por Claudia Violante da Agência Estado
02.09.2008 17h36
O enfraquecimento do furacão Gustav fez as cotações do petróleo derreterem, carregando consigo as matérias-primas (commodities) metálicas. Esse movimento caiu como uma bomba sobre a Bovespa, diante da queda de suas principais ações: Petrobras e Vale. A baixa só não foi maior porque o setor bancário operou em alta, dando algum suporte ao principal índice do mercado doméstico.
Assim, no segundo pregão de setembro, e pela terceira sessão seguida, a Bolsa paulista recuou. O Ibovespa, principal índice, perdeu hoje 1,37% e fechou aos 54.404,4 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 54.207 pontos (-1,73%) e a máxima de 55.412 pontos (+0,45%). No mês, acumula baixa de 2,29%. O volume financeiro totalizou R$ 4,202 bilhões, mais que o dobro do registrado ontem, mas ainda abaixo da já fraca média de agosto, de R$ 4,811 bilhões (menor do ano)
Os investidores norte-americanos voltaram hoje do feriado do Dia do Trabalho dispostos a devolver todo o prêmio que embutiram nos preços do petróleo antes que o Gustav atingisse as instalações no Golfo do México. Como os estragos foram menores do que acreditavam que seriam, a correção foi forte. O contrato futuro com entrega do petróleo em outubro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York recuou 4,98%, aos US$ 109,71 por barril, na menor cotação desde 8 de abril.
A queda do petróleo e o fortalecimento do dólar ante o euro também tiveram impacto negativo sobre as commodities metálicas, que recuaram. Aqui, Petrobras ON perdeu 2,39%, Petrobras PN recuou 3,22%, Vale ON cedeu 2,31% e Vale PNA registrou baixa de 1,63%. As siderúrgicas também operaram em queda, mas as ações dos bancos, que acompanharam os papéis do setor nos EUA e ainda reagiram ao anúncio de que a Visanet fará uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), deram alguma trégua ao Ibovespa ao fecharem no terreno positivo.
Em Nova York, o índice Dow Jones terminou o dia em baixa de 0,23%, o S&P perdeu 0,41% e o Nasdaq recuou 0,77%. Os papéis de bancos subiram e limitaram as perdas, entre eles o do Lehman Brothers, depois que o Banco de Desenvolvimento da Coréia do Sul confirmou que está em negociações para um investimento na instituição.
Já os indicadores econômicos divulgados hoje nos EUA não alteraram o rumo dos negócios. Entre os dados foi conhecido o índice ISM de atividade no setor de manufatura, que caiu para 49,9 em agosto, abaixo do patamar de 50 (que sugere contração da atividade), mas ficou levemente acima dos 49,5 previstos pelos economistas. Já os gastos com construção cederam 0,6% em julho, um pouco acima da retração de 0,5% esperada pelos economistas. Para amanhã, o comportamento das commodities continuará ofuscando os eventos de agenda.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
DJI...para 02/09...indefinição de tendência, na convergência das LT's...

DJI abriu na sexta-feira, na máxima em 11.713 pontos e com os índices futuros em queda, refluiu em processo de realização até encontrar suporte na mínima no fechamento, em 11.543 pontos (-1,47%).
Análise: Típica realização de lucros, em véspera de feriado americano. DJI está em movimento lateral, numa formação do tipo "triângulo simétrico" pela convergência entre as LT's. Deverá continuar nesse movimento até romper para um dos extremos.
Acima de 11.600 poderá buscar novamente o patamar dos 11.700 pontos, que caso seja novamente rompido, fará DJI retomar o "sub-canal" de alta anterior com objetivos em 11.780, 11.850, 11.900 e 12 mil pontos.
Abaixo de 11.500 poderá buscar novamente suportes nos 11.380 e 11.290 pontos. A perda de suporte nos 11.220 pontos, poderá levar DJI a retomar o canal de baixa anterior, com objetivo em 11 mil pontos.
O "candle" tipo "marubozu" cheio, com abertura na máxima e fechamento na mínima, mostrou forte predomínio da força vendedora. Os principais indicadores dos gráficos diário e de "30 minutos" sinalizam tendência de queda, exceto o estocástico do gráfico diário que ainda sinaliza tendência de alta. Essa indefinição poderá ser dissipada pelos índices futuros americanos antes da abertura, sinalizando a efetiva tendência para DJI.
Bolsa tem menor giro do ano e fecha em baixa de 0,93%
por Claudia Violante da Agência Estado
01.09.2008 17h25
O feriado norte-americano do Dia do Trabalho proporcionou um pregão atípico para a Bovespa, diante da liquidez baixíssima. O giro financeiro do pregão não chegou nem a R$ 2 bilhões e foi o menor de 2008. A desvalorização das commodities (matérias-primas) guiou os negócios e patrocinou a queda do principal índice, que também mirou de longe o desempenho negativo das bolsas européias .
O Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, trabalhou o dia todo em baixa - oscilou entre a mínima de 54.933 pontos (-1,34%) e a máxima de 55.665 pontos (-0,03%) - para então fechar em 55.162,1 pontos, em queda de 0,93%. No ano até hoje, acumula perdas de 13,66%.
O giro financeiro somou R$ 1,998 bilhão, o menor de 2008 (a marca anterior, de 25 de agosto, era de R$ 2,581 bilhões). Isso também significa dizer que qualquer negócio hoje teve peso ampliado para mexer no índice, sinal de que o pregão foi distorcido em relação ao que acontece normalmente na bolsa.
A recuperação do dólar diante de outras moedas - no Brasil e no exterior - proporcionou a retração no preço das commodities metálicas e também do petróleo. Este último ainda contou com o enfraquecimento do furacão Gustav, o que levou os investidores a desmontar posições compradas (de aposta na alta) e empurrar os preços para baixo. Por causa do feriado, as cotações na Bolsa Mercantil de Nova York eram negociadas no mercado eletrônico, onde, às 17h19 (de Brasília), o contrato futuro de petróleo WTI para outubro caía 3,78%, a US$ 111,09 o barril. Em Londres, o petróleo Brent perdia no mesmo horário 3,73%, para US$ 109,80. Petrobras PN fechou em baixa de 1,98% e Petrobras ON caiu 1,99%.
Segundo um operador do mercado, embora o pregão de hoje tenha sido "um ponto fora da curva", não dá para dizer que setembro, que "oficialmente começa amanhã" para a Bovespa, vai ser um mês mais tranqüilo do que foi agosto. "Teremos mais do mesmo, ou seja, muita volatilidade e incerteza com a manutenção dos problemas nos EUA. É preciso que o dinheiro volte para a Bovespa ganhar fôlego", resumiu. Com o enfraquecimento do Gustav e a agenda tranqüila, Nova York pode voltar ao trabalho amanhã com vigor para ir às compras - e beneficiar o mercado local. A conferir.
01.09.2008 17h25
O feriado norte-americano do Dia do Trabalho proporcionou um pregão atípico para a Bovespa, diante da liquidez baixíssima. O giro financeiro do pregão não chegou nem a R$ 2 bilhões e foi o menor de 2008. A desvalorização das commodities (matérias-primas) guiou os negócios e patrocinou a queda do principal índice, que também mirou de longe o desempenho negativo das bolsas européias .
O Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, trabalhou o dia todo em baixa - oscilou entre a mínima de 54.933 pontos (-1,34%) e a máxima de 55.665 pontos (-0,03%) - para então fechar em 55.162,1 pontos, em queda de 0,93%. No ano até hoje, acumula perdas de 13,66%.
O giro financeiro somou R$ 1,998 bilhão, o menor de 2008 (a marca anterior, de 25 de agosto, era de R$ 2,581 bilhões). Isso também significa dizer que qualquer negócio hoje teve peso ampliado para mexer no índice, sinal de que o pregão foi distorcido em relação ao que acontece normalmente na bolsa.
A recuperação do dólar diante de outras moedas - no Brasil e no exterior - proporcionou a retração no preço das commodities metálicas e também do petróleo. Este último ainda contou com o enfraquecimento do furacão Gustav, o que levou os investidores a desmontar posições compradas (de aposta na alta) e empurrar os preços para baixo. Por causa do feriado, as cotações na Bolsa Mercantil de Nova York eram negociadas no mercado eletrônico, onde, às 17h19 (de Brasília), o contrato futuro de petróleo WTI para outubro caía 3,78%, a US$ 111,09 o barril. Em Londres, o petróleo Brent perdia no mesmo horário 3,73%, para US$ 109,80. Petrobras PN fechou em baixa de 1,98% e Petrobras ON caiu 1,99%.
Segundo um operador do mercado, embora o pregão de hoje tenha sido "um ponto fora da curva", não dá para dizer que setembro, que "oficialmente começa amanhã" para a Bovespa, vai ser um mês mais tranqüilo do que foi agosto. "Teremos mais do mesmo, ou seja, muita volatilidade e incerteza com a manutenção dos problemas nos EUA. É preciso que o dinheiro volte para a Bovespa ganhar fôlego", resumiu. Com o enfraquecimento do Gustav e a agenda tranqüila, Nova York pode voltar ao trabalho amanhã com vigor para ir às compras - e beneficiar o mercado local. A conferir.
IBOV...após 01/09...indefinição, mas predomina tendência de queda...

O Ibovespa abriu na máxima em 55.665 pontos e seguiu em queda até encontrar suporte em 55.017 pontos. A partir daí, reagiu até encontrar resistência nos 55.400 pontos. Com a metade do volume habitual de negócios, pelo feriado americano, o IBOV refluiu novamente até encontrar suporte na mínima nos 54.933 pontos. Finalizou logo após, retomando os 55 mil pontos, em 55.162 pontos (-0,93%).
Análise: Sem o referencial dos mercados americanos, o Ibovespa seguiu o mercado futuro das principais commodities, em baixa. Conseguindo retomar os 56 mil pontos e acima dos 56.130 pontos o Ibovespa poderá buscar novamente seus objetivos de alta em 57 mil e 57.300 mil pontos. Abaixo do suporte em 54.935 pontos, poderá buscar suporte em 54 mil e 53.700 pontos. Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam tendência de queda, e o gráfico de "30 minutos" apresenta divergências, com o IFR e os oscilador de momentos sinalizando alta, enquanto o estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinaliza queda. Essa indefinição com predominância da tendência de queda, poderá ser removida pela sinalização dos índices futuros do Ibovespa, antes da abertura dos mercados.
Abaixo de 54.900 suportes em: 54 mil, 53.700 e 53 mil pontos.
Acima de 56.130 pontos resistências em: 56.850, 57 mil e 57.300 pontos.
domingo, 31 de agosto de 2008
IBOV...após 29/08 e suas projeções para a primeira semana de setembro.

O Ibovespa iniciou a semana realizando parte dos ganhos da semana anterior, mas a partir do meio da semana reagiu, dando a impressão de que a sexta feira poderia ser um marco do rompimento dos 57 mil pontos e da continuidade da alta, iniciada na semana anterior. A forte queda de DJI na sexta, porém arrastou o Ibovespa abaixo dos 56 mil pontos conquistados, fechando a semana em 55.680 pontos, pouco abaixo dos 55.800 pontos do fechamento da semana anterior.
A queda ocorrida na sexta, interrompeu a construção do "sub canal" de alta, com objetivos projetados, nos 57 mil e 58 mil pontos.
Se o Ibovespa conseguir se firmar acima dos 56 mil pontos novamente, poderá ensejar recuperação suficiente para romper os 57 mil pontos e buscar a resistência nos 57.200 pontos.
Fechamento abaixo de 53.600 pontos poderá ensejar a continuidade da realização, cujo objetivo inicial deverá ser o teste do suporte, na mínima recente em 52.345 pontos. A perda desse importante suporte, poderá levar o Ibovespa ao objetivo projetado em 50.400 pontos, e eventualmente, até testar o suporte em 49.500 pontos.
O fechamento semanal, próximo do valor da abertura na semana, produziu um "candle" similar a um "doji" de indefinição. Como esse "doji" ocorreu por uma reversão de tendência, após a máxima intrasemanal, ocorrida no início do pregão desta sexta, nos 56.866 pontos, é muito provável que a tendência de queda se mantenha durante o desenrolar da próxima semana. Por outro lado, apesar do estocástico ainda estar sinalizando alta, o CCI/Ma cruzamento ainda sinaliza tendência de baixa e o oscilador de momentos, mostra "divergência negativa" reforçando a possibilidade de que realmente predomine a continuidade da queda, nesta prímeira semana de setembro.
Futuros de Commodities em 29/08 e projeções para a primeira semana de setembro

Fonte: Bloomberg
Situação em 29/08
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1451.18 -5.08 1462.24 1464.90 1450.41
S&P GSCI 708.16 -2.20 715.92 723.45 706.64
RJ/CRB Commodity 391.71 -1.64 393.58 398.12 391.71
Rogers Intl 4828.25 -15.69 4867.73 4898.78 4821.56
Brookshire Intl 525.82 -2.48 529.37 533.66 525.02
Situação em 22/08
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1471.21 -37.76 1499.13 1500.79 1468.97 (-2,56%)
S&P GSCI 711.40 -32.56 744.16 744.16 710.66 (-4,57%)
RJ/CRB Commodity 394.80 -11.12 405.92 405.92 394.80 (-2,82%)
Rogers Intl 4881.12 -165.06 5045.41 5051.07 4873.84 (-3,38%)
Brookshire Intl 531.78 -17.68 545.41 545.72 530.95 (-3,32%)
Variação semanal 22/08 a 29/08
INDICE Fechamento (22/08) Fechamento(29/08) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1471.21 1451.18 (- 1,36%)
S&P GSCI 711.40 708.16 (-0,46%)
RJ/CRB Commodity 394.80 391.71 (-0,78%)
Rogers Intl 4881.12 4828.25 (-1,07%)
Brookshire Intl 531.78 525.82 (-1,12%%)
Análise:
A forte realização dos contratos com vencimento em out/08, na última sexta dia 29 removeu a possibilidade de continuidade de fechamento em alta no gráfico semanal. Comparando em base semanal (fechamento 29/08 x fechamento 22/08), podemos observar nova queda nos preços de commodities, chegando a mais de 1%, nos principais índices.
Graficamente podemos observar a formação de um "candle" tipo "martelo invertido" nessa variação semanal sinalizando a possibilidade de que no início desta próxima semana de setembro possa eventualmente ocorrer reversão para alta.
sábado, 30 de agosto de 2008
DJI...após 29/08 e projeções para a primeira semana de setembro.

DJI fechou pela terceira semana seguida em queda, ainda que o fundo semanal conseguisse se manter acima da mínima semanal anterior e a máxima semanal acima da máxima da semana anterior, também.
Observando-se o gráfico semanal, nesse último mês, podemos notar que DJI se encontra "congestionado" entre os 11.300 pontos e os 11.700 pontos, com as linhas de tendência de alta (LTA) e baixa (LTB), convergindo para concluir um "triângulo simétrico" cujo rompimento para cima ou para baixo, parece estar próximo de ocorrer.
Rompendo acima dos 11.740 pontos, poderá buscar resistência nos 11.880 pontos, 11.960 e 12.050 pontos.
Rompendo abaixo dos 11.300 pontos, poderá retornar aos suportes em 11.220 pontos, 11.125, 11.060, 10.920 e 10.830 pontos.
Analisando-se o gráfico semanal, apesar do Estocástico e do CCI/Ma cruzamento ainda estarem sinalizando tendência de alta, surfiu uma "divergência negativa" no oscilador de momentos que pode estar indicando uma reversão dessa tendência para queda.
A indefinição de tendências poderá se manter até o encontro das LT's, forçando o rompimento para um dos lados, o que poderá acontecer até o final dessa semana.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Ibovespa cai 1,24% hoje e perde 6,43% em agosto
por Claudia Violante da Agência Estado
29.08.2008 17h34
A Bovespa terminou agosto da mesma forma que começou: em baixa. No último pregão do mês, o Ibovespa, principal indicador, acompanhou as perdas das bolsas norte-americanas e também das commodities (matérias-primas) e recuou 1,24%, aos 55.680,4 pontos. Com isso, pelo terceiro mês seguido acumulou perdas, de 6,43% em agosto, o que ampliou o recuo de 2008 para 12,84%. Na semana, o índice recuou 0,30%.
Hoje, o Ibovespa oscilou entre a mínima de 55.678 pontos (-1,25%) e a máxima de 56.856 pontos (+0,84%). O giro financeiro do pregão somou R$ 4,771 bilhões, sendo que mais de R$ 1 bilhão foi registrado na última meia hora do pregão. No registro até ontem, contudo, agosto teve a menor média diária do ano, de R$ 4,811 bilhões, segundo o site da Bovespa.
Nas Bolsas de Nova York, o índice Dow Jones perdeu 1,46%, o S&P teve baixa de 1,37% e o Nasdaq caiu 1,83%. Os resultados ruins da Dell e o indicador fraco de renda pessoal prejudicaram as ações, embora a inversão do preço do petróleo para baixo tenha diminuído um pouco a pressão de venda sobre os papéis.
A fabricante de computadores norte-americana Dell anunciou ontem à noite queda de 17% no lucro líquido do segundo trimestre deste ano, para US$ 0,31 por ação, enquanto os analistas esperavam US$ 0,36. Já o índice de preços dos gastos com consumo pessoal (PCE) cresceu 0,6% em julho em relação a junho, depois de subir 0,7% em junho. O aumento do índice ficou levemente acima da alta de 0,5% prevista pelos economistas, mas o núcleo do indicador, sem os preços voláteis de energia e alimentos, acertou as apostas de elevação de 0,3%. O que desagradou, no entanto, foi o dado de renda pessoal, que caiu 0,7%, ante -0,4% previsto, e foi a maior queda desde agosto de 2005.
No final do pregão, o contrato futuro de petróleo com entrega em outubro recuou 0,11% na Bolsa Mercantil de Nova York, para US$ 115,46 por barril, favorecendo as bolsas americanas, mas ajudando a ampliar as perdas da Bovespa ao pesar sobre os papéis da Petrobras. Petrobras PN perdeu 1,27% e ON, 1,48%; ambas as ações fecharam na mínima cotação do dia, de respectivamente R$ 34,90 e R$ 42,66. Vale, outro papel de primeira linha, caiu hoje na esteira dos metais. A ação ON cedeu 0,75% e a PNA, 1,81%.
Na segunda-feira, com o feriado nos EUA do Dia do Trabalho, o pregão deve ser de marasmo na Bovespa, piorando ainda mais a média de volume financeiro diário. Com isso, qualquer operação tem peso para puxar o índice, mas os analistas apostam que há esaço para setembro começar em alta.
29.08.2008 17h34
A Bovespa terminou agosto da mesma forma que começou: em baixa. No último pregão do mês, o Ibovespa, principal indicador, acompanhou as perdas das bolsas norte-americanas e também das commodities (matérias-primas) e recuou 1,24%, aos 55.680,4 pontos. Com isso, pelo terceiro mês seguido acumulou perdas, de 6,43% em agosto, o que ampliou o recuo de 2008 para 12,84%. Na semana, o índice recuou 0,30%.
Hoje, o Ibovespa oscilou entre a mínima de 55.678 pontos (-1,25%) e a máxima de 56.856 pontos (+0,84%). O giro financeiro do pregão somou R$ 4,771 bilhões, sendo que mais de R$ 1 bilhão foi registrado na última meia hora do pregão. No registro até ontem, contudo, agosto teve a menor média diária do ano, de R$ 4,811 bilhões, segundo o site da Bovespa.
Nas Bolsas de Nova York, o índice Dow Jones perdeu 1,46%, o S&P teve baixa de 1,37% e o Nasdaq caiu 1,83%. Os resultados ruins da Dell e o indicador fraco de renda pessoal prejudicaram as ações, embora a inversão do preço do petróleo para baixo tenha diminuído um pouco a pressão de venda sobre os papéis.
A fabricante de computadores norte-americana Dell anunciou ontem à noite queda de 17% no lucro líquido do segundo trimestre deste ano, para US$ 0,31 por ação, enquanto os analistas esperavam US$ 0,36. Já o índice de preços dos gastos com consumo pessoal (PCE) cresceu 0,6% em julho em relação a junho, depois de subir 0,7% em junho. O aumento do índice ficou levemente acima da alta de 0,5% prevista pelos economistas, mas o núcleo do indicador, sem os preços voláteis de energia e alimentos, acertou as apostas de elevação de 0,3%. O que desagradou, no entanto, foi o dado de renda pessoal, que caiu 0,7%, ante -0,4% previsto, e foi a maior queda desde agosto de 2005.
No final do pregão, o contrato futuro de petróleo com entrega em outubro recuou 0,11% na Bolsa Mercantil de Nova York, para US$ 115,46 por barril, favorecendo as bolsas americanas, mas ajudando a ampliar as perdas da Bovespa ao pesar sobre os papéis da Petrobras. Petrobras PN perdeu 1,27% e ON, 1,48%; ambas as ações fecharam na mínima cotação do dia, de respectivamente R$ 34,90 e R$ 42,66. Vale, outro papel de primeira linha, caiu hoje na esteira dos metais. A ação ON cedeu 0,75% e a PNA, 1,81%.
Na segunda-feira, com o feriado nos EUA do Dia do Trabalho, o pregão deve ser de marasmo na Bovespa, piorando ainda mais a média de volume financeiro diário. Com isso, qualquer operação tem peso para puxar o índice, mas os analistas apostam que há esaço para setembro começar em alta.
Bolsa de NY fecha em queda com indicadores e furacão
por Renato Martins da Agência Estado
29.08.2008 18h14
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de três dias consecutivos de altas. A queda do indicador de renda pessoal em julho (-0,7%) e a elevação do núcleo do índice de preços dos gastos com consumo (+2,4% em relação a julho do ano passado), um dia depois da revisão para cima do crescimento do Produto Interno Bruto no segundo trimestre, foram um lembrete ao mercado sobre as condições da economia. O mercado também esteve atento à tempestade tropical Gustav, que ganhou força durante o dia e tornou-se um furacão categoria 1 (ventos de 119 km/h a 153 km/h) e avançou na direção da região produtora de petróleo do Golfo do México. "A tempestade traz uma ameaça séria a vidas e à propriedade ao longo da costa do Golfo, com previsão de que chegue à terra na noite de segunda-feira ou na manhã de terça", disse a empresa de meteorologia Accuweather.com.
Todas as 30 componentes do índice Dow Jones fecharam em queda. O destaque negativo foi General Motors, com baixa de 3,29%, depois de a empresa anunciar um recall de 944 mil veículos, por causa do risco de incêndio. As ações do setor de tecnologia também caíram, depois de a Dell divulgar o resultado do segundo trimestre (Dell despencou 13,80%, Intel cedeu 3,05% e Microsoft recuou 2,33%). No setor financeiro, as ações das agências de crédito hipotecário, que haviam subido nos seis pregões anteriores, devolveram parte dos ganhos (Fannie Mae caiu 13,96% e Freddie Mac perdeu 14,58%).
O índice Dow Jones fechou em queda de 1,46%, em 11.543,96 pontos. O Nasdaq encerrou em baixa de 1,83%, em 2.367,52 pontos. O S&P-500 caiu 1,37%, para 1.282,83 pontos. O NYSE Composite recuou 0,99%, para 8.382,11 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 0,72%, o Nasdaq, uma perda de 1,95% e o S&P-500, uma baixa de 0,73%. No mês de agosto, o Dow Jones acumulou uma alta de 1,46%, o Nasdaq, um avanço de 1,80% e o S&P-500, um ganho de 1,22%. No ano de 2008, o Dow Jones acumula uma queda de 12,97%, o Nasdaq, uma perda de 10,74% e o S&P-500, uma baixa de 12,64%. O mercado estará fechado na próxima segunda-feira, por causa do feriado do Dia do Trabalho nos EUA. As informações são da Dow Jones.
29.08.2008 18h14
O mercado norte-americano de ações fechou em queda, depois de três dias consecutivos de altas. A queda do indicador de renda pessoal em julho (-0,7%) e a elevação do núcleo do índice de preços dos gastos com consumo (+2,4% em relação a julho do ano passado), um dia depois da revisão para cima do crescimento do Produto Interno Bruto no segundo trimestre, foram um lembrete ao mercado sobre as condições da economia. O mercado também esteve atento à tempestade tropical Gustav, que ganhou força durante o dia e tornou-se um furacão categoria 1 (ventos de 119 km/h a 153 km/h) e avançou na direção da região produtora de petróleo do Golfo do México. "A tempestade traz uma ameaça séria a vidas e à propriedade ao longo da costa do Golfo, com previsão de que chegue à terra na noite de segunda-feira ou na manhã de terça", disse a empresa de meteorologia Accuweather.com.
Todas as 30 componentes do índice Dow Jones fecharam em queda. O destaque negativo foi General Motors, com baixa de 3,29%, depois de a empresa anunciar um recall de 944 mil veículos, por causa do risco de incêndio. As ações do setor de tecnologia também caíram, depois de a Dell divulgar o resultado do segundo trimestre (Dell despencou 13,80%, Intel cedeu 3,05% e Microsoft recuou 2,33%). No setor financeiro, as ações das agências de crédito hipotecário, que haviam subido nos seis pregões anteriores, devolveram parte dos ganhos (Fannie Mae caiu 13,96% e Freddie Mac perdeu 14,58%).
O índice Dow Jones fechou em queda de 1,46%, em 11.543,96 pontos. O Nasdaq encerrou em baixa de 1,83%, em 2.367,52 pontos. O S&P-500 caiu 1,37%, para 1.282,83 pontos. O NYSE Composite recuou 0,99%, para 8.382,11 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 0,72%, o Nasdaq, uma perda de 1,95% e o S&P-500, uma baixa de 0,73%. No mês de agosto, o Dow Jones acumulou uma alta de 1,46%, o Nasdaq, um avanço de 1,80% e o S&P-500, um ganho de 1,22%. No ano de 2008, o Dow Jones acumula uma queda de 12,97%, o Nasdaq, uma perda de 10,74% e o S&P-500, uma baixa de 12,64%. O mercado estará fechado na próxima segunda-feira, por causa do feriado do Dia do Trabalho nos EUA. As informações são da Dow Jones.
INDV08...após 28/08...continua em tendência de alta, com muita volatilidade...

O INDV 08 (índice futuro do Ibovespa com venc em out/08) abriu com "gap de alta" em 56.700 pontos, foi até a primeira máxima em 57.320 pontos, ainda na primeira hora de pregão. Daí, refluiu até encontrar suporte em 56.600 pontos. Com a recuperação dos 11.700 pontos por DJI, o INDV08, retomou novamente a alta, rompendo o topo anterior nos 57.320 até atingir nova máxima em 57.500 pontos. Finalizou em 57.400 pontos.
Análise: O "candle" formado no gráfico diário é do tipo "marubozu" vazio, indicando predomínio da força compradora, ainda que com certa volatilidade. Os principais sinalizadores do gráfico diário e do gráfico de "30 minutos" também apontam para a tendência de alta.
Considerando a possível interferência dos índices futuros americanos antes da abertura, poderemos ter várias alternativas de suporte na primeira hora de pregão, se abrir em baixa: 56.870 e 56.600 na LTA intraday recente.
Abrindo em alta, resistências na primeira hora de pregão: 57.850 e 58.400 pontos.
IBOV...após 28/08...mantém ainda tendência de alta...

O Ibovespa abriu na mínima em 55.515 e seguiu em alta até encontrar resistência em 56.300 pontos. A partir daí, refluiu até encontrar novo suporte nos 55.800 pontos. Com a confirmação de DJI se mantendo em alta acima dos 11.700 pontos, o IBOV retomou com vigor os 56 mil pontos vindo encontrar resistência na máxima em 56.523 pontos. Finalizou logo após em 56.382 pontos (+1,55%).
Análise: O "candle" formado no gráfico diário é outro "marubozu" vazio, indicando a continuidade de predomínio da força compradora. Mantendo-se acima dos 56.400 pontos o Ibovespa buscará seus objetivos de alta nos 57 mil e nos 58 mil pontos. Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a tendência de alta, como também no gráfico de "30 minutos". Apesar da indefinição provocada pelo cenário externo, a principal tendência ainda é a de alta. Os índices futuros do Ibovespa antes da abertura poderão confirmar (ou não) essa tendência.
Abaixo de 56.400 suportes em: 55.515, 55.160, e 54.890 pontos.
Acima de 56.400 pontos resistências em: 56.800, 57.550 e 57.930 pontos.
DJI...após 28/08...forte alta deixou indicadores "sobrecomprados"...

DJI abriu na mínima em 11.500 pontos e com os índices futuros em alta, subiu até romper primeiramente a resistência nos 11.600 pontos, e na segunda metade do pregão oscilou em torno da forte resistência em 11.700 pontos. Na última meia hora de pregão, reagiu com vigor para finalizar na máxima em 11.715 pontos (+1,85%).
Análise: Números favoráveis e inesperados da revisão do PIB americano para cerca de 3,3% no trimestre, ao invés dos 2,7% previstos pelo mercado, deram o humor mecessáro para DJI romper novamente o patamar dos 11.700 pontos. Para esta sexta estão reservados os números dos gastos dos consumidores (9:30h), o nível de atividade industrial (10:45h) e o sentimento do mercado levantado pela Universidade de Michigan (11:00h), além de alguns resultados corporativos. Espera-se novamente boa volatilidade, em função da "digestibilidade" desses resultados pelo mercado.
No gráfico de "30 minutos" os principais indicadores se encontram bastante sobrevendidos, sinalizando possibilidade de realização. Os principais indicadores do gráfico diário se mostram em tendência de alta. Essa indefinição será dissipada pelos índices futuros americanos antes da abertura, que poderão sinalizar qual a efetiva tendência para DJI.
Acima dos 11.590 pontos, objetivos de alta em 11.743 e 11.840 pontos.
Abaixo de 11.590 pontos, seus objetivos de queda estarão em 11.466, 11.424 e 11.343 pontos.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
EUA contribuem e Ibovespa fecha com ganho de 1,55%
por Claudia Violante da Agência Estado
A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do segundo trimestre serviu de combustível para a alta das bolsas, na Europa, EUA e Brasil. Pela segunda sessão seguida, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, terminou com elevação, e nem a queda das matérias-primas impediu Vale e Petrobras de avançar. Os ganhos de hoje foram generalizados, com o setor financeiro, varejo e siderúrgicas à frente. Os gestores aproveitaram a trégua externa para melhorar o desempenho de suas carteiras, num movimento típico de final de mês.
O Ibovespa voltou aos 56 mil pontos, onde pisou pela última vez no dia 8 de agosto (56.584,4 pontos) ao avançar para 56.382,2 pontos. Subiu 1,55%, reduzindo as perdas acumuladas em agosto para 5,25% e as de 2008 para 11,75%. Na mínima do dia, atingiu 55.516 pontos (-0,01%) e, na máxima, 56.524 pontos (+1,81%). O giro financeiro aumentou um pouco mais, mas ainda continua abaixo da média diária do mês, de R$ 4,836 bilhões até ontem, segundo o site da Bovespa. Hoje, somou R$ 4,299 bilhões.
A alta das bolsas européias e norte-americanas decorreu hoje da revisão melhor do que a prevista do PIB dos EUA do segundo trimestre. O número passou de uma alta calculada anteriormente de 1,9% para 3,3%, ante estimativa de que ficaria em 2,7%. O setor financeiro também deu sustentação ao ganho das bolsas lá, assim como a queda do petróleo.
O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou na máxima pontuação do dia, em alta de 1,85%. O S&P avançou 1,48%, também a maior alta do pregão, e o Nasdaq teve elevação de 1,22%.
Apesar de a tempestade Gustav estar ainda no horizonte, o petróleo negociado em Nova York recuou 2,17%, para US$ 115,59 o barril. O fortalecimento do dólar em relação a outras moedas levou os investidores a se desfazerem das commodities (matérias-primas), e isso também vale para os metais. Mas, no caso do petróleo, também pesou para a queda nos preços o aumento inesperado dos estoques de gás natural nos EUA.
Apesar do saldo positivo do dia, os investidores têm se pautado no dia-a-dia para operar, e amanhã é a vez de reagir aos indicadores econômicos, como o índice de preços de gastos com consumo norte-americano. A agenda ainda prevê nos EUA o índice de atividade industrial (gerentes de compras de Chicago) de agosto e o sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. Vale sublinhar que, amanhã, alguns mercados lá fecham mais cedo por causa do feriado do Dia do Trabalho na segunda-feira.
No Brasil, a queda das commodities não impediu Vale e Petrobras de fecharem em alta: Vale ON subiu 0,50%, Vale PNA ganhou 0,52%, Petrobras ON avançou 0,23% e Petrobras PN registrou elevação de 0,43%. No setor financeiro, Itaú PN ganhou 3,67%; Bradesco PN, 2,42%; Banco do Brasil ON, 3,42%; e Unibanco units, 2,79%.
A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do segundo trimestre serviu de combustível para a alta das bolsas, na Europa, EUA e Brasil. Pela segunda sessão seguida, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, terminou com elevação, e nem a queda das matérias-primas impediu Vale e Petrobras de avançar. Os ganhos de hoje foram generalizados, com o setor financeiro, varejo e siderúrgicas à frente. Os gestores aproveitaram a trégua externa para melhorar o desempenho de suas carteiras, num movimento típico de final de mês.
O Ibovespa voltou aos 56 mil pontos, onde pisou pela última vez no dia 8 de agosto (56.584,4 pontos) ao avançar para 56.382,2 pontos. Subiu 1,55%, reduzindo as perdas acumuladas em agosto para 5,25% e as de 2008 para 11,75%. Na mínima do dia, atingiu 55.516 pontos (-0,01%) e, na máxima, 56.524 pontos (+1,81%). O giro financeiro aumentou um pouco mais, mas ainda continua abaixo da média diária do mês, de R$ 4,836 bilhões até ontem, segundo o site da Bovespa. Hoje, somou R$ 4,299 bilhões.
A alta das bolsas européias e norte-americanas decorreu hoje da revisão melhor do que a prevista do PIB dos EUA do segundo trimestre. O número passou de uma alta calculada anteriormente de 1,9% para 3,3%, ante estimativa de que ficaria em 2,7%. O setor financeiro também deu sustentação ao ganho das bolsas lá, assim como a queda do petróleo.
O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou na máxima pontuação do dia, em alta de 1,85%. O S&P avançou 1,48%, também a maior alta do pregão, e o Nasdaq teve elevação de 1,22%.
Apesar de a tempestade Gustav estar ainda no horizonte, o petróleo negociado em Nova York recuou 2,17%, para US$ 115,59 o barril. O fortalecimento do dólar em relação a outras moedas levou os investidores a se desfazerem das commodities (matérias-primas), e isso também vale para os metais. Mas, no caso do petróleo, também pesou para a queda nos preços o aumento inesperado dos estoques de gás natural nos EUA.
Apesar do saldo positivo do dia, os investidores têm se pautado no dia-a-dia para operar, e amanhã é a vez de reagir aos indicadores econômicos, como o índice de preços de gastos com consumo norte-americano. A agenda ainda prevê nos EUA o índice de atividade industrial (gerentes de compras de Chicago) de agosto e o sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. Vale sublinhar que, amanhã, alguns mercados lá fecham mais cedo por causa do feriado do Dia do Trabalho na segunda-feira.
No Brasil, a queda das commodities não impediu Vale e Petrobras de fecharem em alta: Vale ON subiu 0,50%, Vale PNA ganhou 0,52%, Petrobras ON avançou 0,23% e Petrobras PN registrou elevação de 0,43%. No setor financeiro, Itaú PN ganhou 3,67%; Bradesco PN, 2,42%; Banco do Brasil ON, 3,42%; e Unibanco units, 2,79%.
Bolsa de NY fecha em alta forte após revisão do PIB
por Renato Martins da Agência Estado
28.08.2008 18h34
O mercado norte-americano de ações fechou em alta pelo terceiro dia consecutivo. Os operadores deixaram de lado as preocupações com o aperto no crédito, com as tensões geopolíticas e com a tempestade tropical que se aproxima da região produtora de petróleo do Golfo do México e concentraram suas atenções na revisão para cima do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre - de 1,9%, no cálculo anterior, para 3,3%. Também foi dada pouca atenção ao informe de que o número de novos pedidos de auxílio-desemprego teve uma queda menor do que se previa na semana passada.
"O número de pessoas demitidas pedindo auxílio-desemprego é alto demais para a saúde da economia. Acho que isso é uma indicação importante de que a economia está mais fraca do que um crescimento do PIB de 3,3% poderia sugerir", comentou o economista-chefe da Nomura Securities International, David Resler. A alta das ações se acelerou quando os preços do petróleo passaram a cair, em reação ao informe de que as reservas de vários países serão liberadas caso a tempestade tropical Gustav afete a produção do Golfo do México.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 29 fecharam em alta; a exceção foi Coca-Cola, com queda de 1,25%, após rebaixamento de recomendação pelos analistas do Crédit Suisse. As ações que mais subiram foram as do setor financeiro (AIG disparou 7,55%, Bank of America avançou 6,00%, Citigroup ganhou 5,30% e JPMorgan Chase subiu 4,68%). As do Lehman Brothers avançaram 7,38%, em reação a informes de que a instituição vai demitir mais de mil funcionários para cortar custos. As da seguradora de bônus MBIA subiram 34,81%, em reação ao anúncio de que ela vai assumir o resseguro de US$ 184 bilhões em bônus municipais assegurados pela FGIC - possivelmente afastando a ameaça de falência da FGIC, que é controlada pelo Blackstone Group (cujas ações subiram 3,16%); as da Ambac Financial, do mesmo setor, avançaram 42,60%. As ações da agência de crédito hipotecário Fannie Mae avançaram 22,69%, depois de ela anunciar mudanças em seu comando; as da Freddie Mac subiram 11,16%.
Várias ações do setor industrial subiram em reação aos dados do PIB (3M ganhou 2,52% e Caterpillar subiu 3,05%). As ações das companhias aéreas tiveram altas expressivas, em reação à queda dos preços do petróleo (Delta disparou 11,13%). Entre as ações de empresas que divulgaram resultados do segundo trimestre, os destaques foram Tiffany's (+10,70%) e Sears (+4,19%). As da fabricante de computadores Dell, que divulgaria resultados depois do fechamento, caíram 1,64%.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,85%, em 11.715,18 pontos. O Nasdaq encerrou com ganho de 1,22%, em 2.411,64 pontos. O S&P-500 subiu 1,48%, em 1.300,68 pontos. O NYSE Composite avançou 1,39%, para 8.466,12 pontos. As informações são da Dow Jones.
28.08.2008 18h34
O mercado norte-americano de ações fechou em alta pelo terceiro dia consecutivo. Os operadores deixaram de lado as preocupações com o aperto no crédito, com as tensões geopolíticas e com a tempestade tropical que se aproxima da região produtora de petróleo do Golfo do México e concentraram suas atenções na revisão para cima do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre - de 1,9%, no cálculo anterior, para 3,3%. Também foi dada pouca atenção ao informe de que o número de novos pedidos de auxílio-desemprego teve uma queda menor do que se previa na semana passada.
"O número de pessoas demitidas pedindo auxílio-desemprego é alto demais para a saúde da economia. Acho que isso é uma indicação importante de que a economia está mais fraca do que um crescimento do PIB de 3,3% poderia sugerir", comentou o economista-chefe da Nomura Securities International, David Resler. A alta das ações se acelerou quando os preços do petróleo passaram a cair, em reação ao informe de que as reservas de vários países serão liberadas caso a tempestade tropical Gustav afete a produção do Golfo do México.
Das 30 componentes do índice Dow Jones, 29 fecharam em alta; a exceção foi Coca-Cola, com queda de 1,25%, após rebaixamento de recomendação pelos analistas do Crédit Suisse. As ações que mais subiram foram as do setor financeiro (AIG disparou 7,55%, Bank of America avançou 6,00%, Citigroup ganhou 5,30% e JPMorgan Chase subiu 4,68%). As do Lehman Brothers avançaram 7,38%, em reação a informes de que a instituição vai demitir mais de mil funcionários para cortar custos. As da seguradora de bônus MBIA subiram 34,81%, em reação ao anúncio de que ela vai assumir o resseguro de US$ 184 bilhões em bônus municipais assegurados pela FGIC - possivelmente afastando a ameaça de falência da FGIC, que é controlada pelo Blackstone Group (cujas ações subiram 3,16%); as da Ambac Financial, do mesmo setor, avançaram 42,60%. As ações da agência de crédito hipotecário Fannie Mae avançaram 22,69%, depois de ela anunciar mudanças em seu comando; as da Freddie Mac subiram 11,16%.
Várias ações do setor industrial subiram em reação aos dados do PIB (3M ganhou 2,52% e Caterpillar subiu 3,05%). As ações das companhias aéreas tiveram altas expressivas, em reação à queda dos preços do petróleo (Delta disparou 11,13%). Entre as ações de empresas que divulgaram resultados do segundo trimestre, os destaques foram Tiffany's (+10,70%) e Sears (+4,19%). As da fabricante de computadores Dell, que divulgaria resultados depois do fechamento, caíram 1,64%.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,85%, em 11.715,18 pontos. O Nasdaq encerrou com ganho de 1,22%, em 2.411,64 pontos. O S&P-500 subiu 1,48%, em 1.300,68 pontos. O NYSE Composite avançou 1,39%, para 8.466,12 pontos. As informações são da Dow Jones.
INDV08...após 27/08...tendência de alta com volatilidade...

Possibilidades de suportes na primeira meia hora de pregão: 56.100; 55.900 e 55.750 (forte), na LTA intraday recente.
Resistências na primeira meia-hora de pregão: 56.750 e 56.900 pontos.
Acima de 56 mil pontos, objetivos de alta em 56.750, 56.900, 57.350 e 57.560 pontos.
Abaixo de 55.500 pontos, objetivos de queda em 55.250, 55.000 e 54.600 pontos.
IBOV...após 27/08...tendência de alta, com volatilidade...

O Ibovespa abriu na mínima em 54.366 e seguiu em alta até encontrar resistência em 55.044 pontos. A partir daí, realizou até encontrar suporte em 54.645 pontos. Com a recuperação de DJI se mantendo em alta, na segunda metade do pregão o Ibovespa retomou nova alta, rompeu novamente os 55 mil pontos, indo até a máxima em 55.591 pontos. Daí refluiu novamente até os 55.226 pontos, finalizando em 54.477 pontos ( +1,91%).
Análise: O "candle" formado no gráfico diário é um "marubozu" vazio, indicando predomínio da força compradora. Mantendo-se acima dos 55 mil pontos, o Ibovespa terá por objetivos o rompimento dos 56 mil e dos 57 mil pontos. Os principais indicadores do gráfico diário sinalizam a tendência de alta, enquanto no gráfico de "30 minutos". aparecem algumas sinalizações contrárias, sugerindo a possibilidade da abertura ocorrer em queda. Porém, a principal tendência parece ser ainda a de alta. Os índices futuros do Ibovespa antes da abertura poderão mostrar a principal tendência.
Abaixo de 55.430 suportes imediatos em: 54.670, 54.500, 54.000, 53.840, 53.270 e 52.345 pontos.
Acima de 55.430 pontos resistências em: 55.590, 55.900 e 56.540 pontos.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
DJI...após 27/08...volatilidade e indefinição de tendência...

DJI abriu em 11.412 pontos e com os índices futuros em queda, veio até a mínima em 11.382 pontos. Reagiu a partir daí até a máxima em 11554 pontos. Na segunda metade do pregão refluiu até nova mínima em 11.470 pontos. Daí, na última meia hora de pregão, reagiu para finalizar em 11.502 pontos (+0,79%).
Análise: Números favoráveis de "Durable Orders", mostrando alguma recuperação na atividade econômica americana, melhorou o humor do mercado, principalmente na primeira metade do pregão. O retorno na segunda metade, pode ser creditado ao grau de incerteza que paira na economia face às espectativas dos números de "initial claims" que serão revelados amanhã, antes da abertura dos pregões.
No gráfico de "30 minutos" o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinalizam tendência de queda, em oposição ao IFR e ao oscilador de momentos que sinalizam a continuidade da alta. No gráfico diário ainda se mantém a tendência de alta. Os índices futuros americanos antes da abertura, poderão sinalizar qual a melhor tendência para DJI.
Acima dos 11.554 pontos objetivos de alta em 11.630 e 11.660 pontos.
Abaixo de 11.445 pontos, seus objetivos de queda estarão em 11.345, 11.130 e 11.000 pontos.
Petrobras e Vale garantem alta de 2,13% ao Ibovespa
por Claudia Violante da Agência Estado
27.08.2008 17h30
A recuperação de preço das matérias-primas (commodities) permitiu à Bovespa interromper uma seqüência de três quedas seguidas e fechar com alta firme, superior a 2%. As ações da Petrobras e da Vale guiaram as ordens de compras, que ainda foram firmes em siderúrgicas e bancos. As bolsas norte-americanas, embaladas por um indicador econômico favorável divulgado mais cedo, também subiram, garantindo tranqüilidade aos negócios domésticos.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, terminou o pregão em alta de 2,13%, aos 55.519,2 pontos. Oscilou entre a mínima de 54.366 pontos (+0,01%) e a máxima de 55.591 pontos (+2,27%). No mês, ainda acumula perdas, de 6,70% e, no ano, de 13,10%. O giro financeiro totalizou R$ 3,583 bilhões, abaixo da média diária de agosto (que também já está mais baixa do que nos últimos meses e soma R$ 4,904 bilhões até ontem, segundo o site da Bovespa).
As ações da Petrobras subiram na esteira do avanço do preço do petróleo. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo subiu 1,62%, para US$ 118,15 o barril, com as preocupações sobre o avanço da tempestade Gustav para o Golfo do México, onde há várias instalações de petróleo e gás. Petrobras ON subiu 2,83% e PN, 2,95%.
As commodities metálicas também avançaram no mercado internacional e levaram as ações da Vale a fechar na máxima do dia, com variação de 3,27% as ON e de 4,03% as PNA. Os setores siderúrgico e bancário acompanharam a recuperação em bloco e com altas bastante firmes. Foram destaque Banco do Brasil ON, com +5,41%, e Metalúrgica Gerdau PN, com +3,84%. Hoje, o Citigroup elevou a recomendação de neutra para "overweight" (acima da média) do setor bancário, ajudando a influenciar a alta dos papéis.
Nos EUA, o índice de ações Dow Jones terminou em alta de 0,79%, o S&P avançou 0,80% e o Nasdaq terminou com variação positiva de 0,87%. Os ganhos foram sustentados pelo indicador positivo de encomendas de bens duráveis, vigor das ações do setor financeiro e percepção de que a alta do petróleo é temporária, à luz das condições de tempestade tropical no Golfo do México.
O Departamento do Comércio informou pela manhã que as encomendas de bens duráveis nos EUA inesperadamente subiram 1,3% em julho, ante expectativa dos economistas de queda de 0,4%. Também agradou a declaração do dirigente da regional do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Atlanta, Dennis Lockhart, que previu hoje que a inflação norte-americana deverá ceder a partir do próximos meses.
Para amanhã, a apenas dois pregões do término de agosto, os investidores podem intensificar as compras para garantir melhor desempenho a suas carteiras. Mas isso apenas se os indicadores que serão conhecidos, principalmente nos Estados Unidos, e as commodities deixarem.
27.08.2008 17h30
A recuperação de preço das matérias-primas (commodities) permitiu à Bovespa interromper uma seqüência de três quedas seguidas e fechar com alta firme, superior a 2%. As ações da Petrobras e da Vale guiaram as ordens de compras, que ainda foram firmes em siderúrgicas e bancos. As bolsas norte-americanas, embaladas por um indicador econômico favorável divulgado mais cedo, também subiram, garantindo tranqüilidade aos negócios domésticos.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, terminou o pregão em alta de 2,13%, aos 55.519,2 pontos. Oscilou entre a mínima de 54.366 pontos (+0,01%) e a máxima de 55.591 pontos (+2,27%). No mês, ainda acumula perdas, de 6,70% e, no ano, de 13,10%. O giro financeiro totalizou R$ 3,583 bilhões, abaixo da média diária de agosto (que também já está mais baixa do que nos últimos meses e soma R$ 4,904 bilhões até ontem, segundo o site da Bovespa).
As ações da Petrobras subiram na esteira do avanço do preço do petróleo. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo subiu 1,62%, para US$ 118,15 o barril, com as preocupações sobre o avanço da tempestade Gustav para o Golfo do México, onde há várias instalações de petróleo e gás. Petrobras ON subiu 2,83% e PN, 2,95%.
As commodities metálicas também avançaram no mercado internacional e levaram as ações da Vale a fechar na máxima do dia, com variação de 3,27% as ON e de 4,03% as PNA. Os setores siderúrgico e bancário acompanharam a recuperação em bloco e com altas bastante firmes. Foram destaque Banco do Brasil ON, com +5,41%, e Metalúrgica Gerdau PN, com +3,84%. Hoje, o Citigroup elevou a recomendação de neutra para "overweight" (acima da média) do setor bancário, ajudando a influenciar a alta dos papéis.
Nos EUA, o índice de ações Dow Jones terminou em alta de 0,79%, o S&P avançou 0,80% e o Nasdaq terminou com variação positiva de 0,87%. Os ganhos foram sustentados pelo indicador positivo de encomendas de bens duráveis, vigor das ações do setor financeiro e percepção de que a alta do petróleo é temporária, à luz das condições de tempestade tropical no Golfo do México.
O Departamento do Comércio informou pela manhã que as encomendas de bens duráveis nos EUA inesperadamente subiram 1,3% em julho, ante expectativa dos economistas de queda de 0,4%. Também agradou a declaração do dirigente da regional do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Atlanta, Dennis Lockhart, que previu hoje que a inflação norte-americana deverá ceder a partir do próximos meses.
Para amanhã, a apenas dois pregões do término de agosto, os investidores podem intensificar as compras para garantir melhor desempenho a suas carteiras. Mas isso apenas se os indicadores que serão conhecidos, principalmente nos Estados Unidos, e as commodities deixarem.
Indicador de bens duráveis traz alívio e Bolsa de NY sobe
por Renato Martins da Agência Estado
27.08.2008 18h08
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, embora com os principais índices bastante abaixo das máximas do dia. Os volumes foram muito reduzidos, como é comum no auge da temporada de férias de verão nos EUA. O mercado reagiu ao indicador de encomendas de bens duráveis em julho, que mostrou alta de 1,3%, acima das previsões (-0,4%). "Os dados de bens duráveis, mais fortes do que se previa, sinalizam que a economia continua a resistir. Tendo em vista as más notícias constantes que vínhamos recebendo ultimamente do setor financeiro e do mercado de crédito, foi bom ver algo positivo, para variar", comentou o estrategista Ryan Detrick, da Schaeffer's Investment Research.
As ações das agências de crédito hipotecário subiram pelo terceiro dia consecutivo (Fannie Mae avançou 15,30% e Freddie Mac disparou 19,65%), depois de um analista do banco de investimentos Merrill Lynch dizer que elevar o capital dessas agências agora seria prematuro, porque seus níveis de capitalização ainda não caíram para níveis "críticos"; durante o dia circularam rumores de que o Departamento do Tesouro faria ainda hoje um anúncio relativo às agências, mas esses rumores foram negados; depois do fechamento, a Fannie Mae anunciou mudanças em seu comando. Também no setor financeiro, as ações do Merrill Lynch subiram 4,86%, depois de a Tomasek Holdings (fundo soberano de Cingapura) receber permissão para aumentar sua participação no banco de investimentos para algo entre 13% e 14%.
As ações das refinarias de petróleo estavam entre as que mais subiram, em reação a informes de que a tempestade tropical Gustav deverá ganhar força nos próximos dias, tornando-se um furacão, e deverá atingir a região produtora do Golfo do México (Valero Energy subiu 4,23% e Tesoro avançou 11,10%). As ações das companhias aéreas, porém, sofreram quedas fortes (UAL despencou 11,39%, Delta perdeu 7,81% e Northwest recuou 8,27%).
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,79%, em 11.502,51 pontos. O Nasdaq encerrou com ganho de 0,87%, em 2.382,46 pontos. O S&P-500 subiu 0,80%, para 1.281,66 pontos. O NYSE Composite avançou 1,04%, para 8.349,84 pontos. As informações são da Dow Jones.
27.08.2008 18h08
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, embora com os principais índices bastante abaixo das máximas do dia. Os volumes foram muito reduzidos, como é comum no auge da temporada de férias de verão nos EUA. O mercado reagiu ao indicador de encomendas de bens duráveis em julho, que mostrou alta de 1,3%, acima das previsões (-0,4%). "Os dados de bens duráveis, mais fortes do que se previa, sinalizam que a economia continua a resistir. Tendo em vista as más notícias constantes que vínhamos recebendo ultimamente do setor financeiro e do mercado de crédito, foi bom ver algo positivo, para variar", comentou o estrategista Ryan Detrick, da Schaeffer's Investment Research.
As ações das agências de crédito hipotecário subiram pelo terceiro dia consecutivo (Fannie Mae avançou 15,30% e Freddie Mac disparou 19,65%), depois de um analista do banco de investimentos Merrill Lynch dizer que elevar o capital dessas agências agora seria prematuro, porque seus níveis de capitalização ainda não caíram para níveis "críticos"; durante o dia circularam rumores de que o Departamento do Tesouro faria ainda hoje um anúncio relativo às agências, mas esses rumores foram negados; depois do fechamento, a Fannie Mae anunciou mudanças em seu comando. Também no setor financeiro, as ações do Merrill Lynch subiram 4,86%, depois de a Tomasek Holdings (fundo soberano de Cingapura) receber permissão para aumentar sua participação no banco de investimentos para algo entre 13% e 14%.
As ações das refinarias de petróleo estavam entre as que mais subiram, em reação a informes de que a tempestade tropical Gustav deverá ganhar força nos próximos dias, tornando-se um furacão, e deverá atingir a região produtora do Golfo do México (Valero Energy subiu 4,23% e Tesoro avançou 11,10%). As ações das companhias aéreas, porém, sofreram quedas fortes (UAL despencou 11,39%, Delta perdeu 7,81% e Northwest recuou 8,27%).
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,79%, em 11.502,51 pontos. O Nasdaq encerrou com ganho de 0,87%, em 2.382,46 pontos. O S&P-500 subiu 0,80%, para 1.281,66 pontos. O NYSE Composite avançou 1,04%, para 8.349,84 pontos. As informações são da Dow Jones.
Restante da agenda do investidor para a última semana de agosto
por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
22/08/08 - 20h06
SÃO PAULO - Dentro da agenda da última semana de agosto, os investidores estarão atentos, sobretudo, ao PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano e à minuta da última reunião do Fed.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de agosto. Destaque também para as Notas do Banco Central, que trarão informações relevantes sobre o desempenho econômico do País no último mês.
Quinta-feira (28/8)
Brasil
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de agosto, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - O Departamento de Comércio anuncia os dados preliminares do PIB e de seu deflator, ambos baseados no segundo trimestre.
Sexta-feira (29/8)
Brasil
Não serão apresentados índices relevantes no País.
EUA
9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de julho, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, respectivamente.
10h45 - Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de agosto, que mede o nível de atividade industrial na região.
11h00 - Para encerrar, a Universidade de Michigan divulga a versão revisada do Michigan Sentiment de agosto, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.
Segunda-feira (1/9)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de agosto. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central organiza o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial do acumulado de agosto, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
Para encerrar, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos) revela a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares.
EUA
Nesta data será comemorado o Dia do Trabalho no país, e conseqüentemente, não haverá pregão em Wall Street.
22/08/08 - 20h06
SÃO PAULO - Dentro da agenda da última semana de agosto, os investidores estarão atentos, sobretudo, ao PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano e à minuta da última reunião do Fed.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de agosto. Destaque também para as Notas do Banco Central, que trarão informações relevantes sobre o desempenho econômico do País no último mês.
Quinta-feira (28/8)
Brasil
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de agosto, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - O Departamento de Comércio anuncia os dados preliminares do PIB e de seu deflator, ambos baseados no segundo trimestre.
Sexta-feira (29/8)
Brasil
Não serão apresentados índices relevantes no País.
EUA
9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de julho, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, respectivamente.
10h45 - Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de agosto, que mede o nível de atividade industrial na região.
11h00 - Para encerrar, a Universidade de Michigan divulga a versão revisada do Michigan Sentiment de agosto, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.
Segunda-feira (1/9)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de agosto. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central organiza o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial do acumulado de agosto, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
Para encerrar, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos) revela a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares.
EUA
Nesta data será comemorado o Dia do Trabalho no país, e conseqüentemente, não haverá pregão em Wall Street.
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