por Claudia Violante da Agência Estado
03.06.2008 17h30
A Bolsa de Valores de São Paulo sofreu forte queda hoje, a maior desde 29 de abril, véspera da conquista do primeiro grau de investimento pelo Brasil de uma das três grandes agências, a Standard & Poor's. As declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sobre o dólar levaram os investidores a se desfazer de contratos futuros de produtos básicos (commodities).
Não bastasse este efeito sobre as ações domésticas, principalmente Vale e Petrobras, os investidores estrangeiros atuaram firme na ponta vendedora, espalhando a realização de lucros por todos os segmentos. As bolsas norte-americanas, que deram algum suporte até o início da tarde, inverteram o rumo e também contribuíram para a queda da Bovespa.
O Ibovespa, principal índice, encerrou a sessão em queda de 2,62%, aos 70.012 pontos. Oscilou entre a mínima de 69.602 pontos (-3,19%) e a máxima de 72.019 pontos (+0,17%). Na soma das duas sessões deste mês, a Bovespa amarga perdas de 3,55%. No ano, no entanto, ainda há ganhos acumulados, de 9,59%. O volume financeiro negociado totalizou R$ 6,569 bilhões.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou em baixa de 0,81%, aos 12.402,8 pontos, o S&P recuou 0,58% e o Nasdaq teve retração de 0,44%. Os bancos e financeiras pressionaram negativamente as bolsas lá, com destaque para as perdas das ações do Lehman Brothers. Segundo o Wall Street Journal de hoje, o banco está prestes a divulgar sua primeira perda trimestral desde que abriu capital e tentará fazer uma captação de recursos que poderá ficar em torno de US$ 4 bilhões.
Ao longo da manhã, os investidores em Nova York haviam conseguido se equilibrar no terreno positivo com a ajuda do dado de encomendas à indústria muito melhor do que as projeções e com o prejuízo abaixo do esperado pela construtora de casas luxuosas Toll Brothers no segundo trimestre fiscal.
A queda do petróleo e dos metais também foi um fator a aliviar as pressões negativas sobre as bolsas norte-americanas, embora tenha pesado sobre a Bovespa. As commodities foram afetadas hoje pelas declarações do presidente do Fed, Ben Bernanke, de que o BC americano vai centrar esforços para garantir que o dólar permaneça "forte e estável". O dólar subiu no exterior e puxou os preços do petróleo e de alguns contratos de metais para baixo. O barril do petróleo recuou 2,7%, para US$ 124,31.
As ações PN da Petrobras cederam 4,7% e as ON despencaram 5,05%. Vale PNA recuou 3,53% e Vale ON cedeu 3,57%. As duas empresas são as de maior peso no cálculo do Ibovespa.
Amanhã, o principal destaque da agenda doméstica é o resultado da reunião do Copom, embora os investidores já tenham embutido nos preços a elevação prevista da taxa básica de juros. E o resultado só virá após o fechamento do mercado. O que deve mexer mesmo nos ativos é a agenda carregada de indicadores nos Estados Unidos, em especial os dados de produtividade e mão-de-obra e mais um discurso de Bernanke.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
sábado, 3 de maio de 2008
VALE5...após 02/05...realizou, contrastando com a alta do IBOV

Vale5 abriu com força em 54,00 e influenciada pela alta de mais de 3% nos índices futuros, rapidamente atingiu a máxima em 54,50. Aguardando a abertura de DJI não conseguiu sustentar essa alta e refluiu até o patamar dos 53,00. Com a forte volatilidade de DJI, Vale sofreu forte e rápida realização, buscando sua mínima nos 51,80 (apesar de que isso só foi alcançado por uma única ordem de venda que a arrastou dos 52,50 até esse patamar). Rapidamente,porém se recuperou da forte "pancada", voltou aos patamares anteriores de negociação, chegando inclusive a ser negociada novamente acima dos 53,00. Finalizou nos 53,50 (-0,17%), contrastando com a alta do Ibovespa aos 2,23%. Vale operou na contramão dos principais indicadores, fechando em queda, ao absorver a realização ocorrida em suas ADR's negociadas na véspera, quando no Brasil os pregões estavam fechados. Os principais indicadores de tendência estão indefinidos, porém o CCI/MA cruzamento e o oscilador de momento sinalizam positivamente. O "candle" formado no gráfico diário é do tipo "martelo" que pode até sinalizar alguma realização, caso a resistência nos 54,00 não seja novamente rompida. Suportes em 52,80, 51,75 (fibo 38%)e 51,00 (muito forte). Resistências em 53,85, 54,50 e 55,00(muito forte).
PETR4...após 02/05...tendência de queda ainda continua...

PETR4 abriu com muita força em 44,20 (máxima no dia) repercutindo a valorização do dia anterior em sua ADR em Nova York (feriado no Brasil). Refluiu em seguida, por uma maior realização de DJI e do próprio Ibovespa. Na primeira hora de pregão já havia atingido a mínima intraday em 42,45. Aos poucos recuperou parte das perdas negociando nos 43,30. Aguardando por uma melhor definição do Ibovespa e de DJI, ficou "andando de lado" o restante do tempo até sofrer nova realização na última hora de pregão quando veio atingir o suporte nos 42,75. Finalizou próximo disso, nos 43,00 (alta de 1,9%). Os indicadores de tendência, no gráfico de "30 minutos", sinalizam a possibilidade de uma continuidade da realização, que poderá ser revertida na retomada das resistências em 43,30; 43,85 e 44,20. Suportes imediatos em 42,80; 42,50, 41,90(fibo38%) e 41,60.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
IBOV...após 02.05...tendência de alta continua...

Ainda embalado pelo recente "Investment Grade" do S&P, o IBOVESPA abriu em alta, nos 67.868 pontos, retrocedeu 3 pontos até a mínima do dia em 67.865 e daí, impulsionado pela força dos "índices futuros" evoluiu para romper a casa dos 70 mil pontos. Superado os 70 mil, atingiu nova máxima do dia nos 70.973 pontos. Em sintonia com a realização de DJI, retrocedeu primeiramente até os 70 mil, onde permaneceu praticamente "andando de lado" boa parte do restante do pregão, vindo posteriormente a buscar suporte em 69.010 pontos. A partir desse patamar recuperou parte das perdas, vindo a finalizar em 69.366 pontos (+2,23%). Os principais indicadores nos gráficos de "30 minutos" estão indefinidos, porém o oscilador de momentos já sinaliza uma pequena "divergênca positiva" para manter a tendência de alta. Suportes imediatos em 69.010, 68.200 (fibo 62%)e 67.900.Resistências agora em 70.020, 70.970, 72.180 e 74.140 pontos.
DOW JONES...após 02/05...tendência de alta se mantém...

DJI abriu em alta nos 13.012 pontos e "sintonizado" com o bom humor dos mercados futuros, rompeu a resistência em 13.047 pontos e veio buscar novo topo na máxima do dia em 13.132 pontos. A partir daí, refluiu primeiramente até o suporte nos 13.047 pontos e não suportando a pressão vendedora, realizou até buscar suporte na mínima do dia em 12.982 pontos. Na última hora de pregão iniciou movimento de recuperação, retomando a casa dos 13 mil pontos e finalizando em 13.058 pontos. DJI está tentando se manter em novo patamar de negociações, acima dos 13 mil pontos. Para tanto se espera que brevemente venha tentar romper as resistências em 13.132 e 13.280 pontos. Suportes imediatos em 13.047, 13.000, 12.980, 12.900 (forte) e 12.750 pontos (muito forte). No gráfico de maior frequência (30 minutos), os principais indicadores confirmam a tendência de alta.
NY: Dow Jones fecha na máxima do ano com 13.058 pontos
por Suzi Katzumata de Agência Estado
02.05.2008 18h45
O mercado de ações norte-americano oscilou com volatilidade aos indicadores melhores que esperados divulgados nesta sexta-feira e as novas medidas de liquidez anunciados pelos bancos centrais. No final do dia, o índice Dow Jones fechou no melhor nível do ano com 13.058,20 pontos e com um ganho acumulado de 1,29% na semana. No meio da tarde, pesou sobre os índices de ações o rebaixamento do rating da financeira Countrywide para "junk" pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. Por outro lado, a intensificação das negociações entre a Microsoft e o Yahoo! ajudaram a dar suporte ao mercado.
O relatório do mercado de mão-de-obra de abril surpreendeu os investidores com uma contração de apenas 20 mil no número de vagas em abril, contra uma expectativa de queda de 85 mil, embora este tenha sido o quarto mês consecutivo de declínio. O indicador deu suporte as ações do setor industrial, como Alcoa (+4,00%). Contudo, a alta dos preços do petróleo pelo mesmo motivo pesou sobre as empresas do setor aéreo (Continental Airlines -2,39%) e de tecnologia.
Os últimos números indicam que os EUA podem evitar uma recessão e o mercado em alta pode voltar nas ações. "É muito cedo para dizer", disse Tony Dwyer, estrategista de ações do FTN Midwest. "Vai depender da melhora nos mercados de crédito. Até agora, os sinais têm sido bastante bons. Você tem spreads de dívida melhores; não estão no ponto que indicam um sinal de que a crise acabou, mas as coisas estão definitivamente melhorando", acrescentou.
Entre as empresas que divulgaram balanços nas últimas 24 horas, as ações da Sun Microsystems despencaram 23% e pesaram sobre o Nasdaq, depois da fabricante de software ter registrado um inesperado prejuízo no seu terceiro trimestre fiscal, dizendo que a fraqueza econômica nos EUA anulou o crescimento no exterior.
As ações da Microsoft caíram 0,54% e as do Yahoo! subiram 6,92% em reação a uma reportagem do New York Times dizendo que a primeira elevou sua oferta para a compra do portal de busca na internet em "vários dólares por ação", enquanto os dois lados tentam um último acordo amigável. Segundo fontes do mercado, a Microsoft estava considerando fazer uma oferta hostil pelo Yahoo! antes da reabertura das negociações.
O índice Dow Jones subiu 48,20 pontos (0,37%) e fechou com 13.058,20 pontos. O Nasdaq caiu 3,72 pontos (0,15%) e fechou com 2.476,99 pontos. O S&P-500 subiu 4,56 pontos (0,32%) e fechou com 1.413,90 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 56,13 pontos (0,60%) e fechou com 9.451,17 pontos. O volume negociado na NYSE alcançou 1,271 bilhão de ações, de 1,398 bilhão de ações ontem; 1.772 ações subiram, 1.344 caíram e 121 ficaram estáveis. No Nasdaq, o volume somou 2,277 bilhões de ações negociadas, de 2,343 bilhões de ações ontem; 1.265 ações subiram e 1.618 caíram.
02.05.2008 18h45
O mercado de ações norte-americano oscilou com volatilidade aos indicadores melhores que esperados divulgados nesta sexta-feira e as novas medidas de liquidez anunciados pelos bancos centrais. No final do dia, o índice Dow Jones fechou no melhor nível do ano com 13.058,20 pontos e com um ganho acumulado de 1,29% na semana. No meio da tarde, pesou sobre os índices de ações o rebaixamento do rating da financeira Countrywide para "junk" pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. Por outro lado, a intensificação das negociações entre a Microsoft e o Yahoo! ajudaram a dar suporte ao mercado.
O relatório do mercado de mão-de-obra de abril surpreendeu os investidores com uma contração de apenas 20 mil no número de vagas em abril, contra uma expectativa de queda de 85 mil, embora este tenha sido o quarto mês consecutivo de declínio. O indicador deu suporte as ações do setor industrial, como Alcoa (+4,00%). Contudo, a alta dos preços do petróleo pelo mesmo motivo pesou sobre as empresas do setor aéreo (Continental Airlines -2,39%) e de tecnologia.
Os últimos números indicam que os EUA podem evitar uma recessão e o mercado em alta pode voltar nas ações. "É muito cedo para dizer", disse Tony Dwyer, estrategista de ações do FTN Midwest. "Vai depender da melhora nos mercados de crédito. Até agora, os sinais têm sido bastante bons. Você tem spreads de dívida melhores; não estão no ponto que indicam um sinal de que a crise acabou, mas as coisas estão definitivamente melhorando", acrescentou.
Entre as empresas que divulgaram balanços nas últimas 24 horas, as ações da Sun Microsystems despencaram 23% e pesaram sobre o Nasdaq, depois da fabricante de software ter registrado um inesperado prejuízo no seu terceiro trimestre fiscal, dizendo que a fraqueza econômica nos EUA anulou o crescimento no exterior.
As ações da Microsoft caíram 0,54% e as do Yahoo! subiram 6,92% em reação a uma reportagem do New York Times dizendo que a primeira elevou sua oferta para a compra do portal de busca na internet em "vários dólares por ação", enquanto os dois lados tentam um último acordo amigável. Segundo fontes do mercado, a Microsoft estava considerando fazer uma oferta hostil pelo Yahoo! antes da reabertura das negociações.
O índice Dow Jones subiu 48,20 pontos (0,37%) e fechou com 13.058,20 pontos. O Nasdaq caiu 3,72 pontos (0,15%) e fechou com 2.476,99 pontos. O S&P-500 subiu 4,56 pontos (0,32%) e fechou com 1.413,90 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 56,13 pontos (0,60%) e fechou com 9.451,17 pontos. O volume negociado na NYSE alcançou 1,271 bilhão de ações, de 1,398 bilhão de ações ontem; 1.772 ações subiram, 1.344 caíram e 121 ficaram estáveis. No Nasdaq, o volume somou 2,277 bilhões de ações negociadas, de 2,343 bilhões de ações ontem; 1.265 ações subiram e 1.618 caíram.
Petrobras bate recorde mensal de exportação de petróleo
por Agência Estado
02.05.2008 20h36
A Petrobras atingiu o recorde de exportação de 532 mil barris por dia (bpd) de petróleo, totalizando 15 milhões e 965 mil barris no mês de abril de 2008. Esse recorde superou a marca anterior, que era de 484 mil bpd, ocorrida em novembro de 2006, segundo comunicado enviado hoje pela estatal. Os embarques resultaram em uma receita de US$ 1,72 bilhões - a companhia ressalta que os faturamentos das cargas ocorrerão ao longo de maio e junho.
Do volume total embarcado no mês passado, 223 mil bpd correspondem a Marlim, 170 mil bpd são de Albacora Leste, 73 mil bpd de Roncador Pesado, 34 mil bpd de Roncador e 33 mil bpd de Marlim (P-37). Os destinos foram as regiões do Golfo Americano, Costa Oeste dos Estados Unidos, Caribe, América do Sul, Europa e China.
02.05.2008 20h36
A Petrobras atingiu o recorde de exportação de 532 mil barris por dia (bpd) de petróleo, totalizando 15 milhões e 965 mil barris no mês de abril de 2008. Esse recorde superou a marca anterior, que era de 484 mil bpd, ocorrida em novembro de 2006, segundo comunicado enviado hoje pela estatal. Os embarques resultaram em uma receita de US$ 1,72 bilhões - a companhia ressalta que os faturamentos das cargas ocorrerão ao longo de maio e junho.
Do volume total embarcado no mês passado, 223 mil bpd correspondem a Marlim, 170 mil bpd são de Albacora Leste, 73 mil bpd de Roncador Pesado, 34 mil bpd de Roncador e 33 mil bpd de Marlim (P-37). Os destinos foram as regiões do Golfo Americano, Costa Oeste dos Estados Unidos, Caribe, América do Sul, Europa e China.
Ibovespa fecha em alta de 2,21%, aos 69.366,4 pontos
por Claudia Violante da Agência Estado
02.05.2008 17h31
A concessão pela agência de classificação de risco S&P de grau de investimento seguro ao Brasil fez com que o Ibovespa, o principal índice de referência da Bolsa paulista, batesse um recorde de pontuação nesta sexta-feira. O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 2,21%, aos 69.366,4 pontos, superando o patamar de 67.868,5 pontos da última quarta-feira, quando foi anunciada a decisão da S&P. Na máxima do dia, o índice alcançou 70.973 pontos (+4,57%) -- um novo recorde intraday. Na mínima, a Bovespa situou-se em 67.865 pontos (-0,01%). Com o desempenho de hoje, a Bolsa acumulou na semana elevação de 6,41%. No ano, o Ibovespa já subiu 8,58%.
O volume financeiro surpreendeu nesta sexta-feira espremida entre o feriado do Dia do Trabalho e o final de semana. Por conta da elevação da nota brasileira, muitos investidores reforçaram as compras e o giro atingiu o recorde (considerados os dias sem qualquer tipo de vencimentos) R$ 11,088 bilhões (preliminar), quase o dobro da média diária negociada em 2008 (R$ 5,991 bilhões, segundo dados do site da Bovespa).
As ações mais negociadas na Bovespa, Vale do Rio Doce, e Petrobras impediram uma alta maior da Bovespa, visto que as ações da mineradora caíram e as da estatal do petróleo tiveram uma alta tímida, embora tenham sido beneficiadas pelo reajuste dos combustíveis na última quarta-feira.
O desempenho da Bovespa foi ancorado principalmente pelas ações de empresas voltadas ao mercado doméstico e também naquelas financeiramente alavancadas, uma vez que o grau de investimento permitirá que elas se financiem a taxas mais baratas. Os indicadores positivos divulgados nos Estados Unidos também serviram de incentivo, pelos dados em si e pelo reflexo nas bolsas.
02.05.2008 17h31
A concessão pela agência de classificação de risco S&P de grau de investimento seguro ao Brasil fez com que o Ibovespa, o principal índice de referência da Bolsa paulista, batesse um recorde de pontuação nesta sexta-feira. O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 2,21%, aos 69.366,4 pontos, superando o patamar de 67.868,5 pontos da última quarta-feira, quando foi anunciada a decisão da S&P. Na máxima do dia, o índice alcançou 70.973 pontos (+4,57%) -- um novo recorde intraday. Na mínima, a Bovespa situou-se em 67.865 pontos (-0,01%). Com o desempenho de hoje, a Bolsa acumulou na semana elevação de 6,41%. No ano, o Ibovespa já subiu 8,58%.
O volume financeiro surpreendeu nesta sexta-feira espremida entre o feriado do Dia do Trabalho e o final de semana. Por conta da elevação da nota brasileira, muitos investidores reforçaram as compras e o giro atingiu o recorde (considerados os dias sem qualquer tipo de vencimentos) R$ 11,088 bilhões (preliminar), quase o dobro da média diária negociada em 2008 (R$ 5,991 bilhões, segundo dados do site da Bovespa).
As ações mais negociadas na Bovespa, Vale do Rio Doce, e Petrobras impediram uma alta maior da Bovespa, visto que as ações da mineradora caíram e as da estatal do petróleo tiveram uma alta tímida, embora tenham sido beneficiadas pelo reajuste dos combustíveis na última quarta-feira.
O desempenho da Bovespa foi ancorado principalmente pelas ações de empresas voltadas ao mercado doméstico e também naquelas financeiramente alavancadas, uma vez que o grau de investimento permitirá que elas se financiem a taxas mais baratas. Os indicadores positivos divulgados nos Estados Unidos também serviram de incentivo, pelos dados em si e pelo reflexo nas bolsas.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
DJI...após 30/04...realização de lucros, na espera de novos indicadores...

DJI abriu nos 12.830 pontos e "sintonizado" com o otimismo dos mercados futuros, no aguardo de uma decisão favorável em corte de juros pelo FED, em menos de 2 horas de pregão veio buscar o intervalo dos 12925/12.950 pontos, onde por aí ficou até o anúncio as 15:30 horas.Anunciado o corte esperado de 0,25% nas taxas de juros, DJI iniciou um movimento rápido e ascendente rompendo o degrau dos 13 mil pontos e atingindo novo topo em 13.010 pontos. A partir dessa resistência, iniciou um processo de realização, com igual velocidade na última hora e meia de pregão, vindo a buscar a mínima intraday nos 12.809 pontos. Finalizou nos 12.820 pontos (ligeira queda de 0,09%. DJI está buscando um novo patamar de negociações, acima do intervalo anterior entre os 12.750 e 12.950 pontos. Mantendo-se acima dos 12.800 pontos tenderá a buscar um patamar acima dos 13 mil pontos, caso rompa também a resistência nos 13047 pontos. No gráfico de maior frequência (30 minutos), o IFR está indefinido, porém o estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinalizam continuidade na tendência de queda. Importantes indicadores econômicos como pedidos de seguro desemprego, consumo e atividade industrial deverão balizar os mercados para confirmar ou não essa tendência. Resistências imediatas continuam em 12.870,12.910 e 13.010 pontos. Suportes imediatos em 12.800, 12.770, 12.750 e 12.690.
Grau de investimento fortalece mercado de capitais
Por Agência Estado 01.05.2008 08h11
A conquista do grau de investimento dará novo fôlego para o mercado de capital brasileiro. Com um ambiente mais estável, ratificado pela nota de grau de investimento concedida ontem pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, o País entra na rota dos investimentos de fundos e aplicadores estrangeiros que antes tinham restrição para pôr dinheiro em ativos do Brasil.
O movimento significará uma ótima alternativa para as empresas se financiarem por meio do lançamento de ações ou outros papéis. "O investiment grade (como a classificação grau de Investimento é conhecida internacionalmente) vai trazer uma quantia de dinheiro que não é nada desprezível para o mercado interno. E isso tende a levar muitas companhias a fazer IPO (Oferta Inicial Pública de Ações), afirma o economista da Modal Asset Management, Alexandre Póvoa.
Segundo ele, não havia muita gente que esperava a melhora do rating (nota de crédito de risco) já neste primeiro semestre. Por isso, nem tudo foi antecipado. "Se fosse para quantificar, diria que dois terços dos investimentos já entraram no mercado interno nos últimos meses. Falta um terço", afirma o economista.
O economista do Santander, Maurício Molan, afirmou, porém, que o grau de investimento não garante que esse volume vai dobrar este ano. "Mas traz uma convicção maior de que sempre haverá recursos para financiar o mercado." Para o economista, parte do fluxo de investimentos por causa da melhora na classificação de risco foi antecipada nos últimos meses.
A conquista do grau de investimento dará novo fôlego para o mercado de capital brasileiro. Com um ambiente mais estável, ratificado pela nota de grau de investimento concedida ontem pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, o País entra na rota dos investimentos de fundos e aplicadores estrangeiros que antes tinham restrição para pôr dinheiro em ativos do Brasil.
O movimento significará uma ótima alternativa para as empresas se financiarem por meio do lançamento de ações ou outros papéis. "O investiment grade (como a classificação grau de Investimento é conhecida internacionalmente) vai trazer uma quantia de dinheiro que não é nada desprezível para o mercado interno. E isso tende a levar muitas companhias a fazer IPO (Oferta Inicial Pública de Ações), afirma o economista da Modal Asset Management, Alexandre Póvoa.
Segundo ele, não havia muita gente que esperava a melhora do rating (nota de crédito de risco) já neste primeiro semestre. Por isso, nem tudo foi antecipado. "Se fosse para quantificar, diria que dois terços dos investimentos já entraram no mercado interno nos últimos meses. Falta um terço", afirma o economista.
O economista do Santander, Maurício Molan, afirmou, porém, que o grau de investimento não garante que esse volume vai dobrar este ano. "Mas traz uma convicção maior de que sempre haverá recursos para financiar o mercado." Para o economista, parte do fluxo de investimentos por causa da melhora na classificação de risco foi antecipada nos últimos meses.
Fitch está revisando notas de crédito do Brasil
por Nalu Fernandes da Agência Estado
30.04.2008 19h31
A Fitch Ratings confirmou, em Nova York, que a equipe de rating soberano da agência de classificação de risco está "conduzindo uma revisão dos ratings (notas de risco de crédito) do País". De acordo com comunicado divulgado pela Fitch, "o rating soberano do Brasil está em revisão ativa".
Pelos critérios da Fitch, a classificação soberana do País é "BB+" com perspectiva estável, um nível abaixo do grau de investimento. No dia 14 deste mês, em evento em Manhattan, a diretora-sênior da Fitch Ratings, Shelly Shetty, havia afirmado que não esperaria que o Brasil viesse a crescer a taxas de 5% a 6% para conceder elevação da nota soberana. "Queremos ver o Brasil conduzir um crescimento não inflacionário", disse na ocasião.
Ainda no evento, Shetty afirmou que a Fitch não está tão preocupada com o déficit de conta corrente do Brasil. "O BC tem o luxo de vender reserva ou deixar a moeda se apreciar", ponderou no dia.
Outra importante agência de classificação de risco, a Standard & Poor's, elevou hoje a nota do Brasil para grau de investimento.
30.04.2008 19h31
A Fitch Ratings confirmou, em Nova York, que a equipe de rating soberano da agência de classificação de risco está "conduzindo uma revisão dos ratings (notas de risco de crédito) do País". De acordo com comunicado divulgado pela Fitch, "o rating soberano do Brasil está em revisão ativa".
Pelos critérios da Fitch, a classificação soberana do País é "BB+" com perspectiva estável, um nível abaixo do grau de investimento. No dia 14 deste mês, em evento em Manhattan, a diretora-sênior da Fitch Ratings, Shelly Shetty, havia afirmado que não esperaria que o Brasil viesse a crescer a taxas de 5% a 6% para conceder elevação da nota soberana. "Queremos ver o Brasil conduzir um crescimento não inflacionário", disse na ocasião.
Ainda no evento, Shetty afirmou que a Fitch não está tão preocupada com o déficit de conta corrente do Brasil. "O BC tem o luxo de vender reserva ou deixar a moeda se apreciar", ponderou no dia.
Outra importante agência de classificação de risco, a Standard & Poor's, elevou hoje a nota do Brasil para grau de investimento.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Bolsa sobe 6,33%, maior alta desde 2002, e bate recorde
por Claudia Violante da Agência Estado
30.04.2008 17h55
A elevação do Brasil ao grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s deu todos os argumentos de que o mercado acionário doméstico precisava para, finalmente, romper o recorde de 6 de dezembro passado e posicionar-se em outro patamar. E esse nível foi bem acima de qualquer projeção.
A Bovespa teve a maior alta porcentual desde 17 de outubro de 2002, de 6,33%. Fechou no recorde de pontos de 67.868,5 pontos, substituindo o recorde anterior, de dezembro, aos 66.790,8 pontos. Durante o pregão, também bateu recorde, ao renovar a pontuação máxima histórica, aos 68.038 pontos, quando subia 6,6% (a máxima anterior era de 7 de dezembro, 66.529 pontos). O volume disparou e totalizou R$ 9,708 bilhões.
O ganho acumulado no mês chegou a 11,32%, o mais elevado em 2007 e 2008, segundo os dados do site da Bovespa. Em 2008, a Bovespa acumula elevação de 6,23%.
A decisão da S&P acabou ofuscando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para tomar sua decisão de política monetária. O Fed cumpriu o que esperava o mercado - cortou a taxa básica de juros americana em 0,25 ponto porcentual, para 2% ao ano, promoveu a mesma redução na taxa de redesconto (crédito emergencial, para 2,25% ao ano) e deu sinais de que o processo de afrouxamento monetário será interrompido. As bolsas reagiram imediatamente ao anúncio com relativa indiferença. Mas as bolsas americanas acabaram invertendo o rumo depois que os investidores fizeram a releitura do comunicado.
Assim, o Dow Jones encerrou a sessão em baixa de 0,09%, aos 12.820,1 pontos. O S&P recuou 0,38% e o Nasdaq encerrou com queda de 0,55%. Antes da releitura, os balanços e indicadores divulgados hoje deram fôlego para uma alta firme. O mercado gostou dos números da consultoria ADP (criação de 10 mil vagas de trabalho no setor privado americano em abril, ante estimativa de -70 mil postos de trabalho) e do PIB (alta de 0,6% no primeiro trimestre, em linha com as estimativas) e balanços como da GM e Procter & Gamble. Mas tudo acabou ficando relegado a segundo plano após o encontro do Fed.
No Brasil, com o grau de investimento, a queda do petróleo (-1,88%, aos US$ 113,46 o barril) e dos metais não se refletiram nas ações da Vale e da Petrobras, que foram alvos preferenciais após elevação do rating. Após o fechamento do mercado, a Petrobras anunciou reajuste dos combustíveis, de 10% para a gasolina e 15% para o diesel, aumento que só repercutirá nas ações na sexta-feira, quando o mercado doméstico volta a trabalhar após o feriado do Dia do Trabalho. Petrobras PN subiu hoje 3,18%, Petrobras ON ganhou 1,73%, Vale PNA avançou 5,06% e Vale ON subiu 5,36%.
30.04.2008 17h55
A elevação do Brasil ao grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s deu todos os argumentos de que o mercado acionário doméstico precisava para, finalmente, romper o recorde de 6 de dezembro passado e posicionar-se em outro patamar. E esse nível foi bem acima de qualquer projeção.
A Bovespa teve a maior alta porcentual desde 17 de outubro de 2002, de 6,33%. Fechou no recorde de pontos de 67.868,5 pontos, substituindo o recorde anterior, de dezembro, aos 66.790,8 pontos. Durante o pregão, também bateu recorde, ao renovar a pontuação máxima histórica, aos 68.038 pontos, quando subia 6,6% (a máxima anterior era de 7 de dezembro, 66.529 pontos). O volume disparou e totalizou R$ 9,708 bilhões.
O ganho acumulado no mês chegou a 11,32%, o mais elevado em 2007 e 2008, segundo os dados do site da Bovespa. Em 2008, a Bovespa acumula elevação de 6,23%.
A decisão da S&P acabou ofuscando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para tomar sua decisão de política monetária. O Fed cumpriu o que esperava o mercado - cortou a taxa básica de juros americana em 0,25 ponto porcentual, para 2% ao ano, promoveu a mesma redução na taxa de redesconto (crédito emergencial, para 2,25% ao ano) e deu sinais de que o processo de afrouxamento monetário será interrompido. As bolsas reagiram imediatamente ao anúncio com relativa indiferença. Mas as bolsas americanas acabaram invertendo o rumo depois que os investidores fizeram a releitura do comunicado.
Assim, o Dow Jones encerrou a sessão em baixa de 0,09%, aos 12.820,1 pontos. O S&P recuou 0,38% e o Nasdaq encerrou com queda de 0,55%. Antes da releitura, os balanços e indicadores divulgados hoje deram fôlego para uma alta firme. O mercado gostou dos números da consultoria ADP (criação de 10 mil vagas de trabalho no setor privado americano em abril, ante estimativa de -70 mil postos de trabalho) e do PIB (alta de 0,6% no primeiro trimestre, em linha com as estimativas) e balanços como da GM e Procter & Gamble. Mas tudo acabou ficando relegado a segundo plano após o encontro do Fed.
No Brasil, com o grau de investimento, a queda do petróleo (-1,88%, aos US$ 113,46 o barril) e dos metais não se refletiram nas ações da Vale e da Petrobras, que foram alvos preferenciais após elevação do rating. Após o fechamento do mercado, a Petrobras anunciou reajuste dos combustíveis, de 10% para a gasolina e 15% para o diesel, aumento que só repercutirá nas ações na sexta-feira, quando o mercado doméstico volta a trabalhar após o feriado do Dia do Trabalho. Petrobras PN subiu hoje 3,18%, Petrobras ON ganhou 1,73%, Vale PNA avançou 5,06% e Vale ON subiu 5,36%.
Brasil recebe grau de investimento da S&P
por André Lahóz de EXAME
30.04.2008 17h57
Selo de investimento seguro gera euforia na Bovespa, que fecha em alta de 6,33%
O Brasil entrou – afinal – para o clube dos países tidos como seguros para investir. A agência de classificação de risco Standard & Poor's, a S&P, elevou hoje a nota de risco de crédito do Brasil de “BB+” para “BBB-”, o que significa que o país já é “grau de investimento”. O mercado foi pego de surpresa, pois a expectativa é que o país conseguisse a nova classificação apenas no último trimestre deste ano. A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 6,33% e atingiu um novo recorde de pontos (67.868).
A nova avaliação é importante por seu impacto potencial nos investimentos estrangeiros no Brasil. A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores na hora de decidir onde irão aplicar o dinheiro. As notas concedidas pelas agências indicam qual é o risco de calote para o aplicador. Até a nota “BB+”, que o país detinha a tarde desta quarta-feira, os países são considerados “grau especulativo”. São, portanto, mais arriscados. A partir de agora, segundo a S&P, o risco de aplicar no Brasil é baixo.
Por isso mesmo, a tendência é de aumento no fluxo de dinheiro no Brasil, seguindo o padrão de quase todos os países que também subiram de patamar. A principal razão para isso é que muitos fundos de pensão estrangeiros têm uma limitação estatutária para investir em países sem o “grau de investimento”. O Brasil entra agora no radar desse importante grupo – estima-se que os fundos de pensão detenham cerca de 25 trilhões de dólares para aplicar. Ninguém sabe quanto desse bolo o Brasil poderá atrair.
A nova nota coroa quase 15 anos de avanço macroeconômico. No comunicado divulgado pela S&P, a agência reconheceu em particular os esforços do Banco Central no combate à inflação. “Em contraste com pressões inflacionárias incontroladas em outros países com ratings mais baixos, o Banco Central do Brasil iniciou um ciclo de aperto em 16 de abril de 2008, para garantir que os benefícios duramente conquistados associados com a baixa inflação serão mantidos”, afirmou Lisa Schineller, diretora da S&P. Até mesmo o Federal Reserve, o banco central americano, tem sido criticado por não ser suficientemente firme no controle de preços. O Fed reduziu nesta quarta-feira sua taxa básica de juros de 2,25% ao ano para 2%, confirmando a expectativa de grande parte dos analistas de mercado.
Ela destacou, porém, que a política fiscal segue como uma fragilidade brasileira. O principal entrave para a obtenção do “grau de investimento” vinha sendo o patamar da dívida pública, em 41,2% do PIB, muito acima do patamar de 20% do PIB para a média dos ratings BBB da agência. Apesar disso, o fato é que a dívida pública já foi de 57%em 2002.
Novas melhorias da nota estão condicionadas a um avanço mais sólido no front fiscal. “Passos de política para reduzir o nível do, e a rigidez no, atual gasto do governo, ou ambos, devem fortalecer a posição fiscal do Brasil e facilitar um declínio maior na taxa de juro, com implicações positivas para o investimento e crescimento e um declínio mais rápido nos encargos da dívida do país”, disse Schineller. “A passagem das reformas tributária ou da previdência – que a S&P não espera dentro do horizonte de rating – seria um choque positivo para a confiança e contribuiria para fortalecer a qualidade de crédito."
30.04.2008 17h57
Selo de investimento seguro gera euforia na Bovespa, que fecha em alta de 6,33%
O Brasil entrou – afinal – para o clube dos países tidos como seguros para investir. A agência de classificação de risco Standard & Poor's, a S&P, elevou hoje a nota de risco de crédito do Brasil de “BB+” para “BBB-”, o que significa que o país já é “grau de investimento”. O mercado foi pego de surpresa, pois a expectativa é que o país conseguisse a nova classificação apenas no último trimestre deste ano. A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 6,33% e atingiu um novo recorde de pontos (67.868).
A nova avaliação é importante por seu impacto potencial nos investimentos estrangeiros no Brasil. A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores na hora de decidir onde irão aplicar o dinheiro. As notas concedidas pelas agências indicam qual é o risco de calote para o aplicador. Até a nota “BB+”, que o país detinha a tarde desta quarta-feira, os países são considerados “grau especulativo”. São, portanto, mais arriscados. A partir de agora, segundo a S&P, o risco de aplicar no Brasil é baixo.
Por isso mesmo, a tendência é de aumento no fluxo de dinheiro no Brasil, seguindo o padrão de quase todos os países que também subiram de patamar. A principal razão para isso é que muitos fundos de pensão estrangeiros têm uma limitação estatutária para investir em países sem o “grau de investimento”. O Brasil entra agora no radar desse importante grupo – estima-se que os fundos de pensão detenham cerca de 25 trilhões de dólares para aplicar. Ninguém sabe quanto desse bolo o Brasil poderá atrair.
A nova nota coroa quase 15 anos de avanço macroeconômico. No comunicado divulgado pela S&P, a agência reconheceu em particular os esforços do Banco Central no combate à inflação. “Em contraste com pressões inflacionárias incontroladas em outros países com ratings mais baixos, o Banco Central do Brasil iniciou um ciclo de aperto em 16 de abril de 2008, para garantir que os benefícios duramente conquistados associados com a baixa inflação serão mantidos”, afirmou Lisa Schineller, diretora da S&P. Até mesmo o Federal Reserve, o banco central americano, tem sido criticado por não ser suficientemente firme no controle de preços. O Fed reduziu nesta quarta-feira sua taxa básica de juros de 2,25% ao ano para 2%, confirmando a expectativa de grande parte dos analistas de mercado.
Ela destacou, porém, que a política fiscal segue como uma fragilidade brasileira. O principal entrave para a obtenção do “grau de investimento” vinha sendo o patamar da dívida pública, em 41,2% do PIB, muito acima do patamar de 20% do PIB para a média dos ratings BBB da agência. Apesar disso, o fato é que a dívida pública já foi de 57%em 2002.
Novas melhorias da nota estão condicionadas a um avanço mais sólido no front fiscal. “Passos de política para reduzir o nível do, e a rigidez no, atual gasto do governo, ou ambos, devem fortalecer a posição fiscal do Brasil e facilitar um declínio maior na taxa de juro, com implicações positivas para o investimento e crescimento e um declínio mais rápido nos encargos da dívida do país”, disse Schineller. “A passagem das reformas tributária ou da previdência – que a S&P não espera dentro do horizonte de rating – seria um choque positivo para a confiança e contribuiria para fortalecer a qualidade de crédito."
IBOV...após 29/04...forte realização antecipando FED...

Contrastando com o pregão anterior, e "descolado" de DJI, o IBOVESPA abriu na máxima do dia nos 65.677 pontos e como já sinalizavam, com muita força os índices futuros, iniciou um movimento continuado de queda, típico de uma realização de lucros, perdendo os suportes em 65.630, 65.320, 64.880 e 64.600 pontos, conquistados nos dois pregões anteriores, vindo buscar suporte provisório nos 64.150 pontos. Na segunda metade do pregão, tentou esboçar reação, tentando retomar os 65.600 pontos, porém sucumbiu à forte queda dos índices futuros e foi arrastado até a mínima de 63.705 pontos (- 3,0%). Conseguiu finalizar próximo disso nos 63.825 pontos (queda de 2,88%). Os principais indicadores nos gráficos diários sinalizam a continuidade da queda, porém o gráfico de "30 minutos" já sinaliza região de "sobre-venda" no estocástico com alguma possibilidade de reverter essa tendência. O oscilador de momentos, porém continua sinalizando queda. Suportes imediatos em 63.600 (na LTA) e 62.900 (fibo 38%)pontos. Resistências agora em 64.170, 64.600, 64.840 e 65.200 pontos.
terça-feira, 29 de abril de 2008
DOW JONES...após 29/04...tendência de queda ainda continua...

DJI abriu nos 12.870 pontos e nas duas primeiras horas de pregão, "sintonizado" com os mercados futuros, veio buscar a mínima nos 12804 pontos. A partir desse suporte, iniciou com dificuldade uma recuperação atingindo a máxima do dia em 12.889 pontos (+0,13%),insuficiente para conter a pequena realização que ocorreu a partir daí, finalizando nos 12.831 pontos (- 0,31%). No gráfico de maior frequência (30 minutos), o IFR está sinalizando continuidade na tendência de queda.O estocástico e o CCI/Ma cruzamento estão indefinidos. No gráfico diário, o estocástico se apresenta ainda "sobre-comprado" e os demais indicadores indefinidos. Resistências imediatas continuam em 12.890,12.940 e 13.047 pontos. Suportes imediatos em 12.800 (fibo de 78,6%), 12.750, 12.690 (fibo de 62%) e 12.530 (fibo de 38%)pontos.
Ibovespa cai 2,82%, maior perda desde 19 de março
por Claudia Violante da Agência Estado
29.04.2008 17h26
Depois de acumular mais de 7% de alta em abril até ontem, os investidores domésticos em ações aproveitaram a cautela nos Estados Unidos por causa da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) amanhã e engataram uma forte realização de juros. A Bovespa perdeu o nível de 65 mil pontos e também o de 64 mil e, no pior momento do dia, chegou a cair 3% (aos 63.706 pontos). Recuperou-se ligeiramente e fechou em baixa de 2,82%, a maior perda porcentual desde 19 de março passado (-5,01%), aos 63.829,7 pontos. Na máxima do dia, ficou estável, em 65.678 pontos.
Com o desempenho de hoje, a Bovespa diminuiu os ganhos acumulados em abril a 4,69%, mas inverteu novamente o desempenho de 2008 e agora tem perda de 0,09%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,12 bilhões.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou em baixa de 0,31%, aos 12.831,9 pontos, e o S&P recuou 0,39%, mas o Nasdaq subiu 0,07%. Os investidores pisaram no freio por lá diante da expectativa com o resultado da reunião do Fed, amanhã. O mercado dá praticamente como certo mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica do juro americana, mas teme que esse seja o último. Isso acenderá o sinal amarelo sobre os índices inflacionários.
Essa expectativa com o encontro do Fed serviu também de justificativa para a desvalorização dos metais básicos e para o petróleo, impactando as blue chips (ações de primeira linha) Vale e Petrobras na Bovespa. Petrobras PN despencou 3,97% e Vale PNA recuou 2,47%. Os indicadores divulgados nos EUA hoje também não vieram bons - mostraram queda na confiança do consumidor e declínio recorde nos preços de residências em cidades americanas -, o que favoreceu o sinal negativo predominante da sessão, lá e cá.
Amanhã, dessa forma, o mercado só deve ganhar vida depois das 15h15 (de Brasília), que é o horário previsto para o Fed anunciar sua decisão. Se o BC americano permitir, é possível que os patamares perdidos hoje pela Bovespa sejam recobrados, mas a cautela é o que deve mesmo predominar, visto que na quinta-feira o mercado aqui estará fechado por conta do feriado e a agenda lá fora será importante.
29.04.2008 17h26
Depois de acumular mais de 7% de alta em abril até ontem, os investidores domésticos em ações aproveitaram a cautela nos Estados Unidos por causa da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) amanhã e engataram uma forte realização de juros. A Bovespa perdeu o nível de 65 mil pontos e também o de 64 mil e, no pior momento do dia, chegou a cair 3% (aos 63.706 pontos). Recuperou-se ligeiramente e fechou em baixa de 2,82%, a maior perda porcentual desde 19 de março passado (-5,01%), aos 63.829,7 pontos. Na máxima do dia, ficou estável, em 65.678 pontos.
Com o desempenho de hoje, a Bovespa diminuiu os ganhos acumulados em abril a 4,69%, mas inverteu novamente o desempenho de 2008 e agora tem perda de 0,09%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,12 bilhões.
Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou em baixa de 0,31%, aos 12.831,9 pontos, e o S&P recuou 0,39%, mas o Nasdaq subiu 0,07%. Os investidores pisaram no freio por lá diante da expectativa com o resultado da reunião do Fed, amanhã. O mercado dá praticamente como certo mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica do juro americana, mas teme que esse seja o último. Isso acenderá o sinal amarelo sobre os índices inflacionários.
Essa expectativa com o encontro do Fed serviu também de justificativa para a desvalorização dos metais básicos e para o petróleo, impactando as blue chips (ações de primeira linha) Vale e Petrobras na Bovespa. Petrobras PN despencou 3,97% e Vale PNA recuou 2,47%. Os indicadores divulgados nos EUA hoje também não vieram bons - mostraram queda na confiança do consumidor e declínio recorde nos preços de residências em cidades americanas -, o que favoreceu o sinal negativo predominante da sessão, lá e cá.
Amanhã, dessa forma, o mercado só deve ganhar vida depois das 15h15 (de Brasília), que é o horário previsto para o Fed anunciar sua decisão. Se o BC americano permitir, é possível que os patamares perdidos hoje pela Bovespa sejam recobrados, mas a cautela é o que deve mesmo predominar, visto que na quinta-feira o mercado aqui estará fechado por conta do feriado e a agenda lá fora será importante.
IGP-M sobe 0,69% em abril e alcança 9,81% em um ano
por Alessandra Saraiva da Agência Estado
29.04.2008 08h15
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) em abril foi de 0,69%, após a alta de 0,74% apurada pelo índice em março, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com isso, a inflação de 2008 pelo IGP-M, até abril, é de 3,09% e no acumulado de 12 meses, 9,81%. O IGP-M é um dos principais índices de referência para corrigir os aluguéis.
O IGP-M é dividido em três índices. O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,65% em abril, ante elevação de 0,96% em março. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou avanço de 0,76% em abril, em comparação com a alta de 0,19% em março. Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) registrou aumento de 0,82% em abril, ante elevação de 0,59% em março. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de abril foi do dia 21 de março a 20 de abril.
29.04.2008 08h15
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) em abril foi de 0,69%, após a alta de 0,74% apurada pelo índice em março, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com isso, a inflação de 2008 pelo IGP-M, até abril, é de 3,09% e no acumulado de 12 meses, 9,81%. O IGP-M é um dos principais índices de referência para corrigir os aluguéis.
O IGP-M é dividido em três índices. O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,65% em abril, ante elevação de 0,96% em março. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou avanço de 0,76% em abril, em comparação com a alta de 0,19% em março. Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) registrou aumento de 0,82% em abril, ante elevação de 0,59% em março. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de abril foi do dia 21 de março a 20 de abril.
IBOV...após 28/04..."divergência" em oscilador de momentos sinaliza tendência de queda...

O IBOVESPA abriu nos 65.191 pontos (mínima do dia) e como já sinalizavam os índices futuros, iniciou um movimento paulatino de alta, primeiramente em movimento lateral, oscilando entre os 65.500 e os 65.800 pontos.Na segunda metade do pregão, tentou um processo de consolidação da alta, primeiramente retomando a casa dos 65.900 pontos, e em seguida, rompendo a casa dos 66 mil, veio atingir a máxima do dia, nos 66.025 pontos. Com o enfraquecimento dos mercados futuros americanos, refluiu igualmente, finalizando em 65.677 pontos (alta de 0,75%). Os principais indicadores nos gráficos diários, como o IFR, o estocástico e o CCI/Ma cruzamento voltam a se apresentar indefinidos, porém o oscilador de momentos apresenta uma nova "divergência baixista", indicando a possibilidade de reversão da atual tendência. Analisando-se o desempenho do Ibovespa através de um gráfico de "30 minutos", todos esses indicadores sinalizam tendência de queda. Suportes imediatos em 65.630 (fibo de 78%), 65.320 (fibo de 62%), 64.880 (fibo de 38%)e 64.600 pontos. Resistências imediatas em 65.900, 65.940 e 66.025 pontos.
DJI...após 28/04...tendência de queda continua...

DJI abriu nos 12.890 pontos e nas duas primeiras horas de pregão oscilou entre os 12860 e 12910 pontos. No início da segunda metade do pregão, animado com a melhora dos mercados futuros, veio atingir a máxima do dia em 12.938 pontos.A partir daí porém, refluiu novamente e de forma continuada até atingir a mínima do dia em 12.857 pontos. Fechou próximo disso, nos 12.871 pontos (-0,16%).O fechamento praticamente no preço da abertura, produziu um "doji star" indicativo do equilíbrio entre as forças de mercado, No gráfico de maior frequência (30 minutos), o IFR, o estocástico, o oscilador de momento e o CCI/Ma cruzamento estão sinalizando tendência de queda. No gráfico diário, o estocástico se apresenta bastante "sobre-comprado" e o oscilador de momentos apresenta divergência negativa indicando possibilidades da continuação da queda. Resistências imediatas continuam em 12.910,12.940 e 13.047 pontos. Suportes imediatos em 12.800 (fibo de 78,6%), 12.750, 12.690 (fibo de 62%) e 12.530 (fibo de 38%)pontos.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Bolsas de NY fecham quase estáveis à espera do Fed
Por Suzi Katzumata da Agência Estado
28.04.2008 18h52
Os índices de ações Dow Jones e S&P-500, das Bolsas de Nova York, fecharam com pequena perda, enquanto o Nasdaq subiu levemente, depois de terem oscilado dentro de margens estreitas, com os investidores cautelosos enquanto aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e a divulgação do PIB do primeiro trimestre dos EUA, ambos na quarta-feira. O volume de ações negociado hoje foi baixo e as notícias de fusão corporativa e o balanço da blue chip (ação de primeira linha) Verizon não foram suficientes para gerar muita atividade.
Analistas disseram que os participantes do mercado estão esperando para ver se os preços do petróleo e outras preocupações inflacionárias vão provocar uma mudança no viés do Fed na quarta-feira. "Todos os olhos estarão apontados para o comunicado de política do Fed na quarta-feira para ver quão fortemente ele sinaliza uma pausa no ciclo de afrouxamento, depois de um aguardado corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, para 2% ao ano", disse Sal Guatieri, economista da BMO Capital Markets.
Entre as notícias de fusão e aquisição, as ações da Wm Wrigley Co dispararam 23,15%, depois de a fabricante de suco de frutas ter concordado com um acordo de quase US$ 23 bilhões oferecido pela Mars - fabricante dos chocolates Snickers -, que conta com o apoio financeiro do Berkshire Hathaway, veículo de investimentos do bilionário Warren Buffett. Esse acordo alimentou esperanças de outras fusões no setor de alimentos e deram impulso de 4,63% às ações da Hershey Co.
No setor aéreo, as ações da US Airways Group subiram 20,39% depois de a Associated Press ter informado que a companhia estava em negociações "avançadas" com a UAL - controladora da United Airlines. As ações da UAL caíram 2,63%.
No setor de tecnologia, a CNBC informou que a gigante Microsoft provavelmente vai lançar uma tentativa hostil para assumir o controle do Yahoo!, que rejeitou sua abordagem inicial. As ações do Yahoo! Caíram 1,38% e as da Microsoft fecharam em baixa de 2,82%.
As ações da Verizon subiram 2,46% depois de a companhia ter informado um aumento de 9,8% no seu lucro líquido no primeiro trimestre, citando continuidade no crescimento do negócio de rede sem fio, que compensou a hesitação da economia dos EUA e as dificuldades em seu negócio de linha fixa.
O índice Dow Jones caiu 0,16% e fechou com 12.871,75 pontos. O Nasdaq subiu 0,06% e fechou com 2.424,40 pontos. O S&P-500 recuou 0,11% e terminou o dia com 1.396,37 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 0,06%, para 9.349,61 pontos. As informações são da Dow Jones.
28.04.2008 18h52
Os índices de ações Dow Jones e S&P-500, das Bolsas de Nova York, fecharam com pequena perda, enquanto o Nasdaq subiu levemente, depois de terem oscilado dentro de margens estreitas, com os investidores cautelosos enquanto aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e a divulgação do PIB do primeiro trimestre dos EUA, ambos na quarta-feira. O volume de ações negociado hoje foi baixo e as notícias de fusão corporativa e o balanço da blue chip (ação de primeira linha) Verizon não foram suficientes para gerar muita atividade.
Analistas disseram que os participantes do mercado estão esperando para ver se os preços do petróleo e outras preocupações inflacionárias vão provocar uma mudança no viés do Fed na quarta-feira. "Todos os olhos estarão apontados para o comunicado de política do Fed na quarta-feira para ver quão fortemente ele sinaliza uma pausa no ciclo de afrouxamento, depois de um aguardado corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, para 2% ao ano", disse Sal Guatieri, economista da BMO Capital Markets.
Entre as notícias de fusão e aquisição, as ações da Wm Wrigley Co dispararam 23,15%, depois de a fabricante de suco de frutas ter concordado com um acordo de quase US$ 23 bilhões oferecido pela Mars - fabricante dos chocolates Snickers -, que conta com o apoio financeiro do Berkshire Hathaway, veículo de investimentos do bilionário Warren Buffett. Esse acordo alimentou esperanças de outras fusões no setor de alimentos e deram impulso de 4,63% às ações da Hershey Co.
No setor aéreo, as ações da US Airways Group subiram 20,39% depois de a Associated Press ter informado que a companhia estava em negociações "avançadas" com a UAL - controladora da United Airlines. As ações da UAL caíram 2,63%.
No setor de tecnologia, a CNBC informou que a gigante Microsoft provavelmente vai lançar uma tentativa hostil para assumir o controle do Yahoo!, que rejeitou sua abordagem inicial. As ações do Yahoo! Caíram 1,38% e as da Microsoft fecharam em baixa de 2,82%.
As ações da Verizon subiram 2,46% depois de a companhia ter informado um aumento de 9,8% no seu lucro líquido no primeiro trimestre, citando continuidade no crescimento do negócio de rede sem fio, que compensou a hesitação da economia dos EUA e as dificuldades em seu negócio de linha fixa.
O índice Dow Jones caiu 0,16% e fechou com 12.871,75 pontos. O Nasdaq subiu 0,06% e fechou com 2.424,40 pontos. O S&P-500 recuou 0,11% e terminou o dia com 1.396,37 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 0,06%, para 9.349,61 pontos. As informações são da Dow Jones.
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