terça-feira, 15 de abril de 2008

VALE 5...após 15/04...fechamento em alta, com tendência ainda indefinida...



VALE 5 abriu em 49,50 e impulsionada pelo bom humor dos mercados futuros atingiu rapidamente a máxima intraday nos 50,50. Com o recuo de Dow Jones, próximo à metade do pregão, também refluiu atingindo a mínima intraday nos 49,26.Com a melhora do Ibovespa e dos mercados externos, finalizou sobre o suporte dos 50,00. No mercado "after day" chegou a ser negociada novamente na máxima em 50,50. Os principais indicadores com dados do gráfico diário como o IFR, o estocástico e o CCI/MA cruzamento sugerem indefinição de tendência. Já em gráfico com maior freqûencia (30 min) ilustrado abaixo, porém menos preciso, o IFR e o Estocástico apresentavam no fechamento tendência declinante, enquanto o CCI/Ma sinalizava alta. Suportes imediatos em 49,90, 49,00 e 47,70. Para retomar o canal de alta deverá primeiramente romper as resistências imediatas em 49,45, 49,90 e 51,00.

IBOV...após 15/04...fechou em alta...mas tendência ainda indefinida...


O IBOVESPA abriu nos 62.150 pontos e influenciado pelo bom humor dos mercados futuros veio primeiramente retomar o suporte no fibo de 62% em 62.510 pontos e em seguida a buscar a máxima intraday nos 62.824 pontos. A partir daí, com o recuo de Dow Jones, refluiu perdendo os suportes nos 62.510 e 62.400 pontos. Com a melhora dos mercados americanos retomou esses suportes e fechou nos 62.618 pontos. Importantes indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento calculados em gráfico diário, estão ainda indefinidos. Considerando um gráfico de maior frequência (30 minutos) a tendência predominante é a de alta no IFR e de indefinição nesses outros indicadores. A tendência anterior de queda poderá ser revertida na retomada dos topos intraday e anterior, nos 52.824 pontos e nos 63.530 pontos. Suportes imediatos em 62.510, 62.150, 62.000 e 61.500 pontos.

Agenda do investidor para a terceira semana de abril

Agenda do investidor para a terceira semana de abril

por Rafael de Souza Ribeiro
11/04/08 - 19h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Dentro da agenda da terceira semana de abril, os investidores olharão para os EUA atentos às vendas ao varejo e aos índices de preços ao consumidor e ao produtor.
No cenário nacional, a ênfase fica para a reunião do Copom. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária atualizará a taxa básica de juro do País, atualmente em 11,25% ao ano. A maior parte dos economistas aposta em um aumento da Selic.


Segunda-feira (14/4)

- Brasil

8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a segunda semana de abril.

- EUA

9h30 - Destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de março, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

11h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês fevereiro.


Terça-feira (15/4)

- Brasil

Destaque para o primeiro dia da reunião do Copom, quando os membros do Comitê expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica nacional.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresenta a Pesquisa Mensal do Comércio de fevereiro, que acompanha a evolução da atividade comercial no Brasil.

- EUA

9h30 - O Departamento de Trabalho apresenta os números do PPI (Producer Price Index) e de seu núcleo, que descrevem os preços praticados por produtores durante o mês de março.

9h30 - O Fed de Nova York divulga o NY Empire State Index de abril, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

10h00 - Será apresentado o Net Foreign Purchases de fevereiro, que mede as compras líquidas de ativos norte-americanos por parte de estrangeiros.


Quarta-feira (16/4)

- Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

18h00 - O Copom atualiza a taxa Selic.

Há vencimento dos contratos de Ibovespa futuro negociados na BM&F.

- EUA

9h30 - Destaque para a divulgação do CPI (Consumer Price Index) e de seu núcleo, que mensuram os preços ao consumidor referentes ao mês de março.

9h30 - Serão apresentados os dados do setor imobiliário local, através dos índices Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas.

10h15 - Atenção aos números do setor industrial do mês de março, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

11h30 - O relatório de estoques de petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration); importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível.

15h00 - Investidores estarão atentos ao Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.


Quinta-feira (17/4)

- Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

- EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

11h00 - A Conference Board apresenta o Leading Indicators referente ao mês de março. O relatório compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra e permissões para construção.


11h00 - O Fed da Philadelphia divulga o Philadelphia Fed Index de abril, indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado.


Sexta-feira (18/4)

- Brasil

07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à segunda quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

08h00 - A FGV apresenta o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de abril. O índice, que é formado por um conjunto de indicadores de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

- EUA

Não serão apresentados índices relevantes no país.

Como começa a semana subseqüente?


Segunda-feira (21/4)

- Brasil

Será comemorado o feriado de Tiradentes, e conseqüentemente, não haverá pregão na Bovespa.

DOW JONES...após 15/04...apesar da alta...persiste a indefinição...



DOW JONES abriu nos 12.303 pontos e influenciada pelo bom humor dos mercados futuros, rapidamente veio buscar sua máxima intraday nos 12.387 pontos. A partir daí até a primeira metade do pregão refluiu até atingir a mínima intraday nos 12.270 pontosos. Lentamente recomeçou um processo de retomada dos suportes perdidos, primeiramente o fundo anterior nos 12.280 pontos, depois zerou as perdas nos 12.303, retomou o forte suporte nos 12.330, refluiu novamente até novo suporte intraday nos 12.310 vindo a seguir buscar novo topo intraday nos 12.370 pontos, fechando praticamente em cima dessa resistência nos 12.362 pontos. Os principais indicadores de tendência do gráfico diário, como o IFR, Estocástico e o CCI/MA cruzamento estão indefinidos ainda. Se considerarmos um gráfico de maior frequência (30 minutos) podemos observar tendência de alta no IFR, ainda que tendência ainda neutra no estocástico lento. Resistências em 12.370, 12.390, 12.470 e 12.580 pontos, que se rompidos poderão reverter o canal de baixa anterior. Suportes em 12.330, 12.310, 12.270 e 12.100 pontos.

Falta de equipamento deve atrasar extração de petróleo

Falta de equipamento deve atrasar extração de petróleo
15.04.2008 08h32



Por Agência Estado

O aquecimento mundial do setor de petróleo e a dificuldade para conseguir equipamentos para a perfuração e desenvolvimento de áreas exploratórias são vistos pelo setor como os principais empecilhos para acelerar o cronograma de entrada em produção das áreas na camada pré-sal. Em apenas quatro anos, o aluguel diário de uma sonda de perfuração quadruplicou, passando de US$ 100 mil para US$ 400 mil.O pré-sal é uma camada de reservatórios que se encontram no subsolo do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, ao longo de 800 quilômetros, em lâmina d’água que varia entre 1,5 mil e 3 mil metros de profundidade e soterramento (área do subsolo marinho que terá de ser perfurada) entre 3 mil e 4 mil metros.A primeira produção no pré-sal deve se dar a partir de um Teste de Longa Duração (TLD) para o qual a Petrobras afretou no início de abril um navio-plataforma que vai produzir 30 mil barris de petróleo por dia. Já para confirmar as estimativas de reservas nas demais áreas, faltam sondas de perfuração no mercado internacional. Segundo um cálculo do banco Credit Suisse, o desenvolvimento das áreas na camada pré-sal na Bacia de Santos deve demandar a perfuração de uma média de 750 poços. Para esse cálculo, o banco tomou como base campos de águas ultraprofundas no Mar Cáspio e no Golfo do México. Por esse cálculo, só em Tupi seriam 266 poços, no mínimo.

PETR4...após 14/04...possibilidade da continuidade da alta...



PETR4 abriu em queda em 78,00 e foi buscar a mínima intraday no suporte de 77,02. Pouco antes de encerrar a primeira metade do pregão, com o anúncio de que o mega-poço "Pão de Açucar" na baixada santista, possa ser cinco vezes maior que "Tupi", Petr4 realizou uma rápida e forte alta, rompendo todas as recentes resistências, vindo atingir a máxima intraday em 84,50 (resistência projetada na LTB anterior). Pressionada pelo mercados futuros e o próprio Ibovespa em queda, finalizou praticamente em cima da reistência em 83,00 (alta de 5,6%). Pela forte pressão compradora demonstrada, o mercado parece determinado a manter Petr4 acima dos 83,00. Caso contrário, deverá buscar os suportes imediatos em 82,70, 81,50 e 80,80. Outros suportes em 80,00 e 78,50. Acima de 83,00, resistências em 84,50 e 86,30. Principais indicadores sinalizam claramente a tendência de alta.

VALE 5...após 14/04...realização pode continuar...



VALE 5 abriu com pequeno "gap de queda" em 49,75, provocado pelo mau humor dos mercados futuros. Tentou buscar a resistência nos 50,00, atingindo a máxima intraday nos 49,88, mas rapidamente refluiu pela forte pressão vendedora com a queda do Ibovespa. Perdeu o suporte intermediário nos 49,45 e veio "brigar" pelo suporte na casa dos 49,15, atingindo a mínima nos 49,01. Finalizou nos 49,08, contrariando a resistência demonstrada no pregão anterior, para a manutenção do suporte em 50,00. Demonstrou apatia, mesmo quando Petr4 estabelecia alta superior a 5%. Os principais indicadores como o IFR, o estocástico e o CCI/MA cruzamento sinalizam a continuidade da tendência baixista, que se agravará na perda dos suportes imediatos em 49,00 e 47,70, podendo levar ao suporte de 46,80. Para retomar o canal de alta deverá primeiramente romper as resistências imediatas em 49,45, 49,90 e 51,00.

DJI...após 14/04...continuidade da tendência de queda...



DOW JONES abriu em leve queda nos 12.324 pontos, influenciada pelo mau humor dos mercados futuros. Aos poucos conseguiu retomar o fibo de 61,8% em 12.330 pontos. Mas ainda abalada pelo fraco resultado do Banco Wachovia, perdeu esse suporte e passou a operar em leve queda até atingir a mínima intraday nos 12.280 pontos. Ainda na primeira metade do pregão tentou esboçar reação, vindo buscar sua máxima intraday nos 12.367 pontos. A partir daí refluiu até os 12.300 pontos, fechando nos 12.302 pontos. Os principais indicadores de tendência como o IFR, Estocástico e o CCI/MA cruzamento apontam para a continuidade da tendência de queda que se acentuará se DJI vier a perder os suportes imediatos em 12.280, 12.180 e 12.100 pontos. Aí, poderá buscar o fundo nos 11.730 pontos. Conseguindo romper as resistências imediatas nos 12.330, 12.380 e 12.470 pontos, poderá reverter essa tendência baixista.

IBOV...após 14/04...mesmo com força da Petr4, tendência de queda continua...



O IBOVESPA abriu nos 62.592 pontos e influenciado pelo mau humor dos mercados futuros continuou a realização iniciada no pregão anterior, perdendo rapidamente o suporte no fibo de 62% em 62.510 pontos, vindo a buscar a minima intraday nos 61.467 pontos. A partir daí, iniciou uma forte reação, provocada pela forte alta de PETR4, que saiu da casa dos 77,00 para ir até 84,50 (alta de mais de 8%)fazendo com que o IBOV retomasse os 62.500 e fosse buscar sua máxima intraday nos 62.733 pontos. Com o retorno de Petr4 aos 83,00, o IBOV também realizou retornando aos 62.000 e fechando em 62.153 pontos. Importantes indicadores como o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento mostram clara tendência na continuidade da queda. Essa tendência poderá ser revertida com a retomada do fibo em 62.510 e da máxima intraday nos 52.730 pontos. Ocorrendo a perda dos suportes em 60.950 e 60.720 pontos (fibo de 38,2%), a tendência de queda poderá se acentuar, levando o Ibovespa a buscar o suporte de 59.900 pontos e o fundo nos 57.830 pontos.

Mercado supervalorizou dado sobre Petrobras, diz banco

Mercado supervalorizou dado sobre Petrobras, diz banco
14.04.2008 19h42
Por Kelly Lima da Agência Estado

O banco Credit Suisse divulgou nesta noite um relatório em que avalia que o mercado supervalorizou as informações dadas hoje pelo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, sobre as potenciais reservas da área de Carioca/Pão de Açúcar, na Bacia de Santos.
Segundo relatório da instituição, a "considerável excitação" provocada no mercado com as expectativas sobre a área não levou em conta que os volumes citados referem-se à estrutura geológica nomeada de Pão de Açúcar e que engloba, além do bloco BM-S-9, sob concessão da Petrobras em parceria com a espanhola Repsol e a britância BG, também os blocos BM-S-8, BM-S-21, BM-S-22.
O analista do banco Emerson Leite lembrou no relatório que 40% dessas áreas sequer têm licença para a perfuração. O relatório informa ainda que, por esse motivo, o bloco BM-S-22 sequer foi perfurado ainda, o que, segundo ele, leva as discussões sobre potenciais reservas na área total para uma seara especulativa.
No pregão de hoje na Bolsa de Valores de São Paulo, as ações da Petrobras registraram forte valorização. Os papéis PN, mais líquidos, subiram 5,63% e movimentaram 38% do giro financeiro total da Bovespa no dia, enquanto os ON dispararam 7,68%.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Esclarecimentos sobre BM-S-9 ("Pão de Açúcar")

Esclarecimentos sobre BM-S-9 ("Pão de Açúcar")

Rio de Janeiro, 14 de abril de 2008 –

PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa:PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, em resposta aos ofícios Bovespa GAE/SAE 0882-08 e CVM/SEP/GEA-2/Nº 076/08, sobre a notícia veiculada na agência Reuters, em 14/04/2008, na qual consta, entre outras informações, que: “o diretor geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Haroldo Lima, disse que informações “oficiosas” da Petrobras avaliaram que o campo Carioca, na bacia de Santos, teria reserva cinco vezes maior do que o campo de Tupi; segundo Lima, o campo teria reservas em torno de 33 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás)”, esclarece que:

O consórcio formado pela Petrobras (45% - Operadora), BG (30%) e Repsol YPF Brasil (25%)continua seguindo o programa exploratório do Bloco BM-S-9 na Bacia de Santos. O Bloco é composto por duas áreas exploratórias. Na maior delas foi perfurado o primeiro poço 1-BRSA-491-SPS (1-SPS-50) que resultou na descoberta anunciada em 05 de setembro de 2007. Na ocasião foi informado ao mercado que são necessários novos investimentos que contemplariam a perfuração de novos poços e cujo Plano de Avaliação está em fase final de elaboração e deve ser protocolado na ANP nos próximos dias.
Seguindo o cronograma normal de exploração, a Companhia iniciou em 22 de março de 2008 a perfuração do segundo poço, o 1-BRSA-594-SPS (1-SPS-55), situado na área menor do bloco, mas que até o momento não atingiu a camada do pré-sal. A continuidade das atividades exploratórias inclui a perfuração de novos poços, teste de formação de longa duração e novos estudos geológicos para comprovar a abrangência da descoberta.
Dados mais conclusivos sobre a potencialidade da descoberta somente serão conhecidos após a conclusão das demais fases do processo de avaliação, e serão informados ao mercado oportunamente.

Petrobras dispara após nova área na Bacia de Santos

Petrobras dispara após nova área na Bacia de Santos
14.04.2008 12h58


Por AE

Agência Estado As ações da Petrobras reverteram as perdas da manhã e registravam alta de mais de 3% no início da tarde, após a notícia do diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, de que a área chamada "Pão de Açúcar", localizada na Bacia de Santos, pode acumular até cinco vezes o volume de petróleo encontrado pela Petrobras no campo de Tupi.

Segundo ele, informações preliminares das empresas concessionárias que estão operando na área indicam que este volume poderia chegar até 33 bilhões de barris de óleo recuperáveis. "Se isso for confirmado, será a maior descoberta já feita no mundo, que poderá se transformar no terceiro maior campo de produção de petróleo no mundo", disse o diretor em apresentação no 4º Seminário de Petróleo e Gás no Brasil, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

sábado, 12 de abril de 2008

PETR4...após 11/04...sem conseguir reprisar o pregão anterior...retornou aos 78,00



Sem conseguir reprisar o pregão anterior, quando contrariou a tendência baixista do IBOVESPA, desta vez PETR4 abriu no suporte em 79,60 e foi buscar a máxima intraday nos 79,88. Depois pressionada pela grande queda de DJI e do Ibovespa, perdeu os suportes em 79,20 e 78,50, vindo buscar a mínima nos 78,32. Finalizou exatamente em cima do suporte 78,50 (queda de 2,11%). Graças à forte pressão compradora, o mercado parece determinado a manter Petr4 acima dos 78,00. Para buscar novamente a resistência perdida nos 81,00, Petr4 precisa também romper as resistências imediatas em 79,60 e 80,40. A perda dos suportes em 78,50 e 77,00 pode levar Petr4 ao suporte de 75,80 (fibo de 61,8%). Indicadores como o IFR já sinalizam para tendência baixista, enquanto o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento ainda se mantém indefinidos.

VALE5...após 11/04..."martelo invertido" e divergência positiva em oscilador de momento apontam para alta nesse início de semana...



VALE 5 abriu em queda no suporte de 50,03, provocado pelo péssimo humor dos mercados futuros americanos. Tentou buscar a resistência nos 51,00, atingindo a máxima intraday nos 50,99, mas rapidamente refluiu pela forte pressão vendedora pela queda de DJI e do próprio Ibovespa.Perdeu o suporte intermediário nos 50,70 e veio novamente buscar a mínima nos 50,01. A partir daí finalizou nos 50,10, demonstrando ao mercado que não facilitará a perda desse importante suporte. Alguns indicadores como o estocástico já sinalizam tendência baixista, porém se analisarmos os fundos dos candles diários (decrescente) e os fundos do Oscilador de Momento, veremos que este apresenta uma divergência positiva (crescente) sinalizando para uma possibilidade de retomada da alta. Além do mais, o "candle" formado no gráfico diário é um "martelo invertido" que quando aparece no final de uma sequência de quedas pode estar sinalizando a reversão dessa tendência. Resistências imediatas em 50,70, 51,00, 52,60 e 53,10. Suportes imediatos em 50,00(forte), 49,40(fibo de 61,8%) e 49,15.

IBOV...após 11/04...realização forte antecipando o COPOM da próxima semana...



O IBOVESPA abriu nos 63.525 pontos e influenciado pela grande queda nos mercados futuros americanos por resultados corporativos ruins da GE, e já precificando o aumento na taxa de juros pelo COPOM, da próxima semana, realizou fortemente, indo rapidamente buscar a minima anterior nos 62.700 pontos. A partir daí tentou esboçar alguma reação, não conseguindo recuperar a casa dos 63 mil pontos. Com o aguçamento da queda de DJI, acelerou a queda, perdendo o suporte dos 62.700 e o importante fibo de 61,8% nos 62.510 pontos, vindo buscar a mínima intraday nos 62.458 pontos. A partir daí, seguindo DJI, reduziu parte das perdas, retomou o fibo de 62.510 pontos, para finalizar nos 62.585 pontos. Apesar de ainda se manter acima da recente LTA, importantes indicadores como o IFR e o Estocástico já mostram clara tendência de queda e o CCI/Ma cruzamento ainda indefinido poderá indicar alguma possibilidade de reversão se houver a recuperação do suporte nos 62.700 pontos.Para esta próxima semana, a tendência de queda irá se acentuar, se houver a perda dos suportes em 60.950 e 60.720 pontos (fibo de 38,2%), podendo inclusive levar o Ibovespa a buscar o suporte de 59.900 pontos na LTA e o fundo nos 57.830 pontos. A possibilidade de reverter essa realização se dará no rompimento das resistências imediatas em 62.700 e 63.650 pontos, que se superadas levará o IBOV a retomar novamente os 65 mil pontos.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

DJI...após 11/04...realizou antecipando resultados ruins corporativos da próxima semana...



DOW JONES abriu em queda nos 12.579 pontos, influenciada pelo resultado corporativo decepcionante de GE e a forte realização nos mercados futuros. Rapidamente perdeu os suportes em 12.550 e 12.470 pontos.Prevendo uma próxima semana repleta de resultados (talvez decepcionantes) de grandes companhias como Bear Stearns, Intel, Johnson & Johnson, IBM, JPMorgan, General Motors e Merrill Lynch, dentre outras, o mercado antecipou a realização prevista nesta semana de resultados corporativos, vindo buscar a mínima intraday nos 12.302 pontos, perdendo inclusive o forte suporte nos 12.380 pontos. Ao final do pregão esboçou uma pequena reação, fechando nos 12.325 pontos (queda de 2,04%).A perda desses importantes suportes e a sinalização de indicadores de tendência como o IFR, Estocástico e o CCI/MA cruzamento apontam para a continuidade da tendência de queda. A queda se acentuará se DJI vier a perder os suportes imediatos em 12.300, 12.200 e 12.100 pontos. Nesse caso poderá buscar o fundo nos 11.730 pontos. Caso venha a romper as resistências imediatas nos 12.380, 12.470 e 12.550 pontos, poderá reverter a tendência baixista.

NY tem pior dia em 3 semanas com fraco lucro da GE

11.04.2008 18h52

por Suzi Katzumata da Agência Estado

Os principais índices do mercado de ações norte-americano caíram de forma acentuada depois que o resultado abaixo do esperado da líder General Electric enviou ondas de choque através da bolsa. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 2,25%, o Nasdaq recuou 3,42% e o S&P-500 registrou uma desvalorização de 2,74% - o pior desempenho dos índices desde a semana encerrada em 8 de fevereiro.
A GE anunciou um declínio de 6% no lucro líquido registrado no primeiro trimestre e rebaixou as perspectivas de lucro para 2008, citando um rápido declínio no financiamento global. As ações da GE fecharam em baixa de 13%.
Como vários outros componentes do Dow vão divulgar balanços na próxima semana, os investidores estavam ainda mais cautelosos em comprar ações daquelas grandes corporações. Katie Townshend, analista-chefe de mercado da MKM Partners, disse que espera um declínio do Dow Jones curto prazo e previa até mesmo um movimento para abaixo da média de 50 dias, o que ocorreu no final da sessão de hoje. Townshend observou que existe um suporte para o Dow ao redor da mínima de 12.175 pontos registrada em 31 de março, com uma clara resistência nos 12.725 pontos.
Entre as componentes do Dow Jones que divulgam balanços na próxima semana estão: JPMorgan (-3,03%), Johnson & Johnson (-0,50%), Caterpillar (-1,20%), Coca-Cola (-1,70%) e United Technologies (-3,23%), todos caíram nesta sexta-feira. Apesar do crescente sentimento negativo entre os operadores, os analistas não estão tão certos de que o balanço da GE necessariamente significa que outras empresas com alcance global tiveram resultados ruins.
Muito da queda no lucro da GE foi resultado de um declínio na atividade de financiamento global, uma área que já se esperava que seria fraca. Além disso, o negócio da GE é em grande medida orientada pelo consumo, uma área fortemente atingida pela limitação do crédito, aumento dos pedidos de auxílio-desemprego e queda dos preços das casas.
O índice Dow Jones caiu 256,56 pontos hoje (2,04%) e fechou a 12.325,42 pontos. O Nasdaq recuou 61,46 pontos (2,61%) e fechou com 2.290,24 pontos. O S&P-500 caiu 27,72 pontos (2,04%) e fechou com 1.332,83 pontos.
Títulos do Tesouro
No mercado de bônus, os preços dos Treasuries (títulos do Tesouro americano) subiram, com respectiva queda dos juros, impulsionados pelo fraco resultado da GE e acentuada queda no indicador de sentimento do consumidor norte-americano, para o menor nível em 26 anos, que alimentaram os temores sobre a habilidade da economia dos EUA em evitar um desastre, segundo analistas.
No fim da tarde, o juro projetado pelo T-Bond de 30 anos estava em 4,294% ao ano, de 4,339% ontem; o juro da T-Note 10 anos estava em 3,468% ao ano, de 3,527% ontem; o juro da T-Note 2 anos estava em 1,754% ao ano, de 1,818% ontem. As informações são da Dow Jones.

Lucro de empresas dobra em 5 anos, mas o ritmo deve cair

por Monica Cardoso de DCI
11/04/08 - 00:00

Os ganhos das empresas brasileiras de capital aberto devem continuar em 2008, porém com menor intensidade. Mais do que a contaminação pela crise norte-americana, a pressão inflacionária deve contribuir para a redução do ritmo de crescimento. "A demanda maior do que a oferta causa um risco inflacionário. Pensando nisso, o Banco Central deve agir preventivamente e aumentar a taxa básica de juros (Selic) na reunião da próxima semana", analisa o economista Cristiano Souza, do Banco Real.
"A crise norte-americana deve afetar o crescimento brasileiro apenas de forma marginal. Nossa crescimento atual é com base na demanda interna", rebate o economista Flávio Serrano, da Lopes Leon Corretora. Segundo ele, o crescimento deve ser mais acentuado no setor financeiro e nas empresas cuja produção é voltada para o consumo doméstico, como bens duráveis e de capital.
O ciclo favorável de crescimento econômico no Brasil e no mundo, nos últimos cinco anos, contribuiu para o dobrar o lucro das 257 companhias brasileiras de capital aberto, (com ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo), que aumentou 100,76%, de acordo com o estudo elaborado pela Economática. Só em 2007, o lucro subiu 20,16%, passando de R$ 102,9 bilhões para R$ 123,7 bilhões. Este foi o melhor resultado das empresas desde o início do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003.
O lucro consolidado de R$ 41,5 bilhões de Petrobras e Vale, as duas maiores companhias brasileiras de capital aberto, corresponde a 50,5% do total do lucro registrado pelas demais 255 empresas. Se retirarmos as duas empresas do estudo, o valor alcançado é de R$ 82,2 bilhões, que também é o maior valor já registrado pelas empresas brasileiras de capital aberto no governo Lula. Entre 2003 e 2007, o lucro dessas 255 empresas saltou 139,64%, de R$ 34,3 bilhões para R$ 82,2 bilhões. "A lucratividade de Petrobras e Vale do Rio Doce foi alavancada pela explosão dos preços das commodities graças à demanda forte dos países emergentes, como China e Índia. Esse preço elevado deve continuar mesmo em um possível cenário de recessão norte-americana e desaceleração econômica mundial", avalia o economista Filipe Albert, da Tendências Consultoria.

Mas o melhor desempenho, pelo quinto ano consecutivo, foi do setor bancário, cujos lucros das 21 instituições aumentaram de R$ 12,772 bilhões em 2003 para R$ 28,741 bilhões em 2007. Com metade dos lucros dos bancos, as 30 empresas de energia elétrica embolsaram ganhos que saltaram de R$ 3,494 bilhões para R$ 14,491 bilhões. Em seguida, estão as 26 companhias do setor de siderurgia e metalurgia, cujos proveitos aumentaram de R$ 4,741 bilhões para R$ 11,105 bilhões. Os lucros das 13 companhias de telecomunicações também mais do que dobraram, de R$ 2,694 bilhões para R$ 6,904 bilhões.

Crédito

O crédito foi o principal fator para que o setor bancário fosse o mais lucrativo pelo quinto ano consecutivo. "O aumento da renda e a queda da inflação contribuíram para o maior ímpeto pelo consumo da população, principalmente nas classes menos favorecidas. A partir daí, os bancos se posicionaram de forma diferente, focando nas linhas de crédito ao consumidor, que crescem acima de 20% ao ano", diz Serrano.

Apesar das quedas, as taxas de juros nos empréstimos continuam bastante altas. O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) chega a 60% ao ano, enquanto a taxa básica de juros, a Selic, é de 11,25%. E há espaço para crescer mais, segundo ele, uma vez que no Brasil, o valor de crédito representa 35% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em países desenvolvidos chega a 80% e nos Estados Unidos passa de 100%.

A inflação e a crise americana devem fazer o ritmo de alta nos ganhos das empresas cair em 2008. Nos últimos cinco anos, o lucro das 257 companhias abertas brasileiras dobrou.

IBOV...após 10/04..."candle" formado no gráfico pode reverter tendência...




O IBOVESPA abriu nos 63.475 pontos e veio buscar na primeira hora do pregão, a máxima intraday nos 63.645 pontos. Com a percepção de que os futuros americanos não teriam força suficiente para sustentar DJI, o Ibovespa também refluiu atingindo a mínima intraday no forte suporte dos 62.712 pontos. Ao final do pregão, com a recuperação de DJI reduziu as perdas e finalizou em alta de 0,11% nos 63.527 pontos. Apesar de ainda se manter acima da recente LTA, alguns indicadores como o IFR e o Estocástico já se mostram discrepantes (IFR aponta tendência de alta e estocástico tendência de queda) e o CCI/Ma cruzamento sem tendência definida pode estar indicando a possibilidade de reversão para uma possível alta, também sinalizada pelo "martelo" que se formou no gráfico diário. A tendência da queda poderá se confirmar na perda dos suportes em 62.700, 60.950 e 60.700 pontos. Resistências imediatas em 63.650, 64.630, 64.830 e 65.410 pontos.

DJI após 10/04...discrepâncias podem estar indicando reversão de tendência...



DOW JONES abriu nos 12.526 foi buscar a máxima intraday nos 12.649 pontos nas primeiras horas de pregão, depois não suportou a pressão vendedora, vindo buscar a mínima intraday nos 12.497 pontos. Ao final do pregão recuperou parte das perdas, fechando nos 12.582 pontos (alta de 0,44%).Indicadores de tendência como o IFR e o CCI/Ma cruzamento passaram a sinalizar uma sutil tendência de alta, enquanto o Estocástico, de forma discrepante sinaliza tendência de queda. Ocorrerá a continuidade da queda se DJI vier a perder os suportes imediatos em 12.497, 12.470 e 12.380 pontos. Caso venha a romper as resistências imediatas nos 12.590, 12.620 e 12.700 pontos, confirmará a tendência altista.