


Como já se visualizava no "gráfico semanal de longo prazo" do Ibovespa, ocorreu o rompimento para baixo da
"cunha ascendente" formada nesse gráfico semanal, produzindo uma forte realização durante a semana.
Após abrir nos
64.820 pontos e encontar a máxima semanal nos
65.104 pontos, o Ibovespa refluiu com força, perdendo os suportes na região dos
63.500 pontos, depois nos
61.100 pontos até encontrar sustentação na mínima nos
60.055 pontos, na última quinta-feira. A partir daí refluiu até finalizar em
61.430 pontos, com forte queda de
- 5,23% em relação ao fechamento da semana anterior.
O "candle" formado no gráfico semanal é um
"martelo cheio " produzido pela pequena reação positiva ocorrida nos dois últimos pregões da semana.
O "candle" do gráfico diário é um pequeno
"martelo de alta" sinalizando a perspectiva de abertura dos pregões em alta, na próxima segunda.
A tendência de curto/médio prazos para o Ibovespa ainda é de queda, apesar da reação ocorrida a partir de quinta-feira.
Apesar de aparentemente ter encontrado suporte no fundo do
"canal de alta de longo prazo" o Ibovespa deverá recuperar os
63.530 pontos, para tentar novamente reverter essa tendência de queda. Caso consiga fechar acima do topo recente nos
65.104 pontos, poderá novamente buscar seus objetivos de alta de curto/médio prazos, nos
66.100/66.500 pontos.
A perda de suportes nos
60 mil pontos poderá trazer o Ibovespa para testar suportes na região dos
58 mil/59 mil pontos.
Resistências imediatas nos 62.200; 62.645; 63.530; 64.280 (MME 13); 64.500 e 65.104 pontos
Suportes imediatos em 61.100; 60.760; 60.300; 60.055; 59.200; 58.700 e 58.300 pontos.