sábado, 15 de março de 2008

VALE 5...próxima de realizar um O-C-O-I!..


VALE 5 contrariando mais uma vez a tendência baixista de DOW JONES e do IBOVESPA fechou com pequena alta, porém novamente acima dos 48,00. Se romper o recente topo nos 52,50 poderá dar início à reversão de tendência, através da clássica figura conhecida como Ombro-Cabeça-Ombro-Invertida (OCOI). Próximas resistências em 49,40 e 51,00. Suportes imediatos em 46,70 e 46,00.

IBOVESPA...Triângulo de baixa em formação...suporte nos 60 mil...


O IBOVESPA está formando um triângulo de baixa com suporte nos 60.000 que se perdido tenderá a buscar num primeiro momento os 58.200 pontos e caso se perca esse suporte poderá "pivotar" para um novo patamar de negociações entre os 44/45 mil pontos como fundo e o novo teto nos 58/60 mil pontos.Suporte intermediário nos 60.700 pontos e resistências em 63 mil e 64 mil pontos.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Bear Stearns reforça temor com crédito e impõe perdas de 2% a Wall Street

Bear Stearns reforça temor com crédito e impõe perdas de 2% a Wall Street

Por Equipe InfoMoney
14/03/08 - 18h26
InfoMoney


SÃO PAULO - As principais bolsas norte-americanas fecharam com fortes perdas nesta sexta-feira (14). O pregão caótico do Bear Stearns, que enfrenta problemas de liquidez, intensificou a preocupação sobre os impactos da crise do mercado de crédito. Os papéis do banco caíram 47,37%.

Notícias envolvendo as dificuldades da instituição empurraram os índices para baixo durante a maior parte do pregão. O CEO Alan Schwartz declarou: "Nossa liquidez se deteriorou significativamente nas últimas 24 horas".

A Standard & Poor's reduziu em três níveis a nota do Bear Stearns, que recorreu ao JP Morgan e ao Federal Reserve de Nova York para viabilizar um financiamento emergencial e aliviar o problema de liquidez.

No Dow Jones, 29 das 30 principais blue chips terminaram no vermelho. Destaque para as perdas de Citigroup (-6,12%), Chevron (-1,95%) e Exxon Mobil (-1,31%). A exceção ficou com a alta de 2,76% da Boeing depois que o Morgan Stanley elevou a recomendação aos papéis da aérea para acima da média.

Inflação
Na abertura, os índices registraram ganhos, após o CPI, índice de preços ao consumidor, surpreender o mercado e ficar abaixo do esperado na medição de fevereiro.

Bolsas dos EUA em queda
O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, fechou em baixa de 2,26% a 2.212 pontos, acumulando no ano forte baixa de 16,58%.

O S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, encerrou o pregão em desvalorização de 2,08%, atingindo 1.288 pontos e caindo 12,27% no ano.

Por fim, o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, apresentou queda de 1,60%, chegando a 11.951 pontos e acumulando no ano forte baixa de 9,90%.

PETR4...após 13/00...contrariando o IBOV fechou em queda...


PETR4 abriu com grande "gap" de queda nos 78,00, vindo a buscar a mínima no intraday, nos 76,60. Graduamente retomou primeiramente os 77,20 e praticamente no final do pregão após "estacionar" bom tempo nos 77,75, retomou a alta impulsionada por DJI, rompendo a casa dos 78, indo atingir a máxima nos 78,50.Suportes imediatos em 77,75 e 77,25. Resistências imediatas em 78,80 e 79,10.

VALE5...após 13/03...recuperou novamente os 48,00...


VALE 5 abriu com "gap" de queda nos 47,30, vindo a buscar a mínima do dia em 46,72, mas impulsionada pela recuperação de DJI, primeiramente recuperou o suporte nos 47,20 e após consolidar esse suporte, retomou os 48,00 vindo atingir a máxima intraday nos 48,80 e depois fechando nos 48,50. Suportes imediatos em 48,10, 47,80, 47,20 e 46,70. Resistências imediatas em 48,80 e 49,30.

IBOV...após 13/03...na esteira de DJI retomou os 62 mil...


IBOVESPA após perder na abertura os 62 mil pontos, atingiu a mínima nos 60.170 pontos, retomou ainda na metade do pregão a resistência nos 61.200 pontos e impulsionada pela recuperação de Dow Jones, retomou os 62 mil pontos, fechando nos 62.280, após atingir a máxima intraday nos 62.400. Próximas resistências nos 62.700 e 63.000 pontos. Suportes imediatos em 61.920, 61.200 e 60.300 pontos.

Dow Jones...após 13/03...supreendeu ao retormar os 12 mil pontos...


DOW JONES abriu em baixa, até buscar o suporte em 11.880. A partir daí iniciou um processo de recuperação retomando os 12.000 pontos. Recuperou o suporte nos 12.140 e fechou nos 12.150, após atingir a máxima intraday nos 12.215. No fechamento, os indicadores no intraday de 30 minutos, apontavam tendência de queda.Suportes imediatos em 12.130, 12.020 e 11.880. Resistências imediatas em 12.215,12.300 e 12.500 pontos.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Saída para crise é vista com pessimismo em Wall Street

Saída para crise é vista com pessimismo em Wall Street

David Wessel, The Wall Street Journal, de Washington

Valor Online 13/03/2008


Myron Scholes: governo vai gastar um monte de dinheiro dos contribuintes para resolver a bagunça do mercado de crédito e evitar uma catástrofe econômica
No púlpito de uma sala cheia de investidores de capital de risco, executivos do Vale do Silício e professores do Instituto Stanford para Política Econômica, Larry Summers - o ex-secretário do Tesouro americano e hoje professor em Harvard e conselheiro de fundos de hedge - não podia ser mais pessimista.


Na audiência, Myron Scholes, um Prêmio Nobel em finanças e veterano do colapso do fundo de hedge Long-Term Capital Management, hoje presidente de seu próprio fundo de hedge, escutava e rabiscava num bloco amarelo.


Sua conclusão, que tem ganhado adeptos, foi que o governo americano vai acabar gastando um monte de dinheiro do contribuinte para resolver a bagunça do mercado de crédito e evitar uma catástrofe econômica.


"Acho que eles deveriam pelo menos estar pensando nisso", disse. "Se vai ser preciso fazer isso mesmo, melhor fazer logo."


Numa pesquisa do Wall Street Journal com 51 economistas do setor privado, a ser divulgada hoje, 32, ou 63% deles, acham provável ou certo que o dinheiro público vai ser usado.


Wall Street iria adorar o que o secretário do Tesouro, Henry Paulson, chama, pejorativamente, de "um socorro", uma maneira de transferir os erros para os contribuintes. Mas, a menos que a maré se inverta logo, a severidade do estouro da bolha imobiliária e a fragilidade do sistema financeiro podem forçar a mão do governo.


Há todo tipo de especulação sobre como o governo deveria comprar hipotecas, adquirindo, na prática, ativos do sistema financeiro. O banco central, conhecido como Fed, está trocando alguns papéis do Tesouro por títulos de dívida lastreados por hipotecas para represar a queda de valor que está elevando os juros do crédito imobiliário.


Vários caciques do Partido Democrata, de oposição, reivindicam uma nova entidade governamental, ou a ampliação da existente, para comprar hipotecas de bancos e investidores e oferecer termos favoráveis para mutuários em dificuldades.


Scholes tem uma postura diferente. Ele prefere deixar os ativos (hipotecas) nas mãos do setor privado, que segundo ele consegue administrá-las melhor, e fazer o capital fluir para o sistema bancário de modo que os bancos não despejem ativos na bacia das almas e piorem uma situação já ruim.


Hipotecas e outros ativos bancários não valem tanto quanto os bancos pensam. As perdas minam suas reservas de capital. A alavancagem bancária amplia os efeitos. Em resposta, os bancos ou (a) concedem menos empréstimos e vendem ativos, ou (b) levantam capital em condições que diluem o valor dos atuais acionistas. Isso desde que possam encontrar investidores dispostos a apostar que os ativos bancários acabarão valendo mais do que hoje. Acionistas tendem a preferir a opção (a), o banco mais enxuto. Mas a solução de mercado poderia destruir valor e produzir um aperto de crédito de aleijar. A sociedade prefere a opção (b), daí as exortações de Paulson e Summers para que os bancos aumentem o capital, assim como a Fannie Mae e a Freddie Mac, instituições privadas de origem estatal cuja principal atividade é dar liquidez ao mercado hipotecário.


Levantar capital de maneira privada seria o melhor, mas e se isso não acontecer? O que o governo pode fazer? Se um banco quebra, o governo tira os acionistas da parada, fica dono de tudo e injeta dinheiro. Foi o que o Reino Unido fez com o Northern Rock este ano.


Quem deveria injetar dinheiro nos bancos americanos: o governo dos Estados Unidos ou os fundos soberanos de outros governos? Diz Scholes: "Parece-me que a recapitalização dessas entidades nos daria uma oportunidade de preservar o patrimônio, em vez de dissipar seu valor via liquidação - e dar um meio para que mais capital seja injetado neles sem destruir valor."


Como John Lipsky, o número 2 do Fundo Monetário Internacional, argumentou num discurso ontem, "as autoridades (...) precisam pensar o impensável". Ele sugeriu que o governo faça "planos de contingência" para o caso de "os investidores não estarem dispostos - como tem acontecido - a injetar dinheiro" nos bancos.


Mas eis o busílis: se o governo garante ou compra dívida dos bancos, melhora a situação dos acionistas. Se compra ações e dilui a participação dos acionistas atuais, são os credores que saem ganhando. A solução de Scholes é deixar o governo investir em dívida que tenha preferência sobre a dívida atual e em ações que tenham preferência sobre as atuais. Ninguém leva vantagem.


O banco não desova ativos e aumenta a concessão de crédito. Se tudo correr bem, o governo sai com lucro. Um grande problema: isso só funciona se os ativos de fato valerem mais amanhã do que hoje.


Há vários entraves práticos. Scholes reconhece o risco de que alguns bancos peguem o dinheiro dos contribuintes e apostem em ativos arriscados numa tentativa de obter lucro. Ele sugere fazer um leilão do dinheiro público para todos os bancos, não apenas os mais doentes.


Há motivos para ser cético. Os bancos não precisam de capital novo, disse Hyun Song Shin, um professor de Finanças de Princeton. "Os japoneses levaram dez anos para aprender essa lição." Mas ele chama a idéia de Scholes "um serviço" para os atuais acionistas. Eles deveriam perder suas participações antes de o governo pôr seu dinheiro num banco, argumenta. (O que ele faria? Para começar, aconselharia Paulson a chamar os maiores banqueiros dos EUA a seu gabinete e então os aconselhar a conservar capital suspendendo dividendos.)


Mas, a menos que os mercados e a economia americana mudem logo de curso, o que é impensável hoje pode parecer amanhã a melhor das alternativas ruins.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Mantega: aplicação de estrangeiro terá IOF de 1,5%

Mantega: aplicação de estrangeiro terá IOF de 1,5%
12.03.2008 18h59



Por Renata Veríssimo da Agência ESTADO

Agência Estado O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que as três medidas cambiais anunciadas hoje entrarão em vigor na segunda-feira. São elas: eliminação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre exportações brasileiras, o que representará uma perda de arrecadação de R$ 2,2 bilhões por ano; fim da cobertura cambial, o que significa que os exportadores poderão deixar todas as suas receitas no exterior (atualmente, há um limite de 30% das receitas); e aplicação de alíquota de 1,5% do IOF sobre aplicações financeiras de estrangeiros em renda fixa e nos títulos do Tesouro Nacional, as chamadas aplicações de portfólio.

Mantega explicou que o IOF será cobrado em cada operação. "O dinheiro entrou, ele (investidor estrangeiro) converte em reais e paga 1,5% de IOF sobre todo o capital", explicou o ministro.

Mantega destacou que continuarão isentas de IOF aplicações na Bolsa de Valores, em oferta pública inicial de ações (IPO), empréstimos estrangeiros, investimento estrangeiro direto, operações de derivativos de renda variável e operações de derivativo de índice de ações.

PETR4...Após 12/03..perdeu 80,50 e oscilou entre 80,00 e 79,00...


PETR 4 abriu em alta e logo após a abertura, atingiu a máxima do dia nos 80,50. A partir daí recuou primeiramente até os 80,00, depois foi até a mínima do dia em 78,89 mas reagiu bem e ainda na hora seguinte, retomou os 80,00. Durante a maior parte do pregão oscilou entre o suporte de 79,10 e a resistência de 80,10, seguindo as oscilações de Dow Jones. No fechamento, os principais indicadores sinalizavam ainda a tendência de continuidade da queda, destacando-se que no intraday dos 30 minutos, formou-se um candle tipo "martelo", podendo sugerir alguma reversão.

VALE 5...após 12/03...não conseguiu se sustentar acima de 49,00 e fechou no suporte em 48,30...


VALE5 abriu em alta e rapidamente atingiu a máxima do dia em 49,30. Mesmo com o desempenho declinante de Dow Jones, manteve-se durante 2/3 do pregão, acima ou no entorno dos 49,00. Finalmente, sucumbindo à pressão vendedora, perdeu o suporte intraday nos 48,80 vindo a buscar a mínima em 48,18 e fechando praticamente em cima do último suporte intraday, em 48,30. Indicadores fecharam o pregão sinalizando tendência da continuidade da queda. Suportes imediatos em 48,30; 47,80 e 47,20. Resistências imediatas em 48,80, 49,30 e 49,80.

IBOV...Não conseguiu romper os 63 mil e retornou aos 62 mil...


O IBOVESPA abriu em alta, atingindo a máxima do dia nos 62.983 pontos, mas sintonizado com os mercados externos, acabou perdendo os suportes alcançados na véspera, veio na mínima nos 62.022 pontos e acabou fechando nos 62.176 pontos. Indicadores no intraday sinalizam tendência de continuidade da queda. Suportes imediatos em 62.000; 61.300 e 60.650 pontos.
Resistências imediatas em 62.700 e 63.000.

DOW JONES...perdeu os 12.140 conquistados.....


Dow Jones abriu em alta, e na primeira hora do pregão superou a resistência dos 12.240 pontos, atingindo a máxima do dia em 12.300. A partir daí, recuou até a resistência dos 12.240 e na segunda metade do pregão, perdeu também os 12.140 pontos conquistados no pregão anterior, vindo até a mínima intraday nos 12.090 e fechando nos 12.110 pontos. Os indicadores gerados no intraday sinalizam a continuidade da tendência de queda. Suportes imediatos agora nos 12090, 11990 e 11880. Resistências imediatas nos 12.140, 12.240 e 12.300.

Moody's: economia do Brasil vai resistir à crise

Moody's: economia do Brasil vai resistir à crise
12.03.2008 19h32


Por Suzi Katzumata da agência ESTADO

Agência Estado O economista sênior da agência americana Moody's Economy Alfredo Coutinho disse hoje que a "economia brasileira será capaz de resistir à tempestade da recessão" vinda dos EUA, "considerando o sólido avanço do mercado doméstico e a possibilidade de relaxamento monetário adicional".

Os comentários foram feitos após a divulgação do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2007, quando a economia registrou uma expansão de 5,4%. No quarto trimestre de 2007, o PIB registrou expansão de 1,6% na comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano, e, na comparação com o quarto trimestre de 2006, houve crescimento de 6,2%.

A Mooody's Economy projeta um crescimento do PIB brasileiro de "quase 5%" em 2008, apesar da desaceleração na demanda global por causa de uma economia em recessão nos EUA. Segundo a Moody's, a engenharia econômica do Brasil tem considerável poder de transporte do crescimento de 2007. As informações são da Dow Jones.

A crise internacional pode ser favorável ao Brasil

A crise internacional pode ser favorável ao Brasil

por Alcides Leite Júnior em Valor Online
12/03/2008






Se nas últimas semanas a avalanche de notícias tem deixado perplexos os especialistas em economia internacional, imagine como estão os demais mortais. Qualquer novo indicador econômico que saia nos Estados Unidos faz tremer o mercado financeiro aqui no Brasil. Diante disso, todos se perguntam: os Estados Unidos entrarão em recessão? Se isto ocorrer, qual será o tamanho e a duração dessa recessão? Ela vai contaminar a economia mundial? Em que medida? E o Brasil, sofrerá muito? E, sobretudo: isto nos atingirá pessoalmente?


Parece que o único consenso entre os analistas é de que a raiz do problema se encontra nos Estados Unidos. O excesso de consumo e a baixa quantidade de poupança, impulsionados pela expansão do crédito, geraram um forte desequilíbrio nas contas externas da maior economia do planeta. Durante o qüinqüênio 2002-2006, o Produto Interno Bruto (PIB) americano cresceu 14%, enquanto na Europa e no Japão aumentaram 8%. Tamanha disparidade foi possível graças aos imensos volumes de importação que atenderam ao crescimento do consumo e permitiram manter a inflação em baixa.


Esta situação gerou déficits fiscais e em conta corrente que chegaram a uma média anual de 3,8 % e 5,4 % do PIB. Tais déficits foram financiados pelos países exportadores, que compravam títulos americanos, mantendo-os em reserva. Somente no período mencionado, o volume do déficit em conta corrente americano foi de US$ 3,2 trilhões, mais do que o dobro do tamanho do PIB do Brasil. As reservas da China, principal exportador para os Estados Unidos, passaram de US$ 292 bilhões no final de 2002 para US$ 1,6 trilhão no final de 2006.


Com o aumento dos juros americanos, que passaram de 1,25% no início de 2002 para 5,25% no final de 2006, os custos dos financiamentos subiram e a inadimplência cresceu. O aumento dos preços do petróleo e das principais commodities agrícolas e minerais colocou mais lenha na fogueira. Daí, até o estouro da bolha de crédito, foi só questão de tempo.


Agora, entramos no período de ajuste dos desequilíbrios. O dinamismo e segurança do ambiente de negócios e os altos investimentos em inovação e produtividade nos Estados Unidos nos dão garantias de que a correção chegará a bom termo. Mas dado o porte do problema, isso demanda tempo.


Parte da correção vem dos efeitos da desvalorização do dólar: o encarecimento das importações e o barateamento das exportações nos Estados Unidos, leva a uma redução do déficit comercial. Outra parte vem do aumento dos investimentos estrangeiros nos Estados Unidos: A queda do dólar torna muito atrativos os ativos americanos e parte das enormes reservas acumuladas pelos países emergentes tende a fluir para os Estados Unidos.


Durante o período que durar o processo de correção, os mercados devem ficar mais sensíveis, com medo de que a situação desande. Em 2008, a economia americana sofrerá forte desaquecimento podendo, inclusive, enfrentar um curto período de recessão. Economias como a da China e Índia, grandes exportadores para os Estados Unidos, deverão ter seu processo de crescimento reduzido em torno de dois pontos percentuais. A Europa e o Japão, devido à valorização das moedas locais em relação ao dólar, sofrerão pressão inflacionária e redução nos saldos em conta corrente, com impacto moderado sobre o crescimento do PIB. O Brasil, que exporta bastante para a Ásia, também sofrerá, com recuo do seu crescimento em torno de um ponto percentual.


Mas, para o Brasil, a crise internacional pode ser favorável. Se a economia mundial continuasse acelerada, os altos preços das commodities agrícolas e minerais e a escassez interna de energia poderiam pressionar a inflação a ponto de o Banco Central precisar elevar bastante as taxas de juros. Com menor crescimento econômico mundial, no entanto, esses preços não devem subir, ajudando a manter a inflação próxima da meta. Além disso, ganharemos tempo para que os investimentos feitos ao longo de 2007 possam maturar, ajudando a aumentar a capacidade de oferta no mercado interno.


Para os investimentos em bolsa de valores, a volatilidade deve continuar bastante alta ao longo de 2008. No entanto, o bom desempenho das principais empresas listadas na Bovespa ainda pode garantir rendimentos compensadores aos investidores.


O processo de internacionalização de grandes empresas brasileiras, o anúncio de aumento da produção de petróleo e gás natural pela Petrobras e os bons lucros dos principais bancos tornam o mercado acionário brasileiro bastante atrativo. O fortalecimento do ambiente de negócios, com inflação sob controle, dívida líquida do setor público em relação ao PIB em queda, câmbio estável e juros menores que em anos anteriores, tornam o Brasil menos vulnerável às crises internacionais.


Embora haja risco de turbulência neste período de ajuste da economia mundial, acredito que, para o Brasil, o processo será menos doloroso do que pressupõe a maioria dos analistas econômicos.


Alcides Domingues Leite Júnior, é professor de Mercado Financeiro da Trevisan Escola de Negócios

terça-feira, 11 de março de 2008

PETR4...após 11/03...retomou com força o fibo perdido em 78,70!...


PETR 4 abriu em forte alta em 78,84 acima da resistência em 78,70, mas gradualmente, até a primeira metade do pregão, retornou à casa dos 77,20, perdendo outra importante resistência nos 78,10. Na segunda metade do pregão, embalada pela força altista de Dow Jones, retomou as resistências em 78,10 e o fibo de 61,8% em 78,80. Fechou próxima à máxima do dia, em 79,70. Ao final do pregão os indicadores sinalizavam claramente tendência de alta. Suportes imediatos nos citados 78,80 e 78,10 e resistências em 79,80; 80,60 e 81,50.

VALE 5...após 11/03...retomou o fibo perdido em 47,70!...


VALE5, abriu em alta nos 47,40 mas refluiu gradualmente até a mínima do dia nos 46,50. A partir da segunda metade do pregão, acompanhando a força altista do mercado externo, retomou o fibo de 61,8% en 47,70 e fechou na máxima do dia nos 48,50. Próximas resistências em 48,75 e 49,80. Suportes imediatos em 48,30 e 47,80.

IBOV...após 11/03...forte retomada dos 62 mil pontos...


O Ibovespa realizou a partir da última hora de pregão, uma retomada da tendência de alta, superando com força os 62.000 pontos, indo fechar próximo à resistência dos 62.400 pontos.Para a continuidade da alta deverá retomar os suportes perdidos nas resistências em 63.000 pontos e no "gap" aberto nos 63.600 pontos (forte resistência). Suportes próximos em 62.000 e 61.560 pontos.

DOW JONES...Forte retomada dos 12.150 pontos...


A forte retomada dos 12150 pontos, está tentando recolocar Dow Jones novamente em seu canal anterior de alta. Os indicadores sinalizam também para a retomada dessa alta. Próximos obstáculos nas resistências em 12.250, 12.500 e 12.750(forte resistência). Suportes imediatos em 12.080 e 12.000.

segunda-feira, 10 de março de 2008

PETR4...após 10/03...tendência de queda continua!...


Apesar do petróleo ter operado com alta superior a 2% na maior parte do tempo (barril em NY cotado acima de U$ 107)PETR4 sucumbiu à pressão vendedora e fechou quase na mínima intraday de 76,58 e abaixo do forte suporte gerado intraday nos 77,00. Se não recuperar as resistências recentes em 77,00 e o fibo de 61,8% em 78,70, poderá dar continuidade à queda com suportes em 75,20 e 74,10.