por Agência ESTADO
01 de Dezembro de 2008 20:41
O mercado norte-americano de ações fechou hoje em forte queda, em reação a indicadores fracos nos Estados Unidos, na Europa e na China ao informe do Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER) de que os EUA estão oficialmente em recessão desde dezembro de 2007 e a declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Ben Bernanke, de que esse período de debilidade deverá ser prolongado. Depois de o mercado ter registrado altas fortes na semana passada, o índice Dow Jones teve hoje sua quarta maior queda em pontos. Em termos porcentuais, foi sua 12ª maior queda.
O índice Dow Jones fechou em baixa de 679,95 pontos (7,70%), em 8.194,09 pontos. A mínima ficou em 8.141,36 pontos e a máxima, em 8.827,05 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 137,50 pontos (8,95%), em 1.398,07 pontos (mínima do dia). A máxima foi em 1.496,24 pontos. O S&P-500 caiu 80,03 pontos (8,93%), para 816,21 pontos, com mínima em 815,69 pontos e máxima em 888,61 pontos. O NYSE Composite caiu 506,64 pontos (9,05%), para 5.092,66 pontos.
O estrategista Brian Gendreau, do ING, afirmou que o movimento de venda se acelerou na última hora do pregão. Isso e as oscilações abruptas nos mercados de câmbio e de commodities indicam que os investidores institucionais ainda estão vendendo ativos de risco comprados com dinheiro emprestado. "Isso sugere que ainda há muita desalavancagem acontecendo. Ainda não acabou", disse Gendreau.
Todas as 30 componentes do Dow Jones fecharam em queda. As ações do setor financeiro estavam entre as que mais caíram, depois de a analista Meredith Whitney, da Oppenheimer, dizer que as companhias de cartões de crédito poderão reduzir o crédito disponível em US$ 2 trilhões, ou 45% - Citigroup fechou em queda de 22,20%, Bank of America registrou baixa de 20,92%, JPMorgan Chase caiu 17,50% e American Express teve queda de 1,74%.
Várias ações industriais sofreram quedas fortes em reação aos indicadores fracos (Alcoa teve baixa de 13,48%, DuPont registrou queda de 11,33%, Caterpillar caiu 10,76% e General Electric apresentou baixa de 9,73%). As ações da general Motors caíram 12,40%, na véspera do prazo dado pelas lideranças do Congresso norte-americano para que as montadoras apresentem um "plano de viabilidade", condição para que seja aprovado um novo pacote de ajuda para o setor. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Bolsa inicia dezembro com perdas de 5,07%
por Agência ESTADO
01 de Dezembro de 2008 18:42
Uma série de indicadores econômicos ruins divulgados hoje no mundo arrastou as bolsas de valores globais, que iniciaram o mês de dezembro com perdas ao redor de 5%, com exceção das bolsas da Ásia, que tiveram um fechamento misto.
No Brasil, o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou em queda de 5,07%, a 34.741 pontos, empurrado principalmente pelas ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas. No pior momento do dia, o índice acionário brasileiro caiu 6,01%, a 34.396 pontos e, no melhor, ficou estável, a 36.596 pontos. No ano, a Bolsa brasileira acumula perdas de 45,62%. O volume financeiro totalizou R$ 2,737 bilhões.
Os fracos indicadores conhecidos na China, Europa e Estados Unidos hoje reforçaram a percepção da desaceleração econômica global. Na maior economia emergente, o índice dos gerentes de compras caiu ao menor nível desde que o dado foi criado, em 2005, para 38,8 em novembro. Na Europa, o índice de gerentes de compra sobre a atividade no setor de manufaturas recuou para 35,6 em novembro, a menor leitura nos 11 anos em que a pesquisa é realizada. Nos EUA, o índice de atividade industrial do Instituto para Gestão de Oferta (ISM) caiu para 36,2 em novembro, o menor nível desde maio de 1982.
A Bolsa de Londres fechou em queda de 5,19%, Paris perdeu 5,59% e Frankfurt recuou 5,88%. Às 18h35 (de Brasília), em Wall Street, o índice Dow Jones perdia 5,81%.
Os preços das matérias-primas (commodities) também despencaram, acertando em cheio a Bovespa. Em Nova York, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em janeiro de 2009 recuou 9,46%, para US$ 49,28 o barril, também por causa da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deste fim de semana. No encontro, o cartel optou por manter os atuais níveis de produção e deixou uma decisão sobre um eventual corte apenas para o encontro em meados deste mês.
Com isso, a queda dos preços do petróleo no mercado internacional derrubou as ações da Petrobras. Os papéis preferenciais (PN) caíram 8,28%, na mínima a R$ 18,40, e os ordinários (ON) recuaram 8,38%, a R$ 21,76. As ações PN classe A (PNA) da Vale tiveram desempenho igualmente ruim e perderam 6,61%, a R$ 22,89; as ON da mineradora recuaram 7,37% a R$ 22,50.
No segmento siderúrgico, Gerdau PN recuou 7,63%, Usiminas PNA cedeu 3,29% e CSN ON perdeu 6,91%.
01 de Dezembro de 2008 18:42
Uma série de indicadores econômicos ruins divulgados hoje no mundo arrastou as bolsas de valores globais, que iniciaram o mês de dezembro com perdas ao redor de 5%, com exceção das bolsas da Ásia, que tiveram um fechamento misto.
No Brasil, o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou em queda de 5,07%, a 34.741 pontos, empurrado principalmente pelas ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas. No pior momento do dia, o índice acionário brasileiro caiu 6,01%, a 34.396 pontos e, no melhor, ficou estável, a 36.596 pontos. No ano, a Bolsa brasileira acumula perdas de 45,62%. O volume financeiro totalizou R$ 2,737 bilhões.
Os fracos indicadores conhecidos na China, Europa e Estados Unidos hoje reforçaram a percepção da desaceleração econômica global. Na maior economia emergente, o índice dos gerentes de compras caiu ao menor nível desde que o dado foi criado, em 2005, para 38,8 em novembro. Na Europa, o índice de gerentes de compra sobre a atividade no setor de manufaturas recuou para 35,6 em novembro, a menor leitura nos 11 anos em que a pesquisa é realizada. Nos EUA, o índice de atividade industrial do Instituto para Gestão de Oferta (ISM) caiu para 36,2 em novembro, o menor nível desde maio de 1982.
A Bolsa de Londres fechou em queda de 5,19%, Paris perdeu 5,59% e Frankfurt recuou 5,88%. Às 18h35 (de Brasília), em Wall Street, o índice Dow Jones perdia 5,81%.
Os preços das matérias-primas (commodities) também despencaram, acertando em cheio a Bovespa. Em Nova York, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em janeiro de 2009 recuou 9,46%, para US$ 49,28 o barril, também por causa da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deste fim de semana. No encontro, o cartel optou por manter os atuais níveis de produção e deixou uma decisão sobre um eventual corte apenas para o encontro em meados deste mês.
Com isso, a queda dos preços do petróleo no mercado internacional derrubou as ações da Petrobras. Os papéis preferenciais (PN) caíram 8,28%, na mínima a R$ 18,40, e os ordinários (ON) recuaram 8,38%, a R$ 21,76. As ações PN classe A (PNA) da Vale tiveram desempenho igualmente ruim e perderam 6,61%, a R$ 22,89; as ON da mineradora recuaram 7,37% a R$ 22,50.
No segmento siderúrgico, Gerdau PN recuou 7,63%, Usiminas PNA cedeu 3,29% e CSN ON perdeu 6,91%.
INDZ08...após 28/11...suportes e resistências
IBOV...após 28/11...suportes e resistências...
DJI...após 28/11...suportes e resistências
domingo, 30 de novembro de 2008
IBOV...perspectivas para a primeira semana de dezembro.

Análise:
O Ibovespa fechou essa última semana de novembro em alta, acima dos 36.500 pontos, após a máxima nos 37.200 pontos, num final de semana de baixo volume, provocado pelo feriado do "Dia de Ação de Graças" nas bolsas americanas. O "candle" formado no gráfico semanal é semelhante a um "marubozu vazio", sinalizando a predominância da força compradora, durante praticamente toda semana, em sintonia com DJI. O Ibovespa está também tentando construir um pivô de alta no gráfico semanal, que poderia se consolidar nesta semana, caso mantenha os suportes nos 32 mil /34 mil pontos e consiga romper o patamar dos 38 mil pontos.
Os principais indicadores do gráfico semanal sinalizam a tendência de alta, mas não se descarta alguma realização no início desta semana, face a recente sequência diária de altas.
Os suportes semanais imediatos estão em 36.100, 35.000 e 32 mil pontos.
As resistências semanais imediatas estão em 36.700, 37.400, 38.150 e 39.700 pontos.
DJI..perspectivas para a primeira semana de dezembro.

Análise:
DJI fechou esta semana em alta, agora novamente acima dos 8.800 pontos, após ter testado e confirmado o suporte, no início da semana nos 8 mil pontos, sinalizando ao mercado que após consolidar esse suporte, deverá testar novamente a resistência nos 9 mil pontos.
O "candle" do gráfico semanal é um "marubozu vazio" demonstrando o predomínio das forças compradoras nessa última semana de novembro. Os dois candles semanais recentes apontam para a construção de um possível pivô de alta, nesta próxima semana, que estaria caracterizado se respeitado o suporte nos 8 mil/8.500 pontos e confirmada a ruptura da resistência nos 9 mil pontos. Os principais osciladores gráficos sinalizam a continuidade da alta, mas uma realização no início da semana não pode ser descartada, face uma rara sequência de 5 pregões em alta.
As resistências semanais imediatas se encontram em 9.100, 9.500 e 9.850 pontos.
Os suportes semanais imediatos estão em 8.650, 8.500, 8.200 e 7.900 pontos.
Commodities...perspectivas para a primeira semana de dezembro

Fonte: Bloomberg
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
UBS BLOOMBERG CMCI 934.40 -11.32 931.06 937.86 916.87
S&P GSCI 390.65 -3.62 387.28 396.05 376.83
RJ/CRB Commodity 242.20 -3.58 246.01 246.10 240.98
Rogers Intl 2790.92 -17.16 2792.05 2821.61 2721.37
Brookshire Intl 291.63 1.34 292.53 294.67 290.20 11/21
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 896.08 .46 905.32 910.46 894.80
S&P GSCI 368.39 2.00 366.52 373.81 362.95
RJ/CRB Commodity 231.38 1.03 230.65 233.08 230.19
Rogers Intl 2636.46 13.41 2635.65 2670.84 2611.19 11/21
Brookshire Intl 291.63 1.34 292.53 294.67 290.20
Variação semanal 28/11 a 21/11
INDICE Fechamento (28/11) Fechamento(21/11) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 934.40 896.08 +4,27%
S&P GSCI 390.65 368.39 +6,04%
RJ/CRB Commodity 242.20 231.38 + 4,67%
Rogers Intl 2790.92 2636.46+5 ,85%
Análise:
A reversão prevista na semana anterior, com as perspectivas de melhora no sentimento do mercado, advinda do anúncio da nova equipe de governo de Obama, realmente aconteceu, provocando uma elevação média em torno de 5% nos principais índices de commodities. A tendência para o início deste mês de dezembro ainda é de alta, com novas perspectivas de anúncio de outras medidas a serem implementadas para o reaquecimento da economia americana e global.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
NY fecha em alta, mas acumula perdas no mês e no ano
por Agência ESTADO
28 de Novembro de 2008 17:37
Em uma sessão esvaziada, dividida entre o feriado do Dia de Ação de Graças ontem nos Estados Unidos e o fim de semana, as Bolsas de Nova York encontraram espaço para subir e encerraram o pregão de hoje em alta, seguindo o movimento de recuperação apresentado ao longo desta semana. No mês de novembro, porém, os índices norte-americanos de ações registraram perdas, elevando a queda acumulada em 2008.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,17% hoje e acumulou ganhos de 9,73% na semana. Em novembro, porém, as chegaram a 5,32% e, no ano, 33,44%. O Nasdaq 100 subiu 0,23% hoje. Na semana, o índice avançou 10,92%, mas, no mês, perdeu 10,77%. Em 2008, o índice da Bolsa eletrônica acumula baixa de 42,10%. O S&P 500 terminou o dia com alta de 0,96% e encerrou a melhor semana para o índice desde outubro de 1974, tendo registrado um ganho de 12,03% após acumular cinco pregões consecutivos de altas - o que não acontecia desde julho de 2004. No ano, porém, o S&P registra queda de 38,96%.
Entre as ações, a alta foi liderada pelos papéis do banco Citigroup e da montadora General Motors (GM), duas das que mais haviam caído recentemente.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 23 ações fecharam em alta. As do Citigroup subiram 17,59%, acumulando alta de 100% na semana, ainda em reação ao pacote de ajuda anunciado esta semana pelo governo. As da GM avançaram 8,94%, em reação a informes sobre cortes de gastos. O mercado está na expectativa de que as montadoras apresentem nos próximos dias um "plano de viabilidade" que abriria caminho para que o Congresso dos Estados Unidos aprove um pacote de socorro financeiro para o setor automotivo. As ações da Ford avançaram 25,12%. As informações são da Dow Jones.
28 de Novembro de 2008 17:37
Em uma sessão esvaziada, dividida entre o feriado do Dia de Ação de Graças ontem nos Estados Unidos e o fim de semana, as Bolsas de Nova York encontraram espaço para subir e encerraram o pregão de hoje em alta, seguindo o movimento de recuperação apresentado ao longo desta semana. No mês de novembro, porém, os índices norte-americanos de ações registraram perdas, elevando a queda acumulada em 2008.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,17% hoje e acumulou ganhos de 9,73% na semana. Em novembro, porém, as chegaram a 5,32% e, no ano, 33,44%. O Nasdaq 100 subiu 0,23% hoje. Na semana, o índice avançou 10,92%, mas, no mês, perdeu 10,77%. Em 2008, o índice da Bolsa eletrônica acumula baixa de 42,10%. O S&P 500 terminou o dia com alta de 0,96% e encerrou a melhor semana para o índice desde outubro de 1974, tendo registrado um ganho de 12,03% após acumular cinco pregões consecutivos de altas - o que não acontecia desde julho de 2004. No ano, porém, o S&P registra queda de 38,96%.
Entre as ações, a alta foi liderada pelos papéis do banco Citigroup e da montadora General Motors (GM), duas das que mais haviam caído recentemente.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 23 ações fecharam em alta. As do Citigroup subiram 17,59%, acumulando alta de 100% na semana, ainda em reação ao pacote de ajuda anunciado esta semana pelo governo. As da GM avançaram 8,94%, em reação a informes sobre cortes de gastos. O mercado está na expectativa de que as montadoras apresentem nos próximos dias um "plano de viabilidade" que abriria caminho para que o Congresso dos Estados Unidos aprove um pacote de socorro financeiro para o setor automotivo. As ações da Ford avançaram 25,12%. As informações são da Dow Jones.
Bolsa fecha em alta hoje, mas cai pelo 6º mês seguido
por Agência ESTADO
28 de Novembro de 2008 18:44
Entusiasmada principalmente pelo 'efeito Barack Obama' nesta última semana de novembro, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) chegou bem perto de apagar as perdas do mês, garantindo a interrupção de um ciclo de baixa iniciado em junho deste ano. Porém, como as Bolsas de Nova York fecharam o pregão de hoje mais cedo, ainda nas comemorações do feriado do Dia de Ação de Graças ontem, o mercado doméstico de ações perdeu fôlego nas últimos duas horas de negócios e, pelo sexto mês seguido, registrou perdas no mês.
Ao fim da sessão, o índice Bovespa terminou o dia com elevação de 1,06%, a 36.595,87 pontos, reduzindo as perdas de novembro a -1,77%. Na melhor semana deste mês, a Bolsa doméstica subiu consideráveis 17,1%. Hoje, o índice tocou a mínima de 35.944 pontos (-0,74%) e a máxima de 37.217 pontos (+2,77%). O giro financeiro foi fraco e totalizou R$ 3,135 bilhões.
A última semana de novembro foi marcada por uma sucessão de pacotes ao redor do mundo: Estados Unidos, Reino Unido, União Européia (UE), Espanha, Itália; dentre os quais os investidores olharam principalmente para os US$ 800 bilhões que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) injetará na maior economia do planeta. Desses, US$ 600 bilhões vão para o setor hipotecário, justamente onde a crise começou. "Um dos passos para terminar a crise é justamente acabar com o que a gerou", destacou o gestor-gerente da Infinity Asset, George Sanders, sobre esta ajuda.
Além disso, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, confirmou que Timothy Geithner, atual presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), será o próximo secretário do Tesouro. Lawrence Summers, que foi secretário do Tesouro no governo do presidente Bill Clinton, será o presidente do Conselho Econômico Nacional; Christina Romer, professora de Economia da Universidade da Califórnia em Berkeley, será a presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca.
Além disso, Obama, anunciou que o ex-presidente do Fed Paul Volcker irá chefiar o novo Conselho Consultivo para Recuperação Econômica, encarregado de ajudar o país a sair da recessão e de estabilizar os mercados financeiros. "
Ações
Hoje, a Bovespa conseguiu subir graças, principalmente, aos ganhos firmes das ações de primeira linha (blue chips) Vale e Petrobras, embora as siderúrgicas e os bancos também tenham tido desempenho de alta considerável.
Esta valorização dos ativos foi garantida também pelas Bolsas norte-americanas, que terminaram em alta hoje, na esteira das recentes informações de que a "Sexta-feira Negra", dia em que, tradicionalmente, começa o pico da temporada de compras natalinas nos EUA, enfim, não está sendo assim tão fraca quanto se imaginava. Pelo menos, algumas varejistas já estão comemorando os resultados melhores do que as previsões, caso da Macy's. "Eu esperava um início mais fraco do que o do ano passado, mas, até agora, este não está sendo o caso", afirmou o executivo-chefe da rede, Terry Lundgren.
No mercado doméstico, as ações da Petrobras subiram 0,55% tanto as ações ordinárias (ON) quanto as preferenciais (PN). No mês, os papéis caíram, respectivamente, 16,99% e 13,94%. Vale ON fechou em alta de 1,77%, com queda de 3,03% no mês, e as PNA recuaram 1,28% hoje; no mês, as perdas foram de 3,50%.
28 de Novembro de 2008 18:44
Entusiasmada principalmente pelo 'efeito Barack Obama' nesta última semana de novembro, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) chegou bem perto de apagar as perdas do mês, garantindo a interrupção de um ciclo de baixa iniciado em junho deste ano. Porém, como as Bolsas de Nova York fecharam o pregão de hoje mais cedo, ainda nas comemorações do feriado do Dia de Ação de Graças ontem, o mercado doméstico de ações perdeu fôlego nas últimos duas horas de negócios e, pelo sexto mês seguido, registrou perdas no mês.
Ao fim da sessão, o índice Bovespa terminou o dia com elevação de 1,06%, a 36.595,87 pontos, reduzindo as perdas de novembro a -1,77%. Na melhor semana deste mês, a Bolsa doméstica subiu consideráveis 17,1%. Hoje, o índice tocou a mínima de 35.944 pontos (-0,74%) e a máxima de 37.217 pontos (+2,77%). O giro financeiro foi fraco e totalizou R$ 3,135 bilhões.
A última semana de novembro foi marcada por uma sucessão de pacotes ao redor do mundo: Estados Unidos, Reino Unido, União Européia (UE), Espanha, Itália; dentre os quais os investidores olharam principalmente para os US$ 800 bilhões que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) injetará na maior economia do planeta. Desses, US$ 600 bilhões vão para o setor hipotecário, justamente onde a crise começou. "Um dos passos para terminar a crise é justamente acabar com o que a gerou", destacou o gestor-gerente da Infinity Asset, George Sanders, sobre esta ajuda.
Além disso, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, confirmou que Timothy Geithner, atual presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), será o próximo secretário do Tesouro. Lawrence Summers, que foi secretário do Tesouro no governo do presidente Bill Clinton, será o presidente do Conselho Econômico Nacional; Christina Romer, professora de Economia da Universidade da Califórnia em Berkeley, será a presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca.
Além disso, Obama, anunciou que o ex-presidente do Fed Paul Volcker irá chefiar o novo Conselho Consultivo para Recuperação Econômica, encarregado de ajudar o país a sair da recessão e de estabilizar os mercados financeiros. "
Ações
Hoje, a Bovespa conseguiu subir graças, principalmente, aos ganhos firmes das ações de primeira linha (blue chips) Vale e Petrobras, embora as siderúrgicas e os bancos também tenham tido desempenho de alta considerável.
Esta valorização dos ativos foi garantida também pelas Bolsas norte-americanas, que terminaram em alta hoje, na esteira das recentes informações de que a "Sexta-feira Negra", dia em que, tradicionalmente, começa o pico da temporada de compras natalinas nos EUA, enfim, não está sendo assim tão fraca quanto se imaginava. Pelo menos, algumas varejistas já estão comemorando os resultados melhores do que as previsões, caso da Macy's. "Eu esperava um início mais fraco do que o do ano passado, mas, até agora, este não está sendo o caso", afirmou o executivo-chefe da rede, Terry Lundgren.
No mercado doméstico, as ações da Petrobras subiram 0,55% tanto as ações ordinárias (ON) quanto as preferenciais (PN). No mês, os papéis caíram, respectivamente, 16,99% e 13,94%. Vale ON fechou em alta de 1,77%, com queda de 3,03% no mês, e as PNA recuaram 1,28% hoje; no mês, as perdas foram de 3,50%.
Capital externo volta, mas nada de festa
por Valor Econômico
28/11/2008
A alta do Ibovespa antes do feriado de Ação de Graças fechar Wall Street contou com a presença de um protagonista que nos últimos meses tinha assumido o papel de coadjuvante no mercado brasileiro: o investidor estrangeiro. Pelos últimos dados oficiais, na segunda-feira, quando o índice subiu 9,4%, entraram no pregão R$ 362,453 milhões, o que reduziu o saldo negativo do mês a R$ 1,815 bilhão. Na terça e na quarta-feiras, o capital externo seguiu lançando ordens de compras aqui e ali e há quem estime que o fluxo total tenha ficado próximo dos R$ 500 milhões nesta semana. Não é nada para soltar fogos, mas se esses dados se confirmarem novembro apresentará saídas líquidas na casa do R$ 1,6 bilhão, o melhor resultado mensal desde maio, quando ingressaram na Bovespa R$ 532,6 milhões. De lá para cá, a participação do capital externo no pregão caiu de 35,2% para 33,5%. No ano, a conta mostra ainda um imenso rombo, de R$ 24,849 bilhões até o dia 24, condição difícil de reverter mesmo que vingue a tese do rali de fim de ano. Não há ninguém muito convicto disso
28/11/2008
A alta do Ibovespa antes do feriado de Ação de Graças fechar Wall Street contou com a presença de um protagonista que nos últimos meses tinha assumido o papel de coadjuvante no mercado brasileiro: o investidor estrangeiro. Pelos últimos dados oficiais, na segunda-feira, quando o índice subiu 9,4%, entraram no pregão R$ 362,453 milhões, o que reduziu o saldo negativo do mês a R$ 1,815 bilhão. Na terça e na quarta-feiras, o capital externo seguiu lançando ordens de compras aqui e ali e há quem estime que o fluxo total tenha ficado próximo dos R$ 500 milhões nesta semana. Não é nada para soltar fogos, mas se esses dados se confirmarem novembro apresentará saídas líquidas na casa do R$ 1,6 bilhão, o melhor resultado mensal desde maio, quando ingressaram na Bovespa R$ 532,6 milhões. De lá para cá, a participação do capital externo no pregão caiu de 35,2% para 33,5%. No ano, a conta mostra ainda um imenso rombo, de R$ 24,849 bilhões até o dia 24, condição difícil de reverter mesmo que vingue a tese do rali de fim de ano. Não há ninguém muito convicto disso
IGP-M pede corte da Selic. 'Vendido' festeja
por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico
28/11/2008
A abrupta e vigorosa desaceleração do IGP-M deu razão e força à ala do mercado que defende um corte imediato da taxa Selic. O indicador acusou alta de 0,38% em novembro, ante 0,98% em outubro e estimativa Focus de 0,67%. Ninguém esperava um índice tão baixo. Derrubado pelas commodities agrícolas e pela descompressão dos preços industriais, o IGP-M mostrou que ninguém precisa temer os efeitos da desvalorização cambial sobre a inflação. O Copom estaria liberado para, sem medo de repiques inflacionários, voltar a reduzir a Selic e, com isso, tornar viável a meta governamental de crescimento do PIB em 2009, de 4%. "Nos preços dos produtos agrícolas, a descompressão das cotações de boa parte das commodities sobrepôs-se à desvalorização cambial recente", diz estudo da LCA. Já o conjunto dos produtos industriais, a despeito do alívio constatado em novembro, ainda carrega, segundo a consultoria, os efeitos das fortes elevações das cotações de importantes commodities registradas no primeiro semestre do ano. A evolução mais modesta da atividade econômica, associada ao atual desafogo de boa parte das commodities, poderá contudo "mitigar futuros repasses". Do piso do ano (R$ 1,5590, no fechamento do dia 1º de agosto) até ontem (R$ 2,2810), o dólar valorizou-se 46,3%. Os informes inflacionários tranqüilizadores confirmam a visão dos "vendidos em taxa" no mercado futuro de juros da BM&F. São eles os investidores estrangeiros (R$ 113 bilhões em posição vendida em CDI futuro) e os fundos nacionais (R$ 35,13 bilhões). Os fundos de capital externo adotam aqui a mesma posição assumida globalmente: para combater os efeitos recessivos da crise financeira, os bancos centrais precisam cortar os juros. Não consideram o Brasil um país "diferente" dos demais, um caso sui generis. É por isso que a aposta líquida é de uma redução do juro básico já na próxima reunião do Copom, dia 10 de dezembro. Os "comprados em taxa" discordam. São eles os bancos, com caixa comprado em DI futuro no valor de R$ 111,81 bilhões. Eles argumentam que os impactos nocivos da crise sobre a inflação ainda não chegaram plenamente ao consumidor. Mesmo o IGP-M muito baixo divulgado ontem seria uma prova de que as decisões de política monetária devem ser pautadas pela cautela. Afinal, a parte minoritária do IGP-M composta pelos preços ao consumidor apresentou aceleração de 0,25% em outubro para 0,52% em novembro.
28/11/2008
A abrupta e vigorosa desaceleração do IGP-M deu razão e força à ala do mercado que defende um corte imediato da taxa Selic. O indicador acusou alta de 0,38% em novembro, ante 0,98% em outubro e estimativa Focus de 0,67%. Ninguém esperava um índice tão baixo. Derrubado pelas commodities agrícolas e pela descompressão dos preços industriais, o IGP-M mostrou que ninguém precisa temer os efeitos da desvalorização cambial sobre a inflação. O Copom estaria liberado para, sem medo de repiques inflacionários, voltar a reduzir a Selic e, com isso, tornar viável a meta governamental de crescimento do PIB em 2009, de 4%. "Nos preços dos produtos agrícolas, a descompressão das cotações de boa parte das commodities sobrepôs-se à desvalorização cambial recente", diz estudo da LCA. Já o conjunto dos produtos industriais, a despeito do alívio constatado em novembro, ainda carrega, segundo a consultoria, os efeitos das fortes elevações das cotações de importantes commodities registradas no primeiro semestre do ano. A evolução mais modesta da atividade econômica, associada ao atual desafogo de boa parte das commodities, poderá contudo "mitigar futuros repasses". Do piso do ano (R$ 1,5590, no fechamento do dia 1º de agosto) até ontem (R$ 2,2810), o dólar valorizou-se 46,3%. Os informes inflacionários tranqüilizadores confirmam a visão dos "vendidos em taxa" no mercado futuro de juros da BM&F. São eles os investidores estrangeiros (R$ 113 bilhões em posição vendida em CDI futuro) e os fundos nacionais (R$ 35,13 bilhões). Os fundos de capital externo adotam aqui a mesma posição assumida globalmente: para combater os efeitos recessivos da crise financeira, os bancos centrais precisam cortar os juros. Não consideram o Brasil um país "diferente" dos demais, um caso sui generis. É por isso que a aposta líquida é de uma redução do juro básico já na próxima reunião do Copom, dia 10 de dezembro. Os "comprados em taxa" discordam. São eles os bancos, com caixa comprado em DI futuro no valor de R$ 111,81 bilhões. Eles argumentam que os impactos nocivos da crise sobre a inflação ainda não chegaram plenamente ao consumidor. Mesmo o IGP-M muito baixo divulgado ontem seria uma prova de que as decisões de política monetária devem ser pautadas pela cautela. Afinal, a parte minoritária do IGP-M composta pelos preços ao consumidor apresentou aceleração de 0,25% em outubro para 0,52% em novembro.
Tóquio sobe 1,7%, impulsionada por plano da China
por Agência ESTADO
28 de Novembro de 2008 07:30
A Bolsa de Tóquio fechou em alta graças ao otimismo gerado em parte pelos planos da China para investir pesadamente em infra-estrutura básica, que puxou para cima as ações de empresas ligadas às matérias-primas, como as "trading houses". O índice Nikkei 225 ganhou 138,88 pontos, ou 1,7%, e fechou aos 8.512,27 pontos. Na semana, o índice acumula alta de 7,6%, mas ainda registra ligeira desvalorização no acumulado do mês.
28 de Novembro de 2008 07:30
A Bolsa de Tóquio fechou em alta graças ao otimismo gerado em parte pelos planos da China para investir pesadamente em infra-estrutura básica, que puxou para cima as ações de empresas ligadas às matérias-primas, como as "trading houses". O índice Nikkei 225 ganhou 138,88 pontos, ou 1,7%, e fechou aos 8.512,27 pontos. Na semana, o índice acumula alta de 7,6%, mas ainda registra ligeira desvalorização no acumulado do mês.
INDZ08...após 27/11...suportes e resistências...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
IBOV...após 27/11...ainda em tendência de alta...

Em dia de "semi-feriado" e com baixíssimo volume, o Ibovespa abriu nos 36.470 pontos e em seguida veio buscar máxima nos 36.817 pontos, mas daí refluiu até sua mínima em 36.114 pontos. A partir disso, lenta e gradualmente, retomou a tendência de alta até encontrar resistência nos 36.880 pontos, de onde refluiu até finalizar em 36.213 pontos (-0,70%). Os principais indicadores do gráfico diário ainda sinalizam a tendência de alta, com objetivos iniciais em 38 mil pontos, mas alguns desses indicadores ainda se encontram relativamente sobrecomprados, com possibilidade de ocorrer alguma realização.Os mercados futuros deverão nortear o pregão.
Suportes imediatos: 35.900, 35.500, 35.000 e 34.400 pontos.
Resistências imediatas: 36.500, 36.700, 37.000, 37.900 e 38.500 pontos.
DJI...após 26/11...em tendencia de alta, podendo realizar...

DJI abriu em 8.464 pontos, veio buscar a mínima em 8.311 pontos, mas a partir daí iniciou um processo de recuperação continuado, retomando o patamar dos 8.400 pontos, para em seguida consolidar o patamar dos 8.500 pontos. Nas últimas horas de pregão, conseguiu com êxito romper os 8.600 pontos, atingindo a máxima nos 8.726 pontos ( +2,91%)no leilão de fechamento. DJI conseguiu sua quarta sessão seguida de alta, tentando demonstrar que pode ser essa sua principal tendência, pelo menos até a divulgação dos detalhes do pacote de administração da crise, gestado pela equipe do futuro governo de Obama. A sequência de pregões positivos, deu formação a um triângulo de alta, com objetivos iniciais em 8.800 pontos, cujo rompimento poderá levar DJI ao patamar dos 9.000 pontos, novamente. Os osciladores "esticados" estão sendo "aliviados", com manobras intraday de "idas e vindas". A principal tendência ainda é de alta, mas pode ocorrer alguma realização. Os índices futuros dos mercados americanos, antes da abertura poderão sinalizar com melhor precisão, a tendência para a abertura de DJI, após o feriado do "Dia de Ação de Graças".
Suportes imediatos: 8.700, 8.660, 8.470, 8.430 e 8.350 pontos.
Resistências imediatas: 8.800, 8.850, 8.900 e 9.200 pontos.
Em pregão apático sem Nova York, Ibovespa cai 0,70%
por Agência ESTADO
27 de Novembro de 2008 18:36
Como era esperado neste feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, e depois de três pregões em alta, a Bovespa engatou uma realização de lucros. Mas o movimento foi muito tímido e pautado por baixo volume de negócios, além da fraca vontade dos investidores em se desfazer de papéis.
O Ibovespa terminou o dia com desvalorização de 0,70%, aos 36.212,65 pontos. Oscilou entre a mínima de 36.114 pontos (-0,97%) e a máxima de 36.817 pontos (+0,95%). No mês, acumula perdas de 2,80% e, no ano, de 43,32%. O giro financeiro foi o menor de novembro, ao somar R$ 1,739 bilhão.
Apesar de o Ibovespa ter subido mais de 16% em 3 pregões, reduzindo consideravelmente as perdas de novembro até ontem, os investidores evitaram hoje engatar uma forte realização de lucros. As notícias positivas dos últimos dias lá fora acenderam a vontade de que a crise pode estar dando indícios de melhora, o que leva à manutenção e também à compra de papéis - hoje, o governo espanhol anunciou que vai aprovar um pacote de estímulo de 11 bilhões de euros para reativar a economia. Ainda é cedo para fazer prognósticos, mas explica a queda tímida do Ibovespa nesta sessão.
Diante da apatia justificada pela folga de um feriado, foi amplificada a notícia de que a Petrobras pegou um empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para recompor seu caixa. Os recursos teriam sido levantados no fim de outubro e, segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apresentou a denúncia, haveria suspeita de que a estatal estaria sofrendo sério problema de caixa.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, negou que a operação fosse um sinal de que a estatal estivesse descapitalizada. "Foi um problema imediato de caixa" para pagar impostos, segundo ela. E a própria estatal minimizou a operação. Perto do término da sessão da Bovespa, o diretor de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que a operação com a Caixa é trivial e que, como essa, a estatal fez 21 ao longo do ano com outras instituições.
Os papéis da Petrobras fecharam em baixa de 2,48% os ON e 2,78% os PN. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo janeiro operava, às 18h20 (de Brasília), em baixa de 0,72%, a US$ 54,05 por barril. A outra blue chip (ação de primeira linha), Vale, fechou em baixa de 1,96% a ON e de 0,94% a PNA.
27 de Novembro de 2008 18:36
Como era esperado neste feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, e depois de três pregões em alta, a Bovespa engatou uma realização de lucros. Mas o movimento foi muito tímido e pautado por baixo volume de negócios, além da fraca vontade dos investidores em se desfazer de papéis.
O Ibovespa terminou o dia com desvalorização de 0,70%, aos 36.212,65 pontos. Oscilou entre a mínima de 36.114 pontos (-0,97%) e a máxima de 36.817 pontos (+0,95%). No mês, acumula perdas de 2,80% e, no ano, de 43,32%. O giro financeiro foi o menor de novembro, ao somar R$ 1,739 bilhão.
Apesar de o Ibovespa ter subido mais de 16% em 3 pregões, reduzindo consideravelmente as perdas de novembro até ontem, os investidores evitaram hoje engatar uma forte realização de lucros. As notícias positivas dos últimos dias lá fora acenderam a vontade de que a crise pode estar dando indícios de melhora, o que leva à manutenção e também à compra de papéis - hoje, o governo espanhol anunciou que vai aprovar um pacote de estímulo de 11 bilhões de euros para reativar a economia. Ainda é cedo para fazer prognósticos, mas explica a queda tímida do Ibovespa nesta sessão.
Diante da apatia justificada pela folga de um feriado, foi amplificada a notícia de que a Petrobras pegou um empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para recompor seu caixa. Os recursos teriam sido levantados no fim de outubro e, segundo o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apresentou a denúncia, haveria suspeita de que a estatal estaria sofrendo sério problema de caixa.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, negou que a operação fosse um sinal de que a estatal estivesse descapitalizada. "Foi um problema imediato de caixa" para pagar impostos, segundo ela. E a própria estatal minimizou a operação. Perto do término da sessão da Bovespa, o diretor de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que a operação com a Caixa é trivial e que, como essa, a estatal fez 21 ao longo do ano com outras instituições.
Os papéis da Petrobras fecharam em baixa de 2,48% os ON e 2,78% os PN. No pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo janeiro operava, às 18h20 (de Brasília), em baixa de 0,72%, a US$ 54,05 por barril. A outra blue chip (ação de primeira linha), Vale, fechou em baixa de 1,96% a ON e de 0,94% a PNA.
INDZ08...após 26/11...suportes e resistências...
IBOV...após 26/11...pode realizar, antes de retomar sua tendência de alta...

O Ibovespa abriu nos 34.813 pontos e na primeira hora de pregão veio buscar sua mínima em 34.318 pontos (-1,40%). A partir daí, retomou sua tendência de alta para atingir inicialmente o patamar dos 36 mil pontos até a primeira metade do pregão e em sintonia com DJI, veio buscar a máxima na última meia-hora do pregão, em 36.877 pontos ( +5,92%), para finalizar em seguida em 36.469 pontos (+4,75%). Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a continuidade da alta, mas alguns desses indicadores já se encontram relativamente sobrecomprados, sinalizando a possibilidade de alguma realização, na abertura, para depois o Ibovespa retomar sua principal tendência. Com o feriado americano do Dia de Ação de Graças, o volume deverá fraco e alguma volatilidade pode ser esperada, por conta disso. Os mercados futuros deverão nortear o pregão.
Suportes imediatos: 36.000, 35.500, 35.100 e 34.000 pontos.
Resistências imediatas: 36.550, 37.000, 37.750 e 38.200 pontos.
Restante da agenda do investidor para a última semana de novembro
por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
21/11/08 19h22
SÃO PAULO - Dentro da agenda da última semana de novembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, à segunda prévia do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano referente ao terceiro trimestre.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) de novembro e às Notas do Banco Central.
Quinta-feira (27/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
EUA
Será comemorado o Dia de Ações de Graças no país, e, conseqüentemente, não haverá pregão.
Sexta-feira (28/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de novembro, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
10h00 - O BC anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de outubro, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Segunda-feira (1/12)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de novembro, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
EUA
13h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de novembro, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.
13h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de outubro, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
21/11/08 19h22
SÃO PAULO - Dentro da agenda da última semana de novembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, à segunda prévia do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano referente ao terceiro trimestre.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) de novembro e às Notas do Banco Central.
Quinta-feira (27/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de novembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
EUA
Será comemorado o Dia de Ações de Graças no país, e, conseqüentemente, não haverá pregão.
Sexta-feira (28/11)
Brasil
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de novembro, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
10h00 - O BC anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de outubro, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Segunda-feira (1/12)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de novembro. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de novembro, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
EUA
13h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de novembro, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.
13h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de outubro, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
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