por Agência ESTADO
13 de Abril de 2009 19:03
O mercado de ações norte-americano reduziu as perdas no final da sessão, impulsionado pelos ganhos dos papéis dos bancos. Contudo, o fantasma de uma concordata da General Motors impediu o índice Dow Jones de fechar em alta. Logo após o encerramento da sessão, o mercado foi surpreendido pela antecipação do balanço do primeiro trimestre do Goldman Sachs, que anunciou um lucro acima do esperado e mais uma oferta pública de US$ 5 bilhões em ações ordinárias, com o qual pretende pagar o empréstimo tomado através do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês) do Tesouro americano.
O índice Dow Jones caiu 25,57 pontos, ou 0,32%, e fechou em 8.057,81 pontos. O S&P-500 avançou 2,17 pontos, ou 0,25%, e fechou em 858,73 pontos, seu melhor nível desde fevereiro. O Nasdaq subiu 0,77 ponto, ou 0,05%, e fechou em 1.653,31 pontos, enquanto o NYSE Composite avançou 33,84 pontos, ou 0,63%, e fechou em 5.410,28 pontos.
No pregão regular desta segunda-feira, as ações do Goldman Sachs fecharam em alta de 4,68%. O banco anunciou um lucro de US$ 3,39 por ação sobre uma receita de US$ 9,43 bilhões no primeiro trimestre, resultado que superou as expectativas dos analistas. Além da oferta de ações, o banco também disse que estava reduzindo seu dividendo trimestral.
"A corrida para devolver o dinheiro ao governo já começou", disse Lorenzo Di Mattia, gerente do fundo hedge Sibilla Global Fund. Ele acrescentou que o Goldman pode ser o único banco que tem recursos para devolver o empréstimo ao governo no curto prazo.
Entre outros bancos, as ações do Citigroup dispararam 25% e lideraram os ganhos entre as componentes do índice Dow Jones. Um fator técnico teve uma influência nas transações com ações do Citi, segundo os administradores de recursos: um atraso no registro para uma oferta de ações, que vai aumentar de forma acentuada a quantidade do ativo no mercado quando for liberado pela Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM norte-americana).
As ações do Bank of America subiram 15,39%, enquanto as do American Express fecharam em alta de 8,66%.
Por outro lado, as ações da GM caíram 16,18% em reação a uma reportagem do jornal The New York Times de que o governo federal instruiu a montadora a iniciar os preparativos para um pedido de concordata em 1º de junho.
Além disso, as ações da gigante Boeing recuaram 5,11%, depois de a companhia ter alertado na noite de quinta-feira que o lucro do primeiro trimestre será afetado pelos ajustes na produção de aviões comerciais. Como os mercados estavam fechados na sexta-feira, hoje foi o primeiro dia para as ações reagiram ao alerta. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Vale conduz Ibovespa para mais perto dos 46 mil pontos
por Agência ESTADO
13 de Abril de 2009 17:39
As ações da Vale foram a locomotiva do pregão na Bolsa de Valores de São Paulo neste início de semana. Os dados melhores conhecidos na China e os sinais de retomada no mercado de minério de ferro levaram os investidores, principalmente estrangeiros, a adquirirem papéis da empresa e também das siderúrgicas. Apesar do tombo do preço do petróleo no mercado futuro, as ações da Petrobras mostraram resistência, embora tenham fechado perto da estabilidade, em sentidos opostos.
O índice Bovespa (Ibovespa) se aproximou ainda mais dos 46 mil pontos: fechou em alta de 1%, aos 45.991,89 pontos. No mês, acumula elevação de 12,38% e, no ano, de 22,48%. O giro financeiro totalizou R$ 4,247 bilhões.
Depois de ter subido 2,59% na semana passada, a Bolsa brasileira abriu hoje com um movimento de realização de lucros, que, entretanto, não passou de ensaio. Os investidores logo resolveram ir às compras e optaram principalmente por Vale, diante do noticiário favorável do final de semana e também por causa da queda do petróleo. "Os estrangeiros têm trocado de papéis. Ora estão em Vale, ora em Petrobras", comentou um operador de renda variável.
Os investidores voltaram do final de semana tendo como pano de fundo a notícia de que a produção industrial chinesa avançou 8,3% em março e de que o país registrou recorde de empréstimos novos no mês passado, revelando que o governo chinês está tendo sucesso no esforço em ceder crédito para estimular a economia. As notícias de reaquecimento da China são bastante relevantes para a Vale, que vende uma grande quantidade de minério de ferro ao país, a terceira maior economia do globo.
E o diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, confirmou hoje o que os dados de sábado já antecipavam: já dá para perceber sinais de recuperação na demanda por minério de ferro e metais, principalmente na China.
Vale ON terminou em alta de 2,59% e Vale PNA, de 2,42%. Fontes ouvidas pela Agência Estado confirmaram hoje que a mineradora dispensou quatro diretores, em mais uma medida para contenção de gastos.
Petrobras fechou em sentidos opostos. A ação ordinária (ON) avançou 0,26% e a preferencial (PN) caiu 0,16%. No exterior, o petróleo terminou em queda forte, de 4,19% no contrato para maio, cotado a US$ 50,05 o barril.
Nos EUA, as Bolsas acabaram virando para cima na última hora, mas o Dow Jones não conseguiu sustentar os ganhos até o final. Terminou em queda de 0,32%, enquanto o S&P avançou 0,25% e o Nasdaq, +0,05%. O bom desempenho das ações do setor financeiro antes da divulgação dos balanços trimestrais de algumas instituições puxou os ganhos à tarde.
O banco Goldman Sachs, que apresentaria seu balanço amanhã, antecipou os números para hoje e, após o fechamento do mercado, anunciou lucro líquido de US$ 1,81 bilhão no primeiro trimestre do ano. Durante a sessão, os papéis da instituição avançaram 4,68%. Na quinta-feira, é a vez de o JPMorgan e de o Google divulgarem balanços e, na sexta, do Citigroup, entre outros. Além dos balanços, a agenda norte-americana reserva dados de peso, como o índice de preços ao produtor (PPI) e vendas no varejo (amanhã), índice de preços ao consumidor (CPI) e produção industrial (quarta) e construção de novas casas, na quinta, só para citar alguns.
Durante a sessão, pesou negativamente a notícia, trazida pelo site do New York Times, de que a GM foi instruída pelo governo dos EUA para preparar um potencial pedido de concordata até 1º de junho. Os papéis recuaram 16,18%.
TAM PN liderou as altas do Ibovespa hoje. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou hoje que houve crescimento de 12,2% na oferta de assentos em março ante igual período do ano passado. A TAM se manteve no topo de ranking, com parcela de 49,30% do total de passageiros transportados por quilômetro. TAM PN subiu 10,99%, também favorecida pela queda do petróleo.
13 de Abril de 2009 17:39
As ações da Vale foram a locomotiva do pregão na Bolsa de Valores de São Paulo neste início de semana. Os dados melhores conhecidos na China e os sinais de retomada no mercado de minério de ferro levaram os investidores, principalmente estrangeiros, a adquirirem papéis da empresa e também das siderúrgicas. Apesar do tombo do preço do petróleo no mercado futuro, as ações da Petrobras mostraram resistência, embora tenham fechado perto da estabilidade, em sentidos opostos.
O índice Bovespa (Ibovespa) se aproximou ainda mais dos 46 mil pontos: fechou em alta de 1%, aos 45.991,89 pontos. No mês, acumula elevação de 12,38% e, no ano, de 22,48%. O giro financeiro totalizou R$ 4,247 bilhões.
Depois de ter subido 2,59% na semana passada, a Bolsa brasileira abriu hoje com um movimento de realização de lucros, que, entretanto, não passou de ensaio. Os investidores logo resolveram ir às compras e optaram principalmente por Vale, diante do noticiário favorável do final de semana e também por causa da queda do petróleo. "Os estrangeiros têm trocado de papéis. Ora estão em Vale, ora em Petrobras", comentou um operador de renda variável.
Os investidores voltaram do final de semana tendo como pano de fundo a notícia de que a produção industrial chinesa avançou 8,3% em março e de que o país registrou recorde de empréstimos novos no mês passado, revelando que o governo chinês está tendo sucesso no esforço em ceder crédito para estimular a economia. As notícias de reaquecimento da China são bastante relevantes para a Vale, que vende uma grande quantidade de minério de ferro ao país, a terceira maior economia do globo.
E o diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, confirmou hoje o que os dados de sábado já antecipavam: já dá para perceber sinais de recuperação na demanda por minério de ferro e metais, principalmente na China.
Vale ON terminou em alta de 2,59% e Vale PNA, de 2,42%. Fontes ouvidas pela Agência Estado confirmaram hoje que a mineradora dispensou quatro diretores, em mais uma medida para contenção de gastos.
Petrobras fechou em sentidos opostos. A ação ordinária (ON) avançou 0,26% e a preferencial (PN) caiu 0,16%. No exterior, o petróleo terminou em queda forte, de 4,19% no contrato para maio, cotado a US$ 50,05 o barril.
Nos EUA, as Bolsas acabaram virando para cima na última hora, mas o Dow Jones não conseguiu sustentar os ganhos até o final. Terminou em queda de 0,32%, enquanto o S&P avançou 0,25% e o Nasdaq, +0,05%. O bom desempenho das ações do setor financeiro antes da divulgação dos balanços trimestrais de algumas instituições puxou os ganhos à tarde.
O banco Goldman Sachs, que apresentaria seu balanço amanhã, antecipou os números para hoje e, após o fechamento do mercado, anunciou lucro líquido de US$ 1,81 bilhão no primeiro trimestre do ano. Durante a sessão, os papéis da instituição avançaram 4,68%. Na quinta-feira, é a vez de o JPMorgan e de o Google divulgarem balanços e, na sexta, do Citigroup, entre outros. Além dos balanços, a agenda norte-americana reserva dados de peso, como o índice de preços ao produtor (PPI) e vendas no varejo (amanhã), índice de preços ao consumidor (CPI) e produção industrial (quarta) e construção de novas casas, na quinta, só para citar alguns.
Durante a sessão, pesou negativamente a notícia, trazida pelo site do New York Times, de que a GM foi instruída pelo governo dos EUA para preparar um potencial pedido de concordata até 1º de junho. Os papéis recuaram 16,18%.
TAM PN liderou as altas do Ibovespa hoje. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou hoje que houve crescimento de 12,2% na oferta de assentos em março ante igual período do ano passado. A TAM se manteve no topo de ranking, com parcela de 49,30% do total de passageiros transportados por quilômetro. TAM PN subiu 10,99%, também favorecida pela queda do petróleo.
domingo, 12 de abril de 2009
IBOV...após 09/04...suportes e resistências

O gráfico semanal do Ibovespa formou novamente outro "martelo de alta" após seu fechamento na última quinta em 45.539 pontos (+2,58% sobre o fechamento na sexta anterior de 44.391 pontos), tendo atingido o topo semanal, nesta mesma quinta, nos 45.702 pontos. Muitos indicadores se tornaram relativamente "sobrecomprados", após essas cinco semanas seguidas de alta, o que está sugerindo possível realização, provavelmente no início da semana, antes de dar continuidade ao movimento altista.
Suportes imediatos em 45.400, 45.000, 44.800, 44.000, 42.300 e 41.400 pontos.
Resistências imediatas em 45.610, 46.400, 46.800 e 47.200 pontos.
DJI...após 09/04...suportes e resistências

O gráfico semanal de DJI formou novamente um "martelo" de alta, com o fechamento nesta quinta, nos 8.083 pontos (alta de +0,82% em relação ao fechamento da semana anterior nos 8.017 pontos, após alcançar a máxima nesta quinta nos 8.087 pontos). A tendencia altista iniciada cinco semanas atrás, deixou alguns indicadores ainda "sobrecomprados" sinalizando a possibilidade de ocorrer novamente alguma realização, provavelmente no início desta semana.
Suportes semanais imediatos em 8.000, 7.930, 7.730 e 7.520 pontos.
Resistências imediatas em 8.063, 8.087, 8.255 e 8.375 pontos.
Commodities...perspectivas para semana de 13 a 17 abril
Fonte: Bloomberg
Situação em 09/04
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 973.93 15.68 967.69 978.03 967.69
(Laranja)S&P GSCI 379.20 12.08 375.04 381.68 373.66
(Verde)RJ/CRB Commodity 227.88 4.17 223.70 227.91 223.70
(Azul)Rogers Intl 2595.58 52.15 2564.66 2608.90 2564.04
Situação em 03/04
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 965.82 12.43 954.66 967.05 948.66
S&P GSCI 375.55 2.20 370.74 377.76 367.56
RJ/CRB Commodity 228.93 2.64 226.26 228.93 224.16
Rogers Intl 2598.64 30.16 2557.20 2601.08 2549.22
Variação semanal 03/04 a 09/04
INDICE Fechamento (03/04) Fechamento(09/04) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 965.82 973.93 +0,84%
S&P GSCI 375.55 379.20 +0,97%
RJ/CRB Commodity 228.93 227.88 -0,46%
Rogers Intl 2598.64 2595.58-0,11%
Análise:
Nesta última semana, as commodities mantiveram-se estáveis em relação à semana anterior, fechando na média dos quatro índices em +0,30% , em relação ao fechamento da semana anterior. Os preços das commodities ainda continuam defasados (na média desses 4 índices) em cerca de 42%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, registra os preços das principais commodities próximas ao topo de um estreito "canal de alta" iniciado há 2 meses atrás. Os principais gráficos sinalizaram praticamente um "doji" de indefinição, aguardando os importantes dados da economia americana que serão divulgados durante a semana. Portanto, essa indefinição de tendência poderá trazer relativa volatilidade nos preços, à medida que dados de inflação, crescimento industrial e confiança do consumidor americano forem revelados.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Bolsas de NY fecham em alta pela 5ª semana seguida
por Agência ESTADO
09 de Abril de 2009 18:47
Nesta quinta-feira, último dia útil antes do feriado da Páscoa, os investidores mal podiam acreditar no que viam nos Estados Unidos: um banco lucrativo. Resultado, o mercado de ações de Nova York fechou em forte alta e marcou a quinta semana seguida de ganhos, impulsionado pela previsão do Wells Fargo de que terá um lucro líquido de quase US$ 3 bilhões no primeiro trimestre. O anúncio gerou esperanças de que o setor bancário - que está no centro da crise - está finalmente se estabilizando.
O índice Dow Jones subiu 246,27 pontos, ou 3,14%, e fechou em 8.083,38 pontos, a maior alta desde 23 de março e melhor nível de fechamento desde 9 de fevereiro. O S&P-500 subiu 31,40 pontos, ou 3,81%, e fechou em 856,56 pontos. Ambos os índices completaram cinco semanas seguidas de alta, o que não acontecia desde a semana encerrada em 12 de outubro de 2007. Na semana, o Dow Jones subiu 0,82% e o S&P-500 acumulou um ganho de 1,67%. O Nasdaq subiu hoje 61,88 pontos, ou 3,89%, fechou em 1.652,54 pontos e voltou a ficar positivo no ano, com um ganho acumulado de 4,79%. Na semana, o Nasdaq avançou 1,89%. O NYSE Composite avançou 200,03 pontos, ou 3,86%, e fechou com 5.376,44 pontos.
As ações da Wells Fargo dispararam 31,70%, para US$ 19,61, depois de o banco ter anunciado que espera registrar um lucro recorde no primeiro trimestre, ajudado pela aquisição do Wachovia e demanda por refinanciamento hipotecário em meio às taxas de juro mais baixas.
Aqueles que tinham posições vendidas a descoberto nos bancos correram para cobrir aquelas apostas, em reação ao anúncio do Wells Fargo e informes de que o governo deve aprovar todos os bancos em seus "testes de estresse". O Bank of American liderou os ganhos entre as componentes do Dow Jones, com uma alta de 35,27%, seguido pela American Express, que subiu 19,78%. JPMorgan avançou 19,39% e Citigroup subiu 12,59%.
Na outra ponta, as ações do Wal-Mart Stores caíram 3,71% e lideraram as perdas entre as componentes do Dow Jones, depois de a maior companhia de varejo do mundo ter anunciado um aumento menor que o esperado nas vendas das mesmas lojas nos EUA em março. A Wal-Mart atribuiu o fraco resultado ao deslocamento do feriado da Páscoa, que ano passado caiu em março e neste ano, em abril. As informações são da Dow Jones.
09 de Abril de 2009 18:47
Nesta quinta-feira, último dia útil antes do feriado da Páscoa, os investidores mal podiam acreditar no que viam nos Estados Unidos: um banco lucrativo. Resultado, o mercado de ações de Nova York fechou em forte alta e marcou a quinta semana seguida de ganhos, impulsionado pela previsão do Wells Fargo de que terá um lucro líquido de quase US$ 3 bilhões no primeiro trimestre. O anúncio gerou esperanças de que o setor bancário - que está no centro da crise - está finalmente se estabilizando.
O índice Dow Jones subiu 246,27 pontos, ou 3,14%, e fechou em 8.083,38 pontos, a maior alta desde 23 de março e melhor nível de fechamento desde 9 de fevereiro. O S&P-500 subiu 31,40 pontos, ou 3,81%, e fechou em 856,56 pontos. Ambos os índices completaram cinco semanas seguidas de alta, o que não acontecia desde a semana encerrada em 12 de outubro de 2007. Na semana, o Dow Jones subiu 0,82% e o S&P-500 acumulou um ganho de 1,67%. O Nasdaq subiu hoje 61,88 pontos, ou 3,89%, fechou em 1.652,54 pontos e voltou a ficar positivo no ano, com um ganho acumulado de 4,79%. Na semana, o Nasdaq avançou 1,89%. O NYSE Composite avançou 200,03 pontos, ou 3,86%, e fechou com 5.376,44 pontos.
As ações da Wells Fargo dispararam 31,70%, para US$ 19,61, depois de o banco ter anunciado que espera registrar um lucro recorde no primeiro trimestre, ajudado pela aquisição do Wachovia e demanda por refinanciamento hipotecário em meio às taxas de juro mais baixas.
Aqueles que tinham posições vendidas a descoberto nos bancos correram para cobrir aquelas apostas, em reação ao anúncio do Wells Fargo e informes de que o governo deve aprovar todos os bancos em seus "testes de estresse". O Bank of American liderou os ganhos entre as componentes do Dow Jones, com uma alta de 35,27%, seguido pela American Express, que subiu 19,78%. JPMorgan avançou 19,39% e Citigroup subiu 12,59%.
Na outra ponta, as ações do Wal-Mart Stores caíram 3,71% e lideraram as perdas entre as componentes do Dow Jones, depois de a maior companhia de varejo do mundo ter anunciado um aumento menor que o esperado nas vendas das mesmas lojas nos EUA em março. A Wal-Mart atribuiu o fraco resultado ao deslocamento do feriado da Páscoa, que ano passado caiu em março e neste ano, em abril. As informações são da Dow Jones.
Bovespa fecha em alta de 3,07% impulsionada por NY
por Agência ESTADO
09 de Abril de 2009 18:04
O forte impulso de alta para as bolsas de valores, dado por um elenco de boas notícias, não deixou espaço para a tradicional cautela que os mercados costumam exibir em vésperas de feriados prolongados. As novidades positivas começaram a aparecer desde a madrugada, vindas da Ásia, mas o mote decisivo para as valorizações acima de 3% das bolsas norte-americanas e da Bovespa veio do banco Wells Fargo, ao anunciar que deve registrar lucro líquido de aproximadamente US$ 3 bilhões no primeiro trimestre.
O entusiasmo no exterior foi acompanhado pelo Ibovespa. O índice fechou em alta de 3,07%, aos 45.538,71 pontos, tendo oscilado entre a estabilidade (44.183 pontos) e a máxima de +3,44% (45.702 pontos). O volume financeiro também surpreendeu para uma véspera de feriadão, com R$ 5,098 bilhões. Investidores estrangeiros novamente mostraram presença forte nas compras.
Em Nova York, o Dow Jones fechou em alta de 3,14%, o S&P 500 subiu 3,81% e o Nasdaq, 3,89%.
Antes do início dos pregões do lado ocidental, as principais bolsas asiáticas já tinham subido em torno de 3%, com a divulgação, por parte do partido governista do Japão, o Liberal Democrata, de detalhes de um pacote de estímulo fiscal prevendo novos gastos e reduções de impostos que, combinados, somam 15,4 trilhões de ienes (US$ 154,3 bilhões). De acordo com o Wall Street Journal, espera-se que a proposta seja formalmente aprovada nesta sexta-feira pelo governo japonês. Da China, chamou atenção a produção de aço bruto em março, que subiu 6% ante fevereiro.
Além do anúncio do Wells Fargo, outra notícia que favoreceu o setor financeiro foi dada pelo New York Times, que relatou hoje que todos os 19 grandes bancos dos EUA devem passar nos testes de estresse do governo já em curso. Do lado macroeconômico, houve queda maior do que a esperada nos pedidos de auxílio-desemprego nos EUA na semana, um sinal melhor para a atividade econômica.
Na Bovespa, Petrobras e Vale tiveram forte altas, puxadas, respectivamente, pela valorização do petróleo e dos metais básicos no exterior. Petrobras PN subiu 4,44%, enquanto a ON registrou alta de 4,16%. Vale PNA avançou 5,02% e a ON foi mais além, subindo 6,44%.
Ações de bancos também tiveram valorizações na Bovespa, mas as do Banco do Brasil não seguiram o movimento. Os papéis ON do banco caíram 2,82%, ainda na esteira da troca de comando na instituição, interpretada como um sinal de ingerência política. Ao mesmo tempo, o mesmo fato beneficiou ações de empresas ligadas ao consumo, pela estratégia declarada do governo de estimular o crédito. Exemplo disso foram as altas de B2W ON (+4,30%), Lojas Renner ON (3,33%) e Lojas Americanas (+4,69%).
A maior alta do dia, dentre as ações que compõem o Ibovespa, foi Embraer ON (+9,08%), refletindo a ofensiva da empresa para aumentar as vendas militares, conforme reportagem de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
09 de Abril de 2009 18:04
O forte impulso de alta para as bolsas de valores, dado por um elenco de boas notícias, não deixou espaço para a tradicional cautela que os mercados costumam exibir em vésperas de feriados prolongados. As novidades positivas começaram a aparecer desde a madrugada, vindas da Ásia, mas o mote decisivo para as valorizações acima de 3% das bolsas norte-americanas e da Bovespa veio do banco Wells Fargo, ao anunciar que deve registrar lucro líquido de aproximadamente US$ 3 bilhões no primeiro trimestre.
O entusiasmo no exterior foi acompanhado pelo Ibovespa. O índice fechou em alta de 3,07%, aos 45.538,71 pontos, tendo oscilado entre a estabilidade (44.183 pontos) e a máxima de +3,44% (45.702 pontos). O volume financeiro também surpreendeu para uma véspera de feriadão, com R$ 5,098 bilhões. Investidores estrangeiros novamente mostraram presença forte nas compras.
Em Nova York, o Dow Jones fechou em alta de 3,14%, o S&P 500 subiu 3,81% e o Nasdaq, 3,89%.
Antes do início dos pregões do lado ocidental, as principais bolsas asiáticas já tinham subido em torno de 3%, com a divulgação, por parte do partido governista do Japão, o Liberal Democrata, de detalhes de um pacote de estímulo fiscal prevendo novos gastos e reduções de impostos que, combinados, somam 15,4 trilhões de ienes (US$ 154,3 bilhões). De acordo com o Wall Street Journal, espera-se que a proposta seja formalmente aprovada nesta sexta-feira pelo governo japonês. Da China, chamou atenção a produção de aço bruto em março, que subiu 6% ante fevereiro.
Além do anúncio do Wells Fargo, outra notícia que favoreceu o setor financeiro foi dada pelo New York Times, que relatou hoje que todos os 19 grandes bancos dos EUA devem passar nos testes de estresse do governo já em curso. Do lado macroeconômico, houve queda maior do que a esperada nos pedidos de auxílio-desemprego nos EUA na semana, um sinal melhor para a atividade econômica.
Na Bovespa, Petrobras e Vale tiveram forte altas, puxadas, respectivamente, pela valorização do petróleo e dos metais básicos no exterior. Petrobras PN subiu 4,44%, enquanto a ON registrou alta de 4,16%. Vale PNA avançou 5,02% e a ON foi mais além, subindo 6,44%.
Ações de bancos também tiveram valorizações na Bovespa, mas as do Banco do Brasil não seguiram o movimento. Os papéis ON do banco caíram 2,82%, ainda na esteira da troca de comando na instituição, interpretada como um sinal de ingerência política. Ao mesmo tempo, o mesmo fato beneficiou ações de empresas ligadas ao consumo, pela estratégia declarada do governo de estimular o crédito. Exemplo disso foram as altas de B2W ON (+4,30%), Lojas Renner ON (3,33%) e Lojas Americanas (+4,69%).
A maior alta do dia, dentre as ações que compõem o Ibovespa, foi Embraer ON (+9,08%), refletindo a ofensiva da empresa para aumentar as vendas militares, conforme reportagem de hoje do jornal O Estado de S. Paulo.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
IBOV...após 07/04...suportes e resistências

O Ibovespa deu sequência à realização iniciada no pregão anterior e fechou em queda nos 43.825 pontos ( - 0,78%), após buscar sua mínima em 43.593 pontos. O gráfico diário formou um "piercing" de indefinição, mas que associado ao "martelo cheio" do "candle" anterior ("homem enforcado") pode estar sinalizando uma reversão de tendência, para queda.
Suportes imediatos em 43.600, 43.400, 43.300, 42.680, 42.600 e 42.000 pontos.
Resistências imediatas em 43.870, 44.200 e 44.550 pontos.
DJI...após 07/04...suportes e resistências

DJI deu sequência à realização iniciada no pregão anterior e fechou em 7.790 pontos (-2,33%), depois de buscar sua mínima nos 7.763 pontos. Ao recuperar esse suporte, DJI formou um "fundo duplo" nesse patamar. O "candle" formado no gráfico diário se assemelha mais a um "marubozu" sinalizando a possibilidade de continuidade do movimento de queda. A perda definitiva dos 7.763 pontos, poderá dar formação a um triângulo de queda com objetivos em 7.450 pontos.
Suportes imediatos em 7.763, 7.640 e 7.570 pontos.
Resistências imediatas em 7.920, 8.018 e 8.075 pontos.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Bolsa de NY fecha em baixa pela 2ª sessão seguida
por Agência ESTADO
07 de Abril de 2009 18:48
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa pela segunda sessão seguida, com os investidores preocupados com relação aos bancos e montadoras e o início da temporada de balanços, em especial com o resultado da Alcoa.
O índice Dow Jones caiu 186,29 pontos, ou 2,34%, e fechou em 7.789,56 pontos. O S&P-500 recuou 19,93 pontos, ou 2,39%, e fechou em 815,55 pontos. O Nasdaq caiu 45,10 pontos, ou 2,81%, e fechou em 1.561,61 pontos, devolvendo todo o pequeno ganho do ano, para uma variação negativa de 0,98%. O NYSE Composite recuou 128,81 pontos, ou 2,45%, e fechou em 5.120,67 pontos.
Aquela preocupação tinha fundamento: depois do fechamento do mercado, a Alcoa anunciou um prejuízo acima do esperado no primeiro trimestre de US$ 0,59 por ação, de um lucro de US$ 0,44 por ação obtido em igual período do ano passado. A gigante do setor de alumínio atribuiu o resultado negativo a uma "queda histórica" nos preços do alumínio e na demanda industrial. No pregão regular desta terça-feira, as ações da Alcoa fecharam em baixa de 1,52%.
Howard Silverblatt, analista sênior de índice da Standard & Poor, comentou o início da temporada de balanços desta forma: "Não tenha expectativas e você não será desapontado."
O mercado oscila em baixa após quatro semanas de alta que levaram o Dow Jones e o S&P-500 a subirem mais de 20% em relação às mínimas em 12 anos registradas no início de março. Aquele ganho foi orientado em parte pelo otimismo de que a economia e o setor financeiro estão perto de alcançarem a estabilização.
Contudo, depois de um ganho desses, o recuo desta semana é razoavelmente normal, segundo disse o diretor-gerente da Stifel Nicolaus, Tom Schrader, para o CNN.money. Ele acredita que os índices podem até mesmo voltar a testar aquelas mínimas de março, antes de entrarem em um movimento maior de alta.
As ações da General Motors caíram 11,89% e lideraram as perdas entre as componentes do índice Dow Jones, pressionadas pelos informes na mídia de que a montadora está se preparando para a possibilidade de pedir concordata se não puder se reorganizar dentro do prazo dado pelo governo até 1º de junho.
Ainda no setor industrial, as ações da Caterpillar caíram 5,94%, depois que a agência de classificação de risco Moody's Investor Service alertou que o fraco ambiente para o setor de construção ameaça o rating AAA de alguns bônus lastreados por empréstimos de equipamentos e leasing da companhia.
O setor bancário teve um fraco desempenho, com Bank of America (-1,60%), JPMorgan (-3,37%) e Goldman Sachs (-0,49%) registrando perdas, embora Citigroup tenha fechado em alta de 1,47%.
As ações de tecnologia permaneceram pressionadas pelo aparente colapso nas negociações de fusão entre a IBM e a Sun Microsystems. As ações da IBM caíram 2,77% e as da Intel recuaram 2,59% - ambas componentes do Dow Jones. As ações da Sun fecharam em baixa de 4,27%. As informações são da Dow Jones.
07 de Abril de 2009 18:48
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa pela segunda sessão seguida, com os investidores preocupados com relação aos bancos e montadoras e o início da temporada de balanços, em especial com o resultado da Alcoa.
O índice Dow Jones caiu 186,29 pontos, ou 2,34%, e fechou em 7.789,56 pontos. O S&P-500 recuou 19,93 pontos, ou 2,39%, e fechou em 815,55 pontos. O Nasdaq caiu 45,10 pontos, ou 2,81%, e fechou em 1.561,61 pontos, devolvendo todo o pequeno ganho do ano, para uma variação negativa de 0,98%. O NYSE Composite recuou 128,81 pontos, ou 2,45%, e fechou em 5.120,67 pontos.
Aquela preocupação tinha fundamento: depois do fechamento do mercado, a Alcoa anunciou um prejuízo acima do esperado no primeiro trimestre de US$ 0,59 por ação, de um lucro de US$ 0,44 por ação obtido em igual período do ano passado. A gigante do setor de alumínio atribuiu o resultado negativo a uma "queda histórica" nos preços do alumínio e na demanda industrial. No pregão regular desta terça-feira, as ações da Alcoa fecharam em baixa de 1,52%.
Howard Silverblatt, analista sênior de índice da Standard & Poor, comentou o início da temporada de balanços desta forma: "Não tenha expectativas e você não será desapontado."
O mercado oscila em baixa após quatro semanas de alta que levaram o Dow Jones e o S&P-500 a subirem mais de 20% em relação às mínimas em 12 anos registradas no início de março. Aquele ganho foi orientado em parte pelo otimismo de que a economia e o setor financeiro estão perto de alcançarem a estabilização.
Contudo, depois de um ganho desses, o recuo desta semana é razoavelmente normal, segundo disse o diretor-gerente da Stifel Nicolaus, Tom Schrader, para o CNN.money. Ele acredita que os índices podem até mesmo voltar a testar aquelas mínimas de março, antes de entrarem em um movimento maior de alta.
As ações da General Motors caíram 11,89% e lideraram as perdas entre as componentes do índice Dow Jones, pressionadas pelos informes na mídia de que a montadora está se preparando para a possibilidade de pedir concordata se não puder se reorganizar dentro do prazo dado pelo governo até 1º de junho.
Ainda no setor industrial, as ações da Caterpillar caíram 5,94%, depois que a agência de classificação de risco Moody's Investor Service alertou que o fraco ambiente para o setor de construção ameaça o rating AAA de alguns bônus lastreados por empréstimos de equipamentos e leasing da companhia.
O setor bancário teve um fraco desempenho, com Bank of America (-1,60%), JPMorgan (-3,37%) e Goldman Sachs (-0,49%) registrando perdas, embora Citigroup tenha fechado em alta de 1,47%.
As ações de tecnologia permaneceram pressionadas pelo aparente colapso nas negociações de fusão entre a IBM e a Sun Microsystems. As ações da IBM caíram 2,77% e as da Intel recuaram 2,59% - ambas componentes do Dow Jones. As ações da Sun fecharam em baixa de 4,27%. As informações são da Dow Jones.
Bolsa cai menos que NY com ingresso de estrangeiros
por Agência ESTADO
07 de Abril de 2009 17:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) resistiu bravamente à queda que predominou no exterior e, embora não tenha conseguido sustentar o índice Bovespa (Ibovespa) no azul, teve recuo muito menor ao registrado pelas Bolsas norte-americanas. O ingresso líquido de capital estrangeiro foi apontado pelos especialistas como a principal razão para tal comportamento, diante da perspectiva de que o Brasil conseguirá apresentar melhor desempenho na atual crise internacional.
O Ibovespa, assim, terminou o pregão em queda de 0,78%, aos 43.824,53 pontos. Chegou a operar em alta e atingir a máxima de 44.471 pontos, com ganho de 0,69%, por volta do meio-dia. Mas logo depois voltou a cair, assim como na abertura do pregão. O giro financeiro totalizou R$ 4,305 bilhões.
"Há fluxo de compra de papéis, o que pode ser uma antecipação já ao vencimento de índice Bovespa futuro na semana que vem (dia 15, com opções sobre Ibovespa)", comentou Fausto Gouveia, da Legan Asset. Segundo ele, o ingresso de recursos estrangeiros que também tem sustentado o índice doméstico é um sinal de que o capital externo tem visto o Brasil como uma boa opção de compra, ainda mais diante de uma temporada de balanços que não deve ser tão animadora.
Hoje, depois do fechamento do mercado, a Alcoa divulga seus números do primeiro trimestre nos Estados Unidos - no Brasil, sai o balanço da Localiza. Embora os especialistas tivessem dito nos últimos dias que o mercado já havia precificado números não tão bons, hoje parte das vendas externas teve essa justificativa.
A apreensão sobre o que essa safra de balanços reserva levou as bolsas norte-americanas e europeias a fecharem em queda. Também pesou negativamente em Wall Street a notícia do jornal britânico The Times de que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deverá elevar para US$ 4 trilhões sua projeção de títulos podres detidos por bancos e pelas seguradoras, quando divulgar seu próximo relatório sobre perspectivas para as economias mundiais.
O Dow Jones terminou em baixa de 2,34%, aos 7.789,56 pontos, o S&P recuou 2,39%, aos 815,55 pontos, e o Nasdaq, 2,81%, aos 1.561,61 pontos. As ações da General Motors (GM) encerraram com variação negativa de 11,89% em Nova York, com a notícia veiculada ontem pela Bloomberg de que a empresa acelerou os preparativos para uma possível concordata.
Aqui, Petrobras terminou com recuo de 0,92% na ação ordinária (ON) e queda de 1,06% na ação preferencial (PN). O contrato futuro de petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) fechou em baixa bem maior, de 3,72%, a US$ 49,15 o barril. Ontem, a estatal comunicou a descoberta de óleo leve e gás no campo de Piracucá, em São Paulo.
Os papéis da mineradora Vale terminaram em queda, sem beneficiar-se da alta dos pReços dos metais básicos nem do ingresso de estrangeiros. A notícia de que anglo-australiana Rio Tinto estaria oferecendo um desconto provisório de 20% no preço do minério de ferro para siderúrgicas asiáticas pesou sobre os papéis. Vale ON recuou 2,18% e PNA, -1,50%.
As siderúrgicas acompanharam: Gerdau PN teve desvalorização de 2,09%, Metalúrgica Gerdau PN, de 2,23%, Usiminas PNA, de 1,62%, e CSN ON, de 1,08%. Depois da extensão do IPI menor para os veículos até 30 de junho, o setor pode ser beneficiado pela redução desse mesmo imposto para geladeiras, fogões e máquinas de lavar. A proposta, no entanto, ainda está em estudo pelo governo.
07 de Abril de 2009 17:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) resistiu bravamente à queda que predominou no exterior e, embora não tenha conseguido sustentar o índice Bovespa (Ibovespa) no azul, teve recuo muito menor ao registrado pelas Bolsas norte-americanas. O ingresso líquido de capital estrangeiro foi apontado pelos especialistas como a principal razão para tal comportamento, diante da perspectiva de que o Brasil conseguirá apresentar melhor desempenho na atual crise internacional.
O Ibovespa, assim, terminou o pregão em queda de 0,78%, aos 43.824,53 pontos. Chegou a operar em alta e atingir a máxima de 44.471 pontos, com ganho de 0,69%, por volta do meio-dia. Mas logo depois voltou a cair, assim como na abertura do pregão. O giro financeiro totalizou R$ 4,305 bilhões.
"Há fluxo de compra de papéis, o que pode ser uma antecipação já ao vencimento de índice Bovespa futuro na semana que vem (dia 15, com opções sobre Ibovespa)", comentou Fausto Gouveia, da Legan Asset. Segundo ele, o ingresso de recursos estrangeiros que também tem sustentado o índice doméstico é um sinal de que o capital externo tem visto o Brasil como uma boa opção de compra, ainda mais diante de uma temporada de balanços que não deve ser tão animadora.
Hoje, depois do fechamento do mercado, a Alcoa divulga seus números do primeiro trimestre nos Estados Unidos - no Brasil, sai o balanço da Localiza. Embora os especialistas tivessem dito nos últimos dias que o mercado já havia precificado números não tão bons, hoje parte das vendas externas teve essa justificativa.
A apreensão sobre o que essa safra de balanços reserva levou as bolsas norte-americanas e europeias a fecharem em queda. Também pesou negativamente em Wall Street a notícia do jornal britânico The Times de que o Fundo Monetário Internacional (FMI) deverá elevar para US$ 4 trilhões sua projeção de títulos podres detidos por bancos e pelas seguradoras, quando divulgar seu próximo relatório sobre perspectivas para as economias mundiais.
O Dow Jones terminou em baixa de 2,34%, aos 7.789,56 pontos, o S&P recuou 2,39%, aos 815,55 pontos, e o Nasdaq, 2,81%, aos 1.561,61 pontos. As ações da General Motors (GM) encerraram com variação negativa de 11,89% em Nova York, com a notícia veiculada ontem pela Bloomberg de que a empresa acelerou os preparativos para uma possível concordata.
Aqui, Petrobras terminou com recuo de 0,92% na ação ordinária (ON) e queda de 1,06% na ação preferencial (PN). O contrato futuro de petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) fechou em baixa bem maior, de 3,72%, a US$ 49,15 o barril. Ontem, a estatal comunicou a descoberta de óleo leve e gás no campo de Piracucá, em São Paulo.
Os papéis da mineradora Vale terminaram em queda, sem beneficiar-se da alta dos pReços dos metais básicos nem do ingresso de estrangeiros. A notícia de que anglo-australiana Rio Tinto estaria oferecendo um desconto provisório de 20% no preço do minério de ferro para siderúrgicas asiáticas pesou sobre os papéis. Vale ON recuou 2,18% e PNA, -1,50%.
As siderúrgicas acompanharam: Gerdau PN teve desvalorização de 2,09%, Metalúrgica Gerdau PN, de 2,23%, Usiminas PNA, de 1,62%, e CSN ON, de 1,08%. Depois da extensão do IPI menor para os veículos até 30 de junho, o setor pode ser beneficiado pela redução desse mesmo imposto para geladeiras, fogões e máquinas de lavar. A proposta, no entanto, ainda está em estudo pelo governo.
IBOV...após 06/04..suportes e resistências

Após 3 pregões em forte alta, o Ibovespa abriu na máxima em 44.385, e a partir daí realizou até a mínima em 43.429 pontos. Ainda em sintonia com DJI manteve suporte neste patamar até finalizar em 44.167 (+0,50%)pontos. O gráfico diário formou um "martelo cheio" sinalizando a possibilidade da recuperação da tendência de alta, ainda no próximo pregão. Os principais osciladores ainda se encontram relativamente "esticados" o que pode sinalizar alguma realização na abertura dos pregões.
Suportes imediatos em 43.730, 43.480, 43.250, 42.680 e 42.140 pontos.
Resistências imediatas em 44.170, 44.610 e 45.000 pontos.
DJI...após 06/04..suportes e resistências

Após quatro sucessivos pregões em alta, DJI realizou vindo buscar a mínima em 7.862 pontos. A partir daí, iniciou um processo de recuperação vindo fechar em 7.976 pontos (-0,52%). O "candle" formado no gráfico diário se assemelha é um "martelo cheio" sinalizando a possibilidade de retomada do movimento de alta. Osciladores continuam "esticados" o que ainda pode indicar realização intraday.
Suportes imediatos em 7.880, 7.830 e 7.760 pontos.
Resistências imediatas em 7.980, 8.018, 8.070 e 8.160 pontos.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Bolsa de NY encerra em queda com bancos e tecnologia
por Agência ESTADO
06 de Abril de 2009 18:57
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa, mas bem acima das mínimas do dia, com ajuda de um impulso no final da sessão, quando os temores de mais perdas no Citigroup e outros bancos sendo equilibrado pela esperança com relação a outras empresas, como a Ford Motor.
O índice Dow Jones caiu 41,74 pontos, ou 0,52%, e fechou em 7.975,85 pontos. O S&P-500 recuou 7,02 pontos, ou 0,83%, e fechou em 835,48 pontos. O Nasdaq caiu 15,16 pontos, ou 0,93%, e fechou em 1.606,71 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 69,27 pontos, ou 1,30%, e fechou em 5.249,48 pontos.
Na véspera da temporada de balanços, alguns investidores estão preocupados com informes sóbrios de empresas do setor industrial, tecnologia e commodities (matérias-primas). Além disso, o analista da Calyon Securities, Mike Mayo, alertou que o esforço de seis meses e os incontáveis programas do governo federal podem não salvar o setor de perdas com empréstimos que vão exceder aquelas alcançadas durante a Grande Depressão. Entre os bancos que Mayo iniciou com uma recomendação "underweight" (abaixo da média) para sua nova firma estão: Citigroup (-4,56%), Bank of America (-1,58%) e SunTrust Banks (-8,10%).
Entre outras companhias com exposição à crise financeira, as ações do conglomerado industrial General Electric fecharam em alta de 2,29%.
Contudo, Carmine Grigoli, estrategista da Mizuho Securities, observou que "os mais poderosos mercados em alta (bull market) da história foram lançados das profundezas do desespero durante uma crise financeira". "Nossa pesquisa mostra que os mercados com tendência de baixa (bear market) relacionados a uma crise financeira normalmente terminam no ponto de máximo estresse financeiro, quando as autoridades colocam em prática medidas que no final melhoram as condições", acrescentou.
"O mercado tinha uma alta de 25% quase ininterrupta", disse Bruce Bittles, estrategista chefe de investimento da RW Baird. Enquanto o S&P-500 se sustentar acima dos 750 pontos, Bittles acredita que o mercado de ações será capaz de lutar para subir até o verão no hemisfério norte, com os investidores se dando conta de que a economia não está tão fraca quanto eles temiam. Entretanto, "em agosto e setembro podemos enfrentar outro vento contrário depois (que a economia dos EUA) absorver todos os estímulos. Eu penso que a economia vai reverter para um lento crescimento", disse Bittles.
Entre os destaques individuais, as ações da Ford Motor fecharam em alta de 16% depois que a montadora concluiu uma operação para reduzir a dívida em US$ 9,9 bilhões, usando dinheiro e ações - o que resultou na diminuição da dívida da montadora e mais de um terço. As ações da concorrente General Motors subiram 8,10%.
No setor de tecnologia, as ações da Sun Microsystems fecharam em baixa de 22,50%, depois de um informe de que o acordo para a IBM comprar a fabricante de servidores e software estaria à beira de um colapso. As ações da IBM recuaram 0,65%. As ações da Cisco Systems caíram 3,47% depois que alguns analistas levantaram preocupações sobre a demanda da fabricante de equipamentos de rede no nível corporativo e a velocidade da recente alta das ações da Cisco.
As ações da Alcoa, a gigante fabricante de alumínio que tradicionalmente abre a temporada de balanços na noite de terça-feira, fecharam em baixa de 3,06%. As informações são da Dow Jones.
06 de Abril de 2009 18:57
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa, mas bem acima das mínimas do dia, com ajuda de um impulso no final da sessão, quando os temores de mais perdas no Citigroup e outros bancos sendo equilibrado pela esperança com relação a outras empresas, como a Ford Motor.
O índice Dow Jones caiu 41,74 pontos, ou 0,52%, e fechou em 7.975,85 pontos. O S&P-500 recuou 7,02 pontos, ou 0,83%, e fechou em 835,48 pontos. O Nasdaq caiu 15,16 pontos, ou 0,93%, e fechou em 1.606,71 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 69,27 pontos, ou 1,30%, e fechou em 5.249,48 pontos.
Na véspera da temporada de balanços, alguns investidores estão preocupados com informes sóbrios de empresas do setor industrial, tecnologia e commodities (matérias-primas). Além disso, o analista da Calyon Securities, Mike Mayo, alertou que o esforço de seis meses e os incontáveis programas do governo federal podem não salvar o setor de perdas com empréstimos que vão exceder aquelas alcançadas durante a Grande Depressão. Entre os bancos que Mayo iniciou com uma recomendação "underweight" (abaixo da média) para sua nova firma estão: Citigroup (-4,56%), Bank of America (-1,58%) e SunTrust Banks (-8,10%).
Entre outras companhias com exposição à crise financeira, as ações do conglomerado industrial General Electric fecharam em alta de 2,29%.
Contudo, Carmine Grigoli, estrategista da Mizuho Securities, observou que "os mais poderosos mercados em alta (bull market) da história foram lançados das profundezas do desespero durante uma crise financeira". "Nossa pesquisa mostra que os mercados com tendência de baixa (bear market) relacionados a uma crise financeira normalmente terminam no ponto de máximo estresse financeiro, quando as autoridades colocam em prática medidas que no final melhoram as condições", acrescentou.
"O mercado tinha uma alta de 25% quase ininterrupta", disse Bruce Bittles, estrategista chefe de investimento da RW Baird. Enquanto o S&P-500 se sustentar acima dos 750 pontos, Bittles acredita que o mercado de ações será capaz de lutar para subir até o verão no hemisfério norte, com os investidores se dando conta de que a economia não está tão fraca quanto eles temiam. Entretanto, "em agosto e setembro podemos enfrentar outro vento contrário depois (que a economia dos EUA) absorver todos os estímulos. Eu penso que a economia vai reverter para um lento crescimento", disse Bittles.
Entre os destaques individuais, as ações da Ford Motor fecharam em alta de 16% depois que a montadora concluiu uma operação para reduzir a dívida em US$ 9,9 bilhões, usando dinheiro e ações - o que resultou na diminuição da dívida da montadora e mais de um terço. As ações da concorrente General Motors subiram 8,10%.
No setor de tecnologia, as ações da Sun Microsystems fecharam em baixa de 22,50%, depois de um informe de que o acordo para a IBM comprar a fabricante de servidores e software estaria à beira de um colapso. As ações da IBM recuaram 0,65%. As ações da Cisco Systems caíram 3,47% depois que alguns analistas levantaram preocupações sobre a demanda da fabricante de equipamentos de rede no nível corporativo e a velocidade da recente alta das ações da Cisco.
As ações da Alcoa, a gigante fabricante de alumínio que tradicionalmente abre a temporada de balanços na noite de terça-feira, fecharam em baixa de 3,06%. As informações são da Dow Jones.
Bovespa recua 0,5%, com realização de lucros pequena
por Agência ESTADO
06 de Abril de 2009 17:40
A Bovespa teve uma sessão apática e, embora em queda, não houve muito apetite dos investidores para embolsar um pouco dos ganhos dos quatro pregões seguidos de elevação na semana passada. No pior momento do dia, a Bolsa superou 2% de perdas, mas acabou fechando em bem menos da metade disso. A realização de lucros no mercado externo favoreceu as ordens de vendas internas, concentradas em Vale e siderúrgicas.
O Ibovespa caiu 0,50%, aos 44.167,26 pontos. Atingiu os 43.429 pontos na mínima do dia (-2,17%) e 44.385 pontos (-0,01%) na máxima. No mês, acumula ganho de 7,92% e, no ano, de 17,62%. O giro somou apenas R$ 3,954 bilhões - a média de abril é de R$ 5,091 bilhões.
"O investidor está receoso sobre a realização de lucros. Não está tão firme na decisão de vender, por isso a queda diminuiu à tarde", comentou um especialista do mercado de renda variável de uma corretora em São Paulo. Segundo ele, o clima está melhor no mercado, daí a reticência dos investidores em se desfazer de suas posições.
A redução das estimativas do mercado para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009, de zero para -0,19%, também foi citada em algumas mesas como uma justificativa para a realização de lucros de hoje. Mas mais como desculpa do que como fato em si, já que o clima positivo da última semana ainda não se dissipou.
Hoje, as bolsas norte-americanas aproveitaram algumas notícias não tão boas para justificar a queda, como o aparente colapso das negociações entre a IBM e a Sun Microsystems e o relatório do analista Mike Mayo, da Calyon Securities, no qual afirma que as perdas com empréstimos devem crescer, mesmo após as medidas de auxílio aos bancos anunciadas pelo governo dos EUA.
No Brasil, os papéis de siderúrgicas foram influenciados pela queda de metais básicos e por relatório do Deutsche Bank. A instituição reduziu a recomendação para a Gerdau S.A. de "manter" para "venda" e cortou o preço-alvo do ADR (recibo de ação negociado nos EUA) de US$ 6 para US$ 5. Os papéis PN da empresa recuaram 1,91%, enquanto Metalúrgica Gerdau PN fechou em baixa de 1,31%.
Para a CSN, o Deutsche tem recomendação de "compra" - os papéis ON da empresa recuaram 0,80% -, e, para Usiminas, "manter" - a ação PNA caiu 1,29%. De acordo com o Deutsche, a demanda global por aço deve recuar 17% em 2009 e cair outros 2% em 2010, ante projeção anterior de queda de 7% no consumo deste ano e de alta de 1% no próximo exercício. Vale ON perdeu 2,62% e PNA, 1,75%. Cabe aqui destacar que a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima queda de 3,9% nas vendas de veículos em 2009, o que prejudica a indústria siderúrgica.
Petrobras ON recuou 1,12% e PN, 0,36%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para maio terminou em baixa de 2,78%, aos US$ 51,05 o barril.
06 de Abril de 2009 17:40
A Bovespa teve uma sessão apática e, embora em queda, não houve muito apetite dos investidores para embolsar um pouco dos ganhos dos quatro pregões seguidos de elevação na semana passada. No pior momento do dia, a Bolsa superou 2% de perdas, mas acabou fechando em bem menos da metade disso. A realização de lucros no mercado externo favoreceu as ordens de vendas internas, concentradas em Vale e siderúrgicas.
O Ibovespa caiu 0,50%, aos 44.167,26 pontos. Atingiu os 43.429 pontos na mínima do dia (-2,17%) e 44.385 pontos (-0,01%) na máxima. No mês, acumula ganho de 7,92% e, no ano, de 17,62%. O giro somou apenas R$ 3,954 bilhões - a média de abril é de R$ 5,091 bilhões.
"O investidor está receoso sobre a realização de lucros. Não está tão firme na decisão de vender, por isso a queda diminuiu à tarde", comentou um especialista do mercado de renda variável de uma corretora em São Paulo. Segundo ele, o clima está melhor no mercado, daí a reticência dos investidores em se desfazer de suas posições.
A redução das estimativas do mercado para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009, de zero para -0,19%, também foi citada em algumas mesas como uma justificativa para a realização de lucros de hoje. Mas mais como desculpa do que como fato em si, já que o clima positivo da última semana ainda não se dissipou.
Hoje, as bolsas norte-americanas aproveitaram algumas notícias não tão boas para justificar a queda, como o aparente colapso das negociações entre a IBM e a Sun Microsystems e o relatório do analista Mike Mayo, da Calyon Securities, no qual afirma que as perdas com empréstimos devem crescer, mesmo após as medidas de auxílio aos bancos anunciadas pelo governo dos EUA.
No Brasil, os papéis de siderúrgicas foram influenciados pela queda de metais básicos e por relatório do Deutsche Bank. A instituição reduziu a recomendação para a Gerdau S.A. de "manter" para "venda" e cortou o preço-alvo do ADR (recibo de ação negociado nos EUA) de US$ 6 para US$ 5. Os papéis PN da empresa recuaram 1,91%, enquanto Metalúrgica Gerdau PN fechou em baixa de 1,31%.
Para a CSN, o Deutsche tem recomendação de "compra" - os papéis ON da empresa recuaram 0,80% -, e, para Usiminas, "manter" - a ação PNA caiu 1,29%. De acordo com o Deutsche, a demanda global por aço deve recuar 17% em 2009 e cair outros 2% em 2010, ante projeção anterior de queda de 7% no consumo deste ano e de alta de 1% no próximo exercício. Vale ON perdeu 2,62% e PNA, 1,75%. Cabe aqui destacar que a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estima queda de 3,9% nas vendas de veículos em 2009, o que prejudica a indústria siderúrgica.
Petrobras ON recuou 1,12% e PN, 0,36%. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato do petróleo para maio terminou em baixa de 2,78%, aos US$ 51,05 o barril.
Petróleo...após 03/04...suportes e resistências na 1a. semana de abril

O gráfico semanal dos contratos futuros de óleo cru leve (Light Sweet Crude Oil Futures), com vencimento em maio/09 (CL\K09)formou um "martelo de alta" após seu fechamento na sexta na casa dos US$ 53,00/barril. Alguns indicadores começam a ficar relativamente "sobrecomprados", após as três semanas seguidas de alta, o que pode sugerir alguma realização, durante a semana.
Suportes semanais em 48,00 e 47,00 dólares/barril.
Resistências semanais em 53,70; 56,20 e 56,70 dólares/barril.
domingo, 5 de abril de 2009
IBOV...após 03/04...suportes e resistências na 1a. semana de abril

O gráfico semanal do Ibovespa formou um "martelo de alta" após seu fechamento na sexta em 44.391 pontos, próximos da máxima nos 44.610 pontos. Muitos indicadores já se encontram relativamente "sobrecomprados", após as quatro semananas seguidas de alta, o que pode sugerir eventual realização, durante a semana.
Suportes imediatos em 44.270, 42.850, 41.840, 41.000 e 40.600 pontos.
Resistências imediatas em 45.000, 45.600 e 46.500 pontos.
DJI...após 03/04...suportes e resistências na 1a semana de abril

O gráfico semanal de DJI formou um "martelo" de alta, com o fechamento nesta sexta, nos 8.017 pontos, próximos da máxima semanal nos 8.077 pontos. A tendencia altista iniciada quatro semanas atrás, deixou alguns indicadores relativamente "sobrecomprados" sinalizando a possibilidade de ocorrer realização, durante a semana.
Suportes semanais imediatos em 7.970, 7.770, 7.720, 7.620 e 7.450 pontos.
Resistências imediatas em 8.120, 8.210, 8.290 e 8.600 pontos.
Commodities...projeções para a 1a. semana de abril

Fonte: Bloomberg
Situação em 03/04
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 965.82 12.43 954.66 967.05 948.66
S&P GSCI 375.55 2.20 370.74 377.76 367.56
RJ/CRB Commodity 228.93 2.64 226.26 228.93 224.16
Rogers Intl 2598.64 30.16 2557.20 2601.08 2549.22
Situação em 27/03
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW TIME
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 932.07 -17.18 939.56 940.28 929.58
(Laranja)S&P GSCI 368.58 -10.58 377.82 378.76 366.07
(Verde)RJ/CRB Commodity 222.26 -5.42 227.20 227.68 222.26
(Azul)Rogers Intl 2523.60 -60.81 2582.62 2582.62 2508.67
Variação semanal 03/04 a 27/03
INDICE Fechamento (03/04) Fechamento(27/03) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 965.82 932.07 +3,62%
S&P GSCI 375.55 368.58 +1,89%
RJ/CRB Commodity 228.93 222.26 +3,00%
Rogers Intl 2598.64 2523.60 +2,97%
Análise:
Nesta última semana (final de março e início de abril), as commodities recuperaram as perdas da semana anterior, fechando em média de +2,87% , em relação ao fechamento da semana anterior. Os preços das commodities ainda se mantem defasados em cerca de 42%, se comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, registra a retomada da LTA anterior e a construção de um "canal de alta" nos preços das principais commodities. As fortes recuperações de preços de algumas commodities, como o petróleo ficaram em região relativamente"sobrecomprada", sugerindo a possibilidade de realização no início da semana, antes de retomarem sua principal tendência de alta.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
IBOV...após 02/04...suportes e resistências

Conforme indicavam os principais sinalizadores gráficos, o Ibovespa após o martelo de alta da véspera, deu continuidade à recuperação iniciada no final do pregão anterior e em sintonia com DJI sustentou forte alta vindo atingir sua máxima acima dos 44 mil pontos, nos 44.286 pontos (+5,5%). Porém, na última meia hora não segurou a forte pressão vendedora e refluiu para fechar em 43.736 pontos (+4,19%). O gráfico diário formou um "martelo invertido" sinalizando uma tendência baixista que poderá acontecer já na abertura dos pregões. Caso o Ibovespa consiga finalizar acima do patamar dos 44 mil pontos é possível a continuidade da tendência de alta, no início da próxima semana. Um fechamento abaixo dos 43.700 pontos poderá sinalizar a continuidade da queda.
Suportes imediatos em 42.850, 42.700, 42.400, 42.000 e 41.600 pontos.
Resistências imediatas em 43.750, 43.850, 44.300 e 44.500 pontos.
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