segunda-feira, 6 de abril de 2009

Bolsa de NY encerra em queda com bancos e tecnologia

por Agência ESTADO
06 de Abril de 2009 18:57

O mercado de ações norte-americano fechou em baixa, mas bem acima das mínimas do dia, com ajuda de um impulso no final da sessão, quando os temores de mais perdas no Citigroup e outros bancos sendo equilibrado pela esperança com relação a outras empresas, como a Ford Motor.
O índice Dow Jones caiu 41,74 pontos, ou 0,52%, e fechou em 7.975,85 pontos. O S&P-500 recuou 7,02 pontos, ou 0,83%, e fechou em 835,48 pontos. O Nasdaq caiu 15,16 pontos, ou 0,93%, e fechou em 1.606,71 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 69,27 pontos, ou 1,30%, e fechou em 5.249,48 pontos.

Na véspera da temporada de balanços, alguns investidores estão preocupados com informes sóbrios de empresas do setor industrial, tecnologia e commodities (matérias-primas). Além disso, o analista da Calyon Securities, Mike Mayo, alertou que o esforço de seis meses e os incontáveis programas do governo federal podem não salvar o setor de perdas com empréstimos que vão exceder aquelas alcançadas durante a Grande Depressão. Entre os bancos que Mayo iniciou com uma recomendação "underweight" (abaixo da média) para sua nova firma estão: Citigroup (-4,56%), Bank of America (-1,58%) e SunTrust Banks (-8,10%).
Entre outras companhias com exposição à crise financeira, as ações do conglomerado industrial General Electric fecharam em alta de 2,29%.
Contudo, Carmine Grigoli, estrategista da Mizuho Securities, observou que "os mais poderosos mercados em alta (bull market) da história foram lançados das profundezas do desespero durante uma crise financeira". "Nossa pesquisa mostra que os mercados com tendência de baixa (bear market) relacionados a uma crise financeira normalmente terminam no ponto de máximo estresse financeiro, quando as autoridades colocam em prática medidas que no final melhoram as condições", acrescentou.
"O mercado tinha uma alta de 25% quase ininterrupta", disse Bruce Bittles, estrategista chefe de investimento da RW Baird. Enquanto o S&P-500 se sustentar acima dos 750 pontos, Bittles acredita que o mercado de ações será capaz de lutar para subir até o verão no hemisfério norte, com os investidores se dando conta de que a economia não está tão fraca quanto eles temiam. Entretanto, "em agosto e setembro podemos enfrentar outro vento contrário depois (que a economia dos EUA) absorver todos os estímulos. Eu penso que a economia vai reverter para um lento crescimento", disse Bittles.

Entre os destaques individuais, as ações da Ford Motor fecharam em alta de 16% depois que a montadora concluiu uma operação para reduzir a dívida em US$ 9,9 bilhões, usando dinheiro e ações - o que resultou na diminuição da dívida da montadora e mais de um terço. As ações da concorrente General Motors subiram 8,10%.
No setor de tecnologia, as ações da Sun Microsystems fecharam em baixa de 22,50%, depois de um informe de que o acordo para a IBM comprar a fabricante de servidores e software estaria à beira de um colapso. As ações da IBM recuaram 0,65%. As ações da Cisco Systems caíram 3,47% depois que alguns analistas levantaram preocupações sobre a demanda da fabricante de equipamentos de rede no nível corporativo e a velocidade da recente alta das ações da Cisco.
As ações da Alcoa, a gigante fabricante de alumínio que tradicionalmente abre a temporada de balanços na noite de terça-feira, fecharam em baixa de 3,06%. As informações são da Dow Jones.

Bovespa recua 0,5%, com realização de lucros pequena

por Agência ESTADO
06 de Abril de 2009 17:40

A Bovespa teve uma sessão apática e, embora em queda, não houve muito apetite dos investidores para embolsar um pouco dos ganhos dos quatro pregões seguidos de elevação na semana passada. No pior momento do dia, a Bolsa superou 2% de perdas, mas acabou fechando em bem menos da metade disso. A realização de lucros no mercado externo favoreceu as ordens de vendas internas, concentradas em Vale e siderúrgicas.
O Ibovespa caiu 0,50%, aos 44.167,26 pontos. Atingiu os 43.429 pontos na mínima do dia (-2,17%) e 44.385 pontos (-0,01%) na máxima. No mês, acumula ganho de 7,92% e, no ano, de 17,62%. O giro somou apenas R$ 3,954 bilhões - a média de abril é de R$ 5,091 bilhões.
"O investidor está receoso sobre a realização de lucros. Não está tão firme na decisão de vender, por isso a queda diminuiu à tarde", comentou um especialista do mercado de renda variável de uma corretora em São Paulo. Segundo ele, o clima está melhor no mercado, daí a reticência dos investidores em se desfazer de suas posições.
A redução das estimativas do mercado para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009, de zero para -0,19%, também foi citada em algumas mesas como uma justificativa para a realização de lucros de hoje. Mas mais como desculpa do que como fato em si, já que o clima positivo da última semana ainda não se dissipou.
Hoje, as bolsas norte-americanas aproveitaram algumas notícias não tão boas para justificar a queda, como o aparente colapso das negociações entre a IBM e a Sun Microsystems e o relatório do analista Mike Mayo, da Calyon Securities, no qual afirma que as perdas com empréstimos devem crescer, mesmo após as medidas de auxílio aos bancos anunciadas pelo governo dos EUA.
No Brasil, os papéis de siderúrgicas foram influenciados pela queda de metais básicos e por relatório do Deutsche Bank. A instituição reduziu a recomendação para a Gerdau S.A. de "manter" para "venda" e cortou o preço-alvo do ADR (recibo de ação negociado nos EUA) de US$ 6 para US$ 5. Os papéis PN da empresa recuaram 1,91%, enquanto Metalúrgica Gerdau PN fechou em baixa de 1,31%.
Para a CSN, o Deutsche tem recomendação de "compra" - os papéis ON da empresa recuaram 0,80% -, e, para Usiminas, "manter" - a ação PNA caiu 1,29%. De acordo com o Deutsche, a demanda global por aço deve recuar 17% em 2009 e cair outros 2% em 2010, ante projeção anterior de queda de 7% no consumo deste ano e de alta de 1% no próximo exercício. Vale ON perdeu 2,62% e PNA, 1,75%. Cabe aqui destacar que a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima queda de 3,9% nas vendas de veículos em 2009, o que prejudica a indústria siderúrgica.
Petrobras ON recuou 1,12% e PN, 0,36%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para maio terminou em baixa de 2,78%, aos US$ 51,05 o barril.

Petróleo...após 03/04...suportes e resistências na 1a. semana de abril


O gráfico semanal dos contratos futuros de óleo cru leve (Light Sweet Crude Oil Futures), com vencimento em maio/09 (CL\K09)formou um "martelo de alta" após seu fechamento na sexta na casa dos US$ 53,00/barril. Alguns indicadores começam a ficar relativamente "sobrecomprados", após as três semanas seguidas de alta, o que pode sugerir alguma realização, durante a semana.

Suportes semanais em 48,00 e 47,00 dólares/barril.
Resistências semanais em 53,70; 56,20 e 56,70 dólares/barril.

domingo, 5 de abril de 2009

IBOV...após 03/04...suportes e resistências na 1a. semana de abril


O gráfico semanal do Ibovespa formou um "martelo de alta" após seu fechamento na sexta em 44.391 pontos, próximos da máxima nos 44.610 pontos. Muitos indicadores já se encontram relativamente "sobrecomprados", após as quatro semananas seguidas de alta, o que pode sugerir eventual realização, durante a semana.

Suportes imediatos em 44.270, 42.850, 41.840, 41.000 e 40.600 pontos.
Resistências imediatas em 45.000, 45.600 e 46.500 pontos.

DJI...após 03/04...suportes e resistências na 1a semana de abril


O gráfico semanal de DJI formou um "martelo" de alta, com o fechamento nesta sexta, nos 8.017 pontos, próximos da máxima semanal nos 8.077 pontos. A tendencia altista iniciada quatro semanas atrás, deixou alguns indicadores relativamente "sobrecomprados" sinalizando a possibilidade de ocorrer realização, durante a semana.

Suportes semanais imediatos em 7.970, 7.770, 7.720, 7.620 e 7.450 pontos.
Resistências imediatas em 8.120, 8.210, 8.290 e 8.600 pontos.

Commodities...projeções para a 1a. semana de abril


Fonte: Bloomberg

Situação em 03/04

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 965.82 12.43 954.66 967.05 948.66
S&P GSCI 375.55 2.20 370.74 377.76 367.56
RJ/CRB Commodity 228.93 2.64 226.26 228.93 224.16
Rogers Intl 2598.64 30.16 2557.20 2601.08 2549.22


Situação em 27/03

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 932.07 -17.18 939.56 940.28 929.58
(Laranja)S&P GSCI 368.58 -10.58 377.82 378.76 366.07

(Verde)RJ/CRB Commodity 222.26 -5.42 227.20 227.68 222.26
(Azul)Rogers Intl 2523.60 -60.81 2582.62 2582.62 2508.67

Variação semanal 03/04 a 27/03

INDICE Fechamento (03/04) Fechamento(27/03) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 965.82 932.07 +3,62%
S&P GSCI 375.55 368.58 +1,89%
RJ/CRB Commodity 228.93 222.26 +3,00%
Rogers Intl 2598.64 2523.60 +2,97%

Análise:
Nesta última semana (final de março e início de abril), as commodities recuperaram as perdas da semana anterior, fechando em média de +2,87% , em relação ao fechamento da semana anterior. Os preços das commodities ainda se mantem defasados em cerca de 42%, se comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, registra a retomada da LTA anterior e a construção de um "canal de alta" nos preços das principais commodities. As fortes recuperações de preços de algumas commodities, como o petróleo ficaram em região relativamente"sobrecomprada", sugerindo a possibilidade de realização no início da semana, antes de retomarem sua principal tendência de alta.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

IBOV...após 02/04...suportes e resistências


Conforme indicavam os principais sinalizadores gráficos, o Ibovespa após o martelo de alta da véspera, deu continuidade à recuperação iniciada no final do pregão anterior e em sintonia com DJI sustentou forte alta vindo atingir sua máxima acima dos 44 mil pontos, nos 44.286 pontos (+5,5%). Porém, na última meia hora não segurou a forte pressão vendedora e refluiu para fechar em 43.736 pontos (+4,19%). O gráfico diário formou um "martelo invertido" sinalizando uma tendência baixista que poderá acontecer já na abertura dos pregões. Caso o Ibovespa consiga finalizar acima do patamar dos 44 mil pontos é possível a continuidade da tendência de alta, no início da próxima semana. Um fechamento abaixo dos 43.700 pontos poderá sinalizar a continuidade da queda.

Suportes imediatos em 42.850, 42.700, 42.400, 42.000 e 41.600 pontos.
Resistências imediatas em 43.750, 43.850, 44.300 e 44.500 pontos.

DJI...após 02/04...suportes e resistências


Como esperado DJI deu sequência à sua tendência de alta, alcançando máxima nos 8.076 pontos, ainda na primeira metade do pregão. A partir daí, tentou sustentar o patamar dos 8 mil pontos, mas na última meia-hora de pregão, refluiu para finalizar em 7.978 pontos (+2,79%). O "candle" formado no gráfico diário se assemelha a um "martelo invertido" sinalizando a possibilidade de continuidade da queda intraday. Um fechamento nesta sexta, acima dos 8 mil pontos, pode sinalizar a continuidade da alta. Por outro lado, um fechamento próximo aos 7.910 pontos poderá sinalizar uma reversão de tendência.

Suportes imediatos em 7.910, 7.760 e 7.670 pontos.
Resistências imediatas em 8.060, 8.095, 8.190 e 8.280 pontos.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Bolsas de NY sobem e Nasdaq acumula ganho no ano

por Agência ESTADO
02 de Abril de 2009 19:05

O mercado de ações norte-americano fechou em alta, impulsionado pelo anúncio de flexibilização da regra de marcação a mercado e otimismo desencadeado pelo resultado da reunião do G-20 em Londres. Os ganhos de hoje levaram o índice Nasdaq a voltar a ficar positivo no ano - com o aumento nas encomendas à indústria beneficiando papéis como as da Research in Motion, fabricante do BlackBerry, e a Caterpillar - e o Dow Jones segue firme no rumo para o melhor período de quatro semanas de alta desde 1933.
O índice Dow Jones subiu 216,48 pontos, ou 2,79%, e fechou em 7.978,08 pontos - seu melhor fechamento desde 9 de fevereiro. O S&P-500 avançou 23,30 pontos, ou 2,87%, e fechou em 834,38 pontos - melhor nível desde 12 de fevereiro. O Nasdaq subiu 51,03 pontos, ou 3,29%, e fechou em 1.602,63 pontos, passando a acumular um ganho de 1,62% no ano. O NYSE Composite subiu 181,34 pontos, ou 3,57%, e fechou em 5.267,10 pontos.
As bolsas dispararam, de Tóquio a São Paulo, com o aumento do apetite por risco dos investidores e com as mesas de operações recebendo ordens de compras mais uma vez. As ações que lideraram os ganhos, como as de pequena capitalização, de empresas de transporte, indústria e fabricantes de chips, são conhecidas por apresentarem vigor no final dos períodos de recessão e início de ciclos de recuperação econômica.
"O que temos visto ao longo das últimas três semanas é uma giro para o Nasdaq (...), mesmo para mercados emergentes - áreas que se beneficiam da inflação e do crescimento direto", disse Jeffrey Pavlik, gerente do fundo hedge Pavlik Capital Management. "Eu pessoalmente acho que é prematuro", disse, acrescentando que o relatório de emprego de março do Departamento do Trabalho dos EUA, que será divulgado amanhã, proporcionará um pouco mais de luz sobre o cenário econômico.
Entre os destaques individuais, as ações da Research in Motion (RIM) subiram 7,61%, antes de a companhia divulgar seu balanço trimestral após o fechamento do mercado - que trouxe números melhores que o esperado. As ações da Caterpillar avançaram 8,80%, uma vez que a fabricante de equipamentos pesados para construção deve se beneficiar dos gastos de estímulo anunciados pelos governos ao redor do mundo. As ações da Alcoa subiram 7,63%.
As ações da General Electric avançaram 5,60% e as da Intel fecharam em alta de 4,46%, impulsionadas pelo anúncio de que vão formar uma aliança para comercializar e desenvolver produtos de cuidados à saúde domésticos, como parte de uma investida para trazer maior uso da tecnologia para este setor. A Intel e a GE planejam investir US$ 250 milhões ao longo dos próximos cinco anos nesse segmento. As informações são da Dow Jones.

Bolsa avança 4,19% e fecha no maior nível em 6 meses

por Claudia Violante de Agência ESTADO
02 de Abril de 2009 17:38

São Paulo - O fundo do poço parece estar agora apenas no retrovisor. Pelo menos foi essa a justificativa para embalar o comportamento dos investidores nesta quinta-feira de euforia. O anúncio de que serão liberados US$ 1,1 trilhão para o Fundo Monetário Internacional (FMI) e outros órgãos multilaterais, os dados melhores do que os previstos divulgados ontem nos Estados Unidos e a aprovação de mudanças nas regras para marcação a mercado de ativos nos EUA resultaram numa forte procura por ações, o que gerou disparada nos índices acionários ao redor do globo.
Impulsionada por forte ingresso de recursos estrangeiros, a Bovespa avançou 4,19%, para 43.736,45 pontos, o maior patamar desde os 44.517,32 pontos de 3 de outubro de 2008 (há exatos seis meses). Na mínima do dia, tocou os 41.977 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 44.286 (+5,50%). Com o desempenho de hoje, em apenas dois pregões de abril a Bolsa já subiu 6,87%.
A volta dos estrangeiros hoje ficou mais nítida no giro da Bolsa. O total negociado somou R$ 5,890 bilhões, bem acima da média de 2009, de R$ 3,915 bilhões, de acordo com o site da BM&FBovespa.
A quinta-feira já amanheceu com a notícia de que o Grupo dos 20 irrigaria a economia com mais US$ 1 trilhão, mas esse número cresceu e muito ao longo do dia. O FMI terá seus atuais recursos triplicados para US$ 750 bilhões. O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, informou que a cifra total da ajuda é de US$ 5 trilhões, até 2010. Do total, US$ 250 bilhões serão fundos para financiar o comércio nos próximos dois anos.
Somou-se a essas notícias a decisão do Conselho de Padrões de Contabilidade Financeira (FASB, na sigla em inglês) de flexibilizar as regras de marcação a mercado de ativos nos EUA, o que permitirá que os grupos definam o valor justo de seus ativos. Nos EUA, as bolsas subiram mais de 2%. O índice Dow Jones avançou 2,79%, segundo dados preliminares.
A euforia global impulsionou também os preços das commodities (matérias-primas), que fecharam com altas consideráveis e também acabaram por reforçar os ganhos da Bovespa. Vale ON terminou a sessão de hoje com variação de 6,57% nas ações ON e 6,10% nas PNA. Petrobras ON subiu 4,92% e PN, 3,74%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para maio avançou 8,78% e fechou cotado a US$ 52,64 o barril.
Segundo especialistas, apesar do clima melhor do mercado hoje, amanhã isso "já será passado" e tudo pode acontecer.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

IBOV...após 31/03...suportes e resistências


Conforme indicavam os osciladores, o Ibovespa deu sequência à recuperação iniciada no final do pregão anterior e em sintonia com DJI veio buscar sua máxima acima dos 41.250 pontos. Com o retorno de DJI, refluiu novamente até fechar em 40.926 pontos (+0,67%). É possível que a tendência baixista intraday continue na abertura dos pregões. Porém, o "candle" de segunda no gráfico diário, um "martelo cheio" associado ao "martelo invertido" ocorrido nesta terça pode ser um "harami de alta", caso a mínima desta quarta se mantenha acima dos 40 mil pontos, e assim venha a caracterizar a formação do "pivô" de alta, revertendo a tendência baixista.

Suportes imediatos em 40.450, 40.350, 40250, 40.070, 39.850 e 39.700 pontos.
Resistências imediatas em 40.930, 41.150, 41.400, 41.870, 42.250 e 42.400 pontos.

DJI...após 31/03...suportes e resistências


DJI retomou novamente sua tendência de alta, alcançando máxima nos 7.725 pontos, ainda na primeira metade do pregão. A partir daí, não conseguiu sustentar esse patamar, refluindo e finalizando em 7.609 pontos (+1,16%). O "candle" formado no gráfico diário se assemelha a um "martelo invertido" sinalizando a possibilidade de continuidade da queda intraday. O "candle" anterior ("martelo cheio") associado a esse ("martelo invertido") do último pregão, pode caracterizar um "harami de alta", desde que a mínima do pregão desta quarta, não se situe abaixo dos 7.450 pontos, requisito necessário para se manter um "pivô" de alta.

Suportes imediatos em 7.600, 7.500, 7.440, 7.364 e 7.250 pontos.
Resistências imediatas em 7.730, 7.800, 7.900, 8.000 e 8.050 pontos.

terça-feira, 31 de março de 2009

Dow Jones fecha março em alta após 6 meses de baixa

por Agência ESTADO
31 de Março de 2009 19:08

O mercado de ações norte-americano fechou em alta no último pregão do primeiro trimestre, no qual o índice Dow Jones registrou o primeiro ganho mensal após seis meses de declínio. Contudo, todos os principais índices encerraram o trimestre em baixa.
O Dow Jones subiu hoje 86,90 pontos, ou 1,16%, e fechou a 7.608,92 pontos, impulsionado pelos ganhos das ações de bancos e da Microsoft, que subiu 5,09%. No mês, o Dow subiu 7,73%, registrando a maior alta mensal desde outubro de 2002 - que foi o início do último mercado com tendência de alta ("bull market"). Contudo, no trimestre, o Dow Jones acumulou uma queda de 13,30%, marcando seis trimestres seguidos de perda, a pior série desde o segundo trimestre de 1970. O Dow também teve seu pior primeiro trimestre desde 1939.
O S&P-500 avançou neste pregão 10,34 pontos, ou 1,31%, e fechou em 797,87 pontos e fechou o mês com um ganho de 8,54% - maior alta desde março de 2002. Contudo, no trimestre, o índice registrou uma desvalorização de 11,67%. O Nasdaq avançou 26,79 pontos, ou 1,78%, e fechou em 1.528,59 pontos. No mês, o índice disparou 10,94%, o que ajudou a reduzir as perdas no ano para 3,07%.
Os ganhos de hoje foram atribuídos a compras de fundos mútuos em busca das ações de melhor desempenho neste início do ano. Os gerentes de carteira frequentemente buscam embelezar suas carteiras ("window dressing") ou comprar ações que fizeram comunicados de final de trimestre positivos. "Muitas pessoas estavam assustadas para fazer qualquer coisa no início do trimestre e, então, elas olharam para suas carteiras e pensaram, 'espere, o mercado subiu'", disse William Lefkowitz, estrategista chefe de derivativos da Finance Investments.
A IBM subiu 2,51% e acumulou um ganho de 15% desde o início do ano - a maior alta entre as componentes do índice Dow Jones no primeiro trimestre. A Intel, que ficou em segundo lugar no ranking das maiores alta do Dow Jones, avançou 2,11%, com um ganho de 2,7% no primeiro trimestre. Em terceiro lugar aparece a Home Depot, que subiu 0,77% e acumulou uma alta de 2,4% no trimestre.
A oferta da IBM pela Sun Microsystems, que foi a ação de melhor desempenho no Nasdaq no trimestre, refletiu a confiança de que a demanda por software, servidores e outros produtos de tecnologia vai em breve se estabilizar, disseram analistas. O Nasdaq abrange ações de tecnologia e consumo, muitas das quais menores do que seus concorrentes nos índices mais amplos, e o vigor deste mercado é um sinal de aumento no apetite por risco.O NYSE Composite subiu 79,93 pontos, ou 1,63%, e fechou em 4.978,98 pontos. No trimestre, o índice acumulou uma perda de 13,52%. As informações são da Dow Jones.

Bovespa tem em março melhor mês desde abril de 2008

por Agência ESTADO
31 de Março de 2009 17:47

O noticiário morno permitiu às bolsas devolverem uma parte das perdas da véspera. No caso da Bovespa, a valorização de hoje, embora modesta, colaborou para que o mês tivesse o melhor desempenho desde abril de 2008. Conduzido por Vale e siderúrgicas, o Ibovespa subiu acompanhando o comportamento das bolsas norte-americanas, onde os investidores ignoraram os indicadores divulgados hoje e se concentraram em melhorar o desempenho de suas carteiras.
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 0,67%, aos 40.925,87 pontos. Com tal desempenho, encerrou março com elevação de 7,18%, o maior ganho desde abril de 2008, quando havia subido 11,3%. No primeiro trimestre deste ano, a Bovespa acumula variação positiva de 8,99%. Hoje, o índice oscilou dos 40.661 pontos (+0,02%) até a máxima de 41.610 pontos (+2,35%). O giro financeiro totalizou R$ 4,176 bilhões.
Segundo operadores, a calma do noticiário desta terça-feira permitiu que os investidores corrigissem parte da queda de ontem, aqui (o Ibovespa perdeu 2,99%) e no exterior (o Dow Jones recuou 3,27%). Foram divulgados nos Estados Unidos alguns indicadores, como o de confiança do consumidor medido pela Conference Board (que subiu de 25,3 em fevereiro para 26,0 em março), mas sem impacto nos papéis.
Amparado nos ganhos de instituições financeiras e papéis de tecnologia, o índice Dow Jones fechou hoje em alta de 1,16%. O S&P avançou 1,31% e o Nasdaq terminou com elevação de 1,78%. Os dados são preliminares. As bolsas europeias também fecharam a terça-feira com altas, com os bancos repetindo a liderança. Em Londres, o índice FTSE-100 ganhou 4,34%.
No Brasil, as ações da Vale estiveram à frente dos ganhos, com a ajuda do avanço dos metais no mercado externo. Os papéis ON subiram 1,87% e os PNA, 0,34%. O setor siderúrgico, também muito castigado ontem, hoje subiu em bloco, beneficiado pelas medidas anunciadas pelo governo, voltadas para construção civil e setor automotivo. Gerdau PN avançou 2,87%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,36%, Usiminas PNA, 4,80% e CSN ON avançou 2,66%.
Petrobras terminou em baixa, na contramão do petróleo no mercado externo, e impediu ganhos maiores para a Bovespa. A ação ON recuou 1,12% e a PN, 0,80%. No ano, os papéis acumulam ganhos de, respectivamente, 28,70% e 25%.
No setor bancário, apenas Itaú PN fechou em baixa (-0,70%). Hoje foi a estreia das ações do Itaú Unibanco Banco Múltiplo, e as units do Unibanco deixaram de existir na Bovespa, dando lugar às ações de Itaú Unibanco Banco Múltiplo, sob os códigos ITAU3 e ITAU4.

segunda-feira, 30 de março de 2009

IBOV...após 30/03...suportes e resistências


Como esperado, o IBOVESPA deu continuidade à realização iniciada na sexta, ao acompanhar a forte realização de DJI. Após buscar a mínima do dia nos 40.351 pontos (- 3,72%), o Ibovespa conseguiu finalizar 300 pontos acima, nos 40.653 pontos (-2,99%). A perda definitiva do importante suporte nos 41.130 pontos (topo duplo da penúltima semana) pode levar o Ibovespa a buscar objetivos de queda nos 39.600 pontos. A eventual recuperação desse patamar, reacenderá a possibilidade da retomada dos objetivos de alta nos 43 mil/44 mil pontos. O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo cheio" sinalizando a possibililidade de reversão da tendência baixista. Os indicadores do gráfico diário também se encontram relativamente "aliviados", o que possibilita uma recuperação.

Suportes imediatos em 40.580, 40.370, 40.070, 39.710 e 39.600 pontos.
Resistências imediatas em 41.050, 41.130, 41.220, 41.500, 42.000 e 42.380 pontos.

DJI...após 30/03...suportes e resistências


DJI iniciou a semana dando sequência à realização de lucros iniciada na sexta-feira. Desta vez recuou com maior intensidade, fechando em 7.522 pontos (-3,27%), depois de ter encontrado suporte na mínima em 7.438 pontos (-4,31%). A recuperação dos 7.500 pontos foi outra "batalha", vencida após 7 recuperações intraday, desse suporte. Agora com o "alívio" de muitos indicadores, é possível que DJI retome novamente sua tendência de alta. O "candle" formado no gráfico diário se assemelha a um "martelo cheio" sinalizando a possibilidade da reversão de tendência.

Suportes imediatos em 7.470, 7.420, 7.370 e 7.300 pontos.
Resistências imediatas em 7.650, 7.800, 7.890, 7.930 e 8.100 pontos.

Petróleo...após 30/03...suportes e resistências


Como esperado, os contratos futuros de óleo cru leve (Light Sweet Crude Oil Futures), com vencimento em maio/09 (CL\K09), refluiram fortemente com a queda dos mercados acionários americanos, devolvendo todo ganho da semana passada, ao retornar ao patamar dos US$ 48,00/barril, fechando em US$ 48,41 ( -7,58%). Essa queda trouxe novamente a cotação do petróleo, ao fundo do canal de alta. Muito provavelmente, poderemos ter nesta terça-feira a recuperação dos preços do petróleo. Ocorrendo a recuperação dos US$ 50,00/barril, teremos novamente objetivos de alta nos US$53,50/US$54,00/barril. Abaixo dos 48,00/barril teremos a perda da LTA, iniciada em fevereiro.

Suportes imediatos: 48,00 e 46,00 (perda da LTA do canal de alta).
Resistências imediatas: 49,60; 50,20; 50,60, 51,00, 51,70 e 52,10.

Bolsa de NY cai com bancos e temor de falência da GM

por Suzi Katzumata de Agência ESTADO
30 de Março de 2009 18:55


Nova York - O mercado de ações norte-americano fechou em baixa pressionado pelo fantasma de uma falência para a General Motors e pelos temores de que grandes bancos, como o Citigroup e o Bank of America, possam não passar pelos "testes de estresse".
O índice Dow Jones caiu 254,16 pontos, ou 3,27%, e fechou em 7.522,02 pontos, reduzindo os ganhos acumulados no mês para 6,50%. O S&P-500 recuou 28,41 pontos, ou 3,48%, e fechou em 787,53 pontos, com um ganho de 7,1% no mês. O Nasdaq caiu 43,40 pontos, ou 2,81%, e fechou em 1.501,80 pontos. O NYSE Composite recuou 197,59 pontos, ou 3,88%, e fechou em 4.899,05 pontos.
"Alguma confiança havia voltado ao mercado recentemente", disse William Lefkowitz, estrategista chefe de derivativos da Finance Investments, referindo-se à alta das últimas três semanas. "Agora, é uma mercado 50-50, metade negativo, metade positivo", acrescentou. "Os lucros são muito importantes e são mais importantes agora do que as companhias", disse o analista, acrescentando que se as empresas disserem que a situação não está melhorando, que na verdade ficou um pouco pior, a mínima do Dow Jones de março - em 6.547 pontos - poderá cair.
Joseph Battipaglia, estrategista de ações da Stifel Nicolaus, disse que os resultados dos "testes de estresse" foram um fator hoje e provavelmente vão mostrar que os bancos estão muito pouco capitalizados. "Por enquanto, os bancos estão achando que vão ganhar seu bilhete de saída deste problema", mas o enfraquecimento do mercado de trabalho está atingindo a habilidade do consumidor de pagar seus empréstimos e seu apetite por mais dívida, limitando a rentabilidade dos bancos, disse Battipaglia. Ele também espera que os empréstimos corporativos e de imóveis comerciais gerem mais problemas aos bancos.
No setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 17,85%, enquanto as do Citigroup fecharam em baixa de 11,83%. As ações do JPMorgan registraram uma queda de 9,31%. No domingo, o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, disse que os bancos ainda podem precisar de mais ajuda do governo. O Citi e o BofA estão entre os bancos que estão passando pelos "testes de estresse" do Tesouro.
As ações da General Motors caíram 25,41%, pressionadas pelas notícias sobre a renúncia forçada de seu executivo-chefe Rick Wagoner pelo governo. Além disso, o Wall Street Journal disse que a administração do presidente Barack Obama estaria considerando que uma concordata seria a melhor opção para estabilizar a GM e também a Chrysler. Isso levaria basicamente à divisão das companhias em uma parte "boa" e outra "ruim", segundo o jornal.
No setor industrial, as ações da Caterpillar caíram 9,29%, as da fabricante de alumínio Alcoa recuaram 14,23% e as da gigante do setor de petróleo Chevron fecharam em baixa de 3,05%. Das componentes do Dow Jones, apenas IBM (+0,39%) e Johnson & Johnson (+0,34%) sustentaram um leve ganho. As informações são da Dow Jones.

Bovespa segue mau humor externo e recua 2,99%

por Agência ESTADO
30 de Março de 2009 17:38

A rejeição do governo dos EUA aos programas de reestruturação da GM e da Chrysler e as declarações do secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, de que os bancos podem ainda precisar de muita ajuda trouxeram o mau humor de volta aos mercados acionários. As bolsas caíram ao redor do mundo e levaram a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) para o mesmo caminho, puxada pelas vendas de ações de Vale, de siderúrgicas, da Petrobras e de bancos.
O índice Bovespa (Ibovespa) terminou a segunda-feira em baixa de 2,99%, aos 40.653,13 pontos, devolvendo boa parte dos 4,57% de ganhos acumulados na semana passada. No mês, a alta acumulada agora atinge 6,47%, e, no ano, 8,26%. Na mínima do dia, atingiu os 40.351 pontos (-3,71%) e, na máxima, os 41.909 pontos (estabilidade). O giro financeiro totalizou R$ 3,624 bilhões.
O tombo doméstico foi influenciado pelo comportamento de Wall Street, onde o Dow Jones recuou 3,27%, aos 7.522,02 pontos , o S&P caiu 3,48%, aos 787,53 pontos, e o Nasdaq teve perdas de 2,81%, aos 1.501,80 pontos. As ações da General Motors lideraram as perdas do Dow, ao recuarem 25,41%, depois que seu executivo-chefe, Rick Wagoner, renunciou ao cargo pressionado pelo governo americano, que colocou essa como uma das condições para conceder ajuda à montadora. A Casa Branca, no entanto, recusou o plano de reestruturação da GM, e deu mais 60 dias de prazo para que a empresa lhe convença da necessidade de injetar mais recursos.
O presidente dos EUA, Barack Obama, também sugeriu que uma concordata "cirúrgica" pode ser a única saída para as duas companhias. A outra é a Chrysler, para quem o governo dos EUA deu prazo de 30 dias para apresentar uma solução, no caso, uma aliança com a italiana Fiat. Esse tempo nem deve ser usado, já que a empresa já teria fechado esse acordo, segundo reportagem do Wall Street Journal. A aliança global teria sido acertada com a ajuda do Departamento do Tesouro dos EUA.
Além das montadoras, também os bancos foram destaques negativos hoje, depois que Geithner, no final de semana, ter dito que alguns bancos precisarão receber muita assistência. À tal declaração, somou-se o pessimismo que se seguiu ao comunicado sobre o encontro do G-20 obtido pelo jornal britânico Financial Times. O documento sinaliza que a reunião não deve trazer novidades sobre mais medidas de estímulo econômico para lidar com a crise.
Na Bolsa brasileira, as blue chips foram as principais afetadas hoje, com a saída dos investidores estrangeiros e também pelo tombo das commodities (matérias-primas). Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em maio despencou 7,58%, para US$ 48,41 o barril. Na LME, em Londres, os preços dos contratos futuros de metais básicos fecharam em queda, pressionados pelo forte recuo dos índices de ações e pela valorização do dólar ante o euro.
Petrobras ON recuou 3,43%, e PN, 2,77%. Vale ON recuou 5,64%, e PNA, 4,07%. Em relatório de hoje, o HSBC reduziu o preço-alvo para as PNA de Vale de R$ 35,50 para R$ 34,50 e cortou a recomendação de "overweight" para "neutral", diante da revisão das estimativas para as vendas de minério de ferro em 2009.
CSN ON teve a menor queda do setor, com -2,84%. A empresa anunciou crescimento de 674,7% no lucro do quarto trimestre de 2008, para R$ 3,936 bilhões. Usiminas PNA caiu 6,01%. Gerdau PN, 6,28%, e Metalúrgica Gerdau PN, 6,30%. O governo confirmou hoje a prorrogação da redução do IPI para automóveis por mais três meses. Usiminas e CSN são as principais fornecedoras de aço galvanizado para a indústria automotiva.

domingo, 29 de março de 2009

IBOV...após 27/03...suportes e resistências


Após a forte euforia na segunda-feira, com o Ibovespa em alta de 6%; no restante da semana, o Ibovespa encontrou dificuldades em se manter acima da forte resistência nos 42.500/42.600 pontos, finalizando com queda de 1,60% nesta última sexta feira. Enquanto não conseguir fechar novamente acima deste patamar, é possível que essa realização possa se prolongar até o final do mês. Por outro lado, tem conseguido manter o suporte nos 41 mil pontos, o que reforça a possibilidade da retomada dos objetivos nos 43 mil/44 mil pontos. A reversão da tendência de alta poderá ocorrer com a perda do suporte nos 40 mil pontos. Os indicadores do gráfico diário continuam ainda fortemente "sobrecomprados", possibilitando a continuidade da realização.

Suportes imediatos em 41.700, 41.350, 41.130, 40.500 e 40.000 pontos.
Resistências imediatas em 42.000, 42.200, 42.500 e 42.830 pontos.