terça-feira, 16 de março de 2010

WINJ10...após 16/03.."marubozu de alta" sinaliza objetivos em 71 mil pontos



O Indíce futuro, abriu esta terça-feira, em alta, nos 69.600 pontos, apoiado pelo "martelo" do pregão anterior.

Refluiu rapidamente até os 69.520 pontos, mas a partir daí em sintonia com DJI, foi encontrar resistência primeiramente nos 70.350 pontos, de onde refluiu até encontrar suporte na região dos 69.950/70 mil pontos.

Retomou novamente sua tendência de alta e no fechamento do pregão obteve nova máxima nos 70.500 pontos.

O "candle" do gráfico diário é um "marubozu de alta" que sinaliza agora, objetivos nos 71 mil pontos, no curto prazo e posteriormente nos 71.200/71.800 pontos e 72.700 pontos, no médio prazo.

O fato de ter obtido fechamento na máxima, poderá ensejar uma pequena realização intraday, até testar suportes nos 70.230/69.900 pontos, antes de retomar a tendência altista.

Caso perca os suportes nos 69.900 pontos, muito provavelmente poderá buscar os suportes nas médias móveis de 09 e 13 períodos, na região dos 69.300/69.600 pontos, para depois retomar novamente a tendência altista.

IBOV...após 16/03..."candle" de alta sinaliza objetivo nos 70.500 pontos



Na segunda-feira, o Ibovespa veio buscar seu 1o.objetivo de queda, nos 68.622 pontos, mas apoiado por suas MMEs de 09 e 13 períodos acabou finalizando nesse dia, acima dos 69 mil pontos.

Nesta terça-feira não só se manteve acima dos 69 mil pontos, mas no fechamento chegou a "beliscar" os 70 mil pontos ao fazer sua máxima intraday nos 69.949 pontos, finalizando em 69.942 pontos.

A tendência ainda é de alta, sinalizada pelo "marubozu" de alta, apoiado pelo martelo do dia anterior.

Próximos objetivos de alta, acima dos 70 mil pontos, no curto prazo, são os 70.140 pontos e o "topo duplo" na região dos 70.480 pontos.

Caso consiga romper a resistência desse topo duplo, os próximos objetivos de alta estarão nos 71.140 pontos e 72.300 pontos, nos curto e médio prazos, respectivamente.

Abaixo dos suportes das médias móveis na região dos 69 mil pontos, os objetivos de queda estarão novamente na região dos 68 mil pontos.

segunda-feira, 15 de março de 2010

IBOV...após 15/03..."martelo cheio" pode sinalizar alta, a partir desta terça...


NAU58Q5DR5TG

O Ibovespa veio buscar seu 1o.objetivo de queda, nos 68.622 pontos, mas apoiado por suas MME de 09 e 13 períodos, nos 68.920 e 68.600 pontos, acabou finalizando, nesta segunda-feira, acima dos 69 mil e agora (caso se mantenha ainda acima dessas referidas MMóveis)poderá retomar sua tendência semanal de alta.

Próximos objetivos de alta (caso supere o topo desta segunda, nos 69.400 pontos) são os 70.140 pontos, novamente e o "topo duplo" na região dos 70.480 pontos.

Caso consiga romper essa forte resistência no referido topo duplo, os próximos objetivos de alta estarão nos 71.070 pontos e 72.300 pontos, nos curto e médio prazos, respectivamente.

Abaixo dos suportes das médias móveis na região entre os 68.800 e 68.600 pontos, os objetivos de queda estarão na região dos 67.800/68 mil pontos.

Petróleo cai abaixo de US$ 80 com cautela antes do Fed

NAU58Q5DR5TG
por Agência ESTADO
15/03/2010 18:48

Nova York - Os preços dos contratos futuros do petróleo caíram para a mínima em quase duas semanas hoje, com os operadores cautelosos antes da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) amanhã. As preocupações sobre possíveis mudanças na política monetária na China e com as emissões de dívidas soberanas em curso na zona do euro também alimentaram o nervosismo do mercado, provocando um rali do dólar, uma vez que os investidores procuraram por apostas mais seguras e deixaram os ativos mais arriscados, como o petróleo.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato do petróleo leve com vencimento em abril fechou em queda de US$ 1,44, ou 1,77%, a US$ 79,80 o barril. No mercado eletrônico ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para abril recuou US$ 1,50, ou 1,9%, em US$ 77,89 o barril.

O Fed se reúne amanhã para discutir a política da taxas de juros. Os operadores vão acompanhar de perto a decisão para tentar encontrar pistas sobre se a autoridade monetária pretende elevar as taxas de juros, o que poderia fortalecer o dólar. Quando o dólar sobe, os preços do petróleo recuam, uma vez que a commodity denominada na moeda americana se torna mais cara para os detentores de outras moedas. A alta do dólar e o desempenho mais fraco das bolsas estavam também contribuindo para que o petróleo operasse em baixa, afirmou Tim Evans, analista do Citi Futures Perspective, em Nova York.

A moeda americana registrou forte avanço ante o euro, em consequência do alerta feito pela agência de classificação de risco Moody's sobre o rating de crédito dos países classificados como AAA - EUA, Reino Unido, França e Alemanha, e de uma recepção desigual ao potencial pacote de ajuda da zona do euro para a Grécia.

As palavras fortes do primeiro-ministro chinês, Wen Jianbao, sobre a política cambial da China, sugerindo que os esforços dos EUA para impulsionar suas exportações com o enfraquecimento do dólar equivalia a "uma espécie de protecionismo comercial", também afetaram os mercados.

Tendo em vista que os EUA são o maior consumidor de petróleo do mundo e a China é o principal condutor do crescimento da demanda pela commodity, as preocupações econômicas relacionadas a esses dois países podem fomentar temores de que seus apetites pelo combustível podem ser limitados. A China pode também estar considerando mais medidas de aperto ao crédito por causa do aumento da inflação a fim de evitar um superaquecimento da economia.

O primeiro encontro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em três meses também está na agenda desta semana, mas os participantes do mercado de petróleo não estão antecipando nenhuma surpresa. As metas formais de produção devem permanecer inalteradas, com o cartel aparentemente satisfeito com um preço do petróleo em torno de US$ 80 o barril. As informações são da Dow Jones.

sábado, 13 de março de 2010

DJI...após 12/03..."martelo" no gráfico semanal sugere continuidade da alta


Na segunda semana de março, DJI abriu nos 10.564 pontos, foi encontrar resistência em seu primeiro objetivo de alta, nos 10.612 pontos, na terça-feira;

Refluiu novamente até encontrar suporte, na mínima em 10.507 pontos, na quinta, mas a partir daí, reagiu até atingir, nova máxima, na sexta em 10.645 pontos e finalizou em 10.624 pontos, com alta de +0,55% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "martelo de alta" apoiado pelo "candles" das 2 semanas anteriores; enquanto no gráfico diário temos a formação de um "piercing" de indefinição.

O fechamento acima dos 10.600 pontos, mantem também a "tendência de alta" no gráfico semanal, aumentando as possibilidades de que DJI venha a buscar seus próximos objetivos de alta, no curto e médio prazos, nos 10.730 e 10.800 pontos.

As médias móveis de 09 e 13 períodos, em 10.530 e 10.490 pontos, se mantem como eventuais suportes para um movimento mais forte de realização.

Um fechamento abaixo desses suportes pode reverter a atual tendência de alta.

Somente a perda desse patamar poderá sinalizar uma possibilidade de reversão da atual tendência de alta.

IBOV...após 12/03..."martelo invertido" sinaliza abertura em queda...


Na segunda semana de março, o Ibovespa abriu a semana nos 68.850 pontos, veio buscar na terça, sua mínima nos 68.255 pontos; reagiu a partir desse suporte até buscar nova máxima nos 70.476 pontos, na quarta;

Refluiu novamente até encontrar suporte em 69.411 pontos, na quinta e na sexta reagiu positivamente até encontrar resistência na máxima semanal, nos 70.486 pontos (onde formou um "topo duplo" )e a partir daí refluiu com muita força até finalizar, na mínima do dia em 69.341 pontos.

Alta de +0,72% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "piercing de alta" ainda apoiado pelos "candles de alta", das 2 semanas anteriores.

Por outro lado, o fechamento na mínima do dia, na sexta-feira, fez do "candle" do gráfico diário, um "martelo invertido cheio" sinalizando tendência de queda para a abertura da próxima semana.

O "topo duplo" formado nas máximas de 4a. e 6a. feiras, sinaliza um possível retorno para testar os suportes na região das MME de 09 e 13 períodos, em 68.860 e 68.450 pontos;

A perda do fundo ocorrida nos 69.756 pontos sugere um objetivo de queda, nos 68.676 pontos, de onde poderá ocorrer uma maior reação compradora.

Caso o Ibovespa consiga romper o "topo duplo" formado na região dos 70.480 pontos, seus próximos objetivos de alta, nos curto e médio prazos, estarão nos 71.070 e 72.200 pontos.

Por outro lado um fechamento abaixo das citadas médias móveis na região dos 68 mil pontos, sinaliza a possibilidade de realização mais forte.

Considerando o "vencimento de opções" na próxima segunda e o anúncio na quarta, da política de juros, no Brasil e nos EUA é possível, que somente a partir dessa data, teremos uma tendência com melhor definição, para o Ibovespa.

Commodities...perspectivas para a 3a. semana de março


Fonte: Bloomberg

Situação em 12/03

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1280.73 -.44 1282.52 1292.12 1276.07
(Laranja)S&P GSCI 523.80 -2.74 527.61 531.82 521.13
(Verde)RJ/CRB Commodity 273.31 -.08 274.72 275.26 272.14
(Azul)Rogers Intl 3182.77 -6.86 3193.10 3219.60 3168.66


Situação em 05/03


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1298.46 11.61 1295.54 1306.25 1293.23
S&P GSCI 526.34 6.61 522.75 529.77 522.66
RJ/CRB Commodity 276.93 2.13 275.44 278.04 274.80
Rogers Intl 3213.14 26.86 3196.10 3235.14 3193.18


Variação semanal 05/03 a 12/03


INDICE Fechamento (05/03) x Fechamento(12/03) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1298.46 1280.73 -1,36%
S&P GSCI 526.34 517.48 -1,68%
RJ/CRB Commodity 276.93 274.77 -0,78%
Rogers Intl 3213.14 3178.87 -1,07%

Análise:

Na segunda semana de março, os preços das commodities iniciaram a semana dando sequência à alta iniciada na semana anterior, mas em seguida refluiram devolvendo todo ganho auferido na semana anterior, fechando nesta sexta em queda de -0,98%, na média desses quatro índices, em relação ao final da semana anterior.

Ainda assim os preços estão em média+40% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando a média desses índices.

O gráfico do "S&P GSCI", traçado em "laranja" e similar aos demais índices, mostra que os preços se movimentan em uma cunha ascendente, desde o início de fevereiro, ainda em tendência de alta, apesar do fechamento semanal em queda.

A perda da força compradora, verificada no meio da semana até o fechamento em queda na sexta, fez com que o "candle" do gráfico semanal desses índices, se assemelhase a um "martelo invertido", sinalizando uma possibilidade de continuidade da realização, no início desta terceira semana de março.

Apesar disso, é possível uma retomada da tendência altista, após as reuniões da FOMC nesta próxima quarta, caso seja mantida a continuidade da atual política de juros baixos, e de um possível desfecho mais favorável aos desdobramentos da atual crise financeira da Grécia.

quarta-feira, 10 de março de 2010

IBOV...após 09/03...reverteu após romper os 70 mil pontos...


O IBOVESPA após fazer sua mínima semanal nos 68.255 pontos, reagiu em seguida, até atingir seu primeiro objetivo de alta, nos 69.475 pontos.

Desse ponto, refluiu rapidamente, mantendo-se ainda no patamar dos 69 mil pontos para em seguida, dar sequência ao movimento ascendente, até fazer nova máxima nos 70.143 pontos, atingindo assim o segundo objetivo de alta, de curto prazo.

Novamente refluiu, em sintonia com DJI até fechar cerca de 570 pontos abaixo, em 69.576 pontos ( +1,46%).

Os próximos objetivos de alta, no curto prazo, se encontram nos 70.550 pontos e 71.070 pontos (topo anterior).

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "piercing de alta" apoiado pelo "martelo cheio" do pregão anterior.

Alguns indicadores já começam a operar em região "sobrecomprada" aumentando a possibilidade de uma correção intraday, mais forte.

Por outro lado, o fato de não ter conseguido fechar acima do patamar dos 70 mil pontos e a forte realização ocorrida até seu fechamento nos 69.500 pontos, pode estar sugerindo uma possibilidade de continuidade da correção, para "testar" suportes anteriores nos 69 mil e/ou 68.400 pontos (na média móvel de 09 períodos), antes de eventual retomada da alta até os 71 mil pontos.

Fechamento abaixo da citada média móvel poderá reverter a atual tendência de alta.

terça-feira, 9 de março de 2010

DJI...após 09/03...objetivo atingido nos 10.600 pontos, em região "sobrecomprada"


DJI atingiu seu primeiro objetivo de alta, ao fazer nova máxima nos 10.612 pontos, mas refluiu para finalizar praticamente estável em 10.564 (+0,11%)pontos.

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo invertido", o que sinaliza possibilidade de eventual correção (região relativamente "sobrecomprada").

Mantendo-se acima dos 10.550 pontos, possibilidades de continuidade da alta, em busca dos objetivos de curto prazo, no topo anterior dos 10.730 pontos e posteriormente nos 10.800 pontos (médio prazo).

Fechamento abaixo da MME de 13 períodos nos 10.450 pontos, desfaz o "pivô de alta", e pode reverter a atual tendência de alta.

domingo, 7 de março de 2010

IBOV...após 05/03...confirmou "pivô de alta" no gráfico semanal


Na primeira semana de março, o Ibovespa abriu a semana na mínima nos 66.510 pontos, rompeu o patamar dos 68.800 pontos, em sua máxima intraday, na quarta-feira, realizou parcialmente, com forte volatilidade na quinta, mas na sexta rompeu novamente o patamr dos 68.800 ponts, vindo buscar a máxima semanal nos 68.930 pontos, para finalizar em seguida nos 68.846 pontos.

Forte alta de +3,52% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "marubozu de alta" apoiado pelo "martelo cheio", da semana anterior.

A "ruptura acima" dos 68.120 pontos, topo anterior de um "triângulo simétrico", que trazia volatilidade e "indefinição" para o Ibovespa, agora sinaliza uma tendência altista.

O fechamento acima dos 68.800 pontos, confirmou também um "pivô de alta" no gráfico semanal, aumentando as possibilidades de que o Ibovespa venha a buscar seus objetivos de alta, nos curto e médio prazos, nos 69.400, 70.140 e 71.070 pontos (topo semanal anterior).

O fechamento acima das médias móveis de 09 e 12 períodos, nos 66.980 e 66.630 pontos, reforça o patamar dos 67 mil pontos como suporte para uma eventual "realização intraday".

Por outro lado, apesar da confirmação da tendência de alta, o gráfico diário começa a se movimentar em região relativamente "sobrecomprada", aumentando a possibilidade de maior volatilidade e eventuais realizações intraday, antes da retomada dos objetivos de alta, assinalados.

DJI...após 05/03...confirmou "pivô de alta" no gráfico semanal


Na primeira semana de março, DJI abriu na mínima nos 10.326 pontos, foi encontrar resistência na máxima nos 10.572 pontos, na sexta-feira e fechou em seguida em 10.566 pontos, com alta de +2,33% em relação ao fechamento da semana anterior.

O "candle" do gráfico semanal é um "marubozu de alta" apoiado pelo "martelo" da semana anterior.

A "ruptura acima" dos 10.440 pontos, topo anterior de um "triângulo simétrico", removeu a "tendência de lateralização" de DJI e confirmou nova tendência altista.

O fechamento acima dos 10.500 pontos, confirmou também um "pivô de alta" no gráfico semanal, aumentando as possibilidades de que DJI venha a buscar seus objetivos de alta, no curto e médio prazos, nos 10.600 e 10.800 pontos.

O fechamento nos 10.566 pontos, acima das médias móveis de 09 e 12 períodos, nos 10.330 e 10.290 pontos, reforça o patamar dos 10.300 pontos como suporte para uma eventual "realização intraday".

Somente a perda desse patamar poderá sinalizar uma possibilidade de reversão da atual tendência de alta.

sábado, 6 de março de 2010

Commodities...perspectivas para a 2a semana de março


Fonte: Bloomberg

Situação em 26/02

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1284.53 21.47 1271.47 1287.32 1266.16
(Laranja)S&P GSCI 517.48 8.97 509.88 518.78 509.11
(Verde)RJ/CRB Commodity 274.77 3.90 271.26 275.07 270.87
(Azul)Rogers Intl 3178.87 54.29 3143.61 3184.56 3128.16


Situação em 05/03


INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1298.46 11.61 1295.54 1306.25 1293.23
S&P GSCI 526.34 6.61 522.75 529.77 522.66
RJ/CRB Commodity 276.93 2.13 275.44 278.04 274.80
Rogers Intl 3213.14 26.86 3196.10 3235.14 3193.18


Variação semanal 05/03 a 26/02


INDICE Fechamento (05/03) x Fechamento(26/02) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1298.46 1284.53 +1,08%
S&P GSCI 526.34 517.48 +1,71%
RJ/CRB Commodity 276.93 274.77 +0,79%
Rogers Intl 3213.14 3178.87 +1,08%

Análise:

Na primeira semana de março, os preços das commodities reverteram a queda da semana anterior, fechando nesta sexta com alta de +1,01%, na média desses quatro índices, em relação ao final da semana anterior.

Os preços estão em média+45% acima dos preços praticados há um ano atrás, considerando a média desses índices.

O gráfico do "S&P GSCI", traçado em "laranja" e similar aos demais índices, mostra que os preços aparentemente romperam a LTB recente que "fechava" o "triângulo simétrico", definindo uma provável tendência de alta para a próxima semana.

O "candle" do gráfico semanal desses índices, é um "marubozu de alta", apoiado pelo martelo da semana anterior.

Apesar disso, é possível a ocorrência de uma maior volatilidade aos negócios, face aos desdobramentos (ainda não totalmente resolvidos) da crise financeira de países da "zona do euro", em especial, da crise financeira da Grécia.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Risco-País avalia Relatório de Emprego e tem a segunda queda consecutiva

por Equipe InfoMoney
05/03/10 20h44


SÃO PAULO - Com o clima positivo nos mercados internacionais, o indicador de risco-País registrou sua segunda queda consecutiva nesta sexta-feira (5), encerrando a sessão com baixa de 7 pontos-base, atingindo os 189 pontos. O destaque da sessão ficou por conta do Relatório de Emprego dos Estados Unidos. Fala de Meirelles também em foco na sessão.

O documento, divulgado pelo Departamento do Trabalho norte-americano, reportou que a economia do país perdeu 36 mil postos de trabalho em fevereiro. O resultado veio melhor que o esperado pelo mercado, que estimava perda de 68 mil postos. Vale ressaltar que em janeiro foram perdidos 26 mil postos de trabalhos, nos dados revisados.

Outros indicadores também surpreenderam. A taxa de desemprego ficou estável no período, em 9,7%, resultado abaixo das expectativa do mercado, que giravam em torno de 9,8%. Já os ganhos por hora trabalhada subiram 0,1%, número abaixo do esperado pelos analistas de mercado, de alta de 0,2%. Por fim, a média de horas trabalhadas por semana (Average Workweek) se apresentou em 33,8 horas, resultado pouco superior à expectativa dos analistas, de 33,7 horas.

Brasil
Por aqui, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que o País deve receber US$ 45 bilhões em investimento estrangeiro direto em 2010. “São esperados fortes fluxos de investimento" para o País, embora "muita exuberância nem sempre seja bom", afirmou. Meirelles projeta que o déficit em conta corrente atinja US$ 50 bilhões no ano. O diretor do BC afirmou ainda que a autoridade monetária traçou tendência em direção a taxas de juro real mais baixas.

Meirelles comentou também a decisão do BC em elevar a taxa do compulsório – e seus impactos na política monetária. “Não há dúvidas de que se reduzirmos a liquidez há impacto na política monetária”, afirmou o presidente do BC.

Global 40 sobe
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,77% na noite desta sexta-feira, cotado a 137,05 centavos de dólar.

Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 189 pontos-base.

Confira a agenda do investidor para a segunda semana de março

por Equipe InfoMoney
05/03/10 18h21

SÃO PAULO - Dentro da agenda para a segunda semana de março, as atenções se voltam para o orçamento do governo norte-americano, balança comercial e vendas ao varejo de fevereiro.

No front doméstico, destaque para o PIB (Produto Interno Bruto) do quarto trimestre, além de indicadores da indústria brasileira.

Segunda-feira (8/3)

Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de março. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h00 - A instituição publica ainda o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de fevereiro, importante medida de inflação nacional.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

Não serão divulgados indicadores relevantes no país neste dia.

Terça-feira (9/3)


Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente a primeira quadrissemana de março. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

10h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de fevereiro.

EUA

Não serão divulgados indicadores relevantes no país neste dia.

Quarta-feira (10/3)

Brasil

8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decênio de março, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

9h00 - O IBGE anuncia a Pesquisa Industrial Regional de janeiro, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria, mediante recortes locais.

EUA

12h00 - Sai o Wholesale Inventories de janeiro, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.

12h30 - Confira o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

16h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de fevereiro do Treasury Budget (orçamento governamental).

Quinta-feira (11/3)


Brasil

9h00 - O IBGE apresenta o desempenho do PIB referente ao quarto trimestre.

9h30 - O instituto revela ainda a Pesquisa do Comércio de janeiro, que acompanha a evolução da atividade comercial no Brasil, com indicadores calculados para cada região do País.

EUA

10h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

10h30 - Destaque ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de janeiro, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

Sexta-feira (12/3)


Brasil

9h00 - O IBGE reporta a Pesquisa de Emprego Industrial de janeiro, relatório que trata de mão-de-obra e rendimento do trabalho no Brasil.

EUA

10h30 - Principal destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de fevereiro, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

11h55 - A Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de março, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

12h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês janeiro.

Segunda-feira (15/3)

Brasil

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

Haverá também o vencimento de opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

EUA

09h30 - O Fed de Nova York apresenta o NY Empire State Index referente ao mês de março. Esse índice tem como intuito medir a atividade manufatureira no estado, um dos principais do país.

10h15 - Destaque para os números do setor industrial do mês de fevereiro, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

quinta-feira, 4 de março de 2010

IBOV...após 04/03...perspectivas de abertura em alta


O IBOVESPA abriu em alta até conseguir sua máxima nos 68.198 pontos, mas sintonizado DJI refluiu até encontrar suporte na mínima nos 67.924 pontos, junto à MME de 13 períodos.

A partir desse suporte recuperou gradualmente as perdas até fechar nos 67.815 pontos, em ligeira alta de +0,26%.

O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo de alta" que se consolidará caso o IBOV consiga fechamento acima dos 68.250 pontos.

Uma reversão que retorne o IBOV para novo teste do suporte nas médias móveis na região dos 67 mil pontos, poderá trazer o Ibovespa aos 66.500 pontos novamente, caso perca esse suporte.

DJI...após 04/03...perspectivas de abertura em alta...


DJI depois de abrir em alta e fazer máxima no "topo duplo" nos 10449 pontos, refluiu com força até encontrar suporte na mínima no "fundo duplo" dos 10.391 pontos.

Recuperou paulatinamente as perdas, até testar nova resistência na máxima nos 10.452 pontos, e refluiu para fechar nos 10.444 pontos (alta de +0,46%).

O "candle" do gráfico diário é um "marubozu", que apoiado pelo "martelo" do pregão anterior está sinalizando possibilidade de abertura em alta, no pregão desta sexta.

Se conseguir romper definitivamente o topo nos 10.450 pontos, seu próximo objetivo de alta está nos 10.510 pontos.

Caso reflua e perca o "fundo duplo" nos 10.390 pontos, seu próximo objetivo de queda será os 10.310 pontos .

Restante da agenda do investidor para a primeira semana de março

por Equipe InfoMoney
26/02/10 20h20


SÃO PAULO - Dentro da agenda econômica para a primeira semana de março, os investidores estarão atentos à divulgação do Livro Bege do Federal Reserve, bem como ao Relatório de Emprego norte-americano referente ao mês de fevereiro.

No Brasil, os olhos se voltam para indicadores de preço, com destaque para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medida de inflação base do Banco Central.


Sexta-feira (5/3)


Brasil

9h00 - O IBGE publica o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de fevereito. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.

9h30 - O órgão ainda apresenta a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de fevereiro, levantamento dos preços e dos custos dos materiais utilizados no setor.

EUA

10h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de fevereiro, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.

17h00 - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de janeiro, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.


Segunda-feira (8/3)


Brasil

8h00 - A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de março. O índice calcula a variação mensal dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h00 - A instituição publica ainda o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de fevereiro, importante medida de inflação nacional.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

Não serão divulgados índices relevantes no país neste dia.

IBOV...após 03/03.."martelo invertido" com maior possibilidade de realização


O Ibovespa abriu em alta até atingir nova máxima nos 68.813 pontos. A partir daí, em sintonia com DJI refluiu até a mínima em 67.482 pontos, para depois finalizar em 67.641 pontos (queda de - 0,20%).

O "martelo invertido" formado no gráfico diário pode estar sinalizando uma possibilidade de reversão de tendência de curto prazo, caso o Ibovespa perca suportes das Médias móveis nos 67.000/66.800 pontos.

A continuidade da alta poderá se configurar caso o Ibovespa consiga fechamento acima dos 68.250 pontos.

terça-feira, 2 de março de 2010

DJI...após 02/03...possibilidade de reversão de tendência


Dando sequência ao movimento de alta DJI abriu nos 10.404 pontos, foi encontrar resistência na máxima nos 10.456 pontos, de onde refluiu até a mínima nos 10.390 pontos e finalizou logo após, nos 10.406 pontos (+0,02%).

O "candle" do gráfico diário é um "doji" de aparente indefinição.

O fato desse "doji" ter acontecido após DJI tentar sem sucesso, romper um "topo duplo" intraday nos 10.450 pontos, sinaliza a possibilidade de reversão de tendência, caso se confirme um "doji evening star".

Para tal, será necessário a ocorrência de nova mínima, abaixo do fundo anterior, nos 10.326 pontos.

Alguns indicadores do gráfico diário também se encontram em região de "sobrecompra" o que pode favorecer uma realização intraday.

As médias móveis de 09 e 13 períodos, nos 10.340 e 10.320 pontos, são suportes, cuja perda indicará a possibilidade de retorno ao fundo anterior nos 10.200 pontos.

Por outro lado, o rompimento da resistência nos 10.450 pontos poderá apontar para os objetivos de alta de curto e médio prazos, nos 10.510, 10.600 e 10.800 pontos.

IBOV...após 02/03...possibilidade de realização intraday...


Dando sequencia ao movimento de alta o Ibovespa abriu na mínima nos 67.227 pontos, rompeu o topo anterior nos 68.120 pontos até encontrar "resistência" na máxima, nos 68.250 pontos.
A partir daí, sintonizado com DJI, reverteu até fechar novamente abaixo dos 68 mil pontos, em 67.780 pontos (alta de +0,82%).

O gráfico diário formou um "martelo invertido" sinalizando a possibilidade de ocorrer uma "realização" intraday, no pregão de 03/03.

Alguns indicadores também já se encontram em "região sobrecomprada", o que pode favorecer uma realização.

Eventual perda das médias móveis de 09 e 13 períodos, na região dos 66.700 pontos, poderá apontar para uma possível reversão de tendência, com objetivos de queda na região dos 66.100/66.200 pontos.

A retomada da tendência altista se confirmará novamente com um fechamento acima do topo anterior, nos 67.180 pontos. Recuperado esse patamar, continuam os objetivos de alta nos 68.460 e 69.400 pontos.