terça-feira, 25 de novembro de 2008

IBOV...após 25/11...tendência de alta continua...


O Ibovespa abriu nos 34.189 pontos e na primeira hora de pregão veio buscar sua mínima em 33.620 pontos (-1,66%). A partir daí ganhou impulso, para atingir sua máxima em 35.532 pontos ( +3,93%), ainda na primeira metade do pregão. Daí refluiu até encontrar suporte em 34.035 pontos, de onde tentou se recuperar, vindo a atingir na última meia-hora de pregão 34.813 pontos (+1,83%), onde finalizou. Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da alta, mas alguns desses indicadores já se encontram relativamente sobrecomprados, sinalizando a possibilidade de alguma realização, antes do Ibovespa retomar a principal tendência.

Suportes imediatos: 34.200, 33.750 e 33.500 pontos.
Resistências imediatas: 35.200, 35.750, 35.900 e 36.600 pontos.

DJI...após 25/11...tendência ainda de alta...


Após abrir em 8.445 pontos, DJI subiu na primeira hora de pregão até encontrar resistência na máxima do dia, nos 8.606 pontos (+1,93%). Refluiu desse patamar até a mínima nos 8.282 pontos e a partir daí, na segunda metade do pregão, retomou sua alta até os 8.552 pontos, para finalizar logo após em 8.479 pontos ( +0,43%). DJI com a terceira sessão seguida de alta, está tentando estabelecer novo sub-canal de alta, tentando se firmar acima dos 8.500 pontos. A principal tendência ainda é de alta. Mas, face a forte volatilidade de DJI, os índices futuros dos mercados americanos, antes da abertura poderão sinalizar com melhor precisão, a tendência para a abertura de DJI.

Suportes imediatos: 8.340, 8.250 e 8.040 pontos.
Resistências imediatas: 8.500, 8.560, 8.600, 8.640 e 8.850 pontos.

Bolsa de NY fecha em alta com novo pacote; Nasdaq cai

por Agência ESTADO
25 de Novembro de 2008 19:59


O mercado norte-americano de ações fechou com os índices Dow Jones e S&P-500 em alta e o Nasdaq em baixa. O Dow Jones acumula três dias consecutivos de altas, pela primeira vez desde agosto; o S&P-500 também subiu nos três últimos pregões, o que não acontecia desde setembro. O Nasdaq, concentrado em ações do setor de tecnologia, caiu em reação ao informe de resultados da Hewlett-Packard.

O índice Dow Jones fechou em alta de 36,08 pontos, ou 0,43%, em 8.479,47 pontos. A mínima foi em 8.281,46 pontos e a máxima em 8.607,38 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 7,29 pontos, ou 0,50%, em 1.464,73 pontos. O S&P-500 subiu 5,58 pontos, ou 0,66%, para fechar em 857,39 pontos. O NYSE Composite subiu 61,58 pontos, ou 1,16%, para 5.375,34 pontos.

A maioria das ações subiu em reação ao plano do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para injetar liquidez nos mercados de financiamento de dívidas de curto prazo. A expectativa de que isso melhore as condições do mercado de crédito fez subirem ações como as da construtora de casas DR Horton (+38,00%, apesar de nova queda no índice de preços de móveis residenciais Case-Shiller) e as da agência de crédito educativo SLM Corp. (conhecida como Sallie Mae), cujas ações avançaram 22,03%. As ações dos bancos também subiram: JPMorgan Chase avançou 7,94%, Citigroup ganhou 2,18% e Bank of America registrou elevação de 1,44%.

No setor de tecnologia, as ações da Hewlett-Packard caíram 5,88%; as da Intel recuaram 3,17% e as da Microsoft fecharam em queda de 3,38%. No setor de mineração, as ações da BHP Billiton subiram 14,51%, depois de a empresa anunciar que desistiu da tentativa de adquirir a rival Rio Tinto, por causa das condições do mercado de crédito e dos preços baixos dos minérios; as ações da Rio Tinto caíram 27,33%. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa encerra o dia com ganhos de 1,83%

por Agência ESTADO
25 de Novembro de 2008 18:31

Num pregão bastante volátil, a Bovespa conseguiu descolar-se da tendência predominantemente baixista em Wall Street e fechar no azul, favorecida pelas ações de siderúrgicas, bancos e construtoras. As sucessivas medidas de ajuda divulgadas nos Estados Unidos - hoje foram US$ 800 bilhões, um dia depois do socorro ao Citigroup - têm feito com que os poucos investidores domésticos relutem um pouco em se desfazer dos papéis.

Assim, o Ibovespa, principal índice, terminou a sessão com ganhos de 1,83%, aos 34.812,86 pontos, mas chegou a atingir 3,93% de elevação (35.532 pontos), no final da manhã, com o anúncio da ajuda do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA). Na mínima, tocou em 33.620 pontos (-1,66%). No mês, acumula perdas de 6,56% e, no ano, de 45,51%. O giro financeiro totalizou R$ 3,729 bilhões.

O Fed lançou um programa de US$ 200 bilhões para o crédito ao consumidor e um de US$ 600 bilhões para o mercado de títulos lastreado em hipotecas nos EUA. O objetivo é "reduzir o custo e aumentar a disponibilidade de crédito para a compra de imóveis, o que, por sua vez, irá sustentar os mercados imobiliários e alimentar condições melhores nos mercados financeiros de modo geral".

Os especialistas gostaram principalmente da ajuda aos consumidores, visto que, até então, eram as instituições as principais beneficiadas da ajuda do governo. Vide ontem o Citigroup, que recebeu US$ 20 bilhões diretamente do Fed, além de ter garantidos US$ 306 bilhões em ativos. Ao colocar o consumidor como beneficiário, o Fed está de olho no reaquecimento econômico, visto que os gastos deles correspondem a 70% da atividade econômica do país - e haviam caído no terceiro trimestre.

Ações

O setor de construção, um dos mais castigados na Bovespa por causa da liquidez mais estreita, subiu hoje na esteira do relatório do BC sobre o crédito. Segundo a autoridade monetária doméstica, o estoque de operações de crédito do sistema financeiro cresceu 2,9% em outubro, ante setembro, totalizando R$ 1,187 trilhão. No acumulado do ano, o crédito registra expansão de 26,8% e a alta é de 34,6% nos últimos 12 meses. O volume de novas concessões, entretanto, caiu 3% ante setembro, para R$ 157,257 bilhões, liderado pelo segmento de pessoas físicas (-3,5%). Cyrela ON foi a segunda maior alta do Ibovespa, ao subir 14,10%. Rossi Residencial ON avançou 8,09% e Gafisa ON, 4,64%.

Vale ON fechou em alta de 2,68% e PNA, de 1,96%. Usiminas PNA subiu 2,75%; CSN ON, 4,34%; Gerdau Metalúrgica PN, 9,20%; e Gerdau PN, 4,88%. No setor financeiro, BB ON subiu 3,04%; Itaú, 4,62%; Unibanco Unit, 4,47%; e Bradesco PN, 2,20%. Petrobras virou para cima no final: as ações ON avançaram 1,72% e as PN, 0,68%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para janeiro terminou cotado a US$ 50,77 o barril, com retração de 6,84%.

EUA

Os pacotes anunciados hoje puxaram as Bolsas de Nova York temporariamente para cima, mas os índices conhecidos hoje fizeram o rumo se inverter. Entre os dados conhecidos nos EUA, o principal foi a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, quando foi reduzido de -0,3% para -0,5%. O único número favorável foi o índice de confiança do consumidor norte-americano medido pela Conference Board, que ficou em 44,9 em novembro, do número revisado de 38,8 em outubro.

Às 18h17, Dow Jones e S&P firmavam-se em alta: o Dow Jones subia 0,48%, o S&P avançava 0,50%, mas o Nasdaq perdia 0,78%. O índice das ações do setor de tecnologia sofreu com o desempenho dos papéis da HP, que, no relatório do lucro do terceiro trimestre, divulgado ontem, manteve uma perspectiva forte para 2009, o que fez alguns analistas especularem se a empresa não está otimista demais diante de uma desaceleração econômica global. Com isso, os investidores bateram em papéis da empresa, além de ações de tecnologia como um todo.

IBOV...após 24/11... retomando tendência de alta...


O Ibovespa abriu na mínima nos 31.255 pontos e movido pelos índices futuros em forte alta rompeu os 33 mil pontos e retomou o patamar dos 34 mil pontos, vindo buscar sua máxima nos 34.400 pontos. Daí, refluiu para finalizar em 34.188 pontos (+ 9,4%). Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da alta, mas alguns desses indicadores se encontram relativamente sobrecomprados, face essa alta de quase 10%, sinalizando a possibilidade de alguma realização, antes de retomar a principal tendência.

Suportes imediatos: 33.800, 33.400, 33.150 e 32.150 pontos.
Resistências imediatas: 34.800, 35.700 e 36.300 pontos.

DJI...após 24/11...tentando construir um sub-canal de alta.


Após abrir na mínima em 8.048 pontos, DJI subiu com firmeza até encontrar resistência nos 8.400 pontos. Refluiu até os 8.229 pontos e a partir daí retomou sua alta até a máxima em 8.599 pontos ( + 6,88%), na última meia-hora de pregão. Refluiu novamente abaixo dos 8.400 pontos mas reagiu no encerramento, para finalizar em 8.443 pontos( +4,93%). DJI com as fortes altas acumuladas nos últimos dois pregões ( + de 1.100 pontos entre a mínima e máxima) parece estar tentando construir novo sub-canal de alta. Apesar de vários indicadores sinalizarem possibilidade de realização por estarem sobrecomprados, a tendência principal ainda é de alta. Os índices dos mercados futuros poderão balizar com melhor precisão, a tendência de DJI.

Suportes imediatos: 8.340, 8.310 e 8.050 pontos.
Resistências imediatas: 8.500, 8.540. 8.630 e 8.800 pontos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Bolsas de NY fecham em forte alta com pacote ao Citi

por Agência ESTADO
24 de Novembro de 2008 20:18

O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte em reação ao pacote de socorro ao Citigroup anunciado ontem pelo governo dos Estados Unidos. O anúncio oficial dos primeiros nomes da equipe do presidente eleito, Barack Obama, também contribuiu. Combinada com a subida da sexta-feira, os índices Dow Jones e S&P-500 acumularam os maiores ganhos porcentuais em dois dias consecutivos desde outubro de 1987 (alta de 11,80% no caso do Dow Jones e de 13,21% no caso do S&P-500). Em pontos, o Dow Jones teve sua maior alta em dois dias de todos os tempos (891,10 pontos).
O índice Dow Jones fechou em alta de 396,97 pontos (4,93%), em 8.443,39 pontos. A mínima foi em 8.048,09 pontos e a máxima em 8.599,02 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 87,67 pontos (6,33%), em 1.472,01 pontos, com mínima em 1.397,19 pontos e máxima em 1.480,41 pontos. O S&P-500 subiu 51,78 pontos (6,47%), para fechar em 851,81 pontos. O NYSE Composite subiu 353,74 pontos (7,13%), para 5.313,53 pontos.
Das 30 componentes do Dow Jones, 29 ações fecharam em alta. A exceção foi Wal-Mart, com queda de 0,28%. O destaque foi Citigroup, com alta de 57,82%, recuperando quase que totalmente a queda de 60% que as ações do banco haviam sofrido na semana passada. O governo dos EUA, que já havia anunciado uma injeção de US$ 25 bilhões no Citigroup, anunciou que vai investir mais US$ 20 bilhões na empresa, além de garantir até US$ 306 bilhões em títulos "problemáticos" e créditos do Citigroup, em troca de uma participação adicional equivalente a US$ 7 bilhões na companhia.
Outras ações do setor financeiro também tiveram altas fortes, como Bank of America (alta de 27,20%) e JPMorgan Chase (alta de 21,39%). Porém, alguns participantes do mercado mostraram-se "escaldados" depois de várias recuperações momentâneas do mercado em seguida ao anúncio de medidas do governo. "É difícil adivinhar oscilações de curto prazo com essa volatilidade que temos visto, mas, de uma maneira geral, não estou convencido de que ultrapassamos a crise", disse Lorenzo di Mattia, gerente do fundo de hedge Sibilla Global Fund.
Também tiveram altas fortes as ações do setor de energia e as de empresas ligadas a commodities, como Chevron (5,41%) e Alcoa (8,41%), em reação à alta desses produtos. As da General Motors, entre as que mais haviam caído recentemente, subiram 17,32%. As informações são da Dow Jones.

Índice decola 9,4% com socorro ao Citi e equipe de Obama

por Aluísio Alves
24 de Novembro de 2008 18:59

SÃO PAULO (Reuters) - O pacote bilionário do governo norte-americano para salvar o Citigroup aliviou a tensão nos mercados internacionais, catapultando a Bolsa de Valores de São Paulo para a terceira maior alta do ano.
Com uma disparada de 9,4 por cento, o Ibovespa chegou a 34.188 pontos nesta segunda-feira, apagando boa parte das perdas acumuladas ao longo das últimas cinco sessões. Mas o giro financeiro somou apenas 3,59 bilhões de reais.
De acordo com profissionais do mercado, o anúncio de que o governo dos Estados Unidos vai capitalizar o Citigroup com uma injeção de 20 bilhões de dólares, para tentar salvar a instituição dos efeitos da crise financeira, colocou os investidores de volta na ponta compradora de ações.
"Depois do colapso do Lehman Brothers, o mercado ficou em dúvida se o governo deixaria outros bancos quebrarem. Agora parece ter ficado claro que as autoridades estarão sensíveis a ajudar quem precisar", disse o superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian.
Segundo ele, a disparada da bolsa paulista também é explicada pelo realinhamento dos preços das ações domésticas aos de Wall Street, que subiram fortemente no final da sexta-feira, em meio à divulgação de nomes da equipe econômica do presidente eleito, Barack Obama.
"Já começamos o pregão defasados", afirmou.
Assim como nos principais mercados internacionais, aqui o setor financeiro apareceu no topo da coluna de ganhos. Unibanco saltou 17,5 por cento, seguido pelo seu parceiro Itaú, com avanço de 15,9 por cento.
A recuperação robusta e generalizada das commodities também deu impulso às blue chips da Bovespa. Na esteira da alta do barril do petróleo, Petrobras subiu 13,85 por cento, a 19,23 reais. Na mesma rota, Vale teve expansão de 13 por cento, a 23,44 reais.
Entre as poucas baixas do dia, Eletropaulo caiu 2,55 por cento, para 26,70 reais, depois que o Supremo Tribunal Federal suspendeu uma liminar que mandava a companhia pagar dividendos no valor de 359,47 milhões de reais aos acionistas.

domingo, 23 de novembro de 2008

INDZ08...após 21/11...suportes e resistências


Suportes imediatos: 31.300, 30.950, 30300 e 30 mil pontos.
Resistências imediatas: 31.800, 32.200, 32.500, 33.700 e 33.900 pontos.

IBOV...após 21/11...possibilidade de reversão de tendência...


O Ibovespa abriu na máxima nos 33.402 pontos e movido pelos índices futuros em forte queda veio buscar suporte em 31.200 pontos. Partiu deste suporte para tentar recuperar parte das perdas, subindo até encontrar resistência em 32.132 pontos. A partir daí, na segunda metade do pregão, e em sintonia com DJI, retomou o processo de realização até atingir a mínima em 31.080 pontos. Finalizou em 31.250 pontos (-6,45%). Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam ainda a continuidade da queda, mas alguns desses indicadores se encontram bem sobrevendidos, sinalizando a possibilidade de reversão de tendência.

Suportes imediatos: 31.130, 30.070 e 28.850 pontos.
Resistências imediatas: 32.130, 32.160, 33.130, 33.400 e 33.800 pontos.

DJI...após 21/11...forte reação no final do pregão, inverteu a tendência...


Após buscar os 7.700 pontos na primeira hora de pregão, DJI refluiu fortemente até obter suporte na mínima em 7.450 pontos (-1,35%). Daí, nova reação até encontrar resistência nos 7.700 pontos novamente, ainda na primeira metade do pregão. Voltou a refluir até os 7.500 pontos, mas na última hora de pregão reagiu fortemente, rompendo os 8.000 pontos até atingir a máxima em 8.071 pontos e finalizar logo após, em 8.046 pontos ( +6,54%). DJI rompeu o topo de seu sub-canal de baixa construido intraday, nos últimos três pregões, buscando agora, objetivos nos 8.200 pontos, quando deverá novamente encontrar resistência e provavelmente definir o topo desse novo canal. O rompimento dos 8.200 pontos poderá levar DJI a testar os 8.300 pontos, perdidos no pregão de 19/11. O não rompimento dessas resistências trará DJI ao sub-canal de baixa anterior, onde poderá testar os 7.800 pontos novamente e caso ocorra a perda desse suporte, poderá buscar o fundo do canal nos 7.200/7 mil pontos. A forte reação ocorrida no final do pregão inverteu a sinalização anterior, do gráfico de "30 minutos", indicando agora tendência de alta. No gráfico diário, o IFR e o estocástico sinalizam também a tendência de alta. Face a forte volatilidade verificada nos últimos pregões, os índices dos mercados futuros poderão balizar com melhor precisão, a tendência de DJI. .

Suportes imediatos: 7.960, 7.840, 7.800, 7.540 e 7.400 pontos.
Resistências imediatas: 8.190 e 8.300 pontos.

COMMODITIES...após 21/11....podem iniciar recuperação



fonte: BLOOMBERG

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 896.08 .46 905.32 910.46 894.80
S&P GSCI 368.39 2.00 366.52 373.81 362.95
RJ/CRB Commodity 231.38 1.03 230.65 233.08 230.19
Rogers Intl 2636.46 13.41 2635.65 2670.84 2611.19 11/21
Brookshire Intl 291.63 1.34 292.53 294.67 290.20

Análise:

Queda em média de 35% quando comparadas em base anual.
Indicadores fortemente sobrevendidos, podem esboçar alguma reversão de tendência nesta semana

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Bolsas de NY fecham em alta com salto no final do dia

por Agência ESTADO
21 de Novembro de 2008 20:46

O mercado norte-americano de ações fechou em forte alta, com o índice Dow Jones dando um salto de quase 500 pontos na última hora do pregão. Os participantes do mercado reagiram a informes de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, escolheu Timothy Geithner, presidente do Federal Reserve Bank (Fed, banco central dos EUA) de Nova York e vice-presidente do Comitê de Mercado Aberto do Fed, para ser o próximo secretário do Tesouro.
O índice Dow Jones fechou em alta de 494,13 pontos (6,54%), em 8.046,42 pontos. A mínima foi em 7.449,38 pontos e a máxima, em 8.071,75 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 68,23 pontos (5,18%), em 1.384,35 pontos (máxima do dia), com mínima em 1.295,48 pontos. O S&P-500 subiu 47,59 pontos (6,32%), para fechar em 800,03 pontos, com mínima em 741,02 pontos e máxima em 801,20 pontos. O NYSE Composite subiu 308,58 pontos (6,63%), para 4.959,79 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou queda de 5,31%, o Nasdaq, perda de 8,74%, e o S&P-500, baixa de 8,39%.
Também circularam informes de que Lawrence Summers, que foi secretário do Tesouro no governo de Bill Clinton, será um conselheiro de alto nível na Casa Branca de Obama e que o governador do Novo México, Bill Richardson, será o secretário do Comércio. O nome de Geithner para o Tesouro, porém, foi o que fez o mercado reagir.

As Bolsas abriram em alta, em meio a rumores de que o Citigroup estaria estudando uma fusão ou mesmo a busca de um comprador, mas perderam impulso ainda pela manhã, depois de o CEO do Citigroup, Vikram Pandit, dizer que não há planos para vender a corretora Smith Barney. O mercado acelerou sua alta no fim do dia, em reação aos informes sobre as supostas nomeações de Obama, que poderão ser anunciadas oficialmente na segunda-feira, segundo algumas fontes.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 28 ações fecharam em alta. As exceções foram Citigroup (em queda de 19,86%) e JPMorgan Chase (baixa de 2,82%). As ações do Citigroup acumulam uma queda de 60% na semana e uma perda de 72% desde o começo de novembro. Entre as ações que mais subiram estavam as do setor de petróleo (ExxonMobil subiu 10,66% e Chevron teve alta de 9,46%) e algumas das que mais haviam caído recentemente, como Alcoa (alta de 23,21%), Microsoft (valorização de 12,26%) e Disney (alta de 12,76%).
Em reação a informes de resultados, as ações da fabricante de microcomputadores Dell caíram 5,20% e as da rede de lojas de roupas GAP subiram 27,23%. As informações são da Dow Jones.

Bovespa "tira atraso" de Wall St e fecha em queda de 6,5%

Por Daniela Machado
21 de Novembro de 2008 18:45

SÃO PAULO (Reuters) - O tombo de Wall Street nos últimos dois pregões, apesar da tentativa de recuperação nesta sexta-feira, levou a Bolsa de Valores de São Paulo a cair mais de 6 por cento.
O Ibovespa fechou em queda de 6,45 por cento, a 31.250 pontos. O giro financeiro na bolsa foi de 3,71 bilhões de reais.
"É um ajuste ao que aconteceu lá fora (nos Estados Unidos) ontem e quarta-feira", resumiu Américo Reisner, operador da Corretora Fator.
A Bovespa fechou antes do pior momento de Wall Street na quarta-feira e não operou na quinta-feira devido ao feriado do Dia da Consciência Negra. Somente nesses dois pregões, o índice Dow Jones acumulou queda de mais de 10 por cento e o Standard & Poor's 500 chegou a fechar no menor nível desde 1997.
Nesta sessão, as bolsas de valores norte-americanas mostraram volatilidade, ganhando força assim que a Bovespa fechou --por notícias de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, teria indicado o presidente do Federal Reserve de Nova York, Timothy Geithner, como secretário do Tesouro.
A menos de meia hora do fechamento, o Dow avançava 5,3 por cento.
As ações de maior peso no Ibovespa foram também destaque de queda. Petrobras encerrou em baixa de 8,7 por cento, a 16,89 reais, enquanto Vale caiu 7,8 por cento, para 20,75 reais.
"Petrobras e Vale vão continuar sofrendo enquanto não tiver uma luz indicando que a economia mundial está entrando em estabilidade", afirmou Ricardo Tadeu Martins, gerente de pesquisa da Planner Corretora, lembrando que essas ações sofrem com a menor demanda por commodities em um mundo em desaceleração.
Ações de bancos também caíram neste pregão. Bradesco perdeu 9,65 por cento, a 19,39 reais, e Itaú cedeu 8 por cento, para 20,76 reais.

BB E NOSSA CAIXA

Os papéis do Banco do Brasil sofreram como o mercado em geral e, em particular, por conta da oferta pela Nossa Caixa. Na véspera, o BB anunciou a aquisição do banco paulista por 5,39 bilhões de reais em dinheiro, divididos em 18 prestações. A oferta é de 70,63 reais por ação.
Segundo o gerente da Planner, o mercado vê como penalização o fato de o negócio ter sido fechado em dinheiro, e não em troca de ações. "E há também aqueles que acham 70,63 reais um preço caro", disse mais cedo.
As ações do BB caíram 14,3 por cento, para 11,41 reais.
Na ponta contrária, Nossa Caixa foi um dos destaques de alta, ao subir 22,8 por cento, para 63,00 reais. Com isso, a cotação se aproximou mais dos 70,63 reais oferecidos aos minoritários do banco paulista.
A expectativa é de que a oferta a esses acionistas ocorra no primeiro semestre de 2009, se não houver atrasos na aprovação da operação pela Assembléia Legislativa de São Paulo.

INDZ08...após 19/11...suportes e resistências


Suportes imediatos: 34.000, 33.700, 32.900, 31.900 e 30.900
Resistências imediatas: 34.450, 35.200 e 36.300.

IBOV...após 19/11...objetivos novamente nos 30/31 mil pontos...


O Ibovespa foi buscar sua máxima nos 34.785 pontos ( +2,02%), na primeira metade do pregão, em sintonia com DJI, e daí retomou seu processo de realização para dar prosseguimento ao triângulo de queda formado no pregão anterior. Após atingir a mínima em 33.275 pontos (- 2,4%) esboçou reação sinalizando a possibilidade de recuperação dos 34 mil pontos. Na última meia-hora de pregão, com a incapacidade de reação de DJI, refluiu novamente para finalizar em 33.404 pontos (-2,02%). A formação do triângulo de queda observada no gráfico diário, projeta objetivos imediatos em 31.100 e 30.600 pontos. Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da queda.

Suportes imediatos: 32.600, 31.100 e 30.500 pontos.
Resistências imediatas: 33.500, 33.800 e 34.750 pontos.

DJI...após 20/11...suportes e resistências


Após esboçar reação positiva na primeira metade do pregão, até atingir a máxima nos 8.187 pontos (+2,38%), refluiu novamente face à forte pressão vendedora, vindo buscar sua mínima na última meia-hora de pregão, em 7.507 pontos ( -5,96%) e a finalizar em 7.552 pontos (-5,56%). DJI está reconstruindo seu canal de baixa, provavelmente em um intervalo abaixo dos 8.000/8.200 pontos e possível suporte nos 7.000/7.200 pontos. Apesar dos indicadores estarem relativamente sobrevendidos, sinalizando possivel reversão, a principal tendência ainda é de queda, sinalizada pelos principais indicadores dos gráficos diário e de "30 minutos".

Suportes imediatos: 7.430 e 7.200 pontos.
Resistências imediatas: 7.900 e 8.200 pontos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Bolsa de NY cai forte à espera de ajuda a montadoras

por Agência ESTADO
20 de Novembro de 2008 20:22

O mercado norte-americano de ações fechou em queda forte, com informes contraditórios sobre um possível plano de ajuda à indústria automotiva. O índice S&P-500 chegou ao fim do dia no nível mais baixo desde 14 de abril de 1997. O Dow Jones fechou no nível mais baixo desde 12 de março de 2003. O Nasdaq já acumula agora queda de 50% neste ano. "Do ponto de vista técnico, estamos agora numa terra de ninguém", observou um operador. O dia foi marcado por grande volatilidade, com o índice VIX chegando ao fim da sessão no nível recorde de 80,9, com alta de 8,9%. Antes de hoje, a única vez que o VIX fechou acima de 80 havia sido em 27 de outubro.

O índice Dow Jones fechou em queda de 444,99 pontos, ou 5,56%, em 7.552,29 pontos. A mínima foi em 7.506,97 pontos e a máxima em 8.187,40 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 70,30 pontos, ou 5,07%, em 1.316,12 pontos, com mínima em 1.314,90 pontos e máxima em 1.414,43 pontos. O S&P-500 caiu 54,14 pontos, ou 6,71%, para fechar em 752,44 pontos, com mínima em 747,78 pontos e máxima em 820,52 pontos. O NYSE Composite caiu 360,77 pontos, ou 7,20%, para 4.651,22 pontos.

"O pessoal ficou espantado com a força do impulso de queda, e está imaginando o que poderá servir de catalisador para uma reversão. Como todo mundo nos EUA, os operadores estão perplexos", comentou Gordon Charlop, chefe de operações da Rosenblatt Securities no pregão da Bolsa de Nova York.

Montadoras

Referindo-se à expectativa de que o Congresso aprove um pacote de socorro para a indústria automotiva, Charlop disse que "as oscilações do mercado durante o dia indicaram claramente que os investidores estavam na esperança de que o governo faça alguma coisa, porque milhões de empregos estão em jogo, não só nas montadoras propriamente ditas, mas em empresas ligadas ao setor".

Ao longo do dia, circularam informes contraditórios sobre se o Congresso votaria um projeto de lei de ajuda às montadoras antes do recesso, que começa amanhã e vai até o começo de dezembro. Essa incerteza, somada aos sinais de recessão profunda e prolongada e aos temores sobre a saúde do setor financeiro, alimentaram o movimento de vendas.

Ações

Das 30 componentes do Dow, as únicas ações a subir foram as da General Motors (+3,23%), mas bem menos do que seu pico de alta no dia (+43%); também no setor automotivo, as ações da Ford avançaram 10,32%, apesar de a agência de classificação de risco Standard & Poor's ter rebaixado sua nota de crédito (rating) para CCC+, grau altamente especulativo. As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram: Citigroup perdeu 26,41%, apesar de um príncipe saudita ter anunciado que vai aumentar sua participação para 5%, com um investimento de US$ 300 milhões; JPMorgan Chase caiu 17,88%; e Bank of America cedeu 13,86%.

Também sofreram quedas fortes as ações de indústrias cujo desempenho depende do comportamento da economia, como Alcoa (-16,05%) e DuPont (-9,52%). As ações do setor de petróleo caíram em reação à nova queda dos preços do produto (ExxonMobil cedeu 6,69% e Chevron recuou 8,79%). As informações são da Dow Jones.

Petróleo...perspectivas abaixo de US 50,00/barril...


Após atingir sua máxima na primeira semana do mês, em 71,77 USD/barril , os contratos futuros de óleo cru leve, vencimento em dezembro/2008 (CL\Z08) refluiram até o patamar dos 60,20 USD/barril. Após nova reação até os 66 USD/barril, retomaram a queda até novo suporte em 54,80 USD/barril. A perda desse suporte deu continuidade ao triângulo de queda formado com objetivos em 48,60 USD/barril.

DJI...após 19/11...objetivos de queda em 7.700 pontos.


Após atingir a máxima nos 8.504 pontos na primeira hora de pregão, alcançando o topo do sub-canal de baixa intraday, DJI refluiu em realização até conseguir suporte em 8.190 pontos, de onde se esperava alguma reação positiva. Na última hora de pregão perdeu esta sustentação vindo atingir nova mínima em 7.988 pontos (-5,19%)para finalizar em seguida em 7.997 pontos (-5,07%). O fechamento abaixo dos 8 mil pontos está sinalizando a mudança dos patamares de negociação, possívelmente em um intervalo entre os 7.500 e 8.000 pontos. A forte queda está confirmando a execução de um triângulo de baixa, com objetivos preliminares em 7.880 pontos e posteriormente em 7.700 pontos (também confirmado no gráfico diário). Tendência ainda de queda, sinalizada pelos principais indicadores do gráfico de "30 minutos".

Suportes imediatos: 7.880 e 7.700 pontos.
Resistências imediatas: 8.190, 8.280 e 8.400 pontos.