sábado, 24 de abril de 2010

IBOV...após 23/04...suportes e resistências



O Ibovespa abriu a semana em 69.418 pontos, refluiu até encontrar suporte nos 68.378 pontos; reagiu a partir daí até encontrar resistência nos 69.701 pontos, na terça, refluiu na quinta até encontrar suporte na mínima nos 68.080 pontos; reagiu novamente até encontrar resistência na máxima em 69.709 pontos, na sexta, fazendo um "topo duplo" nesse patamar.
Finalizou praticamente estável em 69.509 pontos, com leve alta de +0,13% sobre o fechamento da semana anterior. No dia, alta de apenas +0,18%.

Os "candles" dos gráficos semanal e diário são "dojis" de indefinição.

Apesar de DJI e os mercados americanos estarem fortalecidos, renovando novas máximas, nas últimas semanas, o mesmo não ocorre com o Ibovespa, "descolado" de DJI.

A nova política de juros que será anunciada pelo COPOM, na próxima quarta-feira talvez seja a principal razão dessa "indefinição". Enquanto os mercados americanos sabem de antemão que lá os juros ainda poderão ficar estáveis por algum tempo, no Brasil, a expectativa é por um aumento de 0,25% a até 0,75% (segundo alguns analistas).

Dependendo do tamanho desse reajuste e do "tom do anúncio" poderemos ter uma melhor definição para a tendência desta e talvez das próximas semanas.

Caso o Ibovespa se mantenha acima do "topo duplo" dos 69.700 pontos, os objetivos de curto prazo do Ibovespa estarão nos 70.000/70.450 pontos.

Acima desse patamar seus próximos objetivos e resistências estarão nos 70.990 e 71.300 pontos.

Os principais suportes semanais se encontram na média móvel de 13 períodos nos 68.750 pontos/68.600 pontos.

Abaixo desse patamar o Ibovespa poderá voltar a testar o fundo recente nos 68 mil pontos, cuja perda poderá trazer aos objetivos de queda nos curto e médio prazos, nos 67.200 pontos e 66.500 pontos.

VALE 5...após 23/04...suportes e resistências...


VALE 5 deu sequência ao movimento de queda da semana anterior, abrindo na segunda nos 50,14 até encontrar resistência na máxima, nos 50,64; a partir desse ponto, refluiu nos demais dias até encontrar suporte na mínima semanal nos 48,11, na quinta; encontrou resistência nos 49,67 e finalizou em 49,23, na sexta com queda na semana de - 2,65%.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" pela recuperação ocorrida a partir do fundo, nos 48,11.

O "candle" do gráfico diário é um "piercing" de queda (-0,93% de queda no gráfico diário).

Mantendo-se acima da resistência em 49,98 (média móvel de 13 períodos) os objetivos imediatos de alta/resistências estarão em 50,50; 50,65; 51,40 e 51,60.

Abaixo de 48,94 (fundo anterior) poderá vir a testar novamente no fundo na região dos 48,11, cuja perda poderá trazer VALE 5 aos objetivos de queda na região dos 47,20.

PETR4...após 23/04...suportes e resistências


PETR 4 oscilou com forte volatilidade durante a semana, abrindo nos 32,60 e vindo buscar suporte nos 32,51 logo após a abertura, na segunda; reagiu com força a partir desse suporte, até encontrar resistência nos 34,30, no fechamento da terça; na quarta as ADR's deram o tom de queda, fechando o "gap de alta" aberto na terça, na NYSE (bolsa de Nova York), o que ocorreu, no Brasil, na quinta; e na sexta retomou sua tendência de alta fechando em 33,96, sem contudo romper novamente o topo semanal nos 34,30.

Alta na semana de + 3,07%.

O "candle" do gráfico semanal, como o do gráfico da última sexta é um "marubozu" de alta, face à predominância da pressão compradora, após o teste na região dos 32,50.

Por outro lado, PETR 4 possui fortes resistências, na região dos 34,30/34,50.

Acima dos 34,50 seus próximos objetivos de alta, de curto/médio prazos, estarão nos 34,70 e 35,60.

Abaixo dos 33,30 pontos
, seu objetivo de queda estará nos 32,80 e abaixo disso, poderá refluir novamente à região dos 32,50 pontos.

DJI...após 23/04...suportes e resistências


Em uma semana marcada por forte volatilidade, DJI abriu nos 11.018 pontos, veio buscar suportes nos 10.978 pontos, mas a partir desse fundo, refluiu com força, e por 3 vezes na semana tentou (sem sucesso) romper o topo anterior, nos 11.153 pontos.

Porém, nesta última sexta, conseguiu seu intento, alcançando o objetivo intermediário dos 11.173 pontos e fechando praticamente na máxima nos 10.204 pontos, muito próximo de seu objetivo de curto prazo, nos 11.223 pontos.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo de alta", como também o do gráfico diário, formado na última sexta-feira.

É possível que após atingido o referido objetivo nos 11.223/11.250 pontos, DJI possa realizar com maior intensidade, visto que já tivemos 8 semanas seguidas de alta e 10 semanas seguidas fechando com "martelos".

Por outro lado, os principais indicadores gráficos já operam em região fortemente "sobrecomprada" sugerindo a possibilidade de uma realização mais forte.

Commodities...perspectivas para a última semana de abril




Fonte: Bloomberg

Situação em 23/04

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1331.80 4.78 1324.25 1335.10 1321.05
(Laranja)S&P GSCI 548.86 6.21 542.16 549.40 539.81
(Verde)RJ/CRB Commodity 279.05 1.93 277.21 279.38 276.46
(Azul)Rogers Intl 3305.28 21.46 3273.35 3309.07 3267.84


Situação em 16/04


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1326.56 -16.84 1338.42 1345.23 1318.59
S&P GSCI 544.18 -9.13 551.31 552.19 540.52
RJ/CRB Commodity 276.29 -3.46 279.28 279.75 275.42
Rogers Intl 3281.54 -42.93 3311.39 3322.98 3261.37


Variação semanal 16/04 a 23/04


INDICE Fechamento (16/04) x Fechamento(23/04) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1326.56 1331.80+0,40%
S&P GSCI 544.18 548.86 +0,86%
RJ/CRB Commodity 276.29 279.05 0,99%
Rogers Intl 3281.54 3305.28 +0,72%

Análise:

Na terceira semana de abril, os preços das commodities oscilaram em sintonia com a divulgação dos principais indicadores das economias mundiais e motivadas pelo otimismo das bolsas americanas, fecharam nesta sexta em alta de +0,74%, na média desses quatro índices, em relação ao fechamento da semana passada.

Os preços estão cerca de +35% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando a média desses índices.

O "candle" do gráfico semanal do "UBS Commodity Index", que fechou a semana com alta de +0,68% e similar aos demais índices, é um "martelo ", formado sem ter conseguido romper o topo da semana anterior e tendo feito no início da semana, um fundo inferior ao fundo dessa mesma semana.

Abaixo dos 133,58 objetivos de queda, nos 129,80 pontos.

Acima do topo nos 137,20, objetivos de alta no topo dos 139,00 pontos.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Afastando os temores de bolha, Austin vê o Brasil em fase de "reaquecimento"

por Equipe InfoMoney
23/04/10 19h50



SÃO PAULO - Nos últimos dias, os mercados têm emitido sinais cada vez mais evidentes de apreensão em relação à economia brasileira. As últimas projeções do FMI (Fundo Monetário Internacional), Citi e Moody's Economy para o PIB (Produto Interno Bruto) do País deixam evidente que as preocupações com os riscos de superaquecimento econômico, reforçando os temores de uma formação de bolha.

Indo na contramão do consenso dos mercados, a Austin Rating não concorda com esse ponto de vista pessimista e, baseando-se na análise de indicadores da economia doméstica, afirmam que o cenário do Brasil - pelo menos para os próximos 12 meses - não é de superaquecimento, mas sim de "reaquecimento".

Para validar sua análise, a agência de classificação de risco selecionou 15 dados econômicos do Brasil, comparando os números vistos atualmente com aqueles registrados até meados de 2008 - antes do agravamento da crise subprime. No levantamento feito pela Austin, ficou constatado que, à exceção da produção industrial, todos os indicadores encontram-se abaixo da pontuação vista há dois anos, quando o País crescia de forma acentuada.

"Ou seja, o que os indicadores mostram é que o atual estágio da economia brasileira é de recuperação do nível perdido no período da crise mundial. Portanto, há relativo espaço para crescer sem riscos de um superaquecimento no médio prazo", afirma a equipe da agência. Contudo, eles ponderam que o governo precisa fazer a sua parte para que isso ocorra, mantendo o equilíbrio interno entre crescimento e inflação moderada.

Queda menor que europeus

As estimativas para a expansão da economia brasileira em 2010 são os principais fatores para levantar as suspeitas de superaquecimento. De acordo com o FMI, o PIB do País deverá crescer 5,5% em 2010 e 4,1% em 2011. Além disso, as medianas das projeções do último relatório Focus apontam expansões de 5,81% e 4,5% para o biênio 2010-2011.

Porém, a Austin Rating ressalta que a economia brasileira não registrou uma queda tão abrupta como muitos europeus. É o caso de Alemanha, Reino Unido e Espanha, que recuaram no ano passado 5%, 4,9% e 3,6%, respectivamente, enquanto que a economia brasileira caiu apenas 0,2%.

Os 15 indicadores

Além da produção industrial, os outros indicadores utilizados pela Austin foram: PIB total, consumo das famílias, investimentos, PIB indústria, PIB serviços, PIB agropecuária, exportação de bens e serviços, importação de bens e serviços, nível de utilização da capacidade instalada, índice de expectativa da indústria, índice de expectativa do consumidor, produção física industrial, total de vendas no varejo, vendas no varejo (veículos), vendas (materiais de construção).

Confira a agenda do investidor para a última semana de abril

por Equipe InfoMoney
23/04/10 18h12

SÃO PAULO - Dentro da agenda para a última semana de abril, as atenções se voltam para a divulgação da primeira prévia do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA, bem como para a reunião do Federal Reserve, com a decisão acerca da taxa básica de juro do país.

No front doméstico, expectativa pela reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Os analistas aguardam pela elevação da taxa básica de juro doméstica em 50 pontos-base.

Segunda-feira (26/4)

Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à terceira quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

Não serão revelados indicadores relevantes no país neste dia.

Terça-feira (27/4)

Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica a Sondagem do Consumidor de abril. O indicador é compilado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.

Este será o primeiro dia da reunião do Copom, quando os membros do Comitê expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica nacional.

EUA

10h00 - A agência de classificação de risco S&P (Standard & Poor's) publica o S&P/Case-Shiller Home Price de fevereiro. O indicador denota a trajetória dos preços das casas nos EUA por meio de uma média móvel trimestral.

11h00 - Sai o Consumer Confidence referente ao mês de abril, responsável por medir a confiança dos consumidores norte-americanos.

Destaque também para o primeiro dia da reunião do Fed, quando o colegiado se reúne para discutir as principais diretrizes econômicas do país.

Quarta-feira (28/4)

Brasil

18h00 - O Copom (Comitê de Política Monetária) define o rumo da taxa básica de juro doméstica.

EUA

11h30 - Confira o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

15h15 - O Fed decidirá o novo patamar do juro básico norte-americano, atualmente em 0,00% a 0,25% ao ano.

Quinta-feira (29/4)

Brasil

8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

9h30 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) reporta a Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de março, documento que descreve o mercado de trabalho no País.

10h30 - O Banco Central reporta a Nota de Política Monetária de março, que traz estimativas sobre a base monetária, os empréstimos de bancos privados e o total de empréstimos no mercado financeiro.

O Tesouro Nacional divulga os dados sobre a evolução da dívida líquida do governo durante o mês de março.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

Sexta-feira (30/4)

Brasil

8h00 - A FGV anuncia a Sondagem Industrial referente ao mês de abril, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.

10h30 - O BC reporta a Nota de Política Fiscal do mês de março, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.

EUA

9h30 - Será apresentado o Employment Cost Index referente ao primeiro trimestre, responsável por mensurar o custo da mão-de-obra. O indicador é muito utilizado pelo mercado como medida de inflação.

9h30 - O Departamento de Comércio revela a primeira prévia do PIB e de seu deflator, todos baseados no primeiro trimestre.

10h45 - Será apresentado o Chicago PMI referente ao mês de abril, que mede o nível de atividade industrial na região.

10h55 - A Universidade de Michigan publica a versão final do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

Japão

O Banco do Japão (BoJ) realiza reunião de política monetária, com definição da taxa básica de juro do país


Segunda-feira (3/5)

Brasil

8h00 - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente ao mês de abril, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de março, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, assim como para o núcleo do PCE, medida de inflação mais acompanhada pelo Fed.

11h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de março, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.

11h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de abril, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.

Ibovespa fecha com leve alta e defende os 69 mil pontos

por Beatriz Cutait de Valor Online

23/04/2010 18:14


SÃO PAULO - Depois de um pregão de grande oscilação, em que chegou a perder a linha dos 69 mil pontos, o Ibovespa conseguiu se firmar no terreno positivo ao fim do dia e marcar a terceira sessão seguida de ganhos.

Com mínima de 68.831 pontos e máxima de 69.709 pontos, o Ibovespa, subiu 0,18%, para 69.509 pontos, e girou R$ 5,258 bilhões, volume enfraquecido pelo feriado estadual no Rio de Janeiro.

"O índice registrou volatilidade em função da ausência de grandes notícias. Apesar das vendas de imóveis nos Estados Unidos e da expectativa de o FMI socorrer a Grécia, o mercado já esperava o anúncio", comentou o sócio-diretor da AZ Investimentos, Ricardo Zeno.

Na semana, que contou apenas com quatro dias de operações, o índice avançou em três pregões e acumulou valorização de 0,13%. No mês, entretanto, o Ibovespa segue com baixa de 1,22% e no ano, com alta de 1,34%.

A Grécia solicitou a ativação do plano de resgate acertado entre líderes europeus e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para tirá-lo da crise da dívida e foi um dos destaques da jornada.

Nos Estados Unidos, além de contar com a divulgação de balanços trimestrais de empresas como Amazon, Microsoft e Xerox, o mercado recebeu novos dados do setor imobiliários, que vieram melhores que o esperado.

As vendas de casas novas no país avançaram 26,9% em março, para uma taxa anualizada ajustada sazonalmente de 411 mil unidades. Em fevereiro, a marca apurada ficou em 324 mil residências. Na comparação com março de 2009, o indicador registrou ampliação de 23,8%.

Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,63%, aos 11.204,28 pontos , enquanto o S & P 500 avançou 0,71%, aos 1.217,28 pontos. Ambos atingiram a maior pontuação desde 19 de setembro de 2008. Já o Nasdaq teve alta de 0,44%, aos 2.530,15 pontos.

Pela oitava semana, o Dow Jones e o Nasdaq avançaram, em 1,68% e 1,97% respectivamente, enquanto o S & P 500 ganhou 2,11%.

No front corporativo, os papéis da Petrobras e Gerdau deram força para a alta do Ibovespa. As ações PN da estatal subiram 1,19%, a R$ 34, e giraram R$ 418,3 milhões.

A Petrobras informou hoje que aprovou o pagamento de dividendos e a da quarta e última parcela dos Juros sobre o Capital Próprio, que será efetuado em 30 de abril.

Os acionistas detentores de ações ordinárias ou preferenciais na data base de 22 de abril de 2010 terão direito a este pagamento, no valor de R$ 0,12 por ação de juros sobre capital próprio e R$ 0,13 por ação de dividendos. Estes valores com as devidas atualizações até a data de hoje representam R$ 0,1201 e R$ 0,1332 respectivamente.

As ações PN da Gerdau lideraram as altas do Ibovespa, ao se valorizarem em 2,56%, a R$ 30,46, enquanto os papéis PN da Gerdau Metalúrgica avançaram 2,16%, a R$ 36,88.

Ontem, a empresa revelou que estava avaliando a possibilidade de participar do consórcio vencedor do leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte. Segundo a siderúrgica, a decisão seria tomada somente depois de ter acesso às informações detalhadas do empreendimento.

Ainda entre os destaques positivos do índice estiveram as ações PN da Cemig, com ganhos de 2,33%, a R$ 31,09, e ON da Natura, com apreciação de 2,14%, a R$ 31,13.

No sentido oposto, os papéis PNA da Vale perderam 0,86%, a R$ 49,26, e movimentaram R$ 682,3 milhões.

Na semana, Petrobras PN avançou 3,19%, enquanto Vale PNA cedeu 2,59%.

"A correlação entre as duas empresas nunca foi tão grande. A tendência é fechar um pouco este spread no curto prazo e a Petrobras deve ter uma performance melhor", pontuou Zeno, da AZ Investimentos.

No pregão de hoje, os papéis Net PN tiveram a queda mais expressiva do Ibovespa, ao recuarem 1,92%, a R$ 20,87, seguidos pelas ações ON da Cyrela Realty, com baixa de 1,8%, a R$ 21,16, e ON da PDG Realty, com desvalorização de 1,57%, a R$ 15,64.

Puxadas por commodities e resultados, bolsas dos EUA fecham em alta

por Equipe InfoMoney
23/04/10 18h12


SÃO PAULO – Após registrarem volatilidade ao longo do pregão, os principais índices acionários norte-americanos terminaram esta sexta-feira (23) em alta, guiados por resultados corporativos. Petrolíferas e setor de saúde lideraram os ganhos. Indicadores econômicos também repercutiram.

O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em alta de 0,71% a 1.217 pontos, acumulando no ano forte alta de 9,16%. O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, encerrou o pregão em valorização de 0,63% atingindo 11.204 pontos e subindo 7,44% no ano, enquanto o Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, apresentou alta de 0,44% chegando a 2.530 pontos e acumulando no ano forte alta de 11,50%.
% Var Dia Pontos %Var 30D %Var Ano
S&P 500 +0,71 1.217 +4,24 +9,16
Dow Jones +0,63 11.204 +3,40 +7,44
Nasdaq +0,44 2.530 +5,48 +11,50

Com os ganhos desta sessão, os índices S&P 500, Nasdaq e Dow Jones terminaram a semana com variação positiva de 2,11%, 1,97%, 1,68%, respectivamente. Destaque ainda para o Dow Jones, que chegou à sua oitava semana consecutiva de alta – maior rali desde 2004.

Petróleo em alta
Na ponta positiva do índice composto pelas principais blue chips dos EUA, as ações de empresas ligadas ao petróleo foram impulsionadas pela alta nos preços das commoditties. Chevron (+1,81%) e Exxon Mobil (+0,99%) fecharam no azul.

Ainda no setor, os papéis da Schlumberger dispararam 6,6% na NYSE. Apesar de reportar uma queda no lucro de 28% no primeiro trimestre, a companhia projeta bons resultados para o resto do ano.

Destaques corporativos
Contudo, os maiores ganhos do Dow Jones foram das empresas do segmento de saúde. Após a Merck anunciar que as mudanças provocadas com a reforma do governo no setor não afetariam seu desempenho no futuro, suas ações subiram 5%, destaque de alta do índice. Os papéis da Pfizer fecharam com alta de 2,61%, terceira maior valorização dentre as ações listadas no Dow Jones.

Na pauta de resultados, Xerox e American Express trouxeram números acima do esperado, fazendo seus ativos subirem 8,33% e 2,74%, respectivamente. Na contramão, a Microsoft caiu 1,27% - maior queda do Dow Jones - enquanto a Amazon recuou 4,3%, refletindo desempenhos contábeis mal recebidos pelo mercado.

Agenda Econômica

O volume de pedidos e entregas de bens duráveis feitos à indústria norte-americana teve resultado abaixo do esperado pelo mercado durante março.

No entanto, o número de casas vendidas surpreendeu positivamente, com um total de 411 mil imóveis vendidos no mês passado. Com mais um indicador positivo no setor imobiliário, as construtoras norte-americanas também terminaram o dia entre as maiores altas.

Grécia aceita ajuda

No início do dia, o primeiro ministro grego, George Papandreou, pediu a ativação do pacote de € 45 bilhões prometidos pela União Europeia e pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) há duas semanas, para amenizar o grave problema fiscal do país. Na véspera, a Eurostat aumentou a projeção para o déficit público grego e a Moody´s rebaixou o rating do país.

PETR4...após 22/04...suportes e resistências


INDM10...após 22/04...suportes e resistências



Resistências em 70.250, 70.540, 70.800, 70840 e 71200.

Suportes em 69.970, 69.870, 69.815.

IBOV...após 22/04...suportes e resistencias



Resistências em 69.500, 69.700. 70.000 e 70.180 pontos.

Suportes em 69.280, 69.130, 68.650 e 68.450 pontos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Para Moody's Economy, economia brasileira caminha para superaquecimento

por Equipe InfoMoney
22/04/10 19h31



SÃO PAULO - A forte recuperação da economia brasileira no início deste ano, baseada na melhora do cenário doméstico, está gerando um excesso de demanda que irá lançar o País em níveis de superaquecimento do PIB (Produto Interno Bruto), alerta Alfredo Coutinho, economista sênior para a América Latina da Moody´s Economy.

"Para evitar consequências negativas na balança interna e externa, a autoridade monetária deve agir logo e colocar as condições na zona restritiva até o fim do ano", receita Coutinho.

Superaquecimento
O analista da equipe de análise econômica da agência argumenta que os agressivos estímulos fiscais e monetários implementados pelo governo no ano passado incrementaram a demanda doméstica, tornando-a a principal força motriz do crescimento brasileiro, levando a economia para fora da recessão e de volta para os expressivos níveis de expansão.

Contudo, a economia passou a gerar um excesso de demanda no quarto trimestre, dando um impulso extra para o crescimento econômico. De acordo com as projeções da Moody´s, o PIB nacional expandiu entre 7% e 8% no primeiro trimestre deste ano, ritmo capaz de levar ao superaquecimento da economia, mesmo com a perspectiva de arrefecimento das taxas de crescimento ao longo do ano, que devem ficar na média de 6% no acumulado de 2010.

"Desta forma, desde o fim do ano passado, a produção nacional não tem sido capaz de satisfazer a demanda doméstica para consumo e bens de investimento", o que vem se traduzindo em uma aceleração da inflação e desequilíbrio da balança externa.

Aperto monetário
"O consumo das famílias, a principal fonte deste excesso de demanda, continuou a acelerar durante o primeiro trimestre de 2010 e irá permanecer forte até pelo menos a metade deste ano, por conta da flexibilidade das condições de crédito, dos baixos custos financeiros para o consumo e a criação de mais vagas de trabalho permanentes", explica Coutinho.

Desta forma, para evitar uma espiral inflacionária gerada não apenas pela crescente demanda excedente mas também pela deterioração das expectativas da inflação, o Banco Central deve apertar as condições monetárias logo, aponta o analista, afirmando que o Copom (Comitê de Política Monetária) deverá considerar um aumento entre 50 a 75 pontos-base já na próxima reunião, e continuar elevando a Selic nas próximas reuniões até chegar à níveis próximos a 10% ou 11% ao fim do ano.

Contudo, apenas a elevação dos juros não deverá ser suficiente, uma vez que ela poderá incentivar a apreciação do real e aprofundar o desequilíbrio da balança comercial. Desta forma, para resolver este dilema, o Banco Central deve adotar, conjuntamente com o início do ciclo de elevação da Selic, uma política de aumento das reservas internacionais, combinada com o uso de uma esterilização monetária - retirada de divisa local da economia através da emissão de dívida do governo.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

DJI...após 21/04...objetivos de curto prazo


Acima da resistência intraday nos 11.153 pontos, os próximos objetivos estarão em 11.173 e 11.223 pontos.

Abaixo do suporte intraday, nos 11.083 pontos, os próximos objetivos de queda estarão em 11.013 pontos

IBOV...após 20/04...suportes e resistências


Apoiado pelo "martelo" do pregão anterior, o Ibovespa abriu em alta até encontrar resistência nos 69.702 pontos, de onde refluiu novamente.

Fechou em 69.318 formando no gráfico diário um "candle" semelhante a um "piercing de alta", com mínima e máxima ascendentes em relação ao "candle" anterior, sugerindo uma possibilidade de continuidade da alta, no próximo pregão.

Caso consiga romper novamente o patamar dos 69.700 pontos, seus próximos objetivos e resistências estarão nos 70.000, 70.330 e 70.520 pontos (topo anterior).

Abaixo dos 69.100 pontos, os próximos suportes estarão nos 68.700 e 68.500 pontos.

PETR4...após 20/04...suportes e resistências



Observando o gráfico semanal (parcial) de PETR4 podemos observar que formou (por enquanto) um "candle" semelhante a um "marubozu" de alta, fechando em cima de uma resistência semanal (fundo de 2 semanas atrás), nos 34,30.

Observando o gráfico diário de Petr4 temos também um "marubozu" formado na última terça, abrindo o pregão desse dia com "gap de alta".

Acima de 34,30 teremos as próximas resistências e objetivos em 34,42; 34,59; 34,85; 35,00; 35,43, 35,70 e 35,90.

Abaixo de 34,30 os próximos suportes estarão em 33,80; 33,55 e 33,20.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Restante da agenda do investidor para a terceira semana de abril

por equipe INFOMONEY
16/04/10 21h00



SÃO PAULO - Dentro da agenda para a terceira semana de abril, as atenções se voltam para dados de inflação nos Estados Unidos, bem como a indicadores do setor imobiliário.

No front doméstico, destaque também para a divulgação de indicadores de inflação, bem como ao vencimento de opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

Quinta-feira (22/4)

Brasil

10h30 - O BC divulga a Nota do Setor Externo de março, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais computadas no período.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - O Departamento de Trabalho publica os números do PPI (Producer Price Index) e de seu núcleo, que descrevem os preços praticados por produtores durante o mês de março.

11h00 - A Federal Housing Finance Agency apresenta o House Price Index de fevereiro, que mensura o preço cobrado pelas hipotecas às famílias norte-americanas baseando-se pelos dados divulgados pelas agências Fannie Mae e Freddie Mac.

11h00 - Sairá o Existing Home Sales referente ao mês de março. O índice é responsável por medir as vendas de casas usadas no país.
Sexta-feira (23/4)

Brasil

8h00 - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

EUA

9h30 - O Departamento de Comércio do país revela o Durable Good Orders de março, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.

11h00 - Sairá o New Home Sales, índice que mostra o número de casas novas com compromisso de venda realizado durante o mês de março.


Segunda-feira (26/4)

Brasil

7h00 - A Fipe apresenta o IPC referente à terceira quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

Não serão revelados indicadores relevantes no país neste dia.

domingo, 18 de abril de 2010

IBOV...após 16/04...perspectivas para a 3a semana de abril


O Ibovespa abriu a semana em 71.414 pontos, veio testar suportes na mínima nos 70.169 pontos, reagiu em alta na terça e quarta-feira até encontrar resistência 71.207 pontos e a partir daí refluiu com força até encontrar suporte na sexta, nos 69.013 pontos, para finalizar em seguida, em 69.421 pontos.

Com isso, fechou a semana em forte queda de -2,79 % e o "candle" do gráfico semanal se assemelha mais a um "marubozu de queda" face a forte pressão vendedora que ocorreu mesmo após as leves altas de 3a e 4a feiras.

O "candle" do gráfico diário da última sexta é um "martelo cheio" sinalizando a possibilidade de abertura em alta, na próxima segunda.

Porém, caso o Ibovespa não consiga romper novamente a resistência da "neck line" nos 70.450 pontos é possível que retome a realização anterior, agora com objetivos de queda na região dos 68 mil pontos, de onde poderá ocorrer reação compradora mais forte, já que alguns indicadores começam a se movimentar em região de "sobrevenda".

DJI...após 16/04...poderá retornar aos 11 mil pontos novamente


DJI abriu a semana nos 10.977 pontos renovou nova máxima anual nos 11.154 pontos, testou suportes na mínima nos 10.948 pontos e finalizou em 10.118 pontos, com ligeira alta de +0,19%, em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "doji" semelhante a um "doji evening star" de reversão de tendência, que poderá se confirmat caso DJI venha a perder o suporte nos 10950 pontos.

A perda desse suporte poderá trazer DJI para testar o fundo das semanas anteriores na região dos 10840 pontos, novamente.

PETR4...após 16/04...objetivos de queda nos 30,70/30,90


PETR4 não conseguiu romper a resistência formada pelo fundo do início de março nos 35,40 e acabou perdendo um importante suporte na região dos 34,10, dando início à formação de um "triângulo de queda" com objetivos de queda no fundo anterior dos 30,72.

Por outro lado, PETR4 está se movimentando dentro de um "OCO" de longo prazo, iniciado em junho/2009 e com "neck line" em 30,90 cuja perda poderá levar PETR4, no médio/longo prazo a testar suportes na região dos 21,70/22,00..

O "candle" do gráfico semanal se assemelha um "marubozu de queda" formado pelo forte pressão vendedora que resultou em uma queda de - 6,78% na semana.

Por outro lado, os principais osciladores já se encontram em região de "sobrevenda" o que poderá produzir uma maior pressão compradora na região dos suportes nos 32,20 ou 31,60 e até eventualmente nos 30,72 caso esse importante suporte venha a ser testado no curto prazo.