por Agência ESTADO
08 de Dezembro de 2008 20:21
O mercado norte-americano de ações fechou hoje em alta, depois de o presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, dizer que pretende implementar um pacote de investimento em obras de infra-estrutura de US$ 500 bilhões, que seria o maior gasto em obras públicas desde que o presidente Dwight Eisenhower construiu o sistema de rodovias interestaduais, nos anos 1950.
O índice Dow Jones fechou em alta de 298,76 pontos (3,46%), em 8.934,18 pontos. A mínima foi em 8.637,49 pontos e a máxima em 9.026,41 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 62,43 pontos (4,14%), em 1.571,74 pontos. O S&P-500 subiu 33,63 pontos (3,84%), para 909,70 pontos. O NYSE Composite subiu 238,43 pontos (4,41%), para 5.639,68 pontos.
"Estamos comprando a idéia de infra-estrutura do sr. Obama, procuramos empresas que possam prover o capital, aquelas que já têm contratos e as que possamos prever que conseguirão contratos no futuro", disse Stephen Lieber, do Alpine Dynamic Balance Fund.
Entre os destaques do pregão estavam as ações da Caterpillar, que subiram 10,98% em reação ao anúncio de Obama. As da indústria de cimento Cemex avançaram 28,24%. As ações da Alcoa subiram 17,55%, em reação ao anúncio de Obama e à alta dos preços dos metais, que recuperaram terreno depois do anúncio de novos planos de estímulo econômico. No setor automobilístico, as ações da General Motors subiram 18,14% e as da Ford avançaram 24,26%, em dia de negociações no Congresso dos EUA sobre um novo pacote de ajuda financeira.
No setor químico, as ações da Dow Chemical subiram 7,21%, depois de a empresa anunciar a demissão de 5 mil funcionários (11% do total). As ações do setor financeiro também tiveram altas fortes: American Express registrou valorização de 13,28%, Bank of America teve alta de 16,40%, Citigroup subiu 9,08% e JPMorgan Chase teve alta de 10,14%. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Ibovespa fecha em alta de 8,31% com pacote de Obama
por Agência ESTADO
08 de Dezembro de 2008 18:33
O anúncio do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, de que pretende lançar um megapacote de investimentos em infra-estrutura para tirar o país da crise turbinou o mercado acionário mundial hoje. As ações dispararam nas mais diferentes praças, também diante da expectativa de que o Congresso norte-americano aprove ajuda financeira às problemáticas montadoras do país. As medidas para fortalecer a economia da Índia e a perspectiva de um novo pacote na China também foram contabilizados nas ordens de compras.
Os ganhos foram altos na Ásia, Europa, Estados Unidos e São Paulo. A Bovespa recuperou os 38 mil pontos, ao fechar em elevação de 8,31%, aos 38.284,91 pontos. Na mínima, registrou 35.347 pontos (estabilidade) e, na máxima, 38.426 pontos (+8,71%). Com o resultado de hoje, o índice passou a acumular ganhos em dezembro, de 4,62%. No ano, entretanto, a queda atinge 40,07%. A melhora também trouxe de volta alguns investidores e o volume engordou um pouco: R$ 4,788 bilhões.
Ações
O esperado plano da China e as notícias dos Estados Unidos impulsionaram as commodities (matérias-primas) e fizeram as principais ações domésticas e as siderúrgicas dispararem. Petrobras ON subiu 13,77% e PN, 11,29%.
Vale ON avançou 12,53%, e PNA, 10,28%, mesmo com a empresa tendo anunciado hoje mais um corte na produção. A mineradora suspendeu as operações de duas unidades no porto de Tubarão, Espírito Santo, com capacidade total de produção de 7,3 milhões de toneladas métricas anuais de pelotas.
O setor siderúrgico, de modo geral, foi a vedete da Bolsa, por causa da China e Estados Unidos, que devem elevar as compras, mas sobretudo diante da disposição dos investidores em ir às compras. "Acho que ainda é muito cedo para a euforia. Mas o mercado está desacreditado e qualquer notícia para melhorar o humor puxa a bolsa", comentou Raffi Dokuzian, superintendente do Banif. Usiminas ON liderou os ganhos do Ibovespa, com alta de 16,71%, seguida por Usiminas PNA (+15,41%) e Gerdau PN (+14,37%). Metalúrgica Gerdau PN subiu 10,27% e CSN ON, 13,51%.
As maiores quedas do Ibovespa foram Natura ON (-3,56%), Souza Cruz ON (-2,28%) e CCR ON (-2,18%).
EUA
No sábado, Obama avisou que vai realizar o "maior esforço de investimento na infra-estrutura do país desde a criação do sistema federal de rodovias na década de 1950". Obama também falou sobre a ajuda às montadoras norte-americanas. Embora tenha feito algumas ressalvas, como a de que as fabricantes de veículos passem a produzir carros mais econômicos, ele é amplamente favorável à ajuda financeira, principalmente para garantir milhões de empregos. Obama pretende criar 2,5 milhões de vagas - e a ajuda às montadoras já é um passo nesse sentido, assim como as obras de infra-estrutura.
O mercado acredita que a ajuda deve sair logo - uma votação pelo Congresso estaria marcada para amanhã, mas a Casa Branca afirma que esse prazo é muito apertado.
Na expectativa de uma solução, as ações da GM dispararam mais de 19% às 18h20 e ajudaram as bolsas em Nova York a subirem. Às 18h21, o índice Dow Jones avançava 4,41%, o S&P, 4,73%, e o Nasdaq, 4,83%.
Europa
Ásia e Europa também dispararam, repercutindo também outras notícias: a Índia cortou os juros no final de semana, anunciou gastos extras de US$ 4 bilhões no ano fiscal que termina em março de 2009 e um plano de incentivo para os setores de exportação e infra-estrutura; e a China pode lançar um novo pacote de estímulo.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 8,7%. Na China, o índice Xangai Composto avançou 3,6% e o Shenzhen Composto, 3,7%. Na Bolsa de Taipé, em Taiwan, o índice Taiwan Weighted subiu 4,6%. Na Coréia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul escalou 7,5%. Na Europa, o índice FT-100 da Bolsa de Londres subiu 6,19%. Em Paris, o índice CAC-40 avançou 8,68%. Em Frankfurt, o índice Xetra-Dax subiu 7,63%.
08 de Dezembro de 2008 18:33
O anúncio do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, de que pretende lançar um megapacote de investimentos em infra-estrutura para tirar o país da crise turbinou o mercado acionário mundial hoje. As ações dispararam nas mais diferentes praças, também diante da expectativa de que o Congresso norte-americano aprove ajuda financeira às problemáticas montadoras do país. As medidas para fortalecer a economia da Índia e a perspectiva de um novo pacote na China também foram contabilizados nas ordens de compras.
Os ganhos foram altos na Ásia, Europa, Estados Unidos e São Paulo. A Bovespa recuperou os 38 mil pontos, ao fechar em elevação de 8,31%, aos 38.284,91 pontos. Na mínima, registrou 35.347 pontos (estabilidade) e, na máxima, 38.426 pontos (+8,71%). Com o resultado de hoje, o índice passou a acumular ganhos em dezembro, de 4,62%. No ano, entretanto, a queda atinge 40,07%. A melhora também trouxe de volta alguns investidores e o volume engordou um pouco: R$ 4,788 bilhões.
Ações
O esperado plano da China e as notícias dos Estados Unidos impulsionaram as commodities (matérias-primas) e fizeram as principais ações domésticas e as siderúrgicas dispararem. Petrobras ON subiu 13,77% e PN, 11,29%.
Vale ON avançou 12,53%, e PNA, 10,28%, mesmo com a empresa tendo anunciado hoje mais um corte na produção. A mineradora suspendeu as operações de duas unidades no porto de Tubarão, Espírito Santo, com capacidade total de produção de 7,3 milhões de toneladas métricas anuais de pelotas.
O setor siderúrgico, de modo geral, foi a vedete da Bolsa, por causa da China e Estados Unidos, que devem elevar as compras, mas sobretudo diante da disposição dos investidores em ir às compras. "Acho que ainda é muito cedo para a euforia. Mas o mercado está desacreditado e qualquer notícia para melhorar o humor puxa a bolsa", comentou Raffi Dokuzian, superintendente do Banif. Usiminas ON liderou os ganhos do Ibovespa, com alta de 16,71%, seguida por Usiminas PNA (+15,41%) e Gerdau PN (+14,37%). Metalúrgica Gerdau PN subiu 10,27% e CSN ON, 13,51%.
As maiores quedas do Ibovespa foram Natura ON (-3,56%), Souza Cruz ON (-2,28%) e CCR ON (-2,18%).
EUA
No sábado, Obama avisou que vai realizar o "maior esforço de investimento na infra-estrutura do país desde a criação do sistema federal de rodovias na década de 1950". Obama também falou sobre a ajuda às montadoras norte-americanas. Embora tenha feito algumas ressalvas, como a de que as fabricantes de veículos passem a produzir carros mais econômicos, ele é amplamente favorável à ajuda financeira, principalmente para garantir milhões de empregos. Obama pretende criar 2,5 milhões de vagas - e a ajuda às montadoras já é um passo nesse sentido, assim como as obras de infra-estrutura.
O mercado acredita que a ajuda deve sair logo - uma votação pelo Congresso estaria marcada para amanhã, mas a Casa Branca afirma que esse prazo é muito apertado.
Na expectativa de uma solução, as ações da GM dispararam mais de 19% às 18h20 e ajudaram as bolsas em Nova York a subirem. Às 18h21, o índice Dow Jones avançava 4,41%, o S&P, 4,73%, e o Nasdaq, 4,83%.
Europa
Ásia e Europa também dispararam, repercutindo também outras notícias: a Índia cortou os juros no final de semana, anunciou gastos extras de US$ 4 bilhões no ano fiscal que termina em março de 2009 e um plano de incentivo para os setores de exportação e infra-estrutura; e a China pode lançar um novo pacote de estímulo.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 8,7%. Na China, o índice Xangai Composto avançou 3,6% e o Shenzhen Composto, 3,7%. Na Bolsa de Taipé, em Taiwan, o índice Taiwan Weighted subiu 4,6%. Na Coréia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul escalou 7,5%. Na Europa, o índice FT-100 da Bolsa de Londres subiu 6,19%. Em Paris, o índice CAC-40 avançou 8,68%. Em Frankfurt, o índice Xetra-Dax subiu 7,63%.
IBOV...após 05/12...em "congestão", com possibilidades de buscar o fundo do canal...

Encontra-se em congestão entre 34 mil e 36 mil pontos. Acima de 37 mil pontos pode buscar 40 mil pontos. Abaixo de 34 mil pontos, poderá buscar 32 mil e 29 mil pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 33.800, 32.700 e 32 mil pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 35.400, 35.800 e 37.250 pontos.
domingo, 7 de dezembro de 2008
DJI...após 05/12, em "congestão", podendo retomar a tendência de queda...

Análise:
DJI fechou esta primeira semana de dezembro em queda, contrariando as espectativas de rompimento dos 9 mil pontos, que sinalizaria ao mercado a possibilidade de construção de um sub-canal de alta. Por outro lado a manutenção do suporte nos 8.100 pontos revelou que DJI se encontra em congestão entre os 8.700/8.800 pontos e os 8.000/8.100 pontos. A ruptura do extremo superior poderá levar DJI aos 9.200/9.300 pontos, porém a perda definitiva do suporte nos 8.100 pontos levará DJI a testar os 7.600/7.450 pontos.
O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" demonstrando o equilíbrio das forças nessa primeira semana de dezembro, mas o não rompimento da máxima da semana anterior pode estar sugerindo a continuidade da "congestão" entre os 8.800 e os 8 mil pontos e na perda desse suporte, a retomada da tendência de queda.
As resistências semanais imediatas se encontram em 8.630, 8.700, 8.800, 9.200 e 9.300 pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 8.630, 8.560, 8.460, 8.190, 8.120 e 8 mil pontos.
Commodities...perspectivas para a 2a semana de dezembro

Fonte: Bloomberg
Situação em 05/12
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 807.70 -37.37 830.07 830.16 805.92
S&P GSCI 318.00 -16.18 333.20 336.30 317.13
RJ/CRB Commodity 208.60 -9.39 217.79 217.99 208.58
Rogers Intl 2334.34 -98.00 2427.76 2433.43 2317.71
Situação em 28/11
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 934.40 -11.32 931.06 937.86 916.87
S&P GSCI 390.65 -3.62 387.28 396.05 376.83
RJ/CRB Commodity 242.20 -3.58 246.01 246.10 240.98
Rogers Intl 2790.92 -17.16 2792.05 2821.61 2721.37
Variação semanal 28/11 a 05/12
INDICE Fechamento (28/11) Fechamento(05/12) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 934.40 807.70 -13,5%
S&P GSCI 390.65 318.00 -18,6%
RJ/CRB Commodity 242.20 208.60 -13,87%
Rogers Intl 2790.92 2334.34 -16,36%
Análise:
A reversão ocorrida na semana anterior, com as perspectivas de melhora no sentimento do mercado, pelo anúncio da nova equipe de governo de Obama, durou muito pouco. As notícias de aumento de desemprego e constatação de que a recessão é maior e será mais duradoura do que o previsto derrubou fortemente as cotações das commodities, puxada pela forte queda do barril de petróleo,que após perder a barreira psicológica dos U$ 50,00/barril veio atingir no final desta sexta-feira o patamar dos U$ 40,00, fazendo com que ocorresse uma queda na média desses quatro índices, em torno de 15% , anulando totalmente o ganho de 5% ocorrido na semana anterior. A tendência para este mês de dezembro ainda será de muita volatilidade, à medida em que novos números da economia forem divulgados e de como o mercado absorverá as novas medidas e planos econômicos gestados para salvar milhares de empregos, com a recessão em curso.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Bolsa de NY fecha em alta forte, apesar do desemprego
por Agência ESTADO
05 de Dezembro de 2008 20:12
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, depois de ter caído significativamente em reação ao informe sobre o nível de emprego nos EUA em novembro - a taxa de desemprego subiu a 6,7%, a maior desde outubro de 1993. O dia foi de muita volatilidade, com o índice Dow Jones oscilando quase 570 pontos entre a mínima e a máxima. A alta foi liderada pelas ações dos setores financeiro e de consumo.
O índice Dow Jones fechou em alta de 259,18 pontos, ou 3,09%, em 8.635,42 pontos. A mínima foi em 8.118,50 pontos e a máxima em 8.686,47 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 63,75 pontos, ou 4,41%, em 1.509,31 pontos. O S&P-500 subiu 30,85 pontos, ou 3.65%, para fechar em 876,07 pontos. O NYSE Composite subiu 168,99 pontos, ou 3,23%, para 5.401,25 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 2,19%, o Nasdaq, uma perda de 1,71% e o S&P-500, um recuo de 2,25%.
Operadores disseram que a alta das ações do setor financeiro hoje pode ter resultado de cobertura de posições. "Eu não gosto de ver o mercado subir com pouco volume. Gostaria de vê-lo subir com grande volume de negócios, mas o que está acontecendo é o contrário. É uma atividade clássica num mercado em tendência de queda", observou Kevin Kruszenski, da KeyBanc Capital Markets.
Entre as ações do setor financeiro, as ações da seguradora Hartford Financial, que haviam caído 92% neste ano até o fechamento de ontem, subiram 102,36%, depois de a empresa elevar sua previsão de lucro para 2008 e dizer que tem capital suficiente para operar normalmente; outras ações do setor também subiram, entre eles Prudential Financial (+34,72%) e MetLife (+22,45%). No dia em que os acionistas do Merrill Lynch aprovaram sua aquisição pelo Bank of America, as ações do Merrill Lynch subiram 9,49% e as do Bank of America avançaram 6,28%. Outros destaques no setor foram JPMorgan Chase (+7,30%) e Citigroup (+4,19%).
Em dia de nova audiência no Congresso sobre a possibilidade de o governo ampliar a ajuda financeira às montadoras, as ações da General Motors recuaram 0,73% e as da Ford subiram 2,26%. No setor de consumo, os destaques foram Tiffany (+11,53%), Sears (+13,60%), Wal-Mart (+5,63%) e Home Depot (+5,08%). As informações são da Dow Jones.
05 de Dezembro de 2008 20:12
O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, depois de ter caído significativamente em reação ao informe sobre o nível de emprego nos EUA em novembro - a taxa de desemprego subiu a 6,7%, a maior desde outubro de 1993. O dia foi de muita volatilidade, com o índice Dow Jones oscilando quase 570 pontos entre a mínima e a máxima. A alta foi liderada pelas ações dos setores financeiro e de consumo.
O índice Dow Jones fechou em alta de 259,18 pontos, ou 3,09%, em 8.635,42 pontos. A mínima foi em 8.118,50 pontos e a máxima em 8.686,47 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 63,75 pontos, ou 4,41%, em 1.509,31 pontos. O S&P-500 subiu 30,85 pontos, ou 3.65%, para fechar em 876,07 pontos. O NYSE Composite subiu 168,99 pontos, ou 3,23%, para 5.401,25 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 2,19%, o Nasdaq, uma perda de 1,71% e o S&P-500, um recuo de 2,25%.
Operadores disseram que a alta das ações do setor financeiro hoje pode ter resultado de cobertura de posições. "Eu não gosto de ver o mercado subir com pouco volume. Gostaria de vê-lo subir com grande volume de negócios, mas o que está acontecendo é o contrário. É uma atividade clássica num mercado em tendência de queda", observou Kevin Kruszenski, da KeyBanc Capital Markets.
Entre as ações do setor financeiro, as ações da seguradora Hartford Financial, que haviam caído 92% neste ano até o fechamento de ontem, subiram 102,36%, depois de a empresa elevar sua previsão de lucro para 2008 e dizer que tem capital suficiente para operar normalmente; outras ações do setor também subiram, entre eles Prudential Financial (+34,72%) e MetLife (+22,45%). No dia em que os acionistas do Merrill Lynch aprovaram sua aquisição pelo Bank of America, as ações do Merrill Lynch subiram 9,49% e as do Bank of America avançaram 6,28%. Outros destaques no setor foram JPMorgan Chase (+7,30%) e Citigroup (+4,19%).
Em dia de nova audiência no Congresso sobre a possibilidade de o governo ampliar a ajuda financeira às montadoras, as ações da General Motors recuaram 0,73% e as da Ford subiram 2,26%. No setor de consumo, os destaques foram Tiffany (+11,53%), Sears (+13,60%), Wal-Mart (+5,63%) e Home Depot (+5,08%). As informações são da Dow Jones.
Bolsa segue NY e sobe, apesar de queda da Petrobras
por Agência ESTADO
05 de Dezembro de 2008 18:44
Apesar de um relatório ruim sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos em novembro, quando a perda de vagas superou as previsões mais negativas, as bolsas acabaram fechando em alta, tanto em Nova York quanto aqui. As ações do setor financeiro norte-americano puxaram as compras por lá e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acabou acompanhando os ganhos, mas à distância, já que as perdas em Petrobras e Vale seguraram o acelerador.
No fim dos negócios, o índice Bovespa terminou em alta de 0,63%, a 35.347,39 pontos. Na mínima, atingiu 34.013 pontos (-3,17%) e, na máxima, foi a 35.435 pontos (+0,87%). Na semana e no mês, acumula perdas de 3,41% e, no ano, de 44,67%. O volume financeiro totalizou R$ 3,582 bilhões. Nos Estados Unidos, os índices de ações norte-americanos subiam cerca de 3%, após o fechamento aqui, caminhando para um dia de ganhos por lá.
A recuperação das ações do setor financeiro em Wall Street influenciou os papéis dos bancos no Brasil, ajudando na melhora do índice geral. A maior alta foi registrada pelos papéis ordinários (ON) do Banco do Brasil, com quase 8% de elevação (+7,88%), enquanto os preferenciais (PN) do Itaú subiu 1%, Unibanco unit, 2,27%, e Bradesco PN, +1,33%.
Nos Estados Unidos, os acionistas do Bank of America (BofA) e do Merrill Lynch aprovaram hoje a compra do banco de investimentos pelo BofA por estimados US$ 16,5 bilhões, pondo fim à história de 94 anos do Merrill como uma companhia independente. O antigo banco de investimento aceitou ser vendido ao Bank of America em setembro, quando estava à beira de um colapso.
A alta dos papéis do setor bancário, entretanto, foi contida por Vale, siderúrgicas e Petrobras, que recuaram diante dos sinais cada vez mais inequívocos de que a recessão global será grave.
Hoje, o Departamento do Trabalho norte-americano informou que foram fechados 533 mil postos de trabalho no mês passado, acima das previsões de 350 mil vagas. Foi o 11º mês seguido de retração na oferta de emprego nos EUA, no maior volume de cortes desde dezembro de 1974. Apenas de setembro a novembro, 1,2 milhão de vagas desapareceu do mercado de trabalho norte-americano, sendo que desde que a recessão começou, há 11 meses, mais de 1,9 milhão de vagas de empregos foram eliminadas. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu para 6,7% em novembro e é a maior desde outubro de 1993.
Diante do fato de que o ritmo está diminuindo, segue-se a realidade de menor volume de compras de matérias-primas (commodities), causa da queda de Vale, Petrobras e siderúrgicas. As mineradoras e as fabricantes de aço também recuam com os sucessivos anúncios de ajustes na produção, para baixo, e corte de vagas. As ações ON da Vale perderam 2,24% e PN classe A (PNA) cederam 2,09%. CSN ON fechou em baixa de 2,88%, Gerdau PN recuou 0,07% e Usiminas PNA caiu 1,77%.
Já o petróleo segue trajetória de queda acentuada que é praticamente impossível crer que há pouco tempo os preços beiravam os US$ 150 o barril. Hoje, o contrato do barril para janeiro recuou 6,55%, para US$ 40,81 o barril, no menor valor desde dezembro de 2004. Com isso, as ações ON e PN da fecharam em baixa de 1,33% e 2,37%, respectivamente.
Agenda
Para a próxima semana, a agenda mais leve pode favorecer uma recuperação dos ativos, ainda mais com a sucessão de pacotes dos governos ao redor do mundo para por fim à crise. Um dos destaques da agenda nos EUA é o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), na sexta-feira (dia 12).
Do lado doméstico, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve ser anunciada na quarta-feira (dia 10), deve ser observada com mais atenção pela Bovespa.
Como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro ficou abaixo das projeções dos analistas - 0,36% ante 0,45% no piso das estimativas - foi um indício de retração da atividade doméstica. Depois dos dados da indústria esta semana, só para citar alguns, mostrando arrefecimento, a expectativa em torno de um corte na taxa básica de juros, a Selic, ganhou reforços. Mas grande parte ainda espera apenas para 2009 a redução do juro básico, atualmente em 13,75% ao ano.
05 de Dezembro de 2008 18:44
Apesar de um relatório ruim sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos em novembro, quando a perda de vagas superou as previsões mais negativas, as bolsas acabaram fechando em alta, tanto em Nova York quanto aqui. As ações do setor financeiro norte-americano puxaram as compras por lá e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acabou acompanhando os ganhos, mas à distância, já que as perdas em Petrobras e Vale seguraram o acelerador.
No fim dos negócios, o índice Bovespa terminou em alta de 0,63%, a 35.347,39 pontos. Na mínima, atingiu 34.013 pontos (-3,17%) e, na máxima, foi a 35.435 pontos (+0,87%). Na semana e no mês, acumula perdas de 3,41% e, no ano, de 44,67%. O volume financeiro totalizou R$ 3,582 bilhões. Nos Estados Unidos, os índices de ações norte-americanos subiam cerca de 3%, após o fechamento aqui, caminhando para um dia de ganhos por lá.
A recuperação das ações do setor financeiro em Wall Street influenciou os papéis dos bancos no Brasil, ajudando na melhora do índice geral. A maior alta foi registrada pelos papéis ordinários (ON) do Banco do Brasil, com quase 8% de elevação (+7,88%), enquanto os preferenciais (PN) do Itaú subiu 1%, Unibanco unit, 2,27%, e Bradesco PN, +1,33%.
Nos Estados Unidos, os acionistas do Bank of America (BofA) e do Merrill Lynch aprovaram hoje a compra do banco de investimentos pelo BofA por estimados US$ 16,5 bilhões, pondo fim à história de 94 anos do Merrill como uma companhia independente. O antigo banco de investimento aceitou ser vendido ao Bank of America em setembro, quando estava à beira de um colapso.
A alta dos papéis do setor bancário, entretanto, foi contida por Vale, siderúrgicas e Petrobras, que recuaram diante dos sinais cada vez mais inequívocos de que a recessão global será grave.
Hoje, o Departamento do Trabalho norte-americano informou que foram fechados 533 mil postos de trabalho no mês passado, acima das previsões de 350 mil vagas. Foi o 11º mês seguido de retração na oferta de emprego nos EUA, no maior volume de cortes desde dezembro de 1974. Apenas de setembro a novembro, 1,2 milhão de vagas desapareceu do mercado de trabalho norte-americano, sendo que desde que a recessão começou, há 11 meses, mais de 1,9 milhão de vagas de empregos foram eliminadas. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu para 6,7% em novembro e é a maior desde outubro de 1993.
Diante do fato de que o ritmo está diminuindo, segue-se a realidade de menor volume de compras de matérias-primas (commodities), causa da queda de Vale, Petrobras e siderúrgicas. As mineradoras e as fabricantes de aço também recuam com os sucessivos anúncios de ajustes na produção, para baixo, e corte de vagas. As ações ON da Vale perderam 2,24% e PN classe A (PNA) cederam 2,09%. CSN ON fechou em baixa de 2,88%, Gerdau PN recuou 0,07% e Usiminas PNA caiu 1,77%.
Já o petróleo segue trajetória de queda acentuada que é praticamente impossível crer que há pouco tempo os preços beiravam os US$ 150 o barril. Hoje, o contrato do barril para janeiro recuou 6,55%, para US$ 40,81 o barril, no menor valor desde dezembro de 2004. Com isso, as ações ON e PN da fecharam em baixa de 1,33% e 2,37%, respectivamente.
Agenda
Para a próxima semana, a agenda mais leve pode favorecer uma recuperação dos ativos, ainda mais com a sucessão de pacotes dos governos ao redor do mundo para por fim à crise. Um dos destaques da agenda nos EUA é o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), na sexta-feira (dia 12).
Do lado doméstico, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve ser anunciada na quarta-feira (dia 10), deve ser observada com mais atenção pela Bovespa.
Como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro ficou abaixo das projeções dos analistas - 0,36% ante 0,45% no piso das estimativas - foi um indício de retração da atividade doméstica. Depois dos dados da indústria esta semana, só para citar alguns, mostrando arrefecimento, a expectativa em torno de um corte na taxa básica de juros, a Selic, ganhou reforços. Mas grande parte ainda espera apenas para 2009 a redução do juro básico, atualmente em 13,75% ao ano.
IBOV...após 04/12...suportes e resistências
DJI...após 04/12...suportes e resistências
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Bolsa de NY fecha em baixa com temor sobre montadora
por AGÊNCIA ESTADO
04 de Dezembro de 2008 20:03
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de dois dias consecutivos de altas. A queda refletiu o temor dos investidores quanto aos indicadores do nível de emprego nos EUA em novembro e a incerteza quando ao destino da indústria automotiva norte-americana. "O informe de hoje sobre os pedidos de auxílio-desemprego saiu melhor do que as pessoas previam, mas todo mundo está ansioso por ver o que o que os importantes dados do desemprego poderão mostrar amanhã", disse Randy Frederick, diretor de operações com ações e derivativos da Charles Schwab.
O índice Dow Jones fechou em queda de 215,45 pontos, ou 2,51%, em 8.376,24 pontos. A mínima foi em 8.259,40 pontos e a máxima em 8.631,99 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 46,82 pontos, ou 3,14%, em 1.445,56 pontos, com mínima em 1.426,41 pontos e máxima em 1.500,95 pontos. O S&P-500 caiu 25,52 pontos, ou 2,93%, para fechar em 845,22 pontos. O NYSE Composite caiu 173,29 pontos, ou 3,21%, para 5.232,26 pontos.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 25 fecharam em queda. O destaque negativo foi General Motors, com baixa de 16,12%. Os executivos-chefes da GM, da Ford e da Chrysler depuseram a um comitê do Senado dos EUA sobre os planos de viabilidade que apresentaram na tentativa de convencer o Congresso e o governo a aprovarem um novo plano de ajuda financeira. O CEO da GM, Rick Wagoner, disse que sua empresa precisa de US$ 4 bilhões neste mês e mais US$ 4 bilhões em janeiro, para poder continuar a operar. As reações dos congressistas, porém, não deram indicação de que estejam dispostos a aprovar um novo plano de ajuda e a incerteza sobre a perspectiva das montadoras persiste; as ações da Ford recuaram 6,67%.
No setor de energia, as ações da ExxonMobil caíram 3,37% e as da Chevron recuaram 3,99%, depois de analistas do Merrill Lynch dizerem que o preço do petróleo poderá cair a US$ 25 por barril. As da Alcoa caíram 13,24%, em reação à nova queda dos preços dos metais. Outros destaques foram AT&T (-3,13%, depois de a empresa anunciar 12 mil demissões) e DuPont (+0,34%, após o anúncio de 2,500 demissões).
As ações do setor de comércio varejista reagiram aos informes de vendas de novembro (Wal-Mart subiu 1,34%, Target caiu 1,28% e Nordstrom avançou 10,18%). As do setor de tecnologia caíram devido ao temor de queda nas vendas (Intel perdeu 6,52%, Hewlett-Packard recuou 4,11% e Microsoft cedeu 3,82%). No setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 4,72%, as do Citigroup recuaram 5,37% e as do JPMorgan Chase subiram 2,74%. As informações são da Dow Jones
04 de Dezembro de 2008 20:03
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de dois dias consecutivos de altas. A queda refletiu o temor dos investidores quanto aos indicadores do nível de emprego nos EUA em novembro e a incerteza quando ao destino da indústria automotiva norte-americana. "O informe de hoje sobre os pedidos de auxílio-desemprego saiu melhor do que as pessoas previam, mas todo mundo está ansioso por ver o que o que os importantes dados do desemprego poderão mostrar amanhã", disse Randy Frederick, diretor de operações com ações e derivativos da Charles Schwab.
O índice Dow Jones fechou em queda de 215,45 pontos, ou 2,51%, em 8.376,24 pontos. A mínima foi em 8.259,40 pontos e a máxima em 8.631,99 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 46,82 pontos, ou 3,14%, em 1.445,56 pontos, com mínima em 1.426,41 pontos e máxima em 1.500,95 pontos. O S&P-500 caiu 25,52 pontos, ou 2,93%, para fechar em 845,22 pontos. O NYSE Composite caiu 173,29 pontos, ou 3,21%, para 5.232,26 pontos.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 25 fecharam em queda. O destaque negativo foi General Motors, com baixa de 16,12%. Os executivos-chefes da GM, da Ford e da Chrysler depuseram a um comitê do Senado dos EUA sobre os planos de viabilidade que apresentaram na tentativa de convencer o Congresso e o governo a aprovarem um novo plano de ajuda financeira. O CEO da GM, Rick Wagoner, disse que sua empresa precisa de US$ 4 bilhões neste mês e mais US$ 4 bilhões em janeiro, para poder continuar a operar. As reações dos congressistas, porém, não deram indicação de que estejam dispostos a aprovar um novo plano de ajuda e a incerteza sobre a perspectiva das montadoras persiste; as ações da Ford recuaram 6,67%.
No setor de energia, as ações da ExxonMobil caíram 3,37% e as da Chevron recuaram 3,99%, depois de analistas do Merrill Lynch dizerem que o preço do petróleo poderá cair a US$ 25 por barril. As da Alcoa caíram 13,24%, em reação à nova queda dos preços dos metais. Outros destaques foram AT&T (-3,13%, depois de a empresa anunciar 12 mil demissões) e DuPont (+0,34%, após o anúncio de 2,500 demissões).
As ações do setor de comércio varejista reagiram aos informes de vendas de novembro (Wal-Mart subiu 1,34%, Target caiu 1,28% e Nordstrom avançou 10,18%). As do setor de tecnologia caíram devido ao temor de queda nas vendas (Intel perdeu 6,52%, Hewlett-Packard recuou 4,11% e Microsoft cedeu 3,82%). No setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 4,72%, as do Citigroup recuaram 5,37% e as do JPMorgan Chase subiram 2,74%. As informações são da Dow Jones
Bovespa fecha em baixa de 0,48% com NY e Petrobras
por Agência ESTADO
04 de Dezembro de 2008 18:37
Em mais um pregão de muita volatilidade, a Bovespa terminou com ligeira baixa. O sinal virou no finalzinho, depois de o azul ter predominado na maior parte do pregão. A piora dos índices acionários norte-americanos a pouco mais de uma hora do fechamento levou as ações da Petrobras e da Vale a ampliar as perdas.
O Ibovespa, principal índice acionário doméstico, fechou na mínima pontuação do dia, aos 35.127,77 pontos, em baixa de 0,48%. Na máxima, atingiu 35.944 pontos (+1,83%). No mês, acumula perdas de 4,01% e, no ano, de 45,01%. O giro foi o menor do mês ao somar R$ 2,626 bilhões. Os dados são preliminares.
Em Wall Street, as bolsas operaram predominantemente em queda hoje. Às 18h20 (de Brasília), o Dow Jones caía 2,91%, o S&P, 3,39% e o Nasdaq, 3,29%. As montadoras pressionavam para baixo, com a notícia, do The Wall Street Journal, de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deve rejeitar os pedidos para fazer empréstimos diretamente a estas empresas, deixando a questão nas mãos do Congresso e do governo Bush. Os executivos das montadoras pediram novamente hoje aos parlamentares uma ajuda financeira.
Os investidores também trabalharam na defensiva ao relatório do mercado de trabalho de novembro, a ser conhecido amanhã. As estimativas não são nada boas: -350 mil vagas, dando ainda mais peso aos indicadores que mostram fragilidade na maior economia do planeta. Para agravar os piores presságios, várias empresas vêm anunciando cortes de vagas. Só hoje foram Dupont (2,5 mil, além de 4 mil terceirizados), AT&T (12 mil) e Credit Suisse (5,3 mil internos e 1,2 mil terceirizados).
Para compensar, o dado de pedidos de auxílio-desemprego veio melhor do que o esperado: mostrou queda de 21 mil na semana passada, ante previsão de alta de 11 mil pedidos. Já as encomendas à indústria também foram ruins (-5,1% em outubro, o maior declínio em oito anos) e alguns varejistas apresentaram números fracos.
No Brasil, com os últimos indicadores sinalizando enfraquecimento da atividade - hoje saíram dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores e da Confederação Nacional da Indústria -, os analistas já começam a pressionar por um corte na taxa de juros, mas não acreditam que isso vai acontecer na próxima semana. Assim, ele seria empurrado para 2009, quando acredita-se que o PIB brasileiro vai sentir, no primeiro trimestre, os efeitos mais fortes da crise financeira.
As principais ações domésticas fecharam nas mínimas, num dia de noticiário forte em relação a elas. Petrobras ON recuou 4,60% e PN, 3,68%. A estatal anunciou hoje a captação de um total de US$ 700 milhões no exterior de novembro até hoje, além de outros US$ 200 milhões com o Bradesco em 3 de dezembro.
Vale ON perdeu 3,14% e PNA, 2,23%. Por causa das condições atuais do mercado global de níquel, a empresa vai paralisar por tempo indeterminado a mina de Copper Cliff South (CC South), localizada em Sudbury, província de Ontário, Canadá, a partir de janeiro de 2009 e postergar investimentos na região. O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse que não descarta novas demissões no curto prazo - ontem a mineradora informou que já demitiu 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior.
04 de Dezembro de 2008 18:37
Em mais um pregão de muita volatilidade, a Bovespa terminou com ligeira baixa. O sinal virou no finalzinho, depois de o azul ter predominado na maior parte do pregão. A piora dos índices acionários norte-americanos a pouco mais de uma hora do fechamento levou as ações da Petrobras e da Vale a ampliar as perdas.
O Ibovespa, principal índice acionário doméstico, fechou na mínima pontuação do dia, aos 35.127,77 pontos, em baixa de 0,48%. Na máxima, atingiu 35.944 pontos (+1,83%). No mês, acumula perdas de 4,01% e, no ano, de 45,01%. O giro foi o menor do mês ao somar R$ 2,626 bilhões. Os dados são preliminares.
Em Wall Street, as bolsas operaram predominantemente em queda hoje. Às 18h20 (de Brasília), o Dow Jones caía 2,91%, o S&P, 3,39% e o Nasdaq, 3,29%. As montadoras pressionavam para baixo, com a notícia, do The Wall Street Journal, de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deve rejeitar os pedidos para fazer empréstimos diretamente a estas empresas, deixando a questão nas mãos do Congresso e do governo Bush. Os executivos das montadoras pediram novamente hoje aos parlamentares uma ajuda financeira.
Os investidores também trabalharam na defensiva ao relatório do mercado de trabalho de novembro, a ser conhecido amanhã. As estimativas não são nada boas: -350 mil vagas, dando ainda mais peso aos indicadores que mostram fragilidade na maior economia do planeta. Para agravar os piores presságios, várias empresas vêm anunciando cortes de vagas. Só hoje foram Dupont (2,5 mil, além de 4 mil terceirizados), AT&T (12 mil) e Credit Suisse (5,3 mil internos e 1,2 mil terceirizados).
Para compensar, o dado de pedidos de auxílio-desemprego veio melhor do que o esperado: mostrou queda de 21 mil na semana passada, ante previsão de alta de 11 mil pedidos. Já as encomendas à indústria também foram ruins (-5,1% em outubro, o maior declínio em oito anos) e alguns varejistas apresentaram números fracos.
No Brasil, com os últimos indicadores sinalizando enfraquecimento da atividade - hoje saíram dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores e da Confederação Nacional da Indústria -, os analistas já começam a pressionar por um corte na taxa de juros, mas não acreditam que isso vai acontecer na próxima semana. Assim, ele seria empurrado para 2009, quando acredita-se que o PIB brasileiro vai sentir, no primeiro trimestre, os efeitos mais fortes da crise financeira.
As principais ações domésticas fecharam nas mínimas, num dia de noticiário forte em relação a elas. Petrobras ON recuou 4,60% e PN, 3,68%. A estatal anunciou hoje a captação de um total de US$ 700 milhões no exterior de novembro até hoje, além de outros US$ 200 milhões com o Bradesco em 3 de dezembro.
Vale ON perdeu 3,14% e PNA, 2,23%. Por causa das condições atuais do mercado global de níquel, a empresa vai paralisar por tempo indeterminado a mina de Copper Cliff South (CC South), localizada em Sudbury, província de Ontário, Canadá, a partir de janeiro de 2009 e postergar investimentos na região. O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse que não descarta novas demissões no curto prazo - ontem a mineradora informou que já demitiu 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior.
Dólar...após 03/12...tendência de forte alta...

Após atingir o topo recente em 0,4529 (R$ 2,21) o real retomou sua tendência de queda perante o dollar americano, rompendo a casa dos 0,4037 (R$ 2,48) novamente, formando uma configuração típica de "Ombro-Cabeça-Ombro". A confirmação do rompimento da "linha de pescoço" nos R$ 2,48 pode levar o real ao seu objetivo de queda em 0,3545 (R$ 2,82).
IBOV...após 03/12...indefinição em um "triângulo simétrico"...

O Ibovespa abriu em 35.001 pontos, e enquanto aguardava a abertura dos mercados americanos foi perdendo forças até encontrar suporte na mínima em 33.798 pontos (-3,43%). A partir daí, em sintonia com DJI, conseguiu retomar os 35 mil pontos até encontrar sua máxima em 35.476 pontos (+ 1,36%). A partir daí, acompanhando o refluxo intraday de DJI, finalizou em 35.297 pontos ( +0,85%).
O Ibovespa está realizando movimentos de "vai-e-vem", formando um "triângulo simétrico" que está se afunilando e provavelmente deverá romper com força para cima ou para baixo. Para que a ruptura não ocorra para baixo é fundamental que mantenha suporte em torno dos 34.200 pontos. Para que a ruptura ocorra para cima é necessário manter o suporte em 34.950 pontos e romper a resistência em 36.500 pontos. A coincidência de figuras no gráfico, com os pregões de quinze dias atrás, seria mera coincidência?
Suportes imediatos: 34.950, 34.200 e 33.900 pontos.
Resistências imediatas: 35.320, 35.700, 36.300, 36.500, 36.950 e 37.200 pontos.
DJI....forte volatilidade, para tentar retomar os 8.700 pontos...

DJI abriu em 8.409 pontos, e na primeira meia-hora veio buscar sua mínima em 8.234 pontos. A partir daí, iniciou movimento de recuperação até retomar os 8.500 pontos, até encontrar resistência em 8.555 pontos. Refluiu novamente até encontrar suporte nos 8.300 pontos, para reiniciar seu movimento ascendente até a máxima quase ao final do pregão em 8.623 pontos (+2,42%), finalizando em seguida em 8.592 (+2,05%)pontos. Mantendo-se a cima dos 8.555 pontos, DJI poderá acumular forças para buscar os 8.690 e 8.870 pontos. Abaixo dos 8.500 pontos, poderá retornar ao suporte em 8.350 pontos e na perda deste suporte, ao fundo do canal em 8 mil pontos.
Suportes imediatos: 8.555, 8.400, 8.350, 8.170 e 8.145 pontos.
Resistências imediatas: 8.620, 8.690, 8.870 e 8.965 pontos.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Restante da agenda do investidor para a primeira semana de dezembro
por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
28/11/08 19h23
SÃO PAULO - Dentro da agenda da primeira semana de dezembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, aos dados do mercado de trabalho norte-americano de novembro e ao Livro Bege do Fed, que traz as percepções do colegiado quanto ao desempenho atual da economia norte-americana.
No cenário nacional, o destaque fica para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de novembro. O indicador orientará novas percepções sobre o controle da inflação doméstica.
Quinta-feira (4/12)
Brasil
Não serão apresentados índices relevantes no País.
EUA
11h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
13h00 - Será publicado o Factory Orders referente ao mês de outubro. Esse índice mede o volume de pedidos, feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não-duráveis.
Europa
O dia será marcado por reuniões de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Ambos vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico.
Sexta-feira (5/12)
Brasil
9h00 - O IBGE anuncia o IPCA e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de novembro. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.
9h30 - O instituto também revela a Pesquisa Industrial Regional de outubro, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria, mediante recortes locais.
EUA
11h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de novembro, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.
18h00 - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de outubro, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.
Segunda-feira (8/12)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de dezembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h00 - A instituição também anuncia o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de novembro, importante medida de inflação nacional.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
9h30 - O IBGE apresenta o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de novembro e o segundo prognóstico para a safra de 2009.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
Ainda a cargo do IBGE, a Pesquisa de Estoques do primeiro semestre de 2008 engloba informações conjunturais sobre o volume e a distribuição dos estoques de produtos agropecuários.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
28/11/08 19h23
SÃO PAULO - Dentro da agenda da primeira semana de dezembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, aos dados do mercado de trabalho norte-americano de novembro e ao Livro Bege do Fed, que traz as percepções do colegiado quanto ao desempenho atual da economia norte-americana.
No cenário nacional, o destaque fica para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de novembro. O indicador orientará novas percepções sobre o controle da inflação doméstica.
Quinta-feira (4/12)
Brasil
Não serão apresentados índices relevantes no País.
EUA
11h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
13h00 - Será publicado o Factory Orders referente ao mês de outubro. Esse índice mede o volume de pedidos, feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não-duráveis.
Europa
O dia será marcado por reuniões de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Ambos vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico.
Sexta-feira (5/12)
Brasil
9h00 - O IBGE anuncia o IPCA e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de novembro. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.
9h30 - O instituto também revela a Pesquisa Industrial Regional de outubro, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria, mediante recortes locais.
EUA
11h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de novembro, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.
18h00 - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de outubro, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.
Segunda-feira (8/12)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de dezembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h00 - A instituição também anuncia o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de novembro, importante medida de inflação nacional.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
9h30 - O IBGE apresenta o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de novembro e o segundo prognóstico para a safra de 2009.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
Ainda a cargo do IBGE, a Pesquisa de Estoques do primeiro semestre de 2008 engloba informações conjunturais sobre o volume e a distribuição dos estoques de produtos agropecuários.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Bolsas de NY fecham em alta pelo 2º dia consecutivo
por Agência ESTADO
03 de Dezembro de 2008 19:58
O mercado norte-americano de ações fechou em alta pelo segundo dia consecutivo, com o índice S&P-500 registrando sete dias de alta em oito pregões. O dia foi marcado pela volatilidade, com o índice Dow Jones oscilando quase 400 pontos entre a mínima e a máxima. Entre os fatores que influenciaram o mercado estavam novos indicadores econômicos fracos, a expectativa de que o governo dos EUA anuncie um novo plano para ajudar proprietários de imóveis residenciais em dificuldades e informes de que as vendas via internet, neste início da temporada de compras para as festas de fim de ano, não têm sido tão fracas como se previa.
O índice Dow Jones fechou em alta de 172,60 pontos, ou 2,05%, em 8.591,69 pontos. A mínima foi em 8.234,15 pontos e a máxima em 8.624,19 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 42,58 pontos, ou 2,94%, em 1.492,38 pontos. O S&P-500 subiu 21,93 pontos, ou 2,58%, para fechar em 870,74 pontos. O NYSE Composite subiu 96,60 pontos, ou 1,82%, para 5.405,55 pontos.
O mercado também reagiu ao índice de atividade da Associação dos Bancos Hipotecários (Mortgage Bankers Association), que mostrou um crescimento de 38% no número de pedidos de novas hipotecas para imóveis residenciais na semana passada, o que indica que o mercado de moradias pode estar iniciando uma recuperação. "Isso é positivo para os bancos, mas são apenas pedidos de hipotecas; não sabemos ainda se eles serão aprovados", comentou o analista Frank Lesh, da FuturePath Trading.
Das 30 componentes do Dow Jones, 25 ações fecharam em alta, com destaque para as do setor financeiro (Citigroup ganhou 8,31%, Bank of America avançou 4,73%. American Express subiu 5,35% e JPMorgan Chase, 6,03%). As ações da General Motors subiram 1,03%, com o mercado na expectativa da reação do Congresso aos planos de viabilidade apresentados ontem pelas montadoras (que agora estão pedindo US$ 34 bilhões em ajuda do governo, e não os US$ 25 bilhões pretendidos inicialmente); as ações da Ford avançaram 5,56%.
No setor de tecnologia, as ações da Amazon.com subiram 9,76%, em relação a informes positivos sobre as vendas online nos últimos dias; as da Research in Motion avançaram 4,39%, apesar de a empresa ter feito um alerta de queda nos lucros, e as da Marvell Technology avançaram 20,43%, em reação a seu informe de resultados. No setor de mineração, as ações da Freeport McMoRan Copper and Gold caíram 17,28%, depois de a empresa anunciar a suspensão do pagamento de dividendos. As informações são da Dow Jones.
03 de Dezembro de 2008 19:58
O mercado norte-americano de ações fechou em alta pelo segundo dia consecutivo, com o índice S&P-500 registrando sete dias de alta em oito pregões. O dia foi marcado pela volatilidade, com o índice Dow Jones oscilando quase 400 pontos entre a mínima e a máxima. Entre os fatores que influenciaram o mercado estavam novos indicadores econômicos fracos, a expectativa de que o governo dos EUA anuncie um novo plano para ajudar proprietários de imóveis residenciais em dificuldades e informes de que as vendas via internet, neste início da temporada de compras para as festas de fim de ano, não têm sido tão fracas como se previa.
O índice Dow Jones fechou em alta de 172,60 pontos, ou 2,05%, em 8.591,69 pontos. A mínima foi em 8.234,15 pontos e a máxima em 8.624,19 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 42,58 pontos, ou 2,94%, em 1.492,38 pontos. O S&P-500 subiu 21,93 pontos, ou 2,58%, para fechar em 870,74 pontos. O NYSE Composite subiu 96,60 pontos, ou 1,82%, para 5.405,55 pontos.
O mercado também reagiu ao índice de atividade da Associação dos Bancos Hipotecários (Mortgage Bankers Association), que mostrou um crescimento de 38% no número de pedidos de novas hipotecas para imóveis residenciais na semana passada, o que indica que o mercado de moradias pode estar iniciando uma recuperação. "Isso é positivo para os bancos, mas são apenas pedidos de hipotecas; não sabemos ainda se eles serão aprovados", comentou o analista Frank Lesh, da FuturePath Trading.
Das 30 componentes do Dow Jones, 25 ações fecharam em alta, com destaque para as do setor financeiro (Citigroup ganhou 8,31%, Bank of America avançou 4,73%. American Express subiu 5,35% e JPMorgan Chase, 6,03%). As ações da General Motors subiram 1,03%, com o mercado na expectativa da reação do Congresso aos planos de viabilidade apresentados ontem pelas montadoras (que agora estão pedindo US$ 34 bilhões em ajuda do governo, e não os US$ 25 bilhões pretendidos inicialmente); as ações da Ford avançaram 5,56%.
No setor de tecnologia, as ações da Amazon.com subiram 9,76%, em relação a informes positivos sobre as vendas online nos últimos dias; as da Research in Motion avançaram 4,39%, apesar de a empresa ter feito um alerta de queda nos lucros, e as da Marvell Technology avançaram 20,43%, em reação a seu informe de resultados. No setor de mineração, as ações da Freeport McMoRan Copper and Gold caíram 17,28%, depois de a empresa anunciar a suspensão do pagamento de dividendos. As informações são da Dow Jones.
Bovespa fecha em alta de 0,85% com NY e Petrobras
por Agência ESTADO
03 de Dezembro de 2008 18:40
Depois de muito sobe-e-desce na sessão de hoje, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) firmou-se no terreno positivo e fechou em alta, seguindo as Bolsas norte-americanas e amparada pelos ganhos de mais de 5% das ações da Petrobras. Uma série de indicadores ruins foi divulgada nesta quarta-feira nos Estados Unidos; apesar disso, os investidores procuraram razões para irem às compras e garantirem o segundo pregão seguido de avanço no mercado doméstico.
Nestes dois dias, no entanto, os ganhos foram insuficientes para a Bovespa apagar as perdas de mais de 5% registradas na última segunda-feira (dia 1º). Assim, no mês de dezembro, a queda do índice atinge 3,55% e, no ano, 44,75%. Hoje, o Ibovespa subiu 0,85% e fechou a 35.296,70 pontos. Na mínima, cedeu 3,44%, a 33.798 pontos, e, na máxima, subiu 1,36%, a 35.476 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 3,424 bilhões.
Nos Estados Unidos, faltando menos de uma hora para o fim dos negócios, os índices norte-americanos operam em alta. As Bolsas de Nova York abriram em baixa e operaram nesse sentido em boa parte do pregão. Os dados do mercado de trabalho divulgados pela ADP, os da Challenger & Gray e o ISM serviços foram ruins, mas os investidores se ancoraram no desempenho da "Cyber Monday", a segunda-feira após o feriado de Ação de Graças, para irem às compras de papéis de empresas de consumo. As financeiras também foram alvos de compra neste pregão.
O Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), sumário das condições da economia norte-americana e que é usado como base para o banco central dos EUA tomar sua decisão sobre juros, foi conhecido no fim da tarde, mas não fez preço nos ativos. Mesmo o documento tendo destacado que a atividade econômica enfraqueceu em todos os 12 distritos do Fed, com contrações nas vendas no varejo e, especialmente, nas de veículos na maioria das regiões.
Ações
No Brasil, Petrobras esteve à frente da alta do Ibovespa, com elevação de mais de 5%. O analista da SLW Pedro Galdi justificou que a inversão do sinal para o positivo, depois de uma abertura fraca, se deu com a valorização do preço do petróleo nos Estados Unidos. O petróleo chegou a subir com a queda dos estoques de petróleo nos EUA - segundo o Departamento de Energia norte-americano, houve queda de 456 mil barris na semana encerrada na última sexta-feira (dia 28), enquanto era esperada alta de 1,4 milhão de barris. No fechamento, entretanto, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em janeiro recuou 0,36%, para US$ 46,79 o barril. Petrobras, no entanto, continuou em alta. As ações ordinárias (ON) avançaram 5,55% e as preferenciais (PN), 5,52%.
Os papéis da Vale fecharam em sentidos opostos: os ON subiram 1,30% e os PN classe A (PNA) recuaram 0,13%. A empresa confirmou hoje a demissão de 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior, o que representa 2,1% do total de 60 mil funcionários.
03 de Dezembro de 2008 18:40
Depois de muito sobe-e-desce na sessão de hoje, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) firmou-se no terreno positivo e fechou em alta, seguindo as Bolsas norte-americanas e amparada pelos ganhos de mais de 5% das ações da Petrobras. Uma série de indicadores ruins foi divulgada nesta quarta-feira nos Estados Unidos; apesar disso, os investidores procuraram razões para irem às compras e garantirem o segundo pregão seguido de avanço no mercado doméstico.
Nestes dois dias, no entanto, os ganhos foram insuficientes para a Bovespa apagar as perdas de mais de 5% registradas na última segunda-feira (dia 1º). Assim, no mês de dezembro, a queda do índice atinge 3,55% e, no ano, 44,75%. Hoje, o Ibovespa subiu 0,85% e fechou a 35.296,70 pontos. Na mínima, cedeu 3,44%, a 33.798 pontos, e, na máxima, subiu 1,36%, a 35.476 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 3,424 bilhões.
Nos Estados Unidos, faltando menos de uma hora para o fim dos negócios, os índices norte-americanos operam em alta. As Bolsas de Nova York abriram em baixa e operaram nesse sentido em boa parte do pregão. Os dados do mercado de trabalho divulgados pela ADP, os da Challenger & Gray e o ISM serviços foram ruins, mas os investidores se ancoraram no desempenho da "Cyber Monday", a segunda-feira após o feriado de Ação de Graças, para irem às compras de papéis de empresas de consumo. As financeiras também foram alvos de compra neste pregão.
O Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), sumário das condições da economia norte-americana e que é usado como base para o banco central dos EUA tomar sua decisão sobre juros, foi conhecido no fim da tarde, mas não fez preço nos ativos. Mesmo o documento tendo destacado que a atividade econômica enfraqueceu em todos os 12 distritos do Fed, com contrações nas vendas no varejo e, especialmente, nas de veículos na maioria das regiões.
Ações
No Brasil, Petrobras esteve à frente da alta do Ibovespa, com elevação de mais de 5%. O analista da SLW Pedro Galdi justificou que a inversão do sinal para o positivo, depois de uma abertura fraca, se deu com a valorização do preço do petróleo nos Estados Unidos. O petróleo chegou a subir com a queda dos estoques de petróleo nos EUA - segundo o Departamento de Energia norte-americano, houve queda de 456 mil barris na semana encerrada na última sexta-feira (dia 28), enquanto era esperada alta de 1,4 milhão de barris. No fechamento, entretanto, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em janeiro recuou 0,36%, para US$ 46,79 o barril. Petrobras, no entanto, continuou em alta. As ações ordinárias (ON) avançaram 5,55% e as preferenciais (PN), 5,52%.
Os papéis da Vale fecharam em sentidos opostos: os ON subiram 1,30% e os PN classe A (PNA) recuaram 0,13%. A empresa confirmou hoje a demissão de 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior, o que representa 2,1% do total de 60 mil funcionários.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
DJI...após 02/12...tendência ainda de alta, mas com forte volatilidade...

DJI abriu em 8.153 pontos, e num movimento ascendente, formando "pequenos martelos" no gráfico intraday, rompeu o patamar dos 8.400 pontos, atingindo 8.418 pontos (+3,24%), na primeira metade do pregão. A partir daí, em cerca de duas horas, com forte pressão vendedora, devolveu rapidamente todo ganho auferido vindo buscar a mínima em 8.144 pontos (-0,12%). Na última hora de pregão, retomou com fôlego, novamente a tendência de alta, recuperando os patamares perdidos, rompendo novamente os 8.400 até a máxima em 8.437 pontos (+3,48%), finalizando em seguida em 8.419 (+3,31%)pontos. Mantendo-se a cima dos 8.310 pontos, DJI poderá acumular forças para retomar os 8.500 pontos. Abaixo desse patamar, poderá vir ao fundo do canal, novamente.
Suportes imediatos: 8.360, 8.310, 8.170 e 8.145 pontos.
Resistências imediatas: 8.450, 8.475, 8.580 e 8.690 pontos.
IBOV...após 02/12...muita volatilidade, mas em tendência de alta...

O Ibovespa, em sintonia com DJI, abriu na mínima em 34.743 pontos, e ainda na primeira metade do pregão foi buscar sua máxima em 35.734 pontos (+ 2,85%). A partir daí, acompanhando a queda intraday de DJI, refluiu para finalizar em 35.000 pontos ( +0,75%).
O Ibovespa finalizou quando DJI ainda iniciava sua recuperação intraday, e não incorporou o ganho, da última hora de pregão americano.
Assim muito provavelmente, deverá "corrigir" essa defasagem. Após a forte realização no início da semana, "aliviando" os principais osciladores que se encontravam sobrecomprados, o Ibovespa poderá retomar sua tendência de alta, com objetivos primeiramente nos 35.550 e 35.700 pontos (máxima anterior) e caso consiga superar essas resistências ganhará forças para recuperar seus objetivos nos 36/37 mil pontos. Para isso, é fundamental que mantenha suporte em torno dos 34 mil pontos.
Suportes imediatos: 34.750, 34.400 e 33.700 pontos.
Resistências imediatas: 35.550, 35.700, 36.000, 36.600, 36.950 e 37.200 pontos.
Bolsas se recuperam nos EUA com confiança alimentada pela GE
por Chuck Mikolajczak
02 de Dezembro de 2008 20:06
NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores norte-americanas subiram nesta terça-feira, recuperando-se parcialmente das fortes quedas na véspera, depois que a General Electric impulsionou o otimismo ao afirmar que pretende manter os dividendos apesar da crise.
O índice Dow Jones teve alta de 3,31 por cento, a 8.419 pontos. O Standard & Poor's 500 subiu 3,99 por cento, a 848 pontos. O Nasdaq avançou 3,7 por cento, a 1.449 pontos.
As ações financeiras recuperaram grande parte das perdas de segunda-feira após o Federal Reserve ampliar diversas medidas emergenciais para estabilizar o sistema bancário durante a crise de crédito.
A ação do banco central norte-americano veio um dia após o chairman do Fed, Ben Bernanke, ressaltar que os formuladores de políticas estão determinados a estabilizar a economia e os mercados de crédito.
O índice de ações financeiras da S&P subiu quase 8 por cento, com o Citigroup e o Bank of America saltando quase 12 por cento.
As ações da GE saltavam mais de 9 por cento, registrando uma das maiores altas do índice Dow Jones.
Uma recuperação nas ações do setor de energia, com a Chevron avançando 2,7 por cento, também dava suporte aos mercados, além da busca por ações consideradas seguras, como os papéis da farmacêutica Merck, que tinham alta de 5,7 por cento.
"As pessoas estão olhando para a GE e dizendo: 'a taxa de retorno dos dividendos está muito boa e eles estão mantendo as estimativas'", afirmou Cummins Catherwood, da Boenning & Scattergood.
Otimismo sobre um plano de resgate do governo dos EUA às montadoras de veículos do país impulsionava ações do setor. General Motors avançava mais de 6 por cento e Ford disparava 12,55 por cento.
02 de Dezembro de 2008 20:06
NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores norte-americanas subiram nesta terça-feira, recuperando-se parcialmente das fortes quedas na véspera, depois que a General Electric impulsionou o otimismo ao afirmar que pretende manter os dividendos apesar da crise.
O índice Dow Jones teve alta de 3,31 por cento, a 8.419 pontos. O Standard & Poor's 500 subiu 3,99 por cento, a 848 pontos. O Nasdaq avançou 3,7 por cento, a 1.449 pontos.
As ações financeiras recuperaram grande parte das perdas de segunda-feira após o Federal Reserve ampliar diversas medidas emergenciais para estabilizar o sistema bancário durante a crise de crédito.
A ação do banco central norte-americano veio um dia após o chairman do Fed, Ben Bernanke, ressaltar que os formuladores de políticas estão determinados a estabilizar a economia e os mercados de crédito.
O índice de ações financeiras da S&P subiu quase 8 por cento, com o Citigroup e o Bank of America saltando quase 12 por cento.
As ações da GE saltavam mais de 9 por cento, registrando uma das maiores altas do índice Dow Jones.
Uma recuperação nas ações do setor de energia, com a Chevron avançando 2,7 por cento, também dava suporte aos mercados, além da busca por ações consideradas seguras, como os papéis da farmacêutica Merck, que tinham alta de 5,7 por cento.
"As pessoas estão olhando para a GE e dizendo: 'a taxa de retorno dos dividendos está muito boa e eles estão mantendo as estimativas'", afirmou Cummins Catherwood, da Boenning & Scattergood.
Otimismo sobre um plano de resgate do governo dos EUA às montadoras de veículos do país impulsionava ações do setor. General Motors avançava mais de 6 por cento e Ford disparava 12,55 por cento.
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