajuda definido pela União Europeia, para sofrer menores restrições em caso de participação do FMI (Fundo Monetário Internacional). No entanto, na quinta-feira, os mercados globais foram tranquilizados com a declaração feita pelo presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, no qual a autoridade afirmou que um calote da Grécia não está em questão, baseado nos números sobre o déficit orçamentário do país no 1º trimestre, quando o déficit caiu para 4,3 bilhões de euros, ante de 7,1 bilhões negativos, no mesmo período do ano passado.

Nos Estados Unidos, as atenções dos investidores ficaram voltadas para o discurso de importantes autoridades: a ata do Fomc reforçou que a taxa básica de juro, que está próxima a zero, deve permanecer inalterada por mais tempo no país. Fora isso, as autoridades destacaram que, ainda que pontos positivos possam ser considerados, como o bom desempenho do setor de varejo e da indústria manufatureira, o mercado imobiliário segue trazendo números preocupantes, especialmente quanto à venda de imóveis novos; e o discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, que reforçou as pautas descritas pelo Fomc, afirmando que a economia dos Estados Unidos ainda enfrenta obstáculos significativos na concessão de crédito e no mercado de trabalho e imobiliário.

Por fim, o indicador que mede o crédito ao consumidor norte-americano revelou um recuo de US$ 11,50 bilhões no montante de crédito concedido em fevereiro, em relação ao mês anterior, ficando bem abaixo das projeções dos analistas, que esperavam uma queda de US$ 700,00 milhões.

No cenário econômico doméstico, o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, informou que a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para este ano, foi elevada pela décima vez consecutiva, registrando variação positiva de 5,18%.

Entre as notícias corporativas, as ações PN da Tam figuraram entre as maiores altas do Ibovespa nesta semana, após a companhia firmar um contrato com a Caixa Econômica Federal para o financiamento de pacotes turísticos à clientes pessoa física, correntistas ou não, diretamente nas lojas da TAM Viagens. Além disso, a empresa também divulgou uma parceria com a Continental Airlines, visando a fidelização de clientes.

O Banco do Brasil (BB) informou que o Banco Central aprovou a incorporação da Nossa Caixa, anunciada em novembro de 2008.

Em relação às ofertas públicas, esta semana a Julio Simões Logística iniciou o período de reservas da companhia no âmbito de seu IPO (Oferta Pública Inicial de Ações). Os ativos serão negociados sob o código JSLG3 e operarão no Novo Mercado.

No mesmo sentido, a Mills Estruturas e Serviços de Engenharia também iniciou o período de reservas da oferta inicial de ações (IPO). Os papéis serão listados no Novo Mercado da BM&F Bovespa, sob o código MILS3.

INDJ10...após 08/04...suportes e resistências


"Martelo de alta" sugere rompimento dos 72 mil pontos para buscar objetivos nos 73.200 pontos.

DJI...após 08/04...suportes e resistências


"Martelo de alta" sugere rompimento dos 11.000 pontos com objetivos nos 11.100 pontos.

IBOV...após 09/04...suportes e resistências


"Martelo de alta" sinaliza teste nos 72.500 e objetivos em 73.100 pontos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Bolsas de NY viram e sobem com dados sobre varejo

por Gustavo Nicoletta
08/04/2010 14:48

Nova York - Os principais índices do mercado de ações dos EUA saíram do território negativo e passaram a subir levemente, impulsionados por notícias sobre uma potencial fusão entre a US Airways e a UAL - controladora da United Airlines - e por dados que mostraram aumento nas vendas de grandes redes varejistas em março.

Às 13h36 (de Brasília), o Dow Jones subia 0,09%, para 10.907 pontos, o Nasdaq avançava 0,08%, para 2.433 pontos, enquanto o S&P 500 tinha alta de 0,09%, para 1.183 pontos. Entre as empresas do segmento varejista, a Target subia 2,83% após divulgar que as vendas de lojas da rede abertas há um ano ou mais cresceram 10,3% no mês passado. Outras companhias do setor, como J.C. Penney e Kohl's, divulgaram aumento de 5,4% e de 23%, respectivamente, nas vendas do mesmo período.

Anteriormente, os índices de ações operavam em baixa, pressionados por um aumento inesperado nos pedidos de auxílio-desemprego dos EUA e por receios com a dívida grega. Segundo o Departamento de Trabalho dos EUA, o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego subiu 18 mil na semana até 3 de abril, ante expectativa de queda de 1 mil pedidos.

Operadores disseram ainda que as ações estão sendo afetadas por negociações técnicas relacionadas à proximidade do índice Dow Jones da barreira dos 11 mil pontos e pela expectativa dos investidores com a temporada de balanços do primeiro trimestre, que começa na próxima semana. As informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

DJI...após 07/04..."martelo" sugere reversão para alta

INDJ10_após 07/04_"martelo" no gráfico diário sugere abertura em alta...


O Indice INDJ10 abriu em queda nos 70.850 pontos, vindo primeiramente encontrar suporte em 70.800 pontos, de onde reagiu até encontrar resistência na máxima em 71.435 pontos. A partir daí, refluiu com força até fazer nova mínima em 71.565 pontos.

Reagiu a partir dessa mínima até finalizar em 70.975 pontos (-0,31%).

O "candle" do gráfico diário é um "martelo de alta" sugerindo abertura em alta, no pregão desta quinta.

Próximos objetivos "intraday" de queda (menos provável) estão nos 70.500 e 70.350/70.240 pontos.

Objetivos de alta (com maior probabilidade) estão em 71.125 pontos, 71.435 pontos (topo anterior), 71.550 pontos (objetivo intraday anterior não realizado), 71.760 pontos (resistência diária) e 71.900 pontos (topo recente).

Fechamento com nova máxima acima dos 71.435 pontos sinalizará reversão de tendência, para alta.

IBOV...após 07/04...suportes e resistências



O Ibovespa abriu em 71.092 pontos, foi atingir a máxima intraday em 71257 pontos, depois refluiu até fazer nova mínima em 70.531 pontos e finalizou em 70.793 pontos (-0,43%).

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo cheio", provocado pela reação intraday, sugerindo a possibilidade de abertura em alta.

Para assegurar uma possível reversão de tendência, o Ibovespa deverá romper novamente a máxima nos 71.257 pontos, para continuar seu movimento rumo aos 72.000, 72.500 e 73 mil pontos, nos curto e médio prazos.

Existe a possibilidade (ainda que remota), do Ibovespa refluir ainda mais para buscar suportes nas suas médias móveis, na região dos 70.200 pontos, antes de retomar a tendencia altista.

Somente a perda definitiva dos 70 mil pontos poderá sinalizar uma possibilidade de continuidade do movimento de realização.

Indicadores dos EUA trazem queda às bolsas e Ibovespa recua 0,43%

por Equipe InfoMoney
07/04/10 17h44

SÃO PAULO - Com indicadores decepcionantes nos EUA e na Europa, os mercados acionários tiveram uma quarta-feira (7) de queda, mesmo movimento visto pelas principais commodities. Por aqui, o Ibovespa operou de lado durante a tarde, e rumou para o campo negativo no final do pregão, fechando com desvalorização de 0,43%, a 70.792 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 6,38 bilhões.

Estendendo as perdas da última semana, após o anúncio do programa Minha casa, Minha Vida, as ações de empresas do setor imobiliário se destacam na ponta vendedora do Ibovespa. Dentro dos dados divulgados da poupança com relação a março, consta que houve queda de 88% na passagem mensal na captação líquida no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, cujos recursos são usados para o financiamento de imóveis residenciais), que atingiu de R$ 70,551 milhões no mês passado.

As siderúrgicas, que nos últimos pregões têm mostrado valorização, também estiveram entre as maiores quedas do índice, com destaque negativo para Usiminas e CSN.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1
USIM3 Usiminas ON 60,50 -3,04 +21,08 25,60M
PDGR3 PDG Realty ON 14,45 -3,02 -16,71 63,08M
RSID3 Rossi Resid ON 12,63 -3,00 -17,45 36,28M
FIBR3 Fibria ON 38,03 -2,98 -2,71 43,03M
RDCD3 Redecard ON 30,37 -2,66 +4,72 116,73M

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1
KLBN4 Klabin PN 5,72 +5,15 +7,72 30,91M
PCAR5 Pao de Açucar PNA 64,11 +5,12 -1,40 152,98M
GOLL4 Gol PN N2 22,92 +3,24 -9,27 59,95M
EMBR3 Embraer ON 10,55 +2,93 +10,94 20,44M
LREN3 Lojas Renner ON 41,91 +2,10 +6,64 31,06M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
VALE5 Vale PNA 50,20 +0,46 616,69M 695,13M 13.649
PETR4 Petrobras PN 35,80 -0,78 540,95M 710,21M 17.080
OGXP3 OGX Petróleo ON 17,22 -0,12 263,34M 274,84M 6.145
USIM5 Usiminas PNA 59,95 -1,64 254,31M 150,26M 7.056
GGBR4 Gerdau PN 30,90 -0,52 213,01M 143,51M 9.321

O clima esquenta entre as siderúrgicas europeias e a Vale, após a empresa pedir à Comissão Europeia que investigue as siderúrgicas do continente por concorrência desleal. Os europeus afirmaram estarem surpresos com o comportamento da mineradora e alertaram que sua dependência do minério de ferro será reduzida com a adoção de estratégias contra as gigantes do setor. Ainda sobre a mineradora, o jornal chinês Ming Pao Daily News informou que a Vale está negociando abrir capital na Bolsa de Valores de Hong Kong. As ações da mineradora avançaram na sessão.

A JBS comunicou nova alteração no cronograma de sua oferta pública primária de ações. A companhia já havia adiado por 12 dias a operação na primeira vez que protocolou o pedido este ano. Após esse período, a oferta secundária foi retirada do prospecto. O prazo de reserva dos papéis começará dia 14 de abril, em vez da data original que era 12 de abril.

Tramitando pelo Senado, o projeto que autoriza a capitalização da Petrobras segue em discussão entre oposição e aliados do governo, que clamam pela urgência da aprovação. Romero Jucá, líder do governo no Senado, revelou à Agência Brasil que a capitalização da estatal provavelmente será votada antes das eleições de outubro para a presidência, processo que deve garantir para a Petrobras mais de R$ 88 bilhões em investimentos. Os papéis da petrolífera recuaram na sessão.

Agenda e noticiário

O BoJ (Bank of Japan) manteve a taxa básica de juro em 0,1% ao ano, citando desafios como a deflação e as fracas exportações. A revisão do PIB (Produto Interno Bruto) da Zona do Euro revelou estagnação no último trimestre, ante uma expansão de 0,1% na medição anterior, surpreendendo negativamente os mercados.

Nos EUA, o crédito ao consumidor dos EUA voltou a cair em fevereiro e veio muito abaixo do esperado, registrando US$ 11,5 bilhões de recuo no montante. As projeções indicavam variação negativa em torno de US$ 0,7 bilhão. Já no plano corporativo GM (General Motors) anunciou um prejuízo de US$ 3,4 bilhões no quarto trimestre de 2009, resultado melhor que as perdas de US$ 9,6 bilhões postadas no mesmo período de 2008, mas consideravelmente pior que os desempenhos de suas concorrentes Ford e Toyota.

Por aqui, o IBGE divulgou crescimento da indústria em 7 das 14 regiões pesquisadas entre janeiro e fevereiro, além de estimar avanço de 8,5% da produção agrícola em 2010. Já o faturamento da indústria cresceu 11,3% em fevereiro na base anual, segundo o CNI. Por fim, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostrou que o preço da cesta básica de São Paulo subiu 10,49% em março, na comparação com fevereiro.

Dólar

Após iniciar o dia instável, o dólar comercial foi intensificando sua trajetória positiva durante a tarde, apoiado principalmente na pauta econômica internacional. Com forte alta de 1,25% - maior variação positiva diária desde 4 de fevereiro deste ano, quando subiu 2,17% -, a moeda interrompeu uma sequência de seis quedas consecutivas, fechando cotada na venda a R$ 1,776.

Por aqui, o Banco Central realizou mais um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista entre as 15h39 e as 15h49 (horário de Brasília), com uma taxa de corte de R$ 1,7702. Ainda sobre essas intervenções, o BC informou que adquiriu US$ 2,891 bilhões durante o mês de março, elevando o montante adquirido desde o início do ciclo de compra de dólares - em maio de 2009 - para US$ 32,425 bilhões.

Além disso, a autoridade monetária mostrou no fluxo cambial que a entrada de dólares no País durante o terceiro mês do ano superou a saída em US$ 2,114 bilhões, resultado da diferença entre o saldo superavitário de US$ 2,394 bilhões do fluxo comercial e o déficit de US$ 280 milhões do fluxo financeiro. No acumulado em 2010, o desempenho segue positivo, subindo para US$ 2,114 bilhões.

Bolsas Internacionais

O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em baixa de 0,66% e atingiu 10.898 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvalorizou-se 0,59% a 1.182 pontos, da mesma forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, caiu 0,23% a 2.431 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou baixa de 0,67% e atingiu 4.027 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvalorizou-se 0,48% chegando a 6.222 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,32% a 5.762 pontos.

Renda Fixa

Com os investidores atentos às referências econômicas do dia, o mercado de juros futuros fechou em alta, e o título com maior liquidez, de janeiro de 2011, fechou apontando taxa de 10,42%, alta de 0,02 ponto percentual frente ao último fechamento.

No mercado de títulos da dívida externa, o Global 40, com maior liquidez, era cotado a 133,25%, queda de 0,33% em relação à véspera. Já o risco-país era cotado a 181 pontos-base no fechamento dos mercados, alta de 7 pontos-base frente ao fechamento anterior.

Confira os eventos previstos para quinta-feira

Por aqui, a FGV (Fundação Getulio Vargas) anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de abril. A instituição publica ainda o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de março, importante medida de inflação nacional.

O IBGE reporta o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de março. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação. O órgão ainda apresenta a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de março, levantamento dos preços e dos custos dos materiais utilizados no setor.

O Dieese revela o Índice de Custo de Vida referente ao mês de março. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.

Nos EUA, será divulgado o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims). Na Europa, o dia será marcado pela reunião de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco Central da Inglaterra. Os membros dos comitês vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico.

Déficit obriga EUA a subir impostos ou reduzir gastos sociais

por Agência ESTADO
07/04/2010 17:21

Washington - Os Estados Unidos deverão tomar decisões difíceis como aumentar impostos ou reduzir os gastos sociais, devido ao insustentável déficit orçamentário, advertiu o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, nesta quarta-feira.

A economia "começa a crescer novamente", no entanto, "estamos longe de estarmos a salvo" declarou Bernanke em um discurso em Dallas, Texas (centro-sul do país).

Entre os motivos de preocupação, Bernanke citou o alto índice de desemprego no país (9,7% no final de março).

"As contratações continuam sendo escassas", disse, apesar de a criação de vagas em março ter atingido o maior ritmo em três anos.

Em relação ao longo prazo, Bernanke disse que a situação orçamentária e o envelhecimento da população dos Estados Unidos obrigarão o país a tomar uma complicada decisão entre aumentar impostos, reduzir ajudas sociais e gasto público.

Em referência às "decisões complicadas" Bernanke afirmou que o país inevitavelmente deverá escolher entre "impostos mais altos, mudanças nos programas de seguridade social ou de saúde pública e menos gasto em todo o restante que inclui desde educação à defesa e seguridade social, ou uma combinação das duas", completou

Economia dos EUA ainda enfrenta problemas, diz Bernanke

por EXAME
07/04/2010 16:28

Dallas - O chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, disse nesta quarta-feira (7) que a economia dos Estados Unidos ainda enfrenta obstáculos significativos, incluindo um setor imobiliário que ainda tem de se recuperar de forma convincente e um mercado de trabalho abatido.

Num discurso sugerindo que o chairman do banco central norte-americano não está com pressa para começar a elevar as taxas de juros, Bernanke ressaltou uma série de desafios para as perspectivas de crescimento econômico do país.

"Muitos norte-americanos ainda estão presos ao desemprego ou à execução de hipotecas, ou a ambos", afirmou Bernanke em texto preparado para a Câmara Regional de Comércio de Dallas. "Estamos longe de estarmos sem problemas."

Em particular, Bernanke destacou a contínua fraqueza no setor imobiliário como um perigo para a recuperação. Contudo, ele disse que a retomada seria sustentável o suficiente para reduzir levemente a taxa de desemprego com o tempo.

"Ainda temos que ter evidências de uma recuperação sustentável no mercado imobiliário", afirmou.

Diante desse cenário, o chairman do Fed não vê razão imediata para se preocupar com a inflação, classificada por ele como "bem controlada". Bernanke acrescentou que as expectativas inflacionárias, elemento considerado pelas autoridades do Fed um norte crucial para a definição da política monetária, parecem estar estáveis, tanto nos indicadores do mercado quanto nas pesquisas